MPF arquiva investigação sobre perda operacional de vacinas no RN

Nessa segunda-feira (1), o Ministério Público Federal (MPF) arquivou investigação sobre supostas irregularidades no plano estadual de vacinação contra a covid-19 do Rio Grande do Norte. O plano prevê a perda operacional de até 5% das doses enviadas pelo Ministério da Saúde ao estado.

Com as informações solicitadas à Secretaria de Saúde Pública potiguar (Sesap), ficou claro que a previsão de perda operacional está de acordo com as melhores técnicas e com as instruções do Ministério da Saúde. O MPF destacou que as campanhas de vacinação devem considerar, no planejamento, as perdas de doses, causadas por motivos técnicos – como esgotamento do prazo de validade – ou casos fortuitos e de força maior – como a quebra acidental de frascos ou problemas no acondicionamento térmico. Os planos estaduais de outros estados, como Espírito Santo, Santa Catarina, Amazonas, Mato Grosso do Sul e Maranhão, também incluíram a mesma possibilidade.

Segundo o MPF, “considerando a natureza técnico-operacional assumida pelas perdas dentro de uma campanha de vacinação, não se vislumbram indícios de irregularidades em sua previsão”. Destaca-se também que o percentual de 5% está longe de ser alcançado até o momento no estado. Durante o primeiro mês de vacinação, apenas 10 doses foram perdidas; outras 61 estão sob análise, em virtude de oscilações de temperatura no armazenamento. O número não chega a 1% das 82.440 doses recebidas.

Dessa forma, o MPF ressalta que “as perdas operacionais devem ser evitadas ao máximo, a fim de otimizar a campanha de vacinação”, como vem acontecendo regularmente no RN, já que “no atual cenário pandêmico decorrente da crise médico-sanitária causada pelo novo coronavírus, as campanhas de vacinação passaram a ocupar posição de destaque como medida sanitária capaz de refrear o avanço da covid-19, assegurando os direitos à vida e à saúde dos cidadãos”.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Flavio disse:

    As que foram desviadas vai ficar por isso mesmo ?
    Por acaso os ilustres procuradores ja se vacinaram ? Bem capaz .

MPF pede que teste negativo de covid-19 seja obrigatório em voos nacionais

Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil

O Ministério Público Federal (MPF) entrou na Justiça para obrigar as companhias aéreas a exigirem teste negativo da covid-19 para embarque em voos nacionais.

A ação, impetrada na Justiça Federal do Ceará, busca evitar a disseminação da doença diante das novas variantes do coronavírus já observadas em algumas regiões do país.

Os procuradores pedem que a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) proíba a viagem daqueles que não apresentarem teste negativo do tipo RT-PCR, realizado em no máximo 72 horas antes do voo.

O exame deve ser exigido de passageiros e tripulantes, em voos comerciais ou privados. Segundo os procuradores, o tráfego aéreo é responsável pela universalização e diversificação da covid-19.

“De nada adianta distanciamento social e medidas farmacológicas, se se permite a inserção no território de novas pessoas infectadas, que não estavam submetidas a qualquer forma de contenção”, afirmam.

De acordo com o MPF, o número de pessoas infectadas “tende a crescer em escala geométrica se não forem adotadas sérias medidas de distanciamento social e restrições ao livre trânsito de pessoas”.

A petição é assinada pela procuradora Nilce Rodrigues e pelos procuradores Allessander Sales, Márcio Torres e Ricardo Mendonça.

“Quando não viável o fechamento das fronteiras, barreiras sanitárias eficazes devem ser criadas”, defendem.

Valor

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. SOCORRO COSTA disse:

    Adorei!

  2. Gustavo disse:

    Tem razão Marcelo. Tem que testar todos e comprar mais testes superfaturados. O dinheiro mandando em tudo e todos.

  3. Gustavo Sá disse:

    Nas eleições tinha nada disso! Kkkk só cai nessa balela gente muito alucinada e sem nenhum senso crítico.

  4. Erasmo disse:

    Excelente, tomara que seja aprovado mesmo, 1 contaminado num avião pode disseminar para vários outros passageiros.

    • george disse:

      Tens razão Erasmo.

      Acho que deveria proibir viagem de avião, aí o risco de contágio seria zero.

      #aEconomiaNosVemosDepois

    • Marcelo disse:

      Seguindo este seu pensamento, então, a medida também deveria ser tomada nos ônibus, taxis, uber e trens urbanos. Ou seria dois pesos e duas medidas?

Para MPF, Petrobras é única responsável por reparação de danos ambientais em Natal

O Ministério Público Federal (MPF) na 5ª Região manifestou-se contra o pedido da Petrobras para que o Estado do Rio Grande do Norte e o Município de Natal também sejam considerados responsáveis pelos possíveis danos causados pela contaminação do solo na região em que se localizavam os tanques do parque de abastecimento de combustíveis da empresa, na área do Terreno do Terminal de óleo em Natal (TENAL) e no Píer das Dunas, em Natal (RN).

Após a retirada dos tanques, no ano de 2013 – como resultado da atuação do MPF no Rio Grande do Norte –, um estudo ambiental detectou contaminação do solo em uma área de 113 m², por impregnação de óleo e concentração de metais pesados em nível acima do recomendado pelas normas internacionais.

Em meio a uma outra ação civil pública proposta pelo MPF/RN, a Justiça Federal naquele estado concedeu antecipação de tutela, determinando que a Petrobras apresentasse plano detalhado, com cronograma previsto para a realização de toda a descontaminação do local. A empresa recorreu ao Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF5).

Em manifestação apresentada ao Tribunal, o MPF na 5ª Região reafirma concordar com retirada do Estado e do Município do chamado polo passivo do processo, eximindo-os de dividir com a Petrobras a responsabilidade pela reparação ambiental.

“Ainda que não se desconheça a responsabilidade solidária dos entes pelos eventos danosos decorrentes de uma atividade anteriormente licenciada e consentida pelos órgãos federais, estaduais e municipais em questão, os referidos entes demonstraram e ainda demonstram atuação no sentido de impedir a manutenção da situação de não recuperação da área, inclusive com cooperação técnica e imposição de sanções a Petrobras e suas concessionárias”, explica o procurador regional da República José Cardoso Lopes.

O MPF ressalta que, embora a Petrobras já esteja se prontificando a dar início às intervenções de recuperação ambiental da área afetada, é preciso considerar a negligência com que a situação vem sendo tratada, já que se passaram mais de dez anos sem que fossem empreendidas medidas concretas para reverter o quadro e impedir que o problema se alastre.

N.º do processo: 0814154-13.2020.4.05.0000

Íntegra da manifestação do MPF:

http://www.mpf.mp.br/regiao5/sala-de-imprensa/docs/2021_02_02_reparacao_dano_ambiental_Petrobras_RN_manifestacao.pdf

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Lourenço disse:

    Nhonho foi de Baleia, veja o que deu o cruzamento do PT, PSOL, MDB, PSDB…KKK/KK FERRO NA BONECA.

  2. Lourenço disse:

    Enquanto a esquerda DesMaia a DireiDelira, vão para galera Pixu, Manoel Mané, Samuel Url, Zezinho do Gado, Natalense. Depois corram que a rural de Nove dedos já levou ele para Cuba.

  3. Natalense disse:

    Agora que o presidente tem o poder absoluto, ou vira imperador (no sentido de usar as estruturas do Estado para proteger os filhos) ou faz as reformas, quero ver vender a Petrobrás, Banco do Brasil, Correios, EBC, Eletrobrás, Caixa Econômica Federal e outras. Governo sem projetos. Brasil sem governo.

    • Vitor disse:

      Vai chorando, anti-horário! Um dia você cansa.

    • Julian disse:

      Esse natalense depois da surra de ontem ainda não foi dormir?
      Kkkkkkkkkk
      Vai emaluquecê.
      rsrsrs!!

    • Paulo disse:

      Ta faltando tomar o tarja preta. Ohhh coitados

    • João Soares disse:

      mesmo papo de pixuleco, mané, bicho de chifre entre outros animais, hem natalense. Kkkkk

MPF vai apurar possível perda de mais de 4 mil doses de vacinas no RN

O Ministério Público Federal (MPF) abrirá procedimento para apurar os detalhes sobre a possível perda operacional de 5% das doses da vacina Coronavac que foram enviadas pelo Ministério da Saúde para o Rio Grande do Norte. A abertura do procedimento foi determinada pelo coordenador do Núcleo de Combate à Corrupção (NCC), procurador da República Kleber Martins, tendo em vista o surgimento de questionamentos a respeito.

Esse percentual está previsto em uma nota técnica da Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap/RN). O documento, de 19 de janeiro, trouxe informações sobre a campanha de vacinação contra a covid-19 e – em seus itens 10.2 e 10.3 – aponta que, das 82.440 doses da vacina Coronavac destinadas ao Rio Grande do Norte, haveria uma perda operacional de 5%, equivalente a 4.122 doses.

A informação, destaca o procurador, causou perplexidade na população, “porque lhe permitiu inferir que o órgão de saúde máximo do Estado aceitava com elevada naturalidade que mais de 4 mil doses de um dos itens mais importantes do mundo na atualidade – a vacina contra a covid-19 – fossem simplesmente perdidas durante a vacinação, como se isso fosse comum e, portanto, tolerável no serviço público; afinal, fosse a vacina ministrada pela rede privada de saúde, haveria igual ‘perda operacional’?”

Para Kleber Martins, diante dos questionamentos, o MPF deverá apurar a situação, “tendo em vista o elevado interesse público que existe sobre a vacinação ora em curso e, notadamente, sobre a escorreita aplicação dos recursos públicos com ela despendidos”.

Justiça Potiguar

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Sebastiao disse:

    Acredito eu que esses são os desvio do governo do estado tufo que tem acesso tem eu E tira para o seu bolso partícula até na vacina, queremos explicação governo

  2. marcos disse:

    Natural quando temos um governante do PT (perda total).

  3. José disse:

    Com certeza houve desvios cabulosos como pode em todo Brasil só o RN perder tanta vacina assim.ponto para o MPF

  4. Justiceiro disse:

    Como gostam de holofotes!
    Não há perda provável de 5%. Há, por orientação do próprio Ministério da Saúde a possibilidade aceita de em caso de perda, se chegar a 5%. Os motivos são desde problemas no acondicionamento ao transporte. Ou até mesmo no manuseio no momento da aplicação.

    • Cida disse:

      Então o pensamento do estado do RN é: "Se existe uma possibilidade de perda de 5%, vamos sumir com 5% que estará tudo bem?

  5. Anônimo disse:

    Provavelmente tenham 4mil pessoas vacinadas que furaram a fila. É bem mais óbivio! Num momento com este, os responsáveis aceitarem com "naturalidade" um fato como este.

Justiça confirma decisão do MPF de arquivar representação de reitora da Ufersa contra estudante

Foto: Reprodução/Ufersa

A Justiça Federal no Rio Grande do Norte ratificou entendimento do Ministério Público Federal (MPF) e confirmou o arquivamento judicial de inquérito policial provocado pela reitora da Universidade Federal Rural do Semi-Árido (Ufersa), Ludmilla de Oliveira, contra a estudante de Direito Ana Flávia de Lira. A reitora havia denunciado supostos crimes de calúnia, difamação, ameaça e associação criminosa após a estudante se manifestar contra a nomeação dela para o cargo. Ludmilla foi nomeada pelo presidente da República mesmo tendo ficado em terceiro lugar na eleição interna. Leia matéria completa AQUI no Justiça Potiguar.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. João Macena disse:

    João Juca e Turci, perfeito o comentário de vcs. Por isso, quê a maioria do povo Brasileiro, não acredita na justiça. João Macena.

  2. João Juca Jr disse:

    Se fosse o contrário (a aluna representando contra a Reitora), certamente a aluna teria êxito na ação. O judiciário brasileiro é uma vergonha.

  3. Olimpio disse:

    Como uma reitora vai ter moral pros alunos, se a própria justiça desmoraliza.

  4. Antonio Turci disse:

    Incrível. Aluna inocente e Reitora culpada? Haja paciência. "Durma-se com um barulho desses e acorde feliz" Decepção com os ilustres julgadores.

    • João Neto disse:

      A aluna foi inocentada das acusações da reitora. Ela simplesmente perdeu a ação.

MPF ingressa com ação de improbidade contra ex-senador José Agripino e Rosalba Ciarlini

Foto: Reprodução

O Ministério Público Federal (MPF) informa que as investigações sobre desvios na construção do estádio Arena das Dunas já resultaram em 11 denunciados, incluindo a ex-governadora Rosalba Ciarlini e o ex-senador José Agripino.

Ao contrário do que foi divulgado por alguns blogs, a não inclusão do ex-senador na denúncia apresentada na última semana não representa que o MPF tenha deixado de considerá-lo responsável por parte dos desvios.

José Agripino Maia responde a uma ação penal e a uma ação de improbidade administrativa, na 2ª Vara da Justiça Federal no RN, pelo recebimento de quase R$ 1 milhão em propina em troca de auxílio à empreiteira OAS, responsável pela construção do estádio Arena das Dunas, conforme veiculado em 2018 (http://www.mpf.mp.br/rn/sala-de-imprensa/noticias-rn/mpf-apresenta-acao-contra-jose-agripino-por-propina-em-construcao-de-estadio).

