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Arena das Dunas rebate Control: “É inadmissível que o resultado de uma auditoria se traduza em um manifesto sobre o desejo de repactuação completa do contrato firmado”; veja nota

Arena das Dunas, em nota, diz que concessionária sempre respeitou a premissa de fiscalização do Poder Concedente e seguirá nessa postura. Destaca que “é inadmissível que o resultado de uma auditoria se traduza em um manifesto sobre o desejo de repactuação completa do contrato firmado”. Veja abaixo:

NOTA DE ESCLARECIMENTO

A Arena das Dunas sempre esteve à disposição do Estado do RN ao longo da Auditoria da CONTROL, tendo facultado amplo acesso aos documentos solicitados e, inclusive, disponibilizado sala própria na sua sede para o regular desenvolvimento dos trabalhos.

Ainda assim, não recebeu, até o momento, o resultado completo dos trabalhos efetuados (relatório final e seus anexos), impossibilitando a adequada compreensão dos números e valores amplamente divulgados.

De todo modo, considerando a disponibilização do Relatório incompleto para a imprensa e no site da CONTROL, entende necessário esclarecer conclusões equivocadas contidas no material apresentado.

A primeira: o prazo final das obrigações do poder público. O relatório considera a obrigação do poder público se estendendo até janeiro de 2034, quando o termo final do contrato é em outubro de 2031.

Portanto, as conclusões equivocadas estão agravadas por 3 anos de cômputo indevido de valores.

Infelizmente, este equívoco não está sozinho.

Além dele, os seguintes pontos nos surpreenderam e demonstram, com todo o respeito: (i) atropelo do contraditório; (ii) incompreensão de conceitos relacionados ao Contrato de PPP; e, (iii) ausência de entendimento do próprio modelo jurídico e econômico do contrato celebrado e em vigor há 9 anos.

Sobre (i): violação ao contraditório e devido processo legal

1) A Arena das Dunas foi chamada pela CONTROL a apresentar “contestação” ao contido na Nota de Auditoria nº 003/2020, de 19/02/2020, encaminhada pelo Ofício nº 36/2020/CONTROL – CG-CONTROL, recebido em 21 de fevereiro de 2020 e respondido
em 03 de abril de 2020.

2) Neste Ofício, mencionava-se, exclusivamente, o entendimento da Auditoria relacionado à repartição das receitas acessórias. Não havia qualquer menção à contraprestação fixa ou outro aspecto do contrato;

3) O Relatório final, como amplamente divulgado, tratou de suposto “prejuízo ao Estado” decorrente do pagamento da contraprestação fixa mensal, em montante superior a R$ 100 milhões.

4) Esta matéria não estava em exame pela auditoria e, portanto, não pôde ser objeto de resposta da Arena, tendo aparecido no Relatório Final como “surpresa”.

Sobre (ii): ausência de compreensão da contraprestação fixa e sua função contratual

1) Há 10 anos, o Estado do RN fez a opção de contratar uma PPP, lançando concorrência pública para transferir para o Parceiro Privado o ônus e o risco de aportar capitais e de os buscar de financiadores externos para executar as obrigações do contrato e, posteriormente, ser remunerado pela Contraprestação Pública, adimplindo suas obrigações com seus respectivos financiadores, bem como remunerando seu próprio investimento direto e a operação do equipamento ao longo dos anos;

2) Este conceito básico de uma contratação por meio de PPP é absolutamente desconsiderado pelo relatório final, que parte da premissa – equivocada, do ponto de vista econômico e jurídico – de que caberia ao Estado apenas repor o valor pago pela Concessionária aos seus financiadores;

3) A “conta” da CONTROL, para dizer o mínimo, desconsidera os encargos diversos que a empresa assume no processo de transformar faturamento em caixa.

4) Dito de maneira direta: a contraprestação paga deve ser suficiente para, além de adimplir financiamento tomado à terceiro, remunerar o capital investido do acionista, o risco inerente ao projeto, o custo da operação do equipamento e gerar LUCRO para o empreendedor.

5) Esta equação está consagrada no contrato celebrado há quase 9 anos e o respeito a ela é condição primeira para a existência do contrato;

6) A Diferença apontada pelo relatório não se trata de pagamento a maior. É a diferença entre o que está contratado e o que o auditor gostaria que tivesse sido contratado em 2011. Não houve qualquer pagamento acima do compromisso firmado.

