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Acidente sem detalhes na manhã desta terça (14) registra incêndio com carreta, após virar na BR-304, em Lajes, na região central potiguar. Na ocasião, duas pessoas foram socorridas pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência(SAMU).
Trecho da rodovia interditado em razão de acidente, sentido Mossoró-Natal. Fluxo por fora da via. Polícia Rodoviária Federal se encontra no local. Vídeo: Cedido
Pesquisa eleitoral divulgada nesta sexta-feira (23) pelo Instituto Veritá realizada com mais de 15 mil eleitores sobre as intenções de voto para a Presidência da República mostra que Flávio Bolsonaro (PL) tem 51,3% no 2º turno, enquanto Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem 48,7%. Os números são referentes ao cenário estimulado, quando uma lista de candidatos é apresentada aos entrevistados.
A pesquisa foi feita entre os dias 18 e 22 de outubro, com as entrevistas de 15.554 eleitores. A margem de erro é de 1 ponto percentual, para mais ou para menos, e o nível de confiança da pesquisa é de 95%. O levantamento está registrado no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) com o número BR-06070/2026.
O ministro Floriano de Azevedo Marques, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), impediu o presidente da Corte, Kássio Nunes Marques, de suspender ou restringir o canal “Exército do Lula” no WhatsApp sem antes submeter o caso ao plenário.
A decisão atende a um pedido preventivo da campanha de Lula (PT). Administrado pelo deputado federal André Janones (Rede-MG), o canal chegou a quase 9,6 milhões de seguidores.
Floriano argumentou que a Presidência do TSE não pode impor, por decisão individual e via administrativa, sanções que afetem canais de comunicação de terceiros. Segundo ele, medidas dessa gravidade devem ser analisadas pelo colegiado, e eventuais abusos precisam ser apurados pela via judicial adequada.
O ministro afirmou ainda que a decisão não representa censura à atuação de Nunes Marques e destacou que uma eventual suspensão às vésperas do segundo turno poderia gerar instabilidade no processo eleitoral.
Pesquisa DataTrends divulgada nesta sexta-feira (23) mostra Flávio Bolsonaro (PL) com 51,9% dos votos válidos na disputa presidencial, contra 48,1% do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Considerando os votos totais, Flávio lidera com 50%, contra 46% de Lula. Brancos e nulos somam 3% e não sabem ou não responderam são 1%.
O levantamento ouviu 2.000 pessoas entre os dias 19 e 21 de outubro. A margem de erro máxima é de 2,19 pontos percentuais, com nível de confiança de 95%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-03365/2026.
Restando apenas três dias para a eleição que definirá o futuro governador do Rio Grande do Norte, o prefeito de Areia Branca, Souza Neto (União Brasil), anunciou apoio a Cadu de Lula (PT), adversário de Allyson Bezerra (União Brasil) no segundo turno. O detalhe que chama a atenção é que o gestor pertence ao mesmo partido de Allyson, mas decidiu mudar de lado na reta final da disputa.
Em vídeo publicado nas redes sociais, Souza afirmou que, no primeiro turno, apoiou outro candidato, mas decidiu caminhar com Cadu após a oposição de Areia Branca também se aproximar do grupo adversário. Ele acusou os opositores de agir por “oportunismo” e “desespero pelo poder”.
O prefeito justificou a mudança citando parcerias entre o Governo do Estado e o município, como o IERN e o Polo Gás Sal. Cadu agradeceu o apoio e prometeu ampliar as ações em benefício da população.
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A campanha de Lula (PT) não apresentou ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) dados bancários e fiscais pessoais da lobista Roberta Luchsinger. Ela questionou nas redes sociais como informações sobre seus sigilos teriam sido obtidas e afirmou que seus dados estão sob segredo de Justiça. Segundo ela, ninguém pediu autorização para acessar os documentos. A empresária prometeu tomar “todas as medidas cabíveis”.
Estas informações às quais Roberta se refere não foram solicitadas pela equipe de Flávio Bolsonaro (PL). O pedido se restringe a registros de visitas dela a prédios públicos, voos em aeronaves da FAB e reuniões em órgãos federais.
