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“A equação brasileira é a seguinte: ou o país entra num lockdown nacional imediatamente, ou não daremos conta de enterrar os nossos mortos em 2021”, diz Miguel Nicolelis

Foto: Fotos Públicas

“Acabou. A equação brasileira é a seguinte: ou o país entra num lockdown nacional imediatamente, ou não daremos conta de enterrar os nossos mortos em 2021.” Essa mensagem foi escrita no Twitter pelo neurocientista Miguel Nicolelis, mundialmente famoso por suas pesquisas sobre a interface entre cérebros e máquinas.

Professor da Universidade Duke, nos Estados Unidos, Nicolelis foi um dos criadores do Projeto Mandacaru, grupo formado por voluntários das mais diversas áreas que dá orientação e consultoria sobre o enfrentamento da pandemia aos nove estados que compõem a região Nordeste.

Nessa entrevista para a BBC News Brasil, o neurocientista avalia a repercussão de sua mensagem no Twitter e aponta a sequência de erros que colocam o país em segundo lugar no ranking de mortes por Covid-19 no mundo.

Ele diz estar extremamente preocupado com o momento atual, de segunda onda de casos ou repique da primeira, agravado por campanhas eleitoras, aberturas pelo país e festas de fim de ano.

“Estamos num momento que era propício e imediato para ter uma intervenção nacional pela primeira vez. Para parar, para ter uma queda dramática e rápida de novos casos até que a campanha de vacinação começasse. Eu estou vendo esse momento com extremo pessimismo, porque a gravidade é óbvia.”

Questionado sobre o impacto econômico dessa medida drástica, Nicolelis afirma que “se realizarmos um isolamento social rígido, um lockdown por duas ou três semanas, com só serviços essenciais funcionando, é possível minimizar os danos econômicos no futuro”.

Nesta quinta-feira (7), Brasil atingiu a marca dos 200 mil óbitos pela doença.

BBC News Brasil – O sr. fala em “intervenção nacional” contra a pandemia. O que seria isso?

Miguel Nicolelis – O Brasil precisa fazer algo muito parecido ao que aconteceu na Grã-Bretanha nos últimos dias. Isso, aliás, veio a partir do comitê científico britânico, que pressionou o primeiro-ministro e o governo para fazer um lockdown mesmo com o início da campanha de vacinação por lá. Era óbvio que não dava pra esperar pra vacina fazer seu efeito populacional. É preciso conter a escalada para o sistema de saúde não colapsar.

O que nós precisávamos por aqui era justamente isso. Ter um comando central. Uma mensagem única, disseminada para o país inteiro, com transparência, com bons dados, com boas práticas. E nós precisaríamos, na minha opinião, de um lockdown por duas ou três semanas para reduzir a pressão no sistema de saúde.

A pressão não é mais só dos casos agudos de coronavírus. Nós temos agora todos os casos acumulados do ano passado, que não puderam ter atendimento por causa dos hospitais lotados. E temos também um número enorme de pacientes com sequelas da Covid-19 que vão precisar de atendimento médico. Estamos falando de duas enormes demandas por serviços médicos, internações e unidades de terapia intensiva. E ainda há um terceiro grupo, que são de todas as doenças que estão represadas. Pacientes que estão sofrendo de doenças crônicas e agudas e precisam de cuidados médicos.

Nós vemos algumas particularidades muito específicas dessa segunda onda. Nós temos uma cepa que é mais transmissível, o que significa que vamos ter mais pessoas infectadas. Além disso, há um número de jovens e crianças afetados que está aumentando proporcionalmente. Até hospitais pediátricos em São Paulo estão com problemas de demandas de vagas para atender casos.

Um exemplo dramático disso é Manaus. A cidade colapsou muito mais rapidamente do que na primeira onda. E colapsou a um ponto que o prefeito veio dizer que o sistema de saúde não foi o único afetado. Ele teme um colapso do sistema funerário neste momento. Essa é uma preocupação que existe desde a primeira onda e ficou por debaixo do tapete, sem ninguém falar sobre isso. Mas foi algo que aconteceu em Nova York, no Texas e está acontecendo na Califórnia neste momento. Essa é uma grande preocupação, porque se você começa a perder a mão do sistema de manejo das vítimas, dos corpos, você começa a gerar problemas de saúde pública secundários gravíssimos.

BBC News Brasil – Nas últimas semanas, acompanhamos dois fatores que podem agravar ainda mais a situação da pandemia: a questão das aglomerações de final de ano e as novas cepas do coronavírus detectadas no Reino Unido e na África do Sul. Como o senhor analisa esses novos ingredientes numa equação que já se mostra tão complicada?

Nicolelis – No começo de novembro, o Comitê de de Combate ao Coronavírus do Consórcio Nordeste propôs que era preciso ver o que estava acontecendo no cenário internacional. Porque já existia uma segunda onda europeia gravíssima. A gente ainda não sabia de novas cepas, mas essa era uma previsão que estava em nossas mentes. Porque é algo que ocorre, não é uma grande surpresa. Aconteceu na pandemia de 1918 e em outras ocasiões.

