Política

“Acabaram com o emprego no Brasil e a gente agora vai ter que trabalhar para recuperar”, diz Bolsonaro ao retornar a atividades

Foto: Adriano Machado – 22.jul.2020 / Reuters 

No primeiro dia de retorno ao trabalho após a infecção por Covid-19, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) disse a apoiadores, nesta segunda-feira (27), que “acabaram com o emprego no Brasil”.

“Volto a trabalhar hoje. Muitos problemas para resolver que outros fizeram e colocaram no meu colo”, afirmou ele na entrada do Palácio da Alvorada. “Acabaram com o emprego no Brasil e a gente agora vai ter que trabalhar para recuperar.”

Diferente de diversas outras vezes, nesta manhã ele evitou apertar a mão de apoiadores. “Estou imunizado já, mas estou evitando o contato”, disse ele.

Nesse sábado (25), Bolsonaro anunciou que testou negativo para a Covid-19 no novo exame que realizou na sexta (24). “RP-PCR para Sars-Cov 2: negativo. Bom dia a todos”, escreveu ele em sua conta no Twitter.

CNN Brasil

Opinião dos leitores

  1. Desde o início o Presidente teve sérias dificuldades. Politizaram a crise e o opositor STF delegou aos governadores o gerenciamento da pandemia Coube a Bolsonaro liberar recursos, o que fez com competência, e levar portadas 24 por dia. Globo, Band, CNN, Folga de São Paulo, Estadão, O Globo e mais uma "ruma" de blogs metendo a pau. E injusto culpar presidente pela resultados da pandemia.

  2. O Presidente da República Federativa do Brasil
    JAIR MESSIAS BOLSONARO
    Mais uma vez falando a verdade
    E isso incomoda a ptzada

  3. Lamentável alguns comentários, parecem servidores públicos que estão recebendo os salários em casa sem qualquer preocupação em garantir seu EMPREGO.
    Defendem isolamentos que paralisaram tudo sem qualquer PLANEJAMENTO, geraram desempregos que poderiam ter sido evitados.
    Muitos países que paralisaram tudo, que eram EXEMPLOS, hoje ver os casos explodindo.
    Não é possível ficar paralisado por muito tempo, em lugar nenhum do mundo, então o que alguns defedem é IMPRATICÁVEL, principalmente num país sem muitos recursos.
    O Presidente acertou quando alertou para o problema. Deviam ter buscado uma solução viável, que reduzisse a transmissão sem a quebradeira geral da economia .

  4. Rapaz…
    Isso já é patológico. Como ele não brotou do chão, nem caiu do céu na cadeira, mas foi eleito. Os atos e frases ditaa reflete o quanto nossa sociedade está doente.

  5. Queiroz falou que tem muitos cargos disponíveis pra ganhar "vintinho fácil fácil". É só falar que foi ele quem indicou. A retomada dos postos de trabalho vão passar pelo amigo do pai do patrão.

  6. Dá pra sentir o desespero na voz desse mandrião quando diz"vamos ter que trabalhar".

  7. Enquanto o trabalhador amarga o desemprego, milicos estão fazendo a festa.
    Vamos fazer arminha

  8. É verdade, a "gripezinha" dizimou mais de 88.000 empregos no Brasil. Os "empregados" foram parar no cemitério. Mas, "e daí?" Tinham que morrer mesmo, né? "Não sou coveiro…"

  9. Mas o programa de combate ao desemprego de filhos de militares vai muito bem. Pense em programa bem sucedido.

    1. Acho que você só reconhece como emprego o serviço bruto que não precisa de estudo. Pense nas suas palavras antes de ir a um médico, quando precisar de ajuda jurídica ou até mesmo para escrever bobagens no seu aparelho celular que não dá em árvores.

  10. Essa Covid ainda vai matar muitos políticos nas urnas, inclusive o Sr. Presidente.
    Essa eleição iara prefeito vai dá o primeiro recado.

