Britney Spears conseguiu a primeira vitória contra o pai, Jamie Spears, na Justiça, nesta quarta-feira. A cantora foi autorizada a escolher e contratar seu próprio advogado no processo de tutela.
De acordo com o jornal “New York Times”, o advogado escolhido é Mathew S. Rosengart, conhecido por representar famosos. Além de controlar o dinheiro de Britney, Jamie também manda nas decisões da filha e decide o que ela tem que fazer.
Nas redes sociais, os fãs celebraram a primeira vitória. “Feliz demais por mais uma vitória”, escreveu uma. “Minha Britney está muito mais perto de ser livre! Como eu estou feliz por ela!”.
A teimosia do Governo Lula em não cortar gastos se traduz em juros abusivos no cartão de crédito, financiamento da casa própria e do carro fora do alcance, crediário caro no comércio e menos empregos com o fantasma da recessão bater à porta do trabalhador. A tentativa de empurrar a culpa para o Banco Central perdeu a força com Gabriel Galípolo no comando da instituição, deixando claro que a fatura da Selic nas alturas é o preço direto que o brasileiro paga pela gastança do comando petista.
Mesmo após multiplicar gastos sem qualquer critério durante a campanha e esbanjar ao longo de todo o mandato anterior, Lula segue patinando na popularidade, acumulando 45% de desaprovação. Resistindo a fazer o ajuste fiscal necessário para abrir espaço para a queda sustentável da taxa e da dívida pública, o presidente prefere alimentar ideias absurdas da ala radical, como o tabelamento de juros. Ao recusar o combate real ao déficit e ignorar o aviso claro do mercado de que uma recessão se avizinha, o petista demonstra que seu projeto pessoal continua colidindo com as reais necessidades do país.
[VÍDEO] CADÊ O POLICIAMENTO? Bandido vestido de motociclista de app assalta casal no calçadão da Praia do Meio à luz do dia
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A insegurança que toma conta do Rio Grande do Norte ganhou mais um capítulo na tarde desta sexta-feira (6). Em plena luz do dia e em uma das áreas turísticas mais movimentadas da capital, um casal foi vítima de um assalto à beira-mar, na Praia do Meio, em Natal.
Segundo as informações apuradas, o criminoso usava um capacete e uma camisa semelhante à utilizada por trabalhadores de aplicativo de transporte e entrega para disfarçar a aproximação. Ele abordou o casal na calçada, arrancou violentamente as correntes e colares das vítimas e, em seguida, atravessou a pista correndo, subiu em uma motocicleta que o aguardava do outro lado e fugiu em disparada.
A ação criminosa, registrada em vídeo, expõe a necessidade obvia de policiamento Ostensivo no calçadão e a ousadia dos bandidos que atuam livremente na orla urbana.
A PROSEG Consultoria e Serviços Especializados Ltda. divulgou nota nesta sexta-feira (6) negando qualquer vínculo com o homem preso na Operação Alter Ego, da Polícia Civil do RN.
Segundo a empresa, o investigado nunca integrou seu quadro médico nem prestou serviços por meio da contratante. A PROSEG afirma que os profissionais em atuação são identificados em relatórios mensais enviados aos órgãos públicos contratantes.
A empresa classificou como falsas as informações que circulam em blogs e redes sociais e afirmou que adotará medidas judiciais contra os responsáveis pela divulgação do conteúdo. Também lamentou os impactos das acusações sobre sua reputação e seus profissionais.
O marketing do Governo Lula continua a todo vapor na tentativa de ganhar o brasileiro, desta vez com a pose de linha-dura contra a criminalidade. A presidência comandada pelo PT divulgou nas redes sociais um vídeo promocional embalado pela trilha sonora do filme Tropa de Elite para comemorar a aprovação da PEC da Segurança Pública no Senado.
A peça publicitária aposta em uma estética policial ostensiva — com direito a imagens de agentes armados, viaturas, suspeitos detidos e uso de gírias — em uma tentativa de faturar em cima de um tema no qual a gestão petista acumula desgaste histórico.
A promessa de recriar o Ministério da Segurança Pública por MP, conseguiu a aprovação de um texto marcado por manobras e recuos estratégicos. Para aprovar a proposta sem grande desgaste com sua base ideológica, o governo articulou nos bastidores para deixar de fora medidas de enfrentamento de verdade, como a redução da maioridade penal e o endurecimento real do combate ao crime organizado.
