Economia

Veja os principais pontos da MP trabalhista editada por Bolsonaro em função do novo coronavírus que busca evitar demissões em massa

Foto: Pablo Jacob

O presidente Jair Bolsonaro editou na noite deste domingo a Medida Provisória (MP) que estabeleceu novas regras trabalhistas para enquanto durar o período de calamidade pública sanitária em função da pandemia de coronavírus. O documento também é assinado pelo ministro da Economia, Paulo Guedes. A MP foi publicada pelo governo federal às 23h20, horário de Brasília.

Em suma, os empregadores poderão, de forma unilateral, determinar medidas emergenciais, como o teletrabalho, a concessão de férias coletivas, a antecipação de férias individuais, o aproveitamento e antecipação de feriados e o direcionamento do trabalhador para qualificação.

Fica suspensa, também, a exigibilidade do recolhimento do FGTS pelos empregadores, referente às competências de março, abril e maio de 2020. A medida dá força aos acordos individuais entre empregado e empregador. Eles ficam mais fortes do que as leis em geral (incluindo a CLT). O único limite que a MP traz é a Constituição.

— O foco da MP é a manutenção das relações de trabalho, flexibilizando prazos e regras contidas na CLT que durante o período de calamidade pública e a necessidade imediata dos empregadores, ficam prejudicadas — disse o advogado Rafael Eidi Enjiu, especialista em Direito Trabalhista e sócio do Faria, Cendão e Maia Advogados.

Veja algumas das alterações:

Teletrabalho: aviso de quarenta e oito horas de antecedência; fornecimento dos equipamentos em regime de comodato;

Férias individuais: antecipação de férias vincendas por determinação do empregador; concessão de período não inferior a 5 dias corridos;

Férias coletivas: fica dispensada a comunicação prévia dos sindicatos e do Ministério da Economia. Não aplicação do limite máximo de períodos anuais e o limite de dias corridos previsto na CLT;

Aproveitamento e antecipação de feriados: o empregador pode antecipar feriados não religiosos e informar seus funcionários com antecedência de quarenta e oito horas, podendo ser por escrito ou eletronicamente. Feriados religiosos dependem de concordância do funcionário;

Banco de horas: durante o período de interrupção das atividades pelo empregador fica permita a compensação por meio de banco de horas, por um período de até dezoito meses, contados do encerramento do estado de calamidade pública e respeitando o limite de até duas horas extraordinário por dia;

Diferimento do recolhimento do FGTS: o empregador pode adiar o recolhimento do FGTS de seus funcionários dos meses de março, abril e maio de 2020, com o respectivo pagamento de forma parcelada em até 6 parcelas com o primeiro vencimento para o sétimo dia do mês de julho de 2020.

Lauro Jardim – O Globo

 

Opinião dos leitores

  1. Isso não passa de um estratagema do Bozo para não ter de desembolsar com seguro-desemprego em massa para a população! Como sempre, só pensa no dinheiro e na economia. O povo que se exploda!

  2. Se estiver errado me corrijam:
    Tem um monte de críticas as iniciativas do governo, apontaram alguma solução?
    Tem muita gente preocupada em criticar, mas não tem a decência moral e dever ético de apontar soluções.
    Qualquer alternativa que o governo apresente vai está submetida ao caráter e compromisso do empregador, de como ele gerencia sua empresa. Mas a esquerda não sabe o que é isso, eles vivem do que os recursos públicos podem dar, do quanto eles podem usufruir do Estado, então ficam na crítica pela crítica.
    Tem muitos soltando críticas nas mídias sociais, de repente, aqueles que nunca tiveram preocupação real com os mais necessitados, postam vídeos chorando se dizendo preocupado com o povão. É o uso político de uma crise mundial, coisa que os irresponsáveis sabem fazem.
    Mas o povo apoiou quando construíram campos de futebol para a copa do mundo e vila olímpica para as olimpíadas e não se viu 10% dos recursos destinados ao esporte ser gasto com hospitais e novas escolas. Agora esperneiam com o problema mundial de saúde e toda falta de estrutura existente. Os mesmos que deram as costas a essa questão, hoje vão a mídia cobrar solução.

  3. Covardia! O Patrão lucra, lucra, lucra e não dividde com ninguém. Agora quando tem prejuízo iminente, poderá fazer uma atrocidade dessas ampartado pela "Lei". Que País é esse? Não existe " acordo" entre patrão e empregado, existe vontade do Patrão, e só.
    Lembrando q em situações como essa o FAT (fundo de amparo ao trabalhador ) era usado para pagar os trabalhadores e preservar o emprego. Até isso o ignóbil acabou.

