Em recuperação, indústria tem o maior nível de emprego desde 2015

Foto: Kamil Krzaczynski/ Reuters – 24.06.2019

A indústria da transformação, setor que tradicionalmente emprega mais mão de obra formal e com salários acima da média do mercado, começou a reagir no segundo semestre do ano passado e somou um total de 10,7 milhões de empregados, o melhor resultado desde 2015 – quando havia 11,5 milhões. Os segmentos que mais contribuíram com a alta de 1,3% em relação aos números de 2018 foram os de alimentos, têxteis e manutenção, reparação e instalação de máquinas e equipamentos. Juntos, abriram 189 mil vagas com carteira assinada até o terceiro trimestre.

Em razão de cortes ocorridos em outros segmentos, como o de produção de coque, derivados de petróleo e de biocombustíveis e de produtos de minerais não metálicos, o saldo do período foi de 136,5 mil postos a mais. “Para um setor que sofreu tanto na crise, o crescimento de 1,3% no número de vagas é positivo”, afirma Bruno Ottoni, pesquisador da consultoria IDados, que fez o cruzamento do saldo de empregos do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) no terceiro trimestre de 2019 com o de igual período do ano anterior.

Parte da melhora do emprego na indústria está relacionada ao retorno, ainda lento, dos investimentos, afirma Daniel Duque, pesquisador da área de Economia Aplicada da FGV/Ibre. Ele também ressalta a nova modalidade de contratação estabelecida na reforma trabalhista, a de trabalhadores intermitentes (prestação não contínua de serviços). “É uma contratação mais barata e mais flexível”, avalia.

No segmento de máquinas e equipamentos, a melhora veio com a alta dos investimentos, movimento que não ocorria há pelo menos cinco anos. “O Brasil foi sucateado entre 2013 e 2018 e em 2019 começou uma recuperação tímida”, afirma o presidente executivo da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), José Velloso. Segundo ele, o emprego também está reagindo e as fábricas devem contabilizar 10 mil novas vagas em 2019. Para este ano, serão mais 15 mil a 20 mil.

“Por tudo o que ocorreu em 2019, o resultado foi positivo”, afirma o presidente executivo da Associação Brasileira da Indústria de Calçados (Abicalçados), Haroldo Ferreira. O aumento da mão de obra no segmento deve ficar em torno de 2% – em 2018 eram 271 mil empregados -, em linha com a alta prevista na produção. Para este ano ele espera novo crescimento de até 2,5% nos dois indicadores.

Estadão

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Veraciano disse:

    Oh mentira…..sai de retro satanás

  2. Gilvan disse:

    Propaganda enganosa do governo O Brasil não cresceu nada,as reformas tem sido um fiasco e o pib ontinuará um pibinho.

  3. Gilvan disse:

    Desde 2015!? Terraplanistas idiotas detectados…🙊👉💩👈

  4. Francisco disse:

    Daqui a pouco aparece a confederação da indústria de empacotadores de vento desmentindo esses dados. Como a esquerdalha trabalhava com números da economia forjados, eles estão querendo escamotear sobre os dados verdadeiros coletados. São uns patifes

    • Marcos disse:

      É facil falar que é forjado, aí outro presidente vem e diz que seus números são melhores, aí não, são forjados. O bom é ter senso crítico e não falar asneiras sem fundamento algum, dizer apenas para justificar o seu ego.

  5. Pirão disse:

    Chupa Lula.

SINE-RN oferece nesta quinta-feira 32 oportunidades de emprego distribuídas em Natal, região metropolitana, Mossoró e João Câmara

Foto: Ilustrativa

O Sistema Nacional de Empregos do Rio Grande do Norte (Sine) abriu 32 vagas de emprego no Rio Grande do Norte nesta quinta-feira (26). A maioria das vagas é para a Grande Natal e as demais para os municípios de Mossoró e João Câmara. Para concorrer às vagas, o candidato deve se cadastrar via Internet no Portal Emprega Brasil do Ministério do Trabalho e Emprego, através do endereço empregabrasil.mte.gov.br ou na unidade do Sine Matriz em Natal, na Cidade da Esperança, na Rua Adolfo Gordo, s/n, prédio da Central do Trabalhador, NOVO HORÁRIO de 8h às 14h, ou em qualquer agência do Sine nas centrais do cidadão de Natal e no interior.

O interessado que não tem cadastro e acesso ao Portal Emprega Brasil, pode comparecer as Agências do SINE, com Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS), Número do PIS, cédula de identidade (RG), Cadastro de Pessoa Física (CPF) e comprovante de residência. O atendimento é de acordo com o horário de funcionamento das centrais do cidadão e do SINE Matriz Cidade da Esperança no prédio da Central do Trabalhador, das 8h às 14h, de segunda a sexta.

NATAL e GRANDE NATAL – (Vagas Permanentes)
OCUPAÇÃO QUANT. DE VAGAS

COSTUREIRA EM GERAL 3
ENFERMEIRO 4
INSTRUTOR DE APRENDIZAGEM EM INFORMÁTICA 2
MECÂNICO DE REFRIGERAÇÃO 2
PROFESSOR ASSISTENTE DE REGÊNCIA DE CLASSE 2
PROFESSOR DE ADMINISTRAÇÃO 3
PROFESSOR DE CONTABILIDADE 3
PROFESSOR DE HISTÓRIA NO ENSINO MÉDIO 3
PROFESSOR DE LÍNGUA PORTUGUESA 3
PROFESSOR DE MATEMÁTICA NO ENSINO MÉDIO 3
Total 28

MOSSORÓ E REGIÃO – (Vagas Permanentes)
OCUPAÇÃO QUANT. DE VAGAS

PINTOR DE ESTRUTURAS METÁLICAS 1
SOLDADOR 1
Total 2

JOÃO CÂMARA E REGIÃO
OCUPAÇÃO QUANT. DE VAGAS

VENDEDOR INTERNO 2
Total 2

SENAC-RN com inscrições abertas para cinco oportunidades de trabalho em Natal e interior

O Senac Rio Grande do Norte disponibiliza edital com cinco oportunidades de trabalho para Natal e o município de Assú. As inscrições vão até a próxima segunda-feira, 02 de dezembro. Mais detalhes aqui no Trabalhe Conosco e também nos links diretos abaixo.

