Vejo nos últimos dias comentários contra a CAERN em situações que não tem relação com sua atuação ou essas pessoas tem interesse em prejudicar a empresa ou falta inteligência, a Lagoa é da prefeitura, faz coleta de rede de águas da chuva, não existe relação com a CAERN.
A CAERN diz que não é com ela. O mesmo acontece na Rota do Sol. Vazamento de lagoa de captação ou seja, esgoto a céu aberto. Mas a CAERN – Companhia de ÁGUAS e ESGOTO do RN diz que não é com ela. De quem é a responsabilidade?
Interessante quando existe um problema não tem responsável.
Para cobrar impostos existe uma estrutura que funciona muito rápido.
A Caern esclarece que a lagoa de captação apresentada no vídeo é para recebimento de água de chuva, sendo portanto um equipamento do sistema de drenagem. A Companhia reforça que não atua na drenagem de águas pluviais. Sobre a situação apresentada na Rota do Sol, reforçamos que os alagamentos são ocasionados por água de chuva, a Estação de Tratamento de Esgotos está operando normalmente sem apresentar extravasamento.
Esta é a parte podre da Caern, infelizmente: a da desculpa amarela. Amarelecida pela falta de argumento convincente. Explica, explica, e nada justifica.
Há que se confirmar por empresa independente se a afirmação da CAERN de que se trata somente de águas pluviais corresponde à verdade. Se as águas da chuva causam o transbordamento da lagoa de efluentes seja por planejamento inadequado, ou por utilização errada então continuo afirmando que a responsabilidade é da CAERN. Em frente ao ABC forma-se também uma poça que toma todo o asfalto mas que desaparece com dois ou três dias de estiagem. No caso da Rota do Sol há a contribuição de água da lagoa de tratamento de efluentes.
Continuem votando nos políticos profissionais, porque eles precisam de viver a hipocrisia em sua plenitude. Já as "crias novas" caracterizam-se pela continuação da mesmice.
O comentarista da Globo News, Merval Pereira avaliou que o Flávio Bolsonaro foi muito bem na sabatina da Globo nesta sexta-feira (16). A avaliação do jornalista foi realizada durante a exibição do programa Central das Eleições, onde ele e outros analistas políticos debateram o desempenho dos candidatos após as rodadas de entrevistas da TV Globo.
Ao ser questionado sobre o impacto e o saldo das entrevistas, o jornalista e comentarista Merval Pereira destacou que, na sua avaliação, o cenário segue empatado entre as principais candidaturas. “Acho que continua empatado. O Lula foi muito bem ontem [quinta-feira], o Flávio foi muito bem hoje [sexta]. Embora eu discorde do ponto de vista dos dois, os dois foram muito bem como candidatos”, pontuou Merval Pereira.
A discussão faz parte da repercussão promovida pela Globo News para analisar o cenário eleitoral e o discurso de Flávio Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na Sabatina.
[VÍDEO] “O maior ajuste fiscal é tirar o Lula”, diz Flávio Bolsonaro na sabatina da Globo ao desmentir fake news usadas pela campanha de Lula https://t.co/ssn1a9dwOM https://t.co/AFJ0zakuGJ
Em sabatina na TV Globo, na sexta-feira (16), Flávio Bolsonaro (PL) desmentiu uma série de fake news que vêm sendo disseminadas pela campanha do presidente Lula (PT). Ele assegurou que manterá a política de reajuste do salário mínimo acima da inflação, disse que não vão desvincular a correção das aposentadorias do reajuste do salário mínimo e reafirmou que não acabará com os pisos mínimos da saúde e da educação.
“O meu concorrente está promovendo um verdadeiro terrorismo em cima de servidores públicos, em cima de estatais, dizendo que eu acabaria com as aposentadorias, que eu acabaria com os servidores públicos e que eu privatizaria o Banco do Brasil, Caixa e Petrobras”, disse Flávio Bolsonaro.
O candidato do PL afirmou ainda que “o maior ajuste fiscal que o Brasil pode fazer é tirar o Lula”. “Ele hoje é o maior problema para esse desencontro de contas”, declarou.
A Folha de S.Paulo acusou o portal Metrópoles de publicar uma reportagem mentirosa sobre o veículo, como retaliação a revelações sobre o site e negou ter adiado ou amenizado uma matéria sobre Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master, publicada em agosto de 2024.
Em texto publicado nesta sexta-feira (16), a Folha afirma que a reportagem original foi divulgada após a conclusão da apuração e incluiu questionamentos sobre a situação financeira do banco, operações investigadas e relações com autoridades. O jornal sustenta que o encontro entre Vorcaro e a equipe ocorreu para registrar a versão do banqueiro.
A manifestação veio após o Metrópoles divulgar mensagens que indicariam uma oferta de R$ 1 milhão de Vorcaro ao gestor de crise Guilherme Barros para tentar adiar ou amenizar a publicação. Segundo a própria Folha, a reportagem foi publicada e não houve uma versão alternativa do texto.