    1. Não existe um patrão no Mundo que esteja tranquilo com essa situação.

  4. No Brasil, essa MP vai funcionar assim:

    – Patrão manda funcionário embora, pra ganhar os 4 meses de fôlego
    – Não paga os salários
    – Paga qualquer curso online, só pra ter a comprovação
    – Na volta, demite o funcionário

  5. Até o momento não fizeram nada pelos milhares de contratos de PJ que tanto foi estimulado as empresas fazerem após a reforma trabalhista. Muitos sendo rescindidos e trabalhadores sem direito algum.

  6. Porque não suspender os AUXÍLIOS-MORADIA de deputados, membros do Ministério Público e qualquer outra que possua e que estão trabalhando EM CASA?

  7. Segundo a nova medida provisória de Bolsonaro, o empregador afastar o funcionário e ficar até 4 meses sem pagar o salário. Como nós somos os empregadores do presidente da República sugiro que afastemos Bolsonaro, e sem salário, até o Janeiro de 2023.

  8. Ela suspende o contrato de trabalho sem pagamento de salários por 4 meses. No momento em que o trabalhador mais precisa, a solução do governo foi deixá-lo à própria sorte. Tem assalariado defendendo.

  9. É necessário um recurso urgente ao STF para sustar, e já, o artigo 18 da Medida Provisória 927, baixada ontem pelo Presidente da República, sob pena de termos milhões de pessoas sem renda alguma pelos próximos quatro meses.

    É que, a pretexto de “qualificar o trabalhador” durante a crise da pandemia do Covid-19, Jair Bolsonaro e Pulo Guedes se valeram de um dispositivo enfiado na Consolidação do Trabalho para tornar “ampla, geral e irrestrita” a suspensão dos contratos de trabalho previsto na legislação que criou o lay-off para preservar empresas em crise.

    Qual é a diferença? É simples e brutal: para haver esta suspensão era imprescindível a previsão em convenção e acordo coletivo, via sindicato. Ali eram estabelecidos pagamentos mínimos compensatórios, estabelecia-se quantidade de trabalhadores que seriam postos em lay off e se evitava que a autorização servisse para criar “demissões provisórias”, sem que o trabalhador recebesse coisa alguma.

    E recebia, porque durante o período de suspensão do contrato de trabalho, o salário dos empregados era pago pelo Governo através de recursos do FAT (Fundo de Amparo ao Trabalhador), no limite do teto do seguro desemprego aplicável na data da suspensão contratual.

    Não será mais.

    Agora, é “livremente acertado” (quá, quá, quá) entre patrão e empregado, o valor da merreca, se houver uma, sem que o sindicato possa criar limites e sem pagamento pelo governo. O cidadão vai receber nada, literalmente, a não ser que tenha benefícios concedidos espontaneamente, como plano de saúde.

    Ou, no máximo, ganhar uma esmola, de qualquer valor, enquanto mofa em casa:

    O empregador poderá conceder ao empregado ajuda compensatória mensal, sem natureza salarial, durante o período de suspensão contratual nos termos do disposto no caput, com valor definido livremente entre empregado e empregador, via negociação individual.

    É mais do que clara a violação da determinação da Constituição (art. 7º, XXVI) de que é indispensável a convenção ou o acordo coletivo em casos de redução (neste caso, a zero) dos salários, sob qualquer pretexto.

    O fundamento é absolutamente claro: o trabalhador, sozinho, é hipossuficiente ante a empresa.

    Traduzindo do juridiquês: ou aceita ou rua! E quero ver você arranjar emprego agora!

  10. Enquanto isso, o governo estadual não tomou uma medida sequer para proteger a economia e, consequentemente, os mais pobres.

  11. Nao existe acordo individual entre patrão e trabalhador, a disparidade das posições nao permite isso. O trabalhador vai sempre sair perdendo mais.

    1. Pronto. Então pede demissão e deixa de ser inferior a alguém
      Uma crise dessa e um filósofo do Beco da Lama apontando suas teorias inúteis para o vento.

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Flávio Bolsonaro culpa Lula por tarifas e diz que buscará diálogo com a China para evitar alta de taxas sobre carne brasileira

Foto: REUTERS/Adriano Machado

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) afirmou que pretende procurar a embaixada da China para tentar reverter as tarifas aplicadas às exportações brasileiras de carne bovina. Durante uma transmissão ao vivo, ele voltou a responsabilizar o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) pelas dificuldades nas negociações comerciais internacionais.

