“A vacina induz à produção de anticorpos, mas isto não acontece no dia seguinte. Não é tomar no dia 20 e, no dia 22 estar na rua fazendo festa”, alerta Pazuello

Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, defendeu, nesta quarta-feira (13), a importância de os brasileiros continuarem seguindo as recomendações das autoridades de saúde como forma de tentar conter o aumento do número de casos do novo coronavírus (covid-19).

“Todo mundo deve estar focado em salvar vidas. Cada um no seu papel. Se o papel da pessoa é se prevenir para não ficar doente, tomar seus cuidados, manter o afastamento social, este é o papel dela”, disse o ministro, em Manaus, onde apresentou um balanço das ações dos governos federal e estadual para tentar controlar a disseminação do coronavírus no estado.

“Temos que nos cuidar. Temos que seguir as orientações dos gestores. Não adianta lutar contra isto”, disse Pazuello após afirmar que todos têm que colaborar para que o país consiga superar a doença. “O papel das equipes de mídia é informar, manter a população a par do que está acontecendo para que ela fique calma e confie em quem está trabalhando. O dos empresários é manter suas estruturas funcionando para preservar os empregos das pessoas, mas com a devida prevenção e cuidados médicos”.

O ministro reafirmou que a população brasileira começará a ser vacinada ainda este mês. E que as vacinas cuja segurança e eficácia forem comprovadas serão distribuídas para todo o país ao mesmo tempo, de acordo com a proporção populacional dos grupos considerados prioritários. Pazuello também ressaltou que a população deverá manter os cuidados que já vêm sendo recomendados, como o uso de máscara, o distanciamento social e a atenção à higiene das mãos e de objetos, mesmo após o início da vacinação.

“Vamos vacinar em janeiro. A vacina induz à produção de anticorpos, mas isto não acontece no dia seguinte. A literatura [médica] fala em 30 a 60 dias. Não é tomar a vacina no dia 20 e, no dia 22 estar na rua fazendo festa”, alertou Pazuello.

Tratamento precoce

O ministro disse que devido à gravidade da situação atual em Manaus, a prioridade deve ser o tratamento precoce nas unidades básicas de saúde. Desde dezembro, o número de casos da covid-19 na capital manauara não para de aumentar.

“Não temos 30 ou 60 dias para esperar a imunização total [de parte da população a partir da aplicação da vacina]. A vacina faz parte de uma estratégia, cujo principal [ação] é o tratamento na unidade básica de saúde, o diagnóstico clínico feito pelo médico”, disse o ministro, acrescentando que não há “como resolver esta situação se não transformarmos o atendimento precoce em prioridade da prefeitura de Manaus”.

Dentre as ações em curso, como a abertura de novos leitos hospitalares para atendimento de pacientes com a covid-19 e o transporte de cilindros de oxigênio para suprir o aumento da demanda, o ministro mencionou uma parceria com o Hospital Sírio Libanês de “auxílio na gestão hospitalar”. De acordo com o ministro, a proposta é que especialistas verifiquem os casos de pacientes internados já em condições de deixar os hospitais, abrindo vaga para outras pessoas.

“Na correria, às vezes os médicos estão mais ocupados com salvar alguém do que em ver quem pode ir para lá ou para cá. Então, um apoio externo, neste momento, ajudará nesta responsabilidade. Com isso, pretendemos ter mais 150 leitos [disponíveis] ainda esta semana, por desospitalização para tratamento residencial”, explicou Pazuello.

Agência Brasil

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Manoel disse:

    O ministro capacho tem que alertar eh o presidente MINTOmaníaco sobre isso! Com ou sem vacinação o presidente retardado induz aglomeração, o ministro não sabia disso?

  2. Minion de Peixeira disse:

    Engraçado os vigaristas que acusavam os outros de serem anti-ciência, hoje cobrando que a Anvisa queime etapa de estudo. Enfim, a hipocrisia.

    • Aluísio Valença disse:

      Cloroquina pode tomar sem comprovação, né!?
      A ciência só é boa pra você quando é politicamente oportuna.

    • Neco disse:

      Cloriquina tem toneladas de comprovação empírica. Para uso precoce e consorciado.
      Isso também é ciência. Só não deu para ficar fazendo teste duplo-cego, randomzado,
      com estratificação e revisão de pares. Remédios usados por índios, por exemplo. Muitos não foram validades cientificamene, e nem por isso deixam de funcionar.

    • Luciano disse:

      A cloroquina nunca foi obrigada, tomava se o médico passasse e se a pessoa quisesse tomar, já a vacina vc quer q tome mesmo sem aprovação da Anvisa, uma vacina feita em 10 meses enquanto remédios de quase 100 anos queriam proibir

  3. José Lúcio disse:

    Esse ministro vai já pegar o beco, falando que o povo tem que fazer a parte dele, mantendo o distanciamento social, deixe o patrão saber disso!

