A Guarda Municipal do Natal (GMN) aprendeu, nessa terça-feira (15), dois adolescentes de 17 e 16 anos suspeitos de roubo a um transporte coletivo da empresa Santa Maria. Os detidos foram pegos pelos guardas municipais minutos após a consumação do delito, que ocorreu na Rua Padre João Manoel, no bairro de Cidade Alta.
De acordo com informações repassadas pela Coordenação da Ronda Saúde da GMN, os guardas municipais faziam patrulhamento na área do Hospital dos Pescadores, no bairro da Rocas, quando o motorista do ônibus da empresa Santa Maria solicitou apoio da guarnição relatando que dois homens haviam acabado de fazer um arrastão no transporte coletivo levando todo o dinheiro que estava no caixa.
Os guardas municipais saíram em diligência no intuito de capturar os suspeitos e de posse das características dos dois rapazes conseguiu localizar, identificar e apreender os adolescentes. Logo em seguida, os suspeitos foram apresentados as vítimas que os reconheceram como sendo os autores do assalto.
Os adolescentes foram conduzidos a Delegacia de Plantão Zona Sul onde foram concluídos os procedimentos de apreensão, ficando ambos à disposição da justiça.
Pode juntar toda a policia pra fazer segurança nos ônibus que eles migram pra farmácia, mercadinhos e etc ,esse ECA é uma mãe, não tem jeito se não mudar.
A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) marcou presença na Papudinha nesta quinta-feira (15). Por volta das 20h20, ela chegou ao 19º Batalhão da Polícia Militar do DF, onde o ex-presidente cumpre pena, para visitar o marido.
Antes, usou as redes sociais para agradecer à Polícia Federal pelo apoio a Bolsonaro durante o período em que esteve preso na Superintendência da corporação.
Bolsonaro cumpre pena de 27 anos e 3 meses por participação em trama golpista. Mesmo isolado, Bolsonaro recebe a companhia da esposa.
O ex-presidente Jair Bolsonaro voltou na noite desta quinta-feira (15) para o 19º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal, a famosa “Papudinha”, após realizar os exames médicos prévios determinados pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF. A avaliação verificou pressão, hematomas, dores e uso de remédios.
Bolsonaro chegou à Papudinha por volta das 17h30, mas logo saiu para os exames. A transferência atende à decisão de Moraes para que ele cumpra pena de 27 anos e 3 meses por envolvimento em trama golpista, agora no novo endereço prisional.
No mesmo local estão presos o ex-ministro da Justiça Anderson Torres e o ex-chefe da PRF Silvinei Vasques, mas Bolsonaro ficará em cela separada. A Polícia Civil do DF bloqueou todas as vias de acesso à unidade para evitar tumultos.
O senador Flávio Bolsonaro não deixou barato a transferência do pai, Jair Bolsonaro, para a Papudinha. Em postagem nas redes sociais, Flávio questionou: “Se fosse com o ex-presidente Michel Temer, Alexandre de Moraes estaria agindo da mesma forma?”.
Flávio criticou o risco à saúde do pai, que enfrenta um problema crônico de soluços e toma remédios com efeitos colaterais como sonolência e desequilíbrio. “Já teve uma queda em que bateu a cabeça. Graças a Deus não foi nada grave, mas poderia ter sido… Poderia, sim, ter sido encontrado morto – sozinho – na cela da Polícia Federal”, alertou.
O senador defendeu que Bolsonaro seja transferido para casa, “o único local onde esse risco de queda pode ser amenizado”, enquanto os médicos não resolvem o problema de forma definitiva. A postagem mostra a indignação da família e levanta suspeitas sobre tratamento desigual para líderes de esquerda e direita.
Se fosse com o ex-presidente Michel Temer, Alexandre de Moraes estaria agindo da mesma forma?