Segundo o senador, a carne brasileira já paga tarifa de 12% para entrar no mercado chinês, e os embarques que ultrapassarem a cota anual passarão a ser taxados em mais 55%.

“A gente está falando de 67% de tarifação da nossa carne brasileira a partir do momento em que essa cota é estourada. E estou disposto também a buscar o governo chinês, a embaixada aqui, para também pedir que isso não aconteça”, afirmou.

Flávio também criticou o governo brasileiro pelas restrições impostas pela União Europeia às proteínas de origem animal produzidas no país.

“O Brasil pode nem exportar mais algumas proteínas para a Europa, porque o Brasil não atendeu algumas exigências sanitárias por parte da Europa, um protocolo que o Brasil não seguiu, quer dizer, incompetência mesmo”, disse.

Ao comentar as tarifas anunciadas pelos Estados Unidos, que entram em vigor na próxima quarta-feira (15), o senador afirmou que tentou convencer autoridades americanas a rever a medida e voltou a atribuir a responsabilidade ao governo federal.

“Não adianta colocar tarifa em cima da gente, isso é culpa do Lula, ele que abrace esse problema. Eu fui lá com a força política para tentar que o tarifaço por parte do governo americano não acontecesse. Não sei se vou conseguir, mas fico com a consciência tranquila de que fiz a minha parte”, declarou.

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TSE reúne nesta semana plataformas, redes sociais e institutos de pesquisa para alinhar regras antes das eleições

Foto: Rosinei Coutinho/STF

Em meio à proximidade das eleições deste ano, o presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), ministro Kassio Nunes Marques, vai se reunir com representantes de plataformas e institutos de pesquisa nesta semana.

O foco do ministro estará na preparação das eleições, na definição de critérios institucionais e no combate à desinformação:

14 de julho: Reunião com representantes dos principais institutos de pesquisas eleitorais. O encontro vai debater metodologias e fixar parâmetros de transparência após impasses recentes sobre a neutralidade de levantamentos divulgados ao público.

16 de julho: Audiência com representantes das principais plataformas de tecnologia e redes sociais para alinhar as regras de moderação, impulsionamento e combate a conteúdos falsos durante a campanha.

Institutos de pesquisa

Nunes Marques tem comentado com interlocutores que a discussão sobre o formato das pesquisas eleitorais não é um debate sobre liberdade de expressão, mas sim sobre o cumprimento de regras técnicas da Corte.

Em junho, o ministro determinou a suspensão da divulgação e dos desdobramentos da mais recente pesquisa do Instituto AtlasIntel, que apontou uma queda nas intenções de voto do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ).

O objetivo final é um só: evitar que as sondagens virem um ringue na disputa eleitoral.

Redes sociais

Em relação às plataformas, o objetivo principal do encontro é revisar as diretrizes de moderação de conteúdo, avaliar os canais de denúncia rápida e garantir o cumprimento das resoluções vigentes que restringem a propagação de conteúdos enganosos que possam comprometer a integridade do pleito.

Em junho, a Corte criou uma comissão permanente para o acompanhamento e a organização do uso de ferramentas de Inteligência Artificial (IA) na Justiça Eleitoral.

Com informações de R7

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NATAL: Prefeitura retoma obras na Av. Jerônimo Câmara e comunica mudanças no trânsito

A Prefeitura de Natal informou que as obras na Avenida Jerônimo Câmara entram em uma nova etapa a partir das 8h desta segunda-feira (13), com mudanças no trânsito.

Segundo o comunicado, no trecho entre as avenidas Jaguarari e Potiguares, apenas a faixa exclusiva para ônibus permanecerá liberada. As demais faixas serão interditadas para a realização dos serviços de fresagem e regularização do pavimento.

Agentes da Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana (STTU) estarão no local para organizar o tráfego e minimizar os impactos durante a execução das obras.

A orientação é que os motoristas programem o deslocamento com antecedência, utilizem rotas alternativas e respeitem a sinalização.

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Morre o ator Rui Rezende, o lobisomem na novela Roque Santeiro, aos 87 anos

Foto: reprodução/redes sociais

O ator Rui Rezende morreu aos 87 anos neste domingo (12/7). Morador do Retiro dos Artistas, no Rio de Janeiro, desde 2019, ele estava internado desde 2 de julho no Hospital São Francisco na Providência de Deus, na Tijuca. A morte foi confirmada pela própria instituição, que não divulgou a causa.

