MPF denuncia hackers e Glenn Greenwald por organização criminosa, lavagem e interceptações de procuradores da Lava Jato e Moro

O jornalista Glenn Greenwald. FOTO: DIDA SAMPAIO/ESTADÃO

O Ministério Público Federal denunciou o jornalista Gleen Greenwald e outros seis investigados no âmbito da Operação Spoofing, que apura invasão e roubo de mensagens de celulares de procuradores da força-tarefa da operação Lava-Jato e do então juiz Federal Sérgio Moro.

No que se refere à responsabilização de Glenn Greenwald, o MPF ressalta que o jornalista não era alvo das investigações. Ocorre que, durante a análise de um computador apreendido na casa de Walter Delgatti, foi encontrado um áudio de um diálogo entre Luiz Molição e Glenn.

A conversa foi realizada logo após a invasão sofrida pelo ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro. “Nesse momento, Molição deixa claro que as invasões e o monitoramento das comunicações telefônicas ainda eram realizadas e pede orientações ao jornalista sobre a possibilidade de ‘baixar’ o conteúdo de contas do Telegram de outras pessoas antes da publicação das matérias pelo site The Intercept. Greenwald, então, indica que o grupo criminoso deve apagar as mensagens que já foram repassadas para o jornalista de forma a não ligá-los ao material ilícito”, diz o MPF.

Para o MPF, ficou comprovado que Glenn auxiliou, incentivou e orientou o grupo durante o período das invasões. Ainda segundo o os procuradores, essa atitude do jornalista caracteriza ‘clara conduta de participação auxiliar no delito, buscando subverter a ideia de proteção a fonte jornalística em uma imunidade para orientação de criminosos’.

“O jornalista Gleen Greenwald, de forma livre, consciente e voluntária, auxiliou, incentivou e orientou, de maneira direta, o grupo criminoso, durante a prática delitiva, agindo como garantidor do grupo, obtendo vantagem financeira com a conduta aqui descrita”, diz trecho da denúncia.

A peça de 95 páginas da Procuradoria ressalta que o inquérito cumpriu a liminar concedida pelo ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, em agosto. A medida cautelar proibiu que Glenn fosse investigado e responsabilizado pelas autoridades públicas e órgãos de apuração administrativa ou criminal (como a Polícia Federal) pela ‘recepção, obtenção ou transmissão’ de informações publicadas na imprensa.

‘Não houve investigação. Não se descumpriu a decisão’

O procurador Wellington Divino de Oliveira ressalta que a decisão (do ministro Gilmar Mendes, do Supremo) que impedia investigação sobre Glenn ‘criou uma espécie de imunidade especial e material jure et de jure, uma presunção absoluta de inocência, garantindo um salvo conduto ao réu de ser investigado’.

“O presente inquérito policial cumpriu as determinações contidas na Medida Cautelar proferida na APDF nº 601 porém, no material decorrente das medidas de busca e apreensão, autorizadas pelo Juízo da 10.ª Vara Federal do Distrito Federal foi possível identificar um áudio que ilustra a atuação do jornalista Glenn Greenwald no caso e indica a participação direta do jornalista na conduta criminosa”, afirma a denúncia.

O procurador da Spoofing é taxativo. “Não houve investigação. Não se descumpriu a decisão.”

O procurador grifou em vermelho trechos de diálogos de Glenn com hackers.

Na avaliação do Ministério Público Federal, ‘as falas identificadas em vermelho demonstram alguns elementos importantes’ – a) o grupo efetuou a invasão de dispositivos informáticos de diversas pessoas, como Danilo Gentili, Fernando Holiday e outros integrantes do MBL ainda no ano de 2018; b) Glenn Greenwald recebeu o material hackeado das contas pertencentes ao procurador da República Deltan Dallagnol, sabia que o grupo não havia encerrado a atividade criminosa e permanecia realizando condutas de invasões de dispositivos informáticos e o monitoramento ilegal de comunicações e buscou criar uma narrativa de ‘proteção à fonte’ que incentivou a continuidade delitiva.

Ao transcrever um diálogo do jornalista do Intercept, o procurador enfatiza. “Comprova que, diferentemente da tese apresentada pelo jornalista, Glenn Greenwald recebeu o material de origem ilícita enquanto a organização criminosa ainda praticava condutas semelhantes, buscando novos alvos, possuindo relação próxima e tentando subverter a noção de proteção ao ‘sigilo da fonte’ para, inclusive orientar que o grupo deveria se desfazer das mensagens que estavam armazenadas para evitar ligação dos autores com os conteúdos hackeados, demonstrando uma participação direta nas condutas criminosas.”

O procurador ressalta que, por causa da liminar de Gilmar Mendes ‘não foi possível aprofundar as investigações de forma a identificar outros elementos de prova que demonstrem outras condutas de Glenn Greenwald no caso concreto’.

Ele destaca que cópia da denúncia e dos ‘elementos de prova juntados’ será encaminhada à Procuradoria-Geral da República para subsidiar eventual pedido de revogação da liminar em vigor.

Segundo o procurador, ‘é certo que Glenn agiu como partícipe nas condutas funcionando como garantidor e orientador da associação criminosa’.

Crimes cibernéticos

As sete pessoas foram denunciadas por crimes relacionados à invasão de celulares de autoridades brasileiras. São apontadas a prática de organização criminosa, lavagem de dinheiro, bem como as interceptações telefônicas engendradas pelos investigados.

A denúncia assinada pelo procurador da República Wellington Divino de Oliveira relata que a organização criminosa executava crimes cibernéticos por meio de três frentes: fraudes bancárias, invasão de dispositivos informáticos ( como, por exemplo, celulares) e lavagem de dinheiro. A peça não explora os crimes de fraudes bancárias. Nesse sentido, a finalidade ao citá-los é apenas o de caracterizar o objetivo dos envolvidos e explicar as suas ligações. Uma ação penal apresentada posteriormente tratará tais crimes.

As apurações realizadas esclareceram os papéis dos denunciados. Walter Delgatti Netto e Thiago Eliezer Martins Santos atuavam como mentores e líderes do grupo. Danilo Cristiano Marques era “testa-de-ferro” de Walter, proporcionando meios materiais para que o líder executasse os crimes. Gustavo Henrique Elias Santos era programador, desenvolveu técnicas que permitiram a invasão do Telegram e perpetrava fraudes bancárias.

Já Suelen Oliveira, esposa de Gustavo, agia como laranja e “recrutava” nomes para participarem das falcatruas. E, por fim, Luiz Molição invadia terminais informáticos, aconselhava Walter sobre condutas que deveriam ser adotadas e foi porta-voz do grupo nas conversas com Greenwald .

(mais…)

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Papa Jerry Moon disse:

    Lembro que por muito menos que isso, apenas por dizer a verdade -dizer que Lula é um bêbado, um jornalista americano foi expulso do país.

  2. verdade disse:

    O que Glenn fez foi investigar e descobrir a verdade.
    A verdade tem que ser dita. Glenn descobriu que Moro é um Fora da Lei.
    Cadeia no fora da lei Moro.
    Viva Glenn!

    • Manoel disse:

      Né isso! Viva lulaladrao, o corrupto mais honesto do mundo!!!

    • verdade disse:

      A trama foi desmascarada desbaratada filhinho. E isso dói demais né filhinho. Aguenta ai que a verdade veio a tona. O golpe foi revelado em detalhes.

