Pesquisa indica alta de 4,6% do mercado de trabalho no Brasil, aponta levantamento do IBGE

Foto: Marcelo Camargo

O mercado de trabalho brasileiro registrou 90,1 milhões de pessoas ocupadas com idade igual ou superior a 14 anos. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), é uma recuperação da queda anotada há três anos.

Entre 2012 e 2015, o crescimento médio anual foi de 1,2%. A trajetória foi interrompida em 2016, quando houve queda de 1,0%. Em 2017, se manteve estável para, em 2018, subir um pouco: 1,5%. Entre 2012 e 2018, a alta ficou em 4,6%.

Embora as mulheres representem mais da metade da população em idade para trabalhar (52,3%), cabem aos homens a maior parcela de trabalhadores: 56,7%. A participação masculina supera a feminina em todas as regiões do país.

Em 2018, o Sudeste anotou a maior participação feminina na ocupação atingindo 44,6%. Entretanto, se for observado o período de seis anos, em relação a 2012, o Nordeste teve o maior avanço no percentual de mulheres ocupadas, passando de 39,8% em 2012, para 42,1% em 2018.

Os dados fazem parte da avaliação dos rendimentos de todos os tipos de trabalho e de outras fontes de pessoas residentes no Brasil, incluída na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio Contínua (PNAD Contínua) Rendimento de Todas as Fontes 2018, divulgada, hoje (16), no Rio de Janeiro, pelo IBGE.

Rendimentos

A diferença entre homens e mulheres fica clara também quando se analisam os rendimentos de cada grupo. Em 2018, o rendimento médio mensal real de todos os trabalhos ficou em R$ 2.234,00. Enquanto os homens alcançavam R$ 2.460,00, as mulheres não passavam de R$ 1.938,00.

Segundo o IBGE, isso indica que a proporção do rendimento das mulheres em relação ao dos homens chegou a 78,8%.

Para a gerente da PNAD, Maria Lúcia Vieira, já é histórica a questão de diferença de rendimento entre homens e mulheres. “Se manteve em 2018 na comparação com 2017. A gente está pegando todos os rendimentos de mulheres e homens ocupados e está vendo a média que ainda é uns 20% abaixo”, disse.

Cor e raça

A pesquisa indica ainda que, em 2018, a população branca somou 45,2% da população ocupada. A parda era de 43,5%, mas a preta era bem menor (10,1%). Na comparação com 2012, a banca diminuiu 3,7 pontos percentuais, ao contrário da preta que cresceu 2,0 pontos percentuais, e da parda com alta de 1,3 ponto percentual.

Com rendimento médio mensal real de todos os trabalhos de R$ 2.897,00, em 2018, as pessoas brancas apresentaram rendimentos 29,7% superiores à média nacional: R$ 2234,00.

As pessoas pardas com R$ 1.659,00 eram 25,7%, e as pretas com rendimento de R$ 1.636,00 representavam 26,8%. Na visão de Maria Lúcia, esta é mais uma questão histórica que se verifica com a diferença de vencimentos.

“A mesma coisa em relação à cor. A gente percebe que a população branca tem rendimentos superiores na ordem de dois mil e poucos reais, enquanto a população preta e parda está na ordem de R$ 1,6 mil. Então essa população preta e parda percebe, ainda, salários inferiores ao da população branca”, afirmou.

Escolaridade

Em relação a 2012, o maior crescimento no nível de instrução deu-se no ensino superior completo. Passou de 14,8% da população ocupada para 20,3% em 2018.

Neste ano, as pessoas com ensino médio completo eram 59,3%, o que representou um crescimento, uma vez que, no ano anterior, tinha-se 57,4%. Ainda no total de ocupados, 25,8% se referiam aos sem instrução ou com ensino fundamental incompleto. Em 2017 eram 27,1%. “É um reflexo da distribuição de escolaridade da população como um todo”, disse.

A pesquisa mostra ainda que, em relação à escolaridade, o nível de instrução foi determinante para o rendimento médio mensal real de todos os trabalhos, indicando que, quanto maior o nível de instrução, maior é o rendimento.

Conforme a PNAD Contínua Rendimento de Todas as Fontes 2018, as pessoas que não possuíam instrução recebiam R$ 856, o menor rendimento médio registrado.

Quem tinha ensino fundamental completo ou o equivalente, houve um valor 67,8% maior, e alcançou R$ 1.436,00. Mas, para o ensino superior completo, o rendimento médio (R$ 4.997) era, aproximadamente, três vezes maior dos com ensino médio e cerca de seis vezes para os sem instrução. “A relação entre rendimento do trabalho e escolaridade é relação positiva”, completou a pesquisadora.

Agência Brasil

Dívida pública tem alta de 2% e ultrapassa marca inédita de R$ 4 trilhões em agosto, diz Tesouro

A dívida pública federal em títulos, que inclui os débitos do governo no Brasil e no exterior, registrou aumento de 2,03% em agosto, para R$ 4,074 trilhões, informou a Secretaria do Tesouro Nacional nesta quinta-feira (26). Em julho, a dívida somava R$ 3,993 trilhões.