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Jardel silva disse:

    Muito bom👏

Emprego na indústria da construção alcança maior nível em sete anos

Foto: Antônio Cruz/Agência Brasil

Os indicadores de atividade e de emprego na indústria da construção brasileira alcançaram em outubro o maior nível dos últimos sete anos, revela pesquisa da Confederação Nacional da Indústria (CNI) divulgada nesta segunda-feira (25). O Índice de Nível de Atividade alcançou 49,9 pontos no mês passado, semelhante ao registrado no fim de 2012, enquanto o Índice de Número de Empregados ficou em 48,5 pontos, também o mais alto desde outubro de 2012.

A pesquisa foi feita de 1º a 12 de novembro com 483 indústrias da construção – 167 pequenas, 208 médias e 108 de grande porte.

Segundo a CNI, os indicadores da pesquisa variam de 0 a 100 pontos e, quando estão abaixo de 50 pontos, mostram queda da atividade e do emprego. “Os resultados consolidam a tendência de crescimento do setor”, diz nota da confederação.

A utilização da capacidade operacional ficou em 62%, nível 3 pontos percentuais acima do o registrado há um ano e igual à média histórica do setor. Para a economista da CNI Dea Fioravante, a previsibilidade do setor aumenta em um contexto de inflação controlada e juros baixos. “Contribuindo para que os empresários fiquem mais propensos a investir e assumir riscos.”

O Índice de Confiança do Empresário da Construção (Icei-Construção) subiu para 62 pontos neste mês. Com o crescimento de 3,2 pontos em relação a outubro, o indicador está 8,4 pontos acima da média histórica, que é de 53,6 pontos. A confiança do setor aumentou, porque melhorou a percepção dos empresários sobre as condições atuais da economia.

Para os próximos seis meses, todos os indicadores de expectativas ficaram acima da linha divisória dos 50 pontos, mostrando que os empresários esperam o crescimento da atividade, do emprego, da compra de matérias-primas e de novos empreendimentos e serviços nesse período.

A disposição para fazer investimentos melhorou: o índice de intenção de investimentos – compra de máquinas e equipamentos, pesquisa, desenvolvimento e inovação de produto ou processo – aumentou para 37,9 pontos neste mês e está 5,4 pontos acima do registrado há um ano e 4,1 pontos acima da média histórica.

Agência Brasil

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Biu Fontes disse:

    Basco, dicionário colaborativo:

    Faxista é o mesmo que Fascista.

  2. Raimundo disse:

    O Brasil vai crescer mas o RN vai demorar mais devido ao governo petista

  3. Pedro disse:

    O que foi mesmo senhor Gustavo ? De onde é teu português ? Das salas de aula de nove dedos ? é isso mesmo ? Nem para fascista e nem faxina, difícil entender vcs.

  4. Gustavo disse:

    Governo faxista!

  5. Minha Opinião disse:

    DEUS ABENÇOE POIS FAZEM MAIS DE 3 ANOS QUE ESTOU DESEMPREGADO, OLHE QUE TENHO BASTANTE EXPERIÊNCIA E NÍVEL SUPERIOR , JÁ ESTOU PRATICAMENTE DESENGANADO COM ESSA SITUAÇÃO!

  6. Silva disse:

    Lula tá solto babacas.
    CHUPA Luiz Inácio.
    PTladrão nunca mais.

  7. Humilde Iconoclasta disse:

    Divida eesa notícia por Estados, vamos ver em qual posição está o RN? Melhor não, hein?

Mais de três milhões buscam emprego há mais de 2 anos, diz IBGE

Foto: (Marcelo Camargo/Agência Brasil)

Cerca de 3,2 milhões de pessoas estão à procura de emprego há dois anos ou mais no Brasil. Segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios – Contínua (Pnad Contínua), divulgada nesta terça-feira (19) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), isso representa 25,2% dos 12,5 milhões de desocupados do país.

Ainda segundo o IBGE, cerca de 1,8 milhão, ou 7,1% dos desocupados, estavam há menos de um mês procurando emprego. A taxa de desemprego no país no terceiro trimestre deste ano, divulgada no fim de outubro, ficou em 11,8%, abaixo dos 12% registrados no segundo trimestre.

A Pnad-Contínua divulgada hoje trouxe ainda dados sobre taxa de desemprego dos estados. O estado de São Paulo foi o único a apresentar queda na taxa de desemprego do segundo para o terceiro trimestre deste ano. A taxa recuou de 12,8% para 12% no período em São Paulo.

Segundo a pesquisadora da IBGE, Adriana Beringuy, a queda ocorreu devido à redução do número de desempregados e não em função do aumento da ocupação.

Já Rondônia foi o único estado com alta na taxa de desemprego, ao passar de 6,7% para 8,2%. As outras 25 unidades da federação tiveram estabilidade na taxa, de acordo com os dados do IBGE.

As maiores taxas foram observadas nos estados da Bahia (16,8%), Amapá (16,7%) e Pernambuco (15,8%). Já os menores níveis foram registrados em Santa Catarina (5,8%), Mato Grosso do Sul (7,5%) e Mato Grosso (8%).

Na comparação com o terceiro trimestre do ano passado, houve altas em Goiás (que passou de 8,9% para 10,8%) e Mato Grosso (de 6,7% para 8%). Três estados tiveram queda neste tipo de comparação: São Paulo (13,1% para 12%), Alagoas (de 17,1% para 15,4%) e Sergipe (17,5% para 14,7%).

A taxa composta de subutilização da força de trabalho (percentual de pessoas desocupadas ou subocupadas por insuficiência de horas trabalhadas) foi de 24% no país. Maranhão (41,6%) e Piauí (41,1%) apresentam estimativas acima de 40%.

Por outro lado, as menores taxas foram observadas em Santa Catarina (10,6%), Mato Grosso (14,7%), Rio Grande do Sul (16,3%) e Mato Grosso do Sul (16,3%).

Desalentados

O número de desalentados (pessoas que desistiram de procurar emprego) foi de 4,7 milhões de pessoas no terceiro trimestre. Os maiores contingentes estavam na Bahia (781 mil) e no Maranhão (592 mil) e os menores em Roraima (17 mil) e Amapá (19 mil).

O percentual de pessoas desalentadas foi de 4,2%. Os maiores percentuais estavam no Maranhão (18,3%) e Alagoas (16,5%) e os menores em Santa Catarina (1,1%), Rio Grande do Sul (1,3%) e Distrito Federal (1,3%).

Empregos formais

Santa Catarina tinha o maior percentual de empregados com carteira assinada (87,7%). Já o menor percentual estava no Maranhão (49,9%).