A gente só não sabia de onde viria essa nova cepa e qual seria a gravidade da segunda onda. Em 1918, a segunda onda foi a mais letal de todas. Todos os modelos que nós apresentamos desde abril para os governadores do Nordeste levavam em conta e tinham a possibilidade dessa segunda onda e quando ela poderia surgir.

No Nordeste, tivemos lockdowns que foram feitos nas capitais e medidas de isolamento social que atrasaram a segunda onda. Mas as campanhas eleitorais e as aberturas econômicas feitas ao léu geraram aglomerações que sincronizam a segunda onda no país inteiro. Esse é o grande drama.

A gente ainda não tem os dados completos da letalidade das novas cepas. A cepa da África do Sul é muito preocupante. Há mortes acontecendo na Austrália por causa da cepa britânica. Ela também já foi detectada no Japão. Isso significa que ela correu o mundo, como era de se esperar.

Com o espaço aéreo brasileiro aberto, nós estamos repetindo todos os erros da primeira onda. Com o agravante de que o país inteiro está tendo curvas de crescimento, algumas mais rápidas do que lá no início. Então essa é uma situação muito assustadora.

BBC News Brasil – Quando se fala em lockdown, em fechar novamente o comércio, algumas pessoas argumentam que a economia brasileira não vai aguentar e as consequências podem ser terríveis. Como o sr. analisa e responde a essas previsões?

Nicolelis – É evidente que sou sensível a todo o debate sobre a questão econômica. Mas essa dicotomia é falsa. Se o número de mortes começar a disparar, o sistema de saúde colapsa e nós não temos condições de manejar a pandemia da maneira correta. O que vai então acontecer com a economia? Ela também vai colapsar. As pessoas vão começar a morrer em números altíssimos por outras doenças e não vamos ter nem gente para fazer a economia girar. Não vamos ter pessoas para trabalhar, produzir e consumir bens.

Se nós tivéssemos feito um lockdown nacional em março de 2020, como a Grécia fez… Aliás, a Grécia detectou dois casos e, em 48 horas, o país estava em lockdown completo. A Grécia não tinha sistema hospitalar, estava falida do ponto de vista da saúde pública, e conseguiu ser um dos melhores países europeus durante a pandemia. Quer outro exemplo? O Vietnã, com 100 milhões de habitantes, é um país pobre com muito menos recursos de saúde pública que o Brasil. E eles tiveram 35 mortes.

A gente sabe como a coisa funciona e essa não é a primeira pandemia da história da humanidade. Existe uma farta literatura sobre isso. E todas as pandemias onde você fez isolamento social conseguiram baixar os números de casos e de mortes. Isso vale mesmo para aquelas doenças com uma taxa de infecção e de letalidade muito maior a essa que enfrentamos atualmente.

Se realizarmos um isolamento social rígido, um lockdown por duas ou três semanas, com só serviços essenciais funcionando, é possível minimizar os danos econômicos no futuro.

Eu vou dar uma prova disso. Na pandemia de 1918, todas as cidades americanas que fizeram as medidas de isolamento, bloquearam o fluxo de pessoas e paralisaram suas economias, se saíram melhor do que as cidades que não fizeram nada, deixaram a pandemia correr solta e censuraram a informação para sua população. Locais como Nova York, Boston e Filadélfia, que não reagiram da maneira correta, tiveram grandes perdas humanas e terríveis problemas econômicos durante e após a pandemia. Outras cidades, como Pittsburgh, por exemplo, se saíram muito melhor.

BBC News Brasil – O sr. comentou que o Brasil está cometendo os mesmos erros da primeira onda. Mas quais foram as grandes oportunidades que nós perdemos no manejo da pandemia?

Nicolelis – Foi uma sequência trágica de erros. Primeiro, minimizar a gravidade da pandemia. Não se preparar antes dela chegar ao Brasil. Nós tivemos quase três meses para nos prepararmos em termos de material de proteção, máscaras, enfim, organizar o país antes do tsunami. O segundo erro foi negar o tsunami. Terceiro, não criar um comando verdadeiramente nacional, centralizado, um estado maior de combate à pandemia que tivesse uma missão clara.

Esse comando poderia ajudar os estados não só do ponto de sanitário, mas financeiro. Além disso, decretar o fechamento do espaço aéreo internacional brasileiro no começo de março e fazer bloqueios nas rodovias principais. Era absolutamente previsível que as estradas iriam espalhar os casos para o interior do Brasil. Nas primeiras três semanas de março, São Paulo foi responsável por 85% dos casos do país. Se tivéssemos bloqueado só São Paulo… O aeroporto de Guarulhos recebeu o maior fluxo de pessoas vindas do exterior e nós poderíamos ter barrado esse trânsito para o resto do Brasil aqui. Mas nós não fizemos nada.

