Cunhado de Ana Hickmann é absolvido de acusação de homicídio

(Foto: Leandro Couri/EM/D.A. Press)

O cunhado da apresentadora de TV Ana Hickmann foi absolvido, por três votos a zero, na tarde desta terça-feira. Gustavo Henrique Belo Correia era acusado de homicídio doloso – quando há intenção de matar – contra o fã da artista, Rodrigo Augusto de Pádua, que, em maio de 2016, invadiu um hotel no Bairro Belvedere, na Região Centro-Sul de Belo Horizonte, onde Ana estava hospedada, e tentou matá-la. Pádua foi morto com três tiros na nuca, depois de lutar com o cunhado da apresentadora.

O julgamento ocorreu na tarde desta terça-feira, na sede do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), no Bairro Serra, na Região Centro-Sul de BH. Antes da audiência, Gustavo conversou com o Estado de Minas e demonstrou tranquilidade e confiança em sua defesa.

Após o julgamento, Gustavo Correia se mostrou satisfeito com a decisão do júri. “Era o que eu esperava. Meus familiares também, só que a gente nunca cantou vitória”, disse.

O cunhado da apresentadora de TV ainda agradeceu o apoio do presidente Bolsonaro e do Ministro da Justiça, Sérgio Moro. “Foi muito importante desde o começo. Sou muito agradecido. Independente de partido político, se é direita, se é esquerda, se é centro, não interessa. Isso é questão de justiça”, afirmou.

O advogado de Corrêa também celebrou o resultado. “A justiça tarda mas não falha”, disse Fernando José da Costa. Ele contou que foi uma surpresa a decisão do Ministério Público de Minas Gerais de apresentar denúncia de homicídio doloso, mesmo quando o inquérito tenha sido concluído como legítima defesa.

“Lamentavelmente aquele promotor de 1ª Instância, Dr. Francisco de Assis, desde o início, se convenceu da culpabilidade de Gustavo. Tanto é que antes do interrogatório, momento mais importante do processo, o mesmo deu uma entrevista informando que iria pronunciar o Gustavo. Ou seja, não deu sequer a oportunidade de ouvir a versão de Gustavo”, disse. “Respeito o Ministério Público, mas a atuação desse promotor não foi técnica, não foi imparcial”, completou.

O advogado informou ainda ressaltou que trabalhava para aliviar o sofrimento da família de Corrêa e Ana Hickmann, que, segundo ele, ainda fazem tratamento psiquiátrico. “Prometi trazer a eles (família) essa vitória jurídica. Pessoas honestas, que trabalharam uma vida inteira, de repente viram seu filho réu. Foi gerado um grande sofrimento de uma família trabalhadora”, disse.

No fim, ele agradeceu o trabalho da justiça mineira. “Hoje eu parabenizo o Poder Judiciário e o Tribunal de Justiça de Minas Gerais que, além de manter a sentença absolutória, deu uma lição de moral, de conforto à família Corrêa”.

O caso

Em 2017, Gustavo foi absolvido pela juíza Âmalin Aziz Sant’Ana, titular do juízo sumariante do 2º Tribunal do Júri da capital, que considerou que o réu agiu em legítima defesa. Mas, em abril de 2018, o promotor do Tribunal do Júri do Fórum Lafayette, Francisco de Assis Santiago, recorreu da decisão que inocentou o cunhado.

O MPMG apresentou denúncia por homicídio doloso contra Gustavo Corrêa em 7 de julho de 2016. Ele foi enquadrado no artigo 121 do Código Penal, que prevê reclusão de 12 a 30 anos por homicídio qualificado. A denúncia foi em sentido oposto ao que a Polícia Civil do estado apontou na investigação.

O delegado Flávio Grossi, responsável pelo caso, pediu o arquivamento do inquérito, alegando que Gustavo teria agido em legítima defesa.

Estado de Minas

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Brasil Acima de Todos disse:

    Absolvição justíssima. A verdade imperou. Parabéns advogado e a justiça.

  2. J. Dantas disse:

    Chupa MP, que ganha um miserê…… mais um herói salvo das garras do MP…se fez justiça!

