Educação

ALÉM DE 160 MIL: Educadora alerta que número de crianças e jovens no RN excluído da educação na pandemia apontado por estudo da Unicef é ainda maior; veja prejudicados

Foto: Reprodução/Twitter

A professora, diretora Executiva do Instituto de Desenvolvimento da Educação (IDE) e ex-secretária de Estado da Educação do Rio Grande do Norte, Cláudia Santa Rosa, destaca que o estudo “Cenário da Exclusão Escolar no Brasil”, do Unicef/Cenpec, que revela revela que 160 mil crianças e adolescentes na faixa dos 6 aos 17 anos ficaram excluídos da educação no Rio Grande do Norte durante a pandemia. Veja o estudo completo aqui.

Enquanto o estudo diz que 24,9% da população de jovens e adolescentes entre 6 e 17 anos do RN não frequentou a escola em 2020, assim sendo o 2º pior percentual entre os estados do Nordeste e o 6º pior entre os 26 Estados e o Distrito Federal, a ex-secretária de educação também pontua dados fora dessas estatísticas:  que a análise não considera as crianças da Educação Infantil e nem os jovens com + de 17 anos que cursam o ensino médio. “Ou seja: a exclusão é maior. Rio Grande do Norte só perde para a geografia do Norte e para a BA”, alerta.

(Foto: Reprodução/Twitter)

Veja mais: RN tem 160 mil crianças e adolescentes excluídos da educação na pandemia, aponta estudo do UNICEF

Opinião dos leitores

  1. VERGONHA é o que estão fazendo com a educação no RN, total descaso.
    É um absurdo, mais de um ano sem aula e nada de se estabelecer o retorno. Já passou da hora da Secretaria de Educação do Estado resolver o problema.
    Estão usando a vacina como desculpa, o que ocorre é falta de vontade de resolver o problema. Não é possível que nada possa ser feito.
    Muitos outros profissionais seguiram trabalhando na pandemia: saúde, segurança pública, comércio essencial, etc., mas na educação a vontade de NÃO trabalhar parece que supera tudo.

  2. Seria cômico se não fosse trágico. O governo de uma professora fechando escolas e destruindo a educação !!!

  3. tá certo, antes da pandemia só tinhamos Einsteins… por favor né. Vão pra escola so por causa do lanche, é o tempo todinho com celular na mão, estudar que é bom nada!

    1. Pelo seu raciocínio tosco, só pelo lanche já valeria a pena reabrir as escolas.

    2. Verdade. No ensino superior tb é assim. Maioria no corredor ou na sala conversando. Estão nem aí pra professor

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Saúde

Covid-19: Em teste, vacina da Pfizer se mostra segura e eficaz em adolescentes

Foto: Brendan McDermid – 23.fev.2021/Reuters

A Pfizer e a BioNTech disseram nesta quarta-feira (31) que sua vacina contra a Covid-19 é segura, eficaz e produziu respostas robustas de anticorpos em crianças de 12 a 15 anos, abrindo caminho para buscarem autorização de uso de emergência nos EUA nas próximas semanas.

A Pfizer espera que as vacinações desse grupo possam começar antes do próximo ano letivo, disse Albert Bourla, presidente e CEO da empresa, em um comunicado.

No Brasil, a vacina da Pfizer/BioNtech já recebeu autorização definitiva para uso em pessoas a partir dos 16 anos. Já nos EUA, o imunizante tem permissão para aplicação emergencial.

O novo estudo oferece a primeira evidência de como a vacina funcionará em adolescentes em idade escolar.

No ensaio clínico com 2.260 adolescentes de 12 a 15 anos, houve 18 casos de Covid-19 no grupo que recebeu a injeção de placebo e nenhum no grupo que recebeu a vacina, resultando em 100% de eficácia na prevenção da doença, informaram as empresas no comunicado.

A vacina foi bem tolerada, com efeitos colaterais semelhantes aos observados entre aqueles com idade entre 16 e 25 anos em testes clínicos anteriores.

Apesar desses efeitos para o grupo mais jovem não terem sido listados, os efeitos no ensaio em adultos geralmente foram leves a moderados e incluíram dor no local da injeção, dores de cabeça, febre e fadiga.

Estudos em outros grupos

As empresas também estudaram um subconjunto de adolescentes para medir o nível de anticorpos neutralizantes de vírus um mês após a segunda dose e descobriram que era comparável aos participantes do estudo com idades entre 16 e 25 anos no ensaio principal em adultos.

Bourla disse que a empresa planeja buscar autorização de uso emergencial para esse novo grupo na Food and Drug Administration (FDA, equivalente à Anvisa) e de outros reguladores ao redor do mundo “nas próximas semanas (…), com a esperança de começar a vacinar essa faixa etária antes do início do próximo ano letivo”.

Na semana passada, as empresas aplicaram as primeiras doses de vacina em uma série de testes da vacina em crianças mais novas, com idades a partir de 6 meses. O imunizante também esta em testes em jovens com idades entre 5 e 11 anos.

CNN Brasil

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Diversos

FOTO: Guarda-vidas resgatam adolescentes arrastados pelo mar na praia de Pipa

Guarda-vidas do Corpo de Bombeiros Militar do RN resgataram, na tarde desse domingo (18), dois jovens que foram arrastados pela correnteza no mar da Praia de Pipa, litoral sul potiguar.

Foi por volta das 12h30 que os bombeiros militares visualizaram um grupo de pessoas em uma área perigosa e com arrecifes. A princípio, a guarnição foi orientar e advertir os banhistas, todavia, ao chegar no local, eles mergulharam na água e fizeram o trabalho de resgate.

Sem complicações, os dois garotos foram atendidos e liberados pelos bombeiros.

 

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Guarda-vidas resgatam adolescentes arrastados pelo mar no litoral sul potiguar Guarda-vidas do Corpo de Bombeiros Militar do RN resgataram, na tarde de domingo (18), dois jovens que foram arrastados pela correnteza no mar da Praia de Pipa, litoral sul potiguar. Foi por volta das 12h30 que os bombeiros militares visualizaram um grupo de pessoas em uma área perigosa e com arrecifes. A princípio, a guarnição foi orientar e advertir os banhistas, todavia, ao chegar no local, eles mergulharam na água e fizeram o trabalho de resgate. Sem complicações, os dois garotos foram atendidos e liberados pelos bombeiros. #CBMRN #Ligue193 #CorpoDeBombeiros

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Opinião dos leitores

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Saúde

SÁBADO É DIA D: Sesap alerta para queda nas coberturas vacinais no RN e reforça necessidade de vacinar crianças e adolescentes

Foto: Ilustrativa

As salas de vacina por todo o Rio Grande do Norte estarão abertas neste sábado (17). O Dia D da Campanha de Vacinação contra a Poliomielite e a Atualização da Caderneta de Vacinação acontece em todos os municípios a fim de imunizar crianças e adolescentes de até 15 anos de idade. Na data, todas as vacinas de rotina estarão disponíveis para a aplicação mediante a análise da situação vacinal de cada paciente.

O momento proporciona que pais e responsáveis, que não tem como levar seus filhos a unidades de saúde durante a semana, possam assegurar a regularidade na aplicação das vacinas a fim protegerem as crianças de enfermidades imunopreveníveis.

Após a reintrodução do sarampo no estado e a baixa cobertura vacinal vivida em todo o país, a Subcoordenadora de Vigilância Epidemiológica, da Secretaria de Estado da Saúde Pública do Estado (Sesap), Alessandra Lucchesi, reforça a importância do ato. “A imunização é uma das mais importantes e efetivas estratégias de prevenção para a ocorrência de várias doenças. É fundamental que os responsáveis pelos menores busquem protegê-los, assim evitando que outras doenças não voltem a circular.”

A ação tem como objetivos reduzir o risco de reintrodução do poliovírus selvagem no país, oportunizar o acesso às vacinas, atualizar a situação vacinal, aumentar as coberturas vacinais e homogeneidade, diminuir a incidência das doenças imunopreveníveis e contribuir para o controle, eliminação e/ou erradicação dessas doenças.

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Saúde

Estresse tóxico atinge crianças e adolescentes na pandemia

Foto: ILUSTRATIVA

A pergunta que vale um milhão de dólares: quais serão as sequelas da pandemia? Ainda pouco são os estudos sobre o tema e enquanto as respostas não vêm, pesquisadores de diversas áreas analisam os sintomas – estes, já um tanto conhecidos. Se não sintomas da doença, são do mal que ela provoca.

Um modelo matemático demonstrou que pessoas até 19 anos são muito menos suscetíveis ao coronavírus do que adultos e idosos. No entanto, a pandemia expõe as crianças a outros riscos, como estresse tóxico, violência e fragilidades no desenvolvimento. Os efeitos da pandemia do coronavírus no desenvolvimento infantil já deixou sequelas.

A maior crise sanitária do século já afetou a saúde mental e o estresse tóxico é uma das consequências. Ocorre quando a criança vivência adversidades por um longo período sem o suporte de um adulto. Um dos efeitos colaterais é a interrupção do desenvolvimento saudável do cérebro e de outros sistemas do corpo, aumentando o risco de uma série de doenças.

Um perigo que, muitas vezes, é inimaginável. Numa atividade de Língua Portuguesa, de uma escola particular em SP, crianças de 9 anos tinham que reescrever o conto da Chapeuzinho Vermelho. Um dos alunos começa seu texto assim: “Vesti minha capa vermelha, meu tênis Adidas, minha máscara e fui visitar minha avó que estava com COVID-19”. Veja só, até a vovózinha do Charles Perrault contraiu o vírus.

A imaginação das crianças sempre foi longe, mas quando o medo toma conta dela tem-se um problema pra lidar. Crianças e adolescentes estão à mercê do medo, diariamente, e as vias de contaminação são muitas. Mas o que fazer então? Como lidar?

Em meio a tanta tensão, é esperado que crianças e adolescentes estejam mais sensíveis. As situações de incerteza e de perdas causadas pela COVID-19 podem provocar nas crianças sentimentos de raiva, medo e ansiedade pela perda do vínculo com pessoas, seja por distanciamento, adoecimento ou morte. E elas tendem a ser ainda mais intensas pelo fato de as mudanças terem sido bruscas e abrangerem vários aspectos do nosso dia a dia. O acúmulo de tantos sentimentos destapa a válvula do estresse que, neste caso, é extremamente tóxico.

