Se a propria TN vaza essa pesquisa antes mostra o desespero para tentar o segundo turno.
Improvavel, mas continuo esperando apostadores em Hermano, caso em especie ou em papeis validos conforme o cliente.
Flávio Bolsonaro (PL) aparece numericamente à frente do presidente Lula (PT) em um eventual segundo turno da eleição presidencial, segundo pesquisa PoderData/Aya divulgada nesta quinta-feira (3). O senador tem 45% das intenções de voto, contra 44% de Lula.
A diferença de um ponto percentual configura empate técnico dentro da margem de erro, de 1,8 ponto. Brancos e nulos somam 8%, enquanto 3% não souberam responder.
O resultado mostra uma inversão em relação à pesquisa anterior, divulgada no fim de agosto. Na ocasião, Lula tinha 45% e Flávio, 44%.
Outros cenários
Contra Romeu Zema (Novo), Lula aparece com 44%, ante 42% do ex-governador de Minas Gerais. O mesmo placar é registrado no confronto com Ronaldo Caiado (União): 44% a 42%.
Na disputa contra Renan Santos (Missão), Lula marca 44% e o adversário, 39%.
A pesquisa PoderData/Aya ouviu 3.000 pessoas em 716 municípios das 27 unidades da Federação entre 30 de agosto e 2 de setembro. A margem de erro é de 1,8 ponto percentual, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no TSE sob o número BR-07561/2026.
A nova faixa de areia da Praia de Ponta Negra, fruto do aterro hidráulico da engorda, ganhará um complexo com 12 quadras esportivas voltadas para a prática de vôlei de praia, futevôlei e beach tennis. O projeto da Prefeitura do Natal, situado nas proximidades do quiosque 20 e em frente ao hotel Manary, contempla também infraestrutura de iluminação em LED, bancos, telas de proteção e paisagismo.
O investimento estimado é de R$ 232.615,77, com aportes oriundos do Fundo de Urbanização (FURB), sob gestão da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Urbanismo (Semurb). O prazo de execução das obras é de 60 dias após a assinatura da ordem de serviço. Segundo o prefeito Paulinho Freire, a iniciativa fortalece o esporte amador e profissional e fomenta o turismo esportivo na capital potiguar.
O complexo será dividido em três módulos de quatro quadras cada, com áreas de jogo medindo 8 x 16 metros e opções de afastamento de três ou cinco metros em relação às telas de proteção. Conforme o titular da Secretaria Municipal de Esporte e Lazer (SEL), Hermes Câmara, as dimensões oficiais visam credenciar o espaço para sediar campeonatos de nível nacional e internacional.
A execução do projeto integra um esforço conjunto de pastas municipais: a Semurb responde pelo projeto, a Secretaria Municipal de Serviços Urbanos (Semsur) pela iluminação e a Secretaria Municipal de Infraestrutura (Sinfra) pela montagem estrutural. A fiscalização e a posterior administração do espaço ficarão a cargo da SEL, que definirá regras de uso, horários e critérios de agendamento após a conclusão das obras.
O governo e a campanha à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva enfrentam forte estagnação política, refletida diretamente nos dados da última pesquisa Quaest. O levantamento aponta o petista empatado tecnicamente com Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno, além de registrar quedas consistentes de popularidade no Nordeste e perda entre o eleitorado mais jovem. O cenário se complica com o crescimento de Augusto Cury na disputa, reduzindo votos válidos em favor do petista e inviabilizando qualquer perspectiva de vitória já no primeiro turno.
Diante do cenário adverso, a avaliação interna é de que a base governista falha em mobilizar sua principal bandeira de apelo popular: a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que propõe o fim da escala de trabalho 6×1. Enquanto Flávio Bolsonaro e seu coordenador, o senador Rogério Marinho (PL-RN), atuaram abertamente nos bastidores para atrasar e tentar barrar a tramitação da matéria no Senado, que acabou sendo aprovada nesta quarta-feira (2). Com exceção de aparições pontuais do próprio presidente, parlamentares e ministros evitam unificar o coro nas redes sociais para expor a resistência da oposição aos direitos trabalhistas.
A oposição tenta se beneficiar da crise do STF para atingir Lula, que ficou associado a Alexandre de Moraes e à ala ligada a ele na corte do Supremo. No momento, o presidente está encurralado diante dessa crise e não tem conseguido se beneficiar como esperado da proposta do fim da escala 6×1.