  11. Por acaso ele queria que toda a população fosse se contaminar na rua pra morrer sem atendimento médico-hospitalar? Realmente, ele trata o povo como rebanho…

    1. Não, abiguinho. Ele queria o tal do isolamento vertical.
      Lembra disso?

    2. Seu BOIneco, isolamento vertical funcionou aonde mesmo?? Falavam em Japão que teve que fazer até lockdown em algumas cidades, depois na Suécia que virou uma problema na Europa! Comorbidades existem várias nuances que só são descobertas, depois da infecção pela Covid-19, ainda bem que o isolamento social ajudou muito, as infecções não causaram um colapso ainda maior na já fraca e precária saúde pública. Aliás, seu presidente imbecil só serviu pra produzir cloroquina, estocar e agora fazer propaganda, de algo que o mundo científico já descartou. E consegue colocar na mente do gado mesmo, tanto que aqui vários animais ruminantes defendem algo que somente eles e seus aloprados defensores, lunáticos olavistas conseguem pregar.

    3. O isolamento vertical que só funciona na Terra Plana.

    4. O isolamento horizontal também é um fracasso. O Brasil adotou e taí o exemplo. Gente sadia sendo trancada com dontes. E existem ene estudos científicos de que a cloriquina é um importante coadjuvante nas fases iniciais da doença. Essa falsa proclamação de vitória (científica) não cola. Nem adianta tentar vencer na base da adjetivação.
      Se controle.

    5. BOIneco, me dê uma reportagem séria que tenha respaldo de estudo médico ou científico comprovado que coloco aqui a devida vênia. Não adianta ser médico de ZAP ou bolsonarista lunático. Mas, na minha família tenho exemplo do que a cloroquina faz, minha tia curou a covid-19, mas se não fizer transplante urgente da válvula mitral do coração ela morre. Mas, no caso dela triste falar, morre feliz pq ela me dizia que Deus no Céu e Bolsonaro na terra!!!!

  12. O senhor está falando da reforma trabalhista, imbecil? Ou queria uns 300 mil mortos com tdo mundo na rua, genocida?

  13. É um imbecil !!!! Se fosse pela sua vontade já seríamos o primeiro no ranking de óbitos pelo Covid.

    1. Acho que o Neco não sabe o significado de da palavra maniqueísta.
      Acho que quis dizer manipulada.
      É o típico maniqueísmo rasteiro e infantil vindo de uma cabecinha manipulada como a do Neco

    1. Os intelectuais estão errados e os Brucutus estão certos. Sinal do fim dos tempos.

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Brasil

PF investiga 753 casos de crimes eleitorais antes das eleições

Foto: TRE-AC

Faltando menos de três meses para as eleições de 2026, a Polícia Federal informou que investiga 753 casos de crimes eleitorais registrados entre janeiro e julho deste ano. As apurações envolvem, principalmente, suspeitas de caixa dois, compra de votos, falsidade ideológica e inscrição fraudulenta de eleitores.

Os inquéritos representam uma média de quase quatro novos casos por dia. Nesta fase, a PF reúne provas para decidir se os investigados serão indiciados ou se os procedimentos serão arquivados. Entre os registros, há dois Termos Circunstanciados, destinados a infrações de menor potencial ofensivo, e oito ocorrências de flagrante.

Ceará e Rio de Janeiro concentram o maior número de investigações, com 81 casos cada, seguidos pelo Maranhão, com 79. Na outra ponta estão Acre, sem registros, Distrito Federal, com dois casos, e Roraima, com seis.

Apesar de os inquéritos estarem sob sigilo, decisões da Justiça Eleitoral ajudam a ilustrar esse tipo de investigação. Em maio, o Tribunal Superior Eleitoral manteve a cassação do diploma do suplente de deputado federal Heitor Freire por irregularidades no uso de recursos públicos da campanha de 2022. Segundo o Ministério Público Federal, ele não comprovou a destinação de cerca de R$ 618 mil do Fundo Especial de Financiamento de Campanha.

Outro caso envolve o ex-governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, condenado por abuso de poder político e econômico, uso irregular de recursos públicos e criação de programas sociais com finalidade eleitoral nas eleições de 2022. A defesa nega as acusações e afirma que não houve irregularidades durante o período eleitoral.

Os dados também refletem a fiscalização em anos de eleição. No primeiro turno de 2022, o Ministério da Justiça registrou mais de 1.100 ocorrências de crimes eleitorais, com 205 prisões e apreensão de cerca de R$ 1,6 milhão em dinheiro. As infrações mais comuns foram boca de urna, compra de votos, violação do sigilo do voto e transporte irregular de eleitores.

Levantamento do Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral mostra ainda que 22% dos brasileiros afirmam já ter recebido ofertas de dinheiro, pagamento de contas, consultas médicas ou outros benefícios em troca do voto.

Metrópoles

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Brasil

Suplente de senador ganha R$ 46,3 mil? Entenda como é escolhido e quando assume

Foto: Marcos Oliveira/Agencia Senado

Ao confirmar o número do candidato ao Senado na urna eletrônica, o eleitor aprova a chapa completa. Junto com o titular, o registro inclui dois suplentes que ganham o direito de ocupar a vaga, tomar decisões pelo estado e receber o salário integral de R$ 46.366,19 mensais (proporcional aos dias trabalhados). Como o mandato de senador dura oito anos, o dobro do tempo de deputados, governadores e do presidente , a possibilidade de um substituto assumir o cargo ao longo do período é frequente no cenário político brasileiro.

O suplente de senador não recebe salário fixo enquanto estiver inativo, mas ganha o subsídio integral de senador proporcional aos dias em que assume efetivamente o mandato. Quando convocado para substituir o titular, o valor bruto mensal é de R$ 46.366,19.

A estrutura foi desenhada pela legislação eleitoral para garantir que nenhuma das 27 unidades da Federação perca representatividade. Como o Congresso reúne 81 senadores, três para cada estado e para o Distrito Federal, a ausência de um parlamentar sem substituto direto deixaria a região em desvantagem nas votações do Congresso Nacional.

O papel do suplente antes da convocação

Enquanto o titular permanece no exercício do cargo, o suplente não integra a folha de pagamento do Senado e não tem direito a gabinete, assessores ou cota parlamentar. Ele também não participa de debates nem vota matérias na Casa. Para todos os efeitos jurídicos e administrativos, atua apenas como um cidadão cadastrado na Justiça Eleitoral para eventual substituição.

A convocação oficial só acontece quando o titular precisa se afastar. A legislação estabelece uma ordem de prioridade: o primeiro suplente é chamado primeiro. O segundo nome da chapa só assume se o primeiro estiver impedido ou recusar a posse.

As situações que geram a troca de senador

Afastamento temporário: ocorre quando o senador se licencia por período superior a 120 dias para tratamento de saúde, governar secretarias e ministérios no Poder Executivo ou tratar de interesses particulares.

Afastamento definitivo: acontece em situações de morte, renúncia, cassação do mandato pela Justiça Eleitoral ou quando o titular se elege para outro cargo Executivo, como prefeito, governador ou presidente da República.

Como exemplo, a vaga do Maranhão (MA) eleita em 2022 passou por esse processo. O titular Flávio Dino (PSB-MA) deixou o Senado para assumir o Ministério da Justiça e, depois, renunciou ao mandato ao ser aprovado para o Supremo Tribunal Federal (STF). Com isso, a primeira suplente, Ana Paula Lobato (PSB-MA), tomou posse e exercerá o mandato de senadora até 2031.

Poderes e salários durante o mandato

Assim que toma posse, o suplente passa a ter exatamente os mesmos direitos, deveres e prerrogativas de um senador eleito diretamente pelo voto popular. Não há qualquer limitação regimental sobre a sua atuação.

Durante o período em que estiver na vaga, além do salário de R$ 46,3 mil, o suplente comanda o gabinete, indica assessores, apresenta projetos de lei, discursa e vota em comissões ou no plenário, inclusive em propostas de emenda à Constituição.

Regras de escolha nas convenções partidárias

A definição dos dois suplentes ocorre antes do período de campanha, durante as convenções em que os partidos e coligações formalizam suas chapas. Os nomes são enviados ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) no momento do registro da candidatura.

Na urna eletrônica, não existe digitação de número específico para os substitutos. A foto e os dados dos suplentes aparecem na tela de confirmação no momento em que o eleitor digita o número do titular. O encerramento do mandato ou da substituição não impede os suplentes de disputarem pleitos futuros como titulares ou em novas composições.

Como checar a chapa do seu candidato

O eleitor pode consultar a composição completa das candidaturas ao Senado antes de votar. A verificação é feita na plataforma DivulgaCandContas, mantida pelo TSE.

