Jornalismo

TCU informa: Sob Carlos Lupi do PDT, pasta do Trabalho vive situação crítica

Em acórdão enviado ao Palácio do Planalto há duas semanas, o TCU informou que a gestão de Carlos Lupi conduziu o Ministério do Trabalho a uma “situação crítica”.

O documento do TCU traz no cabeçalho o número 2.773/2011. Redigiu-o o ministro-substituto Weder de Oliveira. Foi aprovado pelo plenário do tribunal em 19 de outubro.

O texto expõe um quadro de descalabro administrativo na gestão de convênios firmados pelo ministério com ONGs, sindicatos, prefeituras e Estados. Anota:

A despeito de “reiteradas auditorias” em que o TCU detectou “irregularidades na aplicação” de verbas públicas, a pasta do Trabalho não se dignou nem mesmo a analisar as pestações de contas dos convênios que celebrou.

O TCU recorda em sem acórdão que a lei obriga os órgãos públicos a analisar a escrituração dos convênios no prazo máximo de 90 dias.

Por quê? Para corrigir falhas, identificar parceiros ineptos ou mal intencionados e, no limite, cobrar a devolução de verbas malversadas.

Pois bem. Na pasta submetida ao comando de Carlos Lupi, o mandachuva do PDT, a legislação é solenemente ignorada.

Há nos armários do Ministério do Trabalho convênios que aguardam por uma análise há arrastados quatro anos.

Pelas contas do TCU, os acordos cujas prestações de contas o ministério de Lupi se absteve de perscrutar somavam 543 processos em 2010.

O tribunal cobrou providências. Em resposta, a pasta do Trabalho apresentou um plano de “ação” que, por risível, os ministros do TCU consideraram temerário.

A equipe de Lupi comprometeu-se a reduzir gradativamente, em velocidade de tartaruga manca, o monturo de prestações de contas por analisar.

Até 2014, último ano do primeiro mandato de Dilma, seria vencida menos da metade das pendências. Das 543, restariam 282 prestações de contas pendentes.

Repetindo: encerrado o mandato de Dilma, o Ministério do Trabalho deixaria para o sucessor uma carteira de convênios que flerta flagrantemente com a ilegalidade.

Ao analisar as metas do ministério, o TCU chegou a uma conclusão óbvia:

“As metas propostas revelam a incapacidade do ministério de, mesmo por meio de esforço operacional, […] apreciar as prestações de contas dos convênios e outros ajustes em estoque nos prazos fixados na legislação.”

O TCU estranhou, de resto, que o Ministério do Trabalho não se preocupou em informar “o que fará com os restantes 282 processos.”

Processo que, “em 2014, contarão com mais de 5 anos de atraso” na análise das prestações de contas.

Àquela altura, em casos de desvios de verbas, o esforço para recuperação do dinheiro pode resultar infrutífero. Parte da roubalheira será beneficada pela prescrição.

O TCU rende, de novo, homenagens ao óbvio: “A excessiva demora na apreciação das prestações de contas, ou mesmo de cobrança de sua apresentação…”

“[…]…É uma das causas mais relevantes de impunidade e do baixo nível de recuperação dos prejuízos causados ao erário federal.”

Lupi virou ministro do Trabalho sob Lula, em 2007. Desde então, o ministério celebrou convênios que sorveram da bolsa da Viúva cerca de R$ 1,5 bilhão.

Reconduzido ao cargo por Dilma Rousseff, Lupi encontra-se agora na mesma berlinda que resultou na queda de cinco ministros sob suspeita de corrupção.

No fim de semana, ‘Veja’ revelou a existência de um esquema de cobrança de propinas de ONGs beneficiadas com convênios do Trabalho. A mordida varia de 5% a 10%.

É contra esse pano de fundo que vem à luz o acórdão do TCU. Os ministros do tribunal determinaram a suspensão por 60 dias da assinatura de novos convênios.

Decidiram que, além da Casa Civil, também o Ministério do Planejamento deveria receber cópia do acórdão.

Para quê? A fim de que núcleo do governo seja informado “da situação crítica vivida pelo ministério.” Algo que, aliás, ninguém mais ignora. Nem Dilma.

Josias de Souza

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Geral

Álvaro Dias promete dedicação integral e mira ampliação de votos para Flávio Bolsonaro no RN


Foto: Reprodução/Redes Sociais

Terceiro colocado na disputa pelo Governo do Rio Grande do Norte no primeiro turno, o ex-prefeito de Natal Álvaro Dias (PL) confirmou que atuará com dedicação integral na campanha de Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno. A promessa de intensificar a mobilização no estado foi feita nessa quarta-feira (7), em Brasília, durante encontro estratégico entre a cúpula nacional do PL e lideranças partidárias para definir as diretrizes rumo ao pleito de 25 de outubro.