7) Some-se a este um outro grave equívoco no exame dos dados relativos à estrutura de capital da PPP. Esta estrutura foi composta conforme a figura abaixo:

8) O capital próprio aportado pelo acionista da concessionária foi totalmente desconsiderado pelo Relatório;

9) É de se recordar que essa discussão já foi submetida ao judiciário e ao Tribunal de Contas do Estado, o que vem penalizando a concessão, de forma cautelar, desde o ano de 2016;

10) Em resumo: o que se chamou de “prejuízo ao Estado” é uma ficção não amparada pela legislação de regência, pelo Contrato e seus conceitos mais básicos.

Sobre (iii): incompreensão da divisão das receitas acessórias

1) As receitas acessórias são uma possibilidade de remuneração adicional ao parceiro privado, como estímulo à exploração empresarial contínua do equipamento, provocando efeito em cadeia na economia local, a partir da geração de conteúdos permanentes;

2) Por disposição contratual, estas receitas devem ser compartilhadas entre os parceiros, gerando retorno imediato ao Estado decorrente das atividades desenvolvidas pela concessionária;

3) A interpretação pretendida pela Auditoria é no sentido de que 50% dos valores arrecadados pela concessionária devem ser, abatidos apenas os impostos, transferidos para o Estado;

4) Todos os encargos para a realização dos eventos: custos operacionais, de pessoal, indiretos, seguros, risco e tudo o mais seriam assumidos integralmente pela concessionária, em caráter ilimitado, cabendo ao Estado receber os 50% em qualquer hipótese;

5) Esta interpretação, que contraria posição do Estado estabelecida desde 2013, agride a razão de ser da cláusula;

6) Por que? Porque desestimula o que a cláusula fomenta. A prevalecer a interpretação somente agora pretendida pelo Estado, não faz sentido que a Arena das Dunas continue a ser uma das Arenas mais utilizadas do Brasil;

7) Na prática, e supondo que fosse sustentável a interpretação dada pelo Estado somente agora, a realização de eventos capazes de simplesmente pagar seus custos de realização deveriam compreender margens bem superiores a 150%, tornando inviável mercadologicamente a disponibilização de serviço nestes moldes;

8) Frise-se: por contrato, a Arena não está obrigada a promover eventos geradores de receitas acessórias. Se a cláusula passa a ser interpretada do modo pretendido, a racionalidade econômica impedirá que a concessionária busque qualquer outra receita que não as contraprestações pagas diretamente pelo Estado, com todos os prejuízos para a sociedade potiguar da obsolescência do equipamento público.

Conclusão

Esta concessionária sempre respeitou a premissa de fiscalização do Poder Concedente e seguirá nessa postura. Contudo, é inadmissível que o resultado de uma auditoria se traduza em um manifesto sobre o desejo de repactuação completa do contrato firmado.

É de se dizer, todos os Demonstrativos Financeiros, incluindo o referente ao compartilhamento das receitas, são analisados e validados por Auditorias Independentes, publicados e acompanhados por todos os envolvidos interessados.

Vale dizer, a contratação desta Parceria Público Privada foi previamente avaliada e contou com a contribuição de todos os órgãos de controle pertinentes, o que culminou com o lançamento da concorrência pública internacional, a qual a concessionária se vinculou posteriormente aceitando os termos determinados pelo próprio Estado do Rio Grande do Norte.

Assim, a Arena das Dunas tomará todas as medidas cabíveis para esclarecer os temas propostos em todas as instâncias que for instada a fazê-lo, preservar seus direitos e garantir a execução de suas obrigações conforme previsto no Contrato de Concessão Administrativa 001/2011.

ARENA DAS DUNAS CONCESSÃO E EVENTOS S.A.

Opinião dos leitores

  1. Melhor deixar como está, porquê se for para as mãos do estado vai ser um total abandono. Trabalhei no Distrito sanitária sul/ SMS/NATAL, e era ali no antigo João Cláudio de Vasconcelos Machado, vizinho associação dos deficientes físicos e era um total abandono, fiação expostas e soltas, banheiros imundos, por isso que torço para continuar com está se deve alguma coisa, pague, mais não se pode transformar em um jogo politico.
    Grande abraço B.G.