As unidades da federação com maior percentual de trabalhadores sem carteira de trabalho assinada no setor privado foram Maranhão (50,1%), Pará (49,9%) e Piauí (49,9%). As menores taxas foram observadas no Rio Grande do Sul (18,1%) e Santa Catarina (12,3%).

Agência Brasil

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Francisco disse:

    Mas não era só tirar a Dilma?

    • Santana disse:

      A esquerdalha era quem dizia isso, mas a economia já começou a reagir. Bom sinal!

  2. Luciana Morais Gama disse:

    O grande problema é que o brasileiro só sai em busca de um novo emprego quando ele deixa de receber o SEGURO DESEMPREGO.

RN cria 2.485 empregos formais em setembro, o melhor para o período nos últimos 5 anos

Segundo dados divulgados pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho, 157.213 postos formais de trabalho foram criados no país no último mês, o maior nível para o mês em seis anos.

No Rio Grande do Nordeste, os números também são positivos. Em setembro foram gerados 2.485 empregos formais, o melhor setembro dos últimos 5 anos. O Nordeste liderou a abertura de vagas, com 57.035 postos, seguido pelo Sudeste (56.833 vagas) e pelo Sul (23.870 vagas). O Centro-Oeste criou 10.073 postos, e o Norte abriu 9.352 vagas formais no mês passado.

O indicador mede a diferença entre contratações e demissões. Em análise no país, a última vez em que a criação de empregos tinha superado esse nível foi em setembro de 2013, quando as admissões superaram as dispensas em 211.068.

A criação de empregos no Brasil totaliza 761.776 de janeiro a setembro, 6% a mais que no mesmo período do ano passado.

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Anti-Político de Estimação disse:

    Espero que os políticos de situação e de oposição se entendam em relação ao PROEDI, para que o Rio Grande do Norte pare de chorar seu atraso em relação aos Estados vizinhos.
    Crescimento econômico só acontece com incentivos fiscais e ,consequentemente, atração de indústrias e empregos, e não com politicagem safada e arcaica.

Esposa larga emprego para servir o marido: “Homens precisam ser mimados”

FOTO: DIVULGAÇÃO / FACEBOOK

Já pensou em viver em favor da rotina de um homem? Katrina Holte sim. A britânica de 30 anos, esposa de Lars, deixou sua carreira no departamento de recursos humanos em uma empresa para dedicar-se total, e exclusivamente, ao marido.

Ao The Sun , a esposa falou sobre sua atual rotina. Ela acorda às 06h30, passa as roupas do marido , faz o café da manhã e prepara o almoço para ele levar para o trabalho . Depois, ela passa o dia limpando, lavando e passando roupa até que chega a hora de preparar o jantar.

A rotina em nada lembra àquela bem-sucedida no departamento de recursos humanos, sobre isso, ela declara. “Me sinto vivendo como sempre quis. É a vida dos meus sonhos e meu companheiro compartilha comigo essa visão. É muito trabalho. Muita louça, roupa, mas eu amo passar o tempo tomando conta do meu parceiro”.
Ao ser questionado sobre um possível acomodamento de seu companheiro, a ex-exetutiva não teme: “Ele cresceu em uma casa onde tinha que ajudar a mãe a cozinhar e limpar, então, de modo algum, ele é um acomodado. É a pessoa mais gentil que eu já conheci”, afirmou.

Para temperar o ambiente de mimo ao maridão, a ex-executiva ainda adotou a decoração e o estilo dos anos 50, que mescla o vintage com o pin up. A televisão, inclusive, fica escondida para não destoar de toda a decoração. “Eu acho que os homens precisam ser mimados pelas mulheres sempre que possível”, afirmou ela.

Sobre as várias críticas que recebe sobre sua atitude, a esposa pondera: “Acredito que nós mulheres devemos nos apoiar. Se uma disse que quer ser dona de casa, não podemos dizer que isso não é certo. O que é certo para mim pode não ser para outra pessoa. Todos temos o direito de saber o que é bom para nós mesmos”.

IG

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Cigano Lulu disse:

    Minha mula Adelaide também me trata muito bem, não tenho do que reclamar.

SINE-RN oferece nesta quinta-feira 28 oportunidades de emprego

Para concorrer às vagas, o candidato deve se cadastrar via Internet no Portal Emprega Brasil do Ministério do Trabalho e Emprego, através do endereço empregabrasil.mte.gov.br ou na unidade do Sine Matriz em Natal, na Cidade da Esperança, na Rua Adolfo Gordo, s/n, prédio da Central do Trabalhador, NOVO HORÁRIO de 8h às 14h, ou em qualquer agência do Sine nas centrais do cidadão de Natal e no interior.

O interessado que não tem cadastro e acesso ao Portal Emprega Brasil, pode comparecer as Agências do SINE, com Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS), Número do PIS, cédula de identidade (RG), Cadastro de Pessoa Física (CPF) e comprovante de residência. O atendimento é de acordo com o horário de funcionamento das centrais do cidadão e do SINE Matriz Cidade da Esperança no prédio da Central do Trabalhador, das 8h às 14h, de segunda a sexta.

BOLSA DE EMPREGO – SINE-RN, Quinta-feira, 26 de setembro de 2019

NATAL e GRANDE NATAL – (Vagas Permanentes)
OCUPAÇÃO QUANT. DE VAGAS

AUXILIAR DE MECÂNICO DE AUTOS 1
AUXILIAR FINANCEIRO 1
CORRETOR DE IMÓVEIS 10
MECÂNICO DE MANUTENÇÃO DE AUTOMÓVEIS 1
MODELISTA DE ROUPAS 1
PASTELEIRO 1
PINTOR INDUSTRIAL 2
VENDEDOR PRACISTA 3
Total 20

SÃO JOSÉ DO MIPIBU E REGIÃO – (Vaga PCD – Pessoas com Deficiência)
OCUPAÇÃO QUANT. DE VAGAS

MONTADOR DE MÓVEIS DE MADEIRA 1
OPERADOR DE CAIXA 2
Total 3

MOSSORÓ E REGIÃO – (Vagas Permanentes)
OCUPAÇÃO QUANT. DE VAGAS

CONFEITEIRO 1
COSTUREIRA EM GERAL 1
INSTALADOR DE ESTAÇÃO DE TV 1
Total 3

CURRAIS NOVOS E REGIÃO – (Vagas Permanentes)
OCUPAÇÃO QUANT. DE VAGAS

GERENTE ADMINISTRATIVO 1
PADEIRO CONFEITEIRO 1
Total 2

Brasil tem quinto mês consecutivo com saldo positivo de emprego

FOTO: MARCELLO CASAL JR

Pelo quinto mês consecutivo, o Brasil teve um saldo positivo na geração de emprego formal. Em agosto, o número de vagas adicionais no mercado de trabalho foi 121.387, que é o saldo positivo decorrente 1.382.407 admissões e de 1.261.020 desligamentos. As informações são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado nesta quarta-feira (25) pela Secretaria de Trabalho da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia.

