WhatsApp testa função que esconde ‘amigos chatos’

WhatsApp Beta para Android agora permite ocultar completamente os Status de pessoas indesejadas — Foto: João Gabriel Balbi/TechTudo

O WhatsApp está testando, em sua versão Beta para celulares Android, um recurso que esconde por completo os Status de contatos indesejados que foram silenciados. Até então, por mais que fosse possível silenciar as atualizações de determinada pessoa, o material continuava sendo exibido, mas com a cor esmaecida. Agora, com a função “Silenciar”, é possível ocultar de vez as publicações de pessoas inconvenientes. A novidade foi anunciada pelo portal especializado WABetaInfo nessa quarta-feira (18).

Para acessar a função, é necessário ter a versão de testes do WhatsApp instalada. Usuários do WhatsApp Beta podem acessar as novidades do app em primeira mão, antes do lançamento para todos. Segundo o WABetaInfo, embora a versão Beta 2.19.261 corresponda ao último update, o correto é baixar a de número 2.19.260. A edição mais recente está causando problemas com a exibição dos Status.

Como usar o recurso

A ativação do recurso requer, primeiramente, que algum contato seja silenciado. Para isso, basta ir até o Status da pessoa indesejada, clicar nos três botões verticais no canto superior direito da tela e escolher a opção “Silenciar”.

Status de contatos silenciados ficam escondidos em seção específica — Foto: Reprodução/Android Police

Após o procedimento, o conteúdo ficará incluso em uma seção específica, que agora pode ser escondida por completo. Anteriormente, as atualizações eram exibidas integralmente, com a cor esmaecida, sem a possibilidade de ocultá-las. Caso queira expandir a seção e conferir os Status dos contatos silenciados, basta clicar na seta ao lado da faixa.

Globo, via Techtudo, WABetaInfo e Android Police

Como ativar o modo escuro, função que economiza bateria do celular e protege seus olhos

Foto: Getty Images

O brilho da tela é um dos fatores responsáveis pelos casos de baterias de celulares que se esgotam em apenas algumas horas após a última carga.

É também uma causa, dizem os especialistas, da fadiga ocular, um reflexo da exposição excessiva da visão às telas de computadores, tablets ou celulares.

Pode até levar ao desenvolvimento chamado síndrome da visão de computador, caracterizada pelo ressecamento ou irritação dos olhos, entre outras coisas.

É por isso que o “modo escuro” se tornou tão popular entre os criadores de programas de computador e aplicativos para celulares. Este recurso permite escurecer o fundo de tela de um software ou até mesmo do aparelho inteiro, se ele tiver uma tela OLED.

Primeiro foram os aplicativos de serviços mais populares, como Twitter e YouTube, ou sites como o Reddit. Mas as grandes empresas de tecnologia se renderam à função.

O modo escuro está disponível nos sistemas operacionais Android, do Google, e iOS, da Apple, que são predominantes em celulares de todo o mundo. Também é possível ativá-lo em computadores Mac e em serviços e programas do Google, como Chrome, Maps ou Gmail.

“A diferença no consumo de energia é de aproximadamente seis vezes entre uma tela normal em brilho máximo e uma em modo escuro com intensidade máxima”, explica o site Lifehacker, que tem como referência testes realizados pelo Google com o celular Pixel e o sistema Android.

Também conhecido como modo noturno, esta função é útil para aqueles que usam a tela em ambientes de pouca luz, para usuários com deficiências visuais e para aqueles que passam muito tempo jogando videogames. Mas também ajuda a descansar os olhos de qualquer usuário.

Como ativar o modo escuro

Esta opção está disponível tanto para versões mais simples do sistema operacional do Google, como o Android Go e o Android One, quanto para alguns modelos com a versão mais recente do Android, a Pie.

No entanto, o Google já está trabalhando em um modo escuro aprimorado para sua próxima versão do sistema, o Android Q, previsto para agosto deste ano.

Enquanto isso, se você quiser ativar o “modo escuro” no seu celular Android, siga estes passos: ajustes > visor > modo noturno.

E se o seu celular for um iPhone? Vá em ajustes > geral > acessibilidade > adaptações de tela > inverter cores > inversão inteligente.

R7, com BBC Brasil

 

Em teste! WhatsApp terá função para evitar que outros vejam suas conversas

Imagem: iStock

O WhatsApp está testando uma nova ferramenta para evitar que outros usuários tenham acesso a suas conversas. De acordo com o WABetaInfo, que antecipa informações do aplicativo com alto nível de acerto, o app está desenvolvendo uma autenticação por digital para o serviço.

A nova funcionalidade deixará o WhatsApp mais seguro, dando mais garantias de que só o dono do aparelho possa abrir e ler suas conversas. O recurso foi notado na última versão Beta do aplicativo para Android e ainda não tem data para ser disponibilizado a todos os usuários, entrando na lista de recursos que devem chegar este ano.

No teste, a nova ferramenta fica localizada na seção de ajustes do aplicativo, dentro da área de privacidade. O usuário terá uma nova opção chamada de “autenticação”, em que é dada a possibilidade de ativar o desbloqueio pela digital.

O usuário, então, poderá escolher cadastrar uma digital nova ou já usar as credenciais cadastradas no seu celular. Depois de ativado, será necessário que o dono da conta use sua digital sempre que for abrir o aplicativo, garantindo uma proteção muito maior. Assim, mesmo que alguém pegue seu smartphone desbloqueado de bobeira, não poderá acessar o WhatsApp.

No iOS, o recurso também já esteve em testes com tanto o Face ID quanto o Touch ID da Apple. Essa nova função bloqueia completamente o aplicativo até a digital ser escaneada – seja tentando abrir o mensageiro pela notificação, pelo ícone do aplicativo ou por links externos.

Não se sabe quando o recurso chegará aos usuários, mas ele valerá para quem tiver a versão do Android Marshmallow ou superior e um smartphone com sensor de digital, claro.

O WhatsApp ainda testou uma outra novidade em sua versão beta: no Android, está sendo desenvolvida uma nova área para enviar áudios para contatos. Nesta nova interface, é possível ouvir uma prévia do áudio e ver uma imagem do áudio.

Novo recurso do WhatsApp deixará usuários cadastrarem digital. Imagem: Reprodução/WABetaInfo

Será possível ver nessa janela um número máximo de 30 mensagens de áudio por vez. Ainda não há data para que o recurso seja disponibilizado a todos.

UOL

 

Qual a função dos embargos infringentes?

A resposta é simples: permitem que uma decisão controvertida, de uma parte do tribunal, seja reexaminada pelo tribunal inteiro. Por exemplo, se uma turma de juízes opta pela condenação de um réu por 3 votos a 2, os embargos infringentes permitem o reexame pelo plenário do tribunal, diminuindo assim o risco de erros e injustiças.

Nada disso parece fazer sentido na Ação Penal 470.

Primeiro, porque ela foi julgada originariamente pelo plenário do STF. Não há razão para fazer o mesmo tribunal reexaminar, na mesma formação, a sua própria decisão. A presença de dois novos ministros não elimina este raciocínio — ao contrário, aumenta o problema. Se o que faz diferença é o voto inédito, então não se trata de reexame. Trata-se de colocar o resultado nas mãos do acaso ou da passagem do tempo, conforme mudam os ministros.

Segundo, o reexame faz muito sentido no caso de julgamento rápido e de uma só sessão. Mas não tanto em julgamento que durou meses, com cada tese jurídica sendo detalhadamente discutida. Nas dezenas de sessões até aqui, os ministros já tiveram incontáveis oportunidades de repensar e de mudar os seus votos. Aliás, vários já o fizeram: Lewandowski alterou multas inicialmente por ele fixadas; Zavascki mudou, no julgamento de embargos de declaração, votos anteriores, influenciando inclusive vários colegas a reconsiderarem.

Terceiro, o argumento da correção de erros é uma falácia. Se o reexame é feito pela mesma instituição, a chance de correção de erros não parece maior do que a de desfazimento de acertos. E se o tribunal errar da segunda vez? Não há porque supor que os segundos erros sejam mais dignos do que os primeiros.