Sargento da PM será julgado no Tribunal do Júri de Natal por participar do homicídio do advogado Antônio Carlos ocorrido em 2013

Foto: Reprodução

Na próxima segunda-feira, 02, deverá ir a julgamento o último envolvido na morte do advogado Antônio Carlos, trata-se do sargento da Polícia Militar, Antônio Carlos Ferreira de Lima, acusado de envolvimento no crime.

O 1º Tribunal do Júri da Comarca de Natal que condenou os réus acusados da morte do advogado Antônio Carlos de Souza Oliveira, de 41 anos. A vítima foi assassinada a tiros dentro de um bar na Zona Oeste de Natal na noite de 9 de maio de 2013.

Veja matéria completa no portal Justiça Potiguar, clicando aqui.

Cunhado de Ana Hickmann voltará a ser julgado por homicídio em setembro

Foto: Reprodução/TV Record

O cunhado da apresentadora Ana Hickmann, acusado de homicídio por ter matado um homem que a atacou, declarou estar “feliz e lisonjeado” com o apoio recebido do presidente Jair Bolsonaro (PSL).

Bolsonaro e o ministro da Justiça Sérgio Moro evocaram o episódio envolvendo a apresentadora e seu cunhado, Gustavo Corrêa, na sexta-feira (9) e no sábado (10), para voltar a defender a diminuição ou o fim da aplicação de pena por excesso em casos de homicídio por legítima defesa se o homicida tiver agido sob “escusável medo, surpresa ou violenta emoção”, conforme prevê o pacote anticrime proposto por Moro.

“A gente sempre fica feliz, é um presidente dando o apoio, independentemente de qual seja. Ficaria feliz se fosse qualquer outro presidente”, afirmou Corrêa à Folha. Ele será julgado em segunda instância em setembro, após ter sido absolvido no ano passado.

Sobre a mudança no Código Penal proposta pelo presidente, ele apoia. “Bolsonaro tem total razão. Quando uma pessoa entra armada na sua casa, não deve existir nenhum tipo de lei nem nada que vá contra o que você pode fazer, independentemente se sejam dois, três ou trinta tiros. Ainda mais quando a arma é dessa pessoa e você está desarmado”, afirmou.

Em 21 de maio de 2016, Ana, Corrêa e Giovana, sua então esposa que trabalhava como assessora da apresentadora, estavam hospedados em um hotel em Belo Horizonte quando foram abordados por Rodrigo Augusto de Pádua, que se identificava como fã de Ana.

Segundo informações no inquérito, Rodrigo foi ao hotel com um revólver porque fora bloqueado das redes sociais da apresentadora, a quem mandava mensagens insistentemente.

Ele tomou os três como reféns em um quarto e, segundo afirmou Corrêa em interrogatório, passou a xingá-los e a ameaçá-los agressivamente com o revólver. A apresentadora desmaiou, o invasor se irritou e atirou na direção dela, acertando Giovana.

Após o tiro, Corrêa saltou sobre Pádua para tomar a arma. Já no chão, após luta corporal, ele pegou o revólver e deu três tiros na nuca do invasor, que morreu. As duas mulheres já haviam deixado o quarto, e o cabeleireiro da apresentadora, Júlio da Silva, estava do lado de fora do quarto e ouviu a disputa.

Gustavo foi denunciado pelo Ministério Público de Minas Gerais por homicídio doloso, quando há a intenção de matar, sob o argumento de que houve excesso na legítima defesa.

À época, o promotor Francisco Santiago disse que sua acusação tinha como cerne a localização dos tiros, na parte de trás da cabeça.

“Onde é que foram dados os tiros? Na nuca de alguém. Como eu posso entender legítima defesa com quem dá três tiros na nuca de alguém? (…) A legítima defesa exige que você tenha moderação na sua ação. A lei não diz que você pode matar. A lei diz que você pode se defender, mesmo que tenha que matar. A vítima estava dominada”, afirmou.

O caso interessa a Bolsonaro e Moro porque ilustra a mudança no Código Penal proposta pelo pacote anticrime, que patina na Câmara. O texto prevê que o juiz possa reduzir a pena por homicídio até a metade ou deixar de aplicá-la se o excesso decorrer de “escusável medo, surpresa ou violenta emoção”.

“Pessoas não reagem a ataques injustos com régua e compasso na mão. Somos todos humanos”, escreveu Moro em suas redes sociais no sábado (10).

“É justo o cunhado da Ana Hickmann ir para tribunal do júri? Não vou nem falar em condenação. A proposta do Moro prevê acabar com isso aí. Nada mais claro que a legítima defesa. Nesse caso não tem que se levar em conta a questão do excesso”, disse Bolsonaro na sexta (9).

“Aquela pessoa não pode ser tratada como uma assassina. Defendeu a família. E as pessoas não são máquinas, podem cometer algum excesso”, completou o ministro.

Em abril do ano passado, Corrêa foi absolvido da acusação de homicídio. A juíza avaliou que ele agiu em legítima defesa. Sobre o excesso, escreveu que “não era exigível comportamento diferente de Gustavo”, já que “utilizou do meio que dispunha para se defender (a arma trazida pela própria vítima).” No entanto, o Ministério Público recorreu e ele será julgado em segunda instância, provavelmente em 10 de setembro.

Corrêa diz que “a posição mostrou porque os tiros foram na nuca. Caí atrás dele. Não me arrependi, faria tudo igual, não contaria quantos tiros eu daria. Se isso é excesso ou não, vamos descobrir na próxima audiência. Vamos ver o que vai acontecer com os desembargadores”, afirma, sobre o julgamento no mês que vem.

Gustavo também disse que falou por telefone em julho com Eduardo Bolsonaro (PSL), filho do presidente, e recebeu apoio do deputado. “Teve uma ligação, do Eduardo, para o meu irmão [Alexandre, casado com Ana Hickmann e famoso apoiador de Bolsonaro]. Disse que estava do nosso lado para o que precisasse.”

Para especialistas, a generalidade de cláusulas como “medo” e “violenta emoção”, que dão abertura a interpretações múltiplas, podem impactar as estatísticas sobre o crime no Brasil.

Casos de feminicídio, por exemplo, em que o homem diz ter sido atacado pela mulher e que a assassinou por ter sentido “medo” poderão se encaixar como eventos de ação justificada e implicar em pena reduzida ou dissolvida.

Estudo feito pelo Conselho Nacional do Ministério Público mostrou que, de 2011 a 2012, 83% dos homicídios com causa provável no estado de São Paulo tiveram motivos “fúteis” ou foram cometidos por “impulso”. Outros estados mostraram números semelhantes, como Santa Catarina (74,46%) e Pará (94,12%).

Também há temor de que a aprovação da proposta de Moro estimule as mortes causadas por policiais. Em 2018, 6.160 pessoas foram mortas por policiais, segundo levantamento do G1, do Núcleo de Estudos da Violência da USP e do Fórum Brasileiro de Segurança Pública.

Um policial que, ao ver um colega atingido durante ação, atira e mata uma pessoa, por exemplo, poderá afirmar que agiu sob violenta emoção e ter a pena abrandada ou eliminada.

O pacote anticrime de Moro também estabelece hipóteses de legítima defesa para policiais. Segundo o texto, está em legítima defesa o policial que age para prevenir agressões ou risco de agressões a si mesmo e a outras pessoas. Pela lei atual, o policial deve aguardar ameaça concreta ou a efetivação do crime para agir.

Folha de São Paulo

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Arnaldo Franco disse:

    Não sei quem gosta mais de bandidos: o STF ou esse tal de MPF.

  2. Aroldo Pontes disse:

    Sejam todos bem vindos ao Brasil, onde o crime compensa APENAS PARA QUEM JÁ É DO RAMO. Poderiam regulamentar a profissão assinar a carteira dos criminosos profissionais, pois até salário já existe. Nunca vou entender a Lei do nosso país. Um país tão bonito e rico manipulado por mãos de gente incompetente e sem vergonha.