Paralelo – Em razão do foro por prerrogativa de função, a denúncia contra o então senador sobre o mesmo esquema teve de ser apresentada pela Procuradoria-Geral da República ao Supremo Tribunal Federal (STF), que em dezembro de 2017 decidiu pelo seu recebimento (tornando-o réu sob acusação de corrupção passiva e lavagem de dinheiro). Somente então os autos foram remetidos à Procuradoria da República no RN.

Por esse motivo, as ações em face do ex-senador tramitam em paralelo a outros procedimentos sobre irregularidades na construção da Arena, como a denúncia contra a ex-governadora do RN, Rosalba Ciarlini, e ox-presidente da OAS, Léo Pinheiro, divulgada na última semana (http://www.mpf.mp.br/rn/sala-de-imprensa/noticias-rn/arena-das-dunas-mpf-denuncia-ex-governadora-do-rn-e-ex-presidente-da-oas-por-desvio-de-r-16-mi).

O ex-senador também responde a outros processos de iniciativa do MPF/RN, como na Operação Sinal Fechado, sobre esquema de corrupção no Detran/RN nomeação de “funcionário fantasma”.

Justiça Potiguar

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Marcos almeida disse:

    Estamos bem de senadores hj com certeza, Styveson,Zenaide e Jean Paul. Nomes perfeitos para uma comedia global.

  2. Calígula disse:

    José Agripino foi o melhor governador do RN e tbm um bom senador.
    #Fora FATIMA BEZERRA

    • Pedro disse:

      Moço, essa quarentena não tá te fazendo bem não… Melhor procurar um psiquiatra.

  3. Chico 100 disse:

    Esses dois não chegam nem no chinelo de Fátima. A população do RN já sabe que Fátima será a melhor da história. Os invejosos torcem contra , mas não tem jeito. Fátima todo o RN está com Você e não abre nem pra uma carreta cheia de gado em cima 😂😜

    • Lisbela disse:

      Amigo, vc tá consciente, brincando ou drogado, pra falar uma besteira dessas???????

  4. De olho👀 disse:

    É o mesmo processo de Henrique (pato rouco) Alves?

  5. Aparecida disse:

    Acho que existe equívoco nessa Denúncia do MPF, pois só existem mal feitos realizados por políticos do PT, pelo menos foi a lavagem cerebral feita pela "GROBO". Os demais são todos inocentes. Nenhum político usa dinheiro público para mudar todos os dentes (dizem que o valor correspondeu ao valor de um carro popular). Enquanto os banguelas vestem verde e amarelo.

  6. Everton disse:

    A blindagem de jaja é pesada. A firma dele é forte.

MPF denuncia empresário Fernando Ikeda por fraudar financiamentos

O Ministério Público Federal (MPF) denunciou o empresário Fernando Ikeda por fraude na obtenção de financiamento e desvio de finalidade na aplicação dos recursos, além de lavagem de dinheiro. Entre 2009 e 2011, ele usou empresas de fachada, em nome de laranjas, para simular a aquisição de máquinas destinadas a suas indústrias localizadas em Natal (F. Ikeda Indústria de Alimentos Ltda.) e Fortaleza (Snacks do Brasil Indústria de Alimentos Ltda.), porém os quase R$ 10 milhões obtidos foram usados para compras pessoais, incluindo apartamento, jet ski e lancha.

Os dois financiamentos feitos junto ao Banco do Nordeste (BNB) – utilizando recursos do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE) – foram de R$ 4.058.010 e R$ 5.897.200. Com o dinheiro em mãos, o empresário simulou a aquisição das máquinas perante empresas de fachada pertencentes ao seu próprio grupo empresarial (LPI – Linha de Produção Industrial Máquinas Ltda. e Maquin – Máquinas Industriais Ltda.).

As duas não existiam de fato, foram constituídas pelo empresário e sua então esposa, que depois passaram a sociedade para o nome de empregados de Ikeda. Além da compra dos artigos de luxo, o réu também destinou R$ 1 milhão dos recursos para outra de suas empresas, a Multplix Construções Ltda.

Os financiamentos, por consequência, também não foram quitados. Até agosto de 2018, a dívida com o banco público – somando juros e multas – já ultrapassava os R$ 16 milhões. Relatórios de fiscalização do BNB, de julho de 2010, não localizaram parte dos equipamentos e apontaram indícios de que outras máquinas apresentadas eram antigas, tendo sido reformadas, e não novas como previa o contrato junto ao FNE.

Luxo – Com os recursos do primeiro financiamento (obtido pela F. Ikeda para supostas compras na LPI), o empresário adquiriu um apartamento no Edifício Portal da Enseada, na Avenida Governador Sílvio Pedrosa, em Areia Preta. A área à beira-mar é uma dos metros quadrados mais caros de Natal. O imóvel custou R$ 680 mil e foi vendido em 2011, por R$ 950 mil, e somente neste ano foi incluído em sua declaração de Imposto de Renda, como se tivesse sido comprado e vendido no mesmo exercício, para não chamar a atenção da Receita Federal.

As embarcações custaram R$ 36 mil (o jet ski) e aproximadamente 70 mil (a lancha) e foram passadas em 2012 para o nome da filha e da então namorada do empresário, sendo posteriormente vendidas a terceiros. Colocar as embarcações em nome da namorada e da filha foi a forma encontrada pelo empresário para dissimular a posse dos bens, quando começaram a surgir as suspeitas.

Desse primeiro financiamento (de R$ 4 milhões), parte do dinheiro foi repassado da conta da LPI direto para a conta pessoal do empresário. Até 10 de agosto de 2018 o Banco do Nordeste informava que faltavam ser pagos R$ 3.399.619,38 da parte principal. Somado aos juros e multa, a dívida já alcançava R$ 6.219.810,23.

Capitalização – Já o segundo financiamento, de R$ 5,8 milhões, foi obtido pela Snacks para supostas compras na Maquin. Parte do dinheiro sequer foi transferido à Maquin, enquanto outros montantes foram “devolvidos” à Snacks ou repassados à F. Ikeda Indústria de Alimentos, bem como para outra empresa do grupo empresarial de Fernando Ikeda, a Multplix Construções Ltda, que nunca atuou na área de maquinários, mas recebeu R$ 1 milhão para se capitalizar.

O BNB informou que, em 10 de agosto de 2018, estava em aberto o pagamento de R$ 4.845.288,81 da parte principal do débito referente a esse segundo financiamento, que acrescido de juros e multa atingia um montante de R$ 9.875.966,77.