Em nota, o Retiro dos Artistas homenageou o veterano da dramaturgia: “Ao longo de décadas de carreira, Rui emocionou o público com seu talento nos palcos, no cinema e na televisão, construindo uma trajetória marcada pela dedicação à arte e por personagens que permanecerão vivos na memória de gerações”.

Ao longo de mais de cinco décadas de carreira, Rui Rezende construiu uma trajetória marcante no teatro, no cinema e na televisão. Um de seus personagens mais lembrados foi o professor Astromar Junqueira, que se transformava em lobisomem em Roque Santeiro (1985), uma das novelas mais emblemáticas da teledramaturgia brasileira.

Natural de Araguari (MG), José Pereira Rezende Filho nasceu em 18 de novembro de 1938 e adotou o nome artístico Rui Rezende. O ator também conquistou o público ao interpretar Bob Lamb em A História de Ana Raio e Zé Trovão (1990), produção da extinta Rede Manchete.

Metrópoles

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ABC vence o Águia de Marabá por 3 a 0 e avança às oitavas da Série D

Foto: Guilherme Drovas/ABC F.C.

O ABC está nas oitavas de final da Série D do Campeonato Brasileiro. Neste domingo (12), o Alvinegro venceu o Águia de Marabá por 3 a 0, na Arena das Dunas, reverteu a derrota por 2 a 1 no jogo de ida e avançou com placar agregado de 4 a 2.

O primeiro gol do Mais Querido saiu aos 35 minutos do primeiro tempo, após cruzamento de Jhosefer e gol contra de Wendell Araújo. Na etapa final, Jhosefer ampliou aos 37 minutos, aproveitando sobra após escanteio, e Wellington Reis fechou a goleada em um contra-ataque comandado por Wallyson.

Nas oitavas de final, o ABC enfrentará o vencedor do confronto entre Guaporé-RO e Luverdense-MT. No jogo de ida, o Luverdense venceu por 1 a 0, fora de casa, e decidirá a vaga em casa.

Os jogos das oitavas estão previstos para os dias 17 ou 18 de julho (ida) e 25 ou 26 de julho (volta). A tabela detalhada será divulgada pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF).

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VÍDEO: Motorista perde o controle e capota Troller em trilha no interior do RN

Um veículo Troller capotou durante uma trilha no interior do Rio Grande do Norte após o motorista perder o controle do veículo. O acidente foi registrado por pessoas que acompanhavam o percurso, e as imagens repercutiram nas redes sociais.

Apesar dos danos materiais provocados pelo capotamento, ninguém ficou ferido.

Até o momento, não foram divulgadas as circunstâncias que fizeram o motorista perder o controle do automóvel durante a trilha.

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Governo Lula tenta última reunião com EUA antes de decisão de Trump sobre tarifas

oto: REUTERS/Dado Ruvic

O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tenta realizar uma última reunião com representantes dos Estados Unidos antes de o presidente Donald Trump decidir, até quarta-feira (15), se aplicará novas tarifas contra produtos brasileiros. As informações são da CNN Brasil.

Segundo a emissora, o Planalto busca um encontro com Jamieson Greer, chefe do Escritório do Representante de Comércio dos EUA (USTR), na expectativa de conhecer antecipadamente a decisão do governo norte-americano. Na última quinta-feira (9), Greer afirmou à Fox Business que as negociações “ainda estão distantes de um acordo”.

Na sexta-feira (10), Lula reuniu ministros para definir a estratégia brasileira. De acordo com a CNN Brasil, o governo trabalha com dois cenários: o mais provável é a aplicação das tarifas, que o Planalto considera injustificadas; o outro é um eventual adiamento da medida por parte dos EUA.

Ainda segundo a CNN Brasil, integrantes do governo avaliam que, caso o adiamento seja atribuído ao pedido do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) para que as tarifas sejam aplicadas apenas após as eleições de outubro, isso reforçaria a percepção de que as sanções têm motivação política, e não econômica.

As tarifas propostas pelo USTR incluem 25% sobre produtos brasileiros por supostas práticas comerciais desleais, resultado de uma investigação iniciada em 15 de julho de 2025, e mais 12,5% por alegada falta de restrições à importação de produtos feitos com trabalho análogo à escravidão.