Ao buscar o nome ou o número do candidato a senador titular do seu estado, o sistema exibe a ficha cadastral completa, acompanhada das fotos e dos dados do primeiro e do segundo suplente registrados na chapa.

Correio 24h

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Política

Aliados de Zema admitem que Joaquim Barbosa não deve ser vice

Foto: Divulgação/STF

Após a convenção que oficializou sua candidatura à Presidência da República, interlocutores de Romeu Zema (Novo) admitiam, nos bastidores, ser altamente improvável que o ex-ministro do STF Joaquim Barbosa (DC) seja o vice na chapa do ex-governador de Minas Gerais.

Embora reconheçam que as conversas existem, eles afirmam que a tendência dentro do Novo é formar uma “chapa pura”, com um nome da própria legenda para a Vice-Presidência.

Barbosa, que chegou a ser cotado pelo DC para disputar o Palácio do Planalto, “agrega pouco”, na avaliação de lideranças do Novo. Além disso, há resistência dentro do partido à ideia de buscar um nome de fora para compor a chapa.

A prioridade, explicam, é escolher um vice que ajude a unificar o partido em torno de Zema e que esteja disposto, por exemplo, a abrir mão de uma candidatura ao Legislativo para integrar a campanha presidencial.

Nesta segunda-feira (27/7), o Novo realizou sua convenção nacional, na qual Zema foi oficializado como candidato à Presidência da República. A definição do vice foi um dos principais temas discutidos durante o evento.

Ao falar com jornalistas, Zema admitiu que gostaria de ter Joaquim Barbosa como vice, mas ressaltou que a decisão ainda depende das conversas internas no próprio Novo.

Metrópoles

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Política

TSE manda Lula explicar, em 48h, propaganda em redes do governo

Foto: Ricardo Stuckert / PR

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, determinou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), a Federação Brasil da Esperança e o ministro da Secretaria de Comunicação Social, Sidônio Palmeira, apresentem, no prazo de 48 horas, explicações sobre o uso de perfis oficiais do governo para divulgar ações da administração federal no período de restrições eleitorais.

A decisão, assinada na última quinta-feira (23), foi tomada no âmbito de uma ação ajuizada pelo Partido Liberal (PL), que aponta que o governo teria utilizado canais institucionais para promover programas e realizações da gestão em meio ao período vedado pela legislação eleitoral.

Segundo o partido, cerca de mil publicações feitas nos perfis oficiais do Canal Gov, no Instagram e no X divulgam programas, obras e ações do governo, o que caracterizaria publicidade institucional proibida nos três meses que antecedem as eleições. Além de solicitar as manifestações de Lula, da federação e de Sidônio, Nunes Marques determinou que o Facebook e o X preservem as postagens questionadas.

Na decisão, o ministro afirmou que, em uma análise preliminar, diversas publicações “ostentam, em tese, conteúdo compatível com publicidade institucional voltada à divulgação de programas, ações, obras e realizações governamentais”, o que demonstra, em princípio, a plausibilidade jurídica da ação apresentada pelo PL.

Apesar disso, o presidente do TSE não acolheu, por enquanto, o pedido do partido para suspender as páginas oficiais do governo ou impedir novas publicações. Segundo ele, o elevado número de conteúdos questionados exige um exame mais aprofundado antes da adoção de uma medida mais ampla.

A Lei das Eleições proíbe a veiculação de publicidade institucional por agentes públicos nos três meses que antecedem o pleito, salvo exceções previstas em lei, com o objetivo de preservar a igualdade de condições entre os candidatos e evitar o uso da máquina pública em benefício eleitoral.

Pleno News

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Brasil

POLÊMICA: Deputado diz que Xuxa irá “traumatizar mais crianças” com show

Foto: Reprodução/Instagram

O deputado estadual Thiago Gagliasso (PL-RJ) criticou uma das apresentações da turnê O Último Voo da Nave, de Xuxa Meneghel, realizada neste fim de semana em São Paulo.

Nas redes sociais, o parlamentar compartilhou um vídeo do espetáculo e questionou o conteúdo da performance. “Perguntar não ofende: o show é pra maiores de 18 anos ou tá liberado a Xuxa traumatizar mais crianças?”, escreveu na legenda da publicação.

Nas imagens, Xuxa aparece executando uma das coreografias da turnê. A postagem repercutiu entre internautas, que concordaram com a crítica feita por Gagliasso.

