O presidente da República, Jair Bolsonaro, empossou nesta quarta-feira (17) o deputado Fábio Faria (PSD-RN) como ministro do Ministério das Comunicações, recriado por Bolsonaro na semana passada.
Os presidentes da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Dias Toffoli, e do Superior Tribunal de Justiça (STJ), João Otávio de Noronha, compareceram à cerimônia mas não discursaram ao microfone.
Para a recriação da pasta, o Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, chefiado por Marcos Pontes desde o início do governo Bolsonaro, foi desmembrado em dois: Ministério das Comunicações e Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações.
O vereador de Extremoz, Rafael Correia, apresentou ao Poder Executivo Municipal uma importante proposição legislativa solicitando a realização de um censo populacional de animais de pequeno e grande porte em todo o município.
A proposta, encaminhada à Secretaria Municipal de Meio Ambiente e ao Centro de Zoonoses, visa mapear com precisão a realidade da população animal na cidade, incluindo cães, gatos, cavalos, bovinos e outros animais de relevância.
De acordo com o parlamentar, a iniciativa é essencial para garantir a formulação de políticas públicas eficazes e direcionadas. “Não se consegue fazer políticas públicas sérias sem dados concretos. Precisamos conhecer a realidade do município para agir com responsabilidade e eficiência”, destacou Rafael Correia.
O levantamento também prevê a identificação específica dos chamados “pets comunitários” animais em situação de rua bem como sua distribuição territorial dentro do município.
A proposta ainda sugere que, caso o município não disponha de equipe técnica suficiente, seja realizada a contratação de empresa especializada para a execução do estudo, assegurando qualidade e precisão nos dados coletados.
A indicação reforça a necessidade de transparência, recomendando que os dados obtidos sejam amplamente divulgados à população, servindo de base para ações estratégicas nas áreas de saúde pública, controle de zoonoses, campanhas de castração e programas permanentes de bem-estar animal.
Rafael Correia tem se destacado pela atuação firme em defesa da causa animal no município. Ao longo de seus mandatos, o parlamentar já foi autor de diversas iniciativas legislativas voltadas ao tema, como a lei que proíbe o uso de fogos de artifício com estampido, protegendo animais e pessoas sensíveis ao barulho, além de pleitos importantes como a solicitação de implantação de um hospital veterinário municipal.
A proposta do censo animal surge como mais um passo estruturante para consolidar políticas públicas modernas e eficazes, alinhadas às necessidades da população e ao respeito aos animais.
Um homem morreu após sofrer um choque elétrico enquanto manuseava uma bomba d’água na zona rural do município de Ouro Branco, no Seridó Potiguar. O caso aconteceu nessa terça-feira (5). A vítima foi identificada inicialmente como Joaquim Silva.
Segundo as informações, ele havia saído de casa para o local onde costumeiramente fazia esse manuseio. Com a demora dele para voltar, familiares decidiram ir atrás e encontraram o homem já sem vida.
A próxima indicação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao STF (Supremo Tribunal Federal) deveria ser de um nome técnico e sem ligação com o governo, segundo 39,4% dos brasileiros. Os dados são da pesquisa Meio/Ideia divulgada nesta quarta-feira (6).
O levantamento aponta também que 37% dos brasileiros defendem que o presidente mantenha uma indicação de cunho político e ligações com o governo.
Para 13,2% dos brasileiros, a vaga aberta do STF deve ser negociada com o Senado. Outros 5% acreditam que uma mulher deve ser indicada. Do total de entrevistados, 5,4% não souberam responder.
Metodologia
A pesquisa Meio/Ideia ouviu 1.500 eleitores em todo o território nacional, entre os dias 1 e 5 de maio. A margem de erro é de 2,5 pontos percentuais, para mais ou para menos. O código de registro no TSE é BR-05356/2026
A cantora Daniela Mercury se tornou ré em uma ação judicial que investiga o uso de recursos públicos em um show realizado no Dia do Trabalhador de 2022, em São Paulo. O caso envolve o pagamento de cachê de R$ 100 mil à artista e apura se houve irregularidades na contratação e no contexto da apresentação, conforme informações do Diário do Poder.
De acordo com informações do processo, o evento ocorreu em 1º de maio de 2022, na Praça Charles Miller, e teria custado cerca de R$ 170 mil aos cofres públicos, sendo R$ 100 mil destinados à cantora. Outros artistas e a produtora responsável também são citados na ação.
Segundo os autos, a investigação busca esclarecer se houve uso indevido de recursos públicos em um evento que, conforme alegações apresentadas no processo, teria assumido caráter político fora do período eleitoral.
A ação foi movida pelo deputado estadual Gil Diniz, que aponta possíveis irregularidades e classifica o caso como um “showmício”. O processo segue em tramitação na Justiça paulista.
Em manifestação no processo, a defesa da produtora responsável pela contratação afirma que não houve ilegalidade e sustenta que eventuais posicionamentos da artista durante a apresentação estão amparados pela liberdade de expressão.
O deputado federal Alencar Santana (PT) chamou a deputada Érika Hilton de “deputado” durante uma fala no Congresso Nacional, o que gerou repercussão nas redes sociais nesta semana.
De acordo com registros da sessão, o parlamentar citava integrantes da base quando se referiu a “deputado Reginaldo Lopes e deputado Érika Hilton”, chamando atenção pelo uso do termo no masculino, segundo informações do Portal do Paulo Mathias.