Os remédios que Bolsonaro toma para seu atual problema crônico de soluços têm efeitos colaterais como desequilíbrio e sonolência. Concretamente, já teve uma queda em que bateu com a… pic.twitter.com/jtXZK7oBHC
O líder da oposição no Senado critica Moraes por ignorar garantias básicas do cidadão, como juiz natural, devido processo legal, contraditório e ampla defesa. Ele alerta que a transferência escancara o abuso do Estado e que o ex-presidente deveria estar em prisão domiciliar, considerando idade e comorbidades.
O senador alerta que qualquer dano a Bolsonaro será responsabilidade direta da Justiça, citando episódios anteriores, como o caso do preso conhecido como Clezão.
NOTA PÚBLICA
O que se faz contra o presidente Jair Bolsonaro não é justiça. É justiçamento.
O ministro Alexandre de Moraes ignorou desde o início do processo garantias básicas: juiz natural, devido processo legal, contraditório e ampla defesa. A transferência para a Papudinha escancara o abuso: traficantes e assassinos recebem tratamento mais humano do Estado do que um homem preso por crime impossível.
Por mais que a nova prisão seja mais ampla que a atual, com idade e comorbidades que tem, Bolsonaro deveria estar em prisão domiciliar. Como capitão da reserva, no limite, em prisão militar. Se essa condução arbitrária continuar, qualquer dano a Bolsonaro, a exemplo do que houve com Clezão, será responsabilidade direta da Justiça.
Isso não é justiça. É arbítrio.
Brasília, 15 de janeiro de 2026.
ROGÉRIO MARINHO Senador da República Líder da Oposição no Senado
O Senado criou, nesta quinta-feira (15), um grupo de trabalho para acompanhar de perto as investigações sobre o Banco Master, alvo da Polícia Federal, do Banco Central e do Tribunal de Contas da União (TCU). A iniciativa foi formalizada pelo presidente da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), Renan Calheiros, que citou a “gravidade dos fatos noticiados pela mídia” como justificativa.
O grupo será coordenado por Renan e terá no time senadores como Fernando Farias, Eduardo Braga, Randolfe Rodrigues, Alessandro Vieira, Leila Barros, Damares Alves e Esperidião Amin. Entre suas funções estão convocar autoridades, pedir informações formais e até propor projetos de lei relacionados ao caso, conforme informações de O Antagonista.
O movimento acontece enquanto cresce a atenção sobre o suposto vazamento de dados de ministros do STF ligado ao banco. Curiosamente, nesta quinta, o presidente Lula se reuniu no Palácio do Planalto com Alexandre de Moraes, autoridades da PF, Receita Federal e Fazenda. Oficialmente, o encontro tratou do combate ao crime organizado — mas a proximidade com o caso Master não passou despercebida.
No Congresso, a criação do grupo é vista como uma “mini CPI” para não perder nenhum detalhe da investigação, em meio a suspeitas que já movimentam a política e os tribunais. Para especialistas, a medida mostra que o Senado está atento e quer evitar surpresas no caso que envolve um dos bancos mais questionados do país.
Os Estados Unidos subiram o tom contra o Irã nesta quinta-feira (15). O Departamento do Tesouro anunciou sanções contra cinco autoridades iranianas, incluindo o secretário do Conselho Supremo de Segurança Nacional, comandantes das forças policiais e o Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica, acusados de liderar a repressão brutal aos protestos pelo país.
Washington também mirou a prisão de Fardis, onde mulheres teriam sido submetidas a tratamento cruel e desumano, segundo informações da CNN.
O secretário do Tesouro, Scott Bessent, disse que os líderes iranianos estariam transferindo às pressas dinheiro roubado para bancos internacionais “como ratos em um navio que afunda”. Avisou que o Tesouro está de olho e falou que ainda há tempo de apoiar o povo iraniano e acabar com a violência.
Mais de 2,4 mil mortes até o momento
Os protestos, que começaram por causa do aumento de preços, já se tornaram um dos maiores desafios ao regime clerical desde a Revolução Islâmica de 1979. Organizações de direitos humanos relatam mais de 2,4 mil mortos, enquanto o governo tenta culpar os EUA e Israel pela instabilidade e promete ajustes econômicos e combate à corrupção.