“Vamos nos dedicar integralmente nesses próximos dias. Temos um grupo forte e mobilizado e vamos levar a mensagem de Flávio a todas as regiões do Rio Grande do Norte. Nosso objetivo é crescer, conquistar novos votos e dar uma contribuição ainda maior para a vitória de Flávio Bolsonaro”, declarou Álvaro.

Na corrida ao governo estadual, Álvaro terminou a primeira etapa na terceira colocação, conquistando 530.580 votos (26,71% dos válidos). O segundo turno no estado será decidido entre Allyson (União), que liderou com 733.809 votos (36,94%), e Cadu de Lula (PT), que obteve 718.300 votos (36,16%).

A reunião na sede nacional do PL reuniu nomes de peso, como o próprio Flávio Bolsonaro, o candidato a vice-presidente Alfredo Gaspar, o senador Rogério Marinho, o presidente da legenda, Valdemar Costa Neto, e Michelle Bolsonaro, além de governadores, parlamentares e lideranças de todo o país.

Para Álvaro Dias, o encontro serviu para alinhar o planejamento nacional com as particularidades da atuação no Rio Grande do Norte, integrando prefeitos, lideranças locais e apoiadores para expandir a presença da campanha nos municípios potiguares.

“Viemos a Brasília para alinhar as estratégias nacionais com o trabalho que vamos desenvolver no Rio Grande do Norte. Agora é hora de intensificar a mobilização, unir nossas lideranças e trabalhar ainda mais para ampliar a votação de Flávio Bolsonaro no nosso estado”, concluiu.

Com informações do Agora RN

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[VÍDEO] Mulher é flagrada colando cartaz com fake news contra Flávio Bolsonaro em parada de ônibus de Natal


Vídeo: Reprodução/Instagram @DanielSouza4p

Uma mulher foi flagrada colando um cartaz com uma fake news contra Flávio Bolsonaro em um ponto de ônibus em Natal. O flagrante foi feito por um motociclista na noite dessa quarta-feira (7) e o vídeo foi compartilhado no Instagram, onde gerou grande repercussão e uma enxurrada de comentários.

Nas imagens, divulgadas pelo presidente do PL Jovem do RN, Daniel Souza, é possível visualizar que o cartaz traz a fake news sobre o fim da aposentadoria em caso de eleição do bolsonarista. “Aposentadoria? Esqueça isso… Trabalhe enquanto Flávio luxa”, diz um dos cartazes colocado pela mulher.

Em outro cartaz que também foi colado na parada de ônibus, a fake news da esquerda busca sensibilizar o trabalhador CLT. “Flávio Bolsonaro só trabalha 3 dias na semana, mas quer que você trabalhe 6×1”, informa o anúncio.

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Geral

CRISE NA CAMPANHA: Equipe de Lula tenta recalcular rota e superar instabilidade para o 2º turno


Foto: Evaristo Sá/Folha de São Paulo

A campanha de reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) atravessa seu momento mais crítico após o petista encerrar o primeiro turno atrás do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). O resultado adverso gerou forte instabilidade interna e acelerou a busca por uma reformulação drástica para tentar um feito inédito desde a redemocratização: virar uma disputa presidencial no segundo turno.

Três dias após o veredito das urnas, a equipe de Lula tenta recalcular a rota para o pleito marcado para o dia 25 de outubro. O descontentamento com a atual estrutura veio a público nesta quarta-feira (7), quando o próprio presidente criticou abertamente a coordenação de campanha, chefiada pelo presidente do PT, Edinho Silva.

“Eu acho que nós fizemos uma campanha aquém da minha possibilidade. Acho que a gente poderia ter feito mais. Eu disse para o Edinho que essa foi a campanha menos organizada que eu participei desde 1989. E normalmente a gente colhe aquilo que a gente planta”, declarou o petista em reunião com aliados — trecho que acabou parcialmente transmitido na internet.

Novo tom e batalha digital

Após o revés no 1° turno, a campanha passou por uma mudança repentina no discurso e na estética. Pressionados pela pauta de segurança pública explorada pelos adversários, Lula endureceu o tom nessa quarta-feira (7) e cravou um novo lema para a reta final: “Para o povo trabalhador, a proteção. Para o bandido, a prisão”.

No plano digital, terreno em que o bolsonarismo mantém ampla vantagem, o petista e seus aliados começaram a adotar vídeos no formato “selfie” gravados por celulares, em uma estética mais ágil e barata. A iniciativa, inspirada pelo governador reeleito do Piauí, Rafael Fonteles (PT), busca dar capilaridade à militância e incentivar apoiadores a irem às ruas em busca da virada histórica.