FOTO: Polícia Civil prende em Nova Parnamirim suspeito de homicídio contra a mãe em Maceió-AL

Foto: Divulgação/Polícia Civil

Policiais civis do 2º Distrito de Polícia de Parnamirim prenderam, na noite dessa terça-feira (06), Jefferson Silva da Cruz, 35 anos. Ele é suspeito de praticar crime de homicídio contra a mãe, em Maceió, no estado de Alagoas, e estava foragido. Jefferson Silva também é apontado como autor de um homicídio ocorrido na cidade de Parnamirim, no ano de 2002.

A prisão ocorreu no bairro Nova Parnamirim, em cumprimento a um mandado de prisão preventiva expedido pela 8ª Vara Criminal da Comarca de Maceió.

Ele foi conduzido até a delegacia e encaminhado ao sistema prisional, onde ficará à disposição da Justiça.

A Polícia Civil pede ajuda à população enviando informações de forma anônima, através do Disque Denúncia 181 ou Disque Denúncia da 2ª DP de Parnamirim, por meio do aplicativo WhatsApp: (84) 9 8135-6724.

Fonte: Secretaria de Comunicação Social da Polícia Civil/RN – SECOMS

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Cap_Mor disse:

    Um cabra desse serve pra quê?

  2. PAULO disse:

    O cara matou a PRÓPRIA MÃE?! Certamente um homicida em potencial a menos nas ruas. Parabéns aos policiais civis que o prenderam.

VÍDEOS: Polícia Civil divulga imagens e procura suspeitos de homicídio cometido contra supervisor de Futebol do ABC, em Ponta Negra

A Divisão Especializada em Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) divulgou, na manhã desta segunda-feira (29), imagens que podem contribuir na identificação dos autores do crime de homicídio que vitimou Leonardo Antônio Medeiros Queiroz, 42 anos, ex-supervisor de Futebol do time ABC Futebol Clube. O crime aconteceu entre 21 e 22h, do dia 20 de junho deste ano, dentro do carro da vítima, entre as ruas João Berckmans Marinho e João Rodrigues de Oliveira, na Vila de Ponta Negra, vizinho ao Morro do Careca, na zona Sul da capital Potiguar.

O corpo de Leonardo Antônio foi encontrado horas depois, dentro do seu próprio carro, um Chevrolet Agile, com perfurações de facadas na região do pescoço. O carro estava com as portas fechadas e o corpo no banco do carona. De acordo com a perícia, realizada pelo Instituto Técnico-Científico de Perícia (ITEP), o corpo foi recebeu 44 cutiladas de faca.

Segundo as investigações, dois rapazes que aparecem em imagens de câmeras de segurança de um estabelecimento comercial à beira-mar, são apontados como autores do crime. Os dois homens aparecem correndo em direção ao mar, com as roupas e os pés manchados, supostamente, por sangue. Ambos são, provavelmente, moradores da Vila de Ponta Negra e têm idades entre 18 e 25 anos, sendo um deles alto e forte.

A Polícia Civil solicita a ajuda da população no envio de informações para identificar e localizar os autores do crime. Informações podem ser enviadas de forma anônima, através do Disque Denúncia 181 ou do número da Delegacia de Homicídios da zona Sul: (84) 98108-5970.

Fonte: Secretaria de Comunicação Social da Polícia Civil/RN – SECOMS

Polícia Civil prende em pousada em Ponta Negra condenado por homicídio, foragido do sistema prisional que rompeu tornozeleira eletrônica

Foto: Ilustrativa

Policiais civis da Divisão Especializada em Investigação e Combate ao Crime Organizado (DEICOR), em apoio a Delegacia Municipal de Assú, deram cumprimento, na manhã desta segunda-feira (10), a um mandado de prisão em desfavor de Jeferson Rodolfo da Nóbrega, 25 anos. Ele estava foragido do sistema prisional, após romper a tornozeleira eletrônica.

Jeferson é condenado a 12 anos e 9 meses por homicídio. Além disso, ele é apontado como chefe de uma facção criminosa no município de Assú. A prisão aconteceu em uma pousada na praia de Ponta Negra, na zona Sul de Natal.

Ele foi conduzido à delegacia e encaminhado ao sistema prisional, onde ficará à disposição da Justiça.

A Polícia Civil pede que a população continue enviando informações de forma anônima, através do Disque Denúncia 181.

Fonte: Secretaria de Comunicação Social da Polícia Civil/RN – SECOMS

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Anti-Robô disse:

    Chefe de facção em município e ainda dão a benesse de tornozeleira? Isso é pra aviãzionho chibata, não para líder de facção.

Polícia Civil prende em Natal ex-companheira acusada de planejar homicídio de funcionário da Caern

Foto: Divulgação/Polícia Civil

Policiais civis da Divisão de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP) deram cumprimento, na manhã desta quarta-feira (15), a um mandado de prisão preventiva em desfavor de Brena Katuana da Silva, 32 anos. Ela é apontada como autora intelectual do crime que vitimou o ex-companheiro Marcos Antônio Braga Ponte, 60 anos, funcionário da Companhia de Águas e Esgotos do Rio Grande do Norte (Caern). A prisão aconteceu no bairro da Ribeira, Zona Leste de Natal.

Segundo as investigações da DHPP o assassinato do empresário foi planejado pela ex-companheira dele, Brena Katuana, com apoio de Ivan Vicente Ferreira Junior, 32 anos, conhecido como “Junior Cabeça”. Ela mantinha um relacionamento amoroso secreto com Ivan Vicente e decidiram matar a vítima com o propósito de se apropriar do patrimônio de Marcos Antônio.

O crime ocorreu no dia 21 de setembro de 2018, quando Marcos Antônio Braga foi sequestrado na saída de um bar localizado à Avenida Alexandrino de Alencar, bairro do Alecrim, Natal. Minutos depois, a vítima foi executada com diversos disparos de arma de fogo, na Rua São José, uma estrada de terra, na zona rural do distrito de Manguabeira, em Macaíba.

Marcos Antônio foi executado por Ivan Vicente, que é suspeito de ser traficante de drogas, com atuação na comunidade do Japão, Zona Oeste de Natal. A execução da vítima teria contado com a colaboração de outros coautores, moradores do bairro das Quintas, região onde Ivan Junior atua diretamente na atividade de tráfico de drogas.

Até o momento, foram presos na Operação “Aleivosia”, sinônimo de traição e deslealdade, Ivan Vicente Ferreira Junior, 32 anos, vulgo “Junior Cabeça”, Tomás Jorge da Silva Emiliano, José Weverton dos Santos Bento, conhecido como “Tonca” e Brena Katuana.

FOTO: Polícia Civil prende suspeito de participar de homicídio no bairro Neópolis, na Zona Sul de Natal

Foto: Divulgação/Polícia Civil

Policiais civis da Divisão Especializada em Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) prenderam Igor Matheus Lopes de Araújo, 24 anos, na manhã desta quarta-feira (15). Ele é suspeito de envolvimento no homicídio de Alexsandro Oliveira de Medeiros, conhecido como “Muganga”, no dia 01 de agosto de 2018, na rua Arapiraca, conjunto Jiqui, bairro Neópolis, zona sul de Natal.

Igor Matheus foi detido quando estava no bairro Cidade das Quintas, Zona Oeste de Natal, em cumprimento a um mandado de prisão temporária. Segundo as investigações, ele é apontado como autor dos disparos contra Alexsandro Oliveira.

Igor Matheus também é investigado por outro homicídio, cometido no bairro das Quintas, no ano de 2017, que atualmente está em fase de ação penal perante a 2ª Vara Criminal de Natal.

O crime – A vítima estava consertando um veículo em frente à oficina do irmão, com um amigo, quando foi executado em via pública por dois homens que estavam em uma motocicleta.

A Polícia Civil pede que a população continue enviando informações de forma anônima, através do Disque Denúncia 181.

Fonte: Secretaria de Comunicação Social da Polícia Civil/RN – SECOMS

Envolvido em homicídio após ritual de magia negra tem recurso negado pelo TJRN

Decisão da 2ª Instância da Justiça Estadual potiguar ressaltou que a revisão criminal não tem a capacidade de produzir o reexame de provas ou teses já apreciadas em uma demanda judicial, mas ser aplicada, tão somente, como meio processual hábil a corrigir erro técnico ou injustiça na condenação. O julgamento se relaciona à ação revisional, movida pela defesa de Gidazio Cardoso Gomes, condenado pelo Tribunal do Júri, após ser denunciado como um dos participantes de um ritual de magia negra, junto a mais duas pessoas, que resultou na morte de uma mulher de 41 anos de idade, comerciante, no ano de 2013.

O acusado teria participado do crime junto ao pai de santo João Maria Guedes Silva, mais conhecido como ‘João Macumbeiro’, que confessou o crime, além de mais duas pessoas e uma adolescente, que foi apreendida, à época, sob o delito análogo ao homicídio.

De acordo com a decisão, ainda que fosse outra a realidade da via jurídica escolhida pela defesa, a juntada de vídeo de um dos corréus afirmando a inocência do acusado não é suficiente para subsidiar o manejo da revisão como elemento probatório novo.

“O aludido depoimento, por si só, jamais teria o condão de desconstituir a condenação do requerente pelo Tribunal do Júri e confirmada em sede de apelo criminal, por nada representar senão objetivo único de reapreciação valorativa de tese, o que se revela descabido na via eleita pela defesa”, ressalta o julgamento.

A decisão ainda acrescenta que, em não se verificando nenhuma das hipóteses de cabimento da revisão criminal elencadas taxativamente no artigo 621 do Código de Processo Penal, fica inviabilizado o prosseguimento do feito, não havendo se falar em ofensa ao princípio da colegialidade.

(Ação Revisional nº 0802604-05.2019.8.20.0000)
TJRN

 

FOTOS: Polícia Civil procura suspeitos de terem participado de homicídio em Neópolis, na Zona Sul de Natal

 Fotos: Divulgação/Polícia Civil

A Divisão de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP) em Natal pede ajuda da população para que envie informações anônimas que possam ajudar a localizar Tiago Vinícius Silva, conhecido como “Comendador, Playboy ou Tyago Portugal” e Jefferson Cleyton Fernandes, conhecido como “Bomba ou Raposo”. Ambos foram indiciados pela DHPP suspeitos de participarem do homicídio de Ranieri Pablo da Silva Azevedo, conhecido como “Pequeno”. O crime aconteceu no dia 04 de agosto de 2018, no bairro de Neópolis, próximo a dois condomínios da Zona Sul de Natal. O homicídio de Ranieri resultou na deflagração da Operação Clowns, que conseguiu identificar todos os suspeitos pelo crime.

As investigações revelaram que, na ocasião do crime, 13 pessoas “convocaram” a vítima para um “julgamento” feito por eles, que resultou na decisão de matar Ranieri Pablo. A vítima foi executada sumariamente, após ter sido arrastada à força para dentro de um veículo Fox de cor preta, de onde foi jogada e alvejada por disparos de arma de fogo.

Ao todo, treze pessoas participaram do homicídio, sendo dois adolescentes e onze adultos. Dos treze suspeitos, sete adultos foram presos e dois adolescentes foram apreendidos, restando apenas dois foragidos: Tiago Vinícius Silva, “Comendador, Playboy ou Tyago Portugal” e Jefferson Cleyton Fernandes, “Bomba ou Raposo”. Um dos suspeitos, Elimarcos, conhecido como “Juninho Lobão,” foi morto em confronto com a polícia, logo depois do crime. Em relação ao outro envolvido, Mikael Diego, foram aplicadas pela Justiça medidas cautelares diversas da prisão.

Todas as 13 pessoas que participaram do homicídio de Ranieri Pablo, que resultou na Operação Clowns, foram identificadas. O nome da operação (“Clowns”, palhaço em inglês) é alusiva a um dos símbolos de uma facção, pois os indiciados também são suspeitos de integrarem uma facção criminosa e executaram a vítima seguindo os trâmites do seu “estatuto”.

A Polícia Civil pede que a população continue enviando informações de forma anônima, através do Disque Denúncia 181.

