Política

Biden abre 14 pontos para Trump

(Foto: Reprodução)

intensa semana de protestos diários nos Estados Unidos em razão da morte de George Floyd, e a condução do país na pandemia do novo coronavírus afetaram o apoio ao presidente Donald Trump, mostra uma nova pesquisa da CNN, realizada pelo SSRS, divulgada nesta segunda-feira (8).

De acordo com o estudo, feito por telefone com 1.259 adultos, entre 2 e 5 de junho, com margem de erro é de 3,4 pontos percentuais, o índice de aprovação de Trump caiu 7 pontos neste mês. Ao mesmo tempo, o apoio ao democrata Joe Biden atingiu seu maior índice nas pesquisas da CNN.

Os números também mostram que uma maioria crescente de americanos acredita que o racismo é um grande problema no país, hoje, e que o sistema de Justiça dos Estados Unidos favorece os brancos em relação aos negros.

Mais de 80% também afirmaram que são justificados os protestos que se espalharam pelo país após a morte de George Floyd nas mãos dos policiais de Minneapolis. Agora, os norte-americanos consideram as questões raciais tão importantes para a campanha presidencial quanto a economia e o sistema de saúde, de acordo com a pesquisa.

Em média, 38% aprovam a maneira como Trump está conduzindo a presidência, enquanto 57% reprovam. Esse é o seu pior índice de aprovação desde janeiro de 2019 e é praticamente igual ao índice de aprovação de Jimmy Carter e George H.W. Bush no mesmo momento de seus mandatos – ambos deixaram a Casa Branca após perderem a disputa pela a reeleição.

Na disputa pela Casa Branca, entre os eleitores registrados, Trump está 14 pontos atrás de Biden, que garantiu, oficialmente, delegados suficientes para ganhar a indicação democrata na estimativa de delegados da CNN no sábado. Os 41% que afirmam apoiar o presidente são os mais baixos no levantamento da CNN nesta questão desde abril de 2019, e o apoio de 55% de Biden atingiu seu ápice até agora.

Protestos nacionais

A pesquisa constatou que o público reprova, amplamente, o tratamento das questões raciais por Trump (63% desaprova) e 65% dizem que a resposta do presidente a protestos recentes foi mais prejudicial do que útil.

Uma grande maioria dos americanos diz que os protestos pacíficos que ocorrem em todo o país por causa da violência policial contra afro-americanos são justificados (84%). Cerca de um quarto (27%) diz que protestos violentos em resposta a policiais que prejudicam ou matam afro-americanos são justificados.

Ambos os números são mais altos do que eram quando protestos semelhantes aconteceram em 2016. Na ocasião, 67% viram protestos pacíficos como justificados, enquanto 14% apoiaram protestos violentos.

Não há muita diferença racial ou partidária em relação ao apoio aos protestos pacíficos, mas as diferenças são maiores em relação aos protestos violentos. Entre os democratas, 42% consideram os protestos violentos justificados em resposta à violência policial contra afro-americanos, enquanto apenas 9% dos republicanos concordam. Entre os negros, 39% dizem que os protestos violentos são justificados contra 23% entre os brancos.

Dois terços dos americanos consideram o racismo um grande problema nos Estados Unidos hoje, contra 49% que disseram o mesmo em uma pesquisa da CNN / Kaiser Family Foundation de 2015. O aumento dessa parcela foi mais acentuado entre os negros (88% consideram um grande problema agora, contra 66% em 2015), mas houve grandes aumentos entre os latinos (de 64% para 79%) e brancos (de 43% para 60%) também.

Impacto na eleição

42% dos pesquisados afirmaram que a questão racial é extremamente importante na decisão de seu voto para presidente em novembro, o que coloca esse ponto no mesmo patamar que a economia ou o sistema de saúde, as principais questões da campanha.

Esse ponto tem ainda mais importância entre os eleitores democratas e os independentes que costumam apoiar o partido (60%) quando comparado com os republicanos ou independentes que votam a favor de republicanos (18%). A maioria dos eleitores negros também colocam a questão racial como extremamente importante (61%), muito acima dos 34% da pesquisa de 2015.

Os eleitores dão a Biden uma vantagem de dois a um sobre Trump em como lidar com as relações raciais: 63% dizem que sentem que Biden faria um trabalho melhor sobre o assunto, enquanto apenas 31% escolhem Trump.

