Diversos

Três bares são interditados por poluição sonora na zona Sul de Natal

Foto: Divulgação/Semurb

Três bares localizados na zona Sul de Natal foram interditados por crime ambiental de poluição sonora na noite da última sexta-feira (9). A medida é resultado de denúncias formuladas pela comunidade junto à Ouvidoria da Secretaria de Meio Ambiente e Urbanismo (Semurb) e ao Disk Denúncias da Secretaria de Segurança Pública do Estado. Os estabelecimentos nos bairros de Capim Macio, Lagoa Nova e Neópolis foram monitorados previamente pelas equipes de fiscalização para avaliar a intensidade sonora emitida durante a realização de eventos musicais.

A ação foi realizada conjuntamente pelos fiscais ambientais da Semurb e Policiais Civis da Delegacia Especializada na Proteção do Meio Ambiente (Deprema). Segundo o supervisor de Fiscalização da Semurb, Gustavo Szilagyi, o monitoramento apontou que todos os bares tinham a ocorrência de crime de poluição sonora, o que motivou a intervenção.

Dos três bares interditados para realização de eventos com música ao vivo apenas um teve suas portas fechadas pelos agentes, o que está localizado em Capim Macio. O caso em especifico foi devido reincidência, já os demais tiveram apenas a interdição parcial, ou seja, paralisando apenas a música ao vivo.

“Esse bar vem sendo fiscalizado pela Semurb desde 2016, tentamos de todas as formas auxiliar o empresário a permanecer aberto e operando, concedendo-lhe prazos para adequação e resolução do problema. Em 2018, ele foi interditado para realização de eventos musicais e recentemente voltou a realizá-los descumprindo a interdição anterior, e por isso, agora foi interditado totalmente” explica Szilagyi.

De acordo com o Chefe de Investigação da Deprema, Mário Persico, todos os bares interditados na noite dessa sexta-feira também deverão responder a um inquérito policial pelo cometimento de poluição sonora, crime previsto pela Lei 9.605/1998, além do pagamento de multas que podem chegar a R$ 7.800,00.

Denúncias de poluição sonora cometidas por bares, restaurantes e casas de show podem ser encaminhadas pela população via CIOSP 190 nos fins de semana, ou pelo, telefone da Ouvidoria do Município, no 3616-9829, das 8h ás 14h, de segunda a sexta-feira.

 

Opinião dos leitores

  1. Nada contra o pessoal que trabalha a noite, mas, a buzina dessas motos de vigilância noturna é um negócio chato da peste, deveria incomodar o contratante do serviço disparando um alarme na casa exclusivamente!!!!!

  2. BG
    E os alarmes disparados e sem parar as noites todas sem que se possa dormir, quem toma providencias?????

  3. Rapaz Natal está virando uma cidade “NUTELA” toda cheia de frescura…. Por isso está tão atrasada em relação às outras capitais do Nordeste.

  4. Essas denúncias não tem fundamentos, já que as denuncias são anônimas, e as fiscalizações são ilegais, já que deve ser feito a aferição dos decibéis no ponto de denuncia, e não em cima das caixas de som, isso tá na lei, outro crime é bater de frente com a constituição federal de 1988, onde ninguém pode ser impedido de trabalhar, da mesma forma que pessoas trabalham de dia, outras precisam trabalhar a noite, e com Música se trabalha a noite!

  5. Onde será que estavam esses guardiões da tranquilidade alheia quando houve o evento "Elas por Elas"?
    Será que há barulho e barulho? Será que tem gente que pode e tem gente que não pode?
    Os que podem é porque são vermelhinhos?
    Espero que alguém responda.

  6. NA RUA DOA PINHERAIS TEM DIVERSOS “BARES DE CÚ DE CANA” QUE PERTURBAM TODOS OS DIAS OS MORADORES. VAMOS FECHAR E DERRUBAR ESSAS INVASÕES!!! PARABÉNS

  7. Deveriam fechar todos os comercios de Natal e esperar o estado prosperar, fica melhor pra pagar impostos e empregar a população. Parabéns ao estado mais parceiro dos empreendedores! #Sqn

  8. O único empreendimento que ainda consegue prosperar no RN, que o de encher o cu de cana dos biriteiros, já está sendo perseguido pelo Estado. Peçam p eles baixarem o som e pronto está resolvido e os garçons estão com os empregos mantidos.

  9. Por isso que o comércio de Fortaleza só cresce, veja se lá tem essa frescura, daqui a pouco não vai poder servir espetinho por causa do cheiro de churrasco e o vizinho é vegano.

  10. Enquanto isso uma casa incomoda um condomínio inteiro com som alto e de péssima qualidade e até hoje ninguém tomou providência apesar das denúncias

  11. Rapaz, o empresariado potiguar precisa assumir de vez seu impotante papel socio-ambiental, e fazer os investimentos adequados nos estabelecimentos a fim de evitar a ocorrência de Poluição Sonora.
    A sociedade não pode mais pagar, com seu sossego, pelo lucro do capital.
    Garanto que um projeto bem feito de tratamento acústico, garante o sossego de todos: vizinhos e do comercio, que certamente não será denunciado por pratica de Poluição Sonora.

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *