Uma mulher ainda sem identificação, que estava praticando uma série de assaltos em Parnamirim fez sua última ação criminosa nesta quinta-feira (5). Após trocar tiros com policiais militares, ela morreu.
As primeiras informações dão conta de que a mulher estava armada com duas pistolas calibre .40 praticando mais um assalto em Nísia Floresta, no instante em que foi vista por policiais militares. Ao ser flagrada, ela terminou abrindo fogo contra os PMs.
Os policiais terminaram revidando. Na troca de tiros, um policial terminou sendo atingido, porém o projétil da bala parou no colete do policial, mas a mulher não teve a mesma sorte. Ela fo atingida com alguns disparos e morreu ainda no local.
A Secretaria de Mobilidade Urbana de Natal (STTU) definiu a operação especial de trânsito que irá atender os bloquinhos carnavalescos durante o período de Carnaval na capital. A logística foi discutida em reunião realizada na sede do órgão, no bairro da Ribeira, com a participação de gestores da STTU e representantes dos blocos.
De acordo com a secretaria, a operação tem como objetivo principal garantir a segurança viária, a fluidez do tráfego e o monitoramento das vias durante os desfiles que integram a programação carnavalesca em Natal.
Além das prévias realizadas na Redinha, diversos blocos sairão às ruas em diferentes bairros da cidade. Para atender essas demandas, a STTU realizará interdições temporárias de vias, ajustes no tráfego e proibição de estacionamento em pontos específicos. A orientação é para que condutores e pedestres fiquem atentos à sinalização e às informações divulgadas pelos canais oficiais.
Confira abaixo as principais intervenções previstas:
Bloco KD Xoxó
O bloco KD Xoxó desfila na sexta-feira (6), a partir das 16h, com concentração na Avenida Rodrigues Alves, em frente à Casa do Goiamum, e também na Rua Joaquim Fagundes, nas proximidades do China Espetos.
O percurso seguirá pela Avenida Rodrigues Alves, Rua Ceará-Mirim e encerrará na Avenida Hermes da Fonseca, nas imediações do Aeroclube. Durante o evento, as vias do trajeto estarão interditadas, com atuação de agentes de trânsito para organização do fluxo.
Bloco Enquanto Campos Corre, Sales Só Caminha
No sábado (7), a partir das 19h, o bloco Enquanto Campos Corre, Sales Só Caminha desfilará pelas ruas do bairro de Petrópolis. A concentração acontece no Largo do Atheneu, na Avenida Campos Sales. O percurso seguirá pela própria avenida, com encerramento na Rua Maxaranguape, nas proximidades da Clínica Cliap.
Bloco Seu Gentil
O bloco Seu Gentil terá programação estendida entre os dias 4 e 9 de fevereiro, com concentração na Rua Trairi e na Praça Pedro Velho (Praça Cívica), na área compreendida entre as avenidas Marechal Floriano Peixoto e Prudente de Morais.
O deslocamento ocorre diariamente a partir das 17h, com saída da Rua Ceará-Mirim (lateral da sede do América de Natal), seguindo pela Avenida Campos Sales, Rua Trairi e encerramento na Praça Pedro Velho.
A STTU recomenda que a população priorize o uso do transporte público, como ônibus, transporte opcional, táxis, aplicativos de mobilidade e o VLT. Pedestres devem atravessar as vias apenas nos locais sinalizados e seguir as orientações dos agentes de trânsito. As operações poderão sofrer ajustes conforme a dinâmica dos eventos e as condições do tráfego.
Prestes a completar dois anos no Supremo Tribunal Federal (STF), o ministro Flávio Dino acumula uma sequência de decisões que ampliaram o embate entre Judiciário, Legislativo e Executivo. Entre os principais pontos de tensão estão as mudanças nas regras das emendas parlamentares, a suspensão de benefícios salariais e determinações sobre temas sensíveis como mineração em terras indígenas.
A informação é da CNN. Um dos episódios mais marcantes foi a suspensão das emendas de pagamento obrigatório até que houvesse maior transparência e rastreabilidade nos repasses. A medida provocou reação do Congresso, que chegou a discutir propostas para limitar poderes do Supremo. Após ajustes e um plano de trabalho homologado pelo STF, os pagamentos foram liberados, mas sob novas exigências de identificação dos autores e beneficiários das emendas.
Na área ambiental e indígena, Dino também estabeleceu prazo de 24 meses para que o Legislativo regulamente a exploração mineral em terras indígenas, alegando que a falta de lei específica favorece crimes ambientais e conflitos na região. Enquanto não houver regulamentação, o ministro fixou critérios provisórios, destacando que a decisão não libera automaticamente a mineração.
Mais recentemente, a suspensão dos chamados “penduricalhos” no serviço público ampliou o desgaste político. Dino argumenta que verbas classificadas como indenizatórias têm sido usadas para ultrapassar o teto constitucional, gerando supersalários. A decisão determinou que os Três Poderes revisem esses pagamentos em até 60 dias, em meio à pressão do Congresso por mudanças nas carreiras do funcionalismo.
A Finep cancelou o programa que previa a construção de um foguete brasileiro de pequeno porte após identificar irregularidades na prestação de contas de recursos públicos. Segundo documentos obtidos via Lei de Acesso à Informação, cerca de R$ 24,5 milhões repassados ao consórcio liderado pela Akaer não tiveram comprovação detalhada, o que levou à rescisão do contrato e à abertura de medidas junto aos órgãos de controle.
O projeto, iniciado em 2023 e estimado em R$ 180 milhões, tinha como objetivo desenvolver o veículo lançador Montenegro MKI, voltado ao envio de pequenos satélites ao espaço. A agência federal informou que a empresa demonstrou a utilização de apenas R$ 16,7 milhões dos R$ 41,3 milhões transferidos inicialmente, apontando dificuldades na gestão administrativo-financeira dos recursos.
Além de cancelar o programa, a Finep determinou a devolução integral dos valores já pagos e iniciou o processo de Tomada de Contas Especial, que poderá envolver o Tribunal de Contas da União (TCU) e a Controladoria-Geral da União (CGU). A Akaer afirmou que não pode comentar detalhes por se tratar de projeto ligado à segurança nacional, mas disse atuar com responsabilidade e ética.
Startups parceiras do consórcio relataram atrasos em repasses e dificuldades desde o início da execução, alegando que não participaram da gestão financeira centralizada. O cancelamento também provocou demissões no setor aeroespacial e levantou preocupações sobre os impactos na credibilidade de futuras iniciativas brasileiras na área espacial.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebeu bebidas de alto valor como presentes de líderes partidários durante jantar com deputados realizado na quarta-feira (4), na Granja do Torto, em Brasília. Entre os itens entregues ao petista estão garrafas de uísque escocês e japonês avaliadas em cerca de R$ 1 mil, além de uma cachaça premium mineira.
A informação é da coluna do Igor Gadelha, do Metrópoles. Aliado do senador Ciro Nogueira (PP-PI), o líder do PP na Câmara, Doutor Luizinho (RJ), presenteou Lula com um Royal Salute em edição comemorativa do Rio de Janeiro e um Suntory Hibiki, rótulo japonês conhecido por ser um dos favoritos do presidente. Já o líder do PDT, Mário Heringer (MG), entregou uma garrafa da cachaça Havana, cujo valor pode chegar a R$ 900.
O jantar começou por volta das 19h e reuniu cerca de 30 deputados, além de ministros do governo. No cardápio, o destaque foi o pirarucu, preparado pelo chef paraense Saulo Jennings com peixe enviado pelo ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira.
Também participaram nomes do Centrão e da base governista, como Pedro Lucas Fernandes (União-MA), Antonio Brito (PSD-BA) e Áureo Ribeiro (Solidariedade-RJ), além dos ministros Fernando Haddad, Gleisi Hoffmann, Rui Costa, Guilherme Boulos, Sidônio Palmeira e o vice-presidente Geraldo Alckmin.
A balança comercial do Rio Grande do Norte começou 2026 com sinal positivo, mas em forte desaceleração. Em janeiro, o estado exportou US$ 77,9 milhões — cerca de 30% a menos que no mesmo período do ano passado — enquanto as importações cresceram 18%, chegando a US$ 56,3 milhões. O resultado foi um superávit de US$ 21,6 milhões, queda expressiva de 66,5% em relação a janeiro de 2025.
A pauta exportadora potiguar manteve as frutas como principal destaque, somando US$ 31,4 milhões, apesar da retração anual. A principal novidade foi a entrada do ouro não monetário, responsável por US$ 29,8 milhões e por amenizar a queda geral das vendas externas. Em contrapartida, os óleos combustíveis despencaram 84,7%, reduzindo significativamente a receita estadual e evidenciando a vulnerabilidade da economia local a oscilações de poucos produtos.
Entre os destinos, Canadá e Suíça registraram crescimento expressivo nas compras, impulsionados pelo avanço das exportações de ouro, enquanto mercados tradicionais, como Estados Unidos e Países Baixos, recuaram. Do lado das importações, o aumento foi puxado principalmente por geradores elétricos, componentes eletrônicos e combustíveis, sinalizando maior demanda por bens industriais.
No cenário nacional, o Brasil apresentou desempenho mais robusto, com superávit de US$ 4,34 bilhões em janeiro. Mesmo assim, a queda nas exportações potiguares reforça o desafio de diversificar mercados e reduzir a dependência de itens específicos, em um contexto de oscilações externas e mudanças nas tarifas comerciais.
A comentarista da CNN Brasil, Rita Mundim, afirmou que o IBGE enfrenta uma crise de credibilidade após a exoneração de servidores ligados ao cálculo do Produto Interno Bruto (PIB). Durante análise, ela disse que técnicos teriam sido afastados em meio a preocupações sobre a independência do órgão e levantou suspeitas de pressões políticas sobre dados econômicos.
Segundo Mundim, desde 2024 servidores já demonstravam preocupação com a condução técnica do IBGE, inclusive por meio de uma carta assinada por especialistas das contas nacionais e apoiada por ex-presidentes da instituição. A comentarista destacou que mudanças na equipe às vésperas da divulgação do PIB podem afetar a confiança nos números e na estabilidade das estatísticas brasileiras.
Na avaliação dela, a saída de coordenadores e técnicos experientes pode deixar o órgão “órfão” de profissionais responsáveis por séries históricas importantes, o que, na visão do mercado, impactaria diretamente a percepção de credibilidade do país. Mundim também citou que investidores costumam reagir mais à confiança nas instituições do que apenas aos indicadores econômicos em si.
O debate ocorre em meio a discussões sobre independência técnica de órgãos públicos e a influência política em instituições responsáveis por estatísticas oficiais.
Um grupo de manifestantes realizou nesta quinta-feira (5) um novo protesto em frente à sede do Banco Master, na zona sul de São Paulo, com críticas direcionadas ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes. O ato repetiu o tom de mobilizações anteriores, mas teve público menor em comparação ao registrado em janeiro.
A manifestação contou com a presença do líder do Movimento Brasil Livre (MBL), Renan Santos, do deputado federal Kim Kataguiri (União Brasil-SP) e do ex-deputado estadual Arthur do Val, conhecido como Mamãe Falei. O movimento organizou o ato e utilizou faixas e palavras de ordem contra decisões do Judiciário.
Durante o protesto, participantes também mencionaram o ministro Dias Toffoli, relator do inquérito relacionado ao caso Master no Supremo. Em um dos momentos, uma manifestante ateou fogo a uma fotografia do magistrado, ação que chamou atenção nas redes sociais.
O episódio ocorre em meio ao aumento da tensão política envolvendo investigações e decisões do STF, que têm provocado reações de grupos de oposição. Até o momento, não houve registro de confronto com a polícia, e as autoridades não divulgaram balanço oficial sobre ocorrências relacionadas ao ato.