O presidente Lula sancionou na tarde desta sexta-feira (06) a lei que institui a obrigatoriedade do Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica (Enamed), popularmente batizado de “OAB da Medicina”. A medida efetiva a exigência de notas mínimas de proficiência para que estudantes de medicina possam exercer a profissão no Brasil.
As avaliações obrigatórias serão aplicadas em três etapas ao longo da graduação: no final do segundo, do quarto e do sexto ano do curso. Apesar de defender a exigência de proficiência para conter o avanço desordenado de faculdades privadas de baixa qualidade, o Palácio do Planalto fez um veto estratégico no texto final sancionado.
O governo derrubou o trecho que obrigava as instituições de ensino privadas a repassarem 2% do seu faturamento líquido ao Sistema Único de Saúde (SUS) como contrapartida pelo uso da estrutura e dos hospitais públicos na realização de estágios curriculares e atividades práticas, aliviando o caixa dos grandes grupos educacionais sob a justificativa de dificuldade na definição de critérios equânimes.
Uma proposta apresentada pela deputada federal Duda Salabert (PSol-MG) pretende incluir os intervalos de almoço e repouso na jornada de trabalho, com pagamento correspondente ao período. O projeto de lei foi apresentado nesta quinta-feira (5).
A parlamentar argumenta que trabalhadores com jornada de oito horas acabam permanecendo nove horas vinculados ao emprego por causa do intervalo, sem receber pelo período.
Na justificativa, afirma que a pausa é importante para a saúde, mas nem sempre representa tempo livre, já que o funcionário precisa permanecer próximo ao local de trabalho.
Nas redes sociais, Duda defendeu que a remuneração do intervalo também beneficia as empresas, que passam a contar com funcionários mais descansados e atentos às atividades.
O economista Alexandre Schwartsman criticou a política fiscal do governo Lula (PT) e afirmou que o presidente não tem responsabilidade com as contas públicas. Em entrevista ao UOL, ele contestou a declaração do petista de que seu histórico de governos comprovaria compromisso com o equilíbrio fiscal. “Se tivesse, não precisaria ficar falando”, afirmou.
Schwartsman apontou o aumento da dívida pública, que, segundo ele, passou de cerca de 72% do Produto Interno Bruto (PIB) para mais de 86% ao final deste ano. Também citou o crescimento de aproximadamente R$ 430 bilhões nos gastos do governo federal desde 2022, já descontada a inflação.
“Isso parece uma série de coisas, mas eu garanto para vocês que não parece responsabilidade fiscal”, declarou. O economista também disse que o governo está “despreparado para lidar com esse problema”, por suas próprias convicções.
Schwartsman ainda questionou a participação do ex-ministro Guido Mantega na reunião de Lula com economistas para discutir medidas fiscais. “Guido Mantega foi o ministro que destruiu o superávit primário”, afirmou, criticando a escolha do ex-ministro para debater o equilíbrio das contas públicas.
O lutador de jiu-jítsu Lucas Portela Fontana Gomes preso nesta sexta-feira (6/11) após espancar uma mulher com socos e golpes dentro de um elevador em um condomínio na Barra da Tijuca, zona norte do Rio de Janeiro, alegou não se lembrar das agressões durante depoimento à Polícia Civil do Rio de Janeiro (PCERJ). A apuração é da coluna da jornalista Mirelle Pinheiro, do Metrópoles.
O crime ocorreu por volta de 1h10 da madrugada de quinta-feira (5/11), na Avenida Maracanã. Segundo a PCERJ, Lucas iniciou uma confusão no próprio apartamento, com gritos e agressões. Em seguida, passou a invadir imóveis de vizinhos e ameaçar matar os moradores do prédio.
Durante a sequência de ataques, o lutador invadiu dois apartamentos. Em um deles, uma moradora conseguiu fugir com a família pelas escadas.
Já no outro, ele agrediu uma mulher de 65 anos, que permanece internada em um hospital.
A terceira vítima foi atacada quando saiu do elevador para ajudar a vizinha. De acordo com a investigação, Lucas a golpeou com socos e chutes e a estrangulou durante vários minutos. A violência provocou ferimentos por todo o corpo da mulher e deixou o elevador coberto de sangue.