A Folha também informou que o Banco Master gastou R$ 516,4 mil em anúncios no jornal entre 2021 e 2025, valor que, segundo a publicação, corresponde a cerca de 2,58% de um pagamento de R$ 20 milhões atribuído ao banco em contratos com o Metrópoles. A CEO do portal, Lilian Tahan, nega que o contrato publicitário tenha influenciado a cobertura editorial.
A TV Globo confirmou que o senador Flávio Bolsonaro (PL), candidato à Presidência, almoçou nesta sexta-feira (16) com integrantes da cúpula da emissora, no Rio de Janeiro, horas antes de sua sabatina no Jornal Nacional. A emissora destacou que representantes da área de Jornalismo não participaram da reunião e afirmou que encontros institucionais com candidatos fazem parte da rotina de seus executivos.
O encontro foi revelado pela coluna de Igor Gadelha, do Metrópoles.
Em nota, a Globo informou que Flávio foi recebido por João Roberto Marinho, presidente do Grupo Globo, e Paulo Tonet, vice-presidente de Relações Institucionais.
Flávio esteve acompanhado do senador Rogério Marinho (PL-RN), coordenador-geral de sua campanha, e de um assessor de imprensa.
A visita ocorreu um dia após a sabatina de Lula (PT) no Jornal Nacional. De acordo com auxiliares ouvidos pela coluna, o presidente não teria recebido convite para um encontro semelhante com os executivos da emissora.
Mensagens atribuídas a Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master, indicam que ele ofereceu R$ 1 milhão ao gestor de crise Guilherme Barros para tentar adiar a publicação de uma reportagem da Folha de S.Paulo e influenciar seu conteúdo. As conversas foram divulgadas pelo Metrópoles nesta sexta-feira (16).
Em agosto de 2024, Vorcaro orientou Barros a usar seus contatos para impedir que o texto fosse publicado naquele momento, alegando que a divulgação poderia comprometer o banco. Segundo as mensagens, a reportagem foi publicada 22 dias depois, com informações favoráveis ao Master. Barros posteriormente mencionou o pagamento de um success fee e Vorcaro respondeu que ele merecia receber.
A Folha nega que tenha segurado ou amenizado a reportagem e afirma que o texto foi publicado no prazo previsto. O jornal também declarou que seu diretor de redação, Sérgio Dávila, só tomou conhecimento das mensagens sobre o pagamento após a divulgação do caso. A publicação afirma que as alterações posteriores no texto foram feitas para incluir informações sobre a prisão de Vorcaro, em novembro de 2025.
O ex-tesoureiro do Partido dos Trabalhadores João Vaccari Neto, figura carimbada nos maiores escândalos de corrupção do país e alvo de novas investigações ligadas ao esquema do Banco Master, mudou-se para a Itália.
De acordo com informações de bastidores publicadas pelo jornalista Claudio Dantas, Vaccari obteve cidadania italiana e transferiu seu domicílio para o exterior há cerca de três meses.
A mudança para solo europeu ocorre em meio ao avanço das apurações que o colocam no centro de suspeitas graves envolvendo cobranças bilionárias de propina (R$ 1 bi) e desdobramentos financeiros do caso Master, ampliando o cerco sobre figuras históricas ligadas à cúpula petista.
O presidente Lula criticou a TV Globo após o senador Flávio Bolsonaro almoçar na emissora horas antes de sua entrevista nesta sexta-feira (16). Durante um ato de campanha em Ipatinga (MG), Lula afirmou que a empresa estaria insatisfeita com medidas de seu governo e declarou que a Globo “não merece confiança”.
No discurso, Lula citou o fim das apostas esportivas que chamou de bets, a aprovação do fim da escala 6×1, a promessa de transporte público gratuito aos fins de semana e a prisão do ex-banqueiro Daniel Vorcaro como motivos para uma suposta insatisfação da emissora.
“Eu quero dizer para vocês que, a partir de hoje, a Globo está sob suspeição da minha candidatura”, declarou o presidente.
Lula havia participado da sabatina do Jornal Nacional na quinta-feira (15), mas, segundo auxiliares, não recebeu convite para encontro semelhante com a direção do grupo.
Mensagens extraídas do celular de Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master, indicam que a influenciadora Gabriela Prioli teria participado de uma estratégia de comunicação da instituição, com contrato de 12 meses e conteúdos discutidos previamente com a equipe do banco.
Segundo as conversas divulgadas, Ana Matos, então responsável pela comunicação e pelo marketing do banco, informou a Vorcaro que o contrato estava assinado e que ela e Prioli finalizavam o roteiro de uma publicação. Em outros diálogos, o banqueiro sugeriu alterações em conteúdos e discutiu o momento de publicação de vídeos.
Um dos conteúdos de Prioli defendia o Banco Master e abordava a segurança dos investimentos em CDBs. As mensagens também mencionam a preparação de roteiros para rebater críticas e questionamentos sobre a instituição.
