COVID-19: Prefeitura de Natal vai iniciar nesta terça-feira, na Arena das Dunas, teste rápido no sistema “drive thru” para idosos acima de 60 anos

Atualizado às 17h12

O prefeito de Natal, Álvaro Dias, e o secretário municipal de Saúde, George Antunes, informaram em entrevista coletiva na tarde desta segunda-feira (15), no Palácio Felipe Camarão, que idosos acima de 60 amos vão ser testados em um drive thru em Natal, na Arena das Dunas.

Vinte e cinco mil testes serão disponibilizados para esse grupo – considerado de maior atenção e risco.

O teste rápido que a Prefeitura de Natal vai iniciar nesta terça-feira (16), na Arena das Dunas, no sistema “drive thru”, na ocasião, encaminhará o testado positivo para uma das 11 unidades de Saúde do Município.

 

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. José disse:

    Prefeito cade os EPIs dos funcionários de cemitérios? Vai esperar tds se infectarem pra ai fazer teste?

  2. Rodrigo disse:

    Prefeitura já providenciou material para os coveiros dos cemitérios municipais poderem trabalhar? EPI's sendo fornecidos e descartados ou sendo reutilizados?

  3. Rosilena disse:

    Temos pra dar tudo certo no nosso governo não fica só criticando

  4. Ignacio Soares disse:

    Até a pipoca que a desgraçada mastiga está vendendo menos. Que desgraça para o RN ,essa mulher vai destruir tudo.

  5. Fernando Santiago disse:

    Considerando que os órgãos de controle afirmam que o maior nível de contágio tá na zona norte, qual. O motivo de não começar por lá?

  6. Pedro disse:

    Como Sr. Carlos????? Papagaio velho não aprende a falar….kkkkkk, é complicada a nossa situação a nível de governo. A condição dela e do seu staff, é de péssima qualidade, em todas as secretarias.

  7. Carlos disse:

    Senhora Governadora, aprenda como se faz.

MP abre inquérito para investigar contrato do Governo do Estado com a Arena das Dunas

Foto: Divulgação

O Ministério Público abriu inquérito para investigar irregularidades no contrato do Governo do Estado com a Arena das Dunas, após relatório da Controladoria Geral apontar suposto prejuízo de R$ 421 milhões aos cofres públicos.

O promotor responsável pela investigação, Leonardo Cartaxo, também apontou o relatório do Tribunal de Contas do Estado que reprovou os contratos.

O caso também está sendo analisado em uma CPI na Assembleia Legislativa.

Justiça Potiguar

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Pedroca disse:

    Título da matéria correto: MP abre inquérito para investigar contrato do Governo ROSALBA com a Arena das Dunas. Já que meu outro comentário que citava ROSALBA e AGRIPINO não foi aceito!

  2. Ivan disse:

    Au au au, Joponês da Federal….Corre petista!!!!!!!!!!! kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

    • Anti-Político de Estimação disse:

      Eu acho que vai pegar mesmo é o período da época de Rosalba…

CPI da Arena das Dunas terá primeira reunião nesta sexta-feira

A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que pretende investigar questões apontadas pelo relatório final da auditoria da Arena das Dunas, proposta pelo deputado estadual Sandro Pimentel (PSOL), terá sua primeira reunião nessa sexta-feira (29). Esse primeiro momento servirá para a instalação e formalização da CPI, com escolha dos membros que ocuparão os cargos de presidência, vice e relatoria.

A resolução que traz as definições sobre a CPI e a confirmação dos membros indicados foi aprovada durante sessão na quarta-feira (27). A CPI contará com cinco membros – Sandro Pimentel (PSOL), Isolda Dantas (PT), Allyson Bezerra (SD), Coronel Azevedo (PSC) e Tomba Farias (PSDB) – e terá 60 dias para realizar seus trabalhos, prorrogáveis por mais 30.

“A minha expectativa é de que a CPI cumpra a sua função e que não aceite nenhuma pressão política externa. Vamos usar o relatório final da auditoria como ponto de partida, pretendemos analisar todos os fatos e todas as irregularidades levantadas e buscar os eventuais responsáveis”, afirmou Sandro Pimentel.

A reunião será virtual, às 10h e haverá transmissão através da TV Assembleia.

Assembleia Legislativa define membros da CPI da Arena das Dunas

Foto: Assessoria de Comunicação

A Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte definiu os nomes dos cinco deputados que vão fazer parte da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) formada para investigar o contrato entre o Governo do Estado e a Arena das Dunas. Os deputados Sandro Pimentel (PSOL), Isolda Dantas (PT), Allyson Bezerra (Solidariedade), Coronel Azevedo (PSC) e Tomba Farias (PSDB) foram os membros confirmados nesta quinta-feira (21).

O foco principal da CPI da Arena das Dunas será apurar as condições em que o contrato foi elaborado, a atual execução, assim como os possíveis prejuízos ao erário público que decorreram desse acordo. O autor do pedido para criação da CPI, que teve 10 assinaturas para instalação, foi o deputado Sandro Pimentel, que também fez o requerimento para que a Controladoria-Geral do Estado (Control) realizasse o levantamento sobre o contrato.

Na auditoria realizada pela Control, foi apontado que o Governo do Estado teria desembolsado quase R$ 110 milhões a mais do que deveria ter sido pago à Arena das Dunas. O órgão contesta os valores de repasses fixos e variáveis à Arena, que são de aproximadamente R$ 10 milhões, e sugeriu que o Executivo suspendesse o pagamento de parte dos recursos.

A CPI da Arena das Dunas terá sua primeira reunião na próxima segunda-feira (25), quando os deputados membros vão eleger presidente e relator da comissão. Em seguida, será discutido o calendário de atividades e os primeiros passos da investigação.

ALRN

CPI da Arena das Dunas terá 5 deputados estaduais como membros

Foto: Assessoria de Comunicação

A definição da quantidade de 5 membros na formação da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para fiscalizar números da construção e manutenção da Arena das Dunas, em Natal, foi aprovada nesta quinta-feira (14) durante a reunião virtual da Mesa Diretora e reunião de líderes. A fixação do número corresponde aos artigos 88, 89 e 91 do Regimento Interno da Assembleia Legislativa do RN.

Ontem, os líderes dos blocos e partidos da Assembleia Legislativa já haviam aprovado a criação da CPI que recebeu 10 assinaturas, garantindo o início do trabalho de fiscalização de supostas incoerências apontadas por auditoria no contrato firmado da Arena das Dunas entre o Governo do RN e o Consórcio Arena das Dunas Concessão e Eventos S/A.