  2. Esse elefante além decretar destruindo o caixa do governo, destruiu a paisagem e o comércio no seu entorno. Nada que se planta naquela área dá frutos, se transformou em um local deserto e sem vida. Parabéns Lula, empreiteiros e o restante dos políticos sem futuro que apoiaram a construção daquele troço.

  3. Melhor seria a empresa entregar o estádio, bem como ingressar na justiça, para ser indenizado no que foi gasto na sua construção, devolvendo ao Estado a responsabilidade pela sua manutenção.

  4. Isso é briga de cachorro grande, só resolve com Receita Federal, PF e MP, eles podem dizem onde foram gastos esse mais de UM BILHÃO de reais nesse elefante branco, superfaturado todo mundo já sabe que foi, agora é saber o percentual e os envolvidos.

  5. Tem que investigar bem direitinho isso aí…… . Sabe-se que há muita gente graúda envolvida e que estão bem caladinhos, se fazendo de doidos e de mortos, enquanto o Rio Grande do Norte agoniza financeiramente.

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Eleições 2026

Renan Santos acusa campanha de Flávio Bolsonaro de receber dinheiro de grupo trumpista

Fotos: Reprodução e Evaristo Sá/AFP

O candidato à Presidência Renan Santos (Missão) acusou a campanha de Flávio Bolsonaro (PL) de receber apoio financeiro ilegal da Rockbridge Network, rede americana de investidores trumpistas fundada pelo vice-presidente dos Estados Unidos, J.D. Vance, e pelo empresário Chris Buskirk.

A acusação é grave porque a legislação eleitoral brasileira proíbe que partidos e candidatos recebam, direta ou indiretamente, doações de origem estrangeira.

“Esses caras vieram para o Brasil e saíram oferecendo apoio a várias candidaturas: Flávio, antes tentaram o Tarcísio, e fecharam com o Flávio. Esses caras trabalham com muitas coisas, entre elas terras raras. Eles entraram na campanha do Flávio, naturalmente e ilegalmente”, afirmou Renan.

Integrantes do Missão e do MBL apontam o empresário Tallis Gomes, fundador da G4 Educação e membro da Rockbridge nos Estados Unidos, e Pedro Sang como ligados à atuação do grupo no Brasil.

Tallis negou ter levantado recursos para Flávio e disse que mantém diálogo com diferentes campanhas, sem adesão formal. Sang também negou qualquer repasse: “Nunca houve nenhum centavo transacionado”. Segundo ele, os contatos com a Rockbridge tratavam de possíveis investimentos em tecnologia no Brasil.

Gomes e Sang afirmaram que vão processar os responsáveis pelas acusações, incluindo Renan Santos e Arthur do Val.

Com informações da coluna de Guilherme Amado, do Amado Mundo

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Geral

CASO MASTER: PF suspeita que Toffoli seja beneficiário de fundo que recebeu R$ 35 milhões de Vorcaro e levou dinheiro a paraíso fiscal

Dias Toffoli ao lado do amigo Alberto Leite, citado no relatório da PF sobre o caso Master (Foto: Reprodução)

Um relatório da Polícia Federal levanta a suspeita de que o ministro Dias Toffoli, do STF, seja o “beneficiário final” ou “proprietário de fato” de um fundo de investimentos que recebeu ao menos R$ 35 milhões do banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. O documento foi revelado pela revista piauí.

O fundo Arleen era sócio do Tayayá, resort ligado a Toffoli e sua família, no Paraná. Depois de passar para o controle do empresário Alberto Leite, amigo do ministro, o fundo teve suas regras alteradas para permitir investimentos no exterior. Segundo a PF, cerca de R$ 34 milhões acabaram transferidos para a Egide I Holding, registrada nas Ilhas Virgens Britânicas, conhecido paraíso fiscal.

A investigação também encontrou mensagens que levantaram suspeitas sobre uma decisão de Toffoli em processo envolvendo precatórios do setor sucroalcooleiro. O Banco Master tinha mais de R$ 10 bilhões em ativos desse segmento e seria beneficiado pela tese que acabou prevalecendo no julgamento.