A extensão da doença é incalculável e alguns órgãos estão tentando mapear o tamanho do efeito. O Núcleo Ciência pela Infância (ICPI) e a Sociedade Brasileira de Pediatria são dois deles. Quando o estresse surge da percepção de um evento ameaçador, estudos apontam que o modelo para lidar envolve o atendimento a algumas necessidades psicológicas universais.

“Ainda nos estágios iniciais do desenvolvimento da afetividade e da inteligência, as crianças se guiam pelas experiências, pelo que podem ver, ouvir, tocar, cheirar, imaginar, imitar, dizer, brincar. Muito mais do que atentar para os conceitos que explicam a situação excepcional. O que vale é a observação dos pais ou familiares”, diz a Profa. Dra. Maria Beatriz Martins Linhares, Professora Associada do Departamento de Neurociências e Ciências do Comportamento da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo e membro do Comitê Científico do Núcleo de Ciência pela Infância (NCPI).

Um estudo preliminar realizado na província chinesa de Shaanxi, por exemplo, avaliou na segunda semana de fevereiro de 2020, os efeitos imediatos da pandemia da COVID-19 no desenvolvimento psicológico de 320 crianças e adolescentes de ambos os sexos de 3 a 18 anos de idade. Os resultados mostraram que os problemas emocionais e comportamentais mais prevalentes foram distração, irritabilidade, medo de fazer perguntas sobre a epidemia e querer “ficar agarrados” aos familiares.

Além disso, foram verificados casos de insônia, pesadelos, falta de apetite, desconforto físico e agitação. As crianças na faixa etária mais jovem (3 a 6 anos) manifestaram mais o sintoma de querer ficar “grudadas” nos pais e temer que membros da família fossem contaminados. “Elas não compreendem direito a situação e reagem, principalmente, às mudanças que percebem no comportamento dos familiares e em sua rotina de vida”. É natural que as crianças pequenas passem a dormir mal, não comer, chorar, morder, demonstrar apatia ou distanciamento: são todas formas de lidarem com a situação adversa.

Um exemplo é o eventual aumento de respostas agressivas por parte da criança. É uma reação esperada quando o período de estresse se prolonga e atinge um nível tóxico. “Isso porque para uma criança pequena é muito mais difícil racionalizar a emergência vivida em uma pandemia. Ela ainda não tem os recursos cognitivos necessários para compreender algo tão abstrato como o coronavírus”, explica a Profa. Dra. Maria Beatriz.

As crianças mais velhas, por sua vez, manifestaram mais desatenção e dúvidas. Deve-se também destacar que este contexto de estresse altera profundamente as atividades físicas e o sono, que são essenciais para o pleno desenvolvimento infantil. “Há inúmeras evidências da profunda influência desses fatores sobre a plasticidade cerebral e, consequentemente, o desenvolvimento cognitivo e emocional. Neste momento dramático em que vivemos uma total modificação de nossas rotinas, torna-se um desafio a manutenção adequada dessas atividades para que se possa preservar uma vida saudável”, aponta a Profa. Dra. Maria Beatriz Martins Linhares.

Segundo a pediatra Liubiana Arantes de Aráujo, especialista do Departamento Científico da SBP (Sociedade Brasileira de Pediatria), o estresse pode ser tolerável se a família conseguir desenvolver estratégias para ajudar a criança e o adolescente a se reorganizarem. Para isso, a família precisa prover carinho, suporte, acolhimento, tempo de escuta da angústia, além de tentar organizar a rotina de um modo mais organizado e com coisas atividades positivas.

As recomendações publicadas no estudo da ICPI reforçam as da SBP. É importante manter os relacionamentos, ainda que virtuais, assegurando a eles o senso de pertencimento de grupo. Garantir os laços é tarefa das mais importantes em meio ao medo da morte. Procurar entender reações como birra, manha, carência ou respostas a uma situação tensa é outro ponto de atenção.

“Importante entender não como um desafio ao adulto e ajudá-la a perceber essa relação e tranquilizá-la. Elogiar a criança, comportamentos adequados, brincar, conversar, ouvir. Aceitar os eventuais retrocessos em etapas do desenvolvimento que já haviam sido superadas (como chupar dedo, fala mais infantilizada, descontrole da urina e fezes), que podem ser sinais de insegurança que devem ser tratados com compreensão, tolerância e carinho, sem brigas”, alerta a Profa Dra. Maria Beatriz.

“Uma ideia que podemos ter nesse momento é tentar dividir as atividades da criança dentro de casa para que, se possível, cada atividade aconteça em um determinado ambiente ou em um cômodo da casa. Essas crianças precisam de uma rotina estruturada, então, quando ela identifica aquele esquema no qual pode realizar determinada atividade naquele ambiente, isso diminui o seu nível de ansiedade”, sugeriu o também pediatra da SBP, dr. Ricardo Halpern.

Outro ponto reforçado pelo especialista foi a necessidade de as brincadeiras ocorrerem da forma estruturada pelo máximo de tempo possível. “Quando a criança brinca consegue estruturar várias coisas, ela consegue imaginar, fazer resolução de problemas, aumentar seu jogo simbólico”, disse dr. Ricardo.

As recomendações consideram um cenário quase ideal das famílias, dentro de suas casas. Isso porque é preciso que as famílias estejam extremamente presentes para acolher e amparar essa criança estressada, com medo e cheia de angústias. Não se preocupe se não der conta. Pedir ajuda a um especialista ou ao pediatra pode ser de grande valia neste momento. Porque estamos todos à mercê do estresse tóxico.

Emais – Estadão

 

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Polícia

Adolescentes fogem de centro de ressocialização na Grande Natal na manhã desta segunda durante ação de desinfecção do Exército

O portal G1-RN noticia que pelo menos três adolescentes fugiram do Centro Educacional (Ceduc) Pitimbu, para ressocialização de menores de idade infratores, durante a manhã desta segunda-feira (6),  no momento em que miliares do Exército faziam uma desinfecção de combate ao Covid-19 nas dependências da unidade localizada em Parnamirim, na Grande Natal.

Segundo servidores do Ceduc, os adolescentes aproveitaram a mobilização na unidade quebraram uma janela, por onde conseguiram passar, e pularam o muro, fugindo pelo matagal ao redor do prédio. A Polícia Militar foi acionada para fazer uma busca região, mas nenhum dos internos foi recapturado.

Opinião dos leitores

  1. Culpa do Exército, que podia ter mandado um helicóptero para levar as "crianças" a um passeio recreativo em direção ao arquipélago Fernando de Noronha.

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Polícia

Trio “de menor” é apreendido pela PM após sequestro relâmpago de motorista de aplicativo em Natal

Foto: Sérgio Henrique Santos/Inter TV Cabugi

O portal G1-RN noticia nesta sexta-feira(08) uma ocorrência policial em que um motorista de aplicativo foi feito refém por um trio de adolescentes durante cerca de três horas, na noite dessa quinta-feira (7) em Natal. De acordo com a matéria, o profissional aceitou uma corrida e ao chegar no local, um dos suspeitos entrou no carro e anunciou um assalto. Em seguida outros dois entraram no veículo.

Segundo a notícia, a ideia dos menores era usar o carro do motorista de aplicativo para praticar assaltos pela cidade. O sequestro relâmpago terminou após colisão do carro em um semáforo no cruzamento entre as avenidas Capitão Mor-Gouveia e Jaguarari, na zona leste da capital. Matéria com detalhes aqui.

Opinião dos leitores

  1. Nós presos em casa e eles soltos, ainda mais, nas ruas.
    Se brincar, tomaram café com a família, de tão pouco tempo que esses acadêmicos ficam presos.

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Polícia

Adolescentes são apreendidos na Grande Natal logo após assaltarem motorista de aplicativo na BR-101

Foto: Divulgação/PRF

A Polícia Rodoviária Federal recuperou, no final da manhã desse domingo (01), em São José de Mipibu/RN, um Classic, que acabara de ser tomado de assalto de um motorista de aplicativo, por dois adolescentes.

A ocorrência se iniciou quando a vítima visualizou o seu veículo, com os dois assaltantes, em um posto de combustíveis, tentando abastecê-lo. Nesse momento, uma equipe da PRF se encontrava no local e tentou abordar os ocupantes, mas estes empreenderam fuga pela rodovia – RN 316, estrada que dá acesso à cidade de Monte Alegre/RN.

De imediato houve o acompanhamento tático e, depois de aproximadamente dois quilômetros, o veículo foi abordado e os homens presos. Ambos não portavam documentos, mas se declararam como menores de idade. Foi encontrado um canivete que a vítima reconheceu como sendo a arma usada no crime.

A ocorrência foi encaminhada à Delegacia de Polícia Civil, Plantão Zona Sul, em Natal.

Opinião dos leitores

  1. Salve a presteza da PF, se formos depender do comprometimento e empenho das polícias do estado estamos ferrados. Coloca na caderneta Fatinha pipoca.

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Segurança

Adolescentes suspeitos de assalto a transporte coletivo são apreendidos pela Guarda Municipal em Natal

Foto: Divulgação

A Guarda Municipal do Natal (GMN) aprendeu, nessa terça-feira (15), dois adolescentes de 17 e 16 anos suspeitos de roubo a um transporte coletivo da empresa Santa Maria. Os detidos foram pegos pelos guardas municipais minutos após a consumação do delito, que ocorreu na Rua Padre João Manoel, no bairro de Cidade Alta.

De acordo com informações repassadas pela Coordenação da Ronda Saúde da GMN, os guardas municipais faziam patrulhamento na área do Hospital dos Pescadores, no bairro da Rocas, quando o motorista do ônibus da empresa Santa Maria solicitou apoio da guarnição relatando que dois homens haviam acabado de fazer um arrastão no transporte coletivo levando todo o dinheiro que estava no caixa.

Os guardas municipais saíram em diligência no intuito de capturar os suspeitos e de posse das características dos dois rapazes conseguiu localizar, identificar e apreender os adolescentes. Logo em seguida, os suspeitos foram apresentados as vítimas que os reconheceram como sendo os autores do assalto.

Os adolescentes foram conduzidos a Delegacia de Plantão Zona Sul onde foram concluídos os procedimentos de apreensão, ficando ambos à disposição da justiça.

Opinião dos leitores

  1. Pode juntar toda a policia pra fazer segurança nos ônibus que eles migram pra farmácia, mercadinhos e etc ,esse ECA é uma mãe, não tem jeito se não mudar.

  2. Tem que juntar todas as polícias para coibir assaltos a transportes, já é sofrido por causa das goteiras, baratas e lotações!