O debate técnico sobre o cabimento dos embargos infringentes tem sido complexo. Cabíveis ou não, porém, independentemente do que diz a lei e o regimento, o fato é que no contexto específico da Ação Penal 470 eles parecem não fazer sentido.

O Globo

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Consultor Jurídico disse:

    O grande problema é que os Embargos Infrigentes vinham sendo aceitos pelos STF.
    Mudar a regra agora será o atestado que o julgamento foi político, motivado por ideologias, e não um julgamento jurídico.
    Ministros que até ano passado defendiam o cabimento dos embargos de uma hora para outra decidiram que o recurso antes aceito não é mais cabível.

    Veja como o Ministro FUX decidiu no início do ano passado, em trecho de voto em habeas corpus (HC 104705-SE), afirmando literalmente que:

    “A respeito do tema, está previsto no parágrafo único do artigo 609 do Código de Processo Penal o cabimento de embargos infringentes e de nulidade, quando em apelação ou recurso em sentido estrito, por maioria, for proferido julgamento desfavorável ao acusado. No âmbito do Supremo, a matéria está disciplinada no regimento interno, admitindo-se os infringentes como via adequada para impugnar decisão condenatória, não unânime, proferida em ação penal, quando julgada improcedente a revisão criminal e, ainda, em face do desprovimento de recurso criminal ordinário (RISTF, artigo 333, incisos I a III e V).

    Em 2011, o então procurador-geral da República, Roberto Gurgel, admitiu que os embargos infringentes existem; já no caso do chamado 'mensalão', ele diz que o tipo de recurso, que dá aos condenados o direito a um novo julgamento, é "inadmissível".
    Em 2011, num parecer aprovado por Gurgel, a subprocuradora Cláudia Sampaio admitiu a existência dos embargos infringentes, alegando que a nova lei não fazia referência à sua anulação. Ela tratava do julgamento que condenou, por sete votos a três, o ex-deputado José Gerardo. Os procuradores, então, afirmaram que, neste caso, os infringentes não poderiam ser aceitos porque o regimento interno do STF exige ao menos quatro votos a favor do réu. Essa necessidade, diz o parecer, prevalece para que os embargos sejam aceitos.

    Ministros Gilmar Mendes e Carmen Lucia igualmente votaram a favor dos embargos em ocasisões anteriores.
    O site Consultor Jurídico publicou um texto lembrando que os ministros Gilmar Mendes e Cármen Lúcia também já defenderam os embargos infringentes no STF. Uma decisão ocorreu em 2003 a outra neste ano.

    Em março deste ano, ao julgar o cabimento dos Embargos Infringentes em um Recurso Extraordinário, a ministra Cármen Lúcia foi mais explícita ao defendê-los. "Os Embargos Infringentes são cabíveis, portanto, contra decisão de Turma ou do Plenário, mas não contra decisão monocrática", votou. Referia-se justamente ao caso que julgava: não conheceu dos Embargos porque eles foram interpostos contra uma decisão monocrática sua.

    Contradição
    Para o advogado Fabrício de Oliveira Campos, do escritório Oliveira Campos Advogados, caso prevaleça a tese de Joaquim Barbosa, o STF cairá em contradição, já que a corte tem admitido recursos não previstos na Lei 8.038/1990, como os Embargos de Declaração e os de Divergência. Esse, inclusive, é um dos argumentos da defesa dos réus do mensalão.

  2. silva disse:

    A justiça brasileira não é cega e cada um tem seu preço, dependendo do freguez que compra.

  3. Cosme Filho disse:

    Se for para beneficiar os PeTistas TUDO FAZ SENTIDO e é justificável.
    Não interessa se é ilegal ou ilegítimo, isso só pode ser questionado nas causa dos João Ninguém do povo, nunca quando se trata de membros de uma cúpula partidária.
    Como dizia uma velha raposa política: "LEI é para os pobres, desprotegidos, desprovidos do QI".
    O Julgamento do Mensalão é a prova maior que em terras tupiniquins vale o PESO PARTIDÁRIO, o resto é falácia e desculpa de pobre, ou melhor, perseguição da ELITE!
    Deve ser pra isso que serve a DEMOCRACIA!!!