Judiciário

Ações de Pazuello “não se pautaram pelos melhores parâmetros técnico-científicos”, avalia documento no MPF, citando gestão ‘gravemente ineficiente e dolosamente desleal’

Foto: Pablo Jacob / Agência O Globo

O Ministério Público Federal (MPF) afirma que o ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello retardou de forma deliberada o contrato com a Pfizer para fornecimento de vacinas contra a Covid-19 e aponta que as objeções feitas pelo governo federal às cláusulas contratuais não tinham nenhum respaldo “fático e/ou jurídico”.

As acusações constam de ação de improbidade administrativa ajuizada na semana passada contra Pazuello por uma equipe de oito procuradores da Procuradoria da República no Distrito Federal. O GLOBO teve acesso a detalhes do caso.

A ação lista uma série de irregularidades na gestão do ex-ministro, classificada de “gravemente ineficiente e dolosamente desleal (imoral e antiética)”. Para o MPF, as ações de Pazuello “não se pautaram pelos melhores parâmetros técnico-científicos, mas tiveram, como norte, outras opiniões, orientações e influências — internas e externas ao governo federal”.

É a primeira vez que o MPF faz uma análise jurídica sobre o caso da Pfizer, também objeto da CPI da Covid. A empresa, que procurou o governo federal desde maio do ano passado, chegou a enviar 81 e-mails com ofertas do imunizante, que foram ignorados.

O Ministério da Saúde alegava que cláusulas contratuais inviabilizavam a assinatura, como a exigência de um depósito no exterior para garantia do pagamento e um termo de responsabilidade isentando a Pfizer no caso de efeitos colaterais.

Os dados apresentados pelo MPF rebatem os argumentos do governo. Os procuradores citam, por exemplo, que essa mesma cláusula de responsabilização havia sido aceita pelo governo federal no contrato firmado em setembro do ano passado para o fornecimento da AstraZeneca, por meio da Fiocruz, “sem que nenhum impedimento legal tivesse sido suscitado”.

“Nenhuma das objeções apontadas pelo Ministério da Saúde para aquisição das vacinas da Pfizer se sustenta do ponto de vista fático e/ou jurídico. No que se refere às cláusulas de garantias de pagamento e de não assunção de responsabilidade civil pela empresa fornecedora, o Ministério da Saúde, tão logo vislumbrou o apontado óbice, poderia ter proposto, ao Presidente da República, projeto de lei que explicitasse a possibilidade de celebração do contrato”, escreveu o MPF.

Essa mudança legislativa, entretanto, acabou sendo apresentada por iniciativa do Senado, apenas no início deste ano. Para os procuradores, Pazuello “retardou conscientemente” a tomada de decisão sobre as vacinas da Pfizer.

Isso porque, mesmo após a aprovação das mudanças legislativas no Congresso Nacional, o ex-ministro ainda fez uma consulta ao Tribunal de Contas da União (TCU) antes de assinar a contratação do imunizante. “Pazuello poderia ter feito tais questionamentos ao TCU tão logo vislumbrou os óbices normativos que se antepunham, em sua visão, à celebração de contratos para aquisição de vacinas, mas, em lugar disso, retardou conscientemente a tomada de iniciativas administrativas, em omissão que custou — e tem custado — a vida de milhares de brasileiros”, afirmam.

A ação culpa diretamente o ex-ministro da Saúde por não ter implantado modificações na legislação ainda no ano de 2020 para permitir que os contratos das vacinas fossem assinados com rapidez.

“ A omissão do ex-ministro da Saúde em adotar todas as providências que estivessem ao seu alcance para permitir a contratação de todas as vacinas possíveis, ainda no ano de 2020, colocou o Brasil numa situação de desvantagem na fila dos laboratórios farmacêuticos, impossibilitando que uma grande porcentagem de brasileiros fosse imunizada ainda no primeiro semestre de 2021”, diz o MPF.

Ação por Cloroquina

A ação classificou de “ilegal” a conduta do ex-ministro da Saúde na confecção de um documento para incentivar o uso de medicamentos sem eficácia comprovada. Essa iniciativa precisaria ter o aval da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (Conitec) e da Anvisa, conforme previsto em lei, argumenta a ação.

Pazuello ainda promoveu gastos de R$ 20 milhões com campanhas publicitárias sobre o uso desses medicamentos, diz a ação.

“Pazuello agiu, portanto, ilegalmente ao propor o tratamento precoce para a Covid-19 e, para burlar a necessidade de avaliação prévia pela Conitec e Anvisa, chamou o ‘protocolo’ de ‘orientações’”, diz a ação.