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Diversos

Saiba quais são os intercâmbios mais procurados entre os adolescentes

Foto: via site Intercâmbio capital

Uma pesquisa realizada pelo Selo BELTA 2019 (Brazilian Educational & Language Travel Association), revela que o número de adolescentes em busca de intercâmbios cresceu e além da busca por aprender outra língua, existe o anseio por novas culturas e trabalhos voluntários.

Já pensou em mandar seu filho para um intercâmbio? As férias acabaram e pode ser um bom momento para pensar nas próximas e a possibilidade de um intercâmbio tem se tornado cada vez mais comum, e desejável, entre adolescentes e jovens brasileiros.

O setor que movimentou 1.2 bilhões de dólares, em 2018, traz números expressivos de uma juventude, nitidamente, em busca de melhores formações não só profissionais, mas pessoais também. Aprender uma língua estrangeira ainda é a 1ª opção de quem busca um intercâmbio, mas a busca pelo high school dá lugar a experiência de estudar e trabalhar temporariamente ao mesmo tempo que aparece em 2ª lugar na pesquisa como procura. Adolescentes e jovens querem ganhar experiências enquanto estudam. Aprender a língua já é algo default.

A pesquisa foi realizada em parceria ao Instituto ESPM e tem uma amostra de 522 agências nacionais. 4929 estudantes participaram da pesquisa, sendo 65% da amostragem é sudeste. Norte e nordeste tem 15%. O público feminino, 56%, ainda é maior que o masculino, 44%. A faixa etária foi fatiada em cinco categorias. 22 a 24 anos aparece em 1ª lugar, seguido de 25 a 29. Em 3ª, os adolescentes entre 15 e 17 anos. “A procura dessa faixa etária se modificou”, analisa Maura de Araújo Leão, presidente da Agência BELTA. “Com a entrada de escolas internacionais no Brasil e o crescimento das escolas bilíngues, os adolescentes têm buscado diversificar suas experiências com o intercâmbio”. Aqui é possível observar, não só a escola pela tradicional high school, mas o aparecimento do boarding school (vivência de até 3 meses em escola internacional) e o trabalho voluntário. “Essa mudança de comportamento reflete no crescimento de graduação no exterior”, aponta Maura.

Fazer uma graduação fora do Brasil aparece em 4ª posição nas escolhas dos jovens. E países que permitem brasileiros a trabalhar é um dos fatores de escolhas que contam na decisão. Canadá, Estados Unidos, Irlanda, Austrália, Malta, Nova Zelândia e África fazem o ranking. Portugal aparece em 16º. com a facilidade da língua e da aceitação do ENEM em faculdades portuguesas como ponto facilitador. Outros aspectos que influenciam na escolha do destino são qualidade de vida no país (40,4%), localização (26,2%), estilo de vida (23%), belezas naturais e atrações culturais (22,7%), a possibilidade de uma experiência inesquecível (21,9%) e a segurança do país (21,7%). Exatamente nesta ordem. Isso só reforça a mudança de comportamento nas escolhas. O aprendizado de uma língua estrangeira vem é quase que consequência da experiência internacional.

Países de língua inglesa ainda são a 1ª escolha, espanhol vem em 2ª. seguido de francês (quase empatado muito por conta do Canadá como 2ª país destino), seguido de alemão e italiano. Japonês aparece em 7ª. posição e mandarim já entra no ranking, ainda que lá embaixo. A escolha da língua está diretamente ligada ao objetivo do intercâmbio e a escolha do destino. Jovens e adolescentes buscam fazer um match entre investimentos profissionais e carreira e a realização de um sonho (resposta de 54,7% dos estudantes), algo muito mais ligado a ampliação de horizontes e a vivência de uma experiência cultural. “Eles acreditam que esses investimentos ampliam e ajudam a desenvolver as competências exigidas na vida profissional”, conta Maura. “O intercâmbio reflete diretamente o desejo e os anseios dessa geração que está preocupada não só em ampliar capacidades intelectuais, mas no seu próprio desenvolvimento sócio emocional”.

Emais – Estadão

 

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Diversos

Aplicativo de sucesso entre adolescentes é usado para divulgar pornô e golpes de diversos tipos

Golpes no TikTok direcionam usuário para sites adultos e contas falsas — Foto: Divulgação/TikTok

O TikTok, aplicativo de vídeos e dublagens para Android e iPhone (iOS), tem sido usado por criminosos para aplicar golpes de diversos tipos, como redirecionamento para sites de conteúdo adulto e compra de seguidores. A informação consta em relatório divulgado pela empresa de cibersegurança Tenable nesta quarta-feira (14). Segundo o documento, o app também está repleto de contas falsas de famosos.

“Dada a ascensão meteórica de popularidade do TikTok, não é surpresa nenhuma que golpistas tomassem conhecimento [dele]”, disse Satnam Narang, pesquisador da Tenable. Ele conta que começou a rastrear golpes no TikTok em março, quando o app ultrapassou a marca de um bilhão de instalações, superando redes sociais como Facebook e Instagram. Vale lembrar que a plataforma é muito popular, principalmente, entre crianças e adolescentes — nos EUA, por exemplo, 60% dos 500 milhões de usuários do aplicativo são de 16 a 24 anos. “Até o momento, porém, esses golpes parecem estar em estágio inicial”, atestou.

A ByteDance, empresa responsável pelo TikTok, disse que removeu todas as contas mencionadas no relatório da Tenable, mas não informou o número de perfis apagados ou o quão predominantes são os golpes descritos no documento.