  4. Minion de Peixeira disse:

    Tem zé mané que acha que Bolsonaro não tem o faro político suficiente para querer iniciar a vacinação o quanto antes, independentemente da tentativa de protagonismo de Dória.
    Goste ou não de Bolsonaro, fato é que ele não tá botando pressão na Anvisa. Só tá esperando o sinal verde da Agência. O Presidente sabe que existe uma forte cobrança popular para que se inicie logo a imunização. Quem não gosta dele vai continuar dizendo que ele só tá pensando em política. Quem gosta vai dizer que ele tá sendo responsável. Mas o que devemos medir é a atitude concreta. E a atitude concreta é que a imunização vai começar em breve, com a Anvisa chancelando a vacina X, de acordo com critérios da realidade

    • ZéGado disse:

      Falou o assessor direto da casa branca tupiniquim.
      🐄🐄🐄🐂

    • Minion de Peixeira disse:

      Ou os que não gostam defendem a delirante e lunática tese de que Bolsonaro quer matar todo o mundo. Tem alucinado/demente pra tudo. Já conhecemos a sua arJumentação.

    • Minion de Peixeira disse:

      Vou chorar na cama comendo fandangos… Fui revelado! Bidê não vai me renovar…

    • Minion de Peixeira disse:

      E o Bozo vai me exonerar… Vou fazer mimimi no tuíter.

  5. Jose de Arimatea Lopes Fernandes disse:

    Porque não começar a vacinar?

    • Minion de Peixeira disse:

      Depende da Anvisa. O que pode ser adequado para uma população, pode ser inadequado para outra. Papo pra especialistas. Não pra palpiteiros e políticos picaretas.

    • Insti Gado disse:

      Adequado pra todos é a vacina, que o BOZO insistiu em negar até o último momento. Junto com seus generais especialistas deixou de fazer sua obrigação na hora certa. Agora, com atraso, vai trazer uma vacina da India e freou a liberação das outras na Anvisa, comandado por outro general capacho, para iniciar a vacinação antes do Dória. 2 milhões de doses não dá nem pro começo. O gado continua pastando e mugindo.

    • Neco disse:

      Que vigarice… Bolsonaro não retardou nenhuma vacina.

    • Neco disse:

      Se dois milhões não dão nem pro começo (se começa até com uma), quantas deveriam ser entao, Sr. Especialista? É cada um. putz…

  6. Calígula disse:

    Tá se saindo como um gigante o General Panzuello.

    • Insti Gado disse:

      Um incompetente gigantesco. Essa vacina indiana já foi aprovada pela Anvisa?

  7. ZéGado disse:

    Segundo Dr. Pazuello, a vacinação vai começar no dia “D” e na hora “H”.
    Graças ao nosso Min. Da Saúde, uma excelente notícia.
    Grande dia 👍🏻

  8. Pixuleco disse:

    É uma capacidade ! Éum cientista ! É um estrategista ! Estou deveras preocupado com o que as escolas militares estão formando . Será possível isso ? No dia D e na hora H , aparecem essas mercadorias .

Ministro da Saúde é um ‘desastre’, afirma Maia

Foto: Edilson Dantas / Agência O Globo

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou nesta terça-feira que o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, é um “desastre” para o país e para o próprio governo. O deputado também disse que a logística do Exército, com a qual general Pazuello é acostumado, é diferente da necessária para a Saúde. Maia ainda criticou declaração do ministro que, nesta quarta-feira, contestou a “ansiedade” da população para que a vacinação contra a Covid-19 tenha início.

— O ministro da Saúde é um desastre. Primeiro para o país e, também, para o governo. A sociedade e área médica começaram a entender. No meio da pandemia, com o Ministério da Saúde do jeito que está, quem paga a conta primeiro é a sociedade — afirmou o presidente da Câmara em um café com jornalistas.

Maia disse ainda que a atuação de Pazuello será negativa também para a imagem dos militares.

— Com o desastre que é o ministro da Saúde, os militares vão perder o que ganharam de imagem nos últimos anos após a redemocratização. Pazuello certamente é um ótimo general para fazer a logística do Exército, mas, para fazer a logística da Saúde, é um desastre.

Maia também disse que a formação dos militares dificulta a atuação política porque eles são treinados para “comandar” e não para “liderar”, e que isso gera desorganização no Planalto, pois falta “experiência para saber lidar com o Parlamento”. Apesar da crítica, Maia afirmou que admira os generais Luiz Eduardo Ramos (ministro da Secretaria de Governo) e Braga Netto (ministro da Casa Civil).

— Acho que estão ali tentando fazer o melhor deles, com toda a dificuldade que é estar em torno do presidente.

Maia voltou a criticar Pazuello pela declaração do ministro, nesta quarta-feira, de que há “ansiedade” e “angústia” da população para que a vacinação contra a Covid-19 tenha início.

— Pazuello, quando teve Covid, foi internado no melhor hospital de Brasília e depois ficou um dia sob supervisão no hospital militar. O presidente (Jair Bolsonaro), quanto teve, ficou todo dia nos hospitais sendo monitorado. Eu, quando tive, recebi um atendimento particular ótimo. Talvez por isso ele (Pazuello) ache que nós, brasileiros, estamos “ansiosos” demais. Mas milhões de brasileiros não têm as condições que nós tivemos. Os hospitais privados estão lotados, e os públicos carecem da estrutura necessária.

O Globo

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Quintanilha disse:

    Nhonhinho!!
    Tchau querido.
    Kkkkkkkk
    Já era!!
    Em 2022 o povo fluminense te aposentar.
    Vai andar de jatinho pago com o nosso dinheiro, na baixa da égua.