O resultado de agosto representa uma variação de 0,31% em relação ao mês anterior. Foi o melhor resultado para o mês de agosto desde 2013, segundo os números. No acumulado de 2019 foram criados 593.467 novos postos, com variação de 1,55% do estoque do ano anterior. No mesmo período de 2018 houve crescimento de 568.551 empregos.

Entre os principais setores da economia, quatro tiveram saldo positivo de emprego e em dois houve mais fechamento de vagas no mês encerrado em agosto. Lidera o número de empregos gerados a área de serviços (61.730 postos), seguida por comércio (23.626), indústria de transformação (19.517), construção civil (17.306), administração pública (1.391) e extrativa mineral (1.235). Apresentaram saldo negativo a agropecuária (-3.341 postos) e os serviços industriais de utilidade pública/SIUP (-77 postos).

Agência Brasil

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Leniene Lucena Lima disse:

    Hoje vi alguns venezuelanos pedintes na Av. Eng. Roberto Freire. Por um momento, fiquei triste por eles mas, depois louvei a Deus está num país que tem pessoas que acreditam e desejam lutar por nossa Pátria amada. Vamos juntos, independente de partido, orar e lutar pelo nosso Brasil .

  2. Silva disse:

    Os petistas deixaram um saldo negativo de 13. Milhões de desempregados. Aos poucos o Brasil vai saindo do buraco.
    Esquerdistas piram
    Kkkkk

Mercado só gera emprego que paga até dois salários mínimos e informalidade faz desigualdade avançar, aponta Ipea

Foto: Fabiano Rocha / Fabiano Rocha

Praticamente todas as novas vagas com carteira de trabalho assinada geradas no país em 2019 possuem uma remuneração máxima de até dois salários mínimos. Os dados são da Carta de Conjuntura divulgada pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) nesta quarta-feira.

Segundo o documento, apenas as duas primeiras faixas salariais (de até um e de até dois salários) têm saldos positivos, ou seja, o número de contratações supera o de demissões no primeiro semestre do ano. Para os demais níveis salariais, mais altos, a dispensa de trabalhadores é maior que o total de admissões.

O levantamento, feito com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) da Secretaria de Trabalho do governo federal, indica que, a partir do segundo semestre de 2018, a geração de novos postos de trabalho com carteira assinada voltou a apresentar maior dinamismo.

No acumulado em doze meses até julho deste ano, a economia brasileira havia criado 521,5 mil novos empregos formais. Junto a esse bom resultado, as estatísticas também mostram uma leve recuperação dos salários médios de contratação, embora estes, historicamente, mantenham-se abaixo dos salários de quem tem sido demitido.

Os dados do Caged analisados pelo Ipea também mostram que a maior parte dos trabalhadores demitidos é aquela com menos tempo de permanência no emprego. Na média, nos últimos doze meses até julho, enquanto na indústria, no comércio e nos serviços quase a metade dos demitidos estava trabalhando há menos de um ano, na construção civil esse percentual avança para 62%.

Em contrapartida, a menor parcela dos trabalhadores dispensados é formada por profissionais com mais de cinco anos de permanência no emprego. Se na indústria de transformação essa parcela corresponde a 14%, na construção civil não chega a 5%.

Informalidade faz desigualdade avançar

O levantamento também mostra que, embora o desemprego tenha caído e a massa salarial aumentado, o avanço da informalidade fez crescer a desigualdade de renda no país nos últimos anos.

De acordo com o Ipea, o índice de Gini da renda domiciliar do trabalho subiu de 0,514 no 4º trimestre de 2014 para 0,532 no 2º trimestre de 2019. Já para a renda individual do trabalho, o indicador saltou de 0,495 para 0,508 no mesmo período.

O Índice de Gini é um indicador que monitora a desigualdade de renda em uma escala de 0 a 1 –quanto mais próximo de 1, maior é a desigualdade.

Por outro lado, a queda do desemprego via ocupações sem carteira de trabalho assinada tem sustentado a recuperação da massa de rendimentos neste ano, como é chamada a soma de todos os salários recebidos pelos trabalhadores do país.

No segundo trimestre, a massa de rendimentos somou R$ 208,435 bilhões, crescimento de 2,4% na comparação ao mesmo período do ano anterior. Nos cálculos do Ipea, o resultado foi puxado pela alta de 4,6% da massa salarial dos trabalhadores sem carteira assinada e de 3,7% para os trabalhadores por conta própria.

O Globo

 

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Nivaldo disse:

    Mas é assim mesmo. Os empregos mais qualificados são os últimos a aparecer quando a economia volta a crescer. Quanto menos ela crescer, mais se demora a se contratar gente mais qualificada.

  2. Wellington disse:

    PTladras nunca mais!

  3. Lourdes Siqueira disse:

    Na verdade o PT comeu o bolo que estava crescendo no forno. Se esbaldou, dividiu o bolo com as empreiteiras e os ditadores, deu os farelos do prato para o povão, mas quando o bolo acabou com a rapinagem, deu no que deu. O forno estava vazio e o Brasil agora tem que bater a massa de novo e aguardar ficar no ponto, talvez por muito tempo.
    O PT esqueceu que quem quer comer bolo tem que "trabalhar". Esqueceu não; nunca soube disso. Trabalho? Só na sigla do Partido.

  4. DesacocheiocomoBrasil disse:

    Pois é…….e tenham certeza que vai precisar de mais uns 5 anos para esse quadro começar a se modificar, pois o estrago que o PT fez ao país durante esses últimos 13 anos nunca foi visto desde o descobrimento………sem contar que quando tudo voltar a melhorar, ainda vão ter aqueles fanáticos alienados que voltarão a gritar pelo retorno dos ladrões.

    • Julia disse:

      Engraçado que nos 10 primeiros anos do governo do PT, o país disparou em geração de riqueza e crescimento. Agora é só ladeira abaixo.