“Os menores de 18 anos hoje em dia nem sabem quem é a Xuxa. Esse show é pra millennials com síndrome de Peter Pan”, comentou um usuário. “Lamentável o que está acontecendo hoje em dia. Não é mais como antigamente, estão acabando com a inocência das crianças”, escreveu outro.

Além da coreografia, Xuxa também foi alvo de críticas nas redes sociais pelas roupas escolhidas para as apresentações da turnê. A artista subiu ao palco usando bodys nas cores prata e dourado.

Os figurinos, no entanto, dividiram opiniões. Enquanto parte do público elogiou a produção, outros consideraram as peças “inadequadas” e criticaram a escolha da cantora.

“A necessidade de aceitação da Xuxa é tão grande que, mesmo aos 63 anos, ela se submete a essa exposição tão vulgar e desnecessária. Patética!”, escreveu um internauta. “Look horrendo, dança horrenda e bumbum horrendo!”, criticou mais uma pessoa.

Por outro lado, a apresentação também recebeu elogios dos fãs, que destacaram tanto o espetáculo quanto a boa forma da artista. “Foi lindo demais”, escreveu um internauta. “Foi perfeito, melhor ‘xou’ do mundo”, comentou outro. “Eu estava lá. Me emocionei muito e vou estar de novo no próximo”, afirmou uma terceira pessoa.

Metrópoles

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Política

Michelle Bolsonaro deve ficar fora das principais decisões da campanha de Flávio, dizem aliados

Foto: Reprodução

Aliados avaliam que, mesmo após a reconciliação da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro com o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), ela pode não participar das principais decisões da campanha de Flávio à Presidência da República. A apuração é do Metrópoles.

De acordo com os aliados, Michelle poderá colaborar com a candidatura por meio da gravação de vídeos e da mobilização de apoiadores para pedir votos a Flávio.

Leia também: VÍDEO: Michelle Bolsonaro aceita pedido de desculpas de Flávio e anuncia reconciliação

Pessoas próximas afirmam que a ex-primeira-dama mantém o foco nos cuidados com o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Caso confirme a candidatura ao Senado pelo Distrito Federal, a prioridade também será sua própria campanha.

Michelle e Flávio retomaram o diálogo após o senador divulgar um vídeo com um pedido público de desculpas. Em resposta, a ex-primeira-dama disse que aceitava a retratação e que conversaria com o enteado para, segundo ela, “reunir um grande exército de pessoas de bem”.

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Brasil

Jornalista preso na Farra do INSS faz vaquinha por advogados e só arrecada 0,25%

Foto: Breno Esaki/Metrópoles

Preso por envolvimento no escândalo da Farra do INSS, o jornalista Adroaldo da Cunha Portal, ex-número dois do Ministério da Previdência, recebeu uma vaquinha para pagar R$ 250 mil a advogados, mas só chegou a 0,25% do valor. As informações são do Metrópoles.

Adroaldo foi preso em dezembro de 2025 e, agora, está cumprindo medidas cautelares determinadas pelo STF. Ele é próximo do senador Weverton (PDT) e do atual ministro da Previdência, Wolney Queiroz (PDT).

A vaquinha é organizada por um perfil chamado “Amigos do Adroaldo” e foi lançada há duas semanas, no dia 14 de julho. Até a tarde desta segunda-feira (27/7), apenas duas pessoas contribuíram, além do autor da ajuda, chegando a R$ 620.

Junto com o link da vaquinha, vem circulando entre servidores do INSS uma cartilha informando que Adroaldo enfrenta um “momento crítico” após o STF ter determinado o afastamento de suas funções. O documento pede a contribuição para que ele consiga pagar R$ 250 mil a advogados e possa ter o direito à “ampla defesa”.

O ex-secretário-executivo foi apontado nas investigações por suposta facilitação de fraudes. A Polícia Federal localizou, em uma planilha de Carlos Camilo Antunes, conhecido como “Careca do INSS”, a anotação de um repasse de R$ 50 mil direcionado a Adroaldo Portal.

Segundo a PF, o registro feito pelo Careca do INSS é do dia 23 de abril deste ano e indicaria propina no valor de R$ 50 mil em favor de “Adro”.