Foi a primeira vez que a dívida ultrapassou a marca dos R$ 4 trilhões. O crescimento em agosto está relacionado com a emissão de títulos públicos (acima do volume de resgates) de R$ 39,62 bilhões e, também, com as despesas com juros – que somaram R$ 41,37 bilhões.

A dívida pública é a emitida pelo Tesouro Nacional para financiar o déficit orçamentário do governo federal. Ou seja, para pagar despesas que ficam acima da arrecadação com impostos e tributos.

O crescimento da dívida pública está dentro dos planos do governo federal. A dívida pública pode chegar a até R$ 4,3 trilhões em 2019, segundo programação do Tesouro Nacional divulgada no começo deste ano. Em todo ano passado, a dívida pública teve aumento de 8,9%, segundo números oficiais.

Dívidas interna e externa

Quando os pagamentos e recebimentos são realizados em real, a dívida é chamada de interna. Quando tais operações ocorrem em moeda estrangeira (dólar, normalmente), é classificada como externa.

Dívida interna: foi registrada alta de 1,74% em agosto, para R$ 3,913 trilhões.
Dívida externa: resultado da emissão de bônus soberanos (títulos da dívida) no mercado internacional e de contratos firmados no passado, contabilizou uma queda de 9,55% no em agosto, para R$ 160,87 bilhões.

Compradores

Os números do Tesouro Nacional também revelam que a participação dos investidores estrangeiros na dívida pública interna registrou queda em agosto.

No mês passado, os não residentes detinham 12,14% da dívida total, o equivalente a R$ 474 bilhões, contra 12,31% do total da dívida interna em julho (R$ 473 bilhões).

Com isso, os estrangeiros seguem na quarta colocação de principais detentores da dívida pública interna, atrás de:

fundos de investimento (R$ 1,062 trilhão, ou 27,15% do total);
fundos de previdência (R$ 945 bilhões ou 24,16% do total);
instituições financeiras (R$ 897 bilhões, ou 22,93% do total).

G1

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. observador disse:

    Ai o cabra diz que PT quebrou o Brasil.

    • De saco cheio com o Brasil disse:

      Ai o cabra diz que isso aconteceu devido aos últimos 9 meses…..tenha paciência com tamanha demência.

    • De saco cheio disse:

      Seu inteligente, se você olhar vai ver que janeiro de 2018 já era mais de 3,5 tri. Come capim do caramba

    • Nilvan Rodrigues da Silva disse:

      Com a política econômica suicida de Paulo Guedes, quer dizer que o estoque da dívida pública reduziu foi? Esse crescimento da "dívida pública" deve ser pra justificar privatizar as 17 estatais brasileiras, inclusive a casa da moeda, listadas por Paulo Guedes a preço de banana para beneficiar as empresas e bancos de Donald Trump.

Bolsonaro vai receber alta nesta segunda, diz boletim; presidente continuará a recuperação em casa sob supervisão da equipe médica

Bolsonaro recebeu visita de Moro no domingo. Foto: Sergio Moro/Twitter

O presidente Jair Bolsonaro vai receber alta nesta segunda-feira (16), segundo boletim médico divulgado pelo Hospital Vila Nova Star, onde está internado desde o dia 7 de setembro deste ano.

Bolsonaro continuará a recuperação em casa sob supervisão da equipe médica do cirurgião Antônio Luiz Macedo e da equipe da Presidência.

Leia o boletim na íntegra:

“O Hospital Vila Nova Star informa que o Senhor Presidente da República, Jair Messias Bolsonaro, internado desde o dia 7 de setembro, receberá alta hoje, no período da tarde, após a realização da fisioterapia. O Presidente continuará sua recuperação em domicílio, devendo seguir as orientações médicas relacionadas a dieta e atividade física, sob supervisão conjunta da equipe médica do Dr. Macedo e da equipe da Presidência da República”.

Quarta cirurgia

Bolsonaro foi submetido a uma cirurgia no domingo (8) para retirada de hérnia incisional em uma das cicatrizes de operação anterior. Esta foi a quarta cirurgia do presidente desde a facada durante campanha em Juiz de Fora (MG).

O médico responsável pelo procedimento, Antônio Macedo, cirurgião geral do Hospital Vila Nova Star, disse, em entrevista coletiva, que a cirurgia foi bem-sucedida, que demorou cerca de cinco horas, mais do que o previsto inicialmente — de duas a três horas — devido a uma aderência do intestino, mas não houve complicações.

R7

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. LULU disse:

    SO FALA MERDAAAAAAAA

  2. Ana disse:

    "Espero que quando sair do hospício, quero dizer hospital, saia dizendo menos merda."
    Achei a pura verdade.

    • Juliana disse:

      MERDA É O QUE O PT SEMPRE FEZ.

