Política

Relatório de juristas da CPI deverá apontar crimes de responsabilidade, contra a saúde pública e curandeirismo contra Bolsonaro, Pazuello e Écio Franco

Foto: Divulgação / Presidência da República

O grupo de juristas que assessora a CPI da Covid vai focar seu parecer técnico nos crimes cometidos pelo presidente Jair Bolsonaro, pelo ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello e pelo ex-secretário executivo da pasta Élcio Franco. O documento deve ser usado no relatório final da investigação parlamentar elaborado pelo relator da CPI, Renan Calheiros (MDB-AL).

– Nosso documento apontará a qualificação jurídica dos fatos apurados pela CPI e caberá à comissão avaliar o que acolherá do parecer. Estamos nos centrando nas figuras do presidente Bolsonaro, do ex-ministro Pazuello e no ex-secretario executivo Élcio Franco, que são os principais responsáveis pelas decisões envolvendo a pandemia – disse Miguel Reale Jr. coordenador da comissão jurídica que apoia os senadores.

O jurista afirmou que, na avaliação do grupo, as ações de Bolsonaro e de integrantes do seu governo apontam pelo menos três crimes: o de responsabilidade, contra a saúde pública e e curandeirismo.

– Todo o conjunto da obra, as declarações do presidente e os atos do governo, aponta para o crime de responsabilidade por afrontar o respeito à vida e à saúde, que são direitos consagrados na Constituição. O desprezo ao valor da vida não é só uma ação do presidente, é uma ação do governo, já que todos defendiam a imunização de rebanho e priorizaram salvar a economia. Estamos estudando se isso também configura crime contra a humanidade. – disse Reale Jr.

Além de Reale Jr., integram a equipe de juristas que assessora a CPI a professora da USP Helena Regina Lobo da Costa, o professor da PUC-RS Alexandre Wunderlich e a ex-juíza do Tribunal Penal Internacional Sylvia Steiner.

Renan Calheiros disse, nesta semana, que deve antecipar a entrega do relatório final da CPI da Covid, que pode funcionar até novembro. O senador afirmou que já tem provas de que o governo dificultou a compra de vacinas para combater a Covid-19.

Bela Megale – O Globo

Opinião dos leitores

  1. Isto vai acabar no tribunal de Haia.Ja vi este filme antes,tem uns coroneis do Chile já presos na Italia.
    Pensam que estamos na decada de 60….,coitados.

  2. Kkkkkkkkkkkj
    É relatório de juristas????
    Vão abrir inquérito igual o STF abriu??
    Ou vão pedir ao MPF??
    Mais uma lorota.
    Kkkkkkkkk
    Vão trabalhar e respeitar a constituição é muito mais proveitoso.
    Bolsonaro reeleito.
    Ainda está pra nascer o que vai derrotar o Bolsonaro, até agora no Brasil, ainda tá pra nascer.
    E mais do naipe desses do g7.
    Impossível.

    1. Eita que Bostanagua vai seguir o mesmo caminho de Bob Jeff, o cowboy preso pelo roubo aos correios.

  3. Broxonaro vai amargar um tempozinho de cadeia. É só perder a eleição que a vida dele vai se transformar.

    1. “Além de Reale Jr., integram a equipe de juristas que assessora a CPI a professora da USP Helena Regina Lobo da Costa, o professor da PUC-RS Alexandre Wunderlich e a ex-juíza do Tribunal Penal Internacional Sylvia Steiner.”………Pra você que lê só a manchete. Rindo de que, hiena?

  4. Grupo de juristas ou grupo de petistas? Vão prender bolsonaro por este crime aí, e deixam livre o maior bandido da América, Lula. Eita judiciário bom da gota esse.

    1. Bandido bom é bandido preso, seja lá quem for. Quem gosta de malandro é mulher de malandro.

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Política

Luis Miranda diz à PF que Pazuello relatou pressão de Arthur Lira

Foto: Reprodução/O Globo

O deputado federal Luis Miranda (DEM-DF) relatou em depoimento à Polícia Federal, na semana passada, que o ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello disse a ele ter recebido pressão do presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), para liberar recursos da pasta. O GLOBO obteve o vídeo da oitiva do parlamentar, ocasião em que ele conta também que Pazuello teria dito que havia “sacanagem” no ministério desde que ele assumiu.

O GLOBO procurou Lira e Pazuello, mas ainda não obteve respostas. Quando foi ouvido pela PF, o ex-ministro afirmou que não se lembrava do teor da conversa com Miranda.

A conversa entre Miranda e o ex-ministro teria ocorrido no dia 21 de março, um dia depois de o próprio Miranda e seu irmão, Luis Ricardo Miranda, que é servidor do Ministério da Saúde, terem levado ao presidente Jair Bolsonaro denúncias sobre a compra da vacina indiana Covaxin, cujo contrato foi suspenso em virtude das suspeitas de irregularidades. O depoimento de Miranda foi prestado num inquérito aberto para investigar se Bolsonaro prevaricou, ou seja, não tomou providências ao ser informado sobre as supostas ilegalidades na aquisição do imunizante.

— Eu disse: “Pazuello, tá tendo sacanagem no teu ministério. Tem que agir, mermão”. Aí ele falou: “Sacanagem tem desde que eu entrei”. Com aquele jeitão carioca dele. “Inclusive, ontem, eu (Miranda) fui no presidente e entreguei um negócio pra ele. É um absurdo. Se estiver acontecendo de verdade, é um absurdo você (Pazuello) precisa cuidar disso.”

Miranda continua o depoimento contando o que Pazuello teria respondido:

— O Pazuello olha pra mim e diz assim: “Deputado, posso falar a verdade? Eu passei seis horas andando de helicóptero com ele (Bolsonaro) e consegui dez minutos de atenção dele. Eu não consigo. Eu tenho coisas pra resolver com ele e, porra, no final do ano eu levei uma pressão tão grande que eu não sei exatamente como resolver. Uma pressão… um cara”.

Miranda relata então o que teria ouvido do ex-ministro da Saúde sobre Arthur Lira.

— (E eu perguntei) “Que cara? “O Arthur Lira, porra. O Arthur Lira colocou o dedo na minha cara e disse: ‘Eu vou te tirar dessa cadeira’, porque eu não quis liberar a grana pra listinha que ele me deu dos municípios que ele queria que recebesse. Ele bota o dedo na minha cara”.

Durante aquela semana, Bolsonaro foi pressionado por integrantes do Centrão a trocar o ministro da Saúde. O presidente bateu o martelo sobre a substituição em 14 de março, uma semana antes do dia em que Miranda teria conversado com Pazuello.

— O presidente sabe disso? — teria questionado então Luis Miranda, de acordo com seu relato à PF, a Pazuello. — “Lógico que o presidente sabe. Eu falei para o presidente”. Eu olhei para o Pazuello: “Você não tem noção do que tá falando, cara”. Ele falou: “Luis, Eu não duro. Nessa semana eu tô fora. Eles vão me tirar, cara. O cara falou que ia me tirar”

Discurso de despedida

Quando deixou a cadeira que ocupava na Esplanada, Pazuello fez um discurso de despedida para os servidores da pasta e falou que havia autoridades interessadas em “pixulé”, o que seria um termo para designar vantagem indevida.

Mais Caso Covaxin: à PF, servidor da Saúde confirma pressão para liberar Covaxin e diz que levou detalhes do caso a Bolsonaro

O depoimento de Miranda à PF contém uma contradição em relação às datas dos fatos ocorridos. Miranda narra que Pazuello teria confirmado que o tal relato sobre “pixulé” se referia à pressão de Arthur Lira por verbas. Mas a despedida de Pazuello, quando ele citou o termo, ocorreu no 24 de março, portanto, depois da data da conversa entre o deputado e o ex-ministro.

— Ah… Isso então é aquele desabafo do pixulé? E ele: “É… Pô… É aquela história lá que eu falei, o tal do pixulé”.

Depois, Pazuello teria desabafado sobre sua gestão à frente da pasta.

— “Você tem noção, Luis, o que nós fizemos pelo Brasil?” (perguntou Pazuello). E ele começou a contar toda uma história que ele materializou com mensagens que ele enviou depois. “Nós tentamos comprar EPI (materia de proteção sanitária), não deixaram. Tentamos importar vacina antecipada e não deixaram. Tentei fazer contrato, mandaram cancelar o contrato”, narrando um caso que aconteceu lá atrás, que o próprio Palácio mandou ele cancelar o contrato. Que ele tinha agido antecipadamente. “E as bombas vieram tudo pra cima de mim. Todo mundo fala, o ministro da Saúde está errando. Cara, eu não consigo fazer. Eu tento fazer, e nego me barra”.

Luis Miranda deu detalhes também sobre uma conversa que teve com o presidente, fato que motivou seu convite a depor à Polícia Federal. Bolsonaro é investigado por prevaricação pela suspeita de que não teria levado adiante as denúncias ouvidas naquele dia, em 20 de março. Miranda e seu irmão, o servidor do Ministério da Saúde Luis Ricardo Miranda, responsável pelo departamento de importação, encontraram o presidente no Palácio da Alvorada.

Eles mostraram a Bolsonaro que a Precisa Medicamentos, empresa responsável pela Covaxin, é dos mesmos sócios da Global Saúde, empresa que recebeu R$ 20 milhões do governo por remédios para doenças raras em 2017 e não entregou o produto. Ricardo Barros (PP-PR), então ministro da Saúde e hoje líder do governo na Câmara dos Deputados, é réu pelo caso em uma ação de improbidade administrativa. Luis Ricardo deu depoimento ao Ministério Público Federal (MPF) afirmando que houve pressão pela Global Saúde naquela época.

— Mas aí o presidente fala assim: “Entendi, entendi tudo, isso é muito grave. Então essa empresa… Como é que veio esse caso?”. Aí meu irmão explica que, no caso da Global, a empresa ganhou a licitação, recebeu R$ 20 milhões nossos e não entregou os medicamentos. Ele (Bolsonaro): “É a mesma empresa?”. Ele (Ricardo) falou “é o mesmo grupo econômico, são os mesmos sócios” — relatou Luis Miranda à Polícia Federal.

O presidente então perguntou ao servidor quem ele “suspeita que poderia estar envolvido nisso”, segundo o relato do deputado Luis Miranda.

— Aí o presidente fala “então deixa eu te fazer uma pergunta melhor: quem está te dando pressão?”. Aí o meu irmão conta, Coronel Pires (funcionário do Ministério da Saúde), o presidente anota, o (ex-diretor de Logística do ministério) Roberto Dias, e ele fala mais o nome de duas pessoas que ligavam lá, fala que o empresário ligou para ele. Aí o presidente fala assim: “Esses caras querem me foder, esses caras do Centrão querem foder com a minha vida. Só pode. Não acredito. Mais uma dor de cabeça dessa para mim”.

Às 23h de sexta-feira, 19 de março, um dia antes do encontro com Bolsonaro, Luis Miranda conta ter recebido a ligação de Coronel Pires. Miranda disse à PF que Pires colocou seu irmão para falar com um “empresário”. À CPI da Covid, Luis Ricardo disse que o empresário em questão seria Francisco Maximiano, presidente da Precisa Medicamentos, a empresa que representava o laboratório responsável pela fabricação da Covaxin.