Na conclusão, os procuradores afirmam: “O conjunto dos fatos ora trazidos à apreciação do poder Judiciário constitui amostragem suficiente da gestão gravemente ineficiente e dolosamente desleal (imoral e antiética) do requerido Eduardo Pazuello”. O MPF calculou em R$ 121 milhões o prejuízo ao erário provocado pelas ações do ex-ministro.

Essa é a segunda ação de improbidade movida contra Pazuello. O MPF no Amazonas também já o acionou o pelo colapso no estoque de oxigênio em Manaus.

Procurado, o ex-ministro não respondeu aos contatos. À CPI, ele negou irregularidades em sua gestão.

O Globo

 

Opinião dos leitores

  1. E desde quando militar tem competência p fazer alguma coisa? Nunca fizeram nada na vida, consequentemente não sabem fazer nada. São um câncer no país

  2. Em um país sério, esse general pintor de meio-fio e o chefe dele (miliciano maior) já estariam presos.
    Por uma gestão desastrosa, morreram centenas de pessoas, muitas dessas mortes poderiam ter sido evitadas.

    1. Se fosse o seu ídolo no poder, o jumento que encanta idiotas , não existia nem vacina !

    2. Econonise as lágrimas porque vai até 2026. #LulaLadrão
      #PTNuncaMais

  3. Basta o presidente seguir a cartilha do ex-presidiario: traidores….fizeram sem meu conhecimento…não sei de nada….nunca vi….foi assim com Palocci, cumpadi Bumlai…a finada….os amigos das construtoras….etc….tudo traidor…..

    1. Pedroca já gosta de andar por outras estações, versatilidade…
      Parabéns

  4. Só o q resta sao narrativas e críticas de comportamento! Ministro probo, honesto, trabalhador, leal e direito

  5. O Brasil começou a vacinar quando havia vacinas disponíveis para compra, após a aprovação da ANVISA e quando a legislação brasileira permitiu, conforme já reconheceu o proprio presidente do Senado, autor da lei. Infelizmente, as instituições nacionais foram aparelhadas e muitos dos seus membros fazem oposição explícita ao presidente.

    1. Kkkk covid só apareceu depois da vacina kkkk
      Triste cego….

    2. A galhada desse coitado não permite que ele raciocine mais…

  6. Pense numa novidade grande: Surpresa pra zero pessoas! Mas e aquela história do “um manda e o outro obedece”? Como fica?

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Mundo

Advogado da Trump Media rebate fala de Lula no debate e classifica como “recado mafioso”

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Uma declaração dada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) durante o debate da TV Band repercutiu internacionalmente e gerou dura reação do advogado americano Martin De Luca, que atua na defesa de empresas ligadas ao grupo Trump Media & Technology Group e à plataforma Rumble.

No confronto de domingo (18), Lula afirmou que as investigações envolvendo o senador Flávio Bolsonaro (PL) poderiam avançar logo após o término do segundo turno, condicionando o andamento das apurações ao resultado das urnas.

De Luca reagiu publicamente e contestou a retórica petista. O jurista apontou que o mandato de Flávio no Senado Federal vai até 2027 independentemente do desfecho eleitoral e lembrou que procedimentos investigativos devem seguir rigorosamente critérios legais e técnicos, sem interferência ou conveniência do Palácio do Planalto.

Em tom irônico e incisivo, o advogado criticou o uso da maquina pública e da Justiça para perseguir opositores: “Entendemos. Prenda seus oponentes se não conseguir vencê-los nas urnas. Prenda os filhos deles também, por via das dúvidas”. De Luca acrescentou ainda que declarações do gênero soam para o mercado e a comunidade internacional como um verdadeiro “recado mafioso”.

Com informações do Metrópoles 

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Brasil

[VÍDEO] Economista detona fake news petista sobre Bolsa Família e Flávio desmente corte no programa


Após a campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) veicular acusações de que o candidato Flávio Bolsonaro (PL) pretendia “acabar com o Bolsa Família em dois anos”, o senador do PL e analistas econômicos foram a público para rebater a desinformação.

Em declaração gravada nesta segunda-feira (19), Flávio Bolsonaro negou categoricamente as alegações da chapa adversária e explicou o real funcionamento da proposta elaborada por sua coordenadora econômica, Daniella Marques.

Durante o programa Os Pingos nos Is, o economista Bruno Musa criticou a insistência de parte da imprensa e da oposição em alimentar boatos eleitorais sem checar os fatos.

” Está extremamente cansativo as pessoas adultas continuarem caindo na mesma mentira de que vai acabar o Bolsa Família (…). É infantil, é patético”, afirmou o economista.

