Roberto Jefferson, Luciano Hang, Allan dos Santos e mais: veja lista de contas bloqueadas pelo twitter por decisão judicial em decorrência do inquérito das fake news
O STF está de parabéns ao cumprir seu papel. Aos que reclamam de perseguição política, sugiro que denunciem com provas quem anda espalhando mentiras na internet e assim contribuirão de forma muito mais produtiva do que ficar xingando juíz em caixa de comentários.
Roberto Jeferson fez uma série de acusações contra ministros do STF. Acusações seríssimas. Não vi ou ouvi dizer que seria processado. Por que será? Estranho.
Vem ca!!
Nessa lista do cabeça de P… só tem bolsonariatas??
BOZO DE NOVO!!
vao inventar muito pra desgastar o presidente Bolsonaro.
Kkkkkkkk
Efeito bolo, quanto mais bate, mais cresce.
Bata nego, pode bater, bata com força que não sinto doer.
Kkkkkkkkkk
Reeleito em primeiro turno.
O véi tá ESTOURADO.
Kkkkkkkk
Rui Barbosa? Tá bem atual, hein? O Rui Barbosa perdeu a eleição de 1910 para Hermes da Fonseca. Foi a campanha da pena contra a espada. A espada ganhou. Em quem você você votaria? Num intelectual ou num milico armado?
Rui Barbosa numa época de anti-erudição? Só temos eruditos parvos, tanto de direita quanto de esquerda. Não traduzem/comentam/criam nada de relevante, apenas fantoches políticos.
Triste daquele que busca cultura…
Imagens divulgadas nas redes sociais revelam a força devastadora do incêndio que consumiu, em poucos minutos, um complexo residencial em Hong Kong na quarta-feira (26). As chamas se espalharam com velocidade impressionante, transformando prédios inteiros em colunas de fogo e fumaça.
O saldo é trágico: ao menos 146 mortos e quase 300 desaparecidos. Segundo a Reuters, trata-se provavelmente do incêndio mais mortal em Hong Kong desde a Segunda Guerra Mundial.
As gravações mostram um cenário desesperador: andaimes sendo arremessados dos edifícios, ainda envoltos nas redes verdes usadas para obras, enquanto o fogo avançava sem controle por vários blocos de Wang Fuk Court. O complexo, extremamente adensado, reúne oito prédios com 2 mil apartamentos, onde vivem mais de 4.600 pessoas — milhares delas surpreendidas pela tragédia em plena madrugada.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) gravou um pronunciamento que irá ao ar em cadeia nacional de rádio e televisão neste domingo (30), às 20h30. A fala, com pouco mais de seis minutos, terá como eixo central a sanção da lei que isenta do Imposto de Renda quem recebe até R$ 5 mil mensais, uma das principais promessas feitas pelo petista durante a campanha de 2022.
A medida, aprovada nesta semana, passa a valer a partir de janeiro de 2026 e deve beneficiar mais de 15 milhões de contribuintes, segundo estimativas da equipe econômica.
O governo afirma que a nova faixa de isenção só foi possível após a taxação das altas fortunas, apresentada como forma de corrigir distorções na distribuição da carga tributária.
Além de destacar o impacto da nova política de renda, que também prevê descontos para quem ganha até R$ 7.350, Lula deve citar a retomada de programas sociais e os indicadores econômicos recentes.
O governo aponta que o país registra, neste momento, o menor índice de desemprego da série histórica e crescimento acima da média regional.
Lula continuará em Brasília neste fim de semana, sem compromissos públicos. A agenda da próxima semana inclui viagem ao Nordeste, com inauguração de barragens em Pernambuco e a entrega das primeiras Carteiras Nacionais Docentes e de equipamentos do Programa Mais Professores, no Ceará.
Durante duas décadas, o Nordeste foi sinônimo de terreno seguro para o PT. Mas essa dinâmica mudou. Para analistas ouvidos em encontro promovido pelo UBS com empresários e clientes, nesta quarta-feira (26), a região mantém importância estratégica para Lula, porém deixou de ser um reduto automático.