Em uma dessas peças, o chefe do governo federal estimula seus apoiadores a fazer campanha. “Bora para a rua! Vamos ganhar essas eleições para não permitir que o retrocesso volte para esse país”, diz ele no vídeo.

Com informações da Folha de São Paulo

Opinião dos leitores

  1. Realmente colhemos o que plantamos Você vai colher e a possibilidade de sua prisão e muito mas muito grande

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IMPASSE NO TSE: Futuro político de Deltan Dallagnol será decidido hoje após votação expressiva no Paraná


Vinícius Schmidt/Metrópoles

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) pautou para esta quinta-feira (8) o julgamento definitivo do registro de candidatura de Deltan Dallagnol (Novo) ao Senado pelo Paraná. Com uma votação expressiva de 25,14% dos votos válidos conquistados no último domingo (4) em eleição para o Senado Federal, o ex-procurador do Ministério Público Federal (MPF) aguarda a decisão para saber se o resultado das urnas será validado.

O centro da disputa jurídica gira em torno da forma como Deltan deixou o MPF antes de ingressar na política. O relator do processo, ministro Floriano de Azevedo Marques, mantém posição contrária à elegibilidade do candidato. Na véspera do pleito, o magistrado havia indeferido o registro sob o argumento de que a exoneração ocorreu para blindar o ex-procurador de uma eventual inelegibilidade. Contudo, a decisão acabou sendo suspensa horas mais tarde em caráter liminar pelo presidente da Corte, Kassio Nunes Marques.

Em seu parecer, o relator destacou que Deltan tinha pleno conhecimento de que procedimentos disciplinares em curso poderiam resultar em penalidades severas, como demissão ou aposentadoria compulsória. “Não havia justificativa lógica para a exoneração do cargo a onze meses do pleito, senão o intento de se furtar à aplicação da lei”, apontou Floriano, classificando a saída antecipada como uma “estratégia fraudulenta para impedir a incidência da inelegibilidade”.

O histórico do caso

Antes de chegar ao plenário do TSE, a candidatura havia sido validada pelo Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR). No entanto, inconformado com a decisão regional, o Ministério Público Eleitoral recorreu à instância superior.

Agora, caberá ao plenário do TSE dar a palavra final sobre o caso, definindo se o expressivo capital político obtido por Deltan nas urnas paranaenses será ou não chancelado pela Justiça Eleitoral.

Com informações do Metrópoles

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Com avanço de apoios no Centrão, Flávio Bolsonaro amplia palanque contra Lula no 2° turno


Foto: Kebec Nogueira/Metrópoles

Em uma rápida reviravolta após o término do primeiro turno, o senador Flávio Bolsonaro (PL) conseguiu atrair quatro partidos para sua base de campanha em menos de uma semana e já negocia novas adesões cruciais para o embate decisivo contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), marcado para o próximo dia 25 de outubro.

União Brasil, PP, Novo e Republicanos já oficializaram palanque ao candidato liberal, enquanto o Podemos prepara o anúncio de sua adesão para a manhã desta quinta-feira (8). Em paralelo, emissários da campanha mantêm conversas avançadas para tentar somar o MDB ao bloco de sustentação.

A onda de apoios contrasta fortemente com o cenário enfrentado por Flávio no primeiro turno, quando o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) disputou o Palácio do Planalto de forma isolada, sem o respaldo formal de outras legendas. Mesmo sem a estrutura partidária tradicional na largada, ele surpreendeu nas urnas no último domingo (4) e terminou a etapa inicial na liderança, com 47,03% dos votos válidos, superando os 45,16% obtidos por Lula.

O movimento do Centrão e os palanques divididos

A guinada começou com a federação formada por União Brasil e PP. Após optarem pela neutralidade na primeira fase da disputa, as siglas decidiram migrar para o campo de Flávio. Na quarta-feira (7), foi a vez do Novo formalizar o apoio, seguido pelo Republicanos, cuja articulação contou com a influência direta do governador reeleito de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos).

Apesar do peso político da decisão nacional do Republicanos, o acordo preserva autonomias regionais e não impõe disciplina partidária integral. O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), deve manter seu alinhamento com Lula, refletindo o racha interno de legendas que tentam equilibrar palanques locais com a nova correlação de forças em Brasília.