Nós não tivemos uma voz nacional que, ao longo da pandemia, transmitisse as informações corretas e cientificamente validadas, que basicamente eliminasse as fake news e não promovesse o uso de remédios que não funcionam, por exemplo. Existem milhões de brasileiros que ainda acreditam na cloroquina. Ou que ainda creem que existe um tratamento profilático contra o coronavírus.

Olha São Luís hoje. A capital do Maranhão fez talvez o melhor lockdown do Brasil. É a única capital do Nordeste neste momento que está há meses com números de óbitos e casos estabilizados. Fortaleza fez o segundo melhor lockdown. Na sequência, aparecem Recife e João Pessoa. Esses lugares se beneficiaram tremendamente dessas políticas, que eram simples e que foram oferecidas efetivamente logo no início da pandemia. Compare os dados de São Luís com a cidade de São Paulo. Você vê na hora a distinção. Enquanto São Paulo se arrastou com milhares de novos casos e centenas de mortes diárias, São Luís conseguiu levar esse número para o mínimo possível.

Outro exemplo interessante foi Belo Horizonte, que teve uma resposta impressionante. O prefeito entendeu que tinha que ouvir os técnicos, os cientistas e os sanitaristas da cidade. Ele não tinha experiência pessoal nenhuma, mas ouviu. Tanto é que foi reeleito logo no primeiro turno. A resposta foi correta e ele procurou quem sabe do assunto.

No Brasil, faltou comando, faltou mensagem, faltou definir prioridades, faltou preparo e faltou acreditar na ciência. O drama que eu sinto nesse momento, por isso que fiz esse tweet há alguns dias, é que nós estamos repetindo todos os erros. Acrescidos da total inépcia na definição de um programa nacional de imunização pelo Ministério da Saúde.

É uma incompetência total, uma falta de qualquer tipo de visão estratégica, logística e sanitária de quão vital é ter essa campanha de vacinação nas ruas imediatamente. Acabei de ler agora há pouco uma entrevista do fundador da Anvisa, que eu conheço muito bem, falando que é inacreditável como o Ministério da Saúde simplesmente não moveu um dedo para comprar seringas, agulhas e os insumos necessários para organizar o plano nacional de imunização.

Nós ainda não temos uma definição de quais vacinas vão ser usadas no Brasil. Porque não temos a aprovação da autoridade sanitária competente federal, que é a Anvisa.

BBC News Brasil – A comunicação é um dos grandes desafios da pandemia. Como o sr. mesmo disse, há muitas pessoas que ainda acreditam em tratamentos que já se mostraram ineficazes ou seguem notícias falsas sobre as máscaras ou a origem do vírus. Como tornar essa comunicação com a população mais proveitosa?

Nicolelis – Nós temos que utilizar as mesmas armas dos distribuidores de fake news. Temos que usar as redes sociais para difundir verdades. O que as entidades preconizam? Quais são os resultados reais? Por que é importante usar máscara? Por que é necessário fazer realmente um lockdown? Nós temos que combater as notícias falsas onde os robôs e esses indivíduos atuam.

Pra você ter ideia, quando eu escrevi no Twitter essa proposta de lockdown nacional, toda a comunidade científica começou a apoiar. Por outro lado, eu recebi centenas de mensagens fakes, de robôs, de ataques, de toda a sorte de loucura que nunca imaginei que um cientista profissional com 40 anos de carreira no Brasil estaria sujeito.

Eu tive uma experiência nas últimas 48 horas absolutamente dantesca. De ver que no Brasil você não pode nem tentar disseminar uma opinião científica balizada, baseada em dados e estudos. Você, sua vida, sua família, seus parentes, sua carreira, tudo o que você fez, passa a ser atacado de uma maneira atroz, de uma maneira absolutamente brutal.

Isso está matando gente no Brasil. Aliás, no mundo. Esse abismo que nós caímos na área da comunicação está matando tanta gente quanto a questão sanitária. Nos Estados Unidos, quando você estuda a história deles, os americanos dizem que nas guerras históricas as doenças infecciosas mataram tanta gente ou até mais que as batalhas propriamente ditas. Eu acho que nós vamos ter que mudar essa frase e acrescentar que, na pandemia do século 21, a desinformação matou tanta gente quanto o próprio vírus.

BBC News Brasil – Como é lidar com esses ataques digitais do ponto de vista pessoal?

Nicolelis – É uma coisa muito chocante. Eu paralisei minha vida para fazer um trabalho que eu acredito, pelo meu país. É terrível, impactante. Mas nada disso me intimida. Eu nasci no bairro do Bixiga aqui em São Paulo. Não vou parar de dar minha opinião ou de fazer meu trabalho com meus colegas do comitê porque centenas de… Bom, a gente nem sabe se são humanos ou pessoas de verdade. A maioria nem é.

A maioria são clones de uma conta só que repetem a mesma mensagem, a mesma acusação. E você vê que são clones, que são robôs, pelo grau de grosseria, pelo grau de insultos baixos e repetidos. Então você vê que é uma pessoa programando e disseminando essas mensagens por milhares de contas.