Musa reforçou que o plano de governo é público e de fácil acesso para qualquer eleitor e criticou a cobertura midiática tendenciosa.

“Ficou muito claro o que ele falou: mesmo depois de conseguir emprego, você continua com o Bolsa Família por dois anos. A leitura é muito simples “, concluiu.

 

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Brasil

TAPETÃO ELEITORAL: Campanha de Lula pede cassação da chapa de Flávio por suposto favorecimento da Meta

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A campanha do presidente Lula (PT) decidiu acionar o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para pedir a cassação da chapa de Flávio Bolsonaro (PL), sob a alegação de que a Meta teria favorecido o senador por meio de seus algoritmos e prejudicado a divulgação de conteúdos petistas.

Segundo a Folha, a ação aponta supostas falhas na distribuição de anúncios, recomendações de perfis e canais ligados a Flávio e diferenças de alcance entre as contas dos dois candidatos. A campanha alega abuso de poder econômico e uso indevido dos meios de comunicação social.

O caso ocorre após decisões liminares do ministro Marco Bellizze determinarem que a Meta assegure tratamento isonômico aos candidatos e corrija problemas nas contas de anúncios de Lula. A campanha petista também pede acesso a informações sobre o funcionamento dos algoritmos e a mensagens internas da empresa.

A Meta nega favorecer candidatos ou interferir no processo eleitoral.

Com informações da Folha de São Paulo

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Brasil

QG de Lula espalha fake sobre Bolsa Família, mas esconde que Flávio dobra prazo de proteção ao trabalhador

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Na tentativa de criar pânico eleitoral na reta final do segundo turno, a campanha de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) passou a distorcer declarações da coordenadora econômica de Flávio Bolsonaro (PL), Daniella Marques, acusando o adversário de planejar “cortes” no Bolsa Família.

Nesta segunda-feira (19), o porta-voz do QG petista, senador Camilo Santana (PT), foi a público atacar a proposta de revisão de gastos. Camilo usou a fala de Daniella para alimentar a narrativa de que o programa social estaria sob ameaça.

A realidade das propostas, no entanto, desmente o discurso místico do PT. A medida desenhada pela equipe de Flávio Bolsonaro estabelece uma regra de transição de 2 anos para quem conseguir um emprego formal ou abrir o próprio negócio. Na prática, trata-se de um modelo de mais proteção ao beneficiário, que mantém o auxílio por até 24 meses enquanto busca a independência financeira — com retorno automático ao programa caso o empreendimento ou emprego não dê certo.

Enquanto o modelo atual mantido pelo governo Lula oferece proteção por apenas 1 ano, a proposta de Flávio estende essa garantia pelo dobro do tempo (2 anos) e desburocratiza a volta ao benefício.

 

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Política

Oposição reúne assinaturas para CPMI sobre Lulinha e Roberta Luchsinger

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A oposição já reuniu 83 assinaturas para criar uma Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) destinada a investigar suspeitas envolvendo Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Lula (PT), e a empresária Roberta Luchsinger. A iniciativa é da deputada federal Coronel Fernanda (PL-MT), com apoio da senadora Damares Alves (Republicanos-DF).

O mínimo necessário para a instalação da comissão é de 198 assinaturas, sendo 171 de deputados federais e 27 de senadores.

A mobilização ganhou força após entrevista de Luchsinger à CNN, no sábado (17), quando a empresária afirmou que pretende negociar uma delação premiada e acusou Lula de proteger o próprio filho. A Polícia Federal investiga Luchsinger e Lulinha desde julho por suspeitas de favorecimento de empresas em órgãos do governo federal.

Com informações do Metrópoles

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Brasil

[VÍDEO] JOGADA: Lula anuncia ida ao TSE para entregar autorização de quebra de sigilos bancário e telefônico dele e da família


O presidente Lula (PT) afirmou que pretende entregar ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) um documento autorizando a quebra de seus sigilos bancário e telefônico e os de familiares. A declaração foi feita após o confronto com Flávio Bolsonaro (PL) durante o debate da TV Bandeirantes, no domingo (18).

Em agenda de campanha no Rio Grande do Sul, Lula chamou o adversário de “miliciano” e acusou a família Bolsonaro de corrupção. O presidente desafiou Flávio a autorizar a abertura de suas contas bancárias e de sigilos telefônicos, incluindo os de familiares e empresas.

A proposta, segundo Lula, é que os documentos sejam entregues à Justiça para avaliação antes do segundo turno, marcado para 25 de outubro.