O desgaste acumulado e as transformações sociais recentes criaram um ambiente mais volátil — e, em alguns casos, mais hostil — para o governismo.
Segundo o cientista político Andrei Roman, cofundador da AtlasIntel, há uma mudança estrutural em curso no comportamento do eleitorado nordestino. Pesquisas recentes registram uma queda no desempenho do petista na região, reflexo de fatores que se somam e fragilizam uma equação que antes parecia estável.
O primeiro deles é o esvaziamento simbólico dos programas de transferência de renda. Durante anos, o Bolsa Família funcionou como elo central entre o Nordeste e o PT, mas perdeu força eleitoral. Roman observa que o programa se tornou menos determinante ao longo do tempo, tanto pela longevidade quanto pelo fato de Jair Bolsonaro ter elevado seu valor em 2022.
“Hoje já não existe mais aquele temor de que um governo de direita vá acabar com o programa”, explicou. A consequência seria direta: o vínculo automático com o lulismo enfraquece.
O segundo ponto levantado pelo pesquisador é o desgaste dos governadores aliados da esquerda. “Não temos mais campeões de popularidade como antes”, afirmou, citando Bahia e Ceará entre os casos de maior declínio de aprovação.
Para ele, quando governadores perdem apoio, parte desse desgaste respinga no governo federal, especialmente em uma região onde o eleitor tende a associar problemas cotidianos a Brasília.
O terceiro fator é o avanço do crime organizado e da violência. Roman destacou que a deterioração da segurança pública cresceu de forma acentuada fora das capitais, afetando cidades médias e pequenos municípios. A percepção de insegurança fragiliza a imagem de eficiência estatal e amplia o sentimento de frustração com os governos locais e nacional.
Além desses três vetores, há uma transformação no perfil do eleitor mais decisivo da região. O especialista apontou que o “swing voter” do Nordeste se concentra nas periferias urbanas, um eleitorado menos fiel ao lulismo, mais sensível ao custo de vida e à qualidade dos serviços públicos. “É um eleitor muito mais atento ao cotidiano do que ao debate ideológico”, disse.
O resultado é um Nordeste mais competitivo. Não se trataria de um rompimento com o PT, mas de um ambiente que exige maior presença, respostas mais rápidas e uma estratégia que vá além do apelo histórico dos programas sociais.
A mudança também reposicionaria o mapa da disputa: se antes o Nordeste compensava eventuais perdas no Sudeste, agora os dois frontes tendem a ser igualmente acirrados, ampliando o peso das periferias das grandes capitais nordestinas no tabuleiro de 2026.
A defesa do general Augusto Heleno informou ao ministro Alexandre de Moraes que é incorreta a informação de que o ex-ministro teria recebido diagnóstico de Alzheimer em 2018. Segundo os advogados, o diagnóstico definitivo ocorreu em janeiro de 2025, após primeiros sinais de falhas de memória registrados no fim de 2022.
A manifestação foi enviada neste sábado (29/11), após Moraes determinar que a defesa apresentasse, em cinco dias, os documentos médicos que comprovem o quadro clínico. Os laudos revelados durante a semana mostram exames, consultas e evolução da doença entre 2022 e 2025, incluindo o parecer que confirma demência mista (Alzheimer e demência vascular).
A defesa diz que a referência a 2018 foi um equívoco decorrente da própria condição de Heleno durante o exame de corpo de delito. Os advogados anexaram uma planilha com registros médicos de 2000 a novembro de 2025 e reiteraram que o regime fechado pode agravar irreversivelmente o estado de saúde do general.
Ao final, a defesa pede que Heleno cumpra prisão domiciliar, em caráter humanitário e com urgência.
O Congresso Nacional deve finalmente avançar nesta semana na votação da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2026, após meses de paralisação no calendário orçamentário. A Comissão Mista de Orçamento (CMO) marcou para terça-feira (2) a análise do parecer do relator, Domingos Neto (PSD-CE). A expectativa é de votação em sessão do Congresso na quarta (3).
O avanço ocorre após sucessivos adiamentos motivados por impasses políticos e pela dependência de votações fiscais consideradas essenciais pelo governo.