Mas isso de forma alguma vai impedir que nosso trabalho seja feito, nem no comitê nem como pessoa. Mas que é terrível e chocante, é. Guardadas as devidas proporções, sinto como se eu fosse um cientista na Idade Média, sendo perseguido pela Inquisição. Não tinha redes sociais naquele período, mas a sensação de choque deve ser a mesma.

BBC News Brasil – Como o sr. analisa a corrida pelas vacinas contra a Covid-19 do ponto de vista global?

Nicolelis – Eu falei sobre isso ontem numa videoconferência. Essa é a maior e a primeira batalha geopolítica biomédica da história. Nunca o mundo enfrentou, presenciou ou testemunhou uma batalha tão gigantesca na área de ciências biomédicas. Isso mostra o quão relevante a ciência biomédica se transformou para o futuro social, político e econômico do mundo. Nós vemos as grandes potências de ciência disputando quem tem a hegemonia da vacina que, em teoria, vai salvar o planeta dessa crise. Há interesses gigantescos e as maiores farmacêuticas do mundo envolvidos.

Eu nunca imaginei ler notícias de eficácia e segurança de vacinas primeiro em press releases de empresas, e não em trabalhos científicos. Eu nunca vi isso na minha vida. Falamos de interesses de trilhões de dólares.

Se nós tivéssemos reagido rapidamente, o Brasil teria todas as condições de ter sua própria vacina. Nós temos cientistas da área, a Fiocruz e o Butantan com toda a capacidade para isso. Se tivessem sido apoiados pelo governo com os recursos necessários, o Brasil poderia estar agora a caminho de ter sua própria vacina. Não era um cenário fora da realidade de maneira alguma.

Mas o Brasil optou, na figura de seu governo federal, de se remover da liderança dos países científicos do mundo. Nós já nos removemos da liderança econômica. Já fomos autoalijados, por decisões do nosso próprio governo, de ser um player importante na geopolítica mundial. Agora nós estamos dizendo que não temos interesse em ser um dos grandes países científicos do mundo. Nós tivemos a chance.

É só você comparar a posição científica do Brasil e da China em 1980 e olhar 40 anos depois o que aconteceu nas curvas de produção científica e investimento. Se um marciano chegasse ao mundo agora e olhasse essas informações, não iria acreditar na inversão do padrão que se deu nos últimos quarenta anos.

Não é à toa que a China já se transformou no maior investidor público de ciência do mundo, passando os EUA. Pensa nisso: antes da China ultrapassar os EUA como a maior economia do mundo, ela suplantou os americanos como o maior PIB científico do planeta.

BBC News Brasil – Podemos tirar algum aprendizado da atual pandemia para as futuras crises de saúde?

Nicolelis – Em primeiro lugar, é importante mencionar que o mundo tirou a ciência do puxadinho, que ficava no quintal, e trouxe para a sala de estar. Nós percebemos que os cientistas podem contribuir para o desenvolvimento de uma civilização mais justa, mais igual, que corra menos riscos de extinção e persiga um projeto onde o ser humano consegue se desenvolver economicamente e ter os meios de sobrevivência sem agredir o meio ambiente a ponto de colocar a própria espécie em perigo.

A minha primeira dose de esperança é que o mundo está olhando para a ciência com outros olhos nos últimos meses. A segunda é que evidentemente a ciência tem seus limites. Como diz o historiador John Barry, responsável pelo maior estudo já feito sobre a pandemia de 1918, a ciência ajudou muito, mas em momento algum ela pode dar todas as respostas. A solução de uma pandemia é essencialmente política e dependente dos estadistas que têm coragem de tomar as decisões impopulares e liderar a sociedade.

O mundo precisa de uma liderança sanitária muito mais eficiente e forte para poder guiar uma resposta global a uma pandemia como a que vivemos. Não é possível ter de novo a mesma resposta, onde cada país atira para um lado e tenta salvar sua sardinha sem ajudar o próximo. Num mundo extremamente globalizado, onde se transmite um vírus da China para Nova York em 12 ou 20 horas pela malha aeroviária, é preciso criar mecanismos de coordenação global.

A nossa sorte é que esse vírus tem uma letalidade que não é a mesma da peste bubônica, na casa dos 50%. Imagine que no mundo atual apareça um vírus, como o ebola, que se espalha com uma letalidade de 50%. Foi isso que aconteceu com a peste bubônica na Idade Média na Europa, que matou metade da população do continente.

A pandemia nos ensina que precisamos viver num outro modus operandi, numa outra relação com o planeta e com a ciência. Nós precisamos pensar que quando elegemos um líder, ele não está ali apenas para as coisas mundanas do nosso país. A gente elege um líder para esses momentos de crise, onde precisamos de pessoas esclarecidas que saibam pensar fora da caixa, abandonar seus preconceitos e guiar uma nação do tamanho do Brasil para sair de uma crise que poderia ter sido ainda pior.