Fonte: Secretaria de Comunicação Social da Polícia Civil/RN – SECOMS

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Joaquim disse:

    Parecem os milicianos do Queiroz.

  2. Ceará Big World disse:

    Caras de petistas.

FOTO: Polícia Civil prende suspeito de participar de homicídio na Zona Sul de Natal

Foto: Divulgação/Polícia Civil

Policiais civis da Divisão Especializada em Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) prenderam Magno da Silva Leones, 31 anos, na manhã desta terça-feira (16). Ele é suspeito de envolvimento no homicídio de Alexsandro Oliveira de Medeiros, conhecido como “Muganga”, no dia 01 de agosto de 2018, na rua Arapiraca, conjunto Jiqui, bairro Neópolis, zona sul de Natal.

Magno da Silva foi detido quando estava no bairro Cidade da Esperança, Zona Oeste de Natal, em cumprimento a um mandado de prisão preventiva. Segundo as investigações, ele é apontado como a pessoa que conduzia a motocicleta, na qual estava o autor dos disparos.

A Polícia Civil pede ajuda da população para que envie informações que possam ajudar a identificar e localizar o homem que efetuou disparos contra Alexsandro Oliveira.

O crime – A vítima estava consertando um veículo em frente à oficina do irmão, juntamente com um amigo, quando foi executado em via pública por dois homens que estavam em uma motocicleta.

Fonte: Secretaria de Comunicação Social da Polícia Civil/RN – SECOMS

FOTO: Polícia Civil procura suspeito de ter participado de homicídio no bairro Neópolis, na Zona Sul de Natal

Foto: Divulgação/Policia Civil

A Divisão de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP) pede ajuda da população para que envie informações anônimas que possam ajudar a localizar Tiago Vinícius Silva, conhecido como “Comendador, Playboy ou Tyago Portugal”. Ele foi indiciado pela DHPP, por ser um dos 13 homens suspeitos de participaram do homicídio de Ranieri Pablo da Silva Azevedo, vulgo “Pequeno”, assassinado no dia 04 de agosto de 2018, no bairro de Neópolis, próximo a dois condomínios da Zona Sul de Natal. O homicídio de Ranieri resultou na deflagração da Operação Clowns, que conseguiu identificar todos os suspeitos pelo crime.

As investigações revelaram que, na ocasião do crime, 13 pessoas “convocaram” a vítima para um “julgamento” feito por eles, que resultou na decisão de matar Ranieri Pablo. A vítima foi executada sumariamente, após ter sido arrastada à força para dentro de um veículo Fox de cor preta, de onde foi jogada e alvejada por disparos de arma de fogo.

Ao todo, 13 pessoas participaram do homicídio, sendo 2 adolescentes e 11 adultos. Dos 13 suspeitos, 7 adultos foram presos e dois adolescentes foram apreendidos, restando apenas 2 foragidos: Tiago Vinícius Silva, “Comendador ou Playboy ou Tyago Portugal” e Jefferson Cleyton Fernandes, “vulgo Bomba ou Raposo”.

Com a identificação e o indiciamento de Tiago Vinícius Silva, todas as 13 pessoas que participaram do homicídio de Ranieri Pablo, que resultou na Operação Clowns, foram identificadas. O nome da operação (“Clowns”, palhaço em inglês) é alusiva a um dos símbolos de uma facção, pois os indiciados também são suspeitos de integrarem uma facção e executaram a vítima seguindo os trâmites do “estatuto” da facção.

Fonte: Secretaria de Comunicação Social da Polícia Civil/RN – SECOMS

FOTOS: Polícia civil indicia e procura suspeitos de homicídio contra uma moradora de rua em Candelária

Fotos: Divulgação/Polícia Civil

A Divisão de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP) indiciou, nessa quinta-feira (21), Stanley Brennand de Carvalho, dono de uma empresa de segurança particular, de 42 anos e o vigia de rua Cristóvão. Eles foram indiciados pelo homicídio da moradora de rua Francisca Lúcia Silva de Moura e pela tentativa de homicídio contra o companheiro dela, crimes ocorridos no dia 14 de dezembro de 2018, no bairro de Candelária, zona sul de Natal.

Na ocasião, as vítimas estavam dormindo numa calçada, quando Stanley e Cristóvão chegaram e atiraram nelas, matando Francisca. A polícia está apurando a participação de um terceiro homem que aparece em imagens de câmeras de segurança, na companhia de Stanley e Cristóvão, minutos antes do crime. Stanley Brennand é ex-lutador de jiu-jitsu, ex-segurança de um bar em Candelária, e dono de uma empresa de segurança particular no mesmo bairro, enquanto Cristóvão (entre 40 e 50 anos de idade) é vigia de rua. Ambos estão foragidos.

A polícia solicita a ajuda da população para localizar os dois homens indiciados e identificar o terceiro suspeito que aparece nas imagens. Qualquer informação poderá ser comunicada através do disque denúncia anônimo, número 181.

Foto do procurado Stanley Brennand de Carvalho(42 anos): Divulgação/Polícia Civil

Fonte: Secretaria de Comunicação Social da Polícia Civil/RN – SECOMS

Polícia Civil busca informações sobre homicídio de funcionário da CAERN na Grande Natal

A Polícia Civil busca informações sobre os autores do homicídio de Marcos Braga Antônio Pontes, de 60 anos, que era funcionário da Companhia de Águas e Esgotos do Rio Grande do Norte (CAERN) e foi raptado na noite do dia 21 de setembro de 2018 ao sair de um bar no bairro Alecrim, Zona Leste de Natal, e executado momentos depois no município de Macaíba. Na ocasião, câmeras de segurança flagraram o momento do sequestro.

Marcos foi morto com sete disparos, que atingiram a região da cabeça e do peito. O corpo da vítima foi encontrado em uma estrada do bairro Guararapes II, em Macaíba.

As investigações estão a cargo da Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), que solicita o apoio da população para o envio de informações através do Disque-Denúncia da Secretaria da Segurança Pública e da Defesa Social (SESED), número 181.

Polícia Civil prende suspeito de homicídio na Redinha, e de ser um dos principais responsáveis pelo tráfico de drogas na região

FOTO: PC/ASSECOM

Policiais civis da Divisão de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP) cumpriram, na manhã desta sexta-feira (08), um mandado de prisão e de busca e apreensão contra Valdeci Bezerra da Silva, vulgo “Tati”, na comunidade da África, Redinha.

Valdeci “Tati” e um comparsa são suspeitos de matar Leonardo Salomão Bezerra com mais de 20 disparos de arma de fogo. O crime ocorreu no dia 15 de agosto de 2018, quando a vítima estava sentada em frente a sua residência, no bairro da Redinha.

Valdeci também é apontado como um dos principais responsáveis pelo tráfico de drogas na região. A polícia conta com o auxílio da população para que enviem informações, através do disque-denúncia anônimo – 181, sobre o paradeiro do comparsa de “Tati”, assim como a localização de armas e drogas.

FOTO: Polícia prende no Rio de Janeiro um dos suspeitos por homicídio em 2016 na Zona Sul de Natal

Uma investigação da Polícia Civil do Rio Grande do Norte com apoio da Polícia Civil do Rio de Janeiro resultou no cumprimento a um mandado de prisão em desfavor de Douglas William Barbosa da Rocha, 23 anos, um dos suspeitos pelo homicídio de Diogo Ewerton de Oliveira, em 17 de Outubro de 2016, no bairro de Lagoa Nova, Zona Sul de Natal. Ele foi preso no Rio de Janeiro por tráfico de drogas.

De acordo com a investigação realizada pela Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), a motivação para o crime teria sido uma discussão entre Douglas William e um homem identificado como Janielson, durante uma festa n noite anterior ao crime. No momento da ação, Diogo foi confundido com o alvo do homicídio, Janielson, que emprestou sua moto e capacete para a vítima. Além de Douglas William, Pedro Barbosa da Rocha, tio de Douglas, também foi indiciado pelo homicídio.
No crime, Douglas teria efetuado disparos contra a vítima em um veículo celta, o qual Pedro conduzia, tendo ele emprestado a arma para seu sobrinho. A dupla foi indiciada por homicídio qualificado.