Economia

Prévia da inflação registra menor taxa para fevereiro desde Plano Real

Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo – 15 (IPCA-15), que mede a prévia da inflação oficial, registrou uma taxa de 0,34% em fevereiro deste ano, a menor para meses de fevereiro desde o Plano Real, implantado em 1994. A taxa é, no entanto, superior à registrada em janeiro (0,3%).

O dado foi divulgado hoje (21) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Com a prévia de fevereiro, o IPCA-15 acumula taxas de 0,64% no ano e de 3,73% em 12 meses.

Educação

Na prévia de fevereiro, a maior inflação foi registrada no grupo de despesas educação (3,52%), que sofreu com os reajustes de mensalidades escolares, que costumam ser feitos no início do ano. Os cursos regulares subiram 4,6% e os cursos diversos, 3,16%.

Também registraram inflação os grupos alimentação e bebidas (0,64%), saúde e cuidados pessoais (0,56%), artigos de residência (0,47%), despesas pessoais (0,3%), habitação (0,18%) e comunicação (0,05%).

Por outro lado, os grupos de despesas vestuário e transportes registraram deflação (queda de preços) e ajudaram a frear a inflação. Os custos com vestuário caíram 0,92%. Já os transportes ficaram 0,46% mais baratos, devido às quedas de preços da gasolina (2,43%), etanol (1,31%) e óleo diesel (0,15%).

Agência Brasil

 

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Economia

Prévia da inflação tem menor resultado para janeiro desde 1994

Foto: Sean Gallup/Getty Images

A prévia da inflação oficial foi de 0,30% em janeiro, de acordo com o IPCA-15 (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15) divulgado nesta quarta-feira (23) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Este é o menor resultado para janeiro desde a implantação do Plano Real, em 1994.

A prévia do mês de janeiro de 2019 ficou 0,46 ponto percentual acima da taxa registrada em dezembro (-0,16%). O acumulado nos últimos doze meses, por sua vez, ficou em 3,77%, abaixo dos 3,86% registrados nos 12 meses imediatamente anteriores. Em janeiro de 2018, a taxa foi de 0,39%.

Os preços dos grupos de transporte e vestuário contribuíram para conter a inflação e registraram deflação de 0,47% e 0,16%, respectivamente, na passagem de dezembro para janeiro.

Já o preço dos alimentos e bebidas tiveram uma alta de 0,87% e foi o grupo que registrou o maior avanço, sendo o responsável pelo maior impacto do indicador deste mês. Os demais grupos variaram entre o 0,06% de Comunicação e o 0,68% de Saúde e cuidados pessoais.

A alta de 0,87% no grupo alimentação e bebidas se deve à aceleração dos preços das frutas, que passou de 1,12% (dezembro) para 6,52% (janeiro), e das carnes, de 0,92% para 1,72%. A cebola (17,50%) e batata-inglesa (11,27%), presentes nas refeições brasileiras, também tiveram altas expressivas. No entanto, os dois itens desaceleraram em relação a dezembro, quando subiram 34,16% e 17,80%, respectivamente.

Os Transportes (-0,47%) tiveram a maior queda entre os nove grupos pesquisados. A baixa, no entanto, foi menor do que a registrada em dezembro (-0,93%).

Outro destaque vai para a gasolina, que registrou deflação de 2,73% e, com isso, caiu pelo segundo mês consecutivo. Em habitação (0,08%), a energia elétrica (-0,73%) caiu pelo quarto mês consecutivo. O grupo saúde e cuidados pessoais (0,68%) apresentou o segundo maior impacto positivo no índice do mês.

R7

 

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Economia

Prévia da inflação tem menor variação para dezembro desde o Plano Real

Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil

Influenciada pela queda nos preços dos combustíveis, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15) – prévia da inflação oficial do país – fechou o mês de dezembro com deflação de 0,16%. É o menor resultado mensal desde julho do ano passado e o menor resultado para dezembro desde a implantação do Plano Real, em 1994.

Os dados foram divulgados hoje (21) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Com o resultado, a taxa ficou 0,35 ponto percentual menor em relação à variação de preços de novembro, quando o IPCA-15 fechou com alta de 0,19%.

O IPCA-15 serve de parâmetro para o Índice de Preços ao Consumidor (IPCA), que baliza a meta de inflação definida pelo governo para o ano. Com o resultado de dezembro, a taxa acumulada no ano alta de 3,86%, abaixo do centro da meta anual estabelecida pelo Banco Central, de 4,50% e também dos 4,39% registrados no fechamento do ano passado.

Agência Brasil

 

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Diversos

ALIMENTAÇÃO E SAÚDE PESAM: Prévia da inflação acelera em abril; em 12 meses, fica em 9,3%

19mai2015---carrinho-com-compras-e-empurrado-por-supermercado-de-londres-na-inglaterra-1432301161625_615x300Foto: Stefan Wermuth/Reuters

O IPCA-15 (Índice de Preços ao Consumidor – Amplo 15), considerado uma prévia da inflação oficial (IPCA), ficou em 0,51% abril.