    • Manoel disse:

      "Painho dono da verdade", vamos lá:
      1) Glenn não fez jornalismo, o que ele fez foi apoiar, incentivar, auxiliar os CRIMINOSOS que invadiram a privacidade alheia!;
      2) Moro não cometeu crime algum em buscar a justiça condenando corruptos, muito menos os procuradores. O CRIMINOSO condenado inclusive está solto, infelizmente;
      3) Se o CRIMINOSO que comandou o maior esquema de corrupção da história está solto, realmente você acha que o Sérgio Moro deveria estar preso? Qual seria a razoabilidade e coerência em você defender isso?
      4) Você acha que os criminosos foram injustiçados e o culpado foi quem investigou? É isso?

    • BC3331986GAC disse:

      O Pior Bandido é o que defende Bandido, LuLarápio e seu Bando deverá pagar pelos danos causados a essa Nação.

    • joaozinho disse:

      Individuo.. Moro nao é o fora da lei. O fora da lei é o hacker que roubou (roubar é um crime), violou privacidade do juiz, vendeu dados pessoais, forjou os dados, com um unico fim de tirar proveito e prejudicar. E em relacao ao ex-juiz que condenou poderosos corruptos como o lula e outros, este nao tinha nada nas gravacoes adulteradas por este gringo que demonstrasse algum problema a respeito do ex-juiz. Problema tem esse gringo… que tem muita coisa a ser descoberta sobre ele. Isso nunca foi jornalismo, roubar para forjar noticias politicas nao é ato jornalístico.

    • Jacques disse:

      Glenn é um bandido que foi rapidamente acobertado por outro bandido mor do STF.
      Agora a verdade veio.
      Glenn na cadeia já.

  3. Bruno disse:

    Cadeia nele

  4. Carlos Junior disse:

    O gringo não fez nada de errado. Se ele não solicitou a invasão, não comprou as informações e não
    coagiu ninguém, logo não há crime.
    Ele apresentou um grande serviço desmascarando esse canalhas da mídia e MPF.

  5. Flavio disse:

    Pega safado. Vai levar cadeia igual ao teu chefão, luladrao.

  6. paulo disse:

    BG
    Cadeia neste meliante forasteiro.

  7. Vergonha disse:

    Esse FDP desse gringo tem que saber respeitar as leis brasileiras, os PTralhas NÃO estão mais no poder , acabou a farra do boi

“Lava Jato usou site O Antagonista para interferir na escolha do presidente do Banco do Brasil”, destaca The Intercept Brasil, que ainda cita “parceria”

Foto: Reprodução/The Intercept Brasil

Mais uma reportagem do site The Intercept Brasil publica que procuradores da Lava Jato “agiram politicamente – usando o site O Antagonista como porta-voz – para interferir na escolha do presidente do Banco do Brasil no governo Bolsonaro”.

“Em fins de 2018, a força-tarefa municiou com documentos o site comandado pelos jornalistas Diogo Mainardi, Mario Sabino e Claudio Dantas para alimentar notícias que evitassem que o ex-presidente da Petrobras Ivan Monteiro ocupasse a presidência do banco. Monteiro era o nome mais forte entre os cotados para assumir o BB, na escolha do ministro da Economia Paulo Guedes – a ele era dado o crédito por ter salvado as contas da Petrobras.”

“O caso é o exemplo mais escandaloso de uma relação promíscua entre o grupo comandado por Deltan Dallagnol e os jornalistas do Antagonista – mas nem de longe o único, como mostram as conversas no aplicativo Telegram que foram entregues ao Intercept por uma fonte anônima e fazem parte da série Vaza Jato, que já publicou 84 reportagens em parceria com os veículos Folha de S. Paulo, El País, Bandnews FM, Veja, BuzzFeed News, Agência Pública e UOL”, descreve o site The Intercept Brasil. Leia matéria completa aqui.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. verdade disse:

    Verdade sendo verdadeira a desqualificação não vai interferir diminuir o impacto da verdade. O trabalho investigativo é descobrir os meandros da política.
    Esse papel o Intercep Brasil sabe fazer como nenhum outro meio de comunicação.
    Parabéns Intercept. Siga em frente. Tem que enquadrar todos os agentes públicos que se desviam dos princípios da Administração Pública norteadores dos três poderes nos três níveis de governo. .

    • Soares disse:

      Verdade verdadeira, se foi assim, obrigado mais uma vez a LJ, evitou que o bb caisse numa mão com princípio de petralha, e assim nos salvou de mais um corrupto

    • Bento disse:

      Essa verdade é fakes.
      Tua comparacao é igual a assistir a um lances de um filme e depois dizer que conhece toda história.
      Intercept inventou e inventa narrativas para alegrar os doidins do PT.

  2. Bento disse:

    Campeã em furos de mensagens roubadas é igual ao cheque AIDS tem fundo e ninguém quer.

  3. Irany Gomes disse:

    Esse verdevaldo é um nada, um zero a esquerda ligado a petralhada. Só não é pior do que os analfabetos e loucos dos Minions….

  4. Pedro Deodoro disse:

    Qual a credibilidade desse site de terrorista que invadiu msg de autoridades de forma ilegal, e ainda, divulgou diálogos adulterados que não existiram?
    A imprensa deveria ter respeito pelo povo e nosso país e não dar publicidade a esse tipo de desserviço que em nada vai contribuir para o melhor dessa nação que já tem corrupto demais querendo tomar o poder.

    • Minion alienado disse:

      Quem és tu no jogo no bicho? À imprensa resta denunciar e não se alinhar aos governos.

Construtoras alvos da Lava Jato pagaram R$ 9,1 milhões ao Instituto Lula

Foto: Reprodução/PT

Ao indiciar Lula por corrupção e lavagem por doações da Odebrecht de R$ 4 milhões a seu instituto, a Polícia Federal também listou repasses feitos por outras construtoras investigadas na Lava Jato, que totalizam R$ 9,1 milhões.

Isso representa um terço da receita do instituto com as palestras, conforme notas fiscais apreendidas entre 2011 e 2015.

A Andrade Gutierrez pagou R$ 2 milhões; a Galvão Engenharia, R$ 1,1 milhão; a UTC, R$ 357 mil; a OAS, R$ 1 milhão; e a Camargo Corrêa, R$ 1,5 milhão.

O indiciamento pelos crimes considera, porém, apenas os pagamentos feitos pela Odebrecht, que teriam saído de conta correntes mantida pela construtora para pagamentos de propina.

O Antagonista

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Lula na cadeia sempre disse:

    O homi mais honesto do mundo??? Como pode ? AINDA tem idiota que acredita nesse VERME

  2. Ditadura da Hipocrisia disse:

    Vão agora ficar se apegando a míseros R$ 9,1 milhões? Povo pequeno.
    Tem que ir atrás do queiros que, talvez, provavelmente, tenha movimentado, não é desviado, R$ 1,2 milhões.
    Qual o problema? Isso é intriga da direita contra a "alma mais Onesta do país".
    Aimmmm, e o Queiroz?
    O Lulinha? Não interessa, isso é coisa dos inconformados, tem que ir atrás do Queiroz!
    E o que Palocci revelou? Não importa, deixa pra lá, tem que ir atrás do Queiroz!
    E as investigações em curso da lava jato? Para tudo e vão atrás do Queiroz!
    E os deputados do PT que movimentaram mais de R$ 20 milhões na Alerj? Não queiram desviar a atenção, tem que ir atrás do Queiroz!

