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IPI de móveis e linha branca volta a subir nesta terça

geladeira2A partir de amanhã, dia 1º de outubro, o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) de móveis e de produtos da linha branca, que tinham sido reduzidos no ano passado, voltam a subir. Porém, mesmo com o aumento, o imposto ficará abaixo da alíquota original, informou o Ministério da Fazenda.

Os móveis e o painéis passarão a ter alíquotas de IPI de 3% para 3,5%; fogões de 3% para 4%; geladeiras de 8,5% para 10% e tanquinho, de 4,5% para 5%. As máquinas de lavar permanecerão com alíquota de 10%.

O governo começou a implementar no fim de 2011 uma série de benefícios fiscais para estimular o consumo e impulsionar a economia. Diante da menor margem fiscal, a partir de fevereiro as alíquotas começaram a ser recompostas pelo governo, e a expectativa é que voltassem ao patamar normal a partir de outubro.

“As vendas estão indo bem, a produção está indo bem, o nível utilização de capacidade instalada está regular. Portanto, cabe a recomposição das alíquotas de IPI neste momento”, justificou o secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Márcio Holland. Segundo ele, as alíquotas do IPI da linha branca são referentes a produtos com selo de eficiência energética A.

Entenda:

Móveis: passará de 3% para 3,5% (originalmente era 5%)

Geladeiras: subirá de 8,5% para 10% (imposto original era de 15%)

Tanquinhos: de 4,5% para 5% (antes, era 10%)

Máquinas de lavar: alíquota permanece em 10% (em 2011, era 20 %)

Fogões: passa de 3% para 4% (originalmente era 4%)

O Globo

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Economia

IPI de artigos da linha branca e de móveis começam a subir hoje

As alíquotas do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para artigos da linha branca, móveis, painéis, laminados e luminárias começam a ser recompostas hoje (1º). Até junho, serão cobradas alíquotas intermediárias. No caso dos automóveis, a mudança começou em janeiro. A partir de julho, as alíquotas voltam ao nível normal. As exceções são os caminhões, cujo IPI será zerado permanentemente, as máquinas de lavar e os papéis de parede, cuja alíquota permanecerá em 10% por tempo indeterminado.

Em dezembro, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, informou que o governo deixaria de arrecadar R$ 3,263 bilhões com a prorrogação do IPI reduzido. Do total, R$ 2,063 bilhões se referem à desoneração dos automóveis, R$ 650 milhões aos móveis e painéis e R$ 550 milhões aos produtos da linha branca.

Na ocasião, o ministro destacou que as alíquotas voltarão ao normal, após junho deste ano, por causa do bom desempenho no segundo semestre de 2012 dos setores beneficiados pelas desonerações que, segundo ele, foram necessárias para reativar o consumo.

Entenda como vão ficar as alíquotas do IPI:

 

   Fonte: Ministério da Fazenda

 

        *Apenas para produtos com nível A de eficiência energética

         Fonte: Ministério da Fazenda

 

                 Fonte: Ministério da Fazenda

 

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