  2. Adriano Sousa disse:

    Rodrigo Mais o maior sabotador da república! Um lixo. Zero de credibilidade…

  3. Azevedo disse:

    Nono está meio azuado depois da piza que levou no STJ contra a sua reeleição para presidência da câmara. Nono está atirando para todos os lados para atingir o governo Bolsonaro. Nono é o maior presidente engavetador da câmara de todos os tempos, ou seja, conseguiu para o país com sua incompetência legislativa.

  4. Severino disse:

    Quem é Maia no jogo do bicho ???

  5. Ciço disse:

    Desastre é vc nhonhom, que emperra as reformas no Brasil.
    Bom deve ser Mandeta que come na sua mão.
    Kkkkkk
    Vai andar de avião jatinho pago com nosso dinheiro, só se for na baixa da égua seu fdp…
    Vou comercial te espera, se prepare pras vaias.
    Corrupto.

  6. Ivan disse:

    Qual era mesmo o nome do Pazuello na lista da propina da Odebretch? Heim Botafogo???? kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk Cala a boca corrupto!!!!

  7. Tia Pedroca disse:

    Se fosse só o sargento pincel um desastre…. Ah se fosse só ele

  8. aof disse:

    Faltam 6 dias e …… contando.

  9. Severino disse:

    Graças a Deus que essa caveira de jegue vai ser desenterrada.

  10. Japiense disse:

    Só não vê quem não quer.

  11. Manoel disse:

    40 pedidos de processo de impeachment do genocida e Nhonho nada de abrir. Sabem pq, pq a agenda econômica destruidora de trabalhadores do Bozo é a mesma dele.
    Engana só idiota essa turma.

    • Luciano disse:

      Chore mais, ainda faltam 2 anos e se ele for reeleito vão faltar lágrimas pra vc

VACINAS: Pazuello diz que assinatura de termo só será exigida em caso emergencial, e que as registradas e garantidas pela Anvisa não terão termo algum

Foto: Steve Parsons/Pool via Reuters

O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, afirmou nesta quarta-feira (16) que o governo prevê exigir a assinatura de um termo de consentimento apenas para vacinas contra covid-19 que sejam liberadas pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) na modalidade de autorização para uso emergencial, que é diferente do registro sanitário.

A possibilidade de cobrar que os pacientes assinem um termo para serem vacinados com um produto que passou pela avaliação da Anvisa, ainda que emergencialmente, levantou críticas entre especialistas.

No entanto, o Pazuello reforçou que vacinas aprovadas pela via normal, que é o registro sanitário, não precisarão do documento.

“A autorização de uso emergencial não é uma campanha de vacinação. A autorização de uso emergencial é limitada a grupos específicos e esses grupos são voluntários. Não é uma campanha que as pessoas vão chegar na porta do posto de vacinação e vão ter que assinar um termo de consentimento livre e esclarecido. Não será exigido termo algum nos postos de vacinação para nenhum brasileiro quando nós disponibilizarmos as vacinas registradas, seguras e garantidas pela Anvisa.”

O ministro acrescentou ainda que nenhum país tem registro final de uma vacina.

“A autorização de uso emergencial permite que o laboratório disponibilize a vacina para grupos específicos mesmo sem a conclusão dos testes clínicos, sem a avaliação dos efeitos colaterais definitivos, sem a avaliação da eficácia completa. É durante a fase de desenvolvimento. Isso tem que ficar muito claro. No mundo, não há registro de vacina em nenhuma agência reguladora. O que nós vimos na Inglaterra e nos Estados Unidos, pela Pfizer, é autorização de uso emergencial, antes da conclusão de todo o processo e do registro efetivo das agências reguladoras.”

Até hoje, nenhum dos quatro fabricantes aptos a solicitar o uso emergencial no Brasil protocolou pedido junto à Anvisa. São eles: AstraZeneca (Universidade de Oxford), Sinovac Biotech/Instituto Butantan, Pfizer/BioNTech e Janssen (Johnson & Johnson).

“Se um laboratório brasileiro ou internacional solicitar o uso emergencial de vacina e a Anvisa autorizar, para aquele grupo específico e em quantidade limitada, as pessoas que participarem deste evento assinarão um termo de consentimento livre e esclarecido. Somente nestes casos. Nos demais casos, nada”, ressaltou o ministro.

Ontem, a Câmara dos Deputados votou a medida provisória sobre a adesão do Brasil ao Covax (consórcio internacional para aquisição de vacinas contra covid). Chegou a ser cogitada a inclusão de um trecho exigindo o termo de consentimento, o que não prosperou.

R7

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Santos disse:

    Rapaz… se é pra assinar termo de responsabilidade antão fecha a ANVISA. Muita despesa pra nada.

  2. Japiense disse:

    É uma loucura pedir um termo para poder tomar a vacina. É nítido que estão querendo se eximir de qualquer responsabilidade. Não têm a menor boa vontade de ajudar o Brasil, só vêm com ideias esdrúxulas.

Pazuello prevê vacina de Oxford registrada no fim de fevereiro

Foto: Jorge William / Agência O Globo

O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, previu nesta terça-feira (8), em reunião com governadores, que a vacina contra a Covid-19 desenvolvida pela Universidade de Oxford e pela farmacêutica AstraZeneca tenha o registro aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) no fim de fevereiro.

O governo destinou R$ 1,99 bilhão para o Ministério da Saúde viabilizar a produção e/ou a aquisição de 100 milhões de doses da chamada vacina de Oxford.

Em reunião com governadores no Palácio do Planalto — parte deles participou por videoconferência e parte presencialmente —, Pazuello foi questionado sobre a etapa de desenvolvimento do imunizante. O Ministério da Saúde anunciou em junho a parceria para a pesquisa e produção nacional da vacina, em parceria com a universidade e a farmacêutica.

“Isso é AstraZeneca, em que fase está? Previsão de submeter à Anvisa (em dezembro). Previsão de registro? Previsão de início no final de fevereiro. Então, se Deus quiser, com tudo pronto, nós iniciaremos a vacinação da AstraZeneca”, disse.

De acordo com Pazuello, a vacina de Oxford está na etapa de conclusão da fase 3 dos testes. Em seguida, o processo deve ser submetido à Anvisa, que avaliará se pode conceder o registro. Segundo o ministro, esses documentos devem ser enviados à agência até o fim deste mês.

“Se isso acontecer, nós só vamos ter registro efetivo da AstraZeneca no final de fevereiro, mesmo que tenham chegado as 15 milhões de doses em janeiro. A Anvisa seguirá dentro dos seus critérios técnicos. Com certeza, ela vai fazer o mais rápido possível”, explicou Pazuello.

Segundo o governador do Ceará, Camilo Santana (PT), que participou por videoconferência, a informação do Ministério da Saúde é de distribuição de 100 milhões de doses da AstraZeneca até junho; início da vacinação em 3 de março; e mais 160 milhões de doses no segundo semestre. De acordo com o governador, o ministério informou que também serão negociadas mais 112 milhões de doses de outros laboratórios.

Estiveram no Palácio do Planalto os governadores Wellington Dias (PT), do Piauí; Fátima Bezerra (PT), do Rio Grande do Norte; Paulo Câmara (PSB), de Pernambuco; Gladson Cameli (PP), do Acre; Helder Barbalho (MDB), do Pará; e Ronaldo Caiado (DEM), de Goiás. Outros governadores participaram por videoconferência.

Em entrevista antes do encontro, os governadores destacaram a necessidade de definir, junto com o governo federal, um cronograma para vacinação contra a Covid-19.

Pfizer

A reunião do ministro da Saúde ocorreu no mesmo dia em que o Reino Unido começou a imunizar a população contra a Covid-19 com a vacina produzida pela farmacêutica norte-americana Pfizer e pela empresa alemã de biotecnologia BioNTec (veja no vídeo abaixo).

O país foi o primeiro a começar a vacinação contra o novo coronavírus. Aos governadores, Pazuello afirmou que o governo federal negocia a compra de 70 milhões de doses dessa vacina. O anúncio foi feito nesta segunda-feira (7).

O ministro citou a dificuldade em relação à vacina da Pfizer, que precisa ser mantida em temperaturas abaixo de -70º. Segundo ele, a previsão é o Ministério da Saúde receber 8,5 milhões de doses no primeiro semestre de 2021 e o restante a partir de junho.

CoronaVac

Na reunião, Pazuello também foi questionado sobre as tratativas do governo federal para a aquisição da vacina desenvolvida no estado de São Paulo em parceria do Instituto Butantan com a farmacêutica chinesa Coronavac.

O ministro disse que o imunizante também está no fim da fase três dos testes e, na sequência, deve ser submetido à Anvisa. De acordo com ele, a análise pela agência deve levar cerca de 60 dias.

“O presidente falou claramente isso aí: todas as vacinas que tiverem seu êxito, sua eficácia com seus registros da Anvisa da maneira correta e, se houver necessidade, por que não adquirir? O presidente colocou de forma clara, o resto faz parte do dia a dia das discussões do país”, disse.

G1

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Nunes disse:

    Os responsáveis são as pessoas que não se cuidam,será que ninguém sabe o que é necessário fazer pra evitar o contágio?se eu me contagiar,o culpado sou eu e não outros.

  2. Pixuleco disse:

    Taí o especialista em logística que deixou os testes vencerem . Subserviente e fraco . Leva carão de Tonho é fica todo MUFINDO ( será que existe esse termo ? ) . O gado 🐄 está acostumado . Atenção ! Sentido ! Direita volver ! MUMMMMMMMMM

  3. Cris disse:

    Será que é tão difícil entender ao fazer a leitura do texto e de outros veículos de imprensa para saber que a terceira dose da vacina do Butantã está em andamento para "a posteriori " ser submetida a aprovação pela Anvisa?

  4. Ricardo disse:

    Hipocrisia e seletividade são umas m… Antes era todo o mundo 'cientificista'. Agora pra aprovar vacina tem que sair atropelando tudo nas carreiras. Fanatismo político é outra m…

  5. M.D.R. disse:

    GOVERNO DO BOZO, está misturando SAÚDE com política, enquanto os PAÍSES estão se ajustando para VACINAÇÃO o BRASIL ficando por último. E os índices mortalidade cada vez aumentando e quem é o responsável????