    • paulor disse:

      vc tá falando de LULALADRÃO ? KKKKKKKK ´

    • Carlos disse:

      Chora não bebê!!! kkkkk É bom demais ver esquerdinha chorando kkkkkkkk

    • Ana leticia disse:

      Não Juliana, o Pt foi responsável pelo maior roubo dos cofres públicos do mundo, algo em torno de um trilhão, e a corrupção foi e continua sendo seu lema. Já Bolsonaro, quer queira quer não queira, calado é um sábio, abriu a boca, só fala merda.

Acompanhando vendas, produção de veículos tem alta de 29,9% em maio

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

A produção de veículos teve alta de 29,9% em maio em comparação com o mesmo mês de 2018. Segundo o balanço da Associação Nacional de Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), foram montados ao longo de maio 275,7 mil unidades, contra 212,3 no mesmo período do ano passado. Em relação a abril, o crescimento na fabricação foi de 3,1%.

O presidente da Anfavea, Luiz Carlos Moraes, ponderou que o crescimento expressivo no mês acontece devido à comparação com um mês ruim para a indústria, que foi prejudicado pela greve dos caminhoneiros, em maio do ano passado. “Parte desse crescimento é porque a base de maio do ano passado teve oito dias de impacto”, disse.

No acumulado de janeiro a maio, o setor registrou uma expansão de 5,3% em comparação com os primeiros cinco meses de 2018. Foram fabricados neste ano 1,24 milhão de veículos, enquanto no mesmo período do ano passado foram 1,17 milhão de unidades.

A fabricação de caminhões teve uma alta de 51,3% em maio, com a montagem de 11,2 mil unidades. No acumulado de janeiro a maio, o setor registra um crescimento de 10,9% em relação ao mesmo período de 2018, com a produção de 45,4 mil caminhões.

Vendas

De janeiro a maio, as vendas de caminhões tiveram alta de 48,5%, com a comercialização de 39,1 mil unidades.

As vendas de veículos tiveram alta de 21,6% em maio na comparação com o mesmo mês do ano passado. Foram comercializadas no período 245,4 mil unidades. Em relação a abril, o crescimento nos emplacamentos foi de 5,8%. No resultado acumulado dos primeiros cinco meses de 2019, foram licenciados 1,08 milhão de veículos, uma expansão de 12,5%.

Exportações

As exportações caíram 30,7% no mês passado em comparação com maio de 2018. Foram vendidas para o exterior 60,8 mil unidades. De janeiro a maio, foram vendidos para outros países 181,6 mil veículos, uma queda de 42,2% em relação aos 314,1 mil exportados nos primeiros cinco meses do ano passado. De acordo com o presidente da Anfavea, as vendas para o exterior continuam sofrendo o impacto da retração do mercado argentino, principal comprador dos carros brasileiros.

Emprego

O número de pessoas trabalhando na indústria automotiva registra retração de 1,8% em maio na comparação com o nível de emprego do mesmo mês de 2018. O último balanço aponta para 130 mil pessoas empregadas no setor, uma ligeira queda (0,2%) em relação a abril.

Agência Brasil

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Marcílio M. Filho disse:

    BG, cheguei ontem de Santiago (Chile), fui a passeio por 6 dias e fiquei impressionado com o valor dos automóveis por lá, detalhe, eles não tem fábrica automotiva (tudo importado). Só para ter uma pequena ideia o valor de um SUV que no Chile é em média R$ 45.000,00 (completo), aqui no Brasil não se compra um SUV por menos de R$ 85.000,00 (básico). Resumindo, um gol básico no Brasil é o preço de um Jeep Renegade completo lá. Conclusão, ou o governo brasileiro acha que o povo aqui é muito rico ou muito trouxa. Pagamos os impostos mais caros do mundo. Revoltante.

Dólar opera em alta e bate R$ 4 com aversão a risco por impasse comercial entre EUA e China

Foto: Gary Cameron/Reuters

O dólar opera em alta nesta segunda-feira (13), chegando a bater R$ 4 diante da aversão ao risco no exterior, com uma escalada das tensões entre China e Estados Unidos após Pequim anunciar plano de retaliar o aumento tarifário de Washington.

Às 13h16, a moeda norte-americana subia 0,87%, vendida a R$ 3,9797. Veja mais cotações. Na máxima do dia, o dólar bateu R$ 4,0047.

A guerra comercial também afetava a Bolsa de São Paulo – a queda chegou a passar de 2%.

Na sexta-feira, a moeda norte-americana recuou 0,17%, vendida a R$ 3,9452. Na semana passada, no entanto, o dólar teve leve avanço de 0,16%. No ano, acumula alta de 1,83%.

Guerra comercial

A China anunciou por meio de comunicado na manhã desta segunda que planeja elevar de 5% a 25% as tarifas sobre US$ 60 bilhões em produtos importados dos EUA, com a taxa entrando em vigor em 1º de junho.

A medida anunciada pelos chineses nesta segunda-feira endossa o sentimento de que a possibilidade de um acordo comercial pode ter se esvaído, uma vez que nenhuma das duas partes parece disposta a ceder, destaca a Reuters.