G1, via BBC

 

Opinião dos leitores

  1. Nicolelis previu a mesma coisa no ano passado, aí fica difícil acreditar. Parece que tem gente querendo o caos no País para poder “poder aparecer um salvador milagrosos”.
    Não precisamos negar a existência da doenças como alguns idiotas ainda existem, mas daí querer criar o caos é bem diferente.

  2. Essa turma do Consórcio Nordeste perdeu qualquer tipo de credibilidade após o caso dos respiradores que nunca foram entregues. Só o combalido RN pagou 5 milhões e nossos gestores acham que está tudo certo, não podemos aceitar este tipo de coisa.

    1. Cadê a denúncia formal, papagaio de pirata? Meses de comentários e ninguém mandou um mero email para o MP.

  3. Esse pessoal do PT, querem espalhar o terro, quanto pior melhor pra eles, pois o povo esquece-a roubalheira que eles implantaram no pais, nosso pais esta quebrado devido o desgoverno PT, pede pra esse senhor, explicar o que ele fez com os milhões que ele recebeu do ministério da saúde para instituto do cérebro.

  4. Miguel Nicollelis, um comédia do Consórcio Nordeste.
    O novo profeta do apocalipse, #SÓqueNÂO….não ao fique em casa, e sim ao trabalho,
    XÔ abutre da pseudo Ciência.

  5. Agora vai!!!!
    OUTRO MANDETA.
    OS TANQUES DE QUERRA AGORA SAI PRAS RUAS JUNTANDO CORPOS.
    Eita!!
    A meta de Fátima do PT agora bate.
    falou agora quem de fato conhece a doença.
    Esse sabe viu???

  6. Este senhor é um PeTralha e esquerdóide juramentado. Nunca digeriu o resultado das eleiçõesde 2018. Quer engessar a economia para inviabilizar o governo do Presidente Bolsonaro. Não há necessidade de "loquedau" coisa nenhuma. Basta seguir os protocolos e manter o isolamento vertical.

    1. É inveja que chama isso é?
      Estude!! Vai ter concurso em Macaiba, rafael fernandes,policia civil e PF..

    2. Passar num concurso é o topo das aspirações humanas. Peli menos aqui. Pobre país.

  7. Não adianta explicar. Nem desenhando o gado entende. Eles só entendem o estalo de chicote no lombo. É uma raça bovina teimosa e tosca por natureza.

    1. É aquele de muitos milhões de um protótipo que não funcionou na copa do mundo… E até hoje, ninguém sabe o que aconteceu…

  8. Esse é aquele cara que consumiu muito dinheiro em Macaiba pra construir um centro de pesquisa que iria ajudar o país em alguma coisa? E que prometeu na abertura da Copa do Mundo uma pessoa usando armadura robotica andar e dar um chute numa bola, e que nao aconteceu bem assim? A ciencia tem seus limites… do jeito que nao responde tudo, tambem falha…

  9. Ao mesmo tempo tem que deixar de pagar o funcionalismo publico, pois sem arrecadação não há como pagar, a começar por ele. Isso é um loroteiro.

    1. Em termos proporcionais, isso só se deu em lugares que fizeram lockdown.

  10. Ontem na numa cidade da Austrália no estado de Queensland, apareceu um caso de morte. Suficiente para 5 dias de lockdown até o poder público, rastrear o contágio. É assim que se pode controlar a pandemia

    1. É… Mas na Austrália, com certeza, ninguem fica com essa putária de discussão babaca entre esquerda e direita (aliás, a maioria esmagadora nem entende o que significa).
      Os costumes de lá não são como os de cá. As leis de la, também não. Lá, eles sabem separar a saúde pública da politicagem.

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VERA MAGALHÃES: Lula sai da negação e já admite risco de derrota na reta final

Foto: Ricardo Stuckert/PR

O presidente Lula mudou a postura diante do cenário eleitoral e passou a considerar o risco de derrota, segundo análise da jornalista Vera Magalhães, em sua coluna no O Globo. A avaliação é de que o clima de “já ganhou” que predominava no Planalto e no PT no fim de 2025 deu lugar à preocupação com a perda de popularidade e o crescimento de Flávio Bolsonaro nas pesquisas.

Vera aponta como sinal dessa mudança o discurso de Lula na abertura da Assembleia Geral da ONU. Ao encerrar a fala, o presidente associou uma eventual derrota eleitoral ao avanço do autoritarismo sobre a democracia. A colunista também cita o reajuste do Bolsa Família, anunciado às vésperas da eleição, como parte da nova estratégia.

Outro movimento será a reunião de Lula, na sexta-feira, com cerca de 300 empresários ligados ao grupo Esfera. O encontro deve ter a participação de Fernando Haddad, do ministro da Fazenda, Dario Durigan, além de Bruno Moretti e Miriam Belchior. Lula pretende defender os resultados econômicos de seu governo e tentar reconstruir pontes com o setor produtivo.