    • Ojuara disse:

      Esses canalhas não tomam jeito mesmo, olham o miúdo mas não querem vê o graudo. Tem que contar os bilhões usados indevidamente pelo BNDES, os bilhões roubados da Petrobrás, do canal de transposição do são francisco q ia gastar 4 bi, e já torrou mais de vinte bi, e Abreu e lima em Pernambuco desviaram mais de cinco bi, a refinaria americana pintadinha que custou o triplo do valor de mercado…..total= 1 Trilhão e meio de assalto aos cofres públicos, esses FDP ainda vem falar de Queiroz.

    • Luladrão Encantador de Asnos disse:

      A movimentação financeira de assessores do Presidente da ALRJ, que é do PT, é 40 vezes maior do que a do Queiroz. E ninguém nem fala. Será que é pq no PT o normal é ser ladrão?

    • Tico meu disse:

      Esmerilhou a tática petralha! Kkkkkk

Lava Jato: PF investiga fraudes em contratos que superam R$ 6 bilhões feitos entre a Petrobras e empresas de afretamentos

O procurador da República Athayde Ribeiro Costa durante entrevista à imprensa na sede da Polícia Federal, em Curitiba – Divulgação Polícia Federal

A 70ª fase da Lava Jato, chamada de Operação Óbolo, foi deflagrada nesta quarta-feira (18) para coletar provas a fim de investigar crimes relacionados a contratos de afretamentos de navios pela Petrobras, que superam R$ 6 bilhões. Os contratos foram feitos com as empresas Maersk, Tide Maritime e Ferchem. Os policiais investigam também o fornecimento de informações privilegiadas que concederam vantagens competitivas a empresas, tendo como contrapartida o pagamento de propina a funcionários da Petrobras.

Segundo o Ministério Público Federal, em Curitiba, existe uma estimativa inicial do pagamento de subornos de ao menos US$ 3.402.941,58, em razão de 11 contratos da Maersk, que chegam a R$ 592 milhões, conforme informações contidas em planilha apreendida com Paulo Roberto Costa, ex-diretor de Abastecimento da Petrobras, no estágio inicial das investigações da Operação Lava Jato.

O procurador da República Athayde Ribeiro Costa disse, durante entrevista à imprensa na sede da PF, na capital paranaense, que a ação policial deflagrada hoje é uma sinalização concreta que a área-fim da Petrobras foi atingida por esquemas de corrupção que vão desde o afretamento e o abastecimento de navios até a carga por eles transportada. Segundo o procurador, as investigações se aprofundam inclusive em relação a contratos de afretamentos ainda em vigor.

De acordo com o MPF, entre 2002 e 2012, a Maersk e suas subsidiárias fecharam 69 contratos de afretamento com a Petrobras, que totalizaram aproximadamente R$ 968 milhões. A Tide Maritime figurou em 87 contratos, entre 2005 e 2018, no valor de R$ 2,8 bilhões. Já a Ferchem, também shipbroker, intermediou ao menos 114 contratos de afretamento marítimo na Petrobras, superior a R$ 2,7 bilhões, entre 2005 e 2015.

As investigações relacionadas a Maersk são oriundas da colaboração premiada de Paulo Roberto Costa. “Foram reunidas evidências que o armador, por meio de uma empresa intermediária, efetuou pagamentos de propina ao então diretor de Abastecimento da Petrobras, tendo como contrapartida o fornecimento de informações privilegiadas. Por ora, são investigados pelo menos 15 contratos de afretamento marítimo vigentes entre 2006 e 2014, no valor total de R$ 658 milhões”.

A reportagem da Agência Brasil não conseguiu contato com as empresas citadas nas investigações da Operação Óbolo, conduzidas pelo PF e o MPF.

De acordo com a PF, o nome da operação, Óbolo, é em referência à moeda que era usada para remunerar o barqueiro Caronte, que conduzia as almas através do rio que separava o mundo dos vivos dos mortos, segundo a mitologia grega.

Agência Brasil

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Cigano Lulu disse:

    E ninguém sabe por que no Brasil os combustíveis são tão caros, né? Ah, tá.

Dallagnol: “Dizer que a Lava Jato quebrou empresas é uma irresponsabilidade”

Foto: Reprodução/Twitter

Deltan Dallagnol reagiu no Twitter ao ataque de Dias Toffoli:

Dizer que a Lava Jato quebrou empresas é uma irresponsabilidade:

1. É fechar os olhos para a crise econômica relacionada a fatores que incluem incompetência, má gestão e corrupção.

2. É culpar pelo homicídio o policial porque ele descobriu o corpo da vítima, negligenciando o criminoso. Os responsáveis são os criminosos. A Lava Jato aplicou a lei.

3. É, assim, fechar os olhos para a raiz do problema, a prática por muitos políticos e empresários de uma corrupção político-partidária sanguessuga, que drena a vida dos brasileiros.

4. É fechar os olhos para o fato de que a Lava Jato vem recuperando por meio dos acordos mais de R$ 14 bilhões de reais para os cofres públicos, algo inédito na história.

5. Seguiremos aplicando a lei, que ainda é muito inefetiva no Brasil. Nos Estados Unidos, a prisão acontece depois da primeira ou segunda instância. Sem efetividade da lei, não há rule of law ou estado de direito.

O Antagonista

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Brito disse:

    Parabéns!!
    Esses caba do Paraná são cru!!
    São tudo culhões roxo mesmo.
    O Brasil pegasse uma safra só de homens e mulheres desse naipe no congresso, a história era outra.

  2. Antonio Turci disse:

    Grande Deltan, sempre lúcido, corajoso e autêntico.

  3. Netto disse:

    Nenhuma dessaa grandes empreiteiras faliu. Fato.

  4. Carlucio disse:

    Quebrou sim e de forma irresponsável, não visaram só as pessoas físicas e destruiram as empresas. Na verdade o único objetivo era destruir o PT ou melhor Lula, o resto sempre foi resto.

    • Zanoni disse:

      Pois é, Carlúcio. Queriam somente acabar com o melhor partido do mundo e com o homem mais honesto nascido em solo brasileiro.

    • Manoel disse:

      Diante da crença religiosa e cega alheia e a fé que idolatra corruptos não há o que comentar né?!

  5. Bento disse:

    Mais um herói do povo brasileiro.
    E como tem surgido pessoas de bem, bom caráter com o atual governo.
    Parabéns Deltan, tem o meu respeito.
    Tem uns cinco ali no STF que não vale o que o gato enterra.

  6. Ricardo Carvalho disse:

    A Lava Jato, na verdade, destruiu um cartel de empreiteiras que comprou um presidente da República e seus dois sucessores, além de ter comprado também praticamente todos os partidos, representando mais da metade do Congresso Nacional. Quem destruiu empresas foram os corruptos que as utilizaram como instrumento para tomar o Brasil de assalto.

“Quem destruiu empresas foram os corruptos”, diz procurador após fala de Tofolli sobre Lava Jato

Foto: Secom/PGR

A versão de Dias Toffoli de que a Lava Jato destruiu as empresas foi desmontada pelo procurador Ailton Benedito:

“Quem destruiu empresas foram os corruptos que as utilizaram como instrumento para tomar o Brasil de assalto.”

O Antagonista

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Sandro disse:

    Não só é verdade que a Lava Jato destruiu as grandes construtoras brasileiras como também é verdade que o MPF destruiu muitos empreendimentos imobiliários no RN. Basta dar uma andada pelo litoral sul para ver a carcaça de grandes empreendimentos que foram paralizados a pedido do MPF, foram inviabilizados financeiramente e faliram. Hoje enfeiam praias como a de Camurupim, com cemitérios de obras. Basta ir lá ver.