A ação faz parte da estratégia de “pressão máxima” de Donald Trump, que visa zerar as exportações de petróleo do Irã e impedir qualquer avanço nuclear, usando sanções também contra quem lava dinheiro das vendas de petróleo e petroquímicos.
A transferência do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) para a Papudinha, nesta quinta-feira (15), provocou reação imediata do filho Carlos Bolsonaro. Nas redes sociais, ele classificou a decisão do ministro Alexandre de Moraes como uma “maldade contra Jair Bolsonaro e contra os presos do 8 de janeiro”.
“Alexandre de Moraes, suas qualidades como ser humano não merecem ser enumeradas diante da maldade praticada contra Jair Bolsonaro e contra os presos do 8 de janeiro”, escreveu.
Segundo Carlos, “aliados do PT já cometeram atos muito mais graves sem qualquer responsabilização. Ainda assim, condenar Jair Bolsonaro representa um evidente absurdo”.
Ele contestou as acusações que resultaram na pena de 27 anos e 3 meses, incluindo destruição de patrimônio público e tombado: “No dia 8 de janeiro, Jair Bolsonaro estava em Orlando (EUA), não se encontrava na Praça dos Três Poderes e não destruiu absolutamente nada. Mesmo assim, foi condenado, em afronta ao princípio da individualização da pena”.
O ex-vereador ainda rebateu as alegações de organização criminosa e golpe de Estado: “Nenhuma arma foi apreendida. Não houve movimento armado. Tratou-se de uma manifestação sem participação ou liderança de Jair Bolsonaro, que saiu do controle de alguns manifestantes… Não existe golpe sem ato executório. Não se dá golpe em um domingo, contra prédios vazios”. Para ele, “o que se observa é uma perseguição política escancarada, incompatível com o Estado de Direito”.
Transferência de @jairbolsonaro para a chamada “Papudinha”:
Alexandre de Moraes, suas qualidades como ser humano não merecem ser enumeradas diante de tamanha maldade praticada contra o último presidente do Brasil que jamais descumpriu uma linha da Constituição e também contra os…
O ministro rebateu dizendo que a prisão “vem ocorrendo com absoluto respeito à dignidade da pessoa humana e em condições extremamente favoráveis em relação ao restante do sistema penitenciário brasileiro”.
O magistrado destacou ainda críticas infundadas sobre o tamanho da cela, banho de sol, ar-condicionado e alegações de que Bolsonaro ficaria trancado o dia inteiro.
Moraes ressaltou que o ex-presidente cumpre decisão judicial definitiva, com pena de 27 anos e 3 meses em regime inicial fechado, e que as acusações de “privilegio” não se sustentam.
Além da família, Moraes citou manifestações da defesa e de aliados como o deputado federal Paulo Bilynskyj (PL-SP) e a senadora Damares Alves (Republicanos-DF).
A decisão mantém benefícios já autorizados: assistência médica integral 24h, fisioterapia, alimentação especial, visitas familiares, banho de sol e exercícios, mas rejeitou pedidos como o acesso à smart TV.
Na Papudinha, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) ficará em uma Sala de Estado-Maior de 64 metros quadrados, com 10 metros de área externa, banheiro com água quente, cozinha equipada, lavanderia, quarto com cama de casal e TV, além de espaço para exercícios e banho de sol sem horário fixo.
Bolsonaro cumpre 27 anos e 3 meses de prisão em regime inicial fechado, após condenação definitiva por liderar a organização responsável pela tentativa de golpe de 8 de janeiro de 2023. Moraes reforçou que o tratamento diferenciado se dá pelo cargo que Bolsonaro ocupou, mas não configura benefício fora da Lei de Execução Penal.