O resultado mostra uma aceleração em relação a março, quando o indicador havia registrado alta de 0,43% nos preços, e uma desaceleração na comparação com abril de 2015, quando havia ficado em 1,07%.

Os dados foram divulgados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) nesta quarta-feira (20).

Em 12 meses, o indicador acumula alta de 9,34%. No mês passado, o indicador ficou em 9,95%, abaixo de 10% pela primeira vez desde outubro (9,77%), em meio ao cenário de recessão econômica e forte turbulência política.

O indicador continua acima do limite máximo da meta do governo. O objetivo é manter a alta dos preços em 4,5% ao ano, mas há uma tolerância de dois pontos percentuais para mais ou para menos, ou seja, a inflação pode variar entre 2,5% e 6,5%.

A inflação oficial no Brasil fechou 2015 em 10,67%, acima do limite máximo da meta. Foi a maior alta de preços anual desde 2002 (12,53%).

Alimentação e saúde pesam

A alta nos preços do grupo alimentação e bebidas foi a principal influência sobre o IPCA-15, com avanço de 1,35% neste mês, responsável por 0,34 ponto percentual do indicador, segundo o IBGE.

Também tiveram alta expressiva os preços no grupo Saúde e Cuidados Pessoais no período, de 1,32%. Segundo o IBGE, reflexo dos remédios (2,64% no mês), como “parte do reajuste de 12,5% em vigor a partir de 1º de abril”.

Perspectivas

Ainda que a recessão econômica venha ajudando a abrandar a inflação, a alta do IPCA deve fechar este ano acima do teto da meta do governo pela segunda vez seguida, segundo a pesquisa Focus do BC, que aponta avanço de 7,08%.

O Comitê de Política Monetária (Copom) do BC reúne-se na semana que vem para decidir sobre a taxa básica de juros Selic, atualmente em 14,25%.

Não há perspectiva de alteração nessa reunião e, embora o BC venha reiterando que não trabalha com a possibilidade de corte, economistas veem a redução da taxa.

Metodologia

O IPCA-15 refere-se às famílias com rendimento de um a 40 salários mínimos e abrange as regiões metropolitanas do Rio de Janeiro, Porto Alegre, Belo Horizonte, Recife, São Paulo, Belém, Fortaleza, Salvador e Curitiba, além de Brasília e Goiânia.

A metodologia utilizada é a mesma do IPCA, considerada a inflação oficial; a diferença está no período de coleta dos preços e na abrangência geográfica.

UOL, com Reuters

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Economia

Prévia da inflação fica em 8,22% em 12 meses, a maior desde 2004

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15), considerado a prévia da inflação oficial, subiu 8,22% em 12 meses, o maior nível desde o período terminado em janeiro de 2004, quando houve alta de 8,46%.

O resultado foi influenciado pelo aumento de preços da energia elétrica.

O número superou o centro das estimativas (mediana) de economistas ouvidos pela agência internacional Bloomberg, de alta de 8,17% para o período.

Os dados foram divulgados pelo IBGE na manhã desta sexta-feira (17).

Quando considerado apenas o mês de abril, o índice de inflação teve alta de 1,07%, uma desaceleração em relação a março, quando o aumento foi de 1,24%.

O valor apresentado agora é o maior para um mês de abril desde 2003 e também superou o centro das estimativas de economistas ouvidos pela Bloomberg, de alta de 1,02%.

Em abril de 2014, a alta foi de 0,78%.

HABITAÇÃO TEM MAIOR ALTA, PUXADA POR ENERGIA

Dentre nove grupos de serviços pesquisados, habitação teve a maior alta de preços, de 3,66% -em março, a alta havia sido de 2,78%.

Com isso, o setor foi o que mais influenciou a inflação geral. Da alta de 1,07%, 0,55 ponto percentual vem do aumento do custo de habitação, aponta o IBGE.

Esse custo é puxado pelo aumento de preço da energia elétrica, de 13,02% em razão de ajustes que entraram em vigorar em 2 de março.

ALIMENTAÇÃO SOBE

Em segundo lugar, fica o setor alimentação e bebidas, que teve alta de 1,04%, uma desaceleração em relação ao resultado de março, quando houve alta de 1,22%.

O setor de vestuário teve alta de 0,94% em abril; o setor de despesas pessoais, de 0,57%; transportes subiram 0,33% em abril; educação teve alta de 0,14%; saúde e cuidados pessoais, de 0,44%; e artigos de residência, alta de 0,68%.

O único setor que teve queda foi o de comunicação, com baixa de 0,03% dos preços. O impacto percentual sobre a inflação geral, no entanto, é de apenas -0,01%.

Folha Press

Opinião dos leitores

  1. Lamentavelmente é o principio do fim. Só não vê quem não quer, ou quem nada entende de economia. Dentro de pouco tempo, irá mudar o nome para PETROCHIN…!!!!

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