A LDO define prioridades, metas e a base da Lei Orçamentária Anual (LOA), influenciando gastos obrigatórios, investimentos e programas sociais.
O atraso pressiona o planejamento do Executivo e repete o cenário do ano anterior, ampliando críticas ao desgaste do processo orçamentário. A aprovação nesta semana abriria caminho para a fase final da negociação da LOA de 2026, permitindo ajustes nas estimativas de receitas e parâmetros macroeconômicos.
Nos bastidores, integrantes da CMO afirmam que o clima político está mais favorável, com esforço do governo para acelerar pautas fiscais e pressão do Congresso por uma definição.
O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, condicionou o avanço da LDO à aprovação de medidas que reduzam gastos tributários — entre elas, o projeto que aplica corte linear em benefícios fiscais, considerado crucial para o cumprimento das metas do arcabouço fiscal.
Se o calendário for mantido, deputados e senadores devem concluir ainda nesta semana um dos principais entraves da agenda orçamentária.
O governo federal revisou para baixo a estimativa do salário mínimo de 2026. A projeção caiu de R$ 1.631 para R$ 1.627, segundo atualização enviada pelo Ministério do Planejamento ao Congresso.
A redução reflete o comportamento da inflação, que vem subindo menos que o esperado. Como o INPC — índice usado para calcular o reajuste — deve fechar o ano abaixo da estimativa inicial, o aumento do mínimo também será menor.
Se o novo valor se confirmar, o salário mínimo de 2026 terá alta de cerca de 7,2% sobre o piso atual (R$ 1.518).
O valor final deve ser conhecido nos próximos dias, após a divulgação oficial do INPC. A diferença, porém, não deve ser significativa em relação à projeção de R$ 1.627.
A fórmula de correção considera:
a inflação acumulada em 12 meses até novembro (INPC);
o crescimento do PIB.
Pelas regras do arcabouço fiscal, o reajuste não pode ultrapassar 2,5% acima da inflação.
Nossa que queda brusca de 4 reais…kkkkkk
Ainda assim o enorme reajuste de 6 reais que o Bolsonaro deu em 2019 foi melhor…kkkkk
#voltaMito
#saudadedoMito
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Logo depois de assumir o comando da COP30, o Brasil passou a enfrentar desgaste internacional ao sancionar medidas internas vistas como contrárias ao discurso de transição energética. O país apresentará, em 2026, um plano para orientar a transição dos combustíveis fósseis e o combate ao desmatamento, mas a coordenação já nasce pressionada: na semana seguinte à conferência, o governo prorrogou o uso do carvão até 2040 e o Congresso derrubou vetos ao novo marco de licenciamento ambiental, reacendendo dúvidas sobre a liderança brasileira na agenda climática.
A COP30 aprovou o chamado Mecanismo de Belém, que orienta uma transição global justa e prevê cooperação internacional, recursos e requalificação de trabalhadores de regiões dependentes de combustíveis fósseis. Também houve promessa de triplicar os fundos para adaptação climática até 2035. Mas o Brasil enfrentou resistência ao tentar inserir nas decisões formais um roteiro global para transição dos fósseis — movimento puxado por Lula e Marina Silva, mas criticado por negociadores que temeram politização excessiva e perda de neutralidade da presidência brasileira.
As decisões domésticas ampliaram o desgaste. A prorrogação das usinas a carvão contrariou o Ministério do Meio Ambiente e deve custar até R$ 107 bilhões aos consumidores até 2040, segundo o Instituto Arayara. Já o novo licenciamento ambiental, flexibilizado após queda de 63 vetos no Congresso, reacendeu alertas de inconstitucionalidade e risco às metas climáticas. Especialistas lembram que o STF já reconheceu o Acordo de Paris como tratado de direitos humanos, o que permite contestar leis internas que enfraqueçam a política climática nacional.
Entre pressões políticas e obrigações climáticas, o governo tenta equilibrar segurança energética, empregos e compromissos internacionais. Para ambientalistas, porém, a manutenção do carvão e o afrouxamento do licenciamento colocam em xeque a credibilidade do país enquanto líder global da transição. Caberá ao Brasil construir, até 2026, o “mapa do caminho” da COP30 — enquanto tenta resolver contradições internas que desafiam seu próprio discurso climático.