Lula e Flávio travam um embate sobre a divulgação de informações financeiras na reta final do segundo turno. As campanhas formalizaram um acordo para autorizar a abertura de sigilos, mas ainda divergem sobre a forma de divulgação dos dados.
Na quinta-feira (22), o ministro André Mendonça, do TSE, afirmou que os candidatos podem divulgar voluntariamente as informações, sem necessidade de autorização judicial. Ele ressaltou, porém, que a divulgação não substitui eventuais investigações sobre irregularidades.
Um dos fundadores do PT, o cientista político Paulo Delgado (MG), criticou o nome “Exército de Lula”, usado no grupo de WhatsApp criado para mobilizar apoiadores do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Idealizado pelo deputado André Janones (Rede-MG), o grupo já reúne mais de 8 milhões de usuários. Janones é chamado de “general” e distribui “missões” aos participantes.
Delgado, que é ex-deputado federal, e está fastado do PT, afirmou que a nomenclatura desrespeita a memória das vítimas da ditadura militar.
“Chamar de Exército de Lula é patético. Fere a memória de quem pediu reparação pelos crimes do regime militar. O PT nasceu para enfrentar os abusos do autoritarismo, não deveria adotar essa nomenclatura”, disse à coluna Painel do jornal Folha de S. Paulo.
Um grupo de adolescentes foi filmado depredando um parquinho infantil, no conjunto Pirangi, nesta sexta-feira (23). O espaço fica ao lado de uma quadra de esportes que está sendo reformada pela Prefeitura de Natal. Um homem que registrou a cena chamou a atenção dos jovens em razão do ato que estavam praticando. De acordo com o homem que registrou as cenas, eles seriam estudantes de uma escola privada que fica a poucos metros do local.
“Ei, boy. Assim não, né! Eu vou conversar com a diretora do Colégio Ação. Vou mandar pra ela. Vou mandar pra todo o bairro. Assim não, né! O lazer é para todos, mas destruir as coisas alheias não dá, não”, disse enquanto filmava o grupo.
As campanhas de Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) entregaram ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) as autorizações para abertura de sigilos, conforme acordo firmado entre as equipes. Mas os dados sigilosos ainda não foram divulgados pelas campanhas.
A campanha de Flávio afirmou ter cumprido o acordo, incluindo a autorização referente à Alcazar Holding, investigada por suspeita de lavagem de dinheiro. A Polícia Federal suspeita que o senador seja sócio do advogado Willer Tomaz na empresa.
A equipe de Flávio também classificou como “puramente política” a iniciativa de Lula e cobrou a divulgação de informações sobre os gastos com o cartão corporativo. Já a campanha petista afirmou ter entregue os dados disponíveis, incluindo agendas, planos de voo e informações do cartão.
As campanhas divergem sobre a atuação do ministro André Mendonça, relator do caso. Enquanto Lula pede que o TSE coordene a divulgação simultânea das informações, o ministro entende que os candidatos podem tornar os dados públicos sem necessidade de intervenção judicial.
Foto: Breno Esaki/Metrópoles | Mario Agra/Câmara dos Deputados
A campanha de Flávio Bolsonaro (PL) convidou a prefeita de Ituiutaba (MG), Leandra Guedes (Avante), ex-esposa do deputado federal André Janones (Rede-MG), para acompanhar o debate presidencial da TV Globo nesta sexta-feira (23), no Rio de Janeiro.
A iniciativa busca impedir a participação de Janones no evento. A prefeita afirmou que ainda analisaria o convite antes de decidir se participaria.
Em abril de 2025, o Tribunal de Justiça de Minas Gerais concedeu uma medida protetiva a Leandra contra o ex-marido, após supostas ameaças de divulgação de fotos íntimas.
Aliados de Janones disseram que o episódio “não é o foco” do deputado neste momento.
normal, andam como loucos na 304 e na 226… PRF não está nem aí, quando ligo e denuncio não aparecem, um dia gravo e mando pra você BG