As investigações contaram com o afastamento de sigilos fiscal e bancário, obtenção de documentos complementares e depoimentos de testemunhas. O empresário agora responde por fraude na obtenção de financiamento e desvio de finalidade na aplicação dos recursos (arts. 19 e 20 da Lei n. 7.492/1986) e lavagem de dinheiro (art. 1º da Lei n. 9.613/1998). A ação penal já foi recebida pela Justiça Federal e tramita sob o número 0807973-16.2020.4.05.8400.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Anselmo disse:

    Mais um cidadão de bem.

Arena das Dunas: MPF denuncia Rosalba Ciarlini, ex-presidente da OAS e mais 8 por desvio de R$ 16 milhões

Foto: Reprodução

O Ministério Público Federal (MPF) denunciou a ex-governadora do Rio Grande do Norte Rosalba Ciarlini Rosado (atual prefeita de Mossoró); seu marido Carlos Rosado; o ex-presidente da Construtora OAS José Pinheiro Filho (conhecido como Léo Pinheiro) e outros sete acusados pelo esquema de corrupção que desviou cerca de R$ 16 milhões da construção da Arena das Dunas para a Copa do Mundo de 2014, em Natal.

O desvio de recursos foi comprovado por meio da “Operação Mão na Bola”, deflagrada em dezembro do ano passado pelo MPF e Polícia Federal. As investigações apontaram, entre 2011 e 2014, o pagamento de propina com valores do financiamento do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para a construção da arena, por meio de pagamentos a empresas subcontratadas para prestação de serviços fictícios ou superfaturados, a fim de gerar “caixa dois” com “dinheiro vivo”. O objetivo das propinas foi assegurar o contrato de parceria público-privada da Arena das Dunas com os agentes públicos envolvidos e evitar greves de trabalhadores que pudessem comprometer a execução da obra junto ao sindicato local.

Matéria completa AQUI no Justiça Potiguar

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. […] atual prefeita de Mossoró, Rosalba Ciarlini se pronunciou sobre a denúncia feita contra ela pelo MPF nesta quarta-feira (9). Por meio de nota, a ex-governadora do RN diz que o Ministério Público […]

  2. Gildo disse:

    A PRESSA ERA GRANDE PARA DERRUBAR O MACHADÃO, TROUXERAM UM TRATOR ÀS PRESSAS PARA DERRUBAR, ERA UMA COISA DE LOUCO E NINGUÉM FAZIA NADA. NUNCA VI UMA COISA ABSURDA DAQUELAS. KKKK A SOLUÇÃO É OS POLÍTICOS MANDAREM DERRUBAR AQUELA COISA, QUE INCLUSIVE AJUDOU A QUEBRAR TODOS OS EMPREENDIMENTOS NO ENTORNO,( NEM PARA VENDER CHURRASQUINHO AQUELA REGIÃO PRESTA). POIS FICA EM UMA REGIÃO CENTRAL E TODOS QUE PASSAM NA FRENTE DO ELEFANTE, FICAM PUTO DA VIDA LEMBRANDO O QUE OS POLÍTICOS ROUBAM DO POVO.

    • José, o arquiteto do universo. disse:

      Os negócios empresariais não dão certo só naquela área da avenida Prudente de Morais em frente ao estádio arena das dunas,mas em toda a sua extensão,o problema é a falta de locais para estacionamentos que não existem,com aquelas faixas exclusivas para ônibus dos dois lados da avenida Prudente de Morais que prejudicam todos os estabelecimentos comerciais e de prestação de serviços.

MPF denuncia ex-gestores de hotel em Natal por evasão de mais de 1 milhão de dólares

O Ministério Público Federal (MPF) denunciou os irmãos Flávio Alexandre Pontes e Silva e Fabiano Alexandre Pontes e Silva por movimentarem, ilegalmente, mais de um milhão de dólares através de uma conta localizada em Luxemburgo, na Europa, sem nada informarem à Receita Federal e ao Banco Central. O dinheiro, sobre o qual não pagaram os devidos impostos, era investido em ações na Bolsa de Valores de Nova Iorque e aplicado em fundos de investimentos europeus.

Os dois irmãos, que foram gestores de um hotel da Via Costeira em Natal até 2018, já foram condenados em primeira instância pelos mesmos tipos de crimes (evasão de divisas e lavagem de dinheiro), dentro do Processo 0802996-83.2017.4.05.8400. Nesse caso, eles mantinham uma conta em Portugal e movimentavam recursos mediante uma empresa offshore. Posteriormente, a partir de cooperação jurídica internacional de Luxemburgo, foram descobertas a conta existente naquele país e as novas práticas criminosas.

A legislação brasileira exige, de quem mantém recursos fora do país, a chamada declaração de capitais brasileiros no exterior, que os irmãos nunca apresentaram. A existência de recursos e movimentações superiores a R$ 100 mil também tinham de ser comunicados às autoridades. Os tributos que deixaram de pagar, inclusive, não poderão mais sequer ser cobrados (por já ter completado o prazo de cinco anos desde que pararam de movimentar a conta), tornando inviável o ressarcimento dos prejuízos causados aos cofres públicos brasileiros.

Movimentação – A conta bancária em Luxemburgo era formada por duas subcontas. A primeira recebeu de início, em 2007, um total de 901 mil dólares da conta bancária que eles mantinham através da offshore Lozcan International Limited no Banco Espírito Santo, em Portugal (e pela qual foram condenados em primeira instância). “A partir de então, a subconta em questão passou a ser usada pelos acusados principalmente para realização de significativos investimentos em ações negociadas em especial na Bolsa de Valores de Nova Iorque”, aponta a nova denúncia.

A outra subconta recebeu inicialmente 357 mil euros, também de uma das contas bancárias em Portugal e igualmente em 2007. Esses valores foram destinados a aplicações financeiras em fundos de investimentos europeus. Quando do encerramento da conta principal em Luxemburgo, no dia 16 de janeiro de 2013, Fabiano e Flávio transferiram um saldo de 525 mil dólares para a conta bancária de uma offshore, a Deep Sharp International, mantida no Royal Bank of Canada, no Canadá.

Lavagem – Durante todo o período investigado, eles ocultaram as movimentações e a existência dos recursos. Inclusive, “ao encerrarem a conta bancária na instituição financeira luxemburguesa e enviarem o saldo respectivo para conta bancária mantida em banco canadense em nome de empresa offshore obscura, a respeito da qual pouco se sabe no Brasil, os acusados continuaram a esconder a propriedade dos montantes em referência das autoridades brasileiras”, ressalta o MPF.

Os dois irão responder pelos crimes de evasão de divisas (art. 22, parágrafo único, parte final, da Lei n. 7.492/1986) e lavagem de dinheiro (art. 1º da Lei n. 9.613/1998). A ação penal, já recebida pela Justiça Federal, tramita sob o número 0806922-67.2020.4.05.8400.

http://www.mpf.mp.br/rn/sala-de-imprensa/noticias-rn/mpf-denuncia-ex-gestores-de-hotel-em-natal-por-evasao-de-mais-de-1-milhao-de-dolares

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. José disse:

    Ñ bota o nome do hotel.