Entre os eleitores negros, Biden é ainda mais apoiado: 91% dizem que ele lidaria melhor com a questão e apenas 4% acham que Trump faria um bom trabalho. Biden também supera Trump, em geral, no tratamento do novo coronavírus (55% a 41%) e na liderança do país em tempos de crise (também 55% a 41%). Trump supera Biden para lidar com a economia: 51% confiam no presidente, 46% em Biden.

O apoio a Trump é escasso fora de seu próprio partido. Entre os independentes, 52% dizem que apoiam Biden para a presidência enquanto 41% endossam Trump. Além disso, apenas 37% aprovam sua gestão na Casa Branca e 68% acham que sua resposta aos protestos foi prejudicial.

Os apoiadores de Trump, no entanto, continuam entusiasmados em ir às urnas (73% dizem que estão extremamente ou muito entusiasmados com a votação) e, principalmente, dizem que seu voto é uma demonstração de apoio ao Presidente (70% dizem que seu apoio a Trump é mais um voto para Trump do que contra Biden).

Os eleitores de Biden também aumentaram seu entusiasmo desde a última pesquisa da CNN sobre essa questão, em abril. Eram apenas 50% que estavam extremamente ou muito entusiasmados. Agora, 69% dizem o mesmo. No geral, 53% dos democratas agora se consideram “extremamente” entusiasmados sobre votar.

CNN Brasil

 

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Geral

Grande Natal tem três pontos impróprios para banho; veja quais são


Foto: Divulgação/Prefeitura

O boletim de balneabilidade divulgado pelo Idema neste fim de semana apontou três pontos impróprios para banho na Grande Natal. Os trechos ficam em Parnamirim e Natal.

Os locais classificados como impróprios são:

  • Rio Pirangi (Ponte Nova), em Parnamirim;
  • Pirangi do Norte (APURN), em Parnamirim;
  • Areia Preta (Escadaria de Mãe Luíza), em Natal.

Segundo o boletim, o trecho de Areia Preta foi considerado impróprio devido ao lançamento constante de efluentes não tratados, além dos resultados das análises da água.

Os demais pontos monitorados em Natal, Parnamirim, Nísia Floresta e Extremoz foram classificados como próprios para banho. A avaliação segue os critérios da Resolução nº 274/2000 do Conama e serve de orientação para banhistas.

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Esporte

Ayrton Senna entra para o Livro dos Heróis da Pátria após sanção de lei

Foto: EBC

Ayrton Senna passou a integrar o Livro dos Heróis e Heroínas da Pátria, mantido no Panteão da Pátria, em Brasília. Com a inclusão, o tricampeão mundial de Fórmula 1 tornou-se o 100º homenageado da obra, criada para reconhecer personalidades que contribuíram para a construção e defesa do Brasil.

A lei foi sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva após aprovação do Congresso. A homenagem havia sido proposta pelo senador Marcos Pontes em 2024.

Senna conquistou os títulos mundiais de Fórmula 1 em 1988, 1990 e 1991 e morreu aos 34 anos em um acidente durante o GP de San Marino, na Itália, em 1994. Antes dele, apenas os atletas Adhemar Ferreira da Silva e João Carlos de Oliveira, ambos da modalidade salto triplo, haviam recebido a homenagem.

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Geral

PESQUISA DATAFOLHA: 65% dos brasileiros dizem que depender menos do governo melhora a vida

Foto: Renato Alves/Agência Brasília

Pesquisa Datafolha mostra que 65% dos brasileiros concordam com a frase: “quanto menos eu depender do governo, melhor estará minha vida”. É o maior percentual da série histórica.

Outros 31% afirmam que “quanto mais benefícios do governo eu tiver, melhor estará minha vida”, enquanto 4% não souberam responder.

Na primeira edição da pesquisa, em 2013, as opiniões estavam empatadas: 47% defendiam menor dependência do governo e 47% preferiam mais benefícios públicos.

Por gênero

Entre os homens, 71% afirmam que preferem depender menos do governo. Entre as mulheres, o índice é de 59%.

Por região

Regionalmente, o Sudeste registra o maior percentual dos que defendem menor dependência do governo, com 70%. Já o Nordeste concentra o maior apoio à ampliação dos benefícios governamentais, com 38%.

Por intenção de voto

No recorte por intenção de voto, 50% dos eleitores de Lula (PT) dizem preferir depender menos do governo, enquanto 45% defendem mais benefícios públicos. Entre os eleitores de Flávio Bolsonaro (PL), 79% apoiam menor dependência do governo e 18% preferem ampliar os benefícios.

Dados da pesquisa

O Datafolha ouviu presencialmente 2.004 eleitores de 16 anos ou mais em 139 municípios, nos dias 17 e 18 de junho de 2026. A margem de erro máxima para o total da amostra é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, dentro do nível de confiança de 95%. Nos estratos, a margem varia conforme a base. A pesquisa está registrada no TSE sob o número BR-09956/2026.

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Geral

Parcela de brasileiros que defende punir adolescentes infratores como adultos sobe para 70%, diz Datafolha

Foto: Roberta Cólen/G1

A parcela de brasileiros que defendem que adolescentes que cometem crimes sejam punidos como adultos chegou a 70%, segundo pesquisa Datafolha. Outros 27% preferem a reeducação dos menores infratores e 3% não souberam responder.

Na pesquisa anterior, realizada em 2022, 65% apoiavam a punição como adultos, enquanto 34% defendiam a reeducação.

Por religião

Entre os evangélicos, 75% são favoráveis à punição como adultos e 24% apoiam a reeducação. Entre os católicos, os percentuais são de 72% e 25%, respectivamente.

Eleitores de Lula x eleitores de Flávio Bolsonaro

No recorte por intenção de voto, 61% dos eleitores de Lula (PT) defendem a punição como adultos, contra 37% que preferem a reeducação. Entre os eleitores de Flávio Bolsonaro (PL), 81% apoiam a punição e 17% defendem a reeducação.

Dados da pesquisa

O Datafolha ouviu presencialmente 2.004 eleitores de 16 anos ou mais em 139 municípios, nos dias 17 e 18 de junho de 2026. A margem de erro máxima para o total da amostra é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, dentro do nível de confiança de 95%. Nos estratos, a margem varia conforme a base. A pesquisa está registrada no TSE sob o número BR-09956/2026.

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Geral

Gestão com resultados e foco nas pessoas: Wolney encerra ciclo na Tributação e reassume mandato na Câmara de Parnamirim

Wolney encerrou sua atuação à frente da Secretaria Municipal de Tributação (SEMUT) de Parnamirim e reassume o mandato na Câmara Municipal, após um período marcado por medidas voltadas à modernização da gestão tributária; incentivo ao desenvolvimento econômico; simplificação da relação entre o poder público e o contribuinte e, crescimento sustentável da arrecadação.

Na gestão da prefeita Professora Nilda, a SEMUT implantou o parcelamento de tributos por cartão de crédito, reduziu em 20% a taxa do alvará de funcionamento e criou o programa Parnamirim Legal, que oferece descontos de até 70% no ITBI para estimular a regularização imobiliária e a atividade econômica.

Também foi realizado o REFIS, ampliando as possibilidades de regularização de débitos por cidadãos e empresas. Em parceria com outras secretarias, a gestão garantiu ainda a isenção permanente de tributos para cerca de cinco mil famílias beneficiárias do Minha Casa, Minha Vida, encerrando uma discussão jurídica que se arrastava há anos.

Entre os principais legados estão a criação do Departamento de Planejamento da SEMUT e do Sistema de Acompanhamento de Metas, além da elaboração de projetos estratégicos para os próximos anos, como o IPTU Verde, incentivos fiscais para geração de empregos e programas de autorregularização cadastral.

De volta ao Legislativo, Wolney afirma que pretende levar a experiência adquirida no Executivo para contribuir com a construção de políticas públicas e acompanhar os avanços da gestão municipal.

“Agradeço a Deus, à prefeita Professora Nilda pela confiança, a toda a equipe da SEMUT pelo compromisso e dedicação, e a minha família. Encerro este ciclo com a certeza de que deixamos uma secretaria mais moderna, planejada e próxima das pessoas. Retorno à Câmara Municipal para continuar trabalhando pelo desenvolvimento de Parnamirim e honrar a confiança da população.”