    • Manoel disse:

      Não tem nada de engraçado não Julia! O Brasil foi beneficiado pela alta dos preços das "commodities" nos dois governos de Lula e ao invés de aproveitar essa abundância de recursos, a "alma mais honesta" preferiu enriquecer e roubar o nosso dinheiro do que investir em áreas de infraestrutura, por exemplo. Caso você queira entender melhor, pode consultar na internet: https://veja.abril.com.br/economia/decada-perdida-foi-a-da-alta-das-commodities-diz-economista-de-cambridge/ ou https://exame.abril.com.br/economia/por-que-o-brasil-surfou-na-onda-das-commodities/.

    • Arthur disse:

      Esses Bolsominios diziam que em um ano Bozo ia arrumar o país, já estão falando em 5 anos… Sei…

    • Nivaldo disse:

      Pois. Além das commodites em alta, o Brasil (aliás, o Mundo) pegou dólar inundando os países no pós-2008. No Brasil, as cabecinhas keynesianas inventaram de tentar impulsionar o crescimento em cima de crédito (sobreutdo para os amigos do poder) e gastos públicos. A rebordosa só veio a estourar lá por 2015. Paralelo, tem o fato de que se deu muito dinheiro às elites das mantenedoras. Distribuíram canudos sem combinar com o tal do mercado malvadão.

Emprego e residência permanente no Canadá: governo planeja milhares de oportunidades para imigração e reportagem mostra perfil que buscam

Foto: (Thinkstock/Thinkstock)

A estratégia do governo do Canadá para manter seu crescimento econômico é abrir ainda mais as suas portas para profissionais qualificados que desejam emigrar para lá. Segundo informações do relatório Anual do Parlamento Canadense sobre Imigração, obtidas por EXAME, o governo planeja admitir neste ano até 176 mil residentes permanentes pela via de classe econômica, que é a categoria formada por imigrantes que têm competências profissionais necessárias para o país.

Essa modalidade de imigração é feita por sistema implementado em 2015, o Express Entry que leva em consideração seis fatores classificatórios: conhecimento de inglês, experiência profissional, nível de educação, disponibilidade ou oferta de emprego no Canadá e adaptabilidade.

Quem se candidata pelo sistema e está no perfil de pessoas buscadas pelo país recebe um convite, o ITA (invitation to apply) e é direcionado para um dos três programas federais de atração de imigrantes qualificados: Federal Skilled Worker Program (Programa Federal de Trabalhadores Qualificados); Federal Skilled Trades Program (Programa Federal dos Comércios Especializados) e o Canadian Experience Class (Classe de Experiência Canadense). Em 2018, quase 90 mil pessoas receberam o convite.

Além das iniciativas federais, o sistema de pontuação do Express Entry também é base para alguns dos programas provinciais de imigração. Em algumas regiões com maior necessidade de mão-de-obra, os imigrantes que têm oferta de emprego conseguem acelerar o processo de obtenção da residência permanente.

Nas províncias atlânticas (costa leste), por exemplo, o Atlantic Immigration Pilot Program (Projeto Piloto de Imigração do Atlântico) permite que o imigrante que tenha proposta de trabalho em empresas participantes dessa iniciativa da província se candidate imediatamente à residência permanente, sem ter que esperar o prazo de um ano, que é a regra geral do processo.

“As províncias têm liberdade de eleger candidatos de acordo com o perfil que eles decidem, mas sempre exigem que tenha oferta de emprego para conseguir isso. Os programas provinciais são ótimos para quem já está no Canadá”, diz Ed Santos, consultor de imigração e co-fundador da Canadá Intercâmbio, maior agência de intercâmbio entre Brasil e Canadá. Neste mês de setembro, a sua agência promove a ExpoCanada em várias cidades brasileiras entre os dias 10 e 24 de setembro.

As oportunidades no Canadá existem, mas há desafios na mesma proporção, garante o consultor e qualquer imigrante que tenha passado pelo processo. Eventos como esse, ajudam a entender o tamanho da dedicação exigida a um projeto de imigração. “De 3,5 mil pessoas que eu vi emigrarem, umas quatro saíram do Brasil já empregadas”, diz Santos.

O primeiro ponto é que uma oferta de emprego no Canadá está, quase sempre, atrelada a um projeto de estudo no país, que demanda investimento financeiro e, para muitos brasileiros, um reforço no nível de inglês. Pelos últimos 14 anos, o Canadá tem sido o destino número um dos brasileiros para estudar inglês. De 2010 para cá, o número de vistos de estudo quadruplicou. Em 31 de dezembro de 2018, o governo contou exatamente 13.835 brasileiros com visto de estudante no país.

O próprio governo do Canadá promove neste e no próximo mês a feira oficial de estudos no país, a EduCanada, de 19 de setembro a 4 de outubro. O objetivo do Canadá é recrutar estudantes não só para programas de idioma, como também para ensino médio, graduação, pós-graduação, e MBA.

Tanto na ExpoCanadá quando na EduCanadá, as instituições participantes apresentarão a chance de entrada no mercado de trabalho canadense como um dos grandes atrativos para os brasileiros.

O perfil de imigrante qualificado mais valorizado

O perfil de quem consegue o convite para começar a obtenção da residência permanente indica qual o currículo mais valorizado para fins de imigração: a maioria dos ITAs foi emitida para candidatos entre 20 e 29 anos de idade e para quem tem curso tecnólogo de três ou mais ou diploma profissional com prática, segundo o relatório anual de imigração.

As profissões ligadas a tecnologia, desenvolvimento e engenharia de software, programação, mídia interativa, análise de sistemas se destacam entre os profissionais que receberam o ITA. Mas cozinheiros, profissionais da área de alimentação e hospitalidade e professores universitários também são valorizados no mercado canadense e aparecem entre as profissões mais quentes para imigrantes.

Indianos são maioria entre os imigrantes que recebem ITA. Em 2018, foram 41,6 mil imigrantes da Índia, alta de 15% em relação a 2017. A China vem em seguida com 6,248, número 16% menos do que em 2017. Para brasileiros, a tendência é de alta, mas os números são ainda modestos: 1.840 em 2018, alta de 9% na comparação com o ano anterior. “A maior parte são brasileiros que já estão no Canadá, que estão estudando, fazendo college”, diz Ed Santos.