Metrópoles

 

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Eleições 2026

Mais dois prefeitos anunciam apoio a Zenaide, que se aproxima de 110 gestores ao seu lado


Foto: Divulgação

A senadora Dra. Zenaide Maia ampliou ainda mais sua base de apoios para a disputa pela reeleição ao Senado. Nesta segunda-feira, recebeu a adesão dos prefeitos Josiene Gomes, de Paraná, e Jairo Mafaldo, de José da Penha.

Com os novos anúncios, Zenaide se aproxima da marca de 110 prefeitos apoiando sua candidatura em todas as regiões do Rio Grande do Norte.

“Recebo esses apoios com muita gratidão e ainda mais responsabilidade. Eles mostram que o nosso mandato tem chegado aos municípios, respeitando as pessoas e trabalhando ao lado de quem conhece de perto as necessidades da população”, disse a senadora.

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Política

QUANTA HUMILDADE: “Quem é esse cara?”, diz Lula ao ser questionado sobre falas de Milei

Foto: André Borges e Juan Ignacio Roncoroni/EFE

Ao ser questionado por jornalistas sobre críticas do presidente da Argentina, Javier Milei, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ironizou: “Quem é esse cara?”. A fala aconteceu nesta segunda-feira (27) no Ministério das Relações Exteriores.

“Como você viu essa história do Milei?”, perguntou um repórter ao petista. “Eu? Quem é esse cara?”, respondeu Lula.

Instantes mais cedo, o chanceler Mauro Vieira se reuniu, também no Itamaraty, com o embaixador do Brasil na Argentina, Julio Bitelli. De acordo com apuração da CNN, o encontro durou cerca de 40 minutos e ambos devem voltar a se encontrar.

No sábado (25), Milei participou da convenção do PL que lançou a candidatura de Flávio Bolsonaro à Presidência. Na ocasião, o presidente argentino chamou Lula de “presidiário”, acusou o governo de “prender opositores” e criticou duramente a política econômica brasileira.

Mais cedo nesta segunda, o ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou que economia do Brasil está melhor do que a Argentina, e rotulou o presidente argentino, Javier Milei, como um “palhaço”.

Mauro Vieira conversou na noite do domingo (26) com o embaixador da Argentina, Daniel Raimondi, a quem disse ser inaceitável e sem precedentes as críticas do presidente Javier Milei.

CNN

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Brasil

Estudo diz que 87% dos deputados federais pretendem disputar reeleição

Foto: Divulgação

A disputa por uma vaga na Câmara dos Deputados em 2026 deve ter baixa renovação. Levantamento do Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (DIAP) mostra que 448 dos 513 deputados federais pretendem disputar a reeleição.

O número representa 87,32% da composição da Casa e é o maior índice de recandidaturas desde o início da série histórica do órgão, em 1990.

Os outros 65 deputados decidiram seguir caminhos diferentes. Parte vai concorrer ao Senado ou aos governos estaduais. Há ainda parlamentares que disputarão cargos de deputado estadual, vice-governador ou vice-presidente, além dos que optaram por não participar das eleições. O levantamento ressalta que o cenário ainda pode mudar até o fim das convenções partidárias.

Na avaliação do DIAP, o número elevado de deputados que tentam permanecer no cargo indica que a Câmara deverá ter baixa renovação após as eleições.

“A combinação entre a redução do número de postulantes ao cargo de deputado federal, em razão do limite de candidaturas por vaga, e o aumento do número de candidatos à reeleição corrobora a expectativa de baixa renovação na Casa”, diz o estudo.

O levantamento também atribui esse cenário às mudanças nas regras eleitorais e às vantagens de quem já ocupa um mandato.

Segundo o DIAP, “uma disputa presidencial muito acirrada, combinada com novas exigências da legislação eleitoral, que limitam o número de candidaturas, e com maiores garantias de reeleição proporcionadas pelo orçamento impositivo […] explica esse número recorde de candidatos”.

Entre essas vantagens estão o acesso às emendas parlamentares, a prioridade na divisão dos recursos do Fundo Eleitoral, a estrutura dos gabinetes e a maior visibilidade dos atuais deputados. Para o DIAP, esses fatores aumentam as chances de reeleição dos parlamentares que já ocupam uma cadeira na Câmara.

Metrópoles

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