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Pesquisa

40% dos brasileiros associam pobreza à preguiça, diz Datafolha; percentual quase dobrou nos últimos 4 anos

Foto: Pedro Bolle/USP Imagens

A parcela de brasileiros que associa a pobreza à preguiça de pessoas que não querem trabalhar passou de 22%, em 2022, para 40%, em 2026, segundo pesquisa Datafolha. É o maior índice da série histórica, que registrou 32% em 2013, 37% em 2014, 21% em 2017 e 22% em 2022.

Apesar da alta, a maioria (58%) ainda acredita que a pobreza está ligada à falta de oportunidades iguais para crescer na vida. Em 2022, esse percentual era de 76%. Outros 3% não souberam responder.

Entre os brasileiros com renda de até dois salários mínimos, os resultados repetem a média nacional: 40% atribuem a pobreza à preguiça e 58% à falta de oportunidades.

Na faixa de renda entre dois e cinco salários mínimos, 43% relacionam a pobreza à preguiça. Já entre quem recebe mais de dez salários mínimos, 63% apontam a falta de oportunidades como principal causa.

Por ocupação, 56% dos empresários associam a pobreza à preguiça, o maior percentual entre os grupos pesquisados. Entre os funcionários públicos, esse índice cai para 28%, o menor registrado.

O levantamento também mostra diferenças por eleitorado. Entre os eleitores de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no primeiro turno estimulado, 28% atribuem a pobreza à preguiça e 70% à falta de oportunidades. Já entre os eleitores de Flávio Bolsonaro (PL), 52% associam a pobreza à preguiça e 44% à falta de oportunidades.

O Datafolha realizou a pesquisa entre os dia 17 e 18 de junho e ouviu 2.004 eleitores de 16 anos ou mais em 139 municípios.

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Geral

METRÓPOLES: Operação fraudulenta de Paulo Figueiredo quebra hotel e causa prejuízo milionário a aposentados

Foto: reprodução

A Justiça decretou na semana passada a falência da LSH Barra, empresa que prometia construir um hotel da rede Trump no Rio de Janeiro e que teve como CEO o influenciador Paulo Figueiredo. Com a decisão, fundos de previdência e o fundo de pensão dos funcionários do Serpro acumulam um prejuízo estimado em R$ 400 milhões em valores atualizados. As informações são da coluna do jornalista Demétrio Vecchioli, no Metrópoles.

Investimentos milionários de institutos de previdência e prejuízo a aposentados

Entre 2014 e 2016, o FIP LSH recebeu cerca de R$ 200 milhões de dez institutos de previdência e do Serpros para financiar o empreendimento. Os maiores aportes foram do Tocantins (R$ 35 milhões), Campos dos Goytacazes (R$ 40 milhões), Campinas (R$ 15 milhões) e do Serpros (R$ 56 milhões).

Falência do hotel

O hotel foi inaugurado em 2016 com apenas 75 dos 170 quartos previstos e sem a marca Trump. Em 2019, a empresa entrou em recuperação judicial, mas o plano acabou rejeitado após a Justiça invalidar o voto de Paulo Figueiredo na assembleia de credores.

Sem conseguir se recuperar e após perder o imóvel dado em garantia das dívidas, a LSH Barra teve a falência decretada. Com isso, os investidores ficaram apenas com participação em uma empresa sem patrimônio, consolidando o prejuízo milionário apontado pela reportagem.

Condenação da CVM

De acordo com a Comissão de Valores Mobiliários (CVM), o projeto foi sustentado por uma operação fraudulenta que envolvia a valorização artificial das cotas do fundo e o desvio de recursos.

Em decisão de dezembro de 2024, a CVM concluiu que Paulo Figueiredo utilizou contratos fictícios para beneficiar empresas ligadas a ele e à sua família. O órgão também apontou uma transferência indevida de cerca de R$ 400 milhões dos investidores para os sócios fundadores.

Multas e processo criminal

A CVM aplicou a Paulo Figueiredo multas que somam R$ 81 milhões — R$ 54 milhões por desvios de recursos e R$ 27 milhões pela sobrevalorização dos ativos. O empresário Ricardo Rodrigues, conhecido como Ricardo Gordo, foi multado em R$ 53 milhões.

Os dois também responderam a uma ação criminal decorrente da Operação Circus Maximus. No entanto, o processo contra Figueiredo foi trancado pelo TRF-1 em 2022, sob o entendimento de que não havia descrição de condutas criminosas específicas atribuídas a ele.