— E aí ele (Bolsonaro) falou assim: “O empresário te ligou?”. “Ligou para mim”. Porque ele (Ricardo) afirma que o empresário teria ligado para ele. O presidente disse assim: “Isso é grave”.

Envolvimento de Ricardo Barros

Luis Miranda reitera também que seu irmão, Luis Ricardo, já tinha tido acesso ao recibo (“invoice”) de importação da Covaxin antes de falar com o presidente, ao contrário das alegações de representantes da Precisa Medicamentos de que os documentos foram enviados depois. Mas diz que, na conversa, eles se ativeram a outros detalhes, como o histórico da empresa com o caso dos medicamentos para doenças raras.

— Porque o meu irmão focou em falar para o presidente do histórico da empresa, ele era testemunha desses problemas e conhecia muito profundamente o caso. E o presidente não olha para mais nada, olha para as matérias, bate o olho na matéria (do jornal “O Estado de S. Paulo”, que tem foto do Ricardo Barros em destaque).

Segue Miranda:

— O presidente bate o olho na matéria e diz assim ‘Esse cara de novo? Vocês sabem me dizer se ele está envolvido nesse procedimento, nesse caso?”. As palavras do presidente nesse sentido, perguntando se a gente sabia alguma coisa do Ricardo Barros. E a gente fala assim, desculpa, presidente, a gente não tem nomes de pessoas para lhe dar.

E conclui:

— O que a gente tem é: o procedimento está em desconforme com o que normalmente ocorre. E pior, meu irmão relatou que está sofrendo pressão. Daí ele pergunta “que tipo de pressão?”. Aí eu fale:i “23h da noite um coronel perguntando se podia atender empresário”.

Gravação da conversa

Luis Miranda reitera ainda à Polícia Federal que não gravou a conversa com o presidente e diz não saber se seu irmão teria gravado.

— O senhor gravou a conversa? —, questiona o delegado.

— (Risos.) Eu já disse isso na CPI, eu jamais gravaria o presidente. Naquele momento eu estou na presença de alguém que eu confio nele. Eu fui levar a ele algo que não satisfeito em ter denunciado à PF, eu achava que era a pessoa mais importante a ficar sabendo daquilo.

— O senhor não gravou? Pediu para o seu irmão gravar?

— De jeito nenhum.

O delegado insiste ainda para saber se um dos teria teria “algum áudio” ou “alguma mídia” da conversa e o deputado responde que não. Ao fim do depoimento, o próprio Miranda pergunta ao delegado se existe ou não uma gravação da conversa.

— Existe esse negócio? Você pode falar pra mim agora? Se quiser desligar. Existe essa gravação? — pergunta Miranda ao delegado.

— Que eu saiba, não — responde.

O Globo

 

 

Opinião dos leitores

  1. É muito lero, um marginal desses solta uma conversa mal contada, sem provas e ficam querendo fazer onda em cima disso. Tem que apurar, ele vai ter que provar o que disse e deixa torar no lombo de quem esticar errado, ele inclusive.

    1. Se Bozo não desmentiu é porque é verdade e ele tem o rabo preso.

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Saúde

Pazuello se reuniu com intermediadores que ofertaram CoronaVac pelo triplo do preço, mas negócio não foi efetuado

Foto: Reprodução

O então ministro Eduardo Pazuello (Saúde) prometeu a um grupo de intermediadores comprar 30 milhões de doses da vacina chinesa Coronavac que foram formalmente oferecidas ao governo por quase o triplo do preço negociado pelo Instituto Butantan.

A negociação, em uma reunião fora da agenda oficial dentro do ministério em 11 de março, teve o seu desfecho registrado em um vídeo em que o general da ativa do Exército aparece ao lado de quatro pessoas que representariam a World Brands, uma empresa de Santa Catarina que lida com comércio exterior.

A gravação, obtida pela Folha e já de posse da CPI Covid no Senado, foi realizada no gabinete do então secretário-executivo da pasta, o coronel da reserva Elcio Franco. Nela, Pazuello relata o que seria o resumo do encontro.

“Já saímos daqui hoje com o memorando de entendimento já assinado e com o compromisso do ministério de celebrar, no mais curto prazo, o contrato para podermos receber essas 30 milhões de doses no mais curto prazo possível para atender a nossa população”, diz o então ministro, segundo quem a compra seria feita diretamente com o governo chinês.

A proposta da World Brands, também obtida pela Folha, oferece os 30 milhões de doses da vacina do laboratório chinês Sinovac pelo preço unitário de US$ 28 a dose, com depósito de metade do valor total da compra (R$ 4,65 bilhões, considerando a cotação do dólar à época) até dois dias após a assinatura do contrato.

Naquele dia, 11 de março, o governo brasileiro já havia anunciado, dois meses antes, a aquisição de 100 milhões de doses da Coronavac do Instituto Butatan, pelo preço de US$ 10 a dose. A demissão de Pazuello seria tornada pública por Bolsonaro quatro dias depois, em 15 de março.

Além da discrepância no preço, o encontro fora da agenda contradiz o que Pazuello afirmou em depoimento à CPI da Covid, em 19 de maio. Aos senadores o general disse que não liderou as negociações com a Pfizer sob o argumento de que um ministro jamais deve receber ou negociar com uma empresa.

“Pela simples razão de que eu sou o dirigente máximo, eu sou o ‘decisor’, eu não posso negociar com a empresa. Quem negocia com a empresa é o nível administrativo, não o ministro. Se o ministro… Jamais deve receber uma empresa, o senhor deveria saber disso”, disse Pazuello à CPI.

No vídeo(AQUI), um empresário que Pazuello identifica como “John” agradece a oportunidade do ministro recebê-lo e diz que podem ser feitas outras parcerias “com tanta porta aberta que o ministro nos propôs”.

A reunião dos empresários foi marcada com o gabinete de Elcio Franco, que recebeu o grupo. Segundo ex-assessores da pasta, Pazuello foi chamado à sala, ouviu o relato da reunião e fez o vídeo.

Três pessoas que acompanharam a reunião disseram que o vídeo foi gravado mesmo antes de Pazuello conhecer o preço da vacina.

Segundo um ex-auxiliar do ministro, a ideia era propagandear nas redes sociais o avanço em uma negociação, no momento em que o governo era pressionado a ampliar o portfólio de vacinas.

Após a gravação, de acordo com os relatos colhidos pela Folha, parte da equipe do ministro pediu que os empresários não compartilhassem o vídeo, que foi feito por meio do aparelho celular do empresário identificado como “John”.

Um dos assessores de Pazuello teria alertado o general após a reunião de que a proposta era incomum, acima do preço, e a empresa poderia não ser representante oficial da fabricante da vacina.

Caso o negócio fosse adiante, as doses seriam as mais caras contratadas pelo ministério, posto hoje ocupado pela indiana Covaxin (US$ 15), que tem o contrato suspenso por suspeitas de irregularidades.

A proposta da empresa tem data do dia 10 de março, véspera da reunião com Pazuello. Segundo dois auxiliares do ex-ministro e um dos empresários que acompanharam a conversa, a oferta só chegou à pasta no dia do encontro.

Apesar de Pazuello ter dito no vídeo que havia assinado um memorando de entendimento para a compra, a negociação não prosperou.

(mais…)

Opinião dos leitores

  1. Se Pazuelo estava negociando uma segunda frente de abastecimento de vacinas estáva mais do que certo; estava certíssimo… VEjam: com a pandemia se alastrando ferozmente, Calça apertada sonegando informações sobre coronavac e até chantageando governo; com a fiocruz atrasando importações e envasamento ( a turma lá é toda da canhota e começaram a inventar que a máquina que lacrava os frascos deu pane e demoraria consertar…) vcs acham que o governo iria ficar só assistindo?? Parabéns Pazuelo!!!

  2. Ué, mas não foi ele que disse que não negociava vacinas ?? rsrsrs
    Cada dia fica mais complicado defender esse governo!

  3. Mais um caso de pré-corrupção onde o negócio ainda não foi fechado, a compra ainda não foi paga e a propina ainda não foi recebida…Recorrem ao filme Minority Report, é o q os bandidos têm contra o governo???? kkkkkkkkkkkkkk

  4. Ué!!!!!
    Ja mudaram o laboratório??
    Kkķkkkkkkkk
    Palhaçada.
    Jaja vem a desmoralização desses babacas.
    Estão procurando pentelho em casca de ovo, não vão achar nunca.
    Vão investigar o consórcio nordeste que acham bem facinho.
    Tá bem razinho, é so querer, mais não ficam aí ciscando que nem galinha choca.
    Rsrsrs…

  5. Depois foi a cpi mentir. Disse que ministro não se reunia para compra de vacinas. Não cabia a ele. Como essa turma desse governo consegue mentir tão descaradamente. Num dia caguei, no outro tô entupido. Num dia entubado, no outro dando entrevista pra TV.

  6. Corrupção imaginâria, das vacinas que não foram compradas e pelas quais não foi pago um centavo sequer. E perde-se tempo e dinheiro com essa narrativa mentirosa, tentando criar algo que não existiu. Querem corrupção de verdade? Aguardem a CPI estadual, que investigará contratos efetivados (coisa REAL) pela governadora Fátima do PT, onde foi gasto muito dinheiro de verdade.

    1. CORONAVAC FOI COMPRADA E PAGA, A MATÉRIA RELATA REUNIÃO COM INTERMEDIÁRIOS DA CORONAVAC. Presidente LADRAO DE VACINAS !

    1. Dos escândalos com dinheiro escondido na cueca passamos aos escândalos de dinheiro escondido na farda. Que vergonha! Que desmoralização das forças armadas. Acabou a possibilidade de sermos ingênuos e acreditarmos na lisura e na honestidade dos militares. Colocados no poder se locupletam das verbas públicas tanto ou mais que os civis!

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Judiciário

Ações de Pazuello “não se pautaram pelos melhores parâmetros técnico-científicos”, avalia documento no MPF, citando gestão ‘gravemente ineficiente e dolosamente desleal’

Foto: Pablo Jacob / Agência O Globo

O Ministério Público Federal (MPF) afirma que o ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello retardou de forma deliberada o contrato com a Pfizer para fornecimento de vacinas contra a Covid-19 e aponta que as objeções feitas pelo governo federal às cláusulas contratuais não tinham nenhum respaldo “fático e/ou jurídico”.

As acusações constam de ação de improbidade administrativa ajuizada na semana passada contra Pazuello por uma equipe de oito procuradores da Procuradoria da República no Distrito Federal. O GLOBO teve acesso a detalhes do caso.

A ação lista uma série de irregularidades na gestão do ex-ministro, classificada de “gravemente ineficiente e dolosamente desleal (imoral e antiética)”. Para o MPF, as ações de Pazuello “não se pautaram pelos melhores parâmetros técnico-científicos, mas tiveram, como norte, outras opiniões, orientações e influências — internas e externas ao governo federal”.