  6. EDUARDO disse:

    A Anvisa vai ser a arma utilizada pelo governo pra justificar sua demora.
    Vão empurrar a aprovação das vacinas com a barriga, dando tempo para montagem de algum plano de distribuição.
    Lamentável. Ainda há quem defenda.

Pazuello diz que validade de testes de Covid-19 em estoque será estendida

O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, afirmou nesta quarta-feira (2) que a validade dos testes para Covid-19 que o governo mantém armazenados será estendida.

Pazuello participou de uma audiência pública na Câmara. O ministro explicou que os kits, quando foram adquiridos, tinham uma validade “emergencial” e ‘bem pequena”, e que já estava previsto que o prazo seria alongado.

Na semana passada, reportagem do jornal “O Estado de S.Paulo” revelou que o Ministério da Saúde armazena em São Paulo um estoque com milhões de testes que podem perder validade nos próximos meses. Nos dias seguintes, a pasta informou que recebeu relatório da Organização Panamericana de Saúde (Opas) atestando a possibilidade de extensão do prazo. O ministério também informou que pediu a ampliação para a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

“A caixa do kit, quando chegou, à época foi feito registro inicial com a Anvisa, e a empresa dando uma validade pequena, emergencial, para iniciar o uso. Bem pequena, de 8 meses. Essa validade inicial seria e será renovada. Porque os componentes do teste todos têm validade muito mais estendida”, disse o ministro.

O ministério é responsável por repassar os testes para os estados. De acordo com o ministro, não faltarão kits para os governos estaduais.

“Vai ser renovada essa validade. Não vejo nenhum motivo para não. E, sim, vamos ter testes normalmente para atender as demandas dos estados”, completou o ministro.

De acordo com o Ministério da Saúde, há mais de 7 milhões de testes parados no estoque:

2.814.500 têm data de validade que expira em dezembro;

3.979.700 vencem em janeiro de 2021;

212.900 expiram em fevereiro de 2021;

70.800 vencem em março de 2021.

A extensão do prazo ainda depende do aval da Anvisa.

Com G1

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Jailson disse:

    É o mesmo q vc comprar um alimento vencido e botar uma etiqueta sobre a data de validade anterior
    Kkkkkkkkkkkkk

  2. Santos disse:

    Certo.
    Mas quais são os critérios técnicos e margens de segurança utilizados pra definir prazos de garantia?
    É simples assim?
    Dá uma canetada e está resolvido.
    Tem que explicar direito isso daí, talkey?

  3. Cris disse:

    E os governos estaduais não vão solicitar os testes?
    Estão de pirraça?

‘É simples assim, um manda e outro obedece. Mas a gente tem carinho’, diz Pazuello

O presidente Jair Bolsonaro ao lado do ministro da Saúde, Eduardo Pazuello Foto: Pablo Jacob / Agência O Globo

O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, que está com Covid-19, afirmou nesta quinta-feira, em live com o presidente Jair Bolsonaro, que permanece no cargo de ministro. A declaração foi dada após um desentendimento entre os dois, relativo à vacina chinesa da Sinovac.

— É simples assim, um manda e outro obedece. Mas a gente tem carinho — disse Pazuello.

Pazuello contou que sentiu cansaço, dor de cabeça e febre, mas que está melhor. Ele afirmou que tomou hidroxicloroquina, o vermífugo anita e azitromicina. Segundo Bolsonaro, o fato do ministro ter melhorado comprova que os remédios tem eficácia, apesar de não haver comprovação científica que os medicamentos são eficazes contra a Covid-19.

— Mais um caso aqui concreto que hidroxicloroquina, azitromicina e anita deu certo. Mais um que deu certo — disse, acrescentando:

A aliados, Bolsonaro não escondeu a irritação com o anúncio de que o Ministério da Saúde compraria 46 milhões de doses da CoronaVac, vacina produzida pelo Instituto Butantan em parceria com a empresa chinesa Sinovac. O incômodo maior se deu pelo que o presidente considerou como “uso político” do governador de São Paulo, João Doria, sobre o tema. Na avaliação do presidente, um assunto de “tamanha importância” deveria ter sido discutido com ele antes de anunciado pelo ministro e pelo governador de São Paulo.

Mesmo desautorizado pelo presidente Jair Bolsonaro no episódio envolvendo a compra de vacina para Covid-19, Pazuello se mantém firme no cargo de ministro da Saúde. Ele garante a aliados que não vai ceder à pressão para migrar para a reserva do Exército. General da ativa, Pazuello assumiu a titularidade da pasta no mês passado sob a condição de que poderia se continuar como militar até completar oito anos de oficial general ou quatro anos de general de divisão. Ao empossá-lo, Bolsonaro garantiu que a decisão de ir para reserva seria dele.

A repercussão da aquisição da vacina impactou militantes das redes sociais do presidente, que passou o dia alegando que a compra do produto estava suspensa. Pazuello, que está em isolamento devido à infecção de Covid-19, conversou com o presidente por mensagens de WhatsApp mais cedo. Segundo aliados do ministro, as “visões técnica, política e de gestão” sobre compra de vacinas de coronavírus já estão se acertando para evitar novos imprevistos. Os novos anúncios sobre vacinas devem deixar claro se os produtos serão produzidos no Brasil.