Durante a reunião de líderes – que tem efeito opinativo – os deputados estaduais Isolda Dantas (PT); Gustavo Carvalho (PSDB); Kelps Lima (SDD); George Soares (PL); Sandro Pimentel (Psol) e Coronel Azevedo (PSC) comentaram com o presidente da Assembleia, Ezequiel Ferreira (PSDB) sobre a intensa atividade que o Legislativo terá nas próximas semanas.

Logo após, a reunião da Mesa Diretora aprovou a sugestão da reunião de líderes que fixou a quantidade de membros da CPI. “A última CPI do legislativo potiguar foi em 1999 para debater a CPI do Leite”, destaca o presidente da Assembleia, Ezequiel Ferreira (PSDB).

O trâmite legislativo de hoje, com consulta aos líderes e à Mesa Diretora, obedece a um encaminhamento do Presidente do Legislativo, como disposto nos parágrafos 1º e 2° do artigo 90 da Constituição Estadual.

Os nomes indicados pelos líderes serão oficializados na próxima reunião de líderes, agendada para a próxima terça (9).

ALRN

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Lucia Vasconcelos disse:

    Mais uma pizza a nos ser servida. Ou alguém duvida?

CPI da Arena das Dunas será instalada na ALRN

Foto: Reprodução/ALRN

A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Arena das Dunas conseguiu reunir, em menos de 24 horas, as assinaturas necessárias para ser instalada na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte (ALRN). A proposta, feita pelo deputado estadual Sandro Pimentel (PSOL), tem como objetivo averiguar as diversas irregularidades apontadas pela Auditoria nos contratos firmados entre o governo do Rio Grande do Norte e o consórcio Arena das Dunas Concessão e Eventos S/A.

Os trabalhos da Auditoria tiveram início há cerca de um ano, após solicitação do deputado do PSOL, e foram realizados em parceria entre a Controladoria Geral do Estado (Control) e o mandato do parlamentar. O relatório final divulgado nessa segunda-feira (11), aponta discrepâncias de valores que, caso sejam corrigidos, podem trazer uma economia de quase meio bilhão de reais aos cofres públicos até o final do contrato.

Com base nas informações levantadas pela Auditoria, o deputado protocolou requerimento para que uma CPI fosse realizada. Segundo Sandro, “o relatório deixou lacunas que, por respeito aos princípios de transparência na gestão pública e respeito ao povo potiguar, precisam ser preenchidas. Por isso, cabe à Assembleia Legislativa e à mim, como parlamentar, seguir cumprindo o papel de fiscalização e investigação para que todas essas dúvidas e inconsistências possam ser sanadas.”

Inicialmente, a investigação da CPI irá se debruçar em três pontos: a necessidade de apontar os responsáveis pelas irregularidades; o fato de o valor tomado de empréstimo junto ao BNDES pelo Consórcio ter sido maior do que o previsto para ser gasto na obra – o valor da construção foi de 400 milhões, e o empréstimo foi de 475 milhões; e cobrança de documentos que foram solicitados à Secretaria Estadual de Administração durante o processo da Auditoria mas que não foram enviados. O parlamentar esclarece ainda que “essas serão as linhas iniciais, mas uma CPI, ao abrir o inquérito, vai investigar muitas outras questões que poderão surgir ao longo do processo. Além de ter a prerrogativa de fazer convocações, oitivas, análises de documentos novos e muitas outras ações.”

Além do próprio Sandro Pimentel, o requerimento recebeu as assinaturas das deputadas Isolda Dantas, Eudiane Macedo e Cristiane Dantas, e dos deputados Allyson Bezerra, Francisco do PT, Kelps Lima, Ubaldo Fernandes, Raimundo Fernandes e Coronel Azevedo. Agora, seguem os trâmites regimentais da ALRN. Na sessão seguinte a apresentação do requerimento, o Presidente da Casa faz uma consulta aos líderes de bancada sobre a indicação de membros para compor a CPI. Após a definição dos membros, uma resolução será publicada em Diário Oficial com esses nomes e com data e local para eleição de presidente, vice e relator – reunião que deverá ocorrer até dois dias após a publicação da resolução. A CPI tem prazo de 60 dias para a realização dos trabalhos, com possibilidade de prorrogação por mais 30 dias mediante aprovação em plenário.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Kemps disse:

    Pizza, Pizza, Pizza.
    Nada a mais do que isso.

  2. Vicente disse:

    Essa CPI poderia responder:
    1 – era prioridade, ou tinha outras obras mais urgentes e necessárias?
    2 – o impacto nas contas do estado teve repercussão em outros setores.
    3 – houveram desvios de verbas, Corrupção, engodo nas promessas da viabilidade dessa obra?
    4 – quem saiu prejudicado com essa obra, e quais os beneficiários.
    5 – se foi um ato nefasto, quais os responsáveis, eles poderão ser penalizados e o estado ressarcido?
    6 – quais a justificativa pra construção dessas obra com custos extratosféricos, e foram cumpridos.
    7 – Se trouxe prejuízo pra o estado e o contribuinte, os culpado foram penalizados criminalmente e civil, se não, quem foi relapso ou conivente?
    Se for pra responder isso, ótimo, se não, vão procurar uma lavagem de roupa.

Arena das Dunas rebate Control: “É inadmissível que o resultado de uma auditoria se traduza em um manifesto sobre o desejo de repactuação completa do contrato firmado”; veja nota

Arena das Dunas, em nota, diz que concessionária sempre respeitou a premissa de fiscalização do Poder Concedente e seguirá nessa postura. Destaca que “é inadmissível que o resultado de uma auditoria se traduza em um manifesto sobre o desejo de repactuação completa do contrato firmado”. Veja abaixo:

NOTA DE ESCLARECIMENTO

A Arena das Dunas sempre esteve à disposição do Estado do RN ao longo da Auditoria da CONTROL, tendo facultado amplo acesso aos documentos solicitados e, inclusive, disponibilizado sala própria na sua sede para o regular desenvolvimento dos trabalhos.

Ainda assim, não recebeu, até o momento, o resultado completo dos trabalhos efetuados (relatório final e seus anexos), impossibilitando a adequada compreensão dos números e valores amplamente divulgados.

De todo modo, considerando a disponibilização do Relatório incompleto para a imprensa e no site da CONTROL, entende necessário esclarecer conclusões equivocadas contidas no material apresentado.

A primeira: o prazo final das obrigações do poder público. O relatório considera a obrigação do poder público se estendendo até janeiro de 2034, quando o termo final do contrato é em outubro de 2031.

Portanto, as conclusões equivocadas estão agravadas por 3 anos de cômputo indevido de valores.

Infelizmente, este equívoco não está sozinho.