É a primeira vez que o MPF faz uma análise jurídica sobre o caso da Pfizer, também objeto da CPI da Covid. A empresa, que procurou o governo federal desde maio do ano passado, chegou a enviar 81 e-mails com ofertas do imunizante, que foram ignorados.

O Ministério da Saúde alegava que cláusulas contratuais inviabilizavam a assinatura, como a exigência de um depósito no exterior para garantia do pagamento e um termo de responsabilidade isentando a Pfizer no caso de efeitos colaterais.

Os dados apresentados pelo MPF rebatem os argumentos do governo. Os procuradores citam, por exemplo, que essa mesma cláusula de responsabilização havia sido aceita pelo governo federal no contrato firmado em setembro do ano passado para o fornecimento da AstraZeneca, por meio da Fiocruz, “sem que nenhum impedimento legal tivesse sido suscitado”.

“Nenhuma das objeções apontadas pelo Ministério da Saúde para aquisição das vacinas da Pfizer se sustenta do ponto de vista fático e/ou jurídico. No que se refere às cláusulas de garantias de pagamento e de não assunção de responsabilidade civil pela empresa fornecedora, o Ministério da Saúde, tão logo vislumbrou o apontado óbice, poderia ter proposto, ao Presidente da República, projeto de lei que explicitasse a possibilidade de celebração do contrato”, escreveu o MPF.

Essa mudança legislativa, entretanto, acabou sendo apresentada por iniciativa do Senado, apenas no início deste ano. Para os procuradores, Pazuello “retardou conscientemente” a tomada de decisão sobre as vacinas da Pfizer.

Isso porque, mesmo após a aprovação das mudanças legislativas no Congresso Nacional, o ex-ministro ainda fez uma consulta ao Tribunal de Contas da União (TCU) antes de assinar a contratação do imunizante. “Pazuello poderia ter feito tais questionamentos ao TCU tão logo vislumbrou os óbices normativos que se antepunham, em sua visão, à celebração de contratos para aquisição de vacinas, mas, em lugar disso, retardou conscientemente a tomada de iniciativas administrativas, em omissão que custou — e tem custado — a vida de milhares de brasileiros”, afirmam.

A ação culpa diretamente o ex-ministro da Saúde por não ter implantado modificações na legislação ainda no ano de 2020 para permitir que os contratos das vacinas fossem assinados com rapidez.

“ A omissão do ex-ministro da Saúde em adotar todas as providências que estivessem ao seu alcance para permitir a contratação de todas as vacinas possíveis, ainda no ano de 2020, colocou o Brasil numa situação de desvantagem na fila dos laboratórios farmacêuticos, impossibilitando que uma grande porcentagem de brasileiros fosse imunizada ainda no primeiro semestre de 2021”, diz o MPF.

Ação por Cloroquina

A ação classificou de “ilegal” a conduta do ex-ministro da Saúde na confecção de um documento para incentivar o uso de medicamentos sem eficácia comprovada. Essa iniciativa precisaria ter o aval da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (Conitec) e da Anvisa, conforme previsto em lei, argumenta a ação.

Pazuello ainda promoveu gastos de R$ 20 milhões com campanhas publicitárias sobre o uso desses medicamentos, diz a ação.

“Pazuello agiu, portanto, ilegalmente ao propor o tratamento precoce para a Covid-19 e, para burlar a necessidade de avaliação prévia pela Conitec e Anvisa, chamou o ‘protocolo’ de ‘orientações’”, diz a ação.

Na conclusão, os procuradores afirmam: “O conjunto dos fatos ora trazidos à apreciação do poder Judiciário constitui amostragem suficiente da gestão gravemente ineficiente e dolosamente desleal (imoral e antiética) do requerido Eduardo Pazuello”. O MPF calculou em R$ 121 milhões o prejuízo ao erário provocado pelas ações do ex-ministro.

Essa é a segunda ação de improbidade movida contra Pazuello. O MPF no Amazonas também já o acionou o pelo colapso no estoque de oxigênio em Manaus.

Procurado, o ex-ministro não respondeu aos contatos. À CPI, ele negou irregularidades em sua gestão.

O Globo

 

Opinião dos leitores

  1. E desde quando militar tem competência p fazer alguma coisa? Nunca fizeram nada na vida, consequentemente não sabem fazer nada. São um câncer no país

  2. Em um país sério, esse general pintor de meio-fio e o chefe dele (miliciano maior) já estariam presos.
    Por uma gestão desastrosa, morreram centenas de pessoas, muitas dessas mortes poderiam ter sido evitadas.

    1. Se fosse o seu ídolo no poder, o jumento que encanta idiotas , não existia nem vacina !

    2. Econonise as lágrimas porque vai até 2026. #LulaLadrão
      #PTNuncaMais

  3. Basta o presidente seguir a cartilha do ex-presidiario: traidores….fizeram sem meu conhecimento…não sei de nada….nunca vi….foi assim com Palocci, cumpadi Bumlai…a finada….os amigos das construtoras….etc….tudo traidor…..

    1. Pedroca já gosta de andar por outras estações, versatilidade…
      Parabéns

  4. Só o q resta sao narrativas e críticas de comportamento! Ministro probo, honesto, trabalhador, leal e direito

  5. O Brasil começou a vacinar quando havia vacinas disponíveis para compra, após a aprovação da ANVISA e quando a legislação brasileira permitiu, conforme já reconheceu o proprio presidente do Senado, autor da lei. Infelizmente, as instituições nacionais foram aparelhadas e muitos dos seus membros fazem oposição explícita ao presidente.

    1. Kkkk covid só apareceu depois da vacina kkkk
      Triste cego….

    2. A galhada desse coitado não permite que ele raciocine mais…

  6. Pense numa novidade grande: Surpresa pra zero pessoas! Mas e aquela história do “um manda e o outro obedece”? Como fica?

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Judiciário

MPF entra com ação de improbidade contra Pazuello e aponta dano de R$ 122 milhões

Foto: Gabriela Biló/Estadão Conteúdo

O Ministério Público Federal (MPF) enviou à Justiça nesta quarta-feira (30) uma ação de improbidade administrativa contra o ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello. A ação aponta quase R$ 122 milhões de dano ao erário.

Caso a Justiça aceite a ação, Pazuello se tornará réu e poderá responder por danos causados ao patrimônio público e violação aos princípios da Administração. O documento é assinado por oito procuradores e aponta seis atitudes do ex-ministro identificadas pelas investigações.

Segundo a ação, houve omissão injustificada de Pazuello na “aquisição tempestiva de vacinas para imunizar a população ainda em 2020. A adoção ilegal – e indevida – do chamado ‘tratamento precoce’ como principal ação de política pública para enfrentar o coronavírus em 2020 e 2021.”

Nesse aspecto, os procuradores sustentam que o chamado “kit Covid” resultou “em enorme prejuízo ao patrimônio público e à saúde da população.”

A ação relata ainda que o ex-ministro foi, injustificadamente, omisso na ampliação de testes para a população e na distribuição de milhares de kits de testes PCR, “a ponto de perderem a sua validade nos almoxarifados do Ministério da Saúde” e diz que Pazuello “agiu deliberadamente para dificultar o acesso da sociedade às informações essenciais sobre a pandemia, suprimindo a publicidade de dados relevantes ao seu acompanhamento e evolução”.

“A omissão e a negligência do ex-ministro da Saúde no trato das negociações das vacinas custou caro à sociedade (que sofre os efeitos sociais de uma economia em crise e sem perspectiva de reação), à saúde da população (que amarga índices descontrolados de morbidade e mortalidade por covid-19) e ao SUS (cujos leitos de UTI Covid adulto, só no primeiro semestre de 2020, custaram R$ 42 milhões/dia ou R$ 1,27 bilhão/ mês)”, afirmam os procuradores.

Para além do prejuízo financeiro, os procuradores apontam que a conduta do ex-ministro da Saúde ocasionou “a sensação – errônea – de segurança e tranquilidade que a existência de um ‘tratamento precoce’ causou à sociedade”.

Na ação, o MPF requer ressarcimento integral do prejuízo, pagamento de multa de até duas vezes o valor do dano, perda da função pública, suspensão dos direitos políticos de cinco a oito anos e proibição de contratar com o Poder Público. O processo tramita, provisoriamente, em segredo de justiça por conter documentos protegidos por sigilo legal.

CNN Brasil

Opinião dos leitores

  1. Esse é o resultado do aparelhamento das instituições brasileiros, levado a cabo por décadas de “marxismo cultural” e governos de esquerda. Infelizmente, o MP não foge a essa regra, especialmente no âmbito federal. Vai ser difícil o Brasil se livrar dessa ideologia nefasta. Olhem para os países vizinhos e ACORDEM. A médio e longo prazos, esse “esquerdismo” é ruim para TODOS, afora uma pequena “casta” dirigente. Os recursos são escassos, não tenha a presunção de ser um dos “felizardos”.

  2. Esse governo é um castelo de bosta que vai desmoronando aos poucos e espalhando a fedentina 💩

  3. Denúncia vazia de elementos minimamente robustos, jogada política para desgastar o governo. Vai dar em nada.

  4. quem diria que esse governo “honesto” cairia? acabou o discurso de honestidade. eles colocaram as raposas para investigar as galinhas mortas. é absurdo por cima de absurdo. tem que cair mesmo!! é pra derrubar e ver a poeira tapar!

  5. Numa pandemia, numa situação nova, com prós e contras em toda a medida que se venha a tomar, fica essse monte de chavista querendo impor a pauta deles. Como se fossem os donos da verdade, da moralidade, do bem e do belo. Estão esticando a corda.

    1. Acusação injusta. Quem deveria ser o alvo de acusação é o Bozo, o mandante. Pazuello é só o esparro que obedecia cegamente as ordens.

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Política

Pazuello confirma à PGR que Bolsonaro pediu investigação sobre Covaxin em 22 de março e que Ministério não encontrou irregularidades

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello afirmou à PGR (Procuradoria-Geral da República) que recebeu um pedido do presidente Jair Bolsonaro para apurar possíveis irregularidades nas negociações para compra da vacina Covaxin e que nada foi encontrado.

Segundo Pazuello, a solicitação foi feita em 22 de março, dois dias depois de o deputado federal Luís Miranda (DEM-DF) levar ao chefe do Executivo as denúncias sobre o contrato para aquisição do imunizante indiano.

A manifestação foi protocolada no âmbito da notícia-crime em que três senadores pedem que seja instaurado um inquérito para investigar Bolsonaro por prevaricação devido às suspeitas relativas à Covaxin.

O ex-ministro disse à Procuradoria que, após receber a ordem do presidente, incumbiu o então número 2 da pasta, Élcio Franco, para investigar o caso e que nada de errado foi identificado.

“Após a devida conferência, foi verificado que não existiam irregularidades contratuais, conforme já previamente manifestado, inclusive, pela Consultoria Jurídica da Pasta da Saúde”.

Na petição, Pazuello exime Bolsonaro de responsabilidade e afirma que a PGR deveria investigar senadores por abuso de autoridade por atribuírem culpa a integrantes do governo antes de as investigações serem concluídas.