O Globo

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Maria Bernardes disse:

    Oi???
    Não falei nada D+++ 😳
    Para me pedir moderação !!!

  2. Maria Bernardes disse:

    Esse ministro que não entende nada de saúde é só uma marionete nas mãos do filhote de ditador. Se bater mais ele gama !!!!

    • Acorda Brasil disse:

      Vocês que não entendem e nem respeitam a lógica da hierarquia estão mais próximos do Capiroto do que da Luz de Deus. Cristo era Deus e lavou os pés aos discípulos, para um militar obedecer a hierarquia é um dever moral que não traz nenhuma desonra, pelo contrário.

  3. Marquito disse:

    Isso é um Zé ruela e não ministro ……. um manda o outro obedece kkkkk se eu fosse ele pedia pra sair sem moral nem uma .

Pazuello reedita a polêmica portaria sobre aborto legal

Foto: Pablo Jacob | Agência O Globo

Quase um mês depois de ter editado a polêmica portaria que obrigava médicos e profissionais da saúde a notificarem a polícia ao acolherem mulheres vítimas de estupro que procurem uma unidade do SUS para realizar um aborto — que é legal nestes casos — o Ministério da Saúde voltou à carga sobre o mesmo assunto.

Foi publicada hoje no Diário Oficial uma nova portaria, assinada pelo ministro Eduardo Pazuello. Nela, um artigo foi excluído, mas o seu aspecto mais controvertido permenece: os médicos continuam tendo que informar à polícia sobre as vítimas do estupro.

Foi retirada do novo texto a palavra “obrigatoriedade” no artigo que trata do assunto. Pela portaria editada hoje, os médicos “deverão observar as seguintes medidas: comunicar o fato à autoridade policial responsável”. Na anterior, era “obrigatória a notificação à autoridade policial pelo médico (…)”. Mas, juridicamente, nada muda.

Assim como esta norma deixou de constar no artigo 1º, como na portaria anterior; passando para o artigo 7º — nada mudou, exceto a numeração.

Na nova portaria, há, contudo, uma alteração de fato. Foi a exclusão do antigo artigo 8º. Por ele, a equipe médica deveria informar sobre a possibilidade de visualização do feto ou embrião por meio de ultrassonografia, caso a gestante desejasse. Agora, na portaria editada hoje, isso não é mais necessário.

Lauro Jardim – O Globo

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Manoel disse:

    Viva a vida! Aborto é crime, aborto é morte!

  2. Entregador De 🍕 disse:

    Editar uma portaria complexa como essa sem o mínimo de estudo, sem base, sem absolutamente nada!
    Grande “médico” Pazuello. “Autoridade” máxima em saúde.

Alvo de Gilmar Mendes, Pazuello é quase unanimidade entre secretários de Saúde

Foto: Sérgio Lima/Poder360

Com sua possível saída comentada publicamente por membros do governo, o ministro interino da Saúde, Eduardo Pazuello, tem apoio quase unânime entre os secretários estaduais da área, que não estavam tão alinhados aos antecessores. Dos 27 secretários de Saúde do Brasil, 17 disseram ao Painel que aprovam o trabalho do general. Os demais não foram encontrados ou não responderam. O vice-presidente Hamilton Mourão disse que Pazuello deve ser trocado em agosto.

O ministro Gilmar Mendes, do STF (Supremo Tribunal Federal), fez duras críticas à ocupação de militares em postos de comando no Ministério da Saúde em meio à pandemia do novo coronavírus, em funções antes exercidas por quadros técnicos. Ele disse que o Exército está se associando a um “genocídio”.

Norte a Sul Representantes de Bahia, Rio Grande do Norte, Mato Grosso do Sul, Maranhão, Distrito Federal, Espírito Santo, SP, Ceará, Tocantins, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Paraíba, Alagoas, Pernambuco, Goiás, Pará e Acre elogiaram o trabalho de Pazuello ao Painel. Muitos deles são de governos de oposição a Jair Bolsonaro.

Ágil Os principais traços positivos destacados na administração são o pragmatismo, a organização logística e abertura para receber demandas.

Na medida “É uma pessoa cordial, mostrou-se interessado em ouvir e resolver. A equipe que aí está hoje tem uma missão bem definida. Em meio à crise, ninguém irá formular políticas de saúde nem reinventar a roda. São gestores adequados para o momento”, diz Fábio Vilas-Boas, da Bahia.

Visão Alguns secretários salientam, porém, que Pazuello só pode ser elogiado por seu trabalho na crise. “Precisamos começar a pensar num projeto de saúde para o país. Não vejo um projeto estruturado. Para além de nomes, o que interessa é um projeto”, diz Carlos Martins, do Ceará.

Painel – Folha de São Paulo

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Raimundo disse:

    Bolsonaro só indica ministros bons.
    Mandeta a imprensa ficou criando intrigas até ele sair.
    Agora criam intrigas com o general, que é fera…
    Dá pouca entrevista e trabalha muito.
    Um ministro técnico e não político.

Pazuello anuncia que Brasil deve assinar acordo para produção de vacina de Oxford nesta semana

Foto: Jorge William / Agência O Globo

O governo federal pode assinar nesta semana um acordo para produzir no Brasil a vacina contra a covid-19 desenvolvida pela Universidade de Oxford em parceria com a biofarmacêutica AstraZeneca, disse nesta terça-feira (23) o ministro interino da Saúde, general Eduardo Pazuello.

“Nós estamos fechando com a Casa Civil a assinatura já, o compromisso de participação do Brasil. Já estamos com as ligações paralelas com a universidade e com a AstraZeneca já bem adiantadas envolvendo aí a Fiocruz, a Biomanguinhos”, disse Pazuello durante audiência em uma comissão mista do Congresso Nacional que acompanha a pandemia.

“A Casa Civil está analisando essa assinatura nos próximos momentos, de hoje para amanhã, essa semana”, acrescentou o ministro.

Pazuello disse ainda que o governo também estuda parcerias similares para outras vacinas que se mostraram promissoras contra a Covid-19, doença respiratória causada pelo novo coronavírus, até o momento.

No último fim de semana, a Unifesp (Universidade Federal de São Paulo) iniciou os testes da vacina desenvolvida por Oxford em voluntários brasileiros, após esses exames clínicos terem sido aprovados pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) no início do mês.

Reuters

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Eduardo Peixoto disse:

    Ótima notícia. Parabéns, BG!

Mourão defende Pazuello sobre números da Covid-19: ‘politização’ da pandemia

Foto: Reprodução/CNN Brasil

O vice-presidente, Hamilton Mourão, saiu em defesa do ministro interino da Saúde, general Eduardo Pazuello, na crise que envolve a divulgação de dados do novo coronavírus pela pasta. À CNN, Mourão disse, nesta terça-feira (9), que Pazuello e sua equipe não estão no governo para camuflar dados, e que o “resto é mais um capítulo da politização da questão sanitária”.

“Tenho certeza de que o Pazuello e sua equipe não estão no Ministério para camuflar dados e, sim, para solucionar a questão logística e financeira do apoio aos Estados e municípios, algo que vem ocorrendo muito bem e com elogios por parte dos secretários de Saúde. O resto é mais um capítulo da politização da questão sanitária”, afirmou o vice-presidente.

Mourão disse desconhecer as razões para mudança no método de divulgação dos números, mas avaliou que o presidente Jair Bolsonaro “jamais daria uma determinação estúpida” para limitar o número de mortes diárias. Segundo o jornal O Estado de S. Paulo, a mudança teria ocorrido após Bolsonaro exigir que o número de óbitos divulgados fosse menor que mil.

CNN Brasil

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Sonegado inveterado disse:

    Só faltou cidadão pagador de impostos colocar changrila de da no samba do criolo doido que ele formou! Kkkkkkkkk

  2. Cidadão pagador de impostos disse:

    Venezuela, Coréia do Norte, Chenobil e etc…
    O governo Bolsonaro tá igual…

    • Bruno disse:

      Cidadão, só não concordo com você, porque seria duas pessoas, falando bosta.

    • Fique em casa!!!! disse:

      Falando nisso, senhor "Cidadão pagador de impostos", não deixe de pagar impostos nesse mês, pois a querida governadora Fátima Gópi nos deixou em casa e tem que pagar a 1ª parcela do décimo mês que vem.

NÃO PROCEDE: Ministério da Saúde alerta perfil fake do ministro interino Eduardo Pazuello com crítica a operação da PF

Foto: Reprodução/Twitter

Atenção! O Ministério da Saúde informa que o ministro interino Eduardo Pazuello não possui contas em redes sociais. O perfil com a mensagem é “fake” e a pasta solicitou à plataforma sua exclusão. As informações foram divulgadas pelo Ministério da Saúde na tarde desta quarta-feira(27), através do microblog Twitter.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Carlúcio disse:

    Vamos checar todas as informações das redes sociais, boa parte são fake news.

Bolsonaro diz que Pazuello vai ‘ficar por muito tempo’ no Ministério da Saúde

Foto: Adriano Machado/Reuters

Questionado na manhã desta quarta-feira se já escolheu o novo ministro da Saúde, o presidente Jair Bolsonaro afirmou que o general Eduardo Pazuello, que assumiu interinamento o comando da pasta após a saída de Nelson Teich, na semana passada, “vai ficar por muito tempo” no cargo. Ainda segundo Bolsonaro, Pazuello, que não tem experiência prévia com a área de saúde, é “um bom gestor” e terá médicos em sua equipe.

— Ele vai ficar por muito tempo esse que tá lá. Não vou mudar não. Ele é um bom gestor e vai ter uma equipe boa de médicos embaixo dele — declarou o presidente, em conversa com garis no caminho entre os palácios da Alvorada e do Planalto, por volta das 9h.

Bolsonaro falou ainda sobre os impactos econômicos da pandemia do novo coronavírus na população mais pobre, que já está com geladeiras vazias, e reiterou que “mais da metade” vai pegar a doença.

— Não adianta. É igual a uma chuva chover aqui agora. Vamos enfrentar, tomar conta do pai de vocês, da minha mãe, que está viva, quem pegou a doença, e toca o barco, toca a vida. Esse empobrecimento que estão fazendo quase no Brasil todo vai levar o pobre a ficar mais pobre, classe média ficar pobre, e é ruim para todo mundo, porque sem dinheiro não tem vida, não tem saúde — declarou.