Segundo a coluna, parte dos empresários espera compromissos mais concretos para um eventual novo mandato. Entre as possibilidades discutidas nos bastidores está até a antecipação do nome de quem comandaria o Ministério da Fazenda. Luiz Carlos Trabuco Cappi, ex-presidente do Bradesco, é citado por empresários como uma possibilidade capaz de reduzir resistências.

A avaliação apresentada por Vera é que Lula já percebeu que precisa ampliar seus movimentos para além do eleitorado que tradicionalmente o apoia. A questão, a poucas semanas da votação, é se haverá tempo e disposição para fazer gestos capazes de atrair setores hoje resistentes a um quarto mandato.

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Álvaro promete reformular Idema para facilitar investimentos e empreendimentos no RN

Foto: Divulgação

O candidato ao Governo do Rio Grande do Norte Álvaro Dias (PL) afirmou, durante sabatina da Jovem Pan News Natal, que pretende reformular o Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente (Idema) para facilitar a instalação de empreendimentos no Estado.

Segundo Álvaro, empresários e investidores enfrentam dificuldades durante os processos de licenciamento ambiental. Ele criticou a quantidade de exigências feitas pelo órgão e afirmou que a situação tem afastado investimentos do Rio Grande do Norte.

“Você vai dar entrada num projeto do Idema para pedir o licenciamento, eles pedem, solicitam uma questão, você atende, aí eles solicitam outra, aí solicitam outra, aí solicitam outra. Olha, isso é inadmissível”, declarou.

O candidato disse que o Estado tem perdido investidores para outras unidades da federação por causa da demora e da burocracia nos processos. Para ele, é necessário revisar os procedimentos adotados pelo órgão e identificar mudanças que possam tornar o licenciamento mais eficiente.

“Então o Idema vai para o lugar dele. Nós vamos reformular o Idema. Nós vamos ver o que é preciso, o que é necessário fazer para acabar com isso”, afirmou.

Álvaro também prometeu transformar o Rio Grande do Norte em um Estado mais atrativo para empresas interessadas em investir, empreender e gerar empregos.

“O Estado do Rio Grande do Norte, Álvaro Dias governador, vai ser o Estado mais atrativo da federação para quem quer investir, quem quer empreender, quem quer gerar emprego e renda”, disse.

Na avaliação do candidato, o poder público deve colaborar com empresários e investidores, desde que sejam respeitadas as normas necessárias. Ele afirmou que a atração de novos empreendimentos é fundamental para o desenvolvimento econômico do Estado.

“Nós temos de facilitar, de colaborar, de ajudar quem quer investir e empreender. Isso vai acontecer no nosso governo”, concluiu.

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[VÍDEO] VAI NELTER? Morador de Afonso Bezerra diz que aceita aposta com Nelter Queiroz

Um desafio lançado pelo deputado estadual e candidato à reeleição Nelter Queiroz durante comício em Afonso Bezerra ganhou resposta. Em vídeo, o morador do município Isaac Morais diz aceitar apostar R$ 100 mil que Nelter não será o candidato a deputado estadual mais votado no município.

Nelter havia dito no palanque que, se o prefeito quisesse fazer “alguma apostazinha”, poderia procurá-lo, e afirmou que seria o estadual mais votado na cidade. Isaac respondeu afirmando ter R$ 100 mil para a aposta e disse confiar que o candidato apoiado pelo prefeito Haroldo de Jango terá mais votos.

“Tenho R$ 100 mil pra apostar com você que você não é o candidato mais votado de Afonso Bezerra para deputado estadual”, afirmou Isaac, que encerrou dizendo estar aguardando Nelter para fechar a aposta.

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Geral

Zanin nega liminar para obrigar Senado a abrir CPI sobre ministros e caso Master

Foto: Ton Molina/STF

O ministro Cristiano Zanin, do STF, negou pedido de liminar do senador Alessandro Vieira (MDB-SE) para obrigar a presidência do Senado a abrir uma CPI sobre possíveis relações de ministros da Corte com Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master.

Zanin entendeu que não há, neste momento, elementos suficientes para justificar uma intervenção urgente do Supremo. O ministro também apontou que o requerimento seria um desdobramento de um pedido anterior de CPI relacionado ao Banco Master, e não um fato novo e independente.

Apesar de negar a liminar, Zanin manteve o processo em andamento e determinou que o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), preste informações. Depois, poderão se manifestar a AGU e a PGR antes de o caso seguir para julgamento do colegiado.

A CPI pedida por Vieira pretende investigar possíveis relações pessoais, financeiras ou funcionais de Dias Toffoli e Alexandre de Moraes com Vorcaro e se esses vínculos tiveram influência na atuação dos ministros no STF. Segundo o senador, o requerimento recebeu 41 assinaturas e está parado há quase seis meses no Senado.