O ministro Alexandre de Moraes, do STF, decidiu colocar sob lupa o pedido de prisão domiciliar feito pela defesa do general Augusto Heleno e exigiu uma série de documentos médicos antes de tomar qualquer decisão. Heleno, condenado por suposta participação em um plano golpista atribuído pela Corte ao entorno do ex-presidente Jair Bolsonaro, está detido desde terça-feira (29) no Comando Militar do Planalto, em Brasília.
A defesa informou que o general convive com demência mista — incluindo Alzheimer — desde 2018. A declaração levou a Procuradoria-Geral da República a se posicionar a favor de que Heleno cumpra a pena de 21 anos em casa, citando razões humanitárias. Mesmo assim, Moraes quer uma devassa completa no histórico clínico do militar.
A decisão do ministro, publicada neste sábado (29), dá cinco dias para que a defesa apresente:
• o exame inicial de 2018 que teria indicado sinais de Alzheimer ou demência mista; • todos os prontuários, relatórios, laudos médicos, avaliações neuropsicológicas e psiquiátricas produzidos desde então; • comprovação de consultas, datas, médicos responsáveis e evolução do quadro nos últimos seis anos.
Moraes ainda destacou que o período alegado da doença coincide justamente com a época em que Heleno comandou o GSI no governo Bolsonaro. O ministro quer saber se o diagnóstico foi oficialmente informado ao serviço médico da Presidência ou a qualquer órgão do governo federal na época.
Todo o material ficará sob sigilo, segundo o despacho, por envolver dados sensíveis da vida privada do general.
PGR defende prisão domiciliar
O procurador-geral da República, Paulo Gonet, opinou pela concessão do benefício. Ele afirma que a jurisprudência do próprio STF admite o regime domiciliar para condenados com doenças graves que demandem tratamento impossível de ser oferecido em ambiente prisional adequado.
Ao comunicar o Exército sobre sua condição, Heleno anexou um relatório médico mencionando perda de memória recente, hipertensão e prisão de ventre. No exame de corpo de delito, porém, a médica responsável afirmou que o general estava lúcido, com sinais vitais normais e aparência condizente com a idade — relatando apenas dor nas costas como queixa atual.
Antes de ver seu império financeiro ruir, Daniel Vorcaro — ex-dono do Banco Master — havia encomendado um iate avaliado em mais de R$ 500 milhões (cerca de 100 milhões de euros) em um estaleiro europeu. A embarcação, símbolo do estilo de vida extravagante do banqueiro, nunca chegou às suas mãos: o luxo ficou no papel enquanto a Justiça o alcançava. A informação é do colunista Lauro Jardim, do O Globo.
Vorcaro foi preso na Operação Compliance Zero, que investiga um suposto esquema de fraudes bilionárias dentro do Banco Master. Dias depois, o banco foi colocado em liquidação extrajudicial, agravando a crise e deixando credores sob expectativa do Fundo Garantidor de Créditos.
Neste sábado (29), o Tribunal Regional Federal da 1ª Região autorizou a soltura do empresário, que agora cumpre medidas cautelares — tornozeleira eletrônica, proibição de sair do país e veto a qualquer atividade no sistema financeiro. A PF já havia bloqueado bens e acessado documentos que detalham o rastreamento de recursos da instituição.
A situação do iate segue indefinida: segundo pessoas próximas à negociação, a construção estava em fase avançada, mas não será liberada ao ex-banqueiro enquanto durar o imbróglio judicial que envolve o Master e seus ex-executivos. A queda de Vorcaro, que há poucos meses circulava como um dos nomes mais agressivos do mercado financeiro, se tornou um dos capítulos mais simbólicos do colapso da instituição.