Uma equipe da Polícia Militar do Rio de Janeiro (PMERJ) foi acionada para atender à ocorrência. Ao chegarem ao local, foram informados pela Guarda Municipal de que o homem havia agredido duas mulheres.
Segundo a PM, na sequência, o investigado entrou em luta corporal com um dos policiais e foi atingido por um disparo de arma de fogo na perna.
Ainda segundo a corporação, Lucas e as vítimas foram socorridos e encaminhados ao Hospital Municipal Souza Aguiar.
Prisão
O lutador foi preso na manhã desta sexta-feira por policiais da 18ª Delegacia de Polícia (Praça da Bandeira), em cumprimento a um mandado de prisão temporária expedido pela Justiça.
A ordem judicial foi solicitada após os investigadores ouvirem vítimas e testemunhas e analisarem imagens das câmeras de segurança do condomínio.
O lutador é investigado por tentativa de feminicídio, ameaça, violação de domicílio, lesão corporal e resistência. Após a formalização do procedimento na delegacia, ele foi transferido para o presídio de Benfica, onde ficará à disposição da Justiça.
A Justiça Federal do Distrito Federal rejeitou a ação de improbidade administrativa contra o ex-presidente Jair Bolsonaro e sua ex-assessora parlamentar Walderice Santos da Conceição, conhecida como “Wal do Açaí”.
A decisão foi publicada nesta quinta-feira (5) pelo juiz Rodrigo de Godoy Mendes, que considerou não haver provas de que ela fosse funcionária fantasma ou de que tenha ocorrido enriquecimento ilícito e prejuízo aos cofres públicos.
O Ministério Público Federal (MPF) acusava Wal de receber salário da Câmara dos Deputados entre 2003 e 2018 sem exercer as funções do cargo. Segundo a investigação, ela morava em Angra dos Reis (RJ) e teria sido contratada para prestar serviços na casa de veraneio de Bolsonaro. Os procuradores pediam a condenação dos dois e a devolução de R$ 280 mil em salários.
Na sentença, o juiz destacou que as regras da Câmara permitem que assessores parlamentares trabalhem nos estados de representação dos deputados, inclusive em atividades de atendimento à comunidade. Wal afirmou que participava de reuniões de moradores e repassava demandas locais ao então deputado.
O magistrado também afastou a suspeita de rachadinha. Embora o MPF tenha apontado que 83,77% dos salários recebidos por Wal eram sacados em dinheiro, não foram identificadas provas de repasses a Bolsonaro ou de divisão dos valores. O MPF ainda pode recorrer da decisão.
Infernizaram a vida do homem sobre esse caso.
Ainda tiveram caso da baleia, caso do leite moça, caso das joias, caso da carteira de vacinas e tantos outros. Era perseguição ou não era?
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o vice-presidente Geraldo Alckmin têm até segunda-feira (9) para apresentar defesa em uma ação eleitoral que pede a cassação dos diplomas da chapa e a inelegibilidade dos dois por oito anos. O processo foi apresentado pelo Partido Novo, que acusa o governo de abuso de poder político durante a campanha eleitoral de 2026.
O corregedor-geral da Justiça Eleitoral, ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, determinou o prazo de cinco dias para as manifestações. Ao analisar o pedido, o magistrado considerou que a ação atende aos requisitos legais para tramitar. A defesa de Lula informou que não vai se manifestar publicamente e apresentará resposta no prazo estabelecido.
O Novo sustenta que Lula editou 35 atos normativos entre janeiro e outubro deste ano para criar ou ampliar benefícios em período eleitoral. A sigla também questiona medidas envolvendo o Bolsa Família e combustíveis, cujo custo projetado seria de aproximadamente R$ 40 bilhões em 2026. Alckmin é apontado como beneficiário das medidas por integrar a chapa presidencial.
Além da inelegibilidade por oito anos, o partido pede a cassação dos diplomas e o encaminhamento do caso ao Ministério Público Eleitoral. Se a Justiça acolher os pedidos e determinar a perda dos mandatos, a legislação prevê a realização de novas eleições, diretas ou indiretas, conforme o período restante do mandato.
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