Um terrível acidente na noite dessa quarta-feira (22) resultou na morte de Leandro Justino de Lima, de 28 anos, no cruzamento da Avenida Belo Horizonte, no bairro das Rocas, zona leste de Natal. De acordo com a Polícia, a vítima trafegava com sua companheira em uma motocicleta CG 125, foi atingida por um ônibus da empresa Conceição e teve a sua cabeça decepada. Já Joelma Maria Silva de Faria, felizmente teve ferimentos leves e foi socorrida pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU).
Segundo a Polícia, uma testemunha que passava pelo local no momento do acidente teria visto o condutor da motocicleta cruzando a Avenida Belo Horizonte sem parar, batendo na lateral do ônibus.
Eduardo Bolsonaro ironizou nesta terça-feira (27) a notícia de que seu irmão, Flávio Bolsonaro (PL), teria deixado o Brasil pela fronteira com a Argentina para embarcar em um voo particular com destino aos Estados Unidos.
Questionado pela coluna de Mariana Sanches, do UOL, sobre a informação publicada pelo site argentino Infobae, Eduardo respondeu por WhatsApp: “Sim. E é o Elon Musk que está mandando um foguete”.
Em outra declaração, o ex-deputado afirmou que a notícia seria falsa e atribuiu a divulgação a uma tentativa da esquerda de justificar ações contra o senador.
Na sexta-feira (23), Eduardo havia declarado que, caso Flávio perdesse a eleição presidencial, deveria deixar o país. O senador foi derrotado por Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno, realizado no domingo (25).
A declaração anterior de Eduardo foi citada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), ao determinar medidas envolvendo os passaportes de Flávio. O senador afirmou ter sido intimidado durante uma abordagem da Polícia Federal após visitar o pai, Jair Bolsonaro.
O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou que a Polícia Federal investigue indícios de possível interferência de agentes e governos estrangeiros nas eleições brasileiras de 2026, incluindo suspeitas de apoio financeiro à campanha presidencial de Flávio Bolsonaro (PL).
Na decisão, Dino apontou a suspeita de uso intencional dos algoritmos de plataformas digitais para favorecer ou prejudicar candidatos durante a disputa eleitoral.
O ministro citou a Rockbridge Network, grupo conservador dos Estados Unidos que, segundo a decisão, teria participado de tratativas para obter apoio financeiro à campanha de Flávio Bolsonaro, com intermediação de Tallis Gomes e Pedro Sang.
Dino também determinou a apuração de possíveis relações entre apoio eleitoral e interesses econômicos de agentes estrangeiros nas terras raras e em outros minerais críticos brasileiros.
A investigação deverá apurar os indícios mencionados na decisão. As suspeitas citadas não representam, por si só, comprovação de irregularidades na campanha.
Aliados e advogados de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) tentavam falar com o senador na manhã desta terça-feira (27), mas não haviam conseguido contato até as 9h30. A movimentação ocorreu após o site argentino Infobae publicar uma notícia de que o parlamentar teria deixado o Brasil pela fronteira com a Argentina.
Segundo a coluna de Igor Gadelha, do Metrópoles, um advogado da campanha e aliados do senador, entre eles o publicitário Marcello Lopes, conhecido como Marcellão, informaram que não conseguiam falar com Flávio. Os últimos contatos bem-sucedidos teriam ocorrido na segunda-feira (26).
A coluna também tentou contato direto com o senador por telefone e mensagens, mas não obteve resposta.
Por volta das 7h30, o senador Rogério Marinho (PL-RN), coordenador-geral da campanha de Flávio, negou que o aliado tivesse deixado o Brasil. Procurado novamente para informar se havia conseguido falar com o senador após a publicação das notícias, Marinho não respondeu à pergunta.
Até a publicação da coluna, não havia confirmação independente de que Flávio Bolsonaro tivesse deixado o país.
Um dia após a derrota de Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno presidencial, o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) apresentou ao menos quatro requerimentos na Câmara dos Deputados para cobrar explicações do governo Lula sobre medidas adotadas ou anunciadas durante o período eleitoral.
Entre os questionamentos está o envio de mensagens a aposentados do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) informando que o comparecimento às urnas serviria como prova de vida. O parlamentar pediu esclarecimentos ao Ministério da Previdência sobre a iniciativa.