Além dele, os seguintes pontos nos surpreenderam e demonstram, com todo o respeito: (i) atropelo do contraditório; (ii) incompreensão de conceitos relacionados ao Contrato de PPP; e, (iii) ausência de entendimento do próprio modelo jurídico e econômico do contrato celebrado e em vigor há 9 anos.

Sobre (i): violação ao contraditório e devido processo legal

1) A Arena das Dunas foi chamada pela CONTROL a apresentar “contestação” ao contido na Nota de Auditoria nº 003/2020, de 19/02/2020, encaminhada pelo Ofício nº 36/2020/CONTROL – CG-CONTROL, recebido em 21 de fevereiro de 2020 e respondido
em 03 de abril de 2020.

2) Neste Ofício, mencionava-se, exclusivamente, o entendimento da Auditoria relacionado à repartição das receitas acessórias. Não havia qualquer menção à contraprestação fixa ou outro aspecto do contrato;

3) O Relatório final, como amplamente divulgado, tratou de suposto “prejuízo ao Estado” decorrente do pagamento da contraprestação fixa mensal, em montante superior a R$ 100 milhões.

4) Esta matéria não estava em exame pela auditoria e, portanto, não pôde ser objeto de resposta da Arena, tendo aparecido no Relatório Final como “surpresa”.

Sobre (ii): ausência de compreensão da contraprestação fixa e sua função contratual

1) Há 10 anos, o Estado do RN fez a opção de contratar uma PPP, lançando concorrência pública para transferir para o Parceiro Privado o ônus e o risco de aportar capitais e de os buscar de financiadores externos para executar as obrigações do contrato e, posteriormente, ser remunerado pela Contraprestação Pública, adimplindo suas obrigações com seus respectivos financiadores, bem como remunerando seu próprio investimento direto e a operação do equipamento ao longo dos anos;

2) Este conceito básico de uma contratação por meio de PPP é absolutamente desconsiderado pelo relatório final, que parte da premissa – equivocada, do ponto de vista econômico e jurídico – de que caberia ao Estado apenas repor o valor pago pela Concessionária aos seus financiadores;

3) A “conta” da CONTROL, para dizer o mínimo, desconsidera os encargos diversos que a empresa assume no processo de transformar faturamento em caixa.

4) Dito de maneira direta: a contraprestação paga deve ser suficiente para, além de adimplir financiamento tomado à terceiro, remunerar o capital investido do acionista, o risco inerente ao projeto, o custo da operação do equipamento e gerar LUCRO para o empreendedor.

5) Esta equação está consagrada no contrato celebrado há quase 9 anos e o respeito a ela é condição primeira para a existência do contrato;

6) A Diferença apontada pelo relatório não se trata de pagamento a maior. É a diferença entre o que está contratado e o que o auditor gostaria que tivesse sido contratado em 2011. Não houve qualquer pagamento acima do compromisso firmado.

7) Some-se a este um outro grave equívoco no exame dos dados relativos à estrutura de capital da PPP. Esta estrutura foi composta conforme a figura abaixo:

8) O capital próprio aportado pelo acionista da concessionária foi totalmente desconsiderado pelo Relatório;

9) É de se recordar que essa discussão já foi submetida ao judiciário e ao Tribunal de Contas do Estado, o que vem penalizando a concessão, de forma cautelar, desde o ano de 2016;

10) Em resumo: o que se chamou de “prejuízo ao Estado” é uma ficção não amparada pela legislação de regência, pelo Contrato e seus conceitos mais básicos.

Sobre (iii): incompreensão da divisão das receitas acessórias

1) As receitas acessórias são uma possibilidade de remuneração adicional ao parceiro privado, como estímulo à exploração empresarial contínua do equipamento, provocando efeito em cadeia na economia local, a partir da geração de conteúdos permanentes;

2) Por disposição contratual, estas receitas devem ser compartilhadas entre os parceiros, gerando retorno imediato ao Estado decorrente das atividades desenvolvidas pela concessionária;

3) A interpretação pretendida pela Auditoria é no sentido de que 50% dos valores arrecadados pela concessionária devem ser, abatidos apenas os impostos, transferidos para o Estado;

4) Todos os encargos para a realização dos eventos: custos operacionais, de pessoal, indiretos, seguros, risco e tudo o mais seriam assumidos integralmente pela concessionária, em caráter ilimitado, cabendo ao Estado receber os 50% em qualquer hipótese;

5) Esta interpretação, que contraria posição do Estado estabelecida desde 2013, agride a razão de ser da cláusula;

6) Por que? Porque desestimula o que a cláusula fomenta. A prevalecer a interpretação somente agora pretendida pelo Estado, não faz sentido que a Arena das Dunas continue a ser uma das Arenas mais utilizadas do Brasil;

7) Na prática, e supondo que fosse sustentável a interpretação dada pelo Estado somente agora, a realização de eventos capazes de simplesmente pagar seus custos de realização deveriam compreender margens bem superiores a 150%, tornando inviável mercadologicamente a disponibilização de serviço nestes moldes;

8) Frise-se: por contrato, a Arena não está obrigada a promover eventos geradores de receitas acessórias. Se a cláusula passa a ser interpretada do modo pretendido, a racionalidade econômica impedirá que a concessionária busque qualquer outra receita que não as contraprestações pagas diretamente pelo Estado, com todos os prejuízos para a sociedade potiguar da obsolescência do equipamento público.

Conclusão

Esta concessionária sempre respeitou a premissa de fiscalização do Poder Concedente e seguirá nessa postura. Contudo, é inadmissível que o resultado de uma auditoria se traduza em um manifesto sobre o desejo de repactuação completa do contrato firmado.

É de se dizer, todos os Demonstrativos Financeiros, incluindo o referente ao compartilhamento das receitas, são analisados e validados por Auditorias Independentes, publicados e acompanhados por todos os envolvidos interessados.

Vale dizer, a contratação desta Parceria Público Privada foi previamente avaliada e contou com a contribuição de todos os órgãos de controle pertinentes, o que culminou com o lançamento da concorrência pública internacional, a qual a concessionária se vinculou posteriormente aceitando os termos determinados pelo próprio Estado do Rio Grande do Norte.

Assim, a Arena das Dunas tomará todas as medidas cabíveis para esclarecer os temas propostos em todas as instâncias que for instada a fazê-lo, preservar seus direitos e garantir a execução de suas obrigações conforme previsto no Contrato de Concessão Administrativa 001/2011.

ARENA DAS DUNAS CONCESSÃO E EVENTOS S.A.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. João Carlos disse:

    Melhor deixar como está, porquê se for para as mãos do estado vai ser um total abandono. Trabalhei no Distrito sanitária sul/ SMS/NATAL, e era ali no antigo João Cláudio de Vasconcelos Machado, vizinho associação dos deficientes físicos e era um total abandono, fiação expostas e soltas, banheiros imundos, por isso que torço para continuar com está se deve alguma coisa, pague, mais não se pode transformar em um jogo politico.
    Grande abraço B.G.