Antes da análise do caso, executivos do banco discutiram a necessidade de “se movimentar”. Vorcaro afirmou que acompanhava a situação “mais do que imagina” e escreveu: “Tô tratando aqui”. O julgamento foi adiado e, quando retomado, Toffoli votou pela tese favorável à usina. Após o resultado, um operador informou ao banqueiro: “Ganhamos Alcídia”. Vorcaro respondeu com um emoji de aprovação.

A própria PF ressalva que os elementos sobre o julgamento ainda não permitem conclusões definitivas e afirma que o caso precisaria de “aprofundamento analítico”. A reportagem aponta que novas diligências sobre esse episódio e sobre os recursos enviados às Ilhas Virgens Britânicas não foram realizadas.

O relatório também registra encontros, ligações e contatos frequentes entre Toffoli e Vorcaro. A PF identificou reuniões nas residências dos dois e 17 registros de chamadas de WhatsApp entre eles em um dos celulares apreendidos do banqueiro.
Toffoli nega as suspeitas. O gabinete afirma que o ministro jamais manteve recursos no exterior, nunca realizou operações nas Ilhas Virgens Britânicas e não recebeu valores de Vorcaro. Também nega relação de amizade ou intimidade com o banqueiro.

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PSOL e Rede pedem no Conselho de Ética a cassação do deputado Mario Frias após operação da PF

Foto: Pedro Ladeira/Folha Press

As bancadas do PSOL e da Rede na Câmara dos Deputados protocolaram, nesta quinta-feira (10), um pedido de cassação contra o mandato do deputado Mario Frias (PL). A medida ocorre após o parlamentar ser alvo de uma operação da Polícia Federal autorizada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Flávio Dino, que investiga um suposto esquema de desvio de emendas parlamentares para o financiamento do filme “Dark Horse”, obra sobre a vida do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) da qual Frias atua como roteirista e produtor.

De acordo com a PF, o deputado transferiu R$ 645.400,00 em 2025 para a Go Up, produtora responsável pelo longa, montante apontado como incompatível com seus rendimentos oficiais de R$ 44 mil. Além disso, Frias destinou R$ 2 milhões em emendas parlamentares ao Instituto Conhecer Brasil, ONG administrada por Karina Gama, dona da produtora do filme, sendo metade voltada a letramento digital pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação e a outra metade para um projeto de artes marciais.

Na representação enviada ao Conselho de Ética, os partidos argumentam que a alocação de recursos públicos para uma iniciativa de interesse particular do parlamentar configura “conflito de interesses insanável”. Para as legendas, houve subversão da finalidade do orçamento público e abuso de prerrogativas, defendendo que o colegiado não precisa aguardar o desfecho da esfera criminal para iniciar a apuração por quebra de decoro.

Em sua defesa nas redes sociais, Frias classificou a ofensiva policial como uma “cortina de fumaça”, destacou a ausência de mandados de prisão e falou que o processo é infundado. No âmbito judicial, o ministro Flávio Dino determinou a proibição da saída do país do parlamentar, que é candidato à reeleição, apontando atrasos na prestação de informações à investigação em decorrência de viagens internacionais.

Com informações da Folha de São Paulo

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Gustavo Carvalho faz história na Arena das Dunas com mais de 3 mil pessoas e representação de mais de 80 municípios


Foto: Divulgação / Campanha

Grande encontro reuniu 14 prefeitos, mais de 15 ex-prefeitos, grandes lideranças políticas e caravanas de todas as regiões do Rio Grande do Norte em uma demonstração histórica de força e união

O deputado estadual Gustavo Carvalho fez história na noite desta quinta-feira (10), ao reunir mais de 3 mil pessoas na Arena das Dunas, em Natal, em um dos maiores eventos políticos de sua trajetória. Com representantes de mais de 80 municípios, o encontro mostrou a dimensão estadual de sua candidatura à reeleição e reuniu, em um mesmo espaço, lideranças e apoiadores vindos de todas as regiões potiguares.

O Rio Grande do Norte estava presente e representado. Do Litoral ao Oeste, passando pelo Potengi, Mato Grande, Agreste, Trairi, Região Central, Seridó, Vale do Açu, Alto Oeste e Grande Natal, caravanas chegaram à Arena das Dunas para participar de uma noite marcada pela emoção, pela mobilização e pela força política construída por Gustavo ao longo de sua vida pública.