Com informações do Metrópoles

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Geral

Crescimento do PL pressiona sucessão na Câmara e cria impasse para reeleição de Hugo Motta


Vinícius Schmidt/Metrópoles

O avanço expressivo do PL nas urnas em 2026 reconfigurou o tabuleiro político de Brasília e impôs um novo obstáculo às articulações para o comando da Câmara dos Deputados e do Senado Federal. Com a ampliação da bancada bolsonarista, a corrida pela recondução de Hugo Motta (Republicanos-PB) e de Davi Alcolumbre (União Brasil-AP) aos comandos das Casas em fevereiro de 2027 promete ser marcada por fortes negociações.

A situação de Hugo Motta ganhou centralidade nesta quarta-feira (7), durante o evento em que o Republicanos oficializou o apoio a Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno da eleição presidencial contra Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Em coletiva de imprensa, o presidente nacional do Republicanos, Marcos Pereira (SP), admitiu que a legenda já mapeou barreiras à permanência de Motta na presidência da Câmara. Segundo ele, o entrave não vem da cúpula aliada a Flávio, mas sim da base recém-eleita do PL.

“Evidentemente, eu já fui informado, a gente já tem consciência, o presidente Hugo Motta tem ciência de que há uma resistência do PL. Importante registrar que não é do Flávio, é da bancada eleita do PL. Mas isso é uma coisa que a gente vai ter que fazer um diálogo. Com diálogo se constrói”, ponderou Pereira.

Com informações do Metrópoles

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Política

Flavio de Beroi e prefeito de Nova Cruz anunciam apoio a Cadu

O candidato do PT ao Governo do RN, Cadu de Lula, anunciou esta noite (07) o apoio do ex-prefeito de Nova Cruz Flávio de Berói e do atual prefeito, Joaquim Nogueira, para o segundo turno das eleições.

O encontro foi divulgado por Cadu nas redes sociais, que destacou o diálogo sobre o futuro do Rio Grande do Norte e comemorou a adesão das lideranças políticas do município.

Opinião dos leitores

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Política

[VÍDEO] “EM BREVE FALAREI”: Augusto Cury faz mistério, diz que optou pelo silêncio, mas promete se pronunciar sobre segundo turno


O candidato derrotado a Presidência da República, Augusto Cury (Avante), publicou um vídeo nas redes sociais dizendo que operou “pelo silêncio”, mas prometeu que em breve revelará seu posicionamento sobre o segundo turno.

“Desde o primeiro turno, eu optei pela oração dos sábios, o silêncio. Quem não sabe se silenciar, não sabe se ouvir. (Quem não sabe se ouvir, não entende que as principais decisões humanas são solitárias”, divagou.

Na gravação, ele diz que conversará “olho no olho” com as pessoas “sobre pautas importantes, inclusive para pacificar esse país tão dividido, tão dilacerado”. “Essa guerra de ódios tem de terminar”, pregou, sem dar pistas se seu apoio irá para Lula (PT) ou Flávio Bolsonaro (PL).

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Política

[VÍDEO] “FOI A CEREJA DO BOLO”: Níkolas ironiza Janja por agressão chamando ele de “piá de bosta”

O deputado federal Nikolas Ferreira reagiu ao ataque da primeira-dama Janja Lula da Silva, que o chamou de “piá de bosta”, e tratou a declaração com ironia.

“Eu acho que a Janja ter me chamado de piá de bosta foi a cereja do bolo. Inclusive, eu agradeço publicamente à primeira-dama por fazer esse xingamento”, afirmou.

Nikolas disse ainda que a declaração “fala muito mais sobre ela” do que sobre ele e afirmou que o episódio acabou ampliando a repercussão de sua atuação política.

“Quando o presidente da República e a primeira-dama brigam com um mero deputado, realmente ela me ajudou bastante a reverberar ainda a minha voz”, ironizou.

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Política

Alunos do IFRN de Currais Novos são alvo de ataques políticos e pressão em grupo de WhatsApp

 

 

 

 

Mensagens mostram estudantes sendo chamados a deixar grupo por serem bolsonaristas e aluno sendo chamado de “pedófilo” durante discussão política.

Mensagens compartilhadas em um grupo de WhatsApp de alunos do IFRN de Currais Novos estão causando repercussão após estudantes serem alvo de ataques e pressão por suas posições políticas.

Em uma das mensagens, uma participante afirma que quem está incomodado com as discussões deveria “sair do grupo juntamente com os outros bolsonaristas”. Em outra, um estudante é chamado de “hipócrita” por votar na direita e recebe a orientação: “se não se contenta com o que o governo fez, é só sair”.

As mensagens também fazem referência ao fato de os estudantes estudarem em uma instituição federal, em uma tentativa de associar o direito de frequentar o IFRN às posições políticas defendidas por determinados governos.

Ataques que ultrapassam o debate político.

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