“Por diversas razões não há que se cogitar minimamente qualquer ocorrência de crime ou ato de improbidade, considerando que houve a escorreita e tempestiva adoção de providências, seja por parte do presidente da República seja por parte deste subscritor”, diz, antes de assinar a peça como secretário de Estudos Estratégicos da Secretaria Especial de Assuntos Estratégicos da Presidência da República, cargo que ocupa atualmente.

Folha de São Paulo

 

Opinião dos leitores

  1. Sempre vai poder dizer: “Estava apenas cumprindo ordens”.
    Assim como os guardas nazistas…

  2. Confirmou?
    😂😂😂😂😂😂😂
    O que um cabra não faz por um emprego…😂😂😂
    Rapaz, depois de uma acobertada dessa eu pedia o cargo de Ministro do Supremo…

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Política

CPI da Covid quebra sigilo bancário de Pazuello e diretor citado em denúncia de propina

A CPI da Covid aprovou nesta quarta-feira (30) a quebra do sigilo bancário, fiscal, telefônico e telemático do ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello e do agora ex-diretor de Logística do Ministério da Saúde, Roberto Dias.

A comissão já havia aprovado a quebra do sigilo telefônico e telemático do ex-ministro da Saúde, mas agora avançou para a transferência dos dados fiscais e bancários de Pazuello.

A transferência dos sigilos dos dados foi aprovada em meio a denúncias de irregularidades, cobrança de propina e pressões envolvendo a aquisição de vacinas contra a Covid-19.

Apontado como um dos que pressionaram pela liberação da vacina indiana Covaxin, Roberto Dias foi exonerado na noite desta terça-feira (29), após o jornal “Folha de S. Paulo” publicar entrevista com o representante da Davati Medical Supply no Brasil, Luiz Paulo Dominguetti.

Ao jornal, o empresário disse que o diretor da Saúde pediu propina de US$ 1 por dose da vacina AstraZeneca para a empresa assinar contrato com o ministério.

Também foram quebrados sigilos de empresários, assessores do governo e representantes do chamado “gabinete do ódio”, um dos objetos de apuração da CPI. O blogueiro Allan dos Santos também foi um dos atingidos.

Sigilos quebrados

A CPI aprovou requerimentos com diferentes alcances sobre a transferência dos sigilos. Confira lista abaixo.

Tiveram aprovadas as quebras de sigilo bancário, fiscal, telefônico e telemático:

Eduardo Pazuello, ex-ministro da Saúde

George da Silva Diverio, ex-superintendente do Ministério da Saúde no Rio de Janeiro

Marcelo Batista Costa, coordenador-geral substituto de aquisições do Ministério da Saúde

Roberto Ferreira Dias, ex-diretor do Ministério da Saúde

Empresas Cefa-3 e Lled Soluções

Celso Fernandes de Mattos, sócio das empresas Cefa-3 e Lled Soluções

Fábio Rezende Tonassi, sócio das empresas Cefa-3 e Lled Soluções

Leneir dos Santos Oliveira, sócio da S P Serviços e Locação

Jean dos Santos Oliveira, sócio-administrador da S P Serviços e Locação

Tiveram os sigilos telefônico e telemático quebrados:

Marcos Eraldo Arnaud, o “Markinhos Show”, publicitário ligado a Pazuello

Emanuela Medrades, diretora da Precisa Medicamentos

Carlos Eduardo Guimarães, assessor próximo à família Bolsonaro

Mateus de Carvalho Sposito, assessor no Ministério das Comunicações

Mateus Matos Diniz, assessor no Ministério das Comunicações

José Matheus Sales Gomes, assessor da Presidência

Tercio Arnaud Tomaz, assessor da Presidência

Lígia Nara Arnaud Tomaz, parente de Tercio

Allan dos Santos, blogueiro

Teve o sigilo bancário e fiscal quebrado:

A empresa S P Serviços e Locação

G1

Opinião dos leitores

  1. ATENÇÃO! NÃO HOUVE PROPINA!
    Simplesmente o governo ia receber um cashback de $1 dólar por vacina.
    Essa esquerda é mentirosa….kkkkkkkkkkkkk

  2. Já vi em vários sites que existe troca de e-mails citando o nome do genocida…
    Mourão já pode ir se aquecendo.
    Infartaço da boiada 🐂 vai ser em massa.

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Política

Bolsonaro repassou denúncias sobre Covaxin a Pazuello, informam aliados

Foto: Reprodução/Globo News

Senadores governistas que integram a CPI da Covid afirmaram nesta quinta-feira (24) que o presidente Jair Bolsonaro encaminhou ao então ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, as denúncias do deputado Luis Miranda (DEM-DF) e do irmão, Luis Ricardo Miranda, sobre supostas irregularidades na compra da vacina indiana Covaxin.

Ainda de acordo com os senadores, Pazuello teria promovido uma apuração interna do caso, sem encontrar qualquer problema no contrato. Os parlamentares não divulgaram relatório ou documento do Ministério da Saúde que comprove essa investigação.

As informações foram divulgadas na manhã desta quarta pelos senadores Marcos Rogério (DEM-RO) e Jorginho Mello (PL-SC), após reunião com o ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Onyx Lorenzoni. O senador Ciro Nogueira (PP-PI) também esteve na reunião.

Ao G1, o ministro confirmou por mensagem de celular que repassou esses dados aos senadores – disse que “essa é a verdade”.

“O ministro Onyx [disse que] o presidente, quando esse deputado veio falar, entre outros assuntos, o presidente falou imediatamente com o ministro Pazuello para pedir: ‘Vê um assunto aí da Covaxin'”, relatou Jorginho Mello, após a reunião.

“E o ministro foi ver, viu e, como não tinha nada (…) Depois de três meses estão requentando o assunto”, afirmou Mello.

Nova versão

Na tarde de quarta (23), o servidor Luis Ricardo Miranda afirmou ao jornal “O Globo” que tinha alertado pessoalmente o presidente Jair Bolsonaro sobre as possíveis irregularidades na compra da Covaxin.

Miranda é ex-coordenador de Insumos Estratégicos do Ministério da Saúde e atual chefe de importação do Departamento de Logística da pasta. O servidor diz que, ao ouvir as suspeitas, Bolsonaro disse que acionaria a Polícia Federal para pedir apuração.

Após a publicação da entrevista, Onyx Lorenzoni deu um pronunciamento à imprensa sobre o caso. Naquele momento, ele não fez qualquer menção a uma apuração por parte do Ministério da Saúde.

O ministro da Secretaria-Geral afirmou que Jair Bolsonaro pediu uma investigação à PF – não sobre as denúncias, mas sobre a conduta dos irmãos Miranda.

“Vamos solicitar um PAD [processo administrativo disciplinar junto à CGU [Controladoria-Geral da União] para apurar a conduta do servidor […] E vamos pedir abertura investigação do deputado e do servidor baseado no artigo 339 e 347. Além disso, será investigado o servidor por prevaricação”, afirmou.

Os artigos 339 e 347, citados por Onyx, se referem respectivamente aos crimes de denunciação caluniosa e fraude processual no Código Penal.

Senadores municiados

Os senadores governistas que se reuniram com Onyx dizem ter sido municiados com documentos relativos à contratação da vacina indiana Covaxin. O grupo aliado do Planalto é minoria na CPI da Covid.

Nesta sexta-feira (25), o servidor do Ministério da Saúde Luís Ricardo Miranda vai prestar depoimento à comissão de inquérito. Ele estará acompanhado do irmão, o deputado federal Luís Miranda (DEM-DF).

Onyx, de acordo com os senadores, apresentou informações, reforçou que o imunizante não foi adquirido e que nenhum valor foi pago – o blog do jornalista Valdo Cruz mostrou nesta quarta que R$ 1,6 bilhão chegou a ser empenhado (reservado) pelo governo para a aquisição de 20 milhões de doses.

“Tivemos acesso a documentos, informações, de maneira que isso instrui os nossos trabalhos na CPI. Quando se vê a fundo, se está diante de um fake news que tenta tumultuar o processo, gerar constrangimento e gera prejuízo ao próprio interesse público”, disse Marcos Rogério.

G1

 

Opinião dos leitores

  1. A direita honesta está no governo seu petralha, cadê a corrupção? Cadê a compra de vacinas da covaxim? Não existe, tudo é conversa mole da oposição mais uma fake news

    1. A direita honesta está no governo seu petralha, cadê a corrupção? Cadê a compra de vacinas da covaxim? Não existe, tudo é conversa mole da oposição mais uma fake news

  2. Vai botar a culpa no general ???….kkkkkkkkkkkkkkkk
    Ô omi FRACO esse BOZO… assuma que tu é um COVARDE…
    Covaaaaaaaaaaarde…..cócócócócócócócócó…kkkkkkkk

  3. Esse governo é uma mentira que mata, que destroça a vida das pessoas e que destroe qualquer resquício de bom senso. Vitamin que a desculpa Dada ontem, caiu por terra, pois os mirandas tinham como provar que o mitomaníaco sabia da falcatrua, agora mudaram a narrativa. Para o governo miliciano, o Pazuello é um gangster que assume tudo. Vamos ver até quando?

  4. Dessa vêz O CENTRÃO ACERTOU NO CENTRIM DE BOLSOBARO.
    Só incautos, inocentes e idólatras, poderiam acreditar que essa aliança teria ootro fim.

    1. O Centrão (que o MINTOmaníaco das rachadinhas tanto dizia que nunca se aliaria) não se vende, só cobra aluguel … E o preço eh alto e quem paga somos nós meros contribuintes que os políticos gostam de fazer de palhaços…

  5. Toda batata quente ta caindo nas mãos de Pazuello. O mito se preocupa em blindar o aliado, mas uma hora a casa vai cair!

    1. Vão rever também o assassinato e Marielle?
      As provas apresentadas não servem? Vai ser o mimimi mentiroso de sempre a ser destruído pela verdade mais uma vez? Vão ficar criando narrativas e insistindo nas mentiras?
      A Índia já mostrou que vendeu a vacina pelo preço tabelado e igual a todos os outros países.
      O governo já mostrou a NF autêntica, sem a falsificação que o deputado levou a público.
      O deputado e os meios de comunicações não vão ser incriminados pela produção e divulgação de fake news? Esquerda vive de corrupção até nas notícias, ecaaaaaaaaaa

    2. Caso o senhor continue com essa cegueira pigmentária, irá as amargar sua insatisfação ideológica até 2026. Brasil acima de tudo e Deus acima de todos.

    3. Japiense zé matuto, otário e adorador de bandidos. 2022 vão levar uma surra nas urnas que vão perder ate o jeito de andar.

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Política

CPI torna Queiroga, Pazuello e Ernesto Araújo investigados; veja os 14 nomes

Foto: Reprodução/Montagem

O relator da CPI da Covid, senador Renan Calheiros (MDB-AL), anunciou nesta sexta-feira (18) uma lista de 14 pessoas que passarão à condição de investigados pela comissão de inquérito.