Além da elevação das tarifas sobre US$ 200 bilhões em produtos chineses, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ordenou que o representante de Comércio dos EUA, Robert Lighthizer, comece a impor tarifas sobre as demais importações chinesas, o que inclui cerca de outros US$ 300 bilhões em produtos.

O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores chinês havia afirmando mais cedo que a China nunca vai se render à pressão externa.

A leitura de que as tarifas devem durar por um longo período “acaba por penalizar o sentimento de investidores, que acabam – cada vez mais – a optar por posições mais defensivas enquanto busca-se compreender os efeitos de uma guerra comercial dessa magnitude, inclusive com a possibilidade de se tornar a ‘nova normal'”, avaliou a corretora H.Commcor, em nota.

A guerra comercial entre as duas maiores economias do mundo se intensificou na sexta-feira, com os Estados Unidos elevando as tarifas sobre US$ 200 bilhões em produtos chineses depois que Trump disse que Pequim “quebrou o acordo” ao voltar atrás em compromissos anteriores feitos durante meses de negociações.

Cenário local

Do lado doméstico, que fica como pano de fundo neste pregão, participantes do mercado seguem monitorando avanços na tramitação da Previdência, que atualmente se encontra na comissão especial da Câmara dos Deputados, e o noticiário político em geral.

Nesta tarde, o presidente Jair Bolsonaro se reúne com o ministro da Economia, Paulo Guedes, segundo a Reuters. No domingo, o presidente prometeu corrigir a tabela do Imposto de Renda pela inflação neste ano, um dia depois de dizer que é preciso aprovar a reforma da Previdência “sem tantas modificações para que o mercado ganhe a confiança no Brasil”.

O Banco Central vendeu nesta segunda-feira todos os 5,05 mil swaps cambiais tradicionais ofertados em leilão para rolagem do vencimento julho. Em oito operações, o BC já rolou US$ 2,020 bilhões, de um total de US$ 10,089 bilhões a expirar em julho. O estoque de swaps do BC no mercado é de US$ 68,863 bilhões.

G1

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Francisco disse:

    Pega fogo c*****

Com 322 mil casos no país, dengue tem alta de 29% em duas semanas

Divulgação/Fiocruz

O número de casos de dengue no país subiu 29% em duas semanas, de acordo com boletim divulgado pelo Ministério da Saúde. Até 30 de março, foram contabilizadas 322.199 infecções, com 86 mortes. Em 16 de março, eram 229.064. Em relação ao ano passado, a elevação é bastante expressiva: 303%. No mesmo período do ano passado, haviam sido registrados 51 óbitos.

O maior número de casos da doença está na região Sudeste, com 66,3% do total do País. Em seguida, vem o Centro-Oeste (17,4%), o Nordeste (7,5%), Norte ( 5,4 %) e Sul (3,4%). A maior relação de casos por habitantes foi registrada em Tocantins (687,4 casos/100 mil hab.), Mato Grosso do Sul (518,6 casos/100 mil hab.), Goiás (479,0 casos/100 mil hab.), Acre (467,9 casos/100 mil hab.), Minas Gerais (387,8 casos/100 mil hab.) e Espírito Santo (303,9 casos/100 mil hab.).

O Estado mostrou que pelo menos 94% dos municípios paulistas já foram notificados sobre casos de dengue este ano. Do total de 645 cidades, em 606 ao menos uma pessoa apresentou os sintomas da doença de janeiro a março, conforme dados do Centro de Vigilância Epidemiológica da Secretaria da Saúde do Estado. No mesmo período do ano passado, 545 cidades (84,5%) haviam tido dengue.

Campinas confirma 3,5 mil casos e morte de bebê de 5 meses por dengue

Um bebê de cinco meses morreu após contrair a dengue, em Campinas, interior de São Paulo. A morte, confirmada na segunda-feira (15), é a primeira pela doença na maior cidade do interior paulista, mas há outro óbito em investigação. A Secretaria de Saúde divulgou novo balanço da dengue, que já infectou 3.578 pessoas no município. Em uma semana, foram confirmados 1.530 casos, o que mostra o avanço da doença. Há ainda 2.151 casos suspeitos.

O bebê que faleceu, do sexo feminino, morava com a família na região sul da cidade e foi atendido em unidade da rede particular. Já o óbito investigado é de uma universitária de 19 anos. A Vigilância Epidemiológica informou ter intensificado as ações de prevenção, como a nebulização, nas áreas mais atingidas. Desde julho de 2018, segundo o órgão, 410 mil imóveis foram visitados pelas equipes que atuam no combate à dengue. Ao menos 40 mil criadouros foram removidos.

Em Araraquara, região norte do Estado, o número de casos de dengue confirmados este ano subiu para 7.493, conforme boletim divulgado pela prefeitura. Em uma semana, ouve mais de mil infectados. Cinco mortes já foram confirmadas. De acordo com a Vigilância Epidemiológica, os números indicam que o pico da epidemia já passou. Foram contabilizados 2,7 mil casos em janeiro, outros 3,8 mil em fevereiro, ponto alto da doença, caindo para 1,4 mil em março. A prefeitura informou ter reforçado as ações preventivas.