Com informações da CNN Brasil

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Eleições 2026

ATLAS/BLOOMBERG: Crise no STF prejudica mais Lula para 52,3% dos eleitores; 20,8% apontam Flávio

Foto: Reprodução

A crise envolvendo ministros do STF prejudica mais a campanha do presidente Lula (PT) do que a do senador Flávio Bolsonaro (PL), segundo pesquisa AtlasIntel/Bloomberg. Para 52,3% dos entrevistados, Lula é o mais prejudicado pelo episódio, enquanto 20,8% apontam Flávio.

Outros 15,5% avaliam que a crise prejudica os dois candidatos igualmente. Já 7,5% dizem que nenhum dos dois sofre prejuízo e 3,9% não souberam responder.

A AtlasIntel ouviu 5.015 eleitores entre os dias 17 e 22 de setembro por meio de recrutamento digital aleatório. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento foi financiado pela Bloomberg e registrado no TSE sob o protocolo BR-04739/2026.

Com informações da CNN Brasil

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Eleições 2026

ELEIÇÕES: Pesquisas internas de Lula apontam tendência de voto útil para petista e Flávio

Foto:  Reprodução

Pesquisas internas da campanha do presidente Lula (PT) começaram a indicar uma tendência de concentração de votos em Lula e em Flávio Bolsonaro (PL) na reta final da eleição. A avaliação de dirigentes petistas é de que eleitores de candidatos com percentuais menores podem estar migrando para os dois primeiros colocados.

O movimento também aparece na última pesquisa Quaest, embora as variações estejam dentro da margem de erro. Lula chegou a 37% das intenções de voto no primeiro turno, enquanto Flávio alcançou 33%. Na rodada anterior, eles tinham 36% e 31%, respectivamente.

No mesmo período, Augusto Cury (Avante) passou de 7% para 6% e Renan Santos (Missão), de 4% para 3%. Ronaldo Caiado (PSD) permaneceu com 4% e Romeu Zema (Novo), com 1%.

A Quaest ouviu 2.004 eleitores entre os dias 17 e 20 de setembro. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

Com informações do Metrópoles

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Geral

ATLAS/BLOOMBERG: Novo empate técnico no 2° turno traz Lula com 47,7% e Flávio Bolsonaro com 47,4%


Arte: Metrópoles

A corrida pelo Palácio do Planalto segue disputada por margem mínima de intenções de voto de acordo com as pesquisas eleitorais. Uma nova rodada da pesquisa AtlasIntel/Bloomberg, divulgada nesta quarta-feira (23), mostra que o senador Flávio Bolsonaro (PL) segue em forte viés de alta e empata tecnicamente na margem de erro com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tanto na simulação de segundo turno quanto na disputa do primeiro turno.

No cenário de segundo turno, Lula aparece numericamente com 47,7%, enquanto Flávio registra 47,4%. Como a margem de erro é de um ponto percentual para mais ou para menos, os dois candidatos configuram um nítido empate técnico, separados por apenas 0,3 ponto percentual. Na sondagem anterior, de 17 de setembro, Lula tinha 46,8% e Flávio, 47,2%.

Acirramento no Primeiro Turno

Na disputa de primeiro turno, o cenário reflete a mesma competitividade. Lula lidera com 45,8% das intenções de voto, seguido de perto por Flávio Bolsonaro, que marca 43,4%. Ambos registraram crescimento idêntico de 1,7 ponto percentual em relação ao levantamento do dia 16 de setembro. Com isso, o petista atinge seu patamar mais alto desde junho, enquanto o senador do PL alcança sua maior marca desde abril.

Atrás dos líderes, a pesquisa aponta Renan Santos (Missão) com 4,5%; Augusto Cury (Avante) e Ronaldo Caiado (PSD) empatados com 1,3%; e Romeu Zema (Novo) com 0,9%. Eleitores que votariam em branco ou nulo somam 0,7%, e os que não sabem totalizam 0,5%. Além disso, o instituto testou outros quatro cenários de segundo turno, todos apontando forte polarização.

Metodologia

A pesquisa AtlasIntel/Bloomberg ouviu 5.015 entrevistados entre os dias 17 e 22 de setembro de 2026. O nível de confiança estimado é de 95%, e o levantamento está devidamente registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o código BR-04739/2026.

Com informações do Metrópoles

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Projeção do Estadão aponta que PL pode ampliar bancada com até 6 novas cadeiras no Senado


Foto: Jonas Pereira/Agência Senado

Caso as projeções baseadas nas pesquisas de intenção de voto mais recentes se confirmem nas urnas no próximo dia 4 de outubro, o PL de Jair e Flávio Bolsonaro poderá registrar o maior ganho de cadeiras no Senado Federal a partir de 2027. Em contrapartida, legendas do centro político figuram como as que sofreriam as maiores baixas na composição da Casa.

Os dados integram uma nova ferramenta lançada pelo jornal O Estado de S. Paulo para simular a futura configuração do Senado com base nos levantamentos do instituto Quaest em 26 unidades da Federação. No caso do Piauí, onde a Quaest não registrou pesquisas recentes, foram incorporados os dados do Datafolha.