Constam na relação o ministro da Saúde Marcelo Queiroga, os ex-ministros da Saúde Eduardo Pazuello e das Relações Exteriores Ernesto Araújo e o ex-secretário de Comunicação Social da Presidência Fabio Wajngarten (veja lista abaixo).

A medida, na prática, indica que o relator vê indícios de crimes por parte desses investigados. A lista já foi encaminhada ao presidente da CPI, senador Omar Aziz (PSD-AM) – parte já tinha sido antecipada nesta quinta (17) pelo blog do Valdo Cruz.

VEJA MAIS –(VÍDEO) – GROSSERIA E PARCIALIDADE: Renan Calheiros se recusa a fazer perguntas a médicos defensores do tratamento precoce e abandona sessão da CPI da Covid

Cabe a Renan Calheiros como relator, ao final dos trabalhos, elaborar um parecer e encaminhar ao Ministério Público eventuais pedidos de indiciamento.

Passam a ser investigados:

Marcelo Queiroga, ministro da Saúde

Eduardo Pazuello, ex-ministro da Saúde

Ernesto Araújo, ex-ministro de Relações Exteriores

Fabio Wajngarten, ex-secretário de Comunicação Social da Presidência

Mayra Pinheiro, secretária de Gestão do Trabalho do Ministério da Saúde

Nise Yamaguchi, médica defensora da cloroquina e suposta integrante do “gabinete paralelo”

Paolo Zanotto, virologista defensor da cloroquina e suposto integrante do “gabinete paralelo”

Carlos Wizard, empresário e conselheiro de Pazuello e suposto integrante do “gabinete paralelo”

Arthur Weintraub, ex-assessor especial da Presidência e suposto integrante do “gabinete paralelo”

Francieli Fantinato, coordenadora do Programa Nacional de Imunização

Marcellus Campêlo, ex-secretário de Saúde do Amazonas

Elcio Franco, ex-secretário executivo do Ministério da Saúde

Hélio Angotti Neto, secretário de Ciência, Tecnologia, Inovação e Insumos Estratégicos em Saúde do Ministério da Saúde

Luciano Dias Azevedo, anestesista da Marinha apontado como autor de proposta para alterar a bula da cloroquina, substância sem efeito contra a Covid

“Por que isso? Porque acentua um momento importante da investigação. Segundo, em português claro, significa dizer que com relação a essas pessoas, contra os quais já acessamos provas e indícios, nós precisamos mudar o patamar da própria investigação, transformando-os em investigados. Isso é bom para a investigação e é bom, também, para a segurança jurídica do próprio investigado”, diz Renan.

“A partir da declaração dessa condição, ele passa a ter acesso a informações e acesso às provas e indícios que estão sendo juntados na investigação”, explicou.

Dos nomes que compõem a lista, Francieli, Weintraub, Wizard, Zanotto, Angotti Neto e Dias Azevedo ainda não prestaram depoimento à comissão. Cinco dos seis já tiveram pedidos de convocação aprovado – a exceção é o anestesista Luciano Dias Azevedo.

Além disso, Francieli, Wizard e Zanotto também tiveram os pedidos de quebras de sigilo aprovados.

Queiroga investigado

A inclusão de Marcelo Queiroga na lista não reuniu consenso entre os membros da CPI. Ao anunciar os nomes, Calheiros afirmou que a participação de Queiroga ao depor à CPI foi “pífia, ridícula”, e que celebrou contratos para aquisição de vacinas por preço mais alto que os acordos anteriores.

“Colocamos o ministro Queiroga, que é o atual ministro, que teve uma participação pífia, ridícula, aqui na Comissão Parlamentar de Inquérito no seu primeiro depoimento quando tentou dizer que teria autonomia que faltou a Teich e faltou a Mandetta e os fatos logo demonstraram o contrário”, afirmou o relator.

“Ele defendeu vacinação, o presidente no dia seguinte disse que iria encomendar dele um decreto e ele teria que fazer um decreto, para minimização da utilização das máscaras. Mais do que isso, o lote de vacina cuja negociação foi comandada por ele é 20% mais caro do que o contrato anterior”, prosseguiu.

À GloboNews, nesta quinta, Calheiros havia citado indícios de que Marcelo Queiroga teria debatido drogas sabidamente ineficazes para a Covid em reunião com a Organização Mundial de Saúde (OMS). O senador repetiu a informação nesta sexta.

“Recentemente, em abril, nós acessamos documentos em que ele, em conversa com o diretor-presidente da OMS, ele cobra agilidade no fornecimento das vacinas e recebe um puxão de orelha, porque o diretor-presidente disse o seguinte: ‘olha, como vocês cobram agilidade da OMS se quando a OMS disponibilizou a possibilidade de aquisição de 50% de vacinas para a população brasileira, 50% da população vocês demoraram, postergaram e depois assinaram o mínimo que poderia ser assinado que era 10%. Agora nós estamos vivendo uma situação terrível de mercado e não dá mais para ajudar como nós teríamos ajudado naquela oportunidade em que oferecemos essas vacinas'”, relata Calheiros.

“Aí, ele [Queiroga] aproveitou a conversa e defendeu em abril o tratamento precoce, a prescrição da cloroquina e ainda mentiu novamente dizendo que tinha tido esse tratamento uma eficácia no Brasil de 70%. Quer dizer, nós não temos como fazer outra coisa, senão colocá-lo na própria investigação”, concluiu o relator da CPI.

Críticas a Bolsonaro

Ao anunciar a lista, Renan Calheiros também citou a “absoluta irresponsabilidade” do presidente Jair Bolsonaro ao atacar as vacinas e defender o contágio como melhor forma de imunização – tese que já foi amplamente desmentida pela ciência.

“A CPI tem feito a sua parte, tem dado passos significativos no sentido da apuração e da consequente responsabilização dos fatos. Nós chegaremos, tristemente digo isso, neste fim de semana a mais de meio milhão de mortos no Brasil pela Covid. Diante da absoluta irresponsabilidade do chefe de governo que, ainda ontem, reiterou tudo o que havia dito com relação à defesa da imunidade de rebanho, da imunização natural. E usou ele próprio como exemplo desse crime e desse absurdo”, disse Calheiros.

“Já demonstramos que o governo sempre recusou as vacinas e sempre tentou e colocou em seu lugar o chamado tratamento precoce e a utilização da hidroxicloroquina, da ivermectina, do zinco e outros produtos com comprovada ineficácia”, continuou.

G1

Opinião dos leitores

  1. Verdadeira inversão de valores, bandidos querendo indiciar pessoas de bem, lamentável, essa quadrilha que presidem essa CPI, deveriam estarem todos presos em presídio de segurança máxima e incomunicável.

  2. Quebrem o sigilo bancário dessa turma que talvez encontrem explicação para o seu negacionismo.

  3. Faltam os donos dos laboratórios que ganharam mais de 150 milhões de reais com o tal “tratamento precoce”…
    Siga o dinheiro, CPI, siga o dinheiro….

  4. Ser investigado por essa CPI dos vagabundos e corruptos é um grande atestado de idoneidade, caráter e honradez. Essa lista de investigados merece ser guardada e transformada em Quadro de Honra ao Mérito. Basta ver quem está “do outro lado”.

    1. Então nenhuma CPI até hoje prestou, dado que só tiveram políticos profissionais.

  5. Só no brasil mesmo, completa inversão de valores, os bandidos investigando as pessoas de bem. Sempre fui contra um golpe, mas acho que ta chegando a hora, não tem mais cabimento o que estamos vendo aqui, completa destruição de todos os valores de uma sociedade, Sodoma era muito mais integra do que nosso pais e foi varrido do mapa. Com todas as merdas que os militares fizeram, mas nao chega a um milésimo do que esses criminosos estão fazendo ao país, destruição total.

  6. CPI, pessoas pouco recomendáveis constrangendo cidadãos de bem. Compketa inversão de valores.

  7. O Brasil tá lascado, dois bandidos comandando uma CPI e querendo prender gente…Imagine quando a quadrilha do PT voltar ao poder…

    1. Os brasileiros de bem não podem deixar que os bandidos e vagabundos voltem ao poder, pois seria o fim do nosso país. É só ver no que se transformou a Venezuela, o mesmo rumo que a Argentina está tomando. Ainda acredito que a maioria do povo brasileiro seja composta por pessoas decentes e que os mal caráter, defensores de corruptos e vagabundos, sejam minoria.

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Política

CPI aprova quebra de sigilos de Pazuello, Ernesto Araújo e de secretários do Ministério da Saúde

A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid-19 aprovou nesta quinta-feira (10) uma série de requerimentos que pediam a transferência do sigilo telefônico e telemático de alvos da investigação. Também foram aprovadas as transferências de sigilo bancário e fiscal de empresas de publicidade.

A transferência do sigilo telefônico inclui o registro e a duração de todas as ligações feitas e recebidas conforme período delimitado pelos senadores. Já a transferência do sigilo telemático solicita o envio de uma série de informações, entre elas cópias do conteúdo armazenado, lista de contatos, cópia de e-mails e localizações de acesso à conta.

Entre os que tiveram o sigilo quebrado estão o ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello, o ex-ministro das Relações Exteriores Ernesto Araújo, o empresário Carlos Wizard, a coordenadora do Programa Nacional de Imunização (PNI), Francieli Fontana Fantinato, e o auditor do Tribunal de Contas da União (TCU) Alexandre Figueiredo Marques, apontado como autor de uma nota falsa sobre a quantidade de óbitos por Covid-19.

A CPI também aprovou a quebra de sigilo fiscal e bancário de empresas de publicidade. A ação visa apurar o disparo de mensagens em massa com conteúdos falsos sobre o combate à Covid-19 e quem teria financiado a propagação de Fake News.

A CPI ainda solicitou às empresas cópia dos contratos firmados com outras pessoas físicas e jurídicas, comprovante dos serviços, notas fiscais e detalhamento de contratos.

Foi aprovada a transferência do sigilo telefônico e telemático de:

Filipe Martins, assessor internacional da Presidência da República;

Ernesto Araújo, ex-ministro das Relações Exteriores;

Eduardo Pazuello, ex-ministro da Saúde;

Carlos Wizard, empresário;

Zoser Hardman, ex-assessor especial do Ministério da Saúde;

Túlio Silveira, representante da Precisa Medicamentos;

Paolo Zanotto, médico;

Marcellus Campêlo, ex-secretário de Saúde do Amazonas;

Luciano Dias Azevedo, médico;

Hélio Angotti Neto, Secretário de Ciência, Tecnologia, Inovação e Insumos Estratégicos em Saúde do Ministério da Saúde;

Francisco Ferreira Filho, Coordenador do Comitê da Crise do Amazonas;

Francisco Emerson Maximiano, sócio da Precisa Medicamentos;

Francieli Fontana Fantinato, coordenadora do Programa Nacional de Imunização (PNI);

Flávio Werneck, ex-assessor de Relações Internacionais do Ministério da Saúde;

Antônio Elcio Franco Filho; ex-secretário Executivo do Ministério da Saúde;

Camile Giaretta Sachetti, ex-diretora do departamento de Ciência e Tecnologia da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos do Ministério da Saúde;

Arnaldo Correia de Medeiros, secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde

Alexandre Figueiredo Costa e Silva Marques, auditor do Tribunal de Contas da União (TCU);

Mayra Pinheiro, secretária de Gestão do Trabalho e da Educação do Ministério da Saúde;

Empresa PPR – Profissionais de Publicidade Reunidos

Calya/Y2 Propaganda e Marketing

Artplan Comunicação

Também foi aprovada a transferência do sigilo bancário e fiscal de:

Associação Dignidade Médica de Pernambuco

Empresa PPR – Profissionais de Publicidade Reunidos

Calya/Y2 Propaganda e Marketing

Artplan Comunicação

Com G1

Opinião dos leitores

  1. Arrocha moçada, convoca até todo mundo, quebra tudo, escuta tudo, assim deve ser. Não pode é sair de filhinho ou se esconder, esse Brasil precisa mesmo ser passado a limpo, coisa difícil, mais precisa. Tem gente que teve familiar preso, empreiteira pagando salário a amante, responde a uma infinidade de processos, triplex, sítio, Fazenda, carrão, dinheiro no exterior, patrimônio renome de laranjas, ou coisa boa. Finalmente vamos ter um Brasil mais serio, ordeiro e honesto……
    Será que dá?