O QUE OS EUA ALEGAM PARA TARIFAR O BRASIL EM 25%*

Pontos criticados:

  • PIX: BC favorece o sistema em detrimento de provedores norte-americanos.
  • Decisões judiciais: Tribunais brasileiros emitiram ordens sigilosas para remoção de conteúdos políticos e suspensão de perfis.
  • Tarifas preferenciais desleais: Audiência pública para debater medidas propostas.
  • Desmatamento ilegal: Brasil historicamente falhou no combate.
  • Acesso ao mercado de etanol: Brasil não oferece tratamento recíproco à exportação do etanol vindo dos EUA.
  • Proteção da propriedade intelectual: Falta de aplicação de leis penais e aduaneiras contra falsificação de serviços.
  • Combate à corrupção: Brasil não adota medidas de combate à corrupção.

*Fonte: Escritório de Comércio dos Estados Unidos (USTR).

Opinião dos leitores

  1. Papo pra boi dormir. Só porque Flávio Bolsonaro foi primeiro. Caso, contrário não iria tentar nada. Lula torce por essas tarifas. E os 50% da China? Nem ele nem a mídia fala por que?

  2. Tariflávio foi aos EUA tarifar o Brasil. Lula é a favor do Brasil. O outro é a favor das tarifas.

  3. pode espalhar que isso é culpa da família bolsonaro, os traidores da pátria… e ainda vivem pregando deus patria e familia… quanta falsidade

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Mais um restaurante anuncia encerramento das atividades na Grande Natal em 2026: o Mirante do Mar, em Tabatinga

Imagem: reprodução

O Mirante do Mar, um dos mais tradicionais bares e restaurantes de Tabatinga, em Nísia Floresta, anunciou neste domingo (12) o encerramento das atividades em publicação nas redes sociais. O estabelecimento funcionará até 26 de julho.

“Agradecemos de coração a todos os clientes e amigos que fizeram parte da nossa história”, diz a publicação que também comunicou que o Point Arituba, que funciona na Lagoa de Arituba seguirá funcionando.

O Mirante do Mar é mais um restaurante na Grande Natal que encerra as atividades em 2026. Desde o início do ano, tradicionais estabelecimentos também fecharam suas portas. Entre os casos mais emblemáticos estão o Santa Maria, um ícone da gastronomia portuguesa em Natal, que em fevereiro anunciou o fechamento após mais de 20 anos de funcionamento; O Duma Cozinha, que encerrou as atividades em abril; E ainda o Restaurante Caicoense, que funcionava na praça de alimentação do Natal Shopping desde 2012 e fechou em junho deste ano.

Opinião dos leitores

  1. Segundo os malditos petistas, as pessoas estão comprando comida na Shopee, Temu e SHEIN, por isso essa quebradeira toda!!

  2. Não tem problema, é muito luxo, não precisamos de capitalismo, o negócio é todo mundo comer nos restaurantes populares.
    Para quê ficar dando lucro para empresário, o bom mesmo é o estado tomar conta de todo mundo. Acho que os exemplos devem começar pela turma da esquerda, plano de Saúde o SUS, restaurante popular, escolas públicas, lazer nas praças públicas, sem vigilância privada nos condomínios…..

  3. Com um País desgovernado por essa esquerda corrupta , incompetente e inepta não se poderia esperar nada. Outubro esta chegando e o povo Brasileiro precisar se livrar destes cretinos.

  4. Natal vem apresentando sinais de declínio contínuo.

    Esse cenário tem 2 causas principais:

    1. Cenário Nacional
    Queda da natalidade e migração de jovens qualificados e investidores. Isso gera um desequilíbrio: sobra demanda por serviços públicos e falta base produtiva.

    2. Cenário Local
    Anos de gestão sem planejamento estratégico. Ao comparar com João Pessoa e Fortaleza, Natal carece de um projeto de cidade.
    As gestões têm se limitado ao trivial e a eventos, em vez de investir em desenvolvimento econômico e planejamento urbano.
    Detalhe: Alguém avise ao atual gestor,que shows pontuais não geram riqueza nem desenvolvimento, ao contrário, geram gastos.

  5. Natal vem apresentando sinais de declínio contínuo.

    Esse cenário tem 2 causas principais:

    1. Cenário Nacional
    Queda da natalidade e migração de jovens qualificados e investidores. Isso gera um desequilíbrio: sobra demanda por serviços públicos e falta base produtiva.