Para os profissionais já graduados no Brasil e que desejam fazer uma transição de carreira para viver no Canadá o caminho mais rápido até o emprego de qualidade elegível para a residência permanente passa por um pedágio de formação técnica em colleges, nome usado para denominar as escolas técnicas do Canadá. “O college é a melhor maneira de se inserir no mercado de trabalho, custa quatro vezes menos do que uma universidade e a formatura é duas vezes mais rápida do que em uma universidade”, diz Santos.

São 135 escolas técnicas públicas espalhadas em mais de mil campi pelo Canadá (entre colleges, institutos, epolitécnicas) e segundo o Council of Ministers of Education, a taxa de empregabilidade dessas escolas é de 95%. No país, são oferecidos mais 8 mil programas técnicos de formação.

As estatísticas de empregabilidade de colleges se confirmam mesmo em regiões com mercado de trabalho menos efervescente como nas regiões de Ontario e British Columbia.

Na Holland College, da pequena província de Prince Edward Island na costa leste, a diretora de negócios internacionais Gaylene Carragher contou a EXAME que 96% dos alunos da instituição conseguem emprego em até um ano de formatura.

“Uma das coisas interessantes dos programas é que os estudantes aprendem trabalhando. O fato de ter que trabalhar é uma ótima oportunidade para fazer contatos. É como uma longa entrevista de emprego. O empregador não vai deixar passar alguém que está fazendo um ótimo trabalho”, explica.

Para compensar o desafio maior do mercado de trabalho de regiões como as províncias atlânticas, iniciativas como o programa Atlantic Canada Study and Stay tentam conectar estudantes do último ano de seus cursos em escolas técnicas ou em universidades a empresas na região que conta com as províncias de Nova Escócia, New Brunswick, Newfoundland e Prince Edward Island.

“Encontrar emprego é mais fácil quando você conhece as pessoas”, diz a estudante brasileira Samantha Figueira recém-formada no curso de design gráfico da Holland College, em busca de vaga de trabalho em Prince Edward Island. A sua profissão também aparece entre as mais frequentes entre os imigrantes que recebem o ITA.

Programas nos moldes do Atlantic Canada Study and Stay tentam solucionar justamente a questão apontada por Samantha: o networking. Estabalecer a rede de contatos é um desafio para os estrangeiros, e a iniciativa busca atrair mais pessoas também para regiões menos conhecidas e visadas do Canadá. Em 2018, 64% dos pedidos de residência permanente foram feitos na região de Ontario, 18% em British Columbia e 7% em Alberta. Juntas, as províncias do Atlântico não chegam a 5%.

Exame

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. cristian freitas disse:

    vou logo adiantar que não é essa facilidade toda.
    eu e minha esposa gastamos uns 10 mil reais com provas de ingles, documentação, consultoria e não conseguimos nada.
    O canadá está abarrotado de candidatos qualificados. A ÚNICA maneira de ir pra lá é pagar uma faculdade pra um dos dois e o outro ir trabalhar, só tem essa maneira!

    • Marcelo disse:

      Concordo com vc, a qualificação é necessária, estou no canada a 03 anos e com convite para um contrato de mais 10 anos.
      Mas somente para os melhores.

Taxa de emprego no turismo brasileiro cresce 5,8% de maio a julho deste ano

Foto: Montagem

Dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua – PNAD-C, realizada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), apontam que o turismo brasileiro segue em crescimento. Os números divulgados nesta sexta-feira (30) mostram que o setor teve alta de 5,8% no número de trabalhadores na categoria ‘alojamento e alimentação’, entre maio e julho de 2019. A comparação é com o mesmo período do ano passado.

Os resultados acompanham o crescimento do turismo que acontece desde abril deste ano, quando a pesquisa registrou também uma alta na taxa de emprego de 4,4% no segundo trimestre. Além disso, desde o segundo trimestre de 2012 até o mesmo período neste ano, o segmento que mais teve participação de trabalhadores no país foi o de alojamento e alimentação, item ligado ao turismo.

Outras categorias do setor, segundo classificação do IBGE, estão na categoria ‘Outros serviços’ que também apresentou alta no número de trabalhadores de 5,3%. Em agenda na cidade de Tiradentes (MG) para o 22º Festival Cultura e Gastronomia, o ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio, comemorou os resultados divulgados hoje pelo IBGE e destacou que as conquistas são fruto de ações que vem sendo implementadas pelo MTur e pelo governo federal ao longo destes sete meses de gestão.

“Esses resultados demonstraram uma perspectiva otimista e crescente de que estamos no caminho certo. O turismo no centro da agenda estratégica do Brasil proporciona isso. Vivemos um momento único que oferece uma excelente oportunidade ao nosso país. Trabalhamos exatamente para gerar oportunidades à população, seja com empregos, renda ou inclusão social”, ressaltou o ministro.

DEMANDA DOMÉSTICA – Em junho deste ano, o Ministério do Turismo fechou uma parceria com o IBGE para incluir nos questionários aplicados pelos agentes da PNAD Contínua, a partir das próximas visitas domiciliares, perguntas sobre o turismo no país. O acordo vai permitir a inclusão de até 48 perguntas sobre o setor de Viagens nos questionários.

Para o ministro do Turismo, a cooperação trará ganhos imprescindíveis para mensurar o alcance e os resultados das políticas públicas implementadas pelo Ministério no âmbito nacional. “Precisamos monitorar o comportamento do setor turístico brasileiro e ver se as ações chegam na ponta”, afirmou Álvaro Antônio.

PNAD – Segundo o IBGE, a PNAD tem um universo de pesquisa de 200 mil domicílios e acompanha as flutuações trimestrais e a evolução, no curto, médio e longo prazos, da força de trabalho, além de outras informações necessárias para o estudo do desenvolvimento socioeconômico do País.

A pesquisa também produz indicadores anuais sobre temas suplementares permanentes – como trabalho e outras formas de trabalho, cuidados de pessoas e afazeres domésticos, e tecnologia da informação e da comunicação.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Az disse:

    E no RN só fumo.

    • Gustavo disse:

      Turismo aqui é tratado com total descaso. Natal é suja, escura, esburacada, orla feia, não tem parque, não tem praça, não tem segurança nem infraestrutura. Problema que o RN não tem outra alternativa econômica. Não temos comércio, indústria nem serviços
      O exemplo de Gramado, com eventos o ano inteiro e alta profissionalização, mostra como o turismo pode desenvolver uma cidade e uma região.