    1. Já afirmaram MANOEL F, de fofoca, que Vc é um proxeneta escroque de quinta categoria, foi educado comendo m…… O que afetou a sua capacidade de comportamento. Oque vc diz ou escreve só atinge os mais baixos que vc, por sinal, são poucos.

    2. Afonso, o que vc pensa de mim não importa! O que importa é que tivemos um ministro da saúde, que por acaso é um general (que passou e ainda passa uma péssima impressão do exército de Caxias), que é um cagão, covarde, mentiroso e incompetente! Se minhas palavras atingem você, deve ser pq vc está “mais abaixo” que eu estou né ?! KKKKK

      P.S.: Adoro ver o GADO chateado!

    3. Amigo o que me aborrece e ver tanto idiotas dando solução e opinando sobre o que não sabem e tem conhecimento, o que vc fala e diz é irrelevante, até pelas sua opiniões dúbias e sem qualidade, sempre em cima do muro, com claras tendências a esquerda. Pena, não vou por aí, sou bem de vida, nível superior, família não rica mais equilibrada, não dependo desses calhordas, vivo tranquilo, em paz, mais as vezes me sinto na obrigação de opinar, não gosto dessa briga política, isso a gente resolve no voto, votei em Lula por acreditar em mudanças, não foi isso que vi. O presidente é falastrão, inconsequente, mal educado, impulsivo, foge a normalidade para um presidente, verdade, mais mesmo assim, prefiro ele a Lula , caso tenha que optar entre os dois, o voto esta fechado com ele, fique aí sendo besta, até 2022, tenho muito com que me divertir.

    4. Afonso, eu não sei o que é PT faz mais de 20 anos, para mim, no primeiro ano do governo de Lulaladrão, em 2002, caiu a ficha de quem ele era… Mais somente anos depois foi aberto processo e posteriormente houve a condenação e cadeia, da qual ele nunca deveria ter saído! Com o MINTO foi a mesma coisa, um ano depois dele estar no cargo, já vi quem ele era e votei nele achando q ele iria mudar o Brasil. Ele mudou só que para pior e nesse meio tempo já se sabe q ele também está envolvido em peculato por fazer rachadinha no gabinete dele e da família… Entre um segundo turno entre o MINTO e Lulaladrão, hoje eu votaria NULO. Até lá, quem sabe não aparece uma terceira via… Sobre falar mal do governo de Lulaladrão, Fátima GD, MINTO, Álvaro entre outros, eu falo e critico como eu quiser pois eles que nos devem satisfações e não a gente que deve bajulação cega a eles (exceto os que recebem por estar empregados por benesses desses políticos)… Não tenho “tendências de esquerda” mas parece que é normal para quem usa cabresto e viseira, só ver o que o capataz manda… Se você só vê esquerdista, lulista e comunista na sua frente, só mostra que vc está sendo um idiota útil do MINTO assim como foi de Lulaladrão …

    5. Eita, Afonso Melo! Pra que tanta preocupação em defender este governo indefensável? Peso na consciência de ter digitado o 17? Depois dizem que petista que é fanático… Tem Bolsonarista que não tem a humildade de reconhecer que defecou na urna em 2018… Com essa classe média burra o Brasil tá lascado.

    6. Quinta- feira, sexta não quero trabalhar, rumo a Fazenda, conversar com pessoas sadias que sofrem com as agruras do dia e sorriem sem preço, ver os meus animais, que são mais compreensivos e amigos que alguns homens que se acham superiores, isso passa como tudo na vida, o resto é lorota dos que não tem o que fazer, eu tenho na hora que antecede o meu repouso, alguns livros que preciso ler, meu caráter foi moldado na luta e no trabalho, nunca nas costas de nenhum político.

    7. EM TEMPO: Sr. João Francisco, não costumo dar o meu voto a nenhum político, porem, votei em Lula da Silva por duas vezes, não votei em Dilma por não acreditar e decepcionado com os anos do PT, em quem depositei minha simples confiança. Votei sim em Bolsonaro para tirar a possibilidade de continuar vendo o PT transformar o Brasil numa Venezuela ou Cuba, não gosto de militar, de pessoas mal educadas, sou independente nas minhas atitudes, não peço, induzo ninguém a nada e com certeza, se tiver que decidir entre Lula e qualquer outro, o outro será eleito.

  2. Segue o dinheiro. Não acredito que todo esse comercial que é feito da cloroquina e ivermectina seja apenas pelos lindos olhos da Ema.

    1. Se for pra seguir dinheiro, vai dar direto na casa ou fazenda do Luladrão. Tá manjado faz tempo.

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Geral

Pazuello é nomeado para cargo de Secretário de Estudos Estratégicos da Secretaria Especial de Assuntos Estratégicos da Presidência da República

Foto: Leopoldo Silva/Agência Senado

O ex-ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, é nomeado para exercer o cargo de Secretário de Estudos Estratégicos da Secretaria Especial de Assuntos Estratégicos da Presidência da República. A nomeação consta no Diário Oficial da União (DOU) desta terça-feira (1º).

nomeação foi antecipada pelos analistas Thais Arbex e Gustavo Uribe, da CNN, na manhã desta terça.

CNN Brasil

Opinião dos leitores

  1. IGUAL AO GOVERNO DO pt QUERENDO DA PROTEÇÃO AO cabo, COMO dilma QUIZ FAZER COM lula .bolsonaro IGUAL AOS OUTROS FARINHA DO MESMO SACO.

    1. Certeza! Mas se Lulaladrão tem seguidor idólatra, o MINTO também tem! Cada lado mais cego e idólatra que o outro…

  2. Com um currículo invejável e impecável, merece um cargo de importância no governo.
    Parabéns Presidente Bolsonaro, por reconhecer o Ex Ministro da Saúde General Pazuello, pelo belo desempenho a frente da pasta da saúde, no pior momento da crise do Covid.
    BOLSONARO TEM RAZÃO
    MITO 2022

    1. Calígula pode ter certeza se vc ou algum familiar seu morasse em Manaus e tivesse passado pela precisão de oxigênio vc certeza não pensava dessa maneira, pense antes de publicar essa besteira de enaltecer ele que é o principal responsável por tantas morte, o camarada querendo respirar e não puder por falta de oxigênio.

    2. Jose María, não perca seu tempo comentando o que esse verme escreve. Não vale a pena. Faça como eu, dependendo de quem está escrevendo nem vale a pena ler, pois ali só há lixo. Não dê Ibope pra essa laia. Quando brigamos com um porco no chiqueiro a gente sai todo sujo e o porco sai feliz.

    3. currículo invejável, 400 mil mortes e não sente um remorsso, merece

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Política

Exército deve sinalizar a Bolsonaro que pressão da opinião pública não afetará processo de Pazuello

Foto: CNN Brasil

Em viagem ao Amazonas nesta quinta-feira (27), o comandante do Exército, Paulo Sérgio Nogueira, deve discutir com o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) o procedimento disciplinar de defesa aberto contra o ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello.

Segundo assessores do governo, na conversa, que deve ter a participação do ministro da Defesa, Walter Braga Netto, a intenção do comandante será a de detalhar que o general da ativa terá direito a ampla defesa, em uma apuração não contaminada por pressões da opinião pública.

A objetivo do comandante é também mostrar ao presidente que o procedimento disciplinar é um processo administrativo normal e necessário. E que tem um caráter educativo, servindo de exemplo para os demais militares da ativa.

No início desta semana, o Exército instituiu o procedimento disciplinar após Pazuello ter discursado em um carro de som, no último domingo (23), ao lado do presidente Jair Bolsonaro (sem partido).

Como general da ativa, o ex-ministro da Saúde só poderia participar da manifestação com autorização do comando do exército, o que não ocorreu. A investigação avalia se houve descumprimento o Regulamento Disciplinar do Exército, que prevê punição caso “manifeste-se, publicamente, o militar da ativa, sem que esteja autorizado, a respeito de assuntos de natureza político-partidária”.

Pazuello foi notificado pelo Exército ainda na noite de segunda-feira (24) sobre a abertura da apuração. No mesmo dia, como mostrou a CNN, Nogueira sinalizou a Braga Netto que respeitaria o trâmite regimental e não aceleraria o processo de defesa. Hoje, a tendência é de que Pazuello receba a punição mais branda, como advertência. Ele, no entanto, deve ser aconselhado a antecipar a sua passagem para a reserva.

A previsão inicial era que o ex-ministro da Saúde fizesse a transição apenas no próximo ano. O general da ativa, no entanto, tem indicado que não pretende antecipar a sua passagem e, em sua defesa, tem argumentado que, apesar de ter comparecido a uma manifestação, não encampou um discurso político quando foi chamado ao carro de som.

CNN Brasil

Opinião dos leitores

  1. É SO O COMANDANTE DO EXÉRCITO EVOCAR O EXCESSO DE PESO PARA COLOCAR ESSA BALEIA NA RESERVA KKKKKK. COMO DANADO É QUE UM GORDUCHO DESSE PODE COMANDAR UM EXÉRCITO NA GUERRA. DEVERIA TER UMA LEI QUE AFASTASSE IMEDIATAMENTE GENERAL BOLHUDO. SE TRANSFORMOU EM UM SARGENTO GARCIA FORA!!!!!!

  2. Antagonista, Veja, CNN, Uol, Isto é, Poder 360 só era legal quando atacava Lula e Dilma. Agora não é mais.

  3. CNN quanta credibilidade, não se espelhem nesses lixos de extrema esquerda, não vai dar em nada essa pressão toda para punir mais um mito que apareceu, Bolsonaro é o chefe supremo das forças armadas e ponto final.