“O TikTok tem práticas rígidas de proteção do usuário contra conteúdos falsos, fraudulentos ou enganosos. Marcamos e removemos a maior parte das contas de spam antes que elas cheguem ao feed dos usuários, e continuamente aprimoramos nossas medidas de segurança, até mesmo quando agentes maliciosos trabalham para escapar de nossas proteções”, afirmou uma porta-voz da empresa.

Entenda os golpes

Segundo o relatório da Tenable, um dos golpes envolvia o roubo de vídeos que mostravam mulheres dançando de biquíni ou fazendo exercícios físicos, publicados originalmente no Instagram ou Snapchat. As filmagens redirecionavam o usuário do TikTok para uma conta do Snapchat, prometendo fotos e vídeos de nudez.

Mais tarde, usando esses mesmos perfis, os golpistas levariam os espectadores a sites de conteúdo pornográfico por assinatura, ganhando dinheiro a cada clique e cadastro de novos membros “premium”. De acordo com o documento, essas contas fraudulentas teriam, em média, 650 seguidores e receberiam mais de 1,7 mil curtidas em seus vídeos. O perfil mais popular descoberto por Narang, por exemplo, tinha mais de 12,3 mil seguidores.

Outra tática usada pelos criminosos consistia em se passar por influenciadores do TikTok ou celebridades para aplicar golpes. Promessas de um rápido aumento de seguidores em troca de dinheiro também estavam entre as fraudes recorrentes no app.

Globo, via Techttudo, CNET e MediaKix

 

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Polícia

Adolescentes roubam ambulância e fazem série de assaltos na Grande Natal

Foto: PMRN/Divulgação

O portal G1-RN destaca nesta quinta-feira(15) que ois adolescentes, armados com uma espingarda, foram apreendidos na madrugada após uma perseguição policial pelas ruas das Zona Oeste e Leste de Natal. A dupla, segundo a Polícia Militar, havia roubado uma ambulância e feito uma série de assaltos. Outros dois rapazes conseguiram fugir. Confira todos os detalhes da ação criminosa clicando aqui em texto na íntegra.

Opinião dos leitores

  1. Essa situação já era prevista, pela incompetência desse governo, quando quer ordenar que a polícia só deve prender ou fazer o que ela quiser!
    Já viu onde vamos parar.

  2. Olha com esta ficando a segurança dos Natalenses, igualzinho ao governo de robinho, ao início e ao fim, estamos ferrar os, essa governadora e seus asseclas são uns incompetentes, semana passada ela se advogou a ditadora, e enveredou pelo judiciário, com aquele decreto insano, depois teve que dar marcha ré. Agora os pelegos da polícia militar e civil, como ganham bem e em dia, estão dando as costas a população. Breve senhora governadora o destino das eleições vai te pegar, olhe para os lados e para trás, e veja o destino dos seus colegas do PT, cadeia ou ostracismo.

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Tecnologia

Adultos jogam mais videogame do que adolescentes no Brasil, aponta levantamento

(FOTO: PIXABAY)

Pare e pense em alguém que curte videogame. Provavelmente, você imaginou um homem jovem, certo? Bem, talvez esteja na hora de rever essa imagem. De acordo com a Pesquisa Games Brasil 2019, os brasileiros fãs de joguinhos eletrônicos são adultos e a maioria, mulheres.

A sexta edição do levantamento – conduzido pelas instituições Sioux Group, Go Gamers, Blend e ESPM – aponta que as mulheres compõem 53% dos gamers no país. E a faixa etária predominante, tanto entre elas quanto entre eles, não são adolescentes: os jogadores convictos têm entre 25 e 54 anos. A maioria, inclusive, está à frente de uma família: 35% moram com os filhos e o cônjuge; aqueles que declararam morar com os pais são 27%.

O celular é a plataforma favorita dos 3.251 brasileiros entrevistados: 83% costumam jogar diretamente pelo smartphone. Os consoles vêm em segundo lugar – 48,5% disseram que preferem videogames como PlayStation e Xbox.

Para 89% dos participantes da pesquisa, os joguinhos são um método de relaxamento, algo que fazem quando estão em casa. Somente 4,7% jogam quando estão no trânsito ou no transporte público.

A cada 10 jogadores, apenas três se consideram gamers hardcore: eles podem até não jogar todos os dias, mas estão sempre por dentro dos lançamentos, preferem partidas mais longas, gostam de jogar em consoles e gastam mais de R$ 1.000 por ano com games.

A maior parte dos voluntários é de gamers casuais. Embora não se interessem tanto pelos avanços tecnológicos nem gastem dinheiro com isso, dedicam bastante tempo para essa atividade: costumam jogar três vezes por semana e podem ficar até três horas jogando sem parar.

Realidade virtual

Jogos de realidade virtual – que contam com efeitos que estimulam os sentidos físicos do jogador – estão se tornando cada vez mais conhecidos: 63,7% dos entrevistados disseram que já ouviram falar dessa tecnologia, embora nunca tenham experimentado. E 85,9% confessaram que têm vontade de testar.