Em resposta, Prioli afirmou que nunca conversou com Vorcaro ou funcionários do banco, não assinou contrato e não recebeu pagamentos para produzir conteúdos em defesa da instituição. Ela questionou a divulgação de provas do suposto acordo e disse que seu faturamento está documentado por notas fiscais, sem emissão para o Master ou empresas ligadas ao banqueiro.
A Justiça de São Paulo mandou prender o comentarista político e historiador Marco Antonio Villa, de 71 anos, em razão do não pagamento de pensão alimentícia. Em nota publicada nas redes sociais, ele afirmou que nunca teve condições financeiras de arcar com a pensão determinada e classificou a cobrança como uma “injustiça sem precedente”. Marco diz já ter pago quase R$ 1,5 milhão à ex-esposa e a um dos filhos.
A manifestação ocorre após a decretação de sua prisão por uma dívida de pensão de R$ 570 mil. Segundo Villa, a obrigação judicial corresponde a 20 salários mínimos mensais, além dos planos de saúde dos beneficiários, totalizando mais de R$ 40 mil por mês em valores atuais.
Villa afirma que precisou vender imóveis, utilizar suas economias e contrair empréstimos para cumprir os pagamentos. Ele também declarou que há ações judiciais em andamento para contestar o que considera abusos, mas não apresentou detalhes por se tratar de processos sob segredo de Justiça.
O que diz Marco Antônio Villa
“Diante das midiáticas e distorcidas notícias veiculadas a meu respeito, sinto-me na obrigação de esclarecer os fatos ligados a essa triste e lamentável história.
Luto sozinho e calado, há anos, para tentar reverter uma injustiça sem precedente que diariamente me aflige: o dever de destinar 20 salários-mínimos por mês para minha ex-esposa e para um de meus filhos, acrescido do valor do plano de saúde em favor de ambos.
Em valores atuais, a pensão alimentícia que deveria ser por mim paga supera a quantia de R$ 40.000,00 (quarenta mil reais) por mês!
Infelizmente, nunca tive condições financeiras para arcar com essa quantia desarrazoada. Não sou milionário, mas sim uma pessoa assalariada que labuta arduamente todos os dias.
O governo Donald Trump, por meio de uma carta enviada aos congressistas norte-americanos, afirmou apoiar a realização de eleições “livres e justas” no Brasil, mas voltou a defender medidas adotadas contra autoridades e organizações criminosas brasileiras. Em resposta a parlamentares norte-americanos que acusaram Washington de interferência eleitoral, o Departamento de Estado justificou as sanções aplicadas ao ministro Alexandre de Moraes e defendeu a classificação do PCC e do Comando Vermelho como organizações terroristas.
Sobre Moraes, o órgão citou supostas violações de direitos humanos e restrições à liberdade de expressão. O Departamento de Estado acusou o ministro de autorizar prisões preventivas injustificadas e de determinar medidas contra críticos políticos.
Washington também reafirmou que o PCC e o Comando Vermelho representam ameaças à segurança regional e aos Estados Unidos.
A manifestação respondeu a uma carta assinada por 31 deputados dos EUA, que pediram ao governo Trump respeito ao processo eleitoral brasileiro e acusaram a Casa Branca de pressionar instituições do país por meio de medidas econômicas, políticas e diplomáticas.
Vejo nos últimos dias comentários contra a CAERN em situações que não tem relação com sua atuação ou essas pessoas tem interesse em prejudicar a empresa ou falta inteligência, a Lagoa é da prefeitura, faz coleta de rede de águas da chuva, não existe relação com a CAERN.
A CAERN diz que não é com ela. O mesmo acontece na Rota do Sol. Vazamento de lagoa de captação ou seja, esgoto a céu aberto. Mas a CAERN – Companhia de ÁGUAS e ESGOTO do RN diz que não é com ela. De quem é a responsabilidade?
Interessante quando existe um problema não tem responsável.
Para cobrar impostos existe uma estrutura que funciona muito rápido.
A Caern esclarece que a lagoa de captação apresentada no vídeo é para recebimento de água de chuva, sendo portanto um equipamento do sistema de drenagem. A Companhia reforça que não atua na drenagem de águas pluviais. Sobre a situação apresentada na Rota do Sol, reforçamos que os alagamentos são ocasionados por água de chuva, a Estação de Tratamento de Esgotos está operando normalmente sem apresentar extravasamento.
Esta é a parte podre da Caern, infelizmente: a da desculpa amarela. Amarelecida pela falta de argumento convincente. Explica, explica, e nada justifica.
Há que se confirmar por empresa independente se a afirmação da CAERN de que se trata somente de águas pluviais corresponde à verdade. Se as águas da chuva causam o transbordamento da lagoa de efluentes seja por planejamento inadequado, ou por utilização errada então continuo afirmando que a responsabilidade é da CAERN. Em frente ao ABC forma-se também uma poça que toma todo o asfalto mas que desaparece com dois ou três dias de estiagem. No caso da Rota do Sol há a contribuição de água da lagoa de tratamento de efluentes.
Continuem votando nos políticos profissionais, porque eles precisam de viver a hipocrisia em sua plenitude. Já as "crias novas" caracterizam-se pela continuação da mesmice.