De acordo com o modelo, o PL pode ganhar até cinco novos senadores, elevando sua bancada atual de 15 para pelo menos 20 parlamentares na próxima legislatura, número que pode chegar a 21 dependendo de desempates regionais. Em paralelo, as siglas de esquerda tendem a registrar avanços discretos, enquanto partidos de centro demonstram tendência de retração.

A simulação considerou os candidatos numericamente melhor posicionados em cada região. Nos estados de Rondônia e do Rio Grande do Sul, onde houve empate técnico percentual na disputa pela segunda vaga, ambos os nomes foram contabilizados. Os organizadores ressaltam que o levantamento é uma projeção analítica guiada por dados demoscópicos, e não uma previsão definitiva do resultado eleitoral.

Neste pleito, 54 das 81 cadeiras do Senado estão em disputa, renovando dois terços da Casa (duas vagas por estado).

Atualmente, o PL conta com 15 assentos. Desses, nove mandatos seguem válidos até 2031, uma vez que não entram na disputa deste ano. Outros quatro atuais senadores da legenda, Efraim Filho, Sergio Moro, Wellington Fagundes e Wilder Morais decidiram concorrer aos governos de seus respectivos estados.

Com informações do Estadão

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Campanha de Flávio protocola 14ª representação no TSE contra Lula por uso da máquina pública


Foto: Thiago Miyashiro/Estadão Conteúdo

A equipe jurídica da chapa do candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) e de seu vice, Alfredo Gaspar (PL), protocolou nessa terça-feira (22) uma nova representação no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A ação também aponta como corresponsáveis o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB), o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, e o ministro da Justiça, Wellington César Lima e Silva.

O documento questiona a legalidade de dois eventos institucionais realizados na semana anterior: uma visita de Lula ao complexo industrial da Eurofarma, em Montes Claros (MG), e uma agenda voltada à segurança pública no complexo da Polícia Rodoviária Federal (PRF), no Rio de Janeiro.

De acordo com a petição, as solenidades teriam sido desvirtuadas para promover a imagem e a campanha de reeleição de Lula, com posterior veiculação de propaganda em canais oficiais do governo federal. No episódio na PRF, a coligação opositora ainda contesta declarações de cunho político feitas pelo presidente contra Jair Bolsonaro (PL), pai de Flávio.

Segundo os advogados, essa é a 14ª representação ajuizada pela campanha do PL ao longo de pouco mais de cinco meses, todas centradas no suposto uso irregular de recursos, eventos e canais oficiais da administração federal.

A defesa aproveitou para criticar o andamento processual, alegando que a demora na análise dos casos diminui a eficácia das medidas cautelares.

Pedidos ao TSE

A ação protocola requer uma série de medidas em caráter de urgência, entre as quais, estão: a imediata suspensão e retirada de todas as publicações institucionais contestadas dos canais oficiais do governo; a preservação integral de registros e arquivos digitais relativos às matérias para fins probatórios e a aplicação de multas aos envolvidos por infração à legislação eleitoral.

Com informações da CNN Brasil

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Caravana 22 percorre o Seridó e encerra agenda com grande carreata em Currais Novos


Foto: Divulgação/Campanha Álvaro Dias

A Caravana 22 percorreu nesta terça-feira (22) municípios do Seridó em uma agenda marcada por carreatas, encontros com lideranças e contato direto com a população. O roteiro passou por São José do Seridó, Parelhas e Acari e terminou em Currais Novos, onde uma grande carreata movimentou a cidade e reuniu moradores, apoiadores e lideranças em torno da candidatura de Álvaro Dias (PL) ao Governo do Rio Grande do Norte.

Ao lado de Álvaro, o candidato ao Senado Coronel Hélio participou da mobilização, que reuniu lideranças de diferentes municípios. Entre elas, o vice-prefeito de São José do Seridó, Ricardo Medeiros; o prefeito de Acari, Fernandinho; a prefeita de Jardim do Seridó, Silvana de Lalá; o ex-prefeito de Timbaúba dos Batistas, Chilon Batista; e os ex-prefeitos Dr. Antônio Petronilo e Alexandre Petronilo, de Parelhas, e Roberto Germano, de Caicó. Também acompanharam a Caravana os candidatos a deputado estadual Expedito Ferreira, Bibi Costa e Coronel Azevedo; o deputado estadual e candidato à reeleição Adjuto Dias; e os candidatos a deputado federal Coronel Brilhante, General Girão e Sargento Gonçalves.

Em São José do Seridó, Álvaro também visitou fábricas de bonés e vestuário e oficinas de costura. Em Acari, percorreu a cidade ao lado do prefeito Fernandinho e do ex-prefeito Isaías Cabral. Em Parelhas, a caravana reuniu apoiadores e lideranças políticas locais.

A agenda terminou em Currais Novos, onde uma grande carreata percorreu as principais vias da cidade. Participaram ainda o ex-prefeito Zé Lins, o advogado Carlson Gomes e o prefeito de Lagoa Nova, Iranildo Aciole e apoiadores.

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