Galileu

 

Opinião dos leitores

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Educação

Adolescentes são apreendidos suspeitos de estuprar criança dentro de banheiro em escola particular em João Pessoa-PB; Polícia investiga mais vítimas de estupro e participação de ex-funcionário

Polícia investiga mais vítimas de estupro em banheiro de escola e ex-funcionário suspeito, na PB — Foto: Reprodução/TV Cabo Branco

Três adolescentes foram apreendidos na manhã dessa segunda-feira (11) em João Pessoa suspeitos de estuprarem uma criança de oito anos dentro de uma escola particular. Segundo informações da Polícia Civil, as apreensões foram em decorrência de mandados judiciais após processo que tramita em segredo de justiça desde maio de 2018.

Dois adolescentes foram apreendidos nos bairros de Manaíra e Tambauzinho, em João Pessoa. Um terceiro adolescente foi apreendido no início da tarde desta segunda. Todos os apreendidos foram encaminhados para o Centro Educacional do Adolescente (CEA), no bairro de Mangabeira.

Em nota publicada em uma rede social, o Colégio Geo afirmou que “a partir do momento que tomou conhecimento da notícia, o Colégio GEO tem buscado junto ao poder público a apuração dos fatos. Em respeito à privacidade dos menores envolvidos, o procedimento tramita em segredo de justiça e no âmbito do Poder Judiciário. O colégio está empenhado no esclarecimento integral da verdade”.

De acordo com a delegada Roberta Neiva, gerente da seccional de João Pessoa, um quarto suspeito, alvo de um dos quatro mandados de busca e apreensão , não tinha sido localizado até as 15h40 desta segunda-feira.

“A família da criança, que tinha oito anos na época do caso, trouxe o caso até a polícia. O caso foi para o âmbito judiciário e foi determinada a apreensão dos quatro adolescentes envolvidos”, explicou Roberta Neiva.

Os adolescentes apreendidos têm idades entre 14 e 17 anos. A delegada explicou que eles devem responder pelo ato infracional semelhante ao crime de estupro. “Não temos conhecimento de outras denúncias envolvendo o quatro adolescentes”, relatou a delegada.

Até o início da tarde desta segunda-feira, o outro adolescente alvo do mandado judicial não tinha sido localizado.

Polícia investiga mais vítimas de estupro em banheiro de escola na PB; ex-funcionário é suspeito

A polícia já concluiu o inquérito sobre o estupro de duas crianças, dentro do banheiro de uma escola particular de João Pessoa, e investiga a violência sexual contra outras duas possíveis vítimas. O caso ganhou repercussão nesta segunda-feira (12), quando três adolescentes foram apreendidos suspeitos do ato infracional. Todas as vítimas são meninos de até 10 anos de idade.

Segundo a delegada Joana D’arc Sampaio, também foi confirmada a participação de um ex-funcionário da escola nos crimes. “Ele participava ativamente de alguns abusos e em outros ele dava cobertura apenas olhando o ato”, disse a delegada.

A investigação começou em maio de 2018, com a denúncia da primeira vítima. A segunda vítima foi identificada em dezembro de 2018 e confessou, em depoimento, que também participou dos abusos contra a primeira criança, conforme explicou a delegada.

Ainda de acordo com a delegada, o ex-funcionário – afastado em 2018 após as denúncias – e os adolescentes suspeitos de praticar a violência foram ouvidos ainda em maio de 2018. A delegada afirmou que uma das vítimas relatou que o zelador destravava as portas dos banheiros para praticar os abusos. O suspeito responde em liberdade, sob medidas cautelares da justiça.

Os abusos vieram à tona após a mãe de uma das vítimas receber um aviso da escola que comunicava que o filho dela estava indo com muita frequência ao banheiro. Além disso, a criança também passou a ter um “comportamento agressivo e também choroso”. “Em conversa com a mãe, a vítima contou sobre os abusos e a investigação foi iniciada”, disse a delegada.

Segundo o delegado da Infância e Juventude, Gustavo Carlleto, que está à frente do caso, dois inquéritos já foram concluídos, mas outros podem ser abertos caso apareçam novas vítimas.

Em nota publicada em uma rede social, o Colégio GEO afirmou que “a partir do momento que tomou conhecimento da notícia, o Colégio GEO tem buscado junto ao poder público a apuração dos fatos. Em respeito à privacidade dos menores envolvidos, o procedimento tramita em segredo de justiça e no âmbito do Poder Judiciário. O colégio está empenhado no esclarecimento integral da verdade”.

Três adolescentes foram apreendidos na segunda-feira (11), suspeitos de praticar os abusos. Até o início da tarde desta terça-feira (12), o quarto adolescente alvo do mandado judicial não tinha sido localizado.

“Já tem uma audiência marcada para uma data próxima, e diante dessa audiência possa ser que venha uma nova decisão do juiz sobre esse fato”, afirmou o delegado Carlleto.

G1

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Comportamento

Separação de pais tem mais impacto em crianças mais velhas e adolescentes, revela estudo

Imagem: iStock

Há faixas etárias em que o divórcio dos pais pode ter ainda mais influência sobre a saúde mental dos filhos, revela um estudo da University College London publicado recentemente.

Estudiosos analisaram mais de 6 mil crianças nascidas no Reino Unido na virada de 1999 para 2000 e examinaram a saúde mental nas faixas de 3, 5, 7, 11 e 14 anos em comparação a filhos de pais separados – um quinto – e os que moravam com os pais juntos.

As crianças que viram divórcio dos pais na última infância e no começo da adolescência – entre 7 e 14 anos, – tiveram crescimento de 16% em problemas emocionais e 8% em desvios de comportamento. Já aquelas que viram os pais se separaram entre as idades de 3 e 7 anos não estavam mais propensas a problemas emocionais que aquelas que têm pais casados.

Segundo o estudo, os problemas emocionais são comuns a meninos e meninas, mas as mudanças de comportamento são observadas apenas entre eles.

A coautora do estudo Emla Fitzsimons afirma que uma razão provável para estas conclusões é de que crianças mais velhas já estão mais sensíveis às dinâmicas dos relacionamentos.

Universa – UOL

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Diversos

Adolescentes que não se identificam como heterossexuais são mais vulneráveis a depressão; sintomas a partir dos 10 anos

Foto: Marjan Apostolovic/Shutterstock

Jovens que se identificam como pertencentes a minorias sexuais – o que inclui os que se dizem gays, lésbicas, bissexuais, heterossexuais não exclusivos ou têm dúvidas sobre sua orientação sexual – experimentam mais sintomas depressivos e relatam mais casos de autoflagelação do que seus colegas de escola e início da idade adulta, aponta estudo que acompanhou quase 5 mil pessoas entre os dez e 21 anos no Reino Unido, publicado nesta terça-feira no periódico científico “The Lancet Child & Adolescent Health”.

Segundo a pesquisa, jovens de minorias sexuais têm quatro vezes mais chances de praticarem atos de autoflagelação entre os 16 e 21 anos que seus colegas heterossexuais, e também têm mais risco de sofrerem com sintomas de depressão a partir dos dez anos de idade. Levantamentos anteriores mostraram que anualmente entre 2001 e 2014, 37 de cada 10 mil garotas e 12 de cada 10 mil meninos do Reino Unido receberam tratamento por ferimentos autoinfligidos.

— É muito preocupante ver que apesar das mudanças na percepção e atitudes públicas, os jovens de minorias sexuais continuam sob um maior risco de problemas de saúde mental no longo prazo — resume Gemma Lewis, líder do estudo, do University College London. — Nossos achados destacam a importância de tratar a saúde mental em vista da autoidentificação e rotulagem de orientações sexuais minoritárias. É imperativo que encontremos novas maneiras de alcançar estes adolescentes e que eles tenham acesso a serviços de apoio de alta qualidade desde muito jovens.

Estimativas recentes apontam que uma em cada 25 pessoas com entre 16 e 24 anos no Reino Unido se identifica como gay, lésbica ou bissexual. Estudos anteriores também já tinham mostrado que jovens que se identificam como de minorias sexuais têm mais chances de ficarem deprimidos, se autoflagelarem e tentarem suicídio, mas poucas pesquisas avaliaram quando o risco destes problemas mentais se eleva, e como ele se desenvolve com o tempo.

Sintomas a partir dos 10 anos

Assim, no novo estudo, os pesquisadores analisaram dados de 4.843 adolescentes nascidos entre abril de 1991 e dezembro de 1992 integrantes de um levantamento maior, intitulado Estudo Longitudinal Avon de Pais e Filhos do Reino Unido (ALSPAC, na sigla em inglês) que relataram sua orientação sexual aos 16 anos. A grande maioria, 4.203, ou 87%, se disse heterossexual, enquanto 625, ou 13% se identificaram como pertencentes a minorias sexuais. Pouco mais da metade dos participantes (53%) é de mulheres.

Os sintomas depressivos destes jovens foram avaliados por meio de questionários sete vezes entre os dez e 21 anos, e questionários sobre práticas de autoflagelação foram respondidos aos 16 e 21 anos. Modelos estatísticos foram aplicados para comparar a ocorrência de sintomas de depressão e práticas de autoflagelação entre os grupos de minorias sexuais e heterossexuais desde o início da adolescência até a idade adulta ajustando para fatores como sexo, idade, nível de educação materna e classe social.

Segundo os pesquisadores, os resultados indicam que os sintomas de depressão já eram mais comuns nos jovens de minorias sexuais a partir dos dez anos, se desenvolvendo rapidamente durante a adolescência e continuando até os 18 anos. A partir desta idade, no entanto, a ocorrência destes sintomas começa a cair especialmente entre os jovens das minorias sexuais. Os pesquisadores acreditam que isso acontece por um aumento da independência desses jovens, bem como mudanças em seus grupos de amigos.

Mas os resultados também apontam que os jovens de minorias sexuais tinham quatro vezes mais probabilidade de relatarem práticas de autoflagelação tanto aos 16 quanto aos 21 anos. Além disso, estes jovens tinham mais de quatro vezes o risco de se ferirem com intenções suicidas aos 21 que seus colegas heterossexuais.

Embora destaquem que o estudo é observacional, não permitindo assim tirar conclusões relativas a causa e efeito, os pesquisadores acreditam que a pior estado de saúde mental relatado pelos jovens de minorias sexuais se deve em parte a um meio social hostil e estressante para pessoas com sua orientação, relacionado a questões como estigma, preconceito e discriminação.

— A falta de modelos de pessoas pertencentes a minorias sexuais e a aceitação inquestionável de conceitos rígidos de comportamentos de gênero devem ser objetos de atenção nas escolas e na sociedade em geral — defende Gemma. — Temos que assegurar que os médicos e aqueles trabalhando na área de saúde mental estejam atentos a esta desigualdade e reconheçam as necessidades das minorias sexuais.

O Globo

 

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