Entre as grandes lideranças presentes estiveram Álvaro Dias, Coronel Hélio, o senador Rogério Marinho, o prefeito de Natal Paulinho Freire e a deputada federal Nina Souza, além de vereadores, vice-prefeitos, lideranças comunitárias e políticas de dezenas de municípios.

14 prefeitos e mais de 15 ex-prefeitos reforçam força municipalista

Um dos principais símbolos da força demonstrada no encontro foi a participação dos 14 prefeitos que apoiam Gustavo Carvalho, representando diferentes regiões do estado.

Estiveram presentes Paulinho Freire, de Natal; Felipe Menezes, de Lajes; Joca Basílio, de Riachuelo; Pacelli Souto, de São Paulo do Potengi; Gá, de São Tomé; Fabiano de Vavá, de Barcelona; Raniere, de Ruy Barbosa; Horison, de Bodó; Thales Farias, de Coronel Ezequiel; Pilola, de Caiçara do Norte; Ceiça Lisboa, de Caiçara do Rio do Vento; Jr. Evaristo, de Paraú; Juninho de Kerginaldo, de Senador Elói de Souza; e Serrinha, de São Pedro.

Além dos atuais gestores, mais de 15 ex-prefeitos participaram da mobilização, ampliando ainda mais a representação política e municipalista do encontro.

A presença conjunta de prefeitos, ex-prefeitos, vereadores, lideranças locais e caravanas de mais de 80 municípios evidenciou uma das marcas da trajetória de Gustavo Carvalho: a capacidade de manter uma relação próxima com o interior e construir parcerias duradouras com os municípios.

Uma Arena das Dunas tomada por amigos de todo o RN

O cenário escolhido para o encontro tornou a noite ainda mais simbólica. A Arena das Dunas, um dos espaços mais emblemáticos do Rio Grande do Norte, recebeu milhares de pessoas para uma mobilização que entrou para a história da caminhada de Gustavo Carvalho.

Mais do que o tamanho do público, o que chamou atenção foi a amplitude da representação política e territorial.

Eram prefeitos e ex-prefeitos, vereadores, lideranças comunitárias, amigos de décadas, familiares, jovens, militantes e apoiadores que percorreram centenas de quilômetros para participar da mobilização.

Em seu discurso, Gustavo agradeceu a demonstração de confiança e destacou que a grandiosidade do encontro aumenta ainda mais sua responsabilidade.

Mesmo diante de uma Arena tomada por milhares de pessoas, o deputado fez questão de reforçar uma das características que considera essenciais em sua trajetória: a humildade.

“Eu sempre procurei fazer política com humildade, com os pés no chão, respeitando cada pessoa e sabendo que ninguém chega a lugar nenhum sozinho. Uma noite como esta não pertence a uma pessoa. Ela pertence a todos os amigos que construíram essa caminhada conosco”, afirmou.

“Campanha tem começo, meio e fim”

Em um dos momentos centrais de sua fala, Gustavo Carvalho também fez uma convocação direta aos milhares de apoiadores presentes.

O deputado lembrou que uma campanha eleitoral é formada por três momentos: início, meio e fim. Recordou que a caminhada começou com os adesivaços, as primeiras mobilizações de rua, reuniões, visitas e encontros nos municípios e destacou que a campanha agora chega a uma nova etapa.

“Começamos com os adesivaços, fomos às ruas, percorremos os municípios, apertamos mãos e reencontramos tantos amigos. Chegamos ao meio da campanha fortes, mas conscientes de que ainda temos um caminho importante pela frente”, destacou.

A partir de agora, segundo Gustavo, cada apoiador passa a ter um papel ainda mais decisivo na construção do resultado.

O deputado convocou os amigos presentes a se tornarem multiplicadores, levando a mensagem da campanha às suas famílias, aos vizinhos, amigos e comunidades.

“Precisamos que cada um consiga mais um. E que esse mais um consiga outro. É dessa forma, de pessoa em pessoa, de amigo em amigo, que vamos ampliar essa corrente e construir a vitória que tanto desejamos”, afirmou.

