O Instituto Êpa, que revelou à revista Veja, um pedido de pagamento de propina por assessores do Ministério do Trabalho para liberação de verbas de convênio parece que não é exatamente uma vitrine. Estaria mais para vidraça diante da profusão de supostas irregularidades que pesam contra si, sem que os dirigentes da Ong, sediada em Natal, venha a público dar explicações.
Um fato comentado nas redes sociais, chegou hoje à edição do Novo Jornal e ganhou força de documento com a publicação no impresso: o Instituto Êpa contratou com recursos público a Cooperativa de Trabalhadores Autônomos para o fornecimento de lanches. Não haveria nenhum problema se ambas as organizações não fossem presidida pela mesma pessoa, Aurenísia Celestino Figueiredo.
A manobra, que fere o princípio da impessoalidade, despertou a atenção do Ministério do Trabalho – daí a suspensão do convênio para investigações, o que suscitou o pedido de propina.
O blog, coincidentemente, apurou uma história bizarra sobre funcionário que trabalha no Instituto Êpa e que participou desse esquema do lanche.
Intrigante é que após tal banquete, houve quem aparecesse esbanjando dinheiro.

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