Emprego é recorde no Brasil no trimestre encerrado em julho

Foto: Arquivo Agência Brasil

O mercado de trabalho no Brasil atingiu, no trimestre encerrado em julho deste ano, um volume recorde de pessoas empregadas: 93,6 milhões. É o maior número da série histórica iniciada em 2012 e representa aumentos de 1,3% na comparação com o trimestre encerrado em abril deste ano e de 2,4% na comparação com o trimestre encerrado em julho de 2018.

Segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad-C), divulgada nesta sexta-feira (30) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o crescimento foi puxado pelos empregados sem carteira assinada e pelos trabalhadores por conta própria.

Os trabalhadores sem carteira assinada chegaram a 11,7 milhões em julho, também um recorde na série histórica. A alta chegou a 3,9% em relação a abril (mais 441 mil pessoas) e a 5,6% em relação a julho de 2018 (mais 619 mil pessoas).

Os trabalhadores por conta própria somaram 24,2 milhões e também atingiram um contingente recorde, subindo nas duas comparações: 1,4% (mais 343 mil pessoas) ante abril e 5,2% (mais 1,2 milhão de pessoas) ante julho de 2018.

A taxa de desemprego recuou para 11,8% em julho deste ano, abaixo dos 12,5% de abril deste ano e aos 12,3% de julho do ano passado.

A população fora da força de trabalho, ou seja, as pessoas que não estão nem trabalhando nem procurando emprego, chegou a 64,8 milhões em julho, estável em ambas comparações.

A população subutilizada (ou seja, que está desempregada, que trabalha menos do que poderia, que não procurou emprego mas estava disponível para trabalhar ou que procurou emprego mas não estava disponível para a vaga) ficou em 28,1 milhões de pessoas em julho, estável em relação ao trimestre anterior e 2,6% superior a julho do ano passado.

A taxa de subutilização da força de trabalho chegou a 24,6%, inferior aos 24,9% de abril e aos 24,4% de julho de 2018.

O total de pessoas desalentadas (aquelas que desistiram de procurar emprego) chegou a 4,8 milhões, estável em ambas as comparações. Já o percentual de desalentados chegou a 4,4%, também estável.

O rendimento médio real habitual do trabalhador ficou em R$ 2.286, uma queda de 1% ante o trimestre anterior e não teve variação significativa frente ao mesmo trimestre de 2018. Já a massa de rendimento real habitual (R$ 208,6 bilhões) ficou estável em relação ao trimestre anterior e cresceu 2,2% (mais R$ 4,5 bilhões) frente ao mesmo período de 2018.

Agência Brasil

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Alfredo disse:

    mas….
    Assinado: a extrema imprensa 🤣🤣🤣🤣

  2. Ivan disse:

    Vamos reagir PT!!! Libera um diálogo do Intercept logo!!!

  3. Severino disse:

    Imagine com a economia crescendo a uns 3% ao ano. Isso associado à queda nos índices de criminalidade, a se manterem em queda, é ulgo que deve deixar os petralho-chavistas em desespero.

  4. Nilvan Rodrigues da Silva disse:

    Imagine como são os empregos que foram contabilizados criados.
    Com todas as novidades tipo essa encrenca com Macron realmente esse governo corre sério risco de dar certo.

  5. Arnaldo Franco disse:

    Esse Governo corre o serio risco de dar certo.

  6. Gustavo disse:

    Muito bom. A recuperação deve ser consistente, mesmo que lenta. O estrago do PT foi grande.

Atividade e emprego na construção atingem maior valor em seis anos

Os indicadores de atividade e de emprego na indústria da construção alcançaram, em julho, o maior valor dos últimos seis anos, informou nesta sexta-feira (23), a Confederação Nacional da Indústria (CNI). A Sondagem Indústria da Construção mostra que o índice de nível de atividade aumentou 0,2 ponto frente a junho e ficou em 48,4 pontos em julho. O índice de número de empregados teve leve alta de 0,1 ponto e foi para 47,3 pontos. No entanto, os dois indicadores continuam abaixo dos 50 pontos, o que mostra queda da atividade e do emprego, observa a pesquisa.

“Entretanto a queda é cada vez menos intensa e menos disseminada no setor. Os níveis de atividade e emprego melhoraram gradativamente desde o começo deste ano”, diz o levantamento.

De acordo com a pesquisa, o nível de utilização da capacidade operacional ficou em 57% em julho, mesmo patamar registrado em junho, e 5 pontos percentuais acima da média histórica. Isso significa que o setor operou com 43% do pessoal, das máquinas e dos equipamentos parados no mês passado. A ociosidade é menor nas grandes empresas, segmento em que a média de utilização da capacidade instalada alcançou 59%. Nas pequenas empresas o nível de utilização da capacidade instalada foi de 51% e, nas médias, de 57%.

Segundo a CNI, com a elevada ociosidade, a disposição dos empresários para fazer investimentos diminuiu. O índice de intenção de investimentos caiu 3,5 pontos em agosto na comparação com julho e ficou em 33,1 pontos, praticamente o mesmo patamar de maio, e 0,6 ponto abaixo da média histórica. O indicador varia de zero a cem pontos. Quanto maior o valor, maior é a disposição para fazer investimentos.

Previsão

O Índice de Confiança do Empresário da Construção (ICEI-Construção) ficou estável em 58,8 pontos em agosto e se mantém acima da média histórica de 53,3 pontos. O ICEI-Construção varia de zero a cem pontos. Quando está acima dos 50 pontos, mostra que os empresários estão confiantes.

De acordo com a CNI, essa edição da Sondagem Indústria da Construção foi feita entre 1º e 13 de agosto com 494 empresas. Dessas, 169 são pequenas, 213 médias e 112 de grande porte.

Agência Brasil

 

SINE-RN oferece nesta sexta-feira 77 oportunidades de emprego

Foto: Ilustrativa

Para concorrer às vagas, o candidato deve se cadastrar via Internet no Portal Emprega Brasil do Ministério do Trabalho e Emprego, através do endereço empregabrasil.mte.gov.br ou na unidade do Sine Matriz em Natal, na Cidade da Esperança, na Rua Adolfo Gordo, s/n, prédio da Central do Trabalhador, NOVO HORÁRIO de 8h às 14h, ou em qualquer agência do Sine nas centrais do cidadão de Natal e no interior.