  2. Carlos Noronha disse:

    As grandes empresas de Engenharia ganhavam concorrências no mundo inteiro, inclusive nos EUA, como o Aeroporto de Miami. Hoje às estrangeiras ganham até obras de ponte aqui no Brasil. A demora e má vontade nos ACORDOS de LENIÊNCIA levaram as empresas à falência. Isso só aconteceu no Brasil.

    • Minha Opinião disse:

      Pena que nós da Engenharia é que estamos pagando o parto com o desemprego desde de 2014 por conta dessa insegurança jurídica que saiu derrubando do grande até os pequenos!Pena que isso ainda esteja nós prejudicando principalmente aos pais de família!

  3. Ricardo disse:

    Se as receitas extra stf desse ministro já eram suficiente pra ele sofrer um impeachment, essa declaração favorável a manutenção da corrupção, mesmo após comprovação, inclusive com devolução do dinheiro roubado, ficou insustentável não ser deflagrado o impeachment desse aliado dos corruptos.

  4. Luiz Moreira disse:

    As grandes empreiteiras viviam de grandes obras públicas superfaturadas. Com a crise fiscal deixada pelo PT, o governo federal ficou sem recursos para investir e consequentemente essas grandes perderam a principal fonte de receitas. A corrupção era parte do modelo de negócios.

  5. Maria disse:

    A lava jato pode nem ter tido a intenção de destruir as empresas, mas destruiu sim, o certo como o Ciro fala desde o início, seria prender os diretores mas deixasse as empresas com seus empregados livres como ocorre em vários países , inclusive nós Estados Unidos. Puniram a Instituição, daí perdeu a condição de tocar as obras e não podem participar das licitações. É a mais pura verdade.

    • Manoel disse:

      As empresas tem, assim como os políticos corruptos, pagar pelos prejuízos cansados. Isso não tem o condão de destruir as empresas. Os acordos firmados muitas vezes foram pra que elas voltassem a competir em licitações. Ocorre que empresas que ganham licitações fraudadas e direcionadas, como era o caso das empresas envolvidas na lava jato, não tem competitividade nacional muito menos internacional. Isso sim que levou essas empresas a bancarrota.

    • João disse:

      Maria gostaria de entender seu raciocínio mas não consigo.
      Como uma empresa que vive e trabalha em função do superfaturamento das obras e do recebimento exagerado dos recursos públicos pode continuar trabalhando se não sabe crescer e executar seu trabalho sem favorecimento, como foi o caso da odebrecht, OAS, Camargo Correia e tantas outras denunciadas nos escândalos?
      Foi através de financiamentos direcionados através do BNDES que países com ditadores e financeiramente falidos receberam recursos públicos do Brasil, recursos de jamais serão pagos e o Brasil vai ficar no prejuízo. Então como continuar com isso? Falindo as contas públicas brasileiras? Permanecendo no erro dos financiamentos ilegais?
      Como se sustenta essa sua ideia Maria, code explicar?

  6. Bento disse:

    Lamentável essa defesa pelo presidente do STF dias tofolli.
    Tornou pequeno essa instituição e a joga no lamaçal da corrupção.

  7. Curiosa disse:

    Quem destruiu e ainda destrói! Pq alguns corruptos saíram do poder, mas outros entraram e alguns ainda permanecem.

Para 81%, Lava Jato ainda não cumpriu seu objetivo e deve continuar, diz Datafolha

Foto:  (Nacho Doce/Reuters)

Ao final do ano em que a Lava Jato foi contestada como nunca havia sido, o apoio da população à operação permanece elevado, de acordo com a mais recente pesquisa do Datafolha.

Segundo levantamento nacional do instituto, 81% dos entrevistados consideram que a investigação ainda não cumpriu seu objetivo e deve continuar. Outros 15% disseram que a investigação deveria acabar, e 4% não souberam responder.

A pesquisa ouviu 2.948 pessoas em 176 municípios de todo o país nos dias 5 e 6 na semana passada. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.

A operação, criada em 2014 e que sofreu uma série de derrotas no Judiciário em 2019, tem histórico de alta aprovação em levantamentos do Datafolha nos últimos anos. Em abril do ano passado, após a prisão do ex-presidente Lula, 84% disseram que ela deveria ser mantida.

Em julho deste ano, 55% dos entrevistados afirmaram que o trabalho de autoridades envolvidas na operação era ótimo ou bom. Apenas 18% consideravam à época a atuação ruim ou péssima.

No levantamento da semana passada, o Datafolha também perguntou aos entrevistados se a corrupção no país vai diminuir, aumentar ou continuar na mesma proporção depois da Lava Jato.

O resultado mostra ceticismo em relação aos efeitos da operação. Para 47%, a corrupção continuará na mesma proporção de sempre, enquanto 41% entendem que o problema irá diminuir. Para 10%, a corrupção irá aumentar.

Com informações da Folha de São Paulo

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Tacio disse:

    Esse instituto de pesquisa, vulgo "Datafoice", perdeu a credibilidade total desde as últimas eleições presidenciais . Com ctz não é o governo federal que solicitou essas pesquisas diversas que estão aparecendo , são "interesses" de outros na tentativa de manipular a população.

  2. Beiço de burro disse:

    Em quanto isso o ministro Gilmar, diz que já deveria ter acabado.
    Pilantra.

LAVA JATO: Quebra-cabeça “não está totalmente fechado”, diz Pozzobon, sobre “Mapa da Mina”

Foto: Geraldo Bubniak / AGB

Ao falar sobre a Mapa da Mina, o delegado Dante Pegoraro Lemos falou sobre o “quebra-cabeça” que vem sendo destrinchado pelas investigações de repasses suspeitos do grupo Oi/Telemar para empresas do grupo Gamecorp/Gol, de Lulinha.

“Foi se montando um quebra-cabeça, e a ideia agora é que a gente colete provas”, afirmou.

O procurador do MPF Roberto Pozzobon disse que o quebra-cabeça ainda não está completamente montado.

“Seria impossível montar o quebra-cabeça. E já antecipo: ele não está totalmente formado”, afirmou. “O que se pretende nessa fase é colher outras evidências, outros elementos.”

O Antagonista

Lava Jato mira o Mapa da Mina de Lula e Lulinha; ex-ministro José Dirceu também sob investigação

Foto: Montagem

A mina de Lula e Lulinha

De acordo com a Lava Jato, os pagamentos da Oi para as empresas de Lulinha “foram realizados sem justificativa econômica plausível enquanto o grupo Oi/Telemar foi beneficiado por diversos atos praticados pelo Governo Federal”.

Treze anos depois que o caso Gamecorp explodiu na imprensa, com a certeza de que Lula deu uma canetada ilegal para favorecer a operadora, a Lava Jato conseguiu encontrar o Mapa da Mina.

OI, Lula e Dirceu

A Lava Jato relaciona os repasses suspeitos da Oi a diversas decisões de Lula em benefício da operadora.

“Paralelamente aos repasses de milhões de reais para o grupo Gamecorp/Gol, o grupo Oi/Telemar foi beneficiado pelo Governo Federal com diversas decisões políticas e administrativas no setor de Telecomunicações, a exemplo do Decreto nº 6.654/2008, assinado pelo então Presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva, que permitiu a operação de aquisição da Brasil Telecom pelo grupo Oi/Telemar. Mensagens apreendidas no curso das investigações também denotam que o grupo Oi/Telemar foi beneficiado pela nomeação de conselheiro da Anatel.

Além de Lula, também está sendo investigado o ex-ministro José Dirceu, que “participou ativamente da interlocução” do grupo Oi com o governo petista.

“Também recaem suspeitas sobre repasses efetuados pelo grupo Oi/Telemar para a empresa R.T Serviços Especializados, a qual foi utilizada para o custeio de diversas despesas do ex-ministro da Casa Civil José Dirceu e de pessoas a ele relacionadas. Evidências apontam que José Dirceu também participou ativamente de interlocuções em favor do grupo Oi/Telemar com o Governo Federal.”

O Antagonista, com Crusoé

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Manoel disse:

    Lulinha e inocente, ele ficou rico no zoológico quando o elefante cagou 5 kilos de ouro ele foi o primeiro a ver aí ficou rico. Kkkkkkk e gopi e gopi.

  2. Dilma disse:

    Só quero ver o que a boiada vai arrumar pra justificar. Idiotas metidos a intelectualizados vão ficar sem argumentos, e enfim reconhecerão o quanto foram idiotas em não entender o óbvio. Agora só tem a aceitar que foram ludibriado pelo nove dedos.

    • Curiosa disse:

      Verdade! Enquanto o povo se mata defendendo A ou B eles riem da cara do povo e metem a mão grande. O Brasil vai mudar quando a população parar de defender e cobrar mais a classe politica.

  3. mario disse:

    Vamos ali lula, voltar para o seu devido lugar

  4. Expedito Junior disse:

    OI, LULA!

    • joaozinho da escola disse:

      Faz todo sentido… por isso os petistas desejavam Oi bandido e bom dia todos os dias na cadeia dele.

Lava Jato: indícios de dinheiro da OI para comprar sítio de Atibaia

A Lava Jato tem indícios de que o sítio de Atibaia foi adquirido com recursos ilícitos de contratos das Gamecorp (Lulinha) e Gol (Jonas Suassuna) com empresas do grupo Oi/Telemar.

Entre 2004 e 2016, Lulinha, Jonas e Kalil Bittar receberam juntos mais de R$ 132 milhões da Oi, sem “justificativa econômica plausível”.

“As investigações apontam que as empresas do grupo Gamecorp/Gol não possuíam mão de obra e ativos compatíveis com a efetiva prestação dos serviços para os quais foram contratadas pela Oi/Telemar. Provas documentais colhidas, como contratos e notas fiscais, além de dados extraídos a partir do afastamento dos sigilos bancário e fiscal dos investigados, indicam que as empresas do grupo Oi/Telemar investiram e contrataram o grupo Gamecorp/Gol sem a cotação de preços com outros fornecedores, fizeram pagamentos acima dos valores contratados e praticados no mercado, assim como realizaram pagamentos por serviços não executados.”

O Antagonista

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Toni disse:

    tem que reaver essa granaaaaaa!!!!!!! pegar de volta e muito dinheiro porraaaaaaaaaaaa!!!!!!! esse barbudo tem que pagar por esse rombo fdp. fdp. fdp. fdp. de canalha canalha canalhaaaaaaa!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

  2. Manoel disse:

    Olhaí de onde vieram os milhões de Lula e Lulinha.

Lava-Jato mira pagamentos da Oi para empresas de filho de Lula; mandados de busca e apreensão em SP, RJ, BA e DF

Foto: Edilson Dantas / Agência O Globo

A Polícia Federal (PF) realiza nesta terça-feira mais uma fase da Operação Lava-Jato . São cumpridos 47 mandados de busca e apreensão em São Paulo, Rio de Janeiro, Bahia e Distrito Federal. A PF e o Ministério Público Federal (MPF) investigam pagamentos suspeitos de R$ 132 milhões da Oi para empresas do filho do ex-presidente Lula, Fabio Luis Lula da Silva, o Lulinha.

Essa é a 69ª fase da Operação Lava-Jato e foi batizada de “Mapa da Mina”, um desdobramento da 24ª fase, que levou o ex-presidente Lula para depoimento .

De acordo com o Ministério Público Federal, tais pagamentos foram realizados sem justificativa econômica plausível enquanto o grupo Oi/Telemar foi beneficiado por diversos atos praticados pelo Governo Federal.

Contratos e notas fiscais colhidas pela operação, além da quebra de sigilo bancário e fiscal que demonstrariam que as empresas do grupo Oi/Telemar contrataram as empresas de Lulinha sem cotação de preços e com pagamentos acima dos valores contratados e praticados no mercado, bem como teriam realizado pagamentos por serviços não executados.

“Entre 2005 e 2016 o grupo Oi/Telemar foi responsável por 74% dos recebimentos da Gamecorp”, afirma o MPF, citando uma das empresas de Lulinha.

Fabio Luis Lula da Silva é sócio de Fernando Bittar, Kalil Bittar e Jonas Suassuna em pelo menos nove empresas. Fernando Bittar e Jonas Suassuna também aparecem como proprietários do sítio de Atibaia, que levou à condenação do ex-presidente Lula a 17 anos, um mês e dez dias de prisão pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região.

De acordo com a Lava-Jato, as evidências apontam que os serviços contratados pelo grpo econômico foram contratados em patamares ínfimos ou sequer foram prestados.

“O montante dos repasses apurado até o momento chega a R$ 193 milhões, ocorridos entre 2005 e 2016”, afirma a Polícia Federal.

Segundo o MPF, o grupo Oi/Telemar teria sido beneficiado pelo Governo Federal em algumas decisões políticas e administrativas.

Além dos pagamentos para empresas ligadas ao filho do ex-presidente Lula, a Lava-Jato também apura pagamentos para a RT Serviços Especializados, empresa que teria sido utilziada para o custeio de despesas do ex-ministro José Dirceu.

Além da Oi, os investigadores também apuram indícios de irregularidades da empresa Vivo. Dados bancários indicam o pagamento de R$ 40 milhões de uma das empresas do grupo.

A operação foi batizada d e “Mapa da Mina”, em razão de um arquivo eletrõnico de apresentação financeira interno da empresa encontrado durante a deflagração da 24ª fase da Operação.

Os mandados expedidos pela 13ª Vara Federal, em Curitiba, estão sendo cumpridos em São Paulo e no Rio de Janeiro.

O GLOBO está procurando as empresas e pessoas investigadas.

O Globo

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Pedro disse:

    Gente vamos com calma, o nove dedos nunca viu nada, não sabe de nada, Rosemeyre, oi, Petrobras, África, ditadores de segunda linha, gamecorp, sítio de Atibaia, triplex, dona marise, fundos de pensão, BNDES, irmãos, Dilma, José Guimarães, Dirceu, aloprados, Toninho do PT e celso Daniel (assassinados), falência do Brasil, vcs deixem de onda, se não os atrapalhados do PT ficam com raiva..kkkkkkkk, tudo mera ilusão.

  2. Luciana Morais Gama disse:

    Por isso que a OI entrou com pedido de recuperação judicial.

  3. Véi de Rui disse:

    E o COAF nunca se manifestou?

  4. Manoel disse:

    E o dinheiro num era de Marisa, que tinha ganho vendendo avon ?

  5. Junin disse:

    Agora a casa desmoronou mesmo. Era só o que precisávamos. Kkkkkkk

Ministério Público Federal abre investigação penal sobre procurador da Lava Jato

Foto: Divulgação/PRPR

O Ministério Público Federal abriu investigação, no âmbito do STJ (Superior Tribunal de Justiça), para apurar suspeitas de pagamentos ilícitos ao procurador Januário Paludo, um dos mais experientes integrantes da força-tarefa da Lava Jato em Curitiba.

É a primeira investigação penal que tem como alvo um procurador da Lava Jato em Curitiba. A apuração partiu de um relatório da Polícia Federal, de outubro, sobre mensagens trocadas entre o doleiro Dario Messer e sua namorada. As mensagens citam uma suposta propina paga a Paludo para dar proteção ao doleiro.

O teor do relatório da PF foi revelado no sábado (30) pelo UOL e confirmado pela Folha. O relatório da PF foi enviado à PGR (Procuradoria-Geral da República) para adoção de providências. Integrantes do órgão avaliaram o caso como gravíssimo.

A investigação criminal está a cargo do subprocurador-geral Onofre Martins, designado pelo procurador-geral da República, Augusto Aras, para oficiar perante o STJ.

Paralelamente, a Corregedoria do Ministério Público Federal instaurou uma sindicância para apurar as mesmas suspeitas do ponto de vista ético-disciplinar. O procedimento está sob a responsabilidade da corregedora-geral, Elizeta Maria de Paiva Ramos.

Dario Messer, conhecido como “o doleiro dos doleiros”, é um dos que devem ser ouvidos na investigação penal no STJ. Outros nomes que acusam a Lava Jato de praticar desvios também poderão ser chamados a depor, como o advogado Rodrigo Tacla Duran, conforme apurou a reportagem.

Os diálogos de Messer com sua namorada são de agosto de 2018. Eles foram obtidos pela PF do Rio de Janeiro, de acordo com o UOL, durante as investigações que resultaram na operação Patrón, fase mais recente da Lava Jato fluminense.

Nas conversas obtidas pela PF, Messer diz à sua namorada que uma das testemunhas de acusação contra ele teria uma reunião com Paludo, e acrescenta: “Sendo que esse Paludo é destinatário de pelo menos parte da propina paga pelos meninos todo mês”.

Para a PF, ainda de acordo com a reportagem do UOL, os “meninos” mencionados por Messer são Claudio Fernando Barbosa de Souza, o Tony, e Vinicius Claret Vieira Barreto, o Juca, suspeitos de atuar com o doleiro em operações de lavagem de dinheiro investigadas pela Lava Jato do Rio.

Paludo está na Operação Lava Jato em Curitiba desde o seu início, em 2014. Já trabalhou em outras operações de combate à corrupção, como o caso Banestado, e é apontado como conselheiro do procurador Deltan Dallagnol, coordenador da força-tarefa, e próximo do ex-juiz Sergio Moro, hoje ministro da Justiça.

Parte das mensagens de Telegram obtidas pelo site The Intercept Brasil e noticiadas por vários veículos, incluindo a Folha, foi extraída de um grupo composto por procuradores da República e nomeado como “Filhos do Januário”, em referência a Paludo.

As mensagens de Telegram, que levaram a suspeita de combinação entre procuradores e juiz, também estão sendo analisadas pela PGR em outro procedimento.

A reportagem procurou Paludo por meio da assessoria de imprensa do Ministério Público Federal no Paraná para comentar as investigações abertas no STJ e na Corregedoria. O órgão reiterou o conteúdo de uma nota divulgada no fim de semana na qual afirma que repudia as suposições infundadas contra o procurador.

“A ação penal que tramitou contra Dario Messer em Curitiba foi de responsabilidade de outro procurador que atua na Procuradoria da República no Paraná, o qual trabalhou no caso com completa independência. Nem o procurador Januário Paludo nem a força-tarefa atuaram nesse processo [envolvendo Messer]”, afirma o texto.

“O doleiro Dario Messer é alvo de investigação na Lava Jato do Rio de Janeiro, razão pela qual não faz sequer sentido a suposição de que um procurador da força-tarefa do Paraná poderia oferecer qualquer tipo de proteção”, continua a nota.

“Os procuradores da força-tarefa reiteram a plena confiança no trabalho do procurador Januário Paludo, pessoa com extenso rol de serviços prestados à sociedade e respeitada no Ministério Público pela seriedade, profissionalismo e experiência.”

Folha de São Paulo

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. João Maria disse:

    Que seja investigado, se for o caso, processado e se provado qualquer crime, pague pelo erro.
    Não deve existir corrupto e bandido sem pagar pelo crime cometido.
    Pode até existir fã clube de bandido e corrupto, mas nunca deixar de responder e, se provado, pagar pelo delito.
    Impunidade só serve para cultuar a criminalidade e vitimizar bandido pego pela justiça

Seguimento Delação Palocci: Lava Jato faz buscas em escritórios de advocacia em São Paulo e Brasília

FOTO: MICHAEL MELO/METRÓPOLES

A Polícia Federal deflagrou nesta sexta-feira(29), em conjunto com o Ministério Público Federal, nova fase da Operação Appius. Estão sendo cumpridos dois mandados de busca e apreensão, expedidos 6ª Vara Federal Criminal de São Paulo, em escritórios de advocacia de investigados em São Paulo em Brasília.

Na primeira fase, deflagrada no último dia 7, a ação tinha como objetivo apurar crimes de corrupção e lavagem de dinheiro com base nas informações da delação premiada do ex-ministro dos governos petistas Antonio Palocci. O inquérito investiga o pagamento de propina por parte de uma empreiteira a agentes públicos com o fim de suspender e anular a Operação Castelo de Areia.

Em nota, o MPF diz reconhecer a importância da advocacia e o sigilo do local de trabalhos dos que exercem a atividade para o bom funcionamento da Justiça e que apenas em casos excepcionais escritórios de advocacia podem ser alvos de buscas. No entanto, o órgão justificou a medida porque ela é voltada a apuração de indícios de crimes praticados por advogado responsável pelo escritório alvo das buscas.

“As diligências realizadas hoje, autorizadas pela Justiça Federal em São Paulo, mostraram-se necessárias diante de circunstâncias atípicas verificadas durante o cumprimento de outras medidas investigativas, como por exemplo a ausência de computadores na(s) residência(s) do(s) advogado(s) investigado(s), embora ali houvesse impressoras, cabos de rede e de energia e monitores, além da formatação de celulares com apagamento de dados e de outros fatos que denotaram possíveis ações de ocultação de elementos relevantes à apuração”, diz a nota do MPF.

O órgão ressalta que em observância à lei, as medidas estão sendo cumpridas com o acompanhamento de um representante da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil).

UOL

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. valter disse:

    E quem não lembra do ministro da justiça no governo Lula, o falecido Márcio Tomaz Bastos ? "Agradaram" várias "autoridades" no STJ para abortar OPERAÇÃO CASTELO DE AREIA, natimorto da OPERAÇÃO LAVAJATO. Lastimável. A "punição" é a aposentadoria compulsória, mas na verdade é um prêmio.

  2. Atento disse:

    Bandido de todo jeito. Oh Brasil velho esculhambado.

    • Zulmira Melo disse:

      Que vergonha o judiciário Brasileiro!!!!!!!

    • Tertu disse:

      Vergonha judiciário? Tás Zulmira? Deve-se é parabenizar essa justiça que tá defendendo o Brasil dos criminosos. O stf é que defende bandidos, e é lamentável e revoltante

Hacker da Lava-Jato fecha acordo de delação com a PF e promete revelar segredos; acusado de invadir celulares de autoridades conta que há outros envolvidos no esquema

DELAÇÃO – Luiz Henrique Molição: pistas que podem revelar uma cadeia de comando (./.) – Divulgação

O estudante Luiz Henrique Molição ocupava uma posição secundária na quadrilha de hackers que invadiu os celulares e capturou mensagens trocadas pelos procuradores da Operação Lava-Jato. A tarefa dele era intermediar os contatos entre os criminosos e o jornalista Glenn Greenwald, editor do site The Intercept Brasil, que recebeu e divulgou em parceria com vários veículos de imprensa, inclusive VEJA, diálogos flagrantemente impróprios entre os integrantes da força-­tarefa de Curitiba. Preso há dois meses, Molição fechou na semana passada um acordo de delação premiada com a Polícia Federal. Em troca de benefícios, o estudante se comprometeu a revelar, entre outras coisas, o nome de mais três pessoas que teriam participado dos ataques virtuais, apresentar arquivos de conversas privadas de autoridades da República que estariam armazenadas em servidores fora do país e entregar o aparelho celular que usava para se comunicar com os comparsas e repassar as mensagens roubadas.

A Polícia Federal vê a delação de Molição como o primeiro passo para avançar sobre uma das principais linhas de investigação. Desde que eclodiu o escândalo, os agentes desconfiam que, na retaguarda dos hackers, existe uma cadeia de comando que teria planejado e financiado as invasões dos celulares das autoridades, alguém ou algum grupo que tinha interesse em fulminar a Operação Lava-­Jato e fragilizar seus protagonistas. Resumindo, suspeita-se que haja um chefe. Durante o inquérito, foram localizadas mensagens trocadas entre os hackers que faziam referência a um tal “professor”. Em sua proposta de delação, Molição contou que o “professor” seria o mentor intelectual e financiador das ações do grupo. O estudante teria ouvido essa revelação da boca de Walter Delgatti Neto, o hacker que foi preso em São Paulo e confessou ser o responsável pela invasão dos celulares dos procuradores da Lava-Jato e de dezenas de autoridades. De acordo com o relato do delator, Delgatti comentou mais de uma vez que recebia instruções do “professor” sobre o que devia e o que não devia ser repassado ao Intercept Brasil.

Até então, na versão contada à polícia pelos criminosos o “professor” seria o apelido de Thiago Eliezer Martins, outro hacker da quadrilha que também está preso. Molição disse que o “professor” pode ser outra pessoa. No caso de o tal personagem de fato existir, a PF acredita que poderá identificá-lo com base nas informações armazenadas no celular do estudante. O aparelho, que estava escondido na casa da mãe dele no interior de São Paulo e já vem sendo analisado pelos peritos do Instituto Nacional de Criminalística, foi usado pelos hackers para trocar mensagens dentro do grupo. Molição informou que se encontram guardados no celular todos os diálogos entre ele e Walter Delgatti e entre ele e Glenn Greenwald. O conteúdo dessas conversas forneceria pistas sobre a identidade do tal “professor”.

Em cinco meses de investigação, a Polícia Federal prendeu Walter Delgatti, o Vermelho, suposto líder do esquema, e outras quatro pessoas acusadas de tentar invadir os aplicativos de mensagens de mais de oitenta autoridades da República. Colega de classe de Delgatti no curso de direito da Universidade de Ribeirão Preto, Luiz Henrique Molição entrou no esquema por ser bem informado sobre política e, principalmente, fluente em inglês. Segundo ele, Delgatti precisava de alguém para negociar com o americano Glenn Greenwald as conversas roubadas da Lava-Jato. Em seu primeiro depoimento após a prisão, o estudante disse que o grupo pretendia “vender as informações”, mas que o jornalista “teria se recusado a efetuar qualquer tipo de pagamento em troca de conteúdo”. Ao quebrarem o sigilo bancário dos envolvidos, porém, os investigadores identificaram uma série de transações bancárias que reforçaram a suspeita de que alguém pode ter financiado a operação.

O material obtido pelos hackers tem potencial explosivo e, portanto, alto valor no mercado — e não só em relação à Lava-Jato. A polícia descobriu que os criminosos tentaram — e, em alguns casos, conseguiram — ter acesso a diversos diálogos de autoridades de todos os poderes. Na lista de vítimas dos invasores estão ministros do Supremo Tribunal Federal e do Superior Tribunal de Justiça. No Poder Executivo, o presidente da República, Jair Bolsonaro, o ministro da Economia, Paulo Guedes, e o chefe do Estado-­Maior do Exército e ex-interventor na segurança pública do Rio de Janeiro, general Braga Netto, também foram alvo de tentativas de invasão. No Congresso, a lista é extensa — do presidente da Câmara, Rodrigo Maia, ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre. Para provar que tinha acesso às contas de aplicativos de autoridades e tentar fazer dinheiro junto a eventuais interessados em pagar pelas informações, Delgatti enviava cópias de mensagens roubadas ou imagens dos celulares mostrando que as contas de determinadas pessoas haviam sido capturadas. Foi assim que, em maio deste ano, o hacker entrou em contato com a ex-deputada federal Manuela d’Ávila, do PCdoB, para oferecer as mensagens dos procuradores da Lava-Jato. O material, prometeu ele, resultaria na libertação do ex-presidente Lula. Delgatti também dizia ter acessado as contas de Eduardo e Carlos Bolsonaro, filhos do presidente. Manuela se interessou e promoveu a aproximação do criminoso com o jornalista. Nesse hiato entre o oferecimento e a entrega do material, Molição entrou em cena.

Por ser monoglota, Delgatti teria desistido de intermediar ele mesmo os contatos com Greenwald. Por isso, repassava a Molição, pelo celular agora em poder da PF, as orientações sobre o que devia ser negociado. Foi em algumas dessas conversas que o estudante teria ouvido o comparsa mencionar o “professor”, o que ele entendeu como uma referência a alguém que operava em escala hierárquica superior. A suspeita sobre a existência de um comando acima dos hackers presos já havia ganhado força quando se soube que, logo após as primeiras prisões, diversos advogados, alguns ligados a partidos políticos e outros a escritórios caros e famosos, se apresentaram para defender os criminosos. Tão logo Delgatti foi apanhado, Molição escreveu a Greenwald: “O menino foi preso”. Pouco tempo depois, ele recebeu um e-mail em uma conta que havia sido criada pelo grupo para burlar possíveis interceptações da polícia: “Você deve saber quem eu sou. Eu ajudava o garoto”. No fim da mensagem, havia a informação de que os advogados dariam “assistência a Walter (Delgatti)”. Molição não sabe quem foi o remetente. Cerca de um mês após a prisão de Delgatti, porém, ele também recebeu uma ligação de Brasília. Apavorado, não atendeu. Em seguida, chegou uma mensagem de WhatsApp de uma pessoa que se apresentava como advogado do Delgatti e que queria saber detalhes de um veículo do hacker preso. A família de Molição foi procurada no interior de São Paulo por supostos advogados que ofereciam seus serviços.

Veja

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Alex disse:

    Quem eu sei que é professor é o Haddad.

  2. Jaziel Rabelo de Souza disse:

    Saudades do AI 5, estes parasitas receberiam o fim que merecem

  3. Flavio disse:

    Agora a porca vai torcer o rabo, quero só vê quem são os malas por trás desse inocente, garanto que não tem um do Psol nem dos PTralhas. Kkkkk

  4. Antenado disse:

    Pronto. Vamos agora saber se Gilmar Mendes, Lewandowisk e outros Ministos do STF vão aceitar as conversas de Ministros do próprio STF como válidas . Agora eu quero ver se suas excelências serão independente como dizem ser.