 

Com informações do Estadão

Inflação em Natal teve alta de 0,38% em fevereiro

O conjunto de produtos que formam o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) subiu 0,38% na cidade do Natal no mês de fevereiro, segundo dados coletados pela Coordenadoria de Estudos Socioeconômicos do Idema/RN – Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente do Rio Grande do Norte.

O índice, que está na faixa média dos meses de fevereiro, foi puxado pelo grupo Alimentação e Bebidas, o de maior peso no orçamento doméstico. Neste item, os preços tiveram alta de 1,23%, puxados pelos cereais, leguminosas e oleaginosas, que subiram, em média, 12,33% no mês; pelos legumes, raízes e tubérculos (9,79%); açúcares (3,52%); Hortaliças e Verduras (2,97%); Frutas (2,81%) e Óleos e Gorduras (2,78%).

O grupo Despesas Pessoais apresentou neste período uma variação positiva de 0,14% em função do aumento de preço no item Serviços Pessoais (0,99%). O grupo Vestuário teve uma variação positiva de 0,08%. Os itens que mais contribuíram para esses aumentos de preços foram: Roupa Feminina (0,69%) e Roupa Masculina (0,20%).

“O grupo Alimentação, tal como em janeiro, teve variação expressiva no item Cereais, Leguminosas e Oleaginosas em razão do período de escassez de chuvas em nosso estado.”, disse Azaías Oliveira, responsável pelo estudo.

CESTA BÁSICA

O Idema registrou variação positiva de 1,7% nos preços dos alimentos que compõem a cesta básica. Dos treze produtos pesquisados, nove tiveram aumento. Destaque para o feijão, que subiu 13,94%. Com isso, o custo da cesta para alimentação de um adulto foi de R$ 343,70.

Para uma família de quatro pessoas, esse valor alcançou R$ 1.374,80. Se fossem adicionados os gastos com vestuário, despesas pessoais, transportes etc., o dispêndio total seria de R$ 4.239,36.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. João Maria disse:

    Alguém notou que o preço da GASOLINA SUBIU R$ 0,20 ANTES do carnaval e ONTEM (11/03) NOVAMENTE, SUBIU MAIS R$ 0,30???
    Houve anúncio desses aumentos pelo governo?
    Esses aumentos que resultam em R$ 0,50 a MAIS NO LITRO DA GASOLINA estão baseados em quê?
    A política agora é essa, os postos dão o aumento que querem e fica por isso mesmo?
    O MP, PROCON e demais autoridades constituídas vão tomar providências ou vai sobrar para o bolso do consumidor e cliente?

    • Bruno Fernandes disse:

      Acho que como sempre vai sobrar para os nossos bolsos…

    • Ícaro disse:

      É uma vergonha sem tamanho, basta saber se o RN possui MP e Procon… e viva o LIVRE MERCADO

Bolsonaro deve ter alta até quinta-feira, diz assessoria

FOTO: EFE/Fenando Bizerra/ direitos reservados

O presidente Jair Bolsonaro teve a previsão de alta mantida para entre quarta-feira (6) e quinta-feira (7) desta semana, informou a assessoria de imprensa da presidência da república. Ele se mantém nesta segunda-feira (4) em repouso, sem compromissos e com visitas restritas.

Bolsonaro, que está internado há oito dias no Hospital Israelita Abert Einstein, na capital paulista, passou por avaliação médica esta manhã, que não apontou alterações no seu quadro de saúde. Ele continua usando a sonda nasogástrica para retirada do acúmulo de líquido.

No sábado, o presidente apresentou náuseas e vômitos, o que, de acordo com a assessoria da presidência, já era esperado, uma vez que Bolsonaro passou por três cirurgias de grande porte em apenas quatro meses.

Segundo a assessoria, a tomografia feita no domingo (3) mostrou que o presidente não teve complicações cirúrgicas e descartou a necessidade de nova cirurgia. A esposa Michelle Bolsonaro e o filho Carlos Bolsonaro continuam na companhia do presidente.

Agência Brasil

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Joaquim disse:

    Vai não. Apareceu febre e início de infecção. O homi tá no antibiótico. Parece q já vi esse filme.

Na sexta, gasolina em Natal por R$ 4.47; nesta segunda, já se encontra por R$ 4.99

O termo imoralidade já pode ser deixado de lado quando se discute o valor do combustível na capital potiguar. Desde esse domingo(02), diversas são as reclamações e a revolta só aumenta, com os novos preços de por exemplo, a gasolina, em Natal.

Quem abasteceu na sexta-feira(31 de agosto), encontrou o valor anunciado na média de R$ 4.47. Em menos de 48 horas, já é possível encontrar o litro da gasolina comum a R$ 4,89 e a aditivada a R$ 4,99 nos postos de combustíveis.