A decisão do ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), de suspender pagamentos extras nos salários do funcionalismo reacendeu o debate sobre privilégios dentro dos três Poderes. A medida mira os chamados “penduricalhos”, benefícios que ampliam vencimentos além do teto constitucional e que voltaram ao centro das críticas após novas vantagens aprovadas no Legislativo.
A informação é da coluna de William Waack, da CNN. O caso mais recente envolve uma escala que permitiria a servidores trabalharem 30 dias e receberem como se tivessem atuado por 40, aumentando a pressão pública por mudanças. Para especialistas, o problema não surgiu de uma vez: ao longo dos anos, órgãos que administram o próprio orçamento teriam acumulado benefícios e adicionais que inflaram remunerações.
Apesar da repercussão positiva entre parte da população, juristas avaliam que a decisão tem caráter emergencial e não altera a estrutura que permite a criação desses extras. Sem mudanças nas regras administrativas, novos benefícios poderiam surgir futuramente por brechas legais ou decisões internas.
Analistas defendem que apenas uma reforma administrativa ampla poderia reorganizar carreiras e reduzir privilégios de forma definitiva. No entanto, propostas desse tipo enfrentam forte resistência política e corporativa, o que mantém o tema travado enquanto decisões judiciais tentam conter excessos pontuais.
Os Correios contrataram, sem processo licitatório, um escritório privado de advocacia por R$ 800 mil para atuar na defesa de dirigentes e ex-dirigentes investigados pelo Tribunal de Contas da União (TCU). A contratação ocorre em meio ao pior cenário financeiro da estatal e envolve apuração sobre possíveis irregularidades nos balanços de 2023, quando a empresa era presidida por Fabiano Silva Santos.
Apesar de possuir cerca de 300 advogados em seu quadro próprio, a estatal optou por recorrer a uma banca externa para atuar em um processo sigiloso. Documentos indicam que a estratégia jurídica inclui medidas para evitar a responsabilização pessoal dos gestores investigados, o que levanta questionamentos, já que a jurisprudência do TCU limita o uso de recursos públicos para custear defesas individuais.
A contratação foi feita por dispensa de licitação e teria sido articulada pela ex-diretora de Governança e Estratégia, Juliana Picolli Agate, que deixou o cargo após mudanças na presidência da empresa. Especialistas apontam dúvidas sobre a escolha do escritório e a justificativa de especialização técnica, já que a banca não tem histórico relevante em processos junto ao TCU.
Procurados, os Correios afirmaram que a contratação de escritórios externos é prática comum em processos considerados estratégicos. O caso ganhou ainda mais repercussão após a estatal registrar prejuízo bilionário e firmar um empréstimo de R$ 12 bilhões com bancos, operação que conta com garantia do governo federal.
Ministros do Supremo Tribunal Federal estariam se movimentando nos bastidores para impedir o avanço da CPMI do Banco Master no Congresso. Alexandre de Moraes e Dias Toffoli, que têm ligações indiretas com personagens do caso, teriam procurado interlocutores do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), demonstrando preocupação com o impacto político da comissão.
A informação é da colunista Malu Gaspar, do jornal O Globo. O pedido de criação da CPI mista já ultrapassou o número mínimo de assinaturas, com apoio expressivo de parlamentares da oposição. A avaliação dentro do STF é que a investigação parlamentar pode ampliar o desgaste público da Corte, sobretudo após decisões controversas de Toffoli na condução do caso envolvendo o banco.
Entre os receios estaria a convocação de familiares de ministros e a abertura de novas frentes de apuração sobre contratos e relações financeiras ligadas ao empresário Daniel Vorcaro. O requerimento da CPMI também cita possíveis interferências institucionais e pressões sobre órgãos como o Banco Central.
Apesar da pressão política, até agora nem Alcolumbre, no Senado, nem o presidente da Câmara, Hugo Motta, indicaram disposição para instalar a comissão. Nos bastidores, a alternativa discutida seria a criação de uma CPI apenas com senadores, formato considerado mais controlável dentro da Casa.
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