  5. Delano disse:

    Com certeza, a conta amigo abasteceu os bolsos desse bandidos hackers, e a jeane wilas e a Manuela foram os coordenadores, com muito sexo e sapupara. Aguardemos!

  6. Trump disse:

    Esse americanos nos alertou, deveria ganhar uma medalha.

  7. Ricardo Carvalho disse:

    Hummmm, o que será que ele vai contar sobre o Verdevaldo, hein? "Eu non estar citada na delaçon! Eu non ter feito nada errada! kkkkkkkkkkkkkkkkkk

    • paulo disse:

      BG
      Esse Americano tem que ir pra trás das grades, cometeu crime e vive zombando do nosso País, para não gerar despesas deporta ele para os EUA, que lá ele tem contas a acertar com a justiça.

Ex-presidente do Paraguai Horacio Cartes é alvo de mandado de prisão na Lava Jato

Foto: Reuters/Jorge Adorno

O ex-presidente do Paraguai Horacio Cartes é alvo de mandado de prisão preventiva em um desdobramento da Lava Jato nesta terça-feira (19). A suspeita é que ele tenha ajudado na fuga de Dario Messer, considerado o doleiro dos doleiros. Messer está preso desde o fim de julho.

A decisão é do juiz Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal Criminal fluminense, e Cartes terá o nome inserido na Difusão Vermelha da Interpol — a lista de procurados distribuída em aeroportos do mundo todo.

Até a última atualização desta reportagem, a Polícia Federal havia prendido três pessoas de um total de 19 mandados de prisão.

Myra Athayde, namorada de Dario Messer, presa no Rio;
Najun Azario Flato Turner, doleiro, preso em São Paulo;
Orlando Stedile, preso no Rio.

A Operação Patrón

A operação foi batizada de Patrón e é um desdobramento da Câmbio, Desligo. Em espanhol, a palavra significa “patrão” e é o termo reverencial que Messer se referia a Cartes. O ex-presidente é amigo da família Messer.

Desta vez, a ação tem como alvos pessoas que o ajudaram a fugir ou ocultar seu patrimônio.

A ação visa cumprir 37 mandados judiciais no Rio, em Búzios, em São Paulo e em Ponta Porã (MS), na fronteira com o Paraguai.

16 mandados de prisão preventiva
3 mandados de prisão temporária
18 mandados de busca e apreensão

O G1 não conseguiu contato com as defesas de Cartes e Turner.

Doleiro dos doleiros

Messer estava foragido desde maio de 2018, quando foi deflagrada a Operação Câmbio Desligo. A investigação descobriu que doleiros movimentaram US$ 1,6 bilhões em 52 países.

Na semana passada, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes negou um pedido de liberdade a Messer.

O doleiro responde a inquéritos policiais desde o fim dos anos de 1980. Neste período, movimentou dinheiro de forma suspeita de políticos, empresários e criminosos.

A investigação identificou que ele ocultou US$ 17 milhões em Bahamas e outros US$ 3 milhões pulverizou no Paraguai através de doleiros, casas de câmbio, empresários, políticos e uma advogada.

Cartes deixou o poder em 2018

O ex-presidente paraguaio Horacio Cartes deixou o poder em agosto de 2018 após cinco anos no poder.

O empresário, considerado um dos mais ricos do Paraguai, chegou ao poder em abril de 2013. Sua eleição representou o retorno ao poder do conservador Partido Colorado, que dominou a política local durante 60 anos, incluindo os mais de 30 anos da ditadura de Alfredo Stroessner.

A hegemonia do partido havia sido interrompida em 2008, ano da eleição de Fernando Lugo, deposto do cargo em 2012.

O ex-chefe de estado paraguaio é presidente do Grupo Cartes, um conglomerado de empresas que produzem bebidas, cigarros e charutos, roupas e carnes, além de gerenciar diversos centros médicos.

Ele se associou ao Partido Colorado apenas em 2009. Por isso, quando assumiu a presidência da república, aos 56 anos, ele era considerado novo na política.

Porém, ele já era muito conhecido por sua trajetória empresarial. Após cursar a universidade nos Estados Unidos, ele retornar ao Paraguai para iniciar sua vida no mundo dos negócios, na empresa do pai, Ramón Telmo Cartes Lind.

G1

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Manoel disse:

    Isso eh tudo culpa de Moro! Foi inventar de combater a corrupção dos grandes bandidos do continente… Mas Lulaladrao eh o único inocente viu! Kkk

  2. Ivan disse:

    No Paraguai tb tem defensor de bandidos??? Go lavatoooo!!!! Fumos nesses corruptos…

Lula culpa Lava Jato pela morte de Marisa

Foto: Reprodução

Em discurso na reunião da executiva nacional do PT em Salvador, Lula voltou a culpar a Lava Jato pela morte de sua ex-mulher Marisa Letícia.

“Eu tenho certeza de que foi a Lava Jato que matou a Marisa. Ou antecipou a morte dela.”

O petista também afirmou que leu mais na cadeia do que quando estava em liberdade — não é muito difícil.

O Antagonista

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Luis G. Vitorino disse:

    Segue o LÍDER…E OS DESESPERADOS , FANATICOS POR COCONARO REVOLTADOS…..VAO SE LAVAR, A MERDA JA ALCANÇOU VOCES….LULA LÁ BRILHA UMA ESTRELA…..

  2. Vanílson disse:

    Esse é bandido de verdade!
    Molusco aproveita a terceira idade e vai conviver com seus filhos, aqueles outros ladroēs.

  3. Olegario Mendoza disse:

    Ainda bem que o povo está dando o que ele é seus cúmplices merecem. Os dias das trevas passaram e a luz chegou. Agora ele ( Lula) que ludibria e instigar os jovens com essa conversa bonita a saírem à rua proclamando justiça, coisa que ele nunca o fez.

  4. Bento disse:

    Bandido mentiroso. ELA MORREU DE DESGOSTO

    Bandido mentiroso.
    Ela morreu de desgosto com tuas traições seu fdp.

  5. Ivan disse:

    Esse cara destila ódio por onde passa…Era pra isso q ele queria ser solto??? Criar conflitoe confusão…Ah se fóssemos um país de homens sérios!!!!

  6. PAULO disse:

    ESSE MALUCO TÁ DESESPERADO,ESSE PAPO FURADO NEM OS PETRALHAS AGUENTAM MAIS,MUDA ESSE DISCURSO RATAZANA…..KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK

  7. Edilania disse:

    Esse homem não era pra tá preso não, era pra está sendo tratado num hospício com eletrochoques

  8. Antenado disse:

    Psicopata

  9. Sebaas disse:

    Até nisso esse adúltero ladrão safado quer enganar, ela morreu foi das traições conjugais recorrentes, que esse CANALHA promovia, tantas foram, que chegou ao ponto dele levar essa que vai casar agora em viagens internacionais e apresentá-la como primeira dama, além disso, induziu a coitada a aceitar as propinas, pois sabia que num futuro ao ser questionado, iria apontá-la como culpada, e tanto que fez essas acusações em vários inquisições, tanto nos casos do sítio, com os pedalinhos e a reforma, também no triplex e no prédio do instituto luladrão, que ele respondia que não poderia responder pelos atos da finada(só ver os vídeos das audiências). Verdadeiro CANALHA!

  10. Cidadão disse:

    Esse molusco condenado tá ficando é doido❗️
    Nã❗️Ajudaê❗️