A fala repercutiu rapidamente nas redes sociais, onde usuários criticaram a forma de tratamento direcionada à deputada, que é uma mulher trans. Segundo comentários publicados online, apoiadores de Érika Hilton apontaram falta de respeito na referência feita durante o discurso.
O presidente Lula (PT) vetou o aumento de pena para casos de roubo com resultado de lesão grave, previsto em projeto aprovado pelo Congresso. A decisão foi justificada pelo governo com base na necessidade de manter proporcionalidade entre os crimes previstos na legislação penal.
De acordo com o texto analisado, o trecho vetado previa elevar a pena atual, que varia de 7 a 18 anos, para um intervalo de 16 a 24 anos nos casos em que a vítima sofresse lesões graves durante o assalto.
Em justificativa oficial, o governo argumentou que o aumento poderia gerar distorções no sistema penal, especialmente em comparação com crimes como o homicídio qualificado.
A decisão provocou reação de parlamentares e especialistas em segurança pública, conforme informações do Diário360. Segundo críticos, o veto pode ser interpretado como um sinal de enfraquecimento no combate à criminalidade violenta.
Por outro lado, há quem defenda que o sistema penal deve manter coerência e proporcionalidade entre as penas, evitando desequilíbrios legais.
O CEO da LATAM Airlines Brasil, Jerome Cadier, afirmou que o possível fim da escala de trabalho 6×1, em discussão no Congresso, pode inviabilizar voos internacionais no Brasil. Segundo ele, mudanças que incluam pilotos e tripulantes podem impedir operações com duração superior a oito horas.
De acordo com Jerome, parte dos projetos prevê a inclusão de aeronautas nas novas regras de jornada, o que limitaria o tempo de trabalho e afetaria diretamente voos intercontinentais.
Segundo ele, a maioria das rotas internacionais operadas no país ultrapassa esse limite, o que poderia comprometer a operação das companhias aéreas.
Em nota e entrevistas, o CEO defendeu que pilotos e comissários fiquem fora das mudanças, por questões operacionais ligadas à segurança e à duração das viagens.
Dados da Associação Brasileira das Empresas de Serviços Auxiliares de Transporte Aéreo indicam que mais da metade dos trabalhadores do setor atua hoje no modelo 6×1, e a mudança para 5×2 poderia elevar custos operacionais em cerca de 20%.
O ex-noviço, jornalista e escritor Brendo Silva protocolou uma denúncia no Ministério Público de São Paulo (MPSP) contra o frei Gilson da Silva Pupo Azevedo, alegando possíveis falas com teor discriminatório contra pessoas LGBT+ e mulheres em homilias, entrevistas e redes sociais.
De acordo com o documento apresentado, o religioso teria usado expressões consideradas ultrapassadas ao se referir à homossexualidade, além de associá-la a termos como “desordem” e “depravação grave”. O caso foi encaminhado ao Ministério Público para avaliação, conforme o Metrópoles.
Segundo a denúncia, também há vídeos em que o frei faz declarações firmes sobre temas ligados à orientação sexual, o que, na avaliação do autor da representação, pode reforçar estigmas e exclusões.
O ex-noviço afirma ainda que sua experiência dentro de ambientes religiosos por mais de 10 anos o levou a observar contradições entre discursos públicos e a presença de pessoas LGBT+ dentro da própria estrutura eclesiástica.
Brendo também sustenta que há necessidade de debate sobre responsabilidade no discurso religioso em um país com altos índices de violência contra mulheres e pessoas LGBT+. O caso agora aguarda análise do Ministério Público de São Paulo.
O Brasil registrou aumento de 7,55% nos casos de feminicídio no primeiro trimestre de 2026 em relação ao mesmo período do ano passado, segundo dados do Ministério da Justiça e Segurança Pública. Entre janeiro e março, foram contabilizadas 399 vítimas em todo o país.
Os números representam o maior índice já registrado para um primeiro trimestre desde o início da série histórica do Sistema Nacional de Informações de Segurança Pública (Sinesp), em 2015.
O levantamento mostra que o total saltou de 125 casos em 2015 para 399 em 2026, um aumento acumulado de aproximadamente 219% no período analisado, conforme informações da Folha.
Segundo os dados, foram 142 vítimas em janeiro, 123 em fevereiro e 134 em março, mantendo média de quatro mortes por dia em contextos de violência doméstica, familiar ou de gênero.
Em 2025, o país já havia registrado o maior número anual da série histórica, com 1.470 feminicídios, superando os 1.464 casos de 2024.
A DPU sustenta que o réu deveria ter sido intimado pessoalmente antes da substituição de sua defesa técnica pela própria Defensoria, já que atualmente se encontra na Itália.
Segundo o órgão, houve questionamentos quanto ao procedimento adotado para a intimação de Tagliaferro, incluindo a comunicação realizada por meio de advogados anteriormente constituídos. A Defensoria argumenta que tal medida não estaria plenamente alinhada ao que prevê o Código de Processo Penal.
A DPU solicita que sejam reconsiderados atos anteriores do processo, incluindo a interpretação sobre eventual ausência do réu em etapas processuais, além de pedir que seja assegurada a intimação pessoal para constituição de nova defesa de confiança.
O documento também afirma que, caso o processo tenha continuidade sem a correção dos pontos apontados, a Defensoria não apresentaria novas diligências nesta fase, conforme registrado no parecer encaminhado ao Supremo.
Será porque foi por capacidade ou porque ele. Agora e bravanel
Alô centrão! Quem quer dinheirooooo??? Arrai! Ihiii!!!
Eita!!!!
A petezada hoje não dorme.
Kkkk