Na abertura da audiência pública para discutir um Plano de Desenvolvimento Sustentável e a implementação de um “Hub Terrestre” em Parnamirim, esta manhã (7), o presidente da Assembleia Legislativa, deputado Ezequiel Ferreira de Souza (PMDB), afirmou que o cenário econômico atual requer o resgate da atividade industrial e o incentivo à atração de empresas. O debate, que está sendo realizado no Parque Aristófanes Fernandes, em Parnamirim.
“Em um momento em que os indicadores industriais e econômicos não são favoráveis, precisamos de alternativas eficazes de recuperação e crescimento. O emprego na indústria vem caindo consideravelmente e neste sentido, a proposta do HUB terrestre de Parnamirim, coordenada pelo colega Carlos Augusto Maia e estudada por um grupo de especialistas, nos mostra que a cidade tem condições técnicas ideais para a implantação de uma central logística e de transporte rodoviário”, afirmou o presidente do Legislativo do RN.
O deputado Carlos Augusto defende o aproveitamento de um terreno pertencente à Datanorte, com 53 hectares, próximo à BR 101, que atualmente está sem utilização. “O poder pública poderia criar essa estrutura que serviria como ponto central de movimentação terrestre de cargas”, afirmou o propositor da audiência.
A concretização do HUB, de acordo com os especialistas, seria possível devido à localização estratégica de Parnamirim, (que fica na confluência de diversas rodovias, como as BRs 101 e 304, e de ferrovias), formando uma área geográfica de desenvolvimento, junto aos Portos de Natal e de Cabedelo-PB, e ao Aeroporto de São Gonçalo do Amarante.
Haverá sempre pessimistas. Kkkk né meu amigo Marcelo.
Parabéns ao deputado Carlos Augusto. Já no primeiro ano do mandato já desponta como grande político e visionário. Ótima ideia.
A br 304 e suas faixas simples não têm condições de receber um fluxo de transporte de cargas que justifique a implantação de um hub. Sem contar que, com a intensificação do trânsito de caminhões, aumenta também a demanda por manutenção. Ou seja, um projeto desses não se implanta de uma hora para outra. É preciso planejamento e, principalmente, engajamento político de todas as autoridades. Do contrário, a probabilidade de resultar em prejuízos para o erário é grande.