  2. Igor disse:

    Esse elefante além decretar destruindo o caixa do governo, destruiu a paisagem e o comércio no seu entorno. Nada que se planta naquela área dá frutos, se transformou em um local deserto e sem vida. Parabéns Lula, empreiteiros e o restante dos políticos sem futuro que apoiaram a construção daquele troço.

  3. Eduardo Peixoto disse:

    Melhor seria a empresa entregar o estádio, bem como ingressar na justiça, para ser indenizado no que foi gasto na sua construção, devolvendo ao Estado a responsabilidade pela sua manutenção.

  4. Ojuara disse:

    Isso é briga de cachorro grande, só resolve com Receita Federal, PF e MP, eles podem dizem onde foram gastos esse mais de UM BILHÃO de reais nesse elefante branco, superfaturado todo mundo já sabe que foi, agora é saber o percentual e os envolvidos.

  5. Anti-Político de Estimação disse:

    Tem que investigar bem direitinho isso aí…… . Sabe-se que há muita gente graúda envolvida e que estão bem caladinhos, se fazendo de doidos e de mortos, enquanto o Rio Grande do Norte agoniza financeiramente.

Sandro Pimentel quer CPI para investigar irregularidades apontadas por Auditoria da Arena das Dunas

Foto: João GIlberto/ALRN

Nessa segunda-feira (11), foi divulgado o relatório final da Auditoria da Arena das Dunas. O trabalho, que teve início após solicitação do Deputado Estadual Sandro Pimentel (PSOL), foi realizado pela Controladoria-Geral do Estado do RN (Control) em parceria com o mandato do parlamentar e revelou diversas irregularidades no cumprimento do contrato firmado entre o Governo do Rio Grande do Norte e o consórcio Arena das Dunas Concessão e Eventos S/A.

A Auditoria comprovou que o Estado deixou de receber, entre Outubro de 2014 e Julho de 2019, cerca de R$ 16,3 milhões em repasses da receita líquida dos eventos realizados na Arena. Segundo o contrato, a receita obtida com os eventos deve ser repartida igualmente entre a Concessionária e o Governo do RN. No período citado, Estado só recebeu cerca de R$ 1,5 milhão por eventos realizados na Arena.

Outro ponto analisado diz respeito ao pagamento do empréstimo contraído junto ao BNDES para a construção do estádio. Segundo o que foi revelado pela Control, a Arena das Dunas, até Outubro de 2019, havia pago o montante de R$ 517.483,196,95 referente ao seu financiamento. Mas, o governo do RN, no mesmo período, já havia repassado para a Arena R$ 626.671.272,93 referentes somente à parcela fixa. Isso demonstra que 109.188.102,98 foram pagos a mais.

A auditoria recomenda suspensão da parcela fixa paga ao consórcio até que esse valor, de mais de R$ 109 milhões, seja descontado do que o governo do RN ainda deve pagar ao consórcio. Caso todas as recomendações propostas pela Auditoria sejam cumpridas, a previsão é de que haja uma economia de mais de R$ 421 milhões até o final do contrato.

O Deputado Estadual Sandro Pimentel irá entrar com pedido de Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte, com o objetivo de aprofundar a investigação a partir dos dados levantados pela Auditoria.

“O trabalho feito pela Auditoria foi excelente! Temos dados que mostram que houve diversas irregularidades na execução dos contratos de construção e gestão da Arena das Dunas. Mas é importante lembrar que essas inconsistências não acontecem sozinhas, elas foram operadas por pessoas. Agora, além da luta para garantir que as recomendações da Auditoria sejam concretizadas, também é preciso dar prosseguimento a uma investigação para encontrar os responsáveis e nos debruçarmos mais detalhadamente nos aspectos contábeis que não puderam ser analisados na Auditoria. Por isso irei dar entrada no pedido de CPI da Assembleia Legislativa do RN, para seguir cumprindo a prerrogativa de fiscalização que é uma das funções do parlamento”, afirmou Sandro.

A solicitação da CPI será feita ainda essa semana. Para que ela seja instalada, é necessário que 8 deputados assinem o requerimento ou aprovação do pedido em sessão – lembrando que as sessões ordinárias da ALRN estão acontecendo de forma virtual por conta da pandemia.

ALRN

Contrato do governo do RN com Arena das Dunas: prejuízo de R$ 421 milhões, aponta auditoria

Foto: Reprodução/site/Arena das Dunas

A auditoria realizada pela Controladoria Geral (Control), divulgada nesta segunda-feira (11), alerta que o Rio Grande do Norte poderá ter um prejuízo de até R$ 421.121.838,69 no fim da concessão pública da Arena das Dunas, erguida para a Copa do Mundo de 2014. O valor total diz respeito a recursos que podem ser “recuperados” e outros que podem ser economizados até o final dos 20 anos de vigência do contrato. Os prejuízos atuais já estariam em cerca de R$ 110 milhões. A Controladoria recomendou que o governo suspenda os pagamentos fixos mensais – de cerca de R$ 8,5 milhões – até que a diferença seja equalizada e que, ao retomá-los, o Estado reduza os valores pagos mensalmente. A empresa responsável pela Arena ainda teria deixado de repassar R$ 16 milhões de lucros em eventos.

O valor do prejuízo estimado é quase o mesmo do valor que foi gasto na obra. Na entrega da obra, o governo anunciava que a Arena tinha sido construída ao custo de R$ 423 milhões. “Tudo isso pode ser recuperado. Como o contrato ainda tem mais de 10 anos pela frente, é possível fazer isso. Seria bem mais difícil se a empresa já tivesse recebido todo o valor”, considerou o controlador geral do estado, Pedro Lopes.

Com acréscimo de informações do G1-RN

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Rocha Neto disse:

    Na época da tomada da decisão para demolir o velho Machadao, o único político contra a sandice foi o deputado José Adecio, os demais foram solidários ao governo Wilma de Faria, que foi executora inicial do projeto que foi concluído pelo governo Rosalba, os acontecimentos de lá até aqui todos sabem do que tem vindo a tona.

  2. Flauberto Wagner disse:

    Está auditoria descobriu o óbvio, pois todos já sabiam só não tenha acesso aos documentos para comprovar.
    Desde da festinha de R$ 1.100.000,00, só para lançar e apresentar o projeto, o descalabro só aumentou!

  3. Luciana Morais Gama disse:

    O projeto MEGALOMANÍACO da época contemplava toda a demolição do CENTRO ADMINISTRATIVO DO ESTADO, inclusive demoliram a creche KATIA GARCIA e nunca mais fizeram outra para substituí-la… Os responsáveis continuam calados…

Manutenção da Arena das Dunas custa mais que o dobro do estádio em Pernambuco, aponta relatório

Foto: Aldo Carneiro / Pernambuco Press

A manutenção do estádio Arena das Dunas, em Natal, possui gastos duas vezes maiores do que os aplicados na Arena  Pernambuco – por sinal – praça esportiva com capacidade maior que da capital potiguar. A informação está no relatório da Controladoria Geral do Estado sobre o contrato da Arena das Dunas com o Poder Público.

O Estado de Pernambuco, por exemplo, tem investido na gestão, operação e manutenção da Arena Pernambuco o valor médio mensal de aproximadamente R$ 900.000 (novecentos mil reais) (média mensal no ano de 2018) – para uma Arena maior, com capacidade para 44.300 (quarenta e quatro mil e trezentos) espectadores –, enquanto o Estado do Rio Grande do Norte, cuja Arena das Dunas possui capacidade para apenas 31.368 (trinta e um mil, trezentos e sessenta e oito) expectadores, pagou em abril de 2020 à concessionária, a título de parcela variável, o total de R$ 2.181.719,74 (dois milhões, cento e oitenta e um mil, setecentos e dezenove reais e setenta e quatro centavos).

“Por óbvio, não se pode desconsiderar que cada Arena possui as suas especificidades e precisa da realização de procedimentos distintos para a efetivação de sua respectiva gestão, operação e manutenção. Contudo, a diferença exorbitante quanto aos valores em questão (visto que o Estado do Rio Grande do Norte paga mais do que o dobro dos custos tidos pelo Estado de Pernambuco, por exemplo), sem dúvidas, configura indício de que o montante devido mensalmente pelo Estado do Rio Grande do Norte excede o necessário para a prestação, pela concessionária, dos serviços em pauta – principalmente quando levadas em conta as considerações feitas nesse tópico, que evidenciam a existência de defeitos no estabelecimento dos critérios de avaliação da manutenção realizada pela concessionária”, destaca trecho de documento.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Fernando disse:

    O investimento retrógrado é na saúde. Como diziam os grandes filósofos de outrora. Lembranças do Covid 19.

  2. Eduardo disse:

    Verdade seja dita, a Arena das Dunnas está numa condição bem superior a Arena Pernambuco (gramado incluso).

    O parâmetro não necessariamente precisa ser esse. Até para não deteriorar esse imenso investimento.

    A auditoria precisa de outros exemplos. Bons exemplos.

Arena das Dunas diz que se posicionará após conhecer e analisar a íntegra do relatório da Control

Foto: Demis Roussos

Em comunicado, a Arena das Dunas não recebeu oficialmente a conclusão dos trabalhos de auditoria feitos pela Controladoria Geral do Estado do Rio Grande do Norte (Control-RN).

“Estranhamos a notícia de que o resultado de uma auditoria levada a efeito na Control-RN sobre um ativo público seja divulgada em coletiva de imprensa sem que seu teor seja conhecido pelo concessionário. A Arena das Dunas se posicionará oficialmente após conhecer e analisar a íntegra do referido relatório”, finaliza.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Marlon disse:

    Bote p torar representante da Arena dos Micos. O RN tem dinheiro, pois demoliu um estádio em boa condição de uso para construir outro, pela bagatela de 1,3 bilhão.

Arena das Dunas: Auditoria aponta R$ 16 milhões não repassados e ‘enriquecimento sem causa’

Foto: Divulgação

Inaugurada em janeiro de 2014 para a Copa do Mundo do Brasil, a Arena das Dunas foi o estádio que menos recebeu partidas do Mundial. Foram quatro, mesmo número que as arenas Pantanal (Cuiabá), da Amazônia (Manaus) e da Baixada (Curitiba). Apesar disso, sua utilização para além do futebol fez o local ser considerado um legado do torneio para Natal. Mas não é apenas isso que ele representa. Na opinião da Controladoria Geral do Rio Grande do Norte, a estrutura também virou sinônimo de prejuízo e dor de cabeça.

O órgão realizou uma auditoria nos contratos que envolvem a gestão do espaço pela Arena das Dunas Concessão e Eventos S.A. O relatório final, ao qual O GLOBO teve acesso e que será apresentado nesta segunda, aponta que o estado tem sido lesado em diversas frentes. E, entre cifras que podem ser recuperadas e as que deixariam de ser pagas, estima um total de até R$ 421 milhões.

Só no que diz respeito aos eventos não esportivos a avaliação é que o governo deixou de receber R$ 16,3 milhões. Como a própria concessionária contraiu empréstimos e realizou a obra de construção do estádio, o governo do Rio Grande do Norte paga, por mês, R$ 8,7 milhões fixos, além de uma parcela variável que costuma ser de R$ 2,1 milhões pelo serviço de administração e manutenção. O acordo prevê que as fontes de renda adicionais, como realização de eventos e locação, devem ser repartidas igualmente (após o desconto de taxas e tributos). A parte que cabe ao estado é abatida do pagamento mensal. De outubro de 2014 a julho de 2019, R$ 1,5 milhão foi repassado aos cofres públicos.

O problema é que, neste período, a arrecadação líquida com este tipo de receita foi de R$ 35,6 milhões. Logo, se cada um tem direito a 50% deste valor, a pergunta que fica é: por que o estado não recebeu R$ 17,8 milhões? Por trás disso, está um ofício de 2013 emitido pelo então secretário da Secopa (Secretaria Extraordinária para a Copa do Mundo), Demétrio Torres, no qual opinava que a repartição deveria ser feita em cima do lucro bruto. Ou seja: qualquer item considerado como custo de realização do evento deveria ser descontado antes do rateio. Entre este entendimento e o que diz o contrato, a concessionária afirma que se baseia na primeira interpretação.

– Isso não está no contrato e nem na licitação. É uma modificação que não poderia, em hipótese alguma, ser feita por um ofício. Talvez pudesse por um termo aditivo. Ainda assim, estaria suscetível a um questionamento do Ministério Público – explicou o controlador geral do estado Pedro Lopes.

Para chegar a esta descoberta, os auditores analisaram cerca de 400 documentos. Ainda assim, descobriram que a concessionária omitiu alguns dados. Isso porque, com base apenas nos contratos fornecidos pela Arena das Dunas, a receita líquida extra entre 2014 e julho de 2019 foi de R$ 27,6 milhões. Somente após a análise das demonstrações financeiras anuais é que descobriu-se a arrecadação real. No relatório que será entregue nesta segunda ao procurador geral do estado, a controladoria recomenda que os R$ 16,3 milhões restantes sejam abatidos dos próximos pagamentos mensais.