O Globo

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Marcelo disse:

    É muito feio prometer o que não se pode cumprir, kkkk coisa de político mesmo…

  2. Cidadão pagador de impostos disse:

    Um pára-quedista lkkkkkkkkkkkk
    Tamo fu….

Ministro-substituto, general Eduardo Pazuello, nomeia nove militares do Exército para atuar no Ministério da Saúde

Foto: Reprodução/Globo News

O ministro-substituto da Saúde, general Eduardo Pazuello, nomeou mais nove militares do Exército para atuar no ministério. As nomeações foram publicadas na edição desta terça-feira (19) do “Diário Oficial da União”.

O governo vem aumentando a presença de militares no Ministério da Saúde desde a saída de Luiz Henrique Mandetta do comando da pasta. O primeiro foi Pazuello, nomeado secretário-executivo do então ministro da Saúde Nelson Teich, que deixou o cargo na semana passada.

No final de abril, Carlos Alberto Andrade e Jurgielewicz foi exonerado do cargo de secretário-executivo adjunto da Secretaria-Executiva do Ministério da Saúde e, para o lugar dele, foi nomeado o coronel do Exército Antônio Élcio Franco Filho, que havia comandado a Secretaria de Saúde de Roraima antes de ir para o governo federal.

Em outra portaria publicada nesta terça, Pazuello mudou o cargo do coronel Antônio Élcio. Agora ele será secretário-executivo substituto do Ministério da Saúde.

Já no começo de maio, pelo menos outros dois militares foram nomeados para atuar no ministério.

Confira as novas nomeações de militares do Exército para o Ministério da Saúde, publicadas nesta terça:

André Cabral Botelho, subtenente de infantaria, será coordenador de contabilidade;

Ramon da Silva Oliveira, major, será coordenador-geral de Inovações de Processos de Estruturas;

Giovani Cruz Camarão, subtenente, será coordenador de Finanças do Fundo Nacional de Saúde (FNS);

Alexandre Magno Asteggiano, capitão, será assessor;

Marcelo Sampaio Pereira, tenente-coronel, será diretor de programa;

Vagner Luiz da Silva Rangel, tenente-coronel, será coordenador de execução orçamentária;

Luiz Otávio Franco Duarte, coronel, será assessor especial do ministro;

Angelo Martins Denicoli, major, será diretor do Departamento de Monitoramento e Avaliação do SUS;

Mario Luiz Ricette Costa, tenente, atuará na Subsecretaria de Planejamento e Orçamento.

G1

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. José disse:

    Talvez com a "Dita Dura" dos militares resolva os problemas da saúde! Kkk

  2. Jd disse:

    Haja bala! Isso é um ministério da saúde ou um quartel! Doís salários …

    • Ojuara disse:

      Pior era quando só era um salário, mas o roubo era bilionário. Questão de escolha né.

  3. Chega de CANALHAS disse:

    A esquerdalha PIRA GERAL, os "CUMPANHEIROS" estão sem poder roubar.KKKKKKKKKKKMMK

  4. Observando disse:

    a boquinha acabou.

  5. Rafael Franco disse:

    Será q os milicos gostam de pontinha? Esses aí são os verdadeiros parasitas da república!

  6. Véio de Rui disse:

    Mil vezes militares do que um covil de ladrões!

  7. Nando disse:

    Coronel-Virus, vai pra frente pra combater a porra do covid-19.

  8. sergio disse:

    Realmente são muitos militares, porém se tiverem capacidade tudo bem. É melhor um militar honesto do que os ladrões do PT,PSDB e MDB.

  9. Luiz Antônio disse:

    A Armada e a Aeronáutica estão com pouco prestígio nesse governo.

  10. Cidadão Indignado disse:

    Que vergonha! Com certeza, pessoas sem a qualificação adequada para a função. Militares entendem de guerra; será uma catástrofe anunciada previamente. Meus pêsames para esse governo de desqualificados!

    • Chicó disse:

      Você sabe em quais instituições a população mais confia ?

    • Prmo disse:

      É muita falta de conhecimento acha que militar não tem qualificação para outras áreas. Santa ignorância !

    • Waldemir disse:

      Cala a boca esquerdista pode ficar indignado mas vc vai ter que trabalhar

  11. Gil disse:

    Socorro!!!! Governo federal virou cabide de emprego para militar aposentado. Vcs não são os fodões, vão para iniciativa privada, mas vão nada, são acostumados a ficar dentro do quartel e no fim do mês a grana cair na conta certinho. Abram uma empresa ou vão procurar emprego no mercado. Quer morrer sugando do Estado.

    • Prmo disse:

      Não roubando nosso dinheiro e fazendo um bom serviço é o que importa. Estão julgando antes de sequer ver qualquer atuação por parte deles.

  12. Bezerra disse:

    Misericórdia!!!

  13. Luiz Antônio disse:

    Vão botar o coronavírus pra fazer ordem unida.

  14. OSORIO SAMPAIO disse:

    E UM MINISTÉRIO DE SAUDÊ OU UM QUARTEL.