    2. Cenário Local
    Anos de gestão sem planejamento estratégico. Ao comparar com João Pessoa e Fortaleza, Natal carece de um projeto de cidade.
    As gestões têm se limitado ao trivial e a eventos, em vez de investir em desenvolvimento econômico e planejamento urbano.
    Detalhe: Alguém avise ao atual gestor,que shows pontuais não geram riqueza nem desenvolvimento, ao contrário, gera gastos.

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COLUNA DO ESTADÃO: Temer revela que Trump perguntou a ele: ‘Quando é que vocês vão invadir a Venezuela?’

Foto: Felipe Rau/Estadão

Coluna do Estadão, por Roseann Kennedy 

Se pudesse dar um conselho ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva sobre a relação com Donald Trump, Michel Temer recomendaria ao petista “amenizar as palavras”. Mas, desde o impeachment de Dilma Rousseff, em 2016, Temer e Lula não conversaram mais.

Em entrevista ao Estadão, o ex-presidente lembrou uma passagem que teve com Trump, pouco mais de um ano após a deposição de Dilma, para descrever as idas e vindas do americano.

A sopa de cenoura com gengibre e carneiro ainda estava fumegando naquele jantar de gala, em Nova York, quando o presidente dos Estados Unidos, à época em seu primeiro mandato, fez uma pergunta que deixou os interlocutores desconcertados. “Quando é que vocês vão invadir a Venezuela?”, disparou Trump, sem rodeios nem meias-palavras.

A cena ocorreu em 18 de setembro de 2017, na véspera da abertura da Assembleia-Geral da ONU. A indagação de Trump foi dirigida a Temer e a seus colegas da Argentina, da Colômbia e do Panamá. O americano parecia nervoso.

“Foi a primeira pergunta que ele fez”, contou Temer. “Houve um certo constrangimento, mas cada um disse: ‘Olha, presidente, nós estamos tomando providências de natureza diplomática’”.

Trump foi ouvindo um a um. À mesa, muitos destacaram o bom relacionamento com a Venezuela e o povo venezuelano, embora não admitissem o regime de Nicolás Maduro. Argumentaram que, por isso mesmo, a Venezuela havia sido suspensa do Mercosul.

“É por isso que eu digo: ‘Quando ele (Trump) diz uma coisa lá, se nós respondermos agressivamente aqui, vamos piorar a relação”, disse Temer.

No discurso para todos os convidados, Trump afirmou que os EUA estavam prontos para adotar “ações adicionais” contra a ditadura de Maduro. Na conversa com os presidentes latino-americanos, porém, ele concordou que o melhor era agir pela via diplomática, e não fazer uma intervenção militar.

“É por isso que eu digo: ‘Quando ele (Trump) diz uma coisa lá, se nós respondermos agressivamente aqui, vamos piorar a relação”, insistiu Temer ao ser questionado sobre o risco de Trump usar a classificação do PCC e do Comando Vermelho como organizações terroristas para também intervir no Brasil.

Na prática, porém, o tom cada vez mais inflamado do governo contra as investidas de Trump – da ameaça de novo “tarifaço” ao carimbo do PCC e do Comando Vermelho como organizações terroristas – serve sob medida à campanha de Lula. Tanto é assim que a defesa da soberania entrou até no programa de governo do PT.

De qualquer forma, como o que Trump fala não se escreve, quase nove anos depois daquele jantar de sinais trocados em Nova York, a invasão da Venezuela saiu do papel.

Coluna do Estadão, por Roseann Kennedy 

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PEDIDO DE PAZ: Papa Leão XIV pede diálogo para fim de guerras no Oriente Médio e na Ucrânia

Foto: Mídia do Vaticano/ via Reuters

O papa Leão XIV fez neste domingo (12), em Castel Gandolfo, um novo apelo pela paz diante dos conflitos no Oriente Médio, na Ucrânia e em outras regiões do mundo. O pontífice defendeu o diálogo e a diplomacia para conter a escalada da violência.

“Não permitamos que esses ventos extingam a chama da esperança e da paz, mesmo quando ela parecer frágil e vacilante”, afirmou o papa, ao renovar seu pedido por negociações entre as partes.

O pronunciamento ocorre em meio ao agravamento das tensões no Oriente Médio, após a retomada dos ataques entre Estados Unidos e Irã, e ao aumento da ofensiva russa contra a Ucrânia. Nas últimas semanas, Kiev também intensificou ataques contra a logística militar russa em áreas ocupadas.

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