Um retrato do Rio Grande do Norte

O grande encontro na Arena das Dunas apresentou uma fotografia da base estadual construída por Gustavo Carvalho.

Com mais de 80 municípios representados, 14 prefeitos, mais de 15 ex-prefeitos e algumas das maiores lideranças políticas do estado, o evento reuniu diferentes gerações e regiões em torno da candidatura do parlamentar.

Para Gustavo, essa capilaridade é resultado de uma trajetória marcada pelo municipalismo, pela destinação de recursos, pela defesa dos interesses das cidades e, sobretudo, pela manutenção do contato permanente com aqueles que constroem os municípios diariamente.

Ao longo de seus mandatos na Assembleia Legislativa, Gustavo consolidou relações políticas e pessoais que atravessaram eleições e se transformaram em parcerias de longo prazo. Na Arena das Dunas, essas diferentes histórias se encontraram.

Uma noite que entra para a história

Ao final do encontro, Gustavo Carvalho agradeceu especialmente à família, aos amigos, aos 14 prefeitos, aos mais de 15 ex-prefeitos, aos vereadores, às lideranças políticas e comunitárias e às mais de 3 mil pessoas que transformaram a Arena das Dunas em uma grande celebração.

Com representação de mais de 80 municípios, o evento demonstrou que a caminhada de Gustavo ultrapassa fronteiras regionais e está presente em praticamente todos os cantos do estado.

O Rio Grande do Norte esteve inteiro na Arena das Dunas: representado por suas cidades, suas lideranças e, principalmente, por seu povo.

Uma noite histórica para Gustavo Carvalho e um marco de uma campanha que agora entra em uma fase decisiva, com uma orientação clara para os milhares de apoiadores: multiplicar, conquistar mais um e seguir unidos até a vitória.

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Augusto Cury diz ser professor de pós-graduação da USP, mas universidade nega vínculo


Foto: Reprodução / CNN

O candidato à Presidência pelo Avante, Augusto Cury, tem apresentado em seu site oficial e no plano de governo registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) a credencial de professor de pós-graduação da Universidade de São Paulo (USP). No entanto, a instituição de ensino desmente a vinculação permanente divulgada.

Enquanto o material de campanha aponta Cury como professor convidado em programas de mestrado e doutorado e o maior especialista em “Gestão da Emoção” do mundo, a USP esclarece que a atuação do candidato ocorreu de forma pontual. Segundo a universidade, ele participou apenas como docente convidado nos anos de 2020, 2021 e 2022, ministrando a disciplina “Gestão da Emoção na Formação de Professores do Ensino Universitário” vinculada à área de Reabilitação Oral da Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto.

Procurada pela reportagem para se posicionar sobre a divergência, a assessoria de imprensa de Augusto Cury não retornou aos contatos. O espaço permanece aberto para manifestações.

Com informações do UOL

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Contrato de mulher de Moraes com Master fala em consultoria estratégica perante a PF; confira na íntegra


Foto: Divulgação

O Supremo Tribunal Federal (STF) publicou em seu site na madrugada desta sexta-feira (11) os contratos vinculados ao caso do Banco Master e elaborados pelo escritório da advogada Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro da Corte Alexandre de Moraes. A divulgação ocorreu logo após o ministro André Mendonça determinar a retirada do sigilo de inquéritos a pedido da presidência do tribunal.

O documento principal, firmado em 2024, estipulava a implantação e a evolução contínua de um programa de conformidade (compliance), além da prestação de “consultoria estratégica” em investigações e procedimentos perante a Polícia Federal, polícias civis, Banco Central, Receita Federal e o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). O acordo também englobava a representação judicial da instituição financeira em todas as instâncias do Poder Judiciário.

Confira na íntegra o contrato de prestação de serviços 

Com informações da Folha de São Paulo

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CATÁLISE: Operação do MP mira esquema de sonegação fiscal no setor de autopeças no RN


Foto: Divulgação / Ministério Público do RN

Uma operação integrada deflagrada nesta sexta-feira (11) pelo Ministério Público do Rio Grande do Norte mira um esquema bilionário de sonegação fiscal no setor de autopeças no Estado. Batizada de Catálise, a ação é conduzida pelo Grupo de Atuação Especial de Combate à Sonegação Fiscal (Gaesf/RN) e cumpre mandados de busca e apreensão em Natal, Parnamirim, São Gonçalo do Amarante, Macaíba e João Câmara.

O alvo principal da ofensiva é uma rede de empresas investigada por associação criminosa, falsidade documental, lavagem de capitais e fraude fiscal estruturada. O modus operandi do grupo consiste no fracionamento deliberado de faturamento para burlar o recolhimento de ICMS.

Além do Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN), a força-tarefa também conta com apoio da Polícia Civil, Polícia Militar, Procuradoria-Geral do Estado (PGE) e da Secretaria de Estado da Fazenda (SEFAZ). Além de coletar novas provas materiais das irregularidades, a ofensiva judicial busca bloquear bens e descapitalizar o patrimônio dos suspeitos para garantir a reparação dos danos ao erário estadual.

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SABATINA SBT: “O Andrei é da minha total confiança”, diz Lula sobre diretor-geral da PF


Vídeo: Reprodução / SBT

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) declarou total confiança no diretor-geral da Polícia Federal (PF), Andrei Augusto, a quem descreveu como um profissional altamente qualificado e com perfil perito. O chefe do Executivo ressaltou que a atuação pública deve ser guiada pela verdade e pela responsabilidade perante a lei.

Questionado durante a Sabatina do SBT sobre eventuais desvios de conduta, Lula pontuou que, caso o ministro cometa qualquer erro, ele deve responder e ser julgado da mesma maneira que qualquer cidadão, sem privilégios ou exceções aplicáveis ao próprio presidente ou a outros cidadãos. “O Andrei é da minha total confiança. É um companheiro, sabe? Perito como poucos delegados nesse país. E, se por um acaso ele cometer erro, que ele seja julgado como qualquer pessoa nesse país”, comentou o presidente.

Andrei Augusto chegou a ser afastado do cargo na última terça-feira (8) por determinação do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), André Mendonça. Contudo, ele foi reintegrado ao cargo no dia seguinte por determinação de Flávio Dino.

Opinião dos leitores

  1. Vcs tão pensando que Lula vai fazer igual a Bossonaro, que quando começaram a descobrir os podes dos filhos dele, ele trocó ministro, delegado!! Vai ganhar no primeiro turno, ai papai….

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[VÍDEO] Lula jantou com Moraes e Alcolumbre para acertar esquema, diz comentarista da BandNews


Vídeo: BandNews / Reprodução

O jornalista e comentarista da BandNews, Pedro Campos criticou a postura pública do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em relação às recentes investigações envolvendo o Banco Master e o Supremo Tribunal Federal (STF). Para Campos, a defesa pública feita pelo chefe do Executivo perde o sentido diante de articulações de bastidores.

“Não adianta o Lula vir agora a público dizer que está defendendo investigação. Ele jantou com Alexandre de Moraes e com Davi Alcolumbre há poucas semanas para acertar todo esse esquema”, comentou Pedro Campos.

Na avaliação do jornalista, o presidente apenas não previa que as informações se tornariam públicas e que a condução do caso esbarraria em investigações firmes dentro da Corte. “Ele não sabia que ia vir a público e ter um ministro corajoso como o Mendonça”, concluiu.

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SABATINA SBT: Lula confirma reunião no Planalto com Vorcaro para tratar de suposta perseguição ao Banco Master


Foto: Ricardo Stuckert

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva admitiu nesta quinta-feira (10), em sabatina ao SBT Brasil, que se reuniu no Palácio do Planalto com Daniel Vorcaro, então controlador do Banco Master. O chefe do executivo revelou que o encontro foi realizado em dezembro de 2024 a pedido do ex-ministro Guido Mantega e teria duradado cerca de meia hora.

Lula disse ainda que a reunião com Daniel Vorcaro teve como pauta  alegações de suposta perseguição à instituição financeira, logo após o início das investigações do Banco Central. Durante a entrevista, o presidente afirmou que o governo não tem a intenção de fechar o banco, mas ressaltou que qualquer instituição deve operar estritamente dentro das regras do mercado.

Na mesma sabatina, Lula defendeu que os órgãos competentes apurem eventuais irregularidades envolvendo ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), citando nominalmente Alexandre de Moraes, caso existam suspeitas fundamentadas.

Com informações da Revista Oeste

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