R$ 361 milhões a mais pela obra

A devassa nos contratos atendeu a uma demanda feita pelo deputado estadual Sandro Pimentel (PSOL/RN) em março do ano passado. Embora não houvesse nenhum indício de fraude, o valor pago pelo governo do estado à concessionária era alvo de muita contestação. As parcelas mensais, por sinal, também ganharam uma atenção especial dos auditores. De acordo com o relatório, a concessionária tem recebido do estado bem mais do que paga pelos empréstimos contraídos para a construção do estádio.

Considerando apenas as parcelas fixas, o estado repassou R$ 626,6 milhões até outubro de 2019. No mesmo período, a concessionária pagou às instituições financeiras (BNDES e VINCI) R$ 517,5 milhões. Quando terminarem os repasses (em 2026), o governo terá depositado um montante de R$ 1,2 bilhão. No entanto, a dívida total da Arena das Dunas com empréstimos é inferior: R$ 837,8 milhões. A diferença de R$ 361,2 milhões é chamada de “enriquecimento sem causa” no relatório.

– A empresa só teve acesso ao crédito barato do BNDES porque o governo autorizou. Ela está jogando juros sobre um dinheiro do próprio governo – afirma o controlador. – Se o estado tivesse ido direto ao BNDES para recorrer a esse empréstimo praticamente já teria quitado agora.

Os auditores recomendam ao estado que reveja os termos do contrato de modo que o pagamento das parcelas fixas seja dado por encerrado após atingir R$ 837,8 milhões. Além disso, sugere a suspensão dos repasses fixos até que a diferença atual entre o que a concessionária recebeu do governo e o que pagou pelos empréstimos deixe de existir. O relatório ainda faz outras sugestões, como a de revisão dos indexadores de modo a garantir um maior equilíbrio econômico-financeiro e a de que avalie até mesmo a possibilidade de extinção da concessão.

– Qual foi o negócio que o estado fez aqui? Um estádio de futebol, em princípio por R$ 400 milhões (sem contar os juros), mas pelo qual está pagando R$ 1,2 bilhão. E ainda está pagando R$ 2 milhões por mês pela manutenção. A empresa tinha que dividir 50% das receitas extras e praticamente não divide nada – questiona Lopes.

Concessionária cobra R$ 33 milhões

O estado, no entanto, não é o único com queixas em relação à parceria. Em fevereiro, a concessionária notificou a Secretaria de Administração do Estado de uma dívida de R$ 33,3 milhões. O valor é referente a multas e juros em cima de pagamentos feitos com atraso. A controladoria recomenda que a pasta não reconheça a dívida neste valor. Segundo o órgão, este cálculo desconsidera o atraso inerente de transferências entre bancos diferentes e aplica juros não previstos contratualmente.

O Globo

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Alguém disse:

    Boa noite pessoal, mais vcs estão só falando do PT. Mais vcs não se tocaram pq Henrique Alves foi preso.

  2. Luiz Fernando disse:

    Se passar para o estado se acaba rapidinho. Vai virar campo de pelada dos PTralhas.

  3. Cesar Bomone disse:

    Já que os PETISTAS aplaudiam o ex-PRESIDENTE PETISTA quando dizia que o país não precisava de HOSPITAIS e sim de ESTÁDIOS DE FUTEBOL, quando faltar vagas na UTI deviam encaminhar os PETISTAS para a ARENA DAS DUNAS.

    • Márcio disse:

      Amigo, que eu saiba quem falou esta frase foi Ronaldo Fenômeno. Você deve está confundido as coisas, mas entendo… é a pandemia que está todo mundo biruta e sem noção.

      #moro2022

    • Carlão disse:

      O povo tudo doido, quando Natal foi escolhida a larga maioria aceitou de bom-grado. Agora só fazem reclamar.
      Eu gostei pelo fato de virem obras de infraestrutura, mas as que entregaram foram muito pífias, só valeram as calçadas e olhe lá… Ainda tem a eterna obra da região da mor gouveia.

  4. Manoel disse:

    O que foi roubado na construção desses estádios daria pra fazer muitos hospitais, escolas e mais umas 3 copas do mundo. O brasileiro não sabe votar e os políticos não perdem tempo em desviar nosso dinheiro… Muito complicado!

Auditoria da Control diz que Governo só deve pagar à Arena das Dunas mais R$ 211.141.930,07

O relatório da Controladoria-Geral do Estado (CONTROL) referente a realização de auditoria para avaliar os aspectos contábeis, operacionais, financeiro e patrimonial da Concessão Administrativa nº 001/2011 – DER/RN, após um ano de avaliação dos aspectos do contrato firmado entre o Governo do Estado e a Arena das Dunas Concessão e Eventos S/A, constatou valores devidos pela concessionária ao Executivo Estadual.

A auditoria da Controladoria-Geral do Estado constatou que o Governo pagará um valor excedente de R$ 361.206.446,08 e recomendou que o Ente Público não pague valor superior a R$ 837.813.203,00, montante suficiente, segundo o documento, para a concessionária quitar seu débito junto às instituições financeiras.

Verificou-se, ainda, que até outubro de 2019, a Arena das Dunas havia pago R$ 517.483.169,95 às instituições financeiras. E o Governo do Estado, até a mesma data, já havia repassado R$ 626.671.272,93 referentes à parcela fixa.

Em razão do valor excedente de R$ 109.188.102,98, a auditoria recomenda que Executivo suspenda o pagamento até alcançar o patamar de igualdade. E a partir daí, repasse apenas o mesmo valor pago pela empresa às instituições financeiras.

Por último, a auditoria verificou que, enquanto o montante da dívida da concessionária junto ao BNDES e a instituição financeira é de R$ 320.330.033,05, o Governo deve à concessionária a quantia de R$ 572.348.376,15. Diferença de R$ 252.018.343,10. E segundo a análise do contrato auditado, para a equiparação entre os contratos o Governo só deve pagar à Arena mais R$ 211.141.930,07.

A publicação pode ser encontrada no link a seguir:

http://adcon.rn.gov.br/ACERVO/control/DOC/DOC000000000230893.PDF

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Cigano Lulu disse:

    Mais um calote que o governo Fatão GD está armando. Aliás, até aqui essa "gestão" não tem feito outra coisa, a começar pelo costumeiro estelionato eleitoral.