Com informações do Blog de Vera Magalhães / O Globo
O encontro com os amigos de Aize foi marcado por uma grande mobilização e entrou para a história política de João Câmara como um dos maiores encontros já realizados no município. O evento reuniu apoiadores, lideranças e integrantes do grupo que acompanha a prefeita Aize, em uma demonstração de força e unidade.
Durante o encontro, Aize fez uma prestação de contas das principais ações realizadas pela gestão e destacou os avanços conquistados em áreas como saúde, educação, assistência social, desenvolvimento, cultura e infraestrutura.
A prefeita também fez questão de agradecer ao time que, segundo ela, tem sido fundamental para transformar os resultados da gestão em ações concretas para a população.“Eu não estou sozinha. Eu tenho vocês. E por trás da gente existe um time trabalhando todos os dias para fazer João Câmara avançar”, destacou Aize.
O encontro também reforçou o clima de mobilização para a campanha e a defesa da continuidade do projeto político que, segundo a prefeita, vem promovendo uma nova realidade para João Câmara.
A grande presença no evento deixou um recado claro: Aize tem grupo, tem força política, tem trabalho e não está sozinha.
A Justiça do Rio Grande do Norte determinou que nenhum dos 15 réus acusados pelos homicídios do Massacre de Alcaçuz será julgado pelo Tribunal do Júri. A sentença foi proferida pelo Colegiado da Unidade Judiciária de Delitos de Organizações Criminosas (UJUDOCRim) e tornada pública após quase uma década do episódio mais sangrento do sistema prisional potiguar.
O colegiado decidiu pela impronúncia dos 15 acusados em relação às 26 ocorrências de homicídio qualificado, por entender que o acervo probatório reunido ao longo do processo não oferece indícios suficientes de autoria para enviá-los ao júri popular. Os réus também foram absolvidos das acusações de dano qualificado e ocultação de cadáveres.
Especialistas jurídicos lembram que a impronúncia não equivale à absolvição definitiva pelas mortes: a medida indica apenas que faltam elementos probatórios materiais nesta fase processual, abrindo margem para que o Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN) apresente recursos para tentar reverter o entendimento.
Embora tenham escapado do júri popular pelos assassinatos, quatro réus acabaram condenados por integração a organização criminosa. Apontado como líder com função de comando, João Francisco dos Santos, conhecido como “Dão”, recebeu pena de 5 anos, 1 mês e 7 dias de reclusão, além de 15 dias-multa, com agravante pelo uso de armas de fogo. No mesmo dispositivo, Thiago Medeiros Conforte, Jefferson Santos da Silva e Victor Guilherme Cavalcanti de Oliveira foram condenados a 3 anos, 9 meses e 12 dias de prisão. A sentença, contudo, não vinculou a autoria direta de Dão aos homicídios.
O Massacre de Alcaçuz ocorreu em janeiro de 2017 no complexo penitenciário situado em Nísia Floresta, na Grande Natal. A rebelião e o confronto entre facções rivais aconteceu após a invasão do Pavilhão 4 por detentos vindos do Pavilhão 5 do Presídio Rogério Coutinho Madruga e resultou em 26 mortes.
Larissa Rosado, presidente do PSB no Rio Grande do Norte, em entrevista a 96FM. Foto: Acervo / Agora RN
Os oito candidatos do PSB a deputado federal no Rio Grande do Norte avaliam uma desistência coletiva das eleições de 2026. A nominata relata falta de apoio partidário, ausência de estrutura mínima e falta de recursos financeiros, o que inviabiliza a continuidade das campanhas.
A crise veio a público por meio de uma nota conjunta dos postulantes, que alertam que uma retirada em massa esvaziaria a chapa proporcional e dizimaria as chances do partido de eleger representantes para a Câmara dos Deputados.
Até a última terça-feira (1º), nenhum dos nomes havia tido acesso aos recursos do Fundo Eleitoral. O grupo também aponta déficits em frentes básicas, como assistência jurídica e contábil, produção de propaganda e confissão de material gráfico. Nos bastidores, a cúpula partidária tenta viabilizar equipes de marketing e impressos, mas sem garantias de repasses de verbas em dinheiro.
O diretório estadual do PSB é comandado por Larissa Rosado, candidata a vice-governadora na chapa encabeçada por Cadu de Lula (PT). Embora a direção nacional tenha acumulado cerca de R$ 152 milhões do Fundo Eleitoral, nenhuma fatia foi direcionada aos candidatos potiguares nesta fase inicial.
O grupo mantém negociações em andamento com as instâncias estadual e federal da sigla, aguardando um desfecho prático antes de oficializar a ruptura. Não há um prazo estipulado para o martelo ser batido.
A Procuradoria-Geral da República (PGR) firmou um acordo de delação premiada com João Carlos Mansur, fundador da gestora Reag. Nos depoimentos e materiais entregues, Mansur revelou novos detalhes sobre os crimes financeiros de Daniel Vorcaro e do Banco Master, além de delatar outros operadores do esquema. Trata-se da primeira colaboração oficializada pela PGR no âmbito da Operação Compliance Zero. A defesa do gestor preferiu não se manifestar.
O documento foi encaminhado ao gabinete do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF). Nos próximos dias, Mendonça deve conduzir uma audiência para avaliar a espontaneidade da colaboração e os requisitos legais, etapa que antecede a homologação e valida o acordo como meio de prova. A proposta inicial apresentada por Mansur envolvia 17 eixos de investigação e o pagamento de uma multa de R$ 40 milhões.
A efetivação do acordo dificulta as tratativas para uma eventual delação do próprio Daniel Vorcaro. Embora o ex-banqueiro tenha alterado sua equipe jurídica na tentativa de retomar as conversas, investigadores demonstraram desinteresse, avaliando que Mansur forneceu informações mais inéditas e relevantes sobre o fluxo de recursos desviados pelo Master. A gestora Reag gerenciava fundos de investimento utilizados por Vorcaro para drenar dinheiro do sistema financeiro para fins pessoais e para o pagamento de propina.
Álvaro Dias (PL) impôs o ritmo do debate da 98 FM/Jovem Pan e deixou os adversários na defensiva. Cobrou de Allyson Bezerra (União Brasil) explicações sobre a Operação Mederi, desmontou a ligação de Cadu Xavier (PT) com o governo Fátima Bezerra e ancorou cada proposta em obra entregue.
O momento mais duro veio na cobrança sobre a Operação Mederi, investigação da Polícia Federal sobre suposto esquema em contratos de medicamentos em Mossoró. Álvaro questionou os indícios apontados pela PF de que 15% seriam destinados ao então prefeito. “O senhor precisa explicar os desvios de medicamentos em Mossoró. Pela matemática de Mossoró, menos da metade dos medicamentos comprados era entregue”, afirmou. Voltou à carga em seguida: “O senhor não se envergonha de estar sendo investigado pela Polícia Federal? Fale a verdade. O senhor está mentindo. O senhor é um candidato de fantasia.”
Com Cadu, o desmonte foi político. “O senhor deveria ter adotado o nome Cadu de Fátima. Eu acho que o senhor vive em outro estado. O senhor não mora na cidade de Natal”, disparou, antes de contrapor números à crítica do petista: “Terminamos seis anos de gestão com 600 obras concluídas.”
Entre as entregas, defendeu a engorda de Ponta Negra — que preservou a praia e o Morro do Careca e sustentou o turismo e milhares de trabalhadores da região — e citou a Escola Municipal Padre Tiago Theisen, em tempo integral, na Zona Norte, com mil vagas, três refeições diárias, biblioteca, piscina e pista de atletismo. Na saúde, apresentou o Hospital Municipal de Natal, com leitos, UTI, centro cirúrgico e diagnóstico por imagem, como o maior investimento da história da saúde pública da capital — e o contrapôs à estrutura deixada por Allyson em Mossoró.
Na segurança, cobrou o avanço das facções e a incapacidade do governo estadual de enfrentar o crime organizado, defendendo prioridade para a área, fortalecimento das forças policiais e investimento em capacidade operacional. Na economia, apontou a revisão do Plano Diretor de Natal como medida que destravou investimentos e defendeu qualificação profissional conforme as vocações de cada região.
Álvaro encerrou o debate como o único a sustentar propostas em cima de obras entregues, apresentando a gestão em Natal como referência para o que pretende fazer no Governo do Rio Grande do Norte.
Em depoimento prestado ao gabinete do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), o banqueiro Daniel Vorcaro afirmou que o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, seria o responsável pelo travamento de sua delação premiada. Segundo o banqueiro, a resistência ocorreu porque o chefe da corporação temia ser exposto pelas revelações. A oitiva aconteceu na última quinta-feira (27) na Papudinha, foi conduzida pelo juiz auxiliar João Azambuja e contou com a presença de procuradores e dos advogados de defesa Daniel Bialski e Engels Muniz.
Durante o registro, que foi gravado em vídeo e ata, Vorcaro fez menções a viagens e despesas que teriam sido custeadas em favor de Andrei Rodrigues, embora não tenha apresentado provas materiais na ocasião. O banqueiro também relatou ter sofrido supostas intimidações, torturas psicológicas e tratamentos desumanos durante transferências entre unidades prisionais.
Em resposta às declarações, Andrei Rodrigues classificou as acusações como mentiras e chamou o banqueiro de canalha em conversas com pessoas próximas. O diretor-geral da PF contestou a narrativa ao lembrar que foi o próprio Vorcaro quem escolheu cumprir prisão nas dependências da corporação, além de questionar por que o delator não formalizou o acordo diretamente com a Procuradoria-Geral da República (PGR).
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva conversou na última terça-feira (1º) com o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, sobre a crise instalada na corte após a revelação de mensagens trocadas entre o ex-banqueiro Daniel Vorcaro e o ministro Alexandre de Moraes. Buscando demarcar distância de um aliado histórico para evitar contaminações em sua campanha de reeleição, o petista definiu com seu grupo político que a linha oficial será a de que ninguém está acima da lei.
No mesmo dia, Lula foi procurado pelo decano da corte, Gilmar Mendes, que alertou sobre a falta de apoio institucional à cúpula da Polícia Federal. O recado ocorreu em meio ao embate entre o diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, e o ministro André Mendonça, responsável por determinar o relatório que expôs as conversas de Moraes com Vorcaro.
Enquanto o presidente do PT, Edinho Silva, publicou vídeo afirmando que “o sistema apodreceu” e defendendo um código de ética para o Judiciário, a avaliação no entorno presidencial é de que Lula não deve levantar o tema voluntariamente, respondendo apenas se for questionado. Aliados recordam que o próprio petista já havia cobrado publicamente em abril que Moraes se declarasse impedido no caso do Banco Master, alertando-o para não jogar fora sua biografia.
As revelações de que Vorcaro consultou Moraes sobre uma possível fuga do país dias antes de ser preso somadas a um contrato de R$ 131 milhões entre o escritório da esposa do ministro, Viviane Barci de Moraes, e a instituição financeira geraram forte desgaste. Historicamente apoiado pelo STF, o governo federal vê o caso repercutir diretamente nas urnas. Pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira (2) mostra Lula tecnicamente empatado com Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno, com 42% a 41% das intenções de voto.
Do outro lado, a oposição aproveitou o escândalo para intensificar pressões. Em comício realizado em Porto Alegre na noite de quarta-feira, Flávio Bolsonaro atacou duramente o ministro e o presidente, cobrando um posicionamento firme do governo. “Eu não sei se quem governa o Brasil hoje é o Lula ou o Alexandre de Moraes”, declarou o senador, exigindo a saída imediata do petista do cargo sob a acusação de omissão.
De acordo com a coluna de Andreza Matais, do Metrópoles, Lula manteve conversas com o presidente do Supremo, Edson Fachin; com o diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues; e com o ministro André Mendonça. Entre terça (1º) e quarta (2), o presidente também tratou do tema em duas reuniões realizadas no Palácio do Planalto.
A colunista relatou que Lula tem se mostrado preocupado com o rompimento entre Andrei e Mendonça, relator do inquérito do Banco Master. Ele teme o isolamento de Andrei, que se distanciou do ministro da Justiça, Wellington Silva, e do chefe da Advocacia-Geral da União (AGU), Jorge Messias.
Em conversas individuais, Lula afirmou que não é de seu interesse alimentar a crise e que seu objetivo é ajudar a pacificar o ambiente.
Com informações da Folha de São Paulo e do Metrópoles
Se a propria TN vaza essa pesquisa antes mostra o desespero para tentar o segundo turno.
Improvavel, mas continuo esperando apostadores em Hermano, caso em especie ou em papeis validos conforme o cliente.