    1. Vc tá falando igual a um petista de sinal invertido kkkkk. O petista diria que a CNN eh facista ! O MINTOmaníaco eh comandante supremo das forças armadas mas nem ele nem o general Pezadello estão acima da lei ! Sei que vc está louco pra que Bolsonaro faça igual a Hugo Chavez mas o capitão bunda suja ainda não conseguiu comprar nem cooptar as forças armadas por aqui…

  4. Podem observar que matérias que têm em sua origem, Antagonista, Veja, CNN, Uol, Isto é, Poder 360 e seus pares, são feitas apenas para atacar o atual governo, nem sei porque esse blog aposta sua credibilidade nesse tipo de mídia.

    1. Todos estes . ..? Ate o the Guardian,o esquerdista le monde ou o de direita le Figaró,sera que toda a unanimidade é burra…?

  5. Não sei quem eh mais cagão: o general que covarde que não assume nada que fez ou o capitão MINTOmaníaco que foi “otorizado” pelos bolsopetistas a decretar que os governadores não poderão exercer o poder concedido pela lei que ele mesmo sancionou!

    1. Esse Manoel F continua vomitando comentários irresponsáveis para idolatrar seu corrupto de estimação? Morre de medo do Capitão, se ficar de frente com Pazuello vai se borrar. Todo final de semana ele vive um pesadelo com Bolsonaro nas ruas sendo festejado pelo povo.
      Sua revolta é tão grande que nem percebe o papel ridículo que vem fazendo, com essas opiniões sem qualificação e tão falsas e fracas quanto sua colocações. É tão deslocado que nem digno de pena é!

    2. Paulão Marreta!!!!!!
      Chore não homi 🥲🥲🥲kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
      Muuuuuuuuuuuuuuuuuu

    3. Paulão (precisa mesmo se afirmar até no pseudônimo eh?), reafirmo: o general e o capitão são dois cagões! Eu não tenho pesadelo nenhum já q não tenho a família investigada por rachadinha! Antes de falar o que não sabe, vá ler a lei que autoriza as medidas sanitárias…Entre eu e vc, o único que tem CORRUPTO das rachadinhas de estimação aqui eh vc! Deixe de ser retardado e achar q sou esquerdista ! Mude o argumento ridículo abestado!

    4. Pois é, Paulão. Tem um balaio de pseudônimos por aqui que escrevem apenas para a corja de convertidos defensores de corruptos. Esses babacas não acrescentam nada ao debate e resumem suas postagens a grosserias e molecagens. E pensam que as pessoas decentes darão importância a suas asneiras.

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Política

CPI da Covid convoca 9 governadores, Witzel, Pazuello e Queiroga

Foto: Reprodução/Globo News

A CPI da Covid aprovou nesta quarta-feira (26) a convocação de nove governadores, um ex-governador e uma vice-governadora para prestarem depoimento na comissão.

A Comissão também aprovou nesta quarta-feira (26) a reconvocação do ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, do ex-chefe da pasta, Eduardo Pazuello.

Foram convocados os seguintes governadores:

Wilson Lima, do Amazonas

Ibaneis Rocha, do Distrito Federal

Waldez Góes, do Amapá

Helder Barbalho, do Pará

Marcos Rocha, de Rondônia

Antônio Denarium, de Roraima

Carlos Moisés, de Santa Catarina

Mauro Carlesse, de Tocantins

Wellington Dias, do Piauí

A vice-governadora chamada foi Daniela Reinehr, de Santa Catarina. O ex-governador convocado foi Wilson Witzel, do Rio de Janeiro, que sofreu impeachment neste ano.

De acordo com o presidente da CPI, Omar Aziz (PSD-AM), o sucessor de Witzel, Cláudio Castro, não foi convocado pela CPI, pois “não era governador a época que aconteceu” o fato.

“O governador Cláudio Castro, em comum acordo entre todos os senadores, retiramos porque ele não era governador a época que aconteceu. Caso tenha algum fato novo, nós iremos convocá-lo, por isso que nós estamos retirando o nome do ex-governador do Rio de Janeiro, aliás do atual”, disse Aziz.

Também foram convocados: Arthur Weintraub , ex-assessor da Presidência da República; Filipe Martins, assessor da Presidência da República; o empresário Carlos Wizard; Markinhos Show, publicitário e braço-direito de Pazuello; Luana Araújo, ex-secretária de Enfrentamento à Covid; e Paulo Baraúna, diretor da empresa fornecedora de oxigênio White Martins.

A convocação de governadores é uma reivindicação principalmente dos senadores governistas na CPI. Eles alegam que a CPI deve investigar supostos casos de corrupção nos estados envolvendo recursos para combate à pandemia.

Até o momento, a CPI tem ouvido depoentes ligados ao governo federal, para apurar ações e omissões da União na pandemia.

Pedidos de informação

Os senadores ainda aprovaram requerimentos com pedidos de informação ao Conselho Federal de Medicina, ao laboratório Sinovac, à empresa Wuxi Biologics, subcontratada pela AstraZeneca.

Além disso, também foram convidados especialistas contra e a favor do uso da cloroquina para discutir o assunto em duas sessões.

“O que acertamos é que teremos duas sessões para que possamos ouvir nessas duas seções, duas pessoas que apoiam tratamento com cloroquina e dois cientistas e profissionais, capacitados, que são contra. Quatro a favor e quatro contra”, disse Aziz.

G1

Opinião dos leitores

    1. Não há nada contra ele até agora. Você sabe de alguma coisa?

  1. Homem de Deus Júlio, depois das decisões esdrúxulas do STF, dessa CPI coalhada de marginais, da vergonha que eles estão passando, de ficarem rodando como bêbados desorientados, do aparente absolvição do molusco e outras milhares de decisões estranhas, Kkkklk, colocar os familiares do presidente da CPI para depor, seria demais.

  2. Tem que convocar os familiares do presidente da CPI que foram presos em 2020 por corrupção no COVID.

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Política

‘Pazuello mentiu muito e será reconvocado pela CPI da Pandemia’, diz Aziz

Foto: Reprodução/CNN Brasil

O presidente da CPI da Pandemia, senador Omar Aziz (PSD-AM), afirmou nesta segunda-feira (24) que o ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello disse muitas mentiras em sua primeira oitiva e, por isso, deve ser convocado para ser ouvido novamente.

“Não tenha dúvida que ele será reconvocado porque mentiu e mentiu muito. E aqueles que mentem na CPI, com certeza absoluta, serão indiciados”, afirmou, em entrevista à CNN, ao ser questionado sobre essas possibilidades também defendidas pelo vice-presidente da comissão, senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP).

“Ele [Pazuello] é um caso que será chamado novamente, mas espero que, dessa vez, sem habeas corpus, sem nenhuma proteção anti-falar a verdade”, continuou. No sábado (22), a assessoria de Aziz afirmou à CNN que o requerimento para reconvocar Pazuello deve ser votado na quarta-feira (26).

“Todos os fatos que aconteceram durante os meses que ele passou à frente do Ministério, ele criou uma versão. Teve um bom media training, aliás a gente tem que saber que são essas pessoas, porque são muito boas. Conseguiram ter uma versão até para o ‘um manda, outro obedece'”, disse o presidente da comissão.

“Ele [Pazuello] acha que enrolou todo mundo, saiu aplaudido como herói por aqueles que torcem pelo caos, pelas mortes, pelo ódio.”

Convocação de governadores e prefeitos

Sobre a convocação de governadores e prefeitos para explicar como foram gastos os recursos enviados pela União para o combate à Covid-19, Aziz afirmou que isso será feito quando houver fato correlato com a investigação da CPI e a partir das informações que foram solicitadas aos municípios com mais de 200 mil habitantes.

“Aqueles que tiverem que ser chamados, serão chamados. Em relação ao meu estado, especificamente, ele está na CPI – entrou pela falta de oxigênio – então, os membros do governo do Amazonas terão que responder sobre quem falhou”, disse.

Ele disse ainda que uma possível judicialização para evitar que os chefes de executivos municipais ou estaduais não pode ser descartada, considerando os exemplos de Pazuello e da secretária de Gestão do Trabalho do Ministério da Saúde, Mayra Pinheiro.

“Sim, tudo é possível. Veja que a simples convocação de um ministro da pasta que estamos investigando, teve um habeas corpus (…) E é o mesmo caso com a doutora Mayra amanhã [terça-feira]”, afirmou o presidente da CPI.

“Nós vamos convocar os governadores, mas se o supremo decidir que eles não podem ser ouvidos, isso é outra coisa. Espero que não tenha, que os governadores que forem à CPI possam contribuir, dando informações sobre o que aconteceu de fato.”

Compra de vacinas contra Covid

O senador também afirmou que nunca houve interesse por parte do governo federal de comprar vacinas contra o novo coronavírus.

“O que nós sabemos, e isso está claro não só para nós da CPI, mas para a maior parcela da população brasileira, é que eles nunca apostaram na vacina. Eles apostavam, vou repetir, na cloroquina, tratamento precoce e imunização de rebanho. Nunca houve vontade do governo em comprar vacinas”, disse Aziz.

“Esse esforço que o presidente [Jair Bolsonaro] faz dessas passeatas, em mostrar que parece que está tudo bem, você tem conhecimento de algum país, grande ou pequeno, ou uma republiqueta qualquer, de presidente tomando essas atitudes de querer mostrar força política em um momento com gente morrendo”, questionou.

Ele também confirmou que a CPI ouvirá na quinta-feira (27) o diretor do Instituto Butantan, Dimas Covas, e que isso ajudará a esclarecer o episódio da compra da Coronavac por parte do Ministério da Saúde.

CNN Brasil

 

Opinião dos leitores

  1. Direita Honesta? Não seria Nazismo Bovino? Onde tem honestidade dos Bolsonaro saqueando salário de funcionários do próprio gabinete? Onde existe ordem, respeito a hierarquia e disciplina vindo de um ex-paraquedista que foi expulso por indisciplina, por planejar atentado a bomba enquanto reservista lunático rebelde e agora sair por aí promovendo a anarquia? Vai concluir o mandato (será?) sem bater um prego numa barra de sabão, promovendo caos, desinformação e na vagabundagem passeando de moto, cavalo e fazendo churrasco de picanha a mil reais o kg, pagando a miséria de 250 reais de auxílio. Fora os salários gordos dos patriotas de 60 mil reais. E esperem até o Poste Geral da República Augusto Aras deixar o cargo, pra ver como vai aparecer a corrupção graúda do “véi do cunhão roxo” que este puxa-saco esconde pra ter uma boquinha no STF…

  2. CPI da cleptocracia, dominada por corruptos famosos, não pode ser levada a sério por pessoas sérias. Esse Aziz é investigado por corrupção NA SAUDE do Amazonas e já teve sua mulher e irmãos presos por isso. São os vagabundos achincalhando pessoas decentes.

  3. Quando eu vejo os Burros do Lulalau e os bois do Bolsolouco se atacarem mutuamente nas redes sociais, percebo que o Brasil NÃO tem um futuro promissor. Os sujos falando dos mal lavados e ambos se comportando iguaizinhos. Torcedores alienados, sem noção, bom senso e o mínimo de razão….verdadeiros zumbis. isso é hilariante kkkkkkk

    1. Nunca serão iguais. De um lado estão os corruptos, defensores de ditaduras, moleques, preguiçosos, vagabundos, anti-patriotas, defensores das drogas e dos bandidos. As pessoas do “outro lado” são exatamente opostas. Como poderiam ser iguais?