Com informações do Metrópoles 

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Brasil

Vorcaro aponta Kassab como destinatário de comissões por investimentos de fundos públicos no Master

Arte Metrópoles

Em tentativa de delação premiada, o ex-banqueiro Daniel Vorcaro afirmou à Polícia Federal e à Procuradoria-Geral da República que Gilberto Kassab, presidente nacional do PSD, seria o destinatário final de parte das comissões pagas pelo Banco Master por captações de recursos de fundos previdenciários municipais e estaduais.

Segundo o relato, Kassab teria se comprometido a incentivar administrações ligadas ao PSD a investir nos produtos financeiros do banco em troca de comissões. Vorcaro afirmou que os pagamentos eram feitos em espécie a consultores e agentes públicos. Kassab negou as acusações, classificando o relato como “absolutamente fantasioso”.

De acordo com dados citados na reportagem do Metrópoles, regimes próprios de previdência de 21 estados e municípios investiram R$ 1,88 bilhão em letras financeiras do Master entre 2023 e 2024. O maior aporte foi do Rio de Janeiro, com R$ 970 milhões.

As letras financeiras não contam com a proteção do Fundo Garantidor de Créditos (FGC), o que expõe os investidores a riscos em caso de liquidação da instituição financeira.

Com informações do Metrópoles 

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Judiciário

PGR não vê improbidade de Mendonça apontada por Moraes e recomenda ao STF fim da representação

Reprodução

A Procuradoria-Geral da República (PGR) concluiu não haver elementos suficientes para caracterizar abuso de autoridade nas ações do ministro André Mendonça na condução dos casos Banco Master e INSS. Em parecer encaminhado ao presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, o órgão se manifestou contra o prosseguimento da representação apresentada pelo ministro Alexandre de Moraes.

Moraes havia acusado o colega de possível improbidade administrativa, abuso de autoridade, crime de responsabilidade e favorecimento a grupos políticos. Para sustentar as acusações, apresentou relatórios de inteligência que, segundo a PGR, não possuem valor probatório.

O órgão também ressaltou que eventuais crimes de responsabilidade envolvendo ministros do STF são competência do Senado Federal. Ao final, recomendou que a representação não prossiga, observando que cabe ao plenário do Supremo decidir sobre a autorização de investigações contra integrantes da Corte.

Com informações do Metrópoles 

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Brasil

A CASA DA TURMA: Ministro da educação frequentava mansão de Lulinha e Luchsinger no Lago Sul

Reprodução

O Ministro da Educação, Leonardo Barchini, frequentava a casa da lobista Roberta Luchsinger, em Brasília, segundo mensagens extraídas do celular dela e divulgadas pelo Metrópoles. As conversas registram convites para almoços e churrascos no imóvel localizado no Lago Sul, onde também se reuniam Roberta e Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Lula.

Em setembro de 2024, quando ocupava o cargo de secretário-executivo do Ministério da Educação, Barchini teve um almoço combinado na residência da lobista. Uma assessora perguntou se o encontro com “Léo” estava confirmado, e Roberta respondeu que sim, acrescentando que seria realizado na própria casa.

As mensagens também mostram que, em 1º de janeiro de 2025, Roberta convidou Barchini e sua mulher, Alessandra, para um churrasco no imóvel. A residência, situada na QI 26 do Lago Sul, tinha aluguel anual de R$ 560 mil, segundo a reportagem. O local também foi usado por Roberta e Lulinha para encontros em Brasília, incluindo o Réveillon de 2024 para 2025.

Nesta segunda-feira (19), Roberta publicou uma mensagem nas redes sociais questionando autoridades que, segundo ela, frequentavam sua casa e agora demonstram receio de admitir a proximidade. “Não consigo entender por que algumas pessoas, entre elas ministros, assessores e secretários, demonstram tanto receio de admitir que frequentavam semanalmente minha casa em Brasília”, declarou.

Com informações do Metrópoles 

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Brasil

[VÍDEO] General Girão tentou manter ato pacífico, mas apoiadores da esquerda não respeitaram e manifestação acabou em violência


O deputado federal General Girão tentou manter a manifestação de apoiadores de Flávio Bolsonaro pacífica na Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), mas, segundo as imagens recebidas pelo Blog do BG, os apoiadores da esquerda não respeitaram e invadiram o ato, partindo para a violência.

Durante sua fala, Girão pediu respeito à liberdade de manifestação e ressaltou que o espaço público pertence a todos os grupos políticos. “Esse ambiente aqui é tanto da direita quanto da esquerda. Vocês não podem se apossar dele”, afirmou.

O parlamentar também destacou que a democracia pressupõe o direito de defender posições diferentes. Apesar do apelo, a pancadaria se instaurou na universidade.

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