Nikolas também acionou o Ministério da Fazenda para questionar a desoneração de combustíveis adotada em outubro, entre o primeiro e o segundo turno. No requerimento, o deputado cobra transparência sobre os critérios econômicos utilizados e o momento de implementação da medida.
O parlamentar ainda solicitou informações sobre a promessa de Lula de perdoar dívidas e conceder benefícios a microempreendedores individuais (MEIs). O pedido questiona os critérios para a concessão dos benefícios e os impactos para os cofres públicos.
Outro requerimento foi encaminhado ao Ministério do Planejamento para solicitar dados sobre o impacto financeiro da proposta de tarifa zero no transporte público aos fins de semana.
Os pedidos buscam obter informações oficiais sobre as medidas e as promessas feitas pelo governo durante a campanha eleitoral.
O presidente Lula (PT) recebeu 7.015 votos, o equivalente a 72,3% dos votos válidos nas seções eleitorais do sistema prisional no segundo turno. Flávio Bolsonaro (PL) obteve 2.298 votos, ou 27,6%, segundo levantamento da coluna de Andreza Matais, do Metrópoles, com dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
No primeiro turno, Lula também havia vencido entre os presos provisórios e outras pessoas aptas a votar nas seções eleitorais instaladas em unidades prisionais. Na ocasião, o petista recebeu 7.155 votos, contra 2.351 de Flávio.
No Brasil, pessoas presas provisoriamente podem votar, desde que mantenham seus direitos políticos. Pessoas com condenação criminal transitada em julgado têm os direitos políticos suspensos enquanto durarem os efeitos da condenação.
Nordeste concentra os maiores percentuais de Lula
No Rio Grande do Norte, Lula obteve 84% dos votos nas seções eleitorais do sistema prisional, com 53 votos, contra 10 de Flávio Bolsonaro.
Na Paraíba, o petista alcançou 87,2%, enquanto no Piauí chegou a 85,4%. Em duas unidades prisionais nordestinas, Lula recebeu todos os votos válidos: 32 no Centro de Detenção Provisória de Aquiraz, no Ceará, e 10 no Presídio Regional de Sapé, na Paraíba.
Em São Paulo, estado com o maior número de presos provisórios votantes, Lula recebeu 2.156 votos, ante 546 de Flávio, o equivalente a 79,7% dos votos válidos.
Já os melhores resultados de Flávio entre os presos foram registrados em Goiás, com 46,6%; Mato Grosso, com 42,3%; e Amazonas, com 38,7%.
A emenda constitucional que prevê o fim da escala 6×1 foi promulgada pelo Congresso Nacional em 16 de outubro, mas a implementação das novas regras ainda terá um período de transição. O texto estabelece dois dias de descanso semanal remunerado, sem redução salarial, e redução gradual da jornada máxima de trabalho.
Segundo reportagem do site Visão da Direita, aliados do governo Lula articulam mudanças para estabelecer exceções à nova jornada em setores com escalas diferenciadas. A publicação afirma que uma nova proposta de emenda à Constituição estaria sendo preparada para tratar do assunto após o segundo turno das eleições.
A emenda constitucional já prevê a possibilidade excepcional de regimes compensatórios diferentes da escala 5×2, desde que estabelecidos por acordo ou convenção coletiva e respeitadas as regras de descanso. O texto também permite que uma lei complementar estabeleça medidas de adaptação para microempreendedores individuais, microempresas e empresas de pequeno porte.
A implementação está prevista para começar em dezembro de 2026, com jornada máxima de 42 horas semanais e dois dias de descanso. Após 12 meses, o limite será reduzido para 40 horas semanais.
A possibilidade de mudanças adicionais e a lista de eventuais exceções ainda dependem de confirmação oficial. A emenda promulgada já estabelece as regras gerais e as hipóteses de adaptação.
O senador Rogério Marinho (PL-RN), coordenador-geral da campanha de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) à Presidência, negou nesta terça-feira (27) que o parlamentar tenha deixado o Brasil.
“Não saiu”, afirmou Marinho à coluna de Igor Gadelha, do Metrópoles, na manhã desta terça-feira.
A declaração foi dada após o site argentino Infobae publicar uma notícia de que Flávio teria cruzado a fronteira com a Argentina e seguiria para os Estados Unidos em um voo privado.
A possível viagem passou a ser verificada pela Polícia Federal, que entrou em contato com autoridades argentinas para checar se o senador embarcou em algum aeroporto do país vizinho.
A Polícia Federal (PF) entrou em contato com autoridades da Argentina na manhã desta terça-feira (27) para verificar se o senador Flávio Bolsonaro (PL) viajou para o exterior por meio de algum aeroporto do país vizinho.
A checagem foi iniciada após o site argentino Infobae publicar uma notícia informando que Flávio teria deixado o Brasil pela fronteira com a Argentina, de onde seguiria para os Estados Unidos em um jatinho particular.
Segundo fontes da cúpula da PF ouvidas pelo Metrópoles, o senador não passou por nenhum ponto regular de migração brasileiro nas últimas horas. Integrantes da corporação, porém, admitem que ele poderia ter cruzado a fronteira sem passar pela fiscalização.
Até a publicação da reportagem, a possível viagem ainda estava sendo verificada pelas autoridades brasileiras.
Coordenador-geral da campanha de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ao Palácio do Planalto, o senador Rogério Marinho (PL-RN) negou à coluna de Igor Rodrigues, no Metrópoles, que o candidato tenha deixado o Brasil.
O vereador Robson Carvalho assumiu, nesta segunda-feira (26), a presidência interina da Câmara Municipal de Natal (CMN). Primeiro vice-presidente da Mesa Diretora, ele ficará à frente do Legislativo até 6 de novembro, durante o afastamento do presidente Eriko Jácome, que participará de um evento internacional representando a Câmara Municipal de Natal.
Durante o período de interinidade, Robson exercerá integralmente as atribuições e prerrogativas da presidência. No exercício do terceiro mandato e após dez anos de atuação na Câmara, o parlamentar destacou a importância de assumir o comando da instituição, especialmente neste momento de sua trajetória política, após ter sido eleito deputado estadual.
“É uma honra muito grande e uma responsabilidade acima de tudo. E nós vamos fazer aqui durante esse período uma gestão democrática, participativa com os demais vereadores e também com os servidores da Casa”, afirmou Carvalho.
O parlamentar também ressaltou o significado pessoal da posse, que ocorre em um momento de transição de sua carreira política. “Já sinto saudade dessa Casa. Então, esse momento é muito especial para mim. É um momento marcante e é um momento em que a gente vai aproveitar todos os segundos para dar o melhor da gente”, declarou.
O presidente Eriko Jácome manifestou confiança na condução dos trabalhos pelo vice-presidente. Segundo ele, Robson Carvalho dará continuidade às atividades do Legislativo municipal durante sua ausência.
De acordo com o procurador-geral adjunto da Câmara Municipal de Natal, Leonardo Scherma, a substituição do presidente pelo primeiro vice-presidente ocorre automaticamente em situações de afastamento temporário, conforme as regras regimentais. A solenidade e a assinatura do termo de posse formalizam a transferência e dão publicidade ao ato.
O senador Flávio Bolsonaro (PL) teria deixado o Brasil na noite de segunda-feira (26), com destino à Argentina, de onde seguiria para os Estados Unidos em um voo privado. A informação foi publicada pelo site argentino Infobae.
O Infobae é o maior site de notícias da Argentina e, de acordo com pesquisa do Reuters Institute for The Study of Journalism de 2026, um dos veículos mais confiados pelos argentinos.
O senador Rogério Marinho (PL-RN), coordenador-geral da campanha de Flávio à Presidência, negou a informação ao portal Metrópoles. “Não saiu”, afirmou.
A suposta viagem ocorre após o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes determinar que Flávio entregue os passaportes comum e diplomático à Polícia Federal (PF) em até 24 horas. A decisão também proíbe o senador de manter contato com o advogado Willer Tomaz.
Segundo o UOL, dados consultados no Flightradar24 indicavam um voo de Buenos Aires para Puerto Iguazú na noite de segunda-feira, mas não havia registros de decolagens nesta terça-feira (27). O portal informou que tentava contato com a assessoria de Flávio.
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