  4. Vão passar vergonha de novo ? Ai não cansam viu… bandido, ladrão, fazendo inquérito com general, só no Brasil msm

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Política

Pazuello volta a negar: ‘Bolsonaro não me obrigou a tomar decisões’; veja resumo da CPI nesta quinta

ATUALIZAÇÕES E VÍDEOS AQUI

A CPI da Pandemia retomou nesta quinta-feira (20) o depoimento do ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello – assista ao vivo acima.

A CPI votaria uma série de requerimentos na abertura da sessão, mas o presidente da comissão, Omar Aziz (PSD-AM), propôs que os pedidos sejam analisados na próxima semana, o que foi aprovado por unanimidade.

Resumo da CPI da Pandemia:

Manaus: ‘Foram tomadas todas as ações que podiam ser tomadas naquele momento’

Ao ser questionado pelo senador Angelo Coronel (PSD-BA) sobre sua atuação diante da crise em Manaus, Pazuello afirmou que “foram tomadas todas as ações que podiam ser tomadas naquele momento”.

“Sofri muito em Manaus. Perdi parentes e amigos. Seria absurdo dizer que isso não me afeta. Claro que existem limites, mas foram tomadas todas as ações que poderiam ser tomadas naquele momento”, disse o ex-ministro.

“As pessoas que trabalhavam com a gente e estavam lá foram sendo contaminadas. Isso é muito sério. Minha família estava em Manaus e estavam todos com medo. Eu olho para Manaus todos os dias.”

Ex-ministro fala sobre negociações com Pfizer e Butantan

Em seus questionamentos a Pazuello, o vice-presidente da CPI, Randolfe Rodrigues (Rede-AP), focou nos contratos de vacina negociados pelo Ministério da Saúde.

Ele negou que tenha deixado de responder às propostas feitas pela farmacêutica norte-americana Pfizer e voltou a dizer que, tão logo foi aprovada a Medida Provisória com as condições jurídicas, o contrato com a empresa foi assinado.

Já sobre a Coronavac, vacina produzida pelo Instituto Butantan, o ex-ministro afirmou que o presidente nunca falou com ele pessoalmente para não comprar o imunizante.

“[Não foi comprado antes] porque não havia MP que permitisse. Nós fizemos a carta de intenção para o Butantan no dia 17 de outubro, que é a carta que vale. A próxima medida é o contrato, que só é possível com a Medida Provisória, sancionada e publicada no dia 6 de janeiro”, disse.

“A outra vacina [da AstraZeneca] foi diferente. Foi encomenda tecnológica e só foi distribuída com registro. Não fizemos encomenda tecnológica com o Butantan pela simples razão que ele já dominava a tecnologia. Tinha que ser por compra”, completou.

Já ao ser perguntado porque no painel de informações do novo coronavírus do Ministério os dados sobre os pacientes recuperados da doença aparecem com mais destaque que o número de mortos, Pazuello disse que é uma forma de “dar clareza que 97% de pessoas salvas é importante”.

Senador diz que governadores defenderam uso de cloroquina

Em seu tempo de questionamento ao ex-ministro da Saúde, o senador Marcos Rogério (DEM-RO) apresentou uma série de vídeos de 2020, nos primeiros meses da pandemia, em que governadores defendem o direito de médicos e pacientes optarem pelo uso da cloroquina no tratamento da Covid-19.

“[Falaram no vídeo] o governador do Maranhão, do Pará, do Piauí, da Bahia, do Ceará, Alagoas, e o de São Paulo (…) Fazendo um registro aqui de que não estou expondo os governadores para os condenar, porque acho que agiram com acerto”, disse o parlamentar.

App TrateCov teria sido hackeado

Questionado sobre o aplicativo TrateCov, que recomendava o uso de medicamentos como cloroquina e ivermectina, foi hackeado e, por isso, apresentava resultados diferentes do esperado. Ele disse ainda que a ideia original do Ministério da Saúde era oferecer uma ferramenta que auxiliasse os médicos a fazerem um diagnóstico mais rápido de casos de Covid-19.

“No dia 6 de janeiro a secretaria Mayra [Pinheiros], quando voltou de Manaus, trouxe a sugestão de fazermos uma plataforma, uma calculadora, que facilitasse o diagnóstico (…) Temos que separar o que foi feito, o resultado, com a ideia do projeto. A ideia era uma calculadora que facilite o diagnóstico”, disse o ex-ministro.

O ex-ministro afirmou que a ideia era, após os médicos colocarem sintomas observados no aplicativo – dando pesos para cada um deles – receber uma sugestão de diagnóstico. Ele disse, porém, que depois da apresentação o TrateCov foi hackeado e teve seus parâmetros alterados.

“Naquele dia [10 de janeiro] a plataforma foi hackeada, roubada por um cidadão, que foi descoberto. Ele alterou dados lá dentro e colocou na rede pública. Quem colocou foi ele, tem todo o Boletim de Ocorrência e vou disponibilizar aos senhores”, detalhou.

“Quando descobrimos que ele foi hackeado mandei tirar do ar imediatamente. O TrateCov, no fim das contas, nunca foi utilizado por médico algum. Ele foi retirado. Ele foi iniciado, apresentado ainda não concluso.”

Amazonas não acompanhou estoque de oxigênio, diz Pazuello

Sobre a crise no fornecimento de oxigênio aos hospitais do Amazonas, Pazuello disse considerar que os principais responsáveis neste caso são a empresa White Martins, principal fornecedora do estado, e a secretaria de Saúde, que não acompanhou os estoques do insumo.

“Fica claro para mim que a preocupação com o acompanhamento do oxigênio não era um foco da secretaria de saúde do estado do Amazonas, isso lá em dezembro. Ficou focada em outras coisas… No plano de contingência apresentado para nós não havia nenhuma medida sobre oxigênio”, disse Pazuello.

“Então, a empresa White Martins – que é a grande fornecedora – já vinha consumindo a sua reserva estratégica e não fez essa posição de uma forma clara desde o início. Começa aí a primeira posição de responsabilidade. O contraponto é o acompanhamento da secretaria de Saúde, que não fez”, completou.

Senador diz que assessora parlamentar vazou documentos da CPI

Em questão de ordem antes do início da sessão, o senador Eduardo Girão (Podemos-CE) afirmou que uma assessora parlamentar vazou documentos internos da comissão e pediu que o caso seja investigado pela Polícia Federal.

“Desde o dia 18 de maio foram registrados alguns documentos dessa CPI saindo já, sendo vazados na imprensa. Inclusive, nós já identificamos – eu peço reservas em relação ao nome, para não expor a pessoa –, foi uma assessora parlamentar que estava aqui”, afirmou o parlamentar.

“Queria pedir apuração da Polícia Federal em relação a isso porque documento é algo muito sério”, completou.

Girão disse que encaminharia ao presidente da CPI as informações sobre o caso e o pedido oficial de encaminhamento da investigação.

Primeiro dia de depoimento

Depois de mais de sete horas de questionamentos na quarta-feira, a reunião foi suspensa devido às votações no Plenário do Senado. De acordo com o presidente da CPI, senador Omar Aziz (PSD-AM), 24 senadores ainda estão inscritos para fazer perguntas ao ex-ministro.

Na avaliação do presidente da CPI, Pazuello se esquivou de algumas perguntas, mas terá mais cinco ou seis horas na frente dos senadores. Omar opinou não ver necessidade de quebrar os sigilos do ex-ministro, como pedido pelo vice-presidente da CPI, Randolfe Rodrigues (Rede-AP).

Randolfe e o relator da comissão, Renan Calheiros (MDB-AL), afirmaram que Pazuello mentiu várias vezes aos senadores, além de omitir informações.

Para Randolfe, as contradições do depoimento mostram que Pazuello terá de ser acareado com outros depoentes da CPI. Para Renan, Pazuello estava “fingindo responder” e negou as próprias declarações que fez anteriormente.

Com a continuidade do depoimento de Pazuello, a oitiva com Mayra Pinheiro, secretária de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde do Ministério da Saúde, antes prevista para esta quinta, foi adiada para a terça-feira (25).

CNN Brasil

 

Opinião dos leitores

  1. CPI da cleptocracia, comandada pelo notório Renan Calheiros. Vagabundos humilhando e ameaçando pessoas de bem. É o retrato do Brasil da Era PT. Mas, estamos limpando o país aos poucos. O general hoje deu outro show, apesar das grosserias de vários senadores. Teve vários que, com medo de passar vergonha, nem fizeram perguntas e usaram o seu tempo apenas para atacar o governo e o depoente. Uma vergonha.

  2. Até agora só o homem da ANVISA não teve medo de dizer a verdade e sem medo de perder o cargo, esse tem valor.

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Saúde

Pazuello diz que uso do aplicativo TrateCov foi suspenso após ser alterado por hacker, que colocou alteração na rede pública: “tem todo o Boletim de Ocorrência e vou disponibilizar”

Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado

O ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello afirmou nesta quinta-feira (20) à CPI da Pandemia que o aplicativo TrateCov foi hackeado e, por isso, apresentava resultados diferentes do esperado.

Pazuello afirmou ainda que a ideia original do Ministério da Saúde era oferecer uma ferramenta que auxiliasse os médicos a fazerem um diagnóstico mais rápido de casos de Covid-19 diante da velocidade com a qual a doença se espalhava no Amazonas.

“No dia 6 de janeiro a secretaria Mayra [Pinheiros], quando voltou de Manaus, trouxe a sugestão de fazermos uma plataforma, uma calculadora, que facilitasse o diagnóstico (…) Temos que separar o que foi feito, o resultado, com a ideia do projeto. A ideia era uma calculadora que facilite o diagnóstico”, disse o ex-ministro.

O ex-ministro afirmou que a ideia era, após os médicos colocarem os sintomas observados no aplicativo – dando pesos para cada um deles – receber uma sugestão de diagnóstico. Ele disse, porém, que depois da apresentação o TrateCov foi hackeado e teve seus parâmetros alterados.

“Naquele dia [10 de janeiro] a plataforma foi hackeada, roubada por um cidadão, que foi descoberto. Ele alterou dados lá dentro e colocou na rede pública. Quem colocou foi ele, tem todo o Boletim de Ocorrência e vou disponibilizar aos senhores”, detalhou.

“Quando descobrimos que ele foi hackeado mandei tirar do ar imediatamente. O TrateCov, no fim das contas, nunca foi utilizado por médico algum. Ele foi retirado. Ele foi iniciado, apresentado ainda não concluso.”

CNN Brasil

Opinião dos leitores

  1. O hacker gravou uma reportagem de vários minutos e passou na TV Brasil… O cabra é bom demais né?
    (O cabra velho mentiroso esse general)

    1. Conversa bonita do general. Perdeu o medo de mentir. Quero ver esse B.O. e saber o nome do hacker. Será o mesmo que invadiu os celulares e roubou as conversas dos procuradores da Lava Jato?

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *