Economia

Veja os principais pontos da MP trabalhista editada por Bolsonaro em função do novo coronavírus que busca evitar demissões em massa

Foto: Pablo Jacob

O presidente Jair Bolsonaro editou na noite deste domingo a Medida Provisória (MP) que estabeleceu novas regras trabalhistas para enquanto durar o período de calamidade pública sanitária em função da pandemia de coronavírus. O documento também é assinado pelo ministro da Economia, Paulo Guedes. A MP foi publicada pelo governo federal às 23h20, horário de Brasília.

Em suma, os empregadores poderão, de forma unilateral, determinar medidas emergenciais, como o teletrabalho, a concessão de férias coletivas, a antecipação de férias individuais, o aproveitamento e antecipação de feriados e o direcionamento do trabalhador para qualificação.

Fica suspensa, também, a exigibilidade do recolhimento do FGTS pelos empregadores, referente às competências de março, abril e maio de 2020. A medida dá força aos acordos individuais entre empregado e empregador. Eles ficam mais fortes do que as leis em geral (incluindo a CLT). O único limite que a MP traz é a Constituição.

— O foco da MP é a manutenção das relações de trabalho, flexibilizando prazos e regras contidas na CLT que durante o período de calamidade pública e a necessidade imediata dos empregadores, ficam prejudicadas — disse o advogado Rafael Eidi Enjiu, especialista em Direito Trabalhista e sócio do Faria, Cendão e Maia Advogados.

Veja algumas das alterações:

Teletrabalho: aviso de quarenta e oito horas de antecedência; fornecimento dos equipamentos em regime de comodato;

Férias individuais: antecipação de férias vincendas por determinação do empregador; concessão de período não inferior a 5 dias corridos;

Férias coletivas: fica dispensada a comunicação prévia dos sindicatos e do Ministério da Economia. Não aplicação do limite máximo de períodos anuais e o limite de dias corridos previsto na CLT;

Aproveitamento e antecipação de feriados: o empregador pode antecipar feriados não religiosos e informar seus funcionários com antecedência de quarenta e oito horas, podendo ser por escrito ou eletronicamente. Feriados religiosos dependem de concordância do funcionário;

Banco de horas: durante o período de interrupção das atividades pelo empregador fica permita a compensação por meio de banco de horas, por um período de até dezoito meses, contados do encerramento do estado de calamidade pública e respeitando o limite de até duas horas extraordinário por dia;

Diferimento do recolhimento do FGTS: o empregador pode adiar o recolhimento do FGTS de seus funcionários dos meses de março, abril e maio de 2020, com o respectivo pagamento de forma parcelada em até 6 parcelas com o primeiro vencimento para o sétimo dia do mês de julho de 2020.

Lauro Jardim – O Globo

 

Opinião dos leitores

  1. Isso não passa de um estratagema do Bozo para não ter de desembolsar com seguro-desemprego em massa para a população! Como sempre, só pensa no dinheiro e na economia. O povo que se exploda!

  2. Se estiver errado me corrijam:
    Tem um monte de críticas as iniciativas do governo, apontaram alguma solução?
    Tem muita gente preocupada em criticar, mas não tem a decência moral e dever ético de apontar soluções.
    Qualquer alternativa que o governo apresente vai está submetida ao caráter e compromisso do empregador, de como ele gerencia sua empresa. Mas a esquerda não sabe o que é isso, eles vivem do que os recursos públicos podem dar, do quanto eles podem usufruir do Estado, então ficam na crítica pela crítica.
    Tem muitos soltando críticas nas mídias sociais, de repente, aqueles que nunca tiveram preocupação real com os mais necessitados, postam vídeos chorando se dizendo preocupado com o povão. É o uso político de uma crise mundial, coisa que os irresponsáveis sabem fazem.
    Mas o povo apoiou quando construíram campos de futebol para a copa do mundo e vila olímpica para as olimpíadas e não se viu 10% dos recursos destinados ao esporte ser gasto com hospitais e novas escolas. Agora esperneiam com o problema mundial de saúde e toda falta de estrutura existente. Os mesmos que deram as costas a essa questão, hoje vão a mídia cobrar solução.

  3. Covardia! O Patrão lucra, lucra, lucra e não dividde com ninguém. Agora quando tem prejuízo iminente, poderá fazer uma atrocidade dessas ampartado pela "Lei". Que País é esse? Não existe " acordo" entre patrão e empregado, existe vontade do Patrão, e só.
    Lembrando q em situações como essa o FAT (fundo de amparo ao trabalhador ) era usado para pagar os trabalhadores e preservar o emprego. Até isso o ignóbil acabou.

    1. Não existe um patrão no Mundo que esteja tranquilo com essa situação.

  4. No Brasil, essa MP vai funcionar assim:

    – Patrão manda funcionário embora, pra ganhar os 4 meses de fôlego
    – Não paga os salários
    – Paga qualquer curso online, só pra ter a comprovação
    – Na volta, demite o funcionário

  5. Até o momento não fizeram nada pelos milhares de contratos de PJ que tanto foi estimulado as empresas fazerem após a reforma trabalhista. Muitos sendo rescindidos e trabalhadores sem direito algum.

  6. Porque não suspender os AUXÍLIOS-MORADIA de deputados, membros do Ministério Público e qualquer outra que possua e que estão trabalhando EM CASA?

  7. Segundo a nova medida provisória de Bolsonaro, o empregador afastar o funcionário e ficar até 4 meses sem pagar o salário. Como nós somos os empregadores do presidente da República sugiro que afastemos Bolsonaro, e sem salário, até o Janeiro de 2023.

  8. Ela suspende o contrato de trabalho sem pagamento de salários por 4 meses. No momento em que o trabalhador mais precisa, a solução do governo foi deixá-lo à própria sorte. Tem assalariado defendendo.

  9. É necessário um recurso urgente ao STF para sustar, e já, o artigo 18 da Medida Provisória 927, baixada ontem pelo Presidente da República, sob pena de termos milhões de pessoas sem renda alguma pelos próximos quatro meses.

    É que, a pretexto de “qualificar o trabalhador” durante a crise da pandemia do Covid-19, Jair Bolsonaro e Pulo Guedes se valeram de um dispositivo enfiado na Consolidação do Trabalho para tornar “ampla, geral e irrestrita” a suspensão dos contratos de trabalho previsto na legislação que criou o lay-off para preservar empresas em crise.

    Qual é a diferença? É simples e brutal: para haver esta suspensão era imprescindível a previsão em convenção e acordo coletivo, via sindicato. Ali eram estabelecidos pagamentos mínimos compensatórios, estabelecia-se quantidade de trabalhadores que seriam postos em lay off e se evitava que a autorização servisse para criar “demissões provisórias”, sem que o trabalhador recebesse coisa alguma.

    E recebia, porque durante o período de suspensão do contrato de trabalho, o salário dos empregados era pago pelo Governo através de recursos do FAT (Fundo de Amparo ao Trabalhador), no limite do teto do seguro desemprego aplicável na data da suspensão contratual.

    Não será mais.

    Agora, é “livremente acertado” (quá, quá, quá) entre patrão e empregado, o valor da merreca, se houver uma, sem que o sindicato possa criar limites e sem pagamento pelo governo. O cidadão vai receber nada, literalmente, a não ser que tenha benefícios concedidos espontaneamente, como plano de saúde.

    Ou, no máximo, ganhar uma esmola, de qualquer valor, enquanto mofa em casa:

    O empregador poderá conceder ao empregado ajuda compensatória mensal, sem natureza salarial, durante o período de suspensão contratual nos termos do disposto no caput, com valor definido livremente entre empregado e empregador, via negociação individual.

    É mais do que clara a violação da determinação da Constituição (art. 7º, XXVI) de que é indispensável a convenção ou o acordo coletivo em casos de redução (neste caso, a zero) dos salários, sob qualquer pretexto.

    O fundamento é absolutamente claro: o trabalhador, sozinho, é hipossuficiente ante a empresa.

    Traduzindo do juridiquês: ou aceita ou rua! E quero ver você arranjar emprego agora!

  10. Enquanto isso, o governo estadual não tomou uma medida sequer para proteger a economia e, consequentemente, os mais pobres.

  11. Nao existe acordo individual entre patrão e trabalhador, a disparidade das posições nao permite isso. O trabalhador vai sempre sair perdendo mais.

    1. Pronto. Então pede demissão e deixa de ser inferior a alguém
      Uma crise dessa e um filósofo do Beco da Lama apontando suas teorias inúteis para o vento.

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Geral

[VÍDEO] “Bolsonarismo, não sendo vitorioso, vai acabar”, diz senadora eleita Samanda de Lula

Comentando os desdobramentos do segundo turno da eleição presidencial entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL), a senadora eleita pelo Rio Grande do Norte, Samanda de Lula (PT) avaliou que o movimento político ligado à oposição perderá força caso seja derrotado nas urnas.

Em declaração ao jornal Estadão, a parlamentar potiguar destacou que a campanha governista tem intensificado o diálogo direto com os eleitores por meio de manifestações espontâneas e conversas individualizadas no estado. Como exemplo, citou abordagens cotidianas para convencer eleitores indecisos a apoiarem a reeleição do petista.

“O bolsonarismo, não sendo vitorioso, o que não será, vai acabar. Não vai ter mais a chance de eles virem a assumir a Presidência da República do momento [atual]”, afirmou Samanda. Para a senadora, uma nova derrota representará o encerramento de um ciclo, abrindo espaço para um novo momento político no país.

A parlamentar também criticou a gestão anterior em relação ao diálogo com as demandas sociais e ao investimento em universidades públicas, demonstrando otimismo quanto à virada do cenário eleitoral tanto no âmbito nacional quanto no Rio Grande do Norte.

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Geral

Campanha de Lula aciona TSE e pede cassação da chapa de Flávio Bolsonaro por suposto favorecimento da Meta


Foto: Nelson Almeida/AFP

A campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) protocolou no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), na noite de quarta-feira (21), uma Ação de Investigação Judicial Eleitoral (Aije) contra o senador e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL). O processo pede a cassação da chapa do parlamentar e de seu candidato a vice, Alfredo Gaspar (PL), além da análise do pedido em caráter de urgência.

Na petição, a coligação petista acusa a candidatura adversária de abuso de poder econômico e uso indevido dos meios de comunicação social. A defesa de Lula argumenta que o abuso midiático decorre da centralidade e do grande alcance das plataformas digitais na sociedade atual. Já o abuso de poder econômico estaria configurado no uso de “estruturas empresariais de produção e distribuição de conteúdo” de alto custo financeiro, sem prestação de contas e com recursos provenientes de fontes vedadas pela legislação eleitoral.

De acordo com a ação, a infraestrutura privada de empresas de tecnologia, incluindo mecanismos de recomendação algorítmica, ferramentas de inteligência artificial generativa e sistemas de revisão de anúncios de redes como Instagram, Facebook, WhatsApp e X passou a atuar de forma “reiterada e convergente” para beneficiar a chapa do PL em prejuízo da candidatura do PT.

O documento sustenta ainda que o caso envolve riscos à soberania nacional e à integridade do processo democrático. A petição pontua que as plataformas envolvidas estão sediadas nos Estados Unidos, cujo governo declarou apoio público a Flávio Bolsonaro e destaca manifestações recentes do controlador da Meta em oposição a decisões do Judiciário brasileiro.

Com informações do Metrópoles

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Geral

‘PAPAGAIADA DESGRAÇADA’: Sob críticas à lei eleitoral, Lula amplia pacote de benesses em R$ 405 bi às vésperas da eleição


Foto: Ricardo Stuckert

Em julho, durante discurso aqui no Rio Grande do Norte, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) classificou a lei eleitoral como uma “papagaiada desgraçada”, criticando as amarras impostas pela legislação durante o período de campanha. Apesar das restrições legais que proíbem gestores públicos de conceder benesses na véspera do pleito, como pagamento de emendas, doações e inauguração de obras, a reta final das eleições foi marcada por uma série de anúncios e liberações de recursos pelo Planalto.

A duas semanas do primeiro turno, o governo anunciou um reajuste de 15% no Bolsa Família. Nos dias seguintes, assinou a proibição das ‘bets’, lançou o Desenrola 3.0 para compra de dívidas de inadimplentes e incluiu a distribuição de canetas emagrecedoras pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

No segundo turno, as atenções se voltaram aos microempreendedores individuais (MEIs). Após o candidato do PL à Presidência, Flávio Bolsonaro, liderar a votação no primeiro turno, Lula apresentou um pacote focado no segmento, prevendo inclusive o perdão total de dívidas tributárias. Já a quatro dias da votação decisiva, o presidente assinou uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) para garantir tarifa zero no transporte público aos domingos e feriados, propondo alocar R$ 12 bilhões de emendas parlamentares para financiar a medida a partir de 2027.

Com os novos anúncios, os valores destinados a ações e incentivos governamentais no ano eleitoral alcançaram R$ 405 bilhões, segundo o Gastômetro, ferramenta inédita desenvolvida pelo jornal Estadão para monitorar os desembolsos do governo federal em tempo real. O indicador acompanha a evolução constante dos gastos, que tendem a crescer à medida que novas medidas são aprovadas.

Contraponto e estrutura dos gastos

Em nota enviada após a publicação do monitoramento, a Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom) contestou o caráter eleitoral das medidas. Segundo o órgão, os repasses tratam-se de ações essenciais para manter jovens nas escolas, combater o crime organizado, preservar empregos e empresas, conter a inflação e mitigar os efeitos de calamidades ambientais intensificadas pelo fenômeno El Niño.

A maior fatia do montante levantado envolve programas de crédito e subsídios para setores econômicos e categorias profissionais, como caminhoneiros e motoristas de aplicativo, além de isenções e financiamentos habitacionais. O levantamento contabiliza ainda: renúncias de receita:

Renúncias de receita: redução da arrecadação federal com isenção do Imposto de Renda para rendas de até R$ 7 mil mensais.

Aumento de benefícios sociais: ampliação do orçamento do Bolsa Família, Pé-de-Meia e Gás do Povo.

Publicidade institucional: expansão das despesas de divulgação oficial do governo.

Iniciativas fora do Orçamento: modalidades do Desenrola Brasil financiadas por fundos com participação da União e o programa Luz do Povo, que concede gratuidade na conta de luz para famílias de baixa renda por meio do rateio do custo entre os demais consumidores.

Com informações do Estadão

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Geral

Último Piseiro do 13 reúne multidão e marca noite histórica em João Câmara


Foto: Divulgação

O último Piseiro do 13 em João Câmara foi histórico. Uma grande multidão tomou as ruas da cidade nesta quarta-feira (21) em uma demonstração de apoio ao presidente Lula e ao candidato ao Governo do Estado, Cadu de Lula.

A mobilização também foi marcada pelo reconhecimento às parcerias que têm contribuído para o desenvolvimento de João Câmara, com ações dos governos Estadual e Federal em diversas áreas,
como investimentos no Hospital Regional, a retomada do atendimento oncológico, a chegada do Corpo de Bombeiros, novas viaturas e agentes de segurança, além de ônibus, tratores, ambulâncias, veículos para a assistência, moradias, UBS, creche, CAPS.

Para a prefeita Aize Bezerra, a presença do povo nas ruas reforça o que já viu no primeiro turno: o povo votando em quem faz pela cidade.

“João Câmara reconheceu o time que ajuda a cidade. E eu acredito que, neste segundo turno, o nosso povo vai continuar com esse senso de gratidão e dar mais uma vez a maioria a Lula como Presidente e Cadu de Lula para Governador”, afirmou a prefeita.

Aize também reforçou que a escolha no segundo turno representa a continuidade das parcerias e dos investimentos que vêm beneficiando o município.

“João Câmara não pode retroceder. É hora de continuar avançando”, destacou.

Opinião dos leitores

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Brasil

PADRÃO LULA DE QUALIDADE: TCU aponta irregularidades graves em mais de 60% das obras fiscalizadas no Governo Federal

Reprodução

O Tribunal de Contas da União (TCU) acendeu um alerta vermelho sobre a execução de projetos federais ao identificar indícios de irregularidades graves em 15 das 24 obras públicas fiscalizadas no âmbito do Fiscobras 2026. O resultado do levantamento, que abrangeu um volume de aproximadamente R$ 6,1 bilhões em recursos, foi aprovado por unanimidade pelo plenário da Corte.

As auditorias revelaram que 62,5% dos empreendimentos analisados apresentam problemas sérios, todos sob a alçada de repasses do governo Lula. O caso de maior gravidade concentra-se no Metrô de Teresina, no Piauí — obra que recebeu cerca de R$ 500 milhões do Executivo federal e acumulou indícios de sobrepreço e duplicidade de itens no orçamento contratado, gerando um potencial prejuízo estimado pelos auditores em R$ 40,72 milhões.