Benefícios da transferência
Assistência integral de médicos particulares 24h, sem aviso prévio;
Deslocamento imediato para hospitais em caso de urgência, com comunicação ao STF em até 24h;
Sessões de fisioterapia com horários flexíveis;
Entrega de alimentação especial diária;
Atendimento médico pelo sistema penitenciário, 24h por dia;
Visitação semanal permanente da esposa e filhos;
Assistência religiosa de bispo Rodovalho e pastor Thiago Manzoni;
Autorização para leitura;
Grades de proteção e barras de apoio na cama;
Instalação de aparelhos de fisioterapia (esteira e bicicleta);
Pedido de smart TV rejeitado.
Estrutura da cela
Área total: 64 m² + 10 m² de área externa;
Quarto com cama de casal e TV;
Banheiro com água quente;
Cozinha equipada e lavanderia;
Espaço para exercícios e banho de sol sem horário fixo;
Concordo com você, principalmente no caso de condenação em três instâncias, de certo elemento, com vasta provas, nos casos de corrupção ativa e passiva, crime que mata pessoas silenciosamente, além de desviar recursos da educação e segurança…
A Câmara Municipal de Natal e a Federação das Câmaras Municipais do RN (FECAM) formalizaram, nesta semana, um acordo com a Casa de Apoio à Criança com Câncer Durval Paiva, em um movimento voltado à ampliação de parcerias e convênios que fortaleçam a atuação da instituição junto aos poderes legislativos municipais no estado.
O presidente da Câmara de Natal e também da FECAMRN, vereador Eriko Jácome, esteve ao longo do dia em visita técnica às instalações da Casa Durval Paiva, na companhia de representantes da instituição, incluindo o diretor-presidente Rilder Flávio de Paiva Campos. O objetivo da agenda foi conhecer de perto a estrutura e os serviços oferecidos, bem como definir caminhos para cooperação institucional.
A Casa Durval Paiva, com 31 anos de atuação, acolhe crianças e adolescentes com câncer e doenças hematológicas crônicas, além de seus familiares, oferecendo assistência integral que vai desde hospedagem e alimentação até suporte multidisciplinar em saúde, educação e assistência social. Segundo dados da própria instituição, mais de 2 mil pacientes já passaram pelo local e atualmente centenas recebem atendimento permanente.
Durante a visita, foram apresentados os principais setores da instituição e debatidas possibilidades de atuação conjunta entre os legislativos municipais e a Casa Durval Paiva. A ideia, segundo representantes da Câmara e da FECAM, é articular mecanismos de apoio e destinação de recursos que deem sustentação às atividades de acolhimento, prevenção e promoção de saúde que a Casa oferece.
Eriko destacou, ao longo do encontro, a importância de fortalecer articulações institucionais voltadas ao combate ao câncer infantojuvenil e ao suporte às famílias de pacientes. A iniciativa, segundo ele, busca não apenas reconhecer o trabalho da Casa, mas também ampliar a participação dos legislativos municipais no apoio a políticas públicas de saúde e assistência social no estado.
Para a direção da Casa Durval Paiva, parcerias com órgãos públicos e entidades representativas são essenciais para a continuidade e expansão dos serviços prestados. A instituição tem atuado, ao longo de sua trajetória, em projetos que abrangem desde diagnóstico precoce até atividades de reinserção social e educacional dos pacientes e seus familiares, com o objetivo de promover qualidade de vida e dignidade.
“A parceria entre a Câmara de Natal, a FECAM e a Casa Durval Paiva marca um passo institucional para consolidar apoio ao trabalho da Casa e integrar esforços para enfrentar os desafios do tratamento oncológico infantil no Rio Grande do Norte, com base em articulação legislativa e fortalecimento de redes de apoio”, afirmou Eriko.
Pode juntar toda a policia pra fazer segurança nos ônibus que eles migram pra farmácia, mercadinhos e etc ,esse ECA é uma mãe, não tem jeito se não mudar.
Tem que juntar todas as polícias para coibir assaltos a transportes, já é sofrido por causa das goteiras, baratas e lotações!