O novo “aumento”, de 1,54% nas refinarias, anunciado pela Petrobras, com a alta do preço do barril de petróleo e do dólar, agora “presenteia” o consumidor com reajustes entre 40 e 50 absurdos centavos, o litro.

Nos últimos 20 dias, conforme tabela abaixo, a gasolina já acumula alta de mais de 14%, na Petrobras, sem falar nas incidências depois que sai na Petróleo Brasileiro. Com a nova alta, restou ao consumidor a caça aos postos de combustíveis que ainda não renovaram seu abastecimento.

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. QUERO ENTENDER O CÁLCULO disse:

    Seria bom que as distribuidoras os donos de postos de gasolina se comunicassem melhor com nós consumidores. No aumento de quinta feira o preço na refinaria foi de R$ 2,0829 para R$ 2,1079. ENTÃO PORQUE AUMENTAR R$0,30 (TRINTA CENTAVOS) POR LITRO DA GASOLINA? Aqui em Parelhas foi esse o reajuste! Como aumenta pouco mais de R$0,02 centavos na refinaria e R$0,30 pra nós consumidores?

  2. Pingo do Alternativo. disse:

    O maior erro desses petralhas foi terem elegido Michel Temer, agora ficam com esse mimimi. Vão aprender a votar. A eleição esta aí, não vão inventar de fazer outro estrago não, já esqueceram que foi vcs que colocaram esse incompetente e Dilma no PODER?

  3. Anderson kauã disse:

    Homi, primeiro a gente tira a Dilma… kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

    • Tico disse:

      Não conseguiram tirar o restante da quadrilha, mas Bolsonaro vem aí, vai ser muita lamborada no ispinhaço desses bandidos

  4. ano disse:

    Um tanque de 50 litros.
    0,4 centavos x 50l = 20 reais de aumento.

    Já é o reflexo do aumento dos salários dos ministros do STF?

  5. joão gomes disse:

    legal, agora falta o dólar chegar em 5 reais também.

    brasileiro tem que sofrer pq é burro e não sabe votar. Este ano não vai ser diferente, vão votar nos mesmos ladrões de sempre.

    Espero que pelo menos pra presidente ganhe o único honesto que tem. 17

    • AUGUSTO disse:

      Vc tem certeza que ele é 100% honesto? passa os números da mega.

    • Ivan disse:

      Não ouvi falar em nenhum pronunciamento dele no plenário (ele é deputado) sobre o aumento do combustível, mas não era só tirar a Dilma.

    • Anderson kauã disse:

      Honesto é meu Ovo esquerdo, pq o direito não é de confiança..

  6. Decepcionado disse:

    Um verdadeiro absurdo! Onde o aumento de 1,54% impacta num aumento de R$ 0,40 p/ litro. Cadê os órgãos de fiscalização? Onde está o MP? Todos calados e a população a mercê do cartel. Enfim estamos no Brasil…

  7. Leo disse:

    Viva a iniciativa privada e o "livre" mercado do coxas, patos, FIESP, Flavio Rocha, Globo……

  8. Eli disse:

    Eu acho é pouco…pagavam R$ 2,38 com a Dilma e estão pagando R$5,00 com o temeroso..e, de tão burros, ainda acham que fizeram um bom negócio…será que vai sobrar dh pra comprar o capim pra vcs comerem?…kkkkkkkkk

Petrobras anuncia que gasolina nas refinarias terá alta de 0,5% nesta sexta

O litro da gasolina nas refinarias passará a custar R$ 1,9810 a partir desta sexta-feira (17), um aumento de 0,5% em relação ao preço de R$ 1,9711 cobrado hoje.

O reajuste consta da página da Petrobras na internet e indica que o preço do óleo diesel, congelado até o 1º de dezembro, como parte do acordo que levou ao término da greve dos caminhoneiros, continuará em R$ 2,0316, embutindo a subvenção concedida pelo governo quando das negociações com os grevistas.

Este é o quarto aumento consecutivo concedido pela estatal para o preço médio da gasolina nas refinarias, antes, portanto, da incidência de impostos e das margens de comercialização dos revendedores. No último dia 10, o preço do litro da gasolina nas refinarias estava em R$ 1,9002.

O anúncio do novo aumento acontece um dia depois de a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) ter divulgado a aprovação da minuta de resolução sobre transparência na formação de preço dos combustíveis, biocombustíveis e gás natural para os órgãos públicos e para o público geral.

A minuta

A minuta entrará em consulta pública por 30 dias, a partir de sua publicação no Diário Oficial, e será seguida de audiência pública, para ouvir a sociedade.
A iniciativa da ANP tem como objetivo “ampliar a transparência na formação dos preços de derivados de petróleo e gás natural, para proteger os interesses dos consumidores e promover a livre concorrência”.

Segunda nota divulgada pela agência reguladora, os trabalhos foram conduzidos em continuidade aos resultados da Tomada Pública de Contribuições (TPC), realizada pela ANP de 11 de junho a 2 de julho, que demonstrou que deveriam ser aprofundados “estudos visando a elaboração de resolução estabelecendo mecanismos de aumento da transparência na formação dos preços dos combustíveis”.

A minuta de resolução, informações sobre a consulta e a audiência pública, bem como os procedimentos para participação, estarão disponíveis em breve na página da Consulta e Audiência Pública.

Entre as principais medidas propostas na minuta de resolução estão a obrigatoriedade a todos os produtores e importadores de derivados de petróleo e biocombustíveis de informar para a ANP o preço e todos os componentes da fórmula de preço, por produto e ponto de entrega, sempre que houver reajuste e/ou alteração de parâmetros da fórmula; a determinação para que os produtores e importadores que detêm uma participação de mercado maior que 20% em uma macrorregião política do país, deverão publicar, em seu próprio site na internet, a fórmula utilizada para precificação do produto correspondente, bem como o preço resultante, para cada um dos produtos à venda, em cada ponto de entrega.

“As informações deverão ser publicadas somente no ato do reajuste do preço ou da alteração dos parâmetros da fórmula. A ANP publicará as mesmas informações em seu portal na internet”.

Agência Brasil

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. webrevenger disse:

    Fora dilma! ops

  2. Ana disse:

    Há canalhas.

Alta da gasolina pressiona a inflação

O Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) atingiu variação de 0,72%, na primeira prévia de dezembro, o que representa um aumento de 0,04 ponto percentual sobre o resultado apurado no fechamento de novembro (0,68%). Essa alta reflete, principalmente, o avanço no grupo transportes (de 0,11% para 0,28%), com destaque para o reajuste da gasolina (de -0,21% para 0,61%).

O levantamento feito pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas (FGV) indica que quatro dos oito grupos pesquisados apresentaram acréscimos. Além do grupo transportes, os preços na média subiram com mais intensidade do que na pesquisa passada nos seguintes grupos: alimentação (de 0,92% para 0,96%); educação, leitura e recreação (de 0,55% para 0,70%) e comunicação (de 0,91% para 0,93%).

Em movimento inverso, houve decréscimos nos grupos saúde e cuidados pessoais (de 0,46% para 0,42%); despesas diversas (de 1,22% para 1,09%); habitação (de 0,82% para 0,80%) e vestuário (de 0,87% para 0,83%).

Os itens que mais influenciaram o avanço do IPC-S foram: tarifa de eletricidade residencial (de 2,80% para 2,58%); passagem aérea (de 18,88% para 19,20%); aluguel residencial (de 0,95% para 1,01%); tomate (de 11,17% para 14,97%) e refeições em bares e restaurantes (de 0,63% para 0,48%).

Agência Brasil

Nova chance: Marinho Chagas deixa o Hospital São Lucas

O ex-jogador Marinho Chagas deixou o Hospital São Lucas no fim da manhã desta terça-feira (19), após passar por momentos delicados na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), internado desde a segunda-feira (11), com hemorragia digestiva, decorrente de duas úlceras no duodeno, devido ao consumo constante do álcool.

O quadro de saúde do melhor lateral-esquerdo da Copa do Mundo de 1974 chegou a ser grave e após uma série de medicamentos e controle da situação, o ex-jogador ganha mais uma oportunidade na vida.Vale lembrar que o ídolo do futebol potiguar ainda sofre de outros problemas de saúde, como hepatite C, bronquite, hipertensão e diabetes.

Marinho Chagas saiu caminhando do São Lucas rodeado pela imprensa.

Passagem de ônibus interestadual fica 6,9% mais cara a partir desta quinta

66pfgdi79483e3s6a0fu99up4O preço das passagens de ônibus rodoviários interestaduais e internacionais será reajustado em 6,981% a partir desta quinta-feira (3), de acordo com resolução da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), publicada no Diário Oficial da União desta quarta-feira (2). Em 2012, o aumento foi de 2,7% .

De acordo com a agência, o aumento só vale para trechos a partir de 75 km. Há 2.652 linhas de ônibus de longo curso em operação no País. Para distâncias inferiores, um índice específico ainda será divulgado.

O valor do reajuste é calculado com base no índice de reajuste do óleo diesel, do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) e do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Sobre ele incidem impostos, tarifas de pedágio cobradas em rodovias cedidas em concessão para a definição do preço final da passagem paga pelo usuário do serviço.

O reajuste deveria ocorrer no dia 1º de julho, mas foi adiado em meio à série de protestos de junho em todo país.

IG

IPI de móveis e linha branca volta a subir nesta terça

geladeira2A partir de amanhã, dia 1º de outubro, o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) de móveis e de produtos da linha branca, que tinham sido reduzidos no ano passado, voltam a subir. Porém, mesmo com o aumento, o imposto ficará abaixo da alíquota original, informou o Ministério da Fazenda.

Os móveis e o painéis passarão a ter alíquotas de IPI de 3% para 3,5%; fogões de 3% para 4%; geladeiras de 8,5% para 10% e tanquinho, de 4,5% para 5%. As máquinas de lavar permanecerão com alíquota de 10%.

O governo começou a implementar no fim de 2011 uma série de benefícios fiscais para estimular o consumo e impulsionar a economia. Diante da menor margem fiscal, a partir de fevereiro as alíquotas começaram a ser recompostas pelo governo, e a expectativa é que voltassem ao patamar normal a partir de outubro.

“As vendas estão indo bem, a produção está indo bem, o nível utilização de capacidade instalada está regular. Portanto, cabe a recomposição das alíquotas de IPI neste momento”, justificou o secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Márcio Holland. Segundo ele, as alíquotas do IPI da linha branca são referentes a produtos com selo de eficiência energética A.

Entenda:

Móveis: passará de 3% para 3,5% (originalmente era 5%)

Geladeiras: subirá de 8,5% para 10% (imposto original era de 15%)

Tanquinhos: de 4,5% para 5% (antes, era 10%)

Máquinas de lavar: alíquota permanece em 10% (em 2011, era 20 %)

Fogões: passa de 3% para 4% (originalmente era 4%)

O Globo

Plano de Saúde pode subir até 9,04%, informa ANS

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) limitou em 9,04% o índice de reajuste para os planos de saúde médico-hospitalares individuais/familiares contratados a partir de janeiro de 1999 ou adaptados à Lei nº 9.656/98. O percentual, aprovado pelo Ministério da Fazenda, é o teto válido para o período entre maio/2013 e abril/2014 para os contratos de cerca de 8,4 milhões de beneficiários, o que representa 17,6% dos consumidores de planos de assistência médica no Brasil. Ao todo são 47,9 milhões de beneficiários com planos de assistência médica.

A metodologia aplicada pela ANS para definição do índice máximo para os planos individuais é a mesma desde 2001 e leva em consideração a média dos percentuais de reajuste aplicados pelas operadoras aos planos coletivos com mais de 30 beneficiários. Em 2013, foi considerado também o impacto de fatores externos, como por exemplo, a utilização dos 60 novos procedimentos incluídos no Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde ao longo de 2012. O percentual máximo de reajuste é o resultado da composição desses fatores.

Das inclusões, as cirurgias por vídeo são o principal destaque, pois são métodos menos invasivos que, em geral, propiciam a recuperação mais rápida do paciente. Entre elas, podemos citar a cirurgia de redução de estômago. Também foi incluída a administração de medicamentos imunobiológicos para o tratamento de doenças crônicas, como a artrite reumatoide e a doença de Crohn.

É importante esclarecer que o índice de reajuste dos planos de saúde não é comparável com índices gerais de preço, ou “índices de inflação”. Isso porque os “índices de inflação” medem a variação de preços dos insumos de diversos setores, como por exemplo: alimentação, habitação, transporte, educação, além do item saúde e cuidados pessoais. O índice de reajuste divulgado pela ANS não é um índice de preços. Ele é composto pela variação da frequência de utilização de serviços, da incorporação de novas tecnologias e pela variação dos custos de saúde, caracterizando-se como um índice de valor.

Na aplicação do percentual, os beneficiários devem ficar atentos aos seus boletos de pagamento e observar:

se o percentual de reajuste aplicado é igual ou inferior ao definido pela ANS
se a cobrança com o índice de reajuste está sendo feita a partir do mês de aniversário do contrato

Em caso de dúvida ou denúncia, os consumidores devem entrar em contato com a ANS por meio do Disque ANS (0800 701 9656); pela Central de Atendimento ao Consumidor, no endereço www.ans.gov.br; ou pessoalmente, em um dos 12 Núcleos da Agência existentes no país.

Atividade do comércio começa 2º trimestre em alta

A atividade do comércio cresceu 0,7% em abril em comparação a março, de acordo com indicador da Serasa Experian. É a segunda alta mensal seguida, já que em março o indicador registrou 1,1% de alta ante o mês anterior. Em comparação com abril de 2011, a alta foi de 6%.

O segmento de material de construção reagiu a duas quedas seguidas e foi o que mais cresceu em abril, com alta de 1,9%. Outros segmentos que se destacaram foram os de tecido, vestuário, calçados e acessórios (crescimento de 1,3%) e de móveis, eletroeletrônicos e informática (alta de 1,2%).

O segmento de veículos, motos e peças foi o único a registrar queda (1,9%).

De acordo com economistas da Serasa Experian, os motivos do aumento do movimento de consumidores foram a queda da inadimplência, o aumento do ganhos reais de pessoas ocupadas e medidas de estímulo econômico do governo. Neste trimestre, espera-se que feriado dos Dia das Mães aqueça o mês de maio.

Nos primeiros quatro meses de 2012, o varejo cresceu 6,4% em relação ao mesmo período de 2011.

O Indicador Serasa Experian de Atividade do Comércio é feito a partir de dados de 6.000 empresas comerciais.

Fonte: Folha