ARENA DAS DUNAS: Controladoria-Geral do Estado aponta pagamentos abusivos de R$ 109 milhões e recomenda suspensão de repasses

Um relatório da Controladoria-Geral do Estado apresenta, através de auditoria, a execução da Arena das Dunas e recomendou que o Governo do Estado suspenda os pagamentos à concessionária que administra o estádio em Natal. O documento aponta que o Estado pagou quase R$ 110 milhões a mais do que deveria. “Constatou-se a existência de valores devidos pela Arena das Dunas Concessão e Eventos S.A ao Poder Concedente – referentes ao pagamento do Verificador Independente e do não repasse de receitas de fontes adicionais –, assim como foi verificada a necessidade de que ocorra, por parte do Estado, melhorias na fiscalização contratual”, diz trecho.

Para a construção da Arena das Dunas, a concessionária assinou um contrato de crédito junto ao BNDES no valor de R$ 396.571.000,00. E outro contrato de crédito junto a uma instituição financeira de R$ 79.280.000,00, totalizando R$ 475.851.000,00. Com amortização e taxas de juros, esse valor chegará a R$ 837.813.203,00.

A previsão de repasse do Governo à concessionária ao fim do contrato é de R$ 1.525.706.265,46, sendo R$ 326.686.616,38 de parcela variável (prestação de serviço, operação e manutenção) e R$ 1.199.019.649,08 de parcela fixa (disponibilização da estrutura).

Diante desses números, a auditoria constatou que o Governo pagará um valor excedente de R$ 361.206.446,08 e recomendou que o Ente Público não pague valor superior a R$ 837.813.203,00, montante suficiente, segundo o documento, para a concessionária quitar seu débito junto às instituições financeiras.

Verificou-se, ainda, que até outubro de 2019, a Arena das Dunas havia pago R$ 517.483.169,95 às instituições financeiras. E o Governo do Estado, até a mesma data, já havia repassado R$ 626.671.272,93 referentes à parcela fixa.

Em razão do valor excedente de R$ 109.188.102,98, a auditoria recomenda que Executivo suspenda o pagamento até alcançar o patamar de igualdade. E a partir daí, repasse apenas o mesmo valor pago pela empresa às instituições financeiras.

A publicação da Controladoria-Geral do Estado pode ser encontrada no link a seguir:

http://adcon.rn.gov.br/ACERVO/control/DOC/DOC000000000230893.PDF

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Ilo disse:

    Na hora q celebraram o contrato onde estava essa tal Controladoria-Geral do Estado. Agora vão pagar caro seus megalomaníacos. O jurídico da empreiteira amarrou o contrato todinho e derrubá-lo na justiça não vai ser tarefa fácil. O Estado vai gastar uma fortuna, inclusive contratando pareceres advogados de renome terceirizados.

Auditoria da Arena das Dunas recomenda abatimento de dívida do Governo

Foto: Control-RN

A Controladoria-Geral do Estado (CONTROL) publicou nessa segunda-feira, 11, o relatório referente a realização de auditoria para avaliar os aspectos contábeis, operacionais, financeiro e patrimonial da Concessão Administrativa nº 001/2011 – DER/RN.

Após um ano de avaliação dos aspectos contábeis, operacionais, financeiro e patrimonial do contrato firmado entre o Governo do Estado e a Arena das Dunas Concessão e Eventos S/A, a auditoria realizada pela equipe da Controladoria-Geral do Estado e solicitada pelo deputado estadual Sandro Pimentel, constatou valores devidos pela concessionária ao Executivo Estadual. O relatório completo está disponível no site da Control.

“Realizamos essa auditoria em razão do impacto econômico no Erário Público e constatamos que a empresa deixou de repassar receitas de fontes adicionais ao Estado. Nossa recomendação é que o Poder Público estadual abata esse valores no montante mensalmente repassado à concessionária”. O controlador-geral Pedro Lopes também destacou a importância de o Estado promover melhor fiscalização da execução da concessão administrativa.

A auditoria constatou que a empresa repassava ao Estado a divisão do lucro bruto em vez da receita líquida, conforme previa o contrato. Diante dessa falta, a recomendação é de que o Executivo Estadual cobre R$ 16.316.665,96 para cobrir o prejuízo acumulado. Por outro lado, o documento também prevê pagamento de multa do Estado por atraso de pagamentos no valor de R$ 26.162.328,75.

Na concessão firmada entre as partes estabelecia contrato de pessoas jurídicas independentes, do setor privado, com remuneração descontada no repasse do Governo à concessionária. A auditoria verificou que, entre a falta desse desconto e descontos menores que o devido, desde janeiro de 2015, o Executivo Estadual possui crédito de R$ 195.405,04. Esses descontos passaram a ser feitos pela Secretaria de Planejamento a partir de dezembro de 2019.

Também foi verificado valor excedente no contrato dessas pessoas jurídicas. Dessa forma, o contrato foi reduzido de R$ 37,5 mil para R$ 30 mil. E, entre outras constatações desse contrato, pela ausência de contador e equipe técnica durante atuação da empresa de engenharia, entre agosto de 2018 e julho de 2019, chega-se a um crédito favorável ao Governo de R$ 78.704,85. O total de créditos dessa contratação em favor do Executivo soma R$ 357.981,47.

Financiamento da obra da Arena das Dunas

A previsão de repasse do Governo à concessionária ao fim do contrato é de R$ 1.525.706.265,46, sendo R$ 326.686.616,38 de parcela variável (prestação de serviço, operação e manutenção) e R$ 1.199.019.649,08 de parcela fixa (disponibilização da estrutura).

Para a construção da Arena das Dunas, a concessionária assinou um contrato de crédito junto ao BNDES no valor de R$ 396.571.000,00. E outro contrato de crédito junto a uma instituição financeira de R$ 79.280.000,00, totalizando R$ 475.851.000,00. Com amortização e taxas de juros, esse valor chegará a R$ 837.813.203,00.

Diante desses números, a auditoria constatou que o Governo pagará um valor excedente de R$ 361.206.446,08 e recomendou que o Ente Público não pague valor superior a R$ 837.813.203,00, montante suficiente, segundo o documento, para a concessionária quitar seu débito junto às instituições financeiras.

Verificou-se, ainda, que até outubro de 2019, a Arena das Dunas havia pago R$ 517.483.169,95 às instituições financeiras. E o Governo do Estado, até a mesma data, já havia repassado R$ 626.671.272,93 referentes à parcela fixa.

Em razão do valor excedente de R$ 109.188.102,98, a auditoria recomenda que Executivo suspenda o pagamento até alcançar o patamar de igualdade. E a partir daí, repasse apenas o mesmo valor pago pela empresa às instituições financeiras.

Equiparação dos contratos

Por último, a auditoria verificou que, enquanto o montante da dívida da concessionária junto ao BNDES e a instituição financeira é de R$ 320.330.033,05, o Governo deve à concessionária a quantia de R$ 572.348.376,15. Diferença de R$ 252.018.343,10. E segundo a análise do contrato auditado, para a equiparação entre os contratos o Governo só deve pagar à Arena mais R$ 211.141.930,07.