O Tribunal determinou o envio imediato das informações consolidadas à Presidência do Congresso Nacional e à Comissão Mista de Planos, Orçamentos Públicos e Fiscalização (CMO), escancarando a falta de rigor na execução de bilhões em verbas públicas na reta final da gestão.

Com informações da Revista Oeste

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Brasil

CONTRADIÇÃO: Lula diz não se opor às regras de Flávio sobre sigilo, mas “esperneia” contra condições

O coordenador político da campanha de Lula, senador Camilo Santana (PT-CE), afirmou que o presidente não se opõe às condições apresentadas por Flávio Bolsonaro para a divulgação de sigilos, mas classificou as exigências como uma “manobra”.

Lula comentou o embate durante um ato de campanha em Belo Horizonte, reclamou muito e acusou Flávio de espalhar mentiras e usou uma metáfora do jogo de truco para afirmar que pretende responder ao adversário.

Flávio condicionou a divulgação dos dados à abertura de informações envolvendo familiares, assessores e empresas ligados a Lula, além de esclarecimentos sobre episódios como os casos Banco Master e INSS e os gastos do cartão corporativo da Presidência.

Segundo Santana, a campanha petista pretende protocolar uma resposta no TSE nesta quinta-feira (22), às 11h.

Com informações do G1

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Política

[VÍDEO] “Estamos trabalhando pela virada em Natal”, diz prefeito Paulinho Freire


Durante a grande manifestação do Bloco 22, na noite desta quarta-feira (21), o prefeito Paulinho Freire (União Brasil) disse que está “trabalhando para a virada de Flávio Bolsonaro em Natal”.

“É uma campanha muito disputada, mas pelo que eu estou vendo nas ruas, nós vamos sim conseguir essa virada aqui em Natal”, declarou o prefeito ao Blog do BG.

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Política

[VÍDEO] BLOCO 22 : Multidão apoia Flávio Bolsonaro e direita em Natal


As ruas de Petrópolis foram tomadas pelo Bloco 22. O Blog do BG recebeu mais imagens da multidão de apoiadores da direita, em apoio a Flávio Bolsonaro em Natal.

O evento começou às 18h22, com concentração no Restaurante Casa do Goiamum, na Avenida Rodrigues Alves.

O bloco da direita segue pela Avenida Campos Sales até o Largo do Atheneu.

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Política

[VÍDEO] Bloco 22 leva multidão às ruas de Petrópolis em Natal


O Bloco 22 ganhou as ruas de Natal nesta quarta-feira (21) com uma multidão de apoiadores ao candidato Flávio Bolsonaro. O evento começou às 18h22, com concentração no Restaurante Casa do Goiamum, na Avenida Rodrigues Alves.

Com as ruas de Petrópolis e Tirol lotadas, os eleitores de direita seguiram pela Avenida Campos Sales até o Largo do Atheneu. Entre os participantes, estiveram presentes o prefeito Paulinho Freire, o ex- prefeito Álvaro Dias, os deputados Tomba Farias Gustavo Carvalho, a deputada federal eleita Nina e Coronel Hélio.

O Bloco do 22 é um dos principais eventos de mobilização política do estado neste segundo turno.

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Brasil

Marçal fica fora da preparação de Flávio Bolsonaro para debate da Globo

Foto: Vittor Sales/Divulgação

Pablo Marçal ficará de fora do treinamento de Flávio Bolsonaro para o debate da Rede Globo, marcado para sexta-feira (23). Segundo a CNN Brasil, a preparação será conduzida pelo marqueteiro Duda Lima e por Fábio Portela, responsável pela comunicação da campanha.

Marçal acompanhou o debate da Band ao lado de Flávio e passou a colaborar informalmente com a campanha, inclusive nas redes sociais e em propostas para o plano de governo. A ausência no treinamento não impede que o influenciador compareça ao estúdio no dia do confronto.

No debate, a expectativa é que Flávio deixe clara sua posição favorável ao programa Bolsa Família, defendendo também a criação de mecanismos que permitam aos beneficiários melhorar sua condição financeira e conquistar empregos formais.

Com informações da CNN

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