O interessado que não tem cadastro e acesso ao Portal Emprega Brasil, pode comparecer as Agências do SINE, com Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS), Número do PIS, cédula de identidade (RG), Cadastro de Pessoa Física (CPF) e comprovante de residência. O atendimento é de acordo com o horário de funcionamento das centrais do cidadão e do SINE Matriz Cidade da Esperança no prédio da Central do Trabalhador, das 8h às 14h, de segunda a sexta.

NATAL e GRANDE NATAL – (Vagas Permanentes)
OCUPAÇÃO QUANT. DE VAGAS

PASTELEIRO 1
RECEPCIONISTA DE HOTEL 1
TÉCNICO DE EDIFICAÇÕES 1
VENDEDOR PRACISTA 2
Total 5

MOSSORÓ E REGIÃO – (Temporária)
OCUPAÇÃO QUANT. DE VAGAS

ASSISTENTE ADMINISTRATIVO 1
Total 1

SÃO JOSÉ DE MIPIBU E REGIÃO – (Vagas Permanentes)
OCUPAÇÃO QUANT. DE VAGAS

ATENDENTE DE MESA 15
AUXILIAR DE COZINHA 15
AUXILIAR DE LINHA DE PRODUÇÃO 1
Total 31

JOÃO CÂMARA E REGIÃO – (Vagas Permanentes)
OCUPAÇÃO QUANT. DE VAGAS

ATENDENTE DE MESA 10
AUXILIAR DE COZINHA 10
Total 20

ASSU E REGIÃO – (Vagas Permanentes)
OCUPAÇÃO QUANT. DE VAGAS

ATENDENTE DE MESA 10
AUXILIAR DE COZINHA 10
Total 20

Para o Trabalhador: Todas as oportunidades estão sujeitas à alteração. Para saber em tempo real qual ocupação está de acordo com o perfil profissional do trabalhador, o mesmo deverá acessar o Portal Emprega Brasil do Ministério do Trabalho e Emprego no endereço (empregabrasil.mte.gov.br) com o seu login (PIS) e senha ou através do celular no aplicativo SINE Fácil.

 

Mais de 5 mil postos de trabalho são fechados no RN durante 1º semestre do ano

Foto: Divulgação

O Rio Grande do Norte fechou 5.115 postos de trabalho com carteira assinada no primeiro semestre de 2019. O mês de junho, no entanto, foi o primeiro do ano com saldo positivo, com aumento de 1.237 vagas. Os números são do Cadastros Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho, e foram divulgados nesta quinta-feira (25).

Nos primeiros seis meses do ano, o Rio Grande do Norte registrou 69.940 novos empregados contra 75.055 demissões, o que gera o número negativo. Apenas no mês de junho, entretanto, foram 11.452 admissões contra 10.215 desligamentos.

O setor que mais demitiu no ano foi o da agropecuária, com saldo de 4.620 trabalhadores a menos em junho do que tinha em janeiro. Ele é seguido pelo setor de comércio, que tem 2.084 menos vagas de trabalho do que no início do ano. Em junho, inclusive, o principal saldo negativo também é do comércio, com menos 114 vagas.

Por outro lado, o setor que teve aumento do saldo foi o de serviços, que fechou junho com 3.049 vagas a mais do que no início do ano. E o setor de agropecuária, que no ano foi o que mais diminuiu postos de trabalho, teve em junho o maior aumento, com 750 vagas a mais.

Saldo de emprego no 1º semestre de 2019

Extrativa mineral: -166

Indústria de transformação: -1.418

Serviços industriais de utilidade pública: 128

Construção civil: 34

Comércio: -2.084

Serviços: 3.049

Administração pública: -38

Agropecuária: -4.620

Total: -5.115

Municípios

A principal diminuição nos postos de trabalho neste primeiro semestre aconteceu no município de Mossoró, na Região Oeste, que teve saldo de – 1.564. Apodi é a segunda cidade com pior saldo negativo, diminuindo 747 postos de trabalho nos primeiros seis meses do ano, seguida de Natal (-417) e São Gonçalo do Amarante (-232).

Parnamirim, por sua vez, foi quem teve melhor saldo no comparativo entre admissões e demissões neste primeiro semestre: 692 novos contratados seguido por Assu, com 292.

Em junho, o principal saldo positivo ficou com Mossoró, com 443 vagas a mais de trabalho contra 68 a menos em Natal, cidade que mais fechou postos de trabalho naquele mês.

Saldo entre janeiro e junho

Janeiro: -1.359

Fevereiro: -2.249

Março: -2.033

Abril: -501

Maio: -496

Junho: 1.237

 

G1

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. PAULO disse:

    Com a palavra o relator da Reforma Trabalhista. Beneficiaram apenas os empresários, nada mais que isso… O Brasil ainda espera os milhões de empregos que seriam gerados pela reforma.

    • Netto disse:

      Para o nível de crescimento econômico, a geração de empregos pós-reforma tá bem razoável.

    • Gilmar disse:

      Reforma trabalhista impediu uma tragédia ainda maior. Estava de um jeito que as pessoas trabalhavam sozinhas ou com parentes de estrita confiança, pois o medo de ação trabalhista era grande.

  2. João Costa disse:

    Essa estatística deve ser analisada com ponderação. Perceba que o que levou a queda foi o setor agropecuário, esse ramo tem suas sazonalidades.
    Penso que o Governo do RN, NECESSARIAMENTE, tem que fazer parceria com o Governo Federal, esquecer divergências partidárias. O Estado agradece.

  3. LULADRÃO disse:

    Com essa governadora Ptralha, infelizmente os dias do RN são sombrios. É GÓPI DA PIPOCAS BOKU'S

  4. José disse:

    Só no RN! Imagine em todo país!

    • Moura disse:

      Zezim, o País de modo geral cresceu o número de pessoas com carteira assinada. Já o RN de Fatão GD, fecha postos de trabalho.

      Ô RN sem sorte

  5. Lampejao disse:

    É Gópi….É Gópi…..É Gópi…….

  6. Del disse:

    E a gunvernadora do imprêgo?

    • Luiz disse:

      Isso é ainda reflexo da reforma trabalista propost pelo Rogerio Marinho mais comnhecido como Saco Preto .vale salientar a refoma trabalista que foi aprovada o ano passado teve o voto do atual foi presidente.É. BOM JAIR SE ACUSTUMANDO

    • Acorda Brasil disse:

      Deixa de conversar lorota Luiz! O Brasil teve o melhor índice de geração de empregos no mesmo período desde o ano de 2013.

  7. Luciana Morais Gama disse:

    O Brasil tá começando a decolar, o RN a se enterrar…..