Opinião dos leitores

  1. PAULO FIGUEIREDO É CANDIDATO A ALGUM CARGO NO BRASIL? SÓ PORQUE O CARA SE DIZ DE DIREITA ESTÃO EXPLORANDO A MUTRETA? ACHO QUE TÊM MUITO MAIS NOTÍCIAS PRA SEREM DIVULGADAS. TIPO INAUGURAÇÃO DE TÚNEL DE LATA ENFERRUJADO, ALGUÉM FALANDO QUE O INDIVÍDUO NÃO É BANDIDO, DEPOIS VIROU E SUMIU, O TAL JAQUESMASTER, OS 129 MI 🌽🌽🌽🌽🌽🌽, ETC, ETC

    1. Se o jornal do ex-Senador Luiz Estevão que recebeu R$27 milhões do banco Master está dizendo, deve ser assim desse jeitinho mesmo. Agora entendi porque o brasileiro acreditou na história da picanha… 😂

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Geral

[VÍDEO] PENSOU QUE ERA O MESSI: Repórter e narrador da CazéTV enganam torcedor argentino e fazem ele acreditar que falava com o craque

O repórter Diogo Defante e o narrador Luís Felipe Freitas enganaram um torcedor argentino durante transmissão ao vivo da CazéTV na Copa do Mundo.

Defante deixou o torcedor chamado Gustavo aguardando por vários minutos, prometendo que ele falaria com o craque Lionel Messi. A entrevista aconteceu após a vitória da Argentina sobre Cabo Verde, por 3 a 2, na prorrogação.

Após a espera, na verdade, a troca de palavras aconteceu com o narrador Luís Felipe Freitas, que falava como se fosse o Messi pelo ponto eletrônico.

“Olá Lionel… o prazer é meu, uma alegria tremenda estar falando contigo. Obrigado, eternamento grato a você e a todos os jogadores”, disse o torcedor que ao final do contato com “Messi” celebrou o momento ao lado de outros torcedores argentinos.

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Política

Governistas só venceram 3 das últimas 20 eleições presidenciais na América do Sul

Foto: Mercosul/divulgação

Os candidatos apoiados pelos governos venceram apenas três das últimas 20 eleições presidenciais realizadas em países da América do Sul, segundo levantamento do g1.

Desde 2018, apenas Paraguai e Equador registraram vitórias governistas, sendo que o Paraguai foi o único país a repetir o feito, com duas vitórias consecutivas do Partido Colorado.

Eleições mais recentes

As eleições mais recentes, realizadas na Colômbia e no Peru, terminaram com a vitória de candidatos da oposição. Em diversos países, os governos chegaram ao fim do mandato com baixa popularidade ou envolvidos em escândalos, e, em alguns casos, sequer lançaram candidatos.

O levantamento destaca que a derrota de governistas nem sempre representa uma alternância entre esquerda e direita, já que as mudanças de poder ocorreram em diferentes espectros políticos.

Venezuela fora

A pesquisa considerou apenas os países independentes da América do Sul que realizaram eleições reconhecidas pela comunidade internacional. A Venezuela ficou de fora por não ter eleições consideradas livres e justas.

Veja o desempenho do governismo do continente nas últimas eleições:

  • 2018 – Paraguai: vitória governista

Horacio Cartes entregou o poder a Mario Abdo Benítez, ambos do Partido Colorado, de direita.

  • 2018 – Colômbia: governismo não ganha

Juan Manuel Santos (considerado centrista) entregou o poder para Iván Duque, do Centro Democrático (direita). Duque se opôs ao acordo de paz que Santos costurou com os guerrilheiros das Farc e se aliou a Álvaro Uribe, com quem Santos havia rompido anos antes.

  • 2018 – Brasil: governismo não ganha

Michel Temer (MDB) passou a faixa para Bolsonaro (então no PSL). O candidato do MDB, Henrique Meirelles, teve apenas 1,20% dos votos válidos no primeiro turno, e o partido liberou seus filiados para apoiar quem quisessem no segundo turno.

  • 2019 – Argentina: governismo não ganha

Mauricio Macri, liberal não peronista, perdeu a reeleição para Alberto Fernández, peronista de esquerda, apoiado por Cristina Kirchner.

  • 2019 – Uruguai: governismo não ganha

Tabaré Vázquez, de esquerda, perdeu para Luis Lacalle Pou, da direita liberal.

  • 2020 – Bolívia: governismo não ganha

Jeanine Áñez, de direita, era presidente interina e cumpria mandato-tampão após queda de Evo Morales. Ela passou a faixa para Luis Arce, então aliado de Morales.

  • 2021 – Equador: governismo não ganha

O então presidente Lenín Moreno havia se distanciado da esquerda “correísta” de seu antigo aliado, Rafael Correa e se tornado um político de centro-direita durante seu mandato. Impopular, Moreno não teve representante governista nas eleições. Guillermo Lasso venceu o correísmo “raiz” de seu rival, Andrés Arauz.

  • 2021 – Peru – governismo não ganha

Francisco Sagasti, escolhido presidente pelo Congresso porque o cargo estava vago após anos de instabilidade política, era do Partido Morado, de centro. Foi sucedido por Pedro Castillo, representante da esquerda conservadora.

  • 2021 – Chile: governismo não ganha

Gabriel Boric, de esquerda, foi eleito sucessor de Sebastián Piñera, direitista.

  • 2022 – Colômbia: governismo não ganha

Iván Duque, de direita, foi sucedido pelo esquerdista Gustavo Petro, que já havia sido seu rival na eleição anterior.

  • 2022 – Brasil: governismo não ganha

Jair Bolsonaro (PL) tentou a reeleição, mas perdeu para Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em votação apertada.

  • 2023 – Paraguai: vitória do governismo

Mario Abdo Benítez passou a faixa para Santiago Peña, ambos do Partido Colorado, de direita.

  • 2023 – Equador: governismo não ganha

Guillermo Lasso convocou eleições antecipadas após perda de apoio por escândalos de sua administração. Ele não apoiou nenhum candidato e seu partido tampouco apresentou uma candidatura. O vencedor do pleito, Daniel Noboa, é do mesmo espectro político.

  • 2023 – Argentina: governismo não ganha

O kirchnerismo (peronismo de esquerda), no poder com Alberto Fernández, lança Sergio Massa como candidato, mas ele perde para Javier Milei, de direita.

  • 2024 – Uruguai: governismo não ganha

Yamandú Orsi, da esquerda, vence o candidato da direita e apoiado por Lacalle Pou, Álvaro Delgado.

  • 2025 – Bolívia: governismo não ganha

Luis Arce perde as eleições para Rodrigo Paz, de direita, e encerra um ciclo de 20 anos de vitórias eleitorais da esquerda no país.

  • 2025 – Equador: vitória do governismo

Daniel Noboa obtém a reeleição, desta vez para um mandato completo.

  • 2025 – Chile: governismo não ganha

Gabriel Boric não consegue eleger sua correligionária Jeannette Jara, e José Antonio Kast, que havia perdido a disputa anterior, leva a direita novamente ao Palacio de la Moneda.

  • 2026 – Peru: governismo não ganha

Em mais um período de extrema instabilidade política, Keiko Fujimori é eleita para suceder a José Maria Balcázar, congressista escolhido para preencher um mandato-tampão.

  • 2026 – Colômbia: governismo não ganha

Gustavo Petro apoia Iván Cepeda nas eleições, mas ele perde o segundo turno para Abelardo de la Espriella, candidato à direita do espectro político.

Com informações de g1

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Geral

Engenheiro Civil Jorian Morais é eleito presidente do Crea-RN para o triênio 2027-2029

Foto: divulgação

O engenheiro civil Jorian Morais foi eleito presidente do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Rio Grande do Norte (Crea-RN) na sexta-feira (3). Ao todo, 1.662 profissionais participaram da votação no estado, número que representa cerca de 18% dos eleitores aptos, percentual semelhante à média nacional. Neste pleito, Jorian foi o único candidato à presidência da instituição.

Formado em Engenharia Civil pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), Jorian Morais possui trajetória no sistema Crea, onde já atuou como conselheiro regional, coordenador da Câmara Especializada de Engenharia Civil por três mandatos, diretor administrativo e vice-presidente.

Além da atuação no Conselho, também presidiu a Cooperativa da Construção Civil do RN (Coopercon-RN) e foi diretor do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Rio Grande do Norte (Sinduscon-RN).

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