Operação Bis: MPF processa casal de empresários em Natal por promoverem empréstimos ilegais e lavagem de dinheiro

O Ministério Público Federal (MPF) denunciou o casal de empresários Aélio Luís Fonseca de Araújo e Wlana de Souza Câmara Araújo por lavagem de dinheiro e funcionamento não autorizado de instituição financeira, entre os anos de 2013 e 2019. A partir de Natal (RN), eles utilizavam uma empresa de factoring e outra de contabilidade para oferecer empréstimos ilegais, com juros abusivos, e movimentaram milhões em espécie para tentar fugir dos órgãos de controle.

O casal já havia sido condenado pelo crime de operação não autorizada de instituição financeira (no Processo 0001850-45.2014.4.05.8400), sentença que inclusive transitou em julgado. Ainda assim, um relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) e as provas levantadas pela Operação Bis (deflagrada em março de 2019) demonstraram que a atividade criminosa se mantinha.

Funcionamento – A nova denúncia do MPF aponta que os réus utilizavam a empresa de fomento mercantil, Business Factoring Fomento Mercantil Ltda.; e a de contabilidade, A&B Assessoria Contábil Ltda., para promover operações típicas de instituição financeira, sem a devida autorização do Banco Central. Eles captavam recursos de terceiros e de instituições financeiras oficiais e faziam empréstimos a outros clientes, inclusive cobrando juros de até 6% ao mês, quando o limite legal é de 1%.

Somente de janeiro de 2013 a janeiro de 2015 a A&B repassou à Business R$ 2,4 milhões, além de outros R$ 4,3 milhões captados pela empresa de factoring. Muitos dos que repassavam dinheiro à empresa também receberam quantias, em um intercâmbio ilegal de valores. Nesse mesmo período, o casal ocultou a origem e a movimentação do dinheiro proveniente da atividade criminosa, utilizando vasta quantidade de dinheiro em espécie, depositado principalmente nas contas bancárias de suas duas empresas, mas também nas contas bancárias pessoais.

Apenas naqueles dois anos a Business recebeu R$ 4,8 milhões em depósitos em espécie em suas contas, sem identificação de origem, enquanto a A&B outros R$ 2,9 milhões. Nas contas pessoais do empresário chegaram R$ 122 mil em depósitos online e no da empresária R$ 73 mil em depósitos em dinheiro. “O uso de valores em espécie, sem identificação de origem, é uma das mais conhecidas tipologias de lavagem de dinheiro”, destaca a denúncia do MPF.

Bis – A partir dos mandados de busca e apreensão cumpridos na operação, em março de 2019, ficou claro que as atividades ilegais continuavam sendo praticadas, com diversos diálogos entre os empresários e seus clientes, tanto os tomadores dos empréstimos, quanto os que emprestavam dinheiro à empresa de factoring. Foram descobertas, inclusive, listas com os nomes e os juros abusivos contratados, bem como cheques, notas promissórias e confissões de dívidas que serviam de “garantia” das operações.

Além da condenação dos dois por funcionamento não autorizado de instituição financeira (art. 16 da Lei n. 7.492/1986) e lavagem de dinheiro (art. 1º da Lei n. 9.613/1998), o MPF busca na ação o compartilhamento das provas com o Banco Central do Brasil, para que “sejam adotadas providências fiscalizatórias e sancionatórias na esfera administrativa”.

A denúncia já foi recebida pela Justiça Federal e tramita sob o número 0803894-91.2020.4.05.8400.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Rodrigo disse:

    Onde tem empréstimo com juros de 1% vou correndo fazer um.

  2. Alexandre Soares disse:

    6 por cento é o juros normal cobrado pelos bancos e com mais burocracia, vou ja denunciar o Banco do Brasil, me cobrou um juros de 5 por cento em um empréstimo.

  3. EXPLORADO PELOS BANCOS disse:

    QUANDO VÃO PRENDER OS DONOS DAS BANDEIRAS DOS CARTÕES DE CRÉDITO E OS BANCOS COM SEUS CHEQUES ESPECIAIS. OS INOCENTES SÓ COBRAVAM 6% .

    SERÁ QUE A JUSTIÇA SETENCIARÁ UMA REVISIONAL DE EMPRESTIMOS REDUZINDO OS JUROS PARA 1%

  4. Jailson disse:

    Menos concorrência para os bancos. Os bancos agradecem.

  5. Nunes disse:

    Me diz onde é cobrado juros de 1%quero fazer um empréstimo.

  6. Edison Cunha disse:

    Qual o Banco, operadora de cartão de crédito ou financeira, que cobra juros de 1% ao mês?

Força-tarefa da Operação Greenfield, do MPF, aciona Eduardo Cunha e Henrique Alves por improbidade, e pede condenações com restituição de R$ 25 milhões aos cofres públicos

Foto: (Marcelo Camargo/Agência Brasil) Marcelo Camargo/Agência Brasil

A força-tarefa da Operação Greenfield, do MPF, acionou na Justiça os ex-deputados Eduardo Cunha e Henrique Eduardo Lyra Alves por improbidade administrativa por supostos desvios de recursos do Fundo de Investimentos no FGTS.

Os procuradores apontam enriquecimento ilícito e atos que atentaram contra a Administração Pública. Se condenado, Cunha deverá restituir aos cofres públicos quantia superior a 20 milhões de reais e Henrique Alves, quase 5 milhões.

Os dois são processados pela FT Greenfield com base em provas obtidas na Operação Sépsis. A ação foi apresentada à Justiça na última sexta-feira.

Na ação, os procuradores afirmam que “o grupo criminoso operou esquema ilícito na Caixa Econômica Federal até pelo menos dezembro de 2015, sob o comando e a coordenação de Eduardo Consentino Cunha”.

E sustentam que “não há como deixar de concluir que as condutas perpetradas pelos demandados, narradas na presente ação civil de improbidade administrativa, causaram lesão à probidade, devendo, portanto, Eduardo Cunha e Henrique Alves ser responsabilizados por atos de improbidade administrativa”.

Em nota, o advogado Marcelo Leal, responsável pela defesa de Henrique Eduardo Alves reafirmou a inocência do ex-deputado, e disse ter “confiança de que, após o contraditório, os fatos serão esclarecidos com a sua absolvição”.

Radar – Veja

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Maria Das Dores disse:

    ALVARO DIAS sempre apoiou Henrique Alves…..HENRIQUE ALVES SEMPRE APOIOU ALVARO DIAS E AI

  2. Cris disse:

    " aciona "?
    Traduzindo: processa por improbidade; entra com uma ação de improbidade; ajuíza ação de improbidade…

  3. Tarcísio Eimar disse:

    Notícia boa. Tomara q a justiça tenha êxito nessa nova denuncia e que o erário público seja ressarcido

MPF cobra mais R$ 865 mil do prefeito de Pau dos Ferros, Leonardo Rego

Foto: Reprodução

O Ministério Público Federal (MPF) apresentou parecer se posicionando contra a liminar que suspendeu a cobrança de R$ 865.800 feita pela Fundação Nacional de Saúde (Funasa) ao ex-secretário de Meio Ambiente e Recursos Hídricos do RN (Semarh), Leonardo Nunes Rego. O gestor foi apontado como um dos responsáveis pelas irregularidades que resultaram na perda desse montante de recursos públicos.

O parecer do MPF, assinado pelo procurador da República Fernando Rocha, se deu em uma ação que o ex-prefeito ajuizou contra a Funasa, buscando que se declarasse a não existência dessa dívida, apurada após a realização de um processo administrativo. Ele dá a entender que o seu então secretário adjunto, Luciano Calvacanti Xavier, foi o responsável pelas atitudes que resultaram na cobrança do débito.

Com base nisso, o MPF defende inclusive – e preliminarmente – a anulação do processo movido por Leonardo Rego, uma vez que o então secretário adjunto sequer foi incluído na ação. “Malgrado a parte autora tenha asseverado que não vindica firmar responsabilidade sobre terceiros acerca do débito discutido (…), é inegável reconhecer que, em sendo julgado procedente o pedido, a responsabilidade pelo débito ora discutido recairá sobre (…) Luciano Cavalcanti”, destaca a manifestação ministerial.

Matéria completa AQUI no Justiça Potiguar

MPF arquiva representação contra aluna e processa reitora da Ufersa nomeada por Bolsonaro por denunciação caluniosa

Foto: Reprodução

O Ministério Público Federal (MPF) arquivou representação da reitora da Universidade Federal Rural do Semi-Árido (UFERSA), Ludmilla de Oliveira, sobre aluna que se manifestou contra sua nomeação. Ludmilla foi nomeada pelo presidente da República mesmo tendo ficado em terceiro lugar na eleição interna. A reitora, agora, irá responder a uma ação penal por denunciação caluniosa.

Na representação, a reitora acusou a estudante de direito da UFERSA Ana Flávia de Lira pelos supostos crimes de calúnia, difamação, ameaça e associação criminosa. Ana Flávia se manifestou em grupo do WhatsApp do Diretório Central de Estudantes (DCE), contra a forma de nomeação e mobilizando estudantes a se contrapor à gestão da reitora, utilizando termos como “golpista” e “interventora”, e dizendo que ela não entraria na UFERSA “nem de helicóptero”.

Em depoimentos à Polícia Federal e ao MPF, a aluna explicou por que considera a reitora “golpista” e “interventora”. Ela afirmou, ainda, que utilizou expressões metafóricas, sem cogitar qualquer ato violento. Segundo Ana Flávia, a oposição à reitora se dará através de assembleias estudantis, reuniões com estudantes e sindicatos.

Para os procuradores da República Emanuel Ferreira e Camões Boaventura, “há certeza jurídica quanto à inconstitucionalidade da respectiva nomeação”. Por isso, “reconhecida tal ilicitude, tem-se um amplo espaço para crítica acadêmica a ser licitamente ocupado pela representada”. Segundo eles, “quem aceita uma indicação nos termos em tela deve estar preparado para responder às duras críticas efetivadas, pois está ocupando indevida e inconstitucionalmente o cargo de reitor”. Dessa forma, eles entendem que a conduta da estudante não ultrapassou os limites da liberdade de expressão e não teve a intenção de difamar ou caluniar a reitora.

Por outro lado, os procuradores da República consideram grave a tentativa de criminalização da atividade estudantil engajada, pela reitora, ao acusar a estudante de associação criminosa. “Sem qualquer indicação concreta em torno de atos criminosos praticados por três ou mais pessoas, a representada fez o aparato estatal policial atuar quando, na verdade, tinha plena ciência da inocência da imputada”, afirmaram.

Matéria completa aqui no Justiça Potiguar.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Paulo disse:

    Os procuradores da República afirmaram que há certeza jurídica quanto à INconstitucionalidade da nomeação?
    E sério isso?
    Eles ajuizaram alguma ação contra a nomeação?
    A justiça decidiu que é inconstitucional?
    Cabe a aluna fazer "ameaças" contra a reitora, dizer que não entra nem de helicóptero?
    Isso não seria um desrespeito a instituição?
    Proibir a entrada da reitora?
    Ao governo federal cabe nomear a reitora.
    Aos professores dar aula e aos alunos estudarem.
    Universidade não é local de política ou de comunismo.
    Quem vai cursar medicina, por exemplo, deve estudar medicina.
    Os pais colocam um filho para estudar medicina, direito, engenharia e não para se tornar um militante radical de esquerda.
    Universidade não é local para isso.

  2. Zé Milícia disse:

    Toma usurpadora! Chupa essa manga cidadã de bem.

  3. Antonio Barbosa Santos disse:

    MPF com a impressão de parcialidade no ar…

  4. Antenado disse:

    Neste caso, chega a ser piada pronta essa conclusão dos procuradores. O Poder Judiciário, com certeza arquivará a ação.

  5. Jailson disse:

    MPF deu show. Enquanto a PF…

  6. Delgas disse:

    Nomeação inconstitucional?!?!?! Desonestidade da porra…

    http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto/D1916.htm

    Art. 1° O Reitor e o Vice-Reitor de universidade mantida pela União, qualquer que seja a sua forma de constituição, serão nomeados pelo Presidente da República, escolhidos dentre os indicados em listas tríplices elaboradas pelo colegiado máximo da instituição, ou por outro colegiado que o englobe, instituído especificamente para este fim.

    E aí, nobilíssimos?!?!?! Inconstitucional mesmo?!?!?!

  7. Hanna disse:

    Será que será afastada por responder processo judicial e será designado interventor pró-tempore, como na IFRN por processo de sindicância?

  8. Thalles disse:

    Agora a aluna vai processar a interventora bolsonarista!! Tome!!!

    • Manoel disse:

      Ela foi escolhida por 18% da comunidade universitária para fazer parte da lista tríplice, e ao presidente é dado por lei o direito de escolher um dos três nomes, não tem nada de ilegal.

  9. Lopim disse:

    Qualquer dia desses, o poste vai mijar no cachorro!

    • Irany Gomes disse:

      Né isso! Os Petralhas durante os anos que ficaram no poder, aparelharam todas as esferas dos poderes no pais, com a finalidade de se peroetuarem no poder. Típico de ditaduras que conhecemos…

MPF avança nas investigações de suposto esquema de corrupção na aquisição de respiradores pelo Consórcio Nordeste e prefeitura em SP vira alvo

Segundo o MPF, “o Consórcio Nordeste firmou contrato com a empresa Hempcare Pharma Representações LTDA para o fornecimento de 300 respiradores, mas, para viabilizar a negociação, teria exigido a doação de 30 respiradores ao município de Araraquara”. Ilan Pellenberg/Agência O Globo

O MPF avança nas investigações de um suposto esquema de corrupção na aquisição de respiradores pelo Consórcio Nordeste, grupo criado por governantes da região para atuar no combate à pandemia de coronavírus.

O secretário do consórcio é o ex-ministro petista Carlos Gabas. Segundo o MPF, a prefeitura de Araraquara (SP), governada pelo petista Edinho Silva, teria sido beneficiada por 30 respiradores exigidos como “propina” pelo fechamento do negócio. Gabas teria participação na negociata.

Segundo o MPF, “o Consórcio Nordeste firmou contrato com a empresa Hempcare Pharma Representações LTDA para o fornecimento de 300 respiradores, mas, para viabilizar a negociação, teria exigido a doação de 30 respiradores ao município de Araraquara”.

A investigação se concentra no fato de que a “suposta vantagem indevida seria recebida por agentes públicos do município”.

Veja 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Eleição disse:

    Er para nesse período de pandemia, dá uma trégua na roubalheira..

  2. Antônio Soares disse:

    O carrinho preto e amarelo tá chegando, prepare os coros bando de safados. Fatão GD e sua quadrilha devem ter embolsado essa grana, quero vê presos.

  3. João Macena disse:

    Perfeito o seu comentário, Antônio. Concordo plenamente. João Macena.

  4. Antônio disse:

    Negócios envolvendo o PT, tem que ter falcatruas. Que DNA é esse? Depois de toda a roubalheira da quadrilha quando estava no poder, e após vários de seus integrantes terem sido processados e presos, como o ex-presidente, todos os seus tesoureiros, alguns ministros, secretários, etc, muitos remanescentes não aprenderam ainda que a população está de olho na corrupção. O ex Ministro Edinho Silva iria ser beneficiado com 30 respiradores pagos pelo consórcio nordeste? Tirando dinheiro de uma região pobre, num momento de pandemia? E o pior, compraram, não receberam e nunca receberão. Aonde tem PT, pode ir atrás que tem ilegalidades.

  5. paulo disse:

    BG.
    O presidio Federal de Mossoró está a disposicao pra colocar os ladrões do dinheiro publico. Avante MPE , MPF E PF.

  6. Leo disse:

    Consórcio de Larápios !!!!!!

  7. Japa disse:

    Bota pra torar!!!!

  8. Armário porto mirim flat. disse:

    É gopi.kķkkkkkk

  9. Luciana Morais Gama disse:

    Segura quem vem bomba aí Fatão. Ou será que é gópi??

  10. Keliton Diss disse:

    Esse é o consórcio do crime, a qual a Governadora foi mandar 5 MILHÕES.

    O dinheiro foi parar nas mãos de empresa fanstasma

  11. Lucas disse:

    Pânico na sede do Governo da Governadora Fátima.

Witzel cobrava 10% de dinheiro repassado a 7 prefeituras, diz MPF

Juntos, o governador afastado Wilson Witzel e o ex-secretário Edmar Santos: denúncias de desvios em fundo da Saúde Foto: Vanessa Ataliba/13-3-2020 / Zimel Press

A Procuradoria-Geral da República (PGR) apontou mais um suposto esquema para desviar dinheiro público da Saúde do Rio, durante a gestão do governador afastado Wilson Witzel e do ex-secretário Edmar Santos, em que teria sido instituída uma espécie de “rachadinha” de repasses do Fundo Estadual de Saúde a sete prefeituras. Do total transferido para esses municípios, o grupo receberia de volta 10% do valor. A modalidade de desvio foi apresentada pelo Ministério Público Federal (MPF) na segunda denúncia em que aponta Witzel como líder da organização criminosa.

O plano executado pelo ex-secretário e agora delator Edmar Santos foi detalhado pelo empresário Edson Torres, apontado como operador financeiro do grupo. O empresário compareceu de forma voluntária ao MPF, após a deflagração da Operação Tris in Idem, que culminou no afastamento de Witzel.

Segundo Torres, a Secretaria estadual de Saúde planejou transferir R$ 600 milhões aos fundos municipais de Saúde, para que o montante entrasse no cálculo do valor mínimo constitucional a ser aplicado na área. Em tese, a divisão dos recursos seria feita pelo tamanho da cidade, mas isso não foi respeitado em todos os casos. Segundo a denúncia, a intenção seria superfaturar obras em algumas cidades para que o lucro fosse revertido para o núcleo comandado pelo Pastor Everaldo.

Torres narra que ele e outros integrantes do grupo participaram de reuniões sobre a destinação de verbas para Petrópolis, São João de Meriti, Paracambi e Itaboraí. Afirmou ainda, em seu depoimento, que as prefeituras de Magé, Saquarema e São Gonçalo também pagaram e retornaram valores ao grupo. Sem citar nomes, conta que parte do valor era recolhido junto aos prefeitos ou a alguém indicado por eles. A escolha das cidades, segundo Torres, partia de quatro núcleos: o seu grupo, o Palácio Guanabara, deputados da Assembleia Legislativa do Rio e Edmar Santos.

“Houve também ajustes de pagamento de vantagem indevida, devendo o gestor do município agraciado com a verba devolver parte do valor para o grupo que o direcionou. Em Petrópolis, São João de Meriti, Paracambi e Itaboraí houve o ajuste de retorno de valores de 10% para o grupo. O valor era recolhido junto aos prefeitos, ou a quem eles indicavam, por Pedro Osório, que entregava o dinheiro para o Edson Torres ou para Pastor Everaldo. Além destes municípios, também foram recolhidos valores nas cidades de Magé, Saquarema e São Gonçalo. Nesses três municípios, o recolhimento foi feito por pessoa de nome Leandro Pinto Coccaro, empresário na área de medicamentos” diz Edson Torres.

Em sua delação premiada, Edmar Santos confirma o esquema. Ele detalha que, além dos recursos de Fundo Estadual de Saúde, foi criado uma outra fonte de pagamento, já que a primeira só poderia ser realizada após a compra ou a realização de obra pelo município. Santos diz que partiu dele e sua equipe a ideia de criar o Finansus, com um orçamento de R$ 2 bilhões, em que os repasses pudessem ser feitos para custear gastos futuros.

Já Wilson Witzel é citado por Edmar Santos por ter indicado um outro município para receber repasses do Fundo Estadual de Saúde. O escolhido pelo então governador seria Duque de Caxias, pela proximidade do prefeito Washington Reis com o empresário Mário Peixoto. Santos narra uma reunião, em que, por exigência de Witzel, todos os presentes deveriam deixar os celulares e relógios smarts fora da sala, onde o governador pediu para serem repassados à prefeitura R$ 50 milhões. Um mês antes desse encontro, Edmar conta que recebeu um pedido de repasse a Caxias do mesmo valor pelo empresário Edson Torres.

“O colaborador não teve dúvidas quanto ao referido ajuste ilícito, uma vez que a informação a respeito dos valores a serem repassados ao Município de Duque de Caxias lhe foi inicialmente passada pelo empresário Edson Torres e, em um segundo momento, confirmada exatamente pelo governador Wilson Witzel, em reunião no Palácio Laranjeiras em dezembro de 2019”, diz trecho da denúncia do MPF. O valor desviado nesse caso, já teria uma função: adquirir uma rádio para ganhos políticos nas eleições.

Como funciona o esquema
Fundo Estadual de Saúde

Teriam sido escolhidas sete cidades para receber transferências maiores do que teriam direito. Nesses municípios, o plano inicial da organização criminosa seria superfaturar obras para que o lucro fosse revertido para o grupo comandado pelo Pastor Everaldo, presidente do PSC.

As cidades escolhidas

Edson Torres, operador financeiro do esquema, apontou sete cidades que teriam devolvido 10% do valor recebido pelo Fundo: Petrópolis, São João de Meriti, Paracambi, Itaboraí, Magé, Saquarema e São Gonçalo. O empresário, sem citar nomes, conta que parte do valor era recolhido junto aos prefeitos ou a alguém indicado por eles.

A seleção dos municípios

A escolha das cidades, segundo Edson Torres, partia do grupo do próprio empresário, do Palácio Guanabara, de deputados ligados ao esquema na Assembleia Legislativa do Rio e o ex-secretário estadual de Saúde Edmar Santos. O empresário narra que ele e outros integrantes do grupo participaram de reuniões sobre a destinação de verbas para Petrópolis, São João de Meriti, Paracambi e Itaboraí.

Contratos revisados

Procurada, a Secretaria estadual de Saúde afirmou que todos os contratos, convênios e repasses feitos anteriormente estão sendo revisados pela pasta, em conjunto com a Procuradoria Geral do Estado (PGE) e a Controladoria Geral do Estado (PGE). Informou ainda que estão sendo tomadas as medidas cabíveis com a finalidade de ressarcimento de valores já pagos pelo estado.

Witzel nega que pediu ou recebeu vantagem indevidas. A defesa do Pastor Everaldo diz que ele nunca fez parte de nenhum grupo criminoso e que suas empresas não prestaram serviço ao governo do estado. A prefeitura de Caxias afirma que Washington Reis não é réu na ação penal e que sua relação com empresários e políticos é pautada por “intenso republicanismo”. A prefeitura de Petrópolis diz não ter cometido nenhum tipo de irregularidade.

A prefeitura de Magé diz desconhecer a denúncia e não compactuar com esquemas ilícitos. A Secretaria de Saúde de Paracambi afirma desconhecer a denúncia e que os recursos recebidos por meio do Fundo Estadual de Saúde estão devidamente descritos nos Portais da Transparência. A Prefeitura de São Gonçalo nega qualquer envolvimento na denúncia. Os demais citados não responderam os contatos ou não foram encontrados pelo GLOBO.

O Globo

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Lula na cadeia já disse:

    Normal, Luladrão gastava com a quenga oficial da presidência da República, a Rosemary Noronha.

  2. Historiador disse:

    Normal, é a prática dos pastores, cobra o dízimo.

    Pior é a família do Bozo que cobrava de 50 à 100% com funcionários apadrinhados e fantasmas.

    Cadê os 89k?

    • Manoel disse:

      Melhor é vender Avon e juntar 9 milhões na conta, sabida essa finada Marisa, levou tanto chifre do nove dedos e ainda enricou vendendo Avon deixando uma fortuna pro viúvo

    • Juca disse:

      Dinheiro da Avon erê só um bico para completar o caixa. Dinheiro mesmo vinha da Odebrecht e das palestras fajutas. Cadê a a agenda de palestras de Lulu p esse ano?

    • Zanoni disse:

      Manoel, e a pilantragem do Lula justifica a pilantragem do Bozo? A sua lógica de condução de vida é essa: Dinheiro pouco desviado não é crime.

  3. Antonio Turci disse:

    Inacreditável. Como pode um cidadão com a formação do ex-JUIZ Witzel de repente transformar-se em bandido?

MPF manda Polícia Federal investigar Felipe Santa Cruz, presidente da OAB, por suposta prática de estelionato e falsidade ideológica

 Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

O Ministério Público Federal em Brasília mandou a Polícia Federal investigar o presidente da OAB, Felipe Santa Cruz, por suposta prática de estelionato e falsidade ideológica.

O inquérito foi pedido pelo Instituto Nacional de Advocacia, associação que reúne 150 advogados críticos à gestão de Santa Cruz.

O Inad acusa Santa Cruz de inserir num processo administrativo a informação falsa de que o Conselho Federal da OAB, que reúne 81 representantes das seccionais estaduais, teria aprovado o pagamento de uma pensão de R$ 17 mil a um ex-funcionário, já aposentado.

A concessão da pensão para o ex-funcionário não encontrou consenso na diretoria da OAB, formada por Santa Cruz e outros dirigentes, e por isso o caso foi remetido para o Conselho Federal, que deve deliberar sobre o assunto neste mês.

Em ofício ao MPF, Santa Cruz disse que o ex-funcionário pediu aposentadoria após trabalhar para a OAB por 35 anos e que a ela foi concedida com base numa decisão de 1987.

Na ordem para abrir a investigação, o procurador Caio Vaez Dias determinou que a PF requisite de Santa Cruz cópia dos processos administrativos citados por ele em seu ofício e da ata da sessão do Conselho Diretor sobre a pensão de R$ 17 mil.

O Antagonista tentou contato com Felipe Santa Cruz, mas não obteve resposta até a publicação desta notícia.

O Antagonista

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. ELEITOR E CONTRIBUINTE disse:

    Esta cruz de santa não têm nada !!!

  2. Armário porto mirim flat. disse:

    Eu também fico muito triste.ķkkkkkkkkkk

  3. João V disse:

    Fico triste com uma notícia dessa 🎉🎉🎉🎉🎉🎉

  4. Anti PT disse:

    A casa Tá caindo kķkkk chupa que o Véio Bolsonaro é duro Kkkk é cabra cunhudo.