Após três adiamentos, a segunda parte da biografia de Luiz Inácio Lula da Silva, escrita por Fernando Morais, agora está prevista para 2026 — e chegará às livrarias sem abordar o mandato atual do petista. Morais, conhecido por obras sobre Chateaubriand, Olga Benário e Paulo Coelho, conclui o volume que começa com uma conversa entre Lula e Fidel Castro e deveria ter sido lançado ainda em 2023. As dificuldades de acesso a documentos do FBI e da CIA, além do ritmo lento do autor, empurraram o projeto para frente.
O primeiro livro, publicado em 2011 e com mais de 400 páginas, narrou a infância de Lula e sua trajetória sindical até a derrota para o governo de São Paulo em 1982. Agora, Morais pretende encerrar o novo volume antes da primeira vitória do petista à Presidência, em 2002. Para dar conta da longa história que se seguiria, escritor e editora decidiram dividir o material em um terceiro tomo.
Esse futuro terceiro volume trataria dos anos de Lula no comando do Executivo, da ascensão e queda de Dilma Rousseff e do período de turbulências políticas que marcou o país — mas nada disso aparecerá no lançamento de 2026. A biografia, portanto, chegará ao público ainda “incompleta”, deixando de fora o capítulo mais recente e controverso da trajetória do presidente.
Depois de concluir os três livros sobre Lula, Fernando Morais já tem outro alvo definido: pretende se dedicar a uma obra sobre o Partido Comunista Brasileiro, o que reforça o interesse do autor por figuras e movimentos alinhados à esquerda.
Não tem um perfil ligado a esquerda nessa lista. Mas dos moralistas de goela está recheado.
O STF descobriu que só a direita é quem produz Fake News !!! Imparcialidade total !!!
Não vi ninguém sobrenome Bulsonaro?!??! Porquê em?!??!?!
TEM GENTE GOSTANDO, NÉ?
Basta uma mudança de maré que isso se volta contra vc, IDIOTA!
O STF está de parabéns ao cumprir seu papel. Aos que reclamam de perseguição política, sugiro que denunciem com provas quem anda espalhando mentiras na internet e assim contribuirão de forma muito mais produtiva do que ficar xingando juíz em caixa de comentários.
Bandidos são bandidos, de esquerda ou de direita, ou já tem os de estimação?
Roberto Jeferson fez uma série de acusações contra ministros do STF. Acusações seríssimas. Não vi ou ouvi dizer que seria processado. Por que será? Estranho.
Condenados querem a condenação de seus algozes
Seria rabo preso?
Acho é pouco!
Vem ca!!
Nessa lista do cabeça de P… só tem bolsonariatas??
BOZO DE NOVO!!
vao inventar muito pra desgastar o presidente Bolsonaro.
Kkkkkkkk
Efeito bolo, quanto mais bate, mais cresce.
Bata nego, pode bater, bata com força que não sinto doer.
Kkkkkkkkkk
Reeleito em primeiro turno.
O véi tá ESTOURADO.
Kkkkkkkk
Por que será que só tem bolsonarista? Bolsonaristas não espalham mentiras na internet. Não na Terra plana.
Efeito Streisand.
Kkkkkk, com certeza.
#FechadosComBolsonaro
Parabéns, ministro Alexandre de Moraes. Esse é macho e não capacho.
O cara foi advogado do ppc , vai ter medo de eleitor
Basicamente a base do Bolsonaro. Parece uma quadrilha.
Atitudes assim acabam fortalecendo ainda mais o governo…o que vemos é a oposição se debatendo. BOLSONARO 2022!
????????????????????
#BolsonaroReeleito
#Bolsonaro2022
Esse Ministro é um imbecil. Isso eh uma aberração, depois não reclamem…
A pior ditadura é a do judiciário “Rui Barbosa “
Rui Barbosa é aquele do ABC?
Rui Barbosa? Tá bem atual, hein? O Rui Barbosa perdeu a eleição de 1910 para Hermes da Fonseca. Foi a campanha da pena contra a espada. A espada ganhou. Em quem você você votaria? Num intelectual ou num milico armado?
Rui Barbosa numa época de anti-erudição? Só temos eruditos parvos, tanto de direita quanto de esquerda. Não traduzem/comentam/criam nada de relevante, apenas fantoches políticos.
Triste daquele que busca cultura…