A publicação pode ser encontrada no link a seguir:

http://adcon.rn.gov.br/ACERVO/control/DOC/DOC000000000230893.PDF

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Ojuara disse:

    Agora faltando dinheiro para comprar máscara, capote, respiradores etc, enquanto isso esses ladrões roubaram nosso dinheiro na construção desse elefante branco sem a mínima condição de uso, o valor superfaturado, ao final da construção ficou mais caro no mínimo duas vezes, chegando quase a um bilhão de reais, absurdo dos absurdos.
    Lembrando que com dez por cento desse valor, teria se recuperando o castelão, obra magnífica do ENG calculista de estruturas, José Pereira da Silva.
    Há um paredão.

    • Anti-Político de Estimação disse:

      Seria bom também colocar em evidência os nomes dos políticos que lutaram "bravamente" para construir e ganhar MUITO dinheiro com a construção desse elefante branco, porque o nosso povo tem uma memória muito curta e muito seletiva.

Hospital de campanha na Arena das Dunas: equipe técnica do governo analisa sete propostas

Foto: reprodução/Arena das Dunas

Em entrevista coletiva no fim da manhã deste sábado (11), a assessora jurídica do Governo do RN, Luciana Daltro, comunicou que a equipe técnica responsável pela licitação para construção e operação do hospital de campanha na Arena das Dunas analisa sete propostas. O prazo para envio de propostas foi encerrado às 17h da sexta-feira (10).

A assessora jurídica informou que o edital não prevê prazo final para a análise das propostas, mas que devido a “emergência da situação”, é provável que na segunda-feira (13) o resultado seja anunciado e publicado no Diário Oficial.

Estão sob análise propostas parciais, atendendo a parte estrutural, a área recursos humanos e fornecimento de equipamentos, por exemplo, como também propostas que contemplam a administração do hospital em sua totalidade. O valor global do chamamento segue o mesmo, R$ 37,1 milhões.

Ainda segundo a assessora, a apresentação de mais propostas foi possibilitada depois do firmamento do Termo de Ajustamento de Conduta entre o MPRN, MPF e o Governo do Estado.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Kiko disse:

    Sou morador de Nova Parnamirim e com isso me sinto a vontade pra comentar. A prefeitura de Natal já viabilizou um hospital de campanha, que certamente terá capacidade para atender as populações das zona sul leste e oeste. Então pergunto: Por que o Estado não constrói o seu hospital de campanha na zona norte? Com essa localização poderia atender, além da zona norte, os municípios de São Gonçalo, Estremoz e Ceará Mirim. Acredito que beneficiária aproximadamente 400.000 pessoas.
    Por outro lado, construir o hospital no Arena das Dunas é totalmente inadequado e dispendioso.
    Acredito que tem um monte de hoteleiro que alugaria seu hotéis para implantação do hospital, pois estão todos em uma pindaíba só, e comercialmente falando esse ano já morreu para o turismo.
    2020 é o ano que não existiu.

  2. Pedro disse:

    Alguém aí abaixo falou a coisa certa, primeiro o estado dispõe de estruturas prontas, hospital da polícia, hospital Ruy Pereira, diversas estruturas hoteleiras, inclusive o Barreira roxa. Quando terminarem de discutir e que era a roda foi inventada, estaremos livres dessa pandemia.

  3. Anderson disse:

    Porque não se constrói o hospital de campanha no centro de convenções que já tem uma estrutura e assim os custos seriam bem menores

  4. Azevedo disse:

    Como diz BG, Sucupira perde longe, quando esse hospital de campanha sair aqui em Natal, a pandemia já passou, pense num governo fraco, o secretário de saude não existe, é um zero à esquerda, fraco, muito fraco.

  5. Magno Odilon disse:

    Não poderia restruturar o Rui pereira, ou ainda ativar os leitos do hospital da PM?

  6. Ppaulo disse:

    37.000 milhões vào ser derretidos aqui.
    Depois chuta o pau da barraca, desarma tudo e ACABOU.
    Não seria melhor investir defenitivo nos hospitais já existentes??
    Abram Canguaretama, acudam o Deoclecio Marques, injetam o dinheiro, nos hospitais já existentes, abram as APAMES que fecharam, tem leitos e muito, só não tem quem use, tudo fechado.
    Imoral!!
    Falta de visão desse desgoverno do PT.
    Ôôô RN sem sorte!!

  7. Sergio disse:

    Se fizer é criticada. Se não fizer, também!

  8. Eduardo disse:

    Prefeituras de SP e RJ levantaram hospitais de campanha por 8 milhões cada e o nosso vai custar 37 milhões???
    Xiii… Fica de olho aberto, Tribunal de Contas!

    • Alyson disse:

      Esses 8 milhões são iniciais, tem reportagem falando em mais.
      Agora não concordo com esse gasto, poderia investir nos demais hospitais.

  9. Guilherme disse:

    Absurdo. O estado com poucos casos de coronavirus, torrar dinheiro desse jeito. O ideal seria investir nos hospitais já existentes.

  10. natalsofrida disse:

    Essa gópi, tá doida, esse hospital vai ficar pronto depois da pandemia. Povo sem compromisso com a população. Só pensam em política e dinheiro.

  11. Francisco disse:

    Mais uma vez, pq construir o HOSPITAL DE CAMPANHA no gramado se temos um estacionamento enorme no ARENA DAS DURNAS.

  12. Antonio Turci disse:

    Já que a Governadora parece não querer enxergar os "conselhos" do seu staf, o MP poderia orientar para que esses recursos fossem investidos, uma parte, na recuperação do Hospital Ruy Pereira e em outras unidades de saúde. Não tem porque torrar quase R$40 milhões se a pandemia terminará em poucas semanas.

  13. Np disse:

    Absurda essa construção nesse local. Já que não é definitiva, por quê não aproveita as estruturas dos hotéis que estão fechados. A ajuda seria mútua.

  14. Jailson disse:

    Arena das Dunas elefante branco de 1,5 bilhão, quem diria, vai virando hospital de campanha. Políticos safados, 1,5 bilhão queimando no sol sem serventia alguma. Passo por ali diariamente e dói ver aquele espaço sem vida alguma, estacionamento vazio 24 horas por dia e ainda ajudou a quebrar todo o comércio da vizinhança. Uma tragédia para o RN

  15. Nilson Oliveira disse:

    Vai passar a pandemia e não começa esse hospital no arena das dunas 😓

    • Nildo disse:

      Nao Vai precisar mais, pq vão morrer 11 mil, então não precisa mais.