Trump diz que “grande acordo” com a China está próximo

Foto: Reprodução/Twitter

Donald Trump acaba de publicar uma mensagem no Twitter em que anuncia que o acordo comercial com a China está perto de ser concretizado.

“Chegando muito perto de um GRANDE ACORDO com a China”, escreveu o presidente dos Estados Unidos.

E completou: “Eles querem, e nós também!”.

O Antagonista

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Mauro Filgueira disse:

    Acordo com Comunistas?
    Minha Bandeira não é Vermelha!
    kkkkkkkkkkkkkkk
    Quando os interesses econômicos falam mais alto, as falsas ideologias usadas pra manter os idiotas do gado alienado falando besteira ficam em segundo plano.
    Usamos o Comunismo comobdesvukoa pra atacar nossos adversários aqui dentro do país, e nos aliamos a eles lá fora quando precisamos deles.
    Adoramos Trump, que diz que odeia o Comunismo, e ele faz acordos milionários com eles.
    Não esqueçam que a China e a Rússia são dois regimes comunistas de sucesso que lutaram contra o Nazismo.

    • José Vanilson Juliao disse:

      A China foi ocupada pelos japoneses. Nunca esteve no Teatro de operações europeu.

Secretário diz que EUA ajudarão países latino-americanos para que manifestações instigadas por Cuba e Venezuela não se tornem tumultos

Foto: AP/Timothy D. Easley)

O secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, afirmou nesta segunda-feira (2) que Cuba e Venezuela tentam sequestrar protestos democráticos na América Latina, e prometeu que Washington vai dar apoio aos países da região para evitar que o descontentamento se transforme em tumultos.

Pompeo é a principal autoridade de relações internacionais dos EUA.

Ele fez as declarações durante um discurso no Kentucky.

“Nós, na gestão Trump, vamos continuar a apoiar países que tentam evitar que Cuba e Venezuela sequestrem esses protestos, e nós trabalharemos com governos legítimos para prevenir que protestos se transformem em tumultos e violência que não refletem a vontade democrática do povo”, afirmou.

Entenda, abaixo, alguns dos conflitos que marcaram a América Latina em 2019.

Pompeo também pediu paciência para a política dos EUA em relação à Venezuela. Ele citou as iniciativas até agora: sanções econômicas, esforços contra cartéis de drogas e tentativas diplomáticos para aumentar a pressão contra o regime de Nicolás Maduro. Esse conjunto de medidas vai eventualmente ser bem-sucedidas, disse ele.

Bolívia, Chile, Equador, Peru, Paraguai e Colômbia registraram manifestações populares, distúrbios políticos e confrontos em 2019.

Com informações do G1

Rabino Henry Sobel morre em decorrência de câncer nos EUA

Foto: Nilton Fukuda/Estadão Conteúdo

O rabino do CIP (Congregação Israelita Paulista) Henry Sobel, 75 anos, morreu na manhã desta sexta-feira (22), após complicações causadas por um câncer, em Miami, nos Estados Unidos.

De acordo com nota divulgada pela família do rabino, ele se destacou por ser uma “voz firme em defesa dos direitos humanos no Brasil”.

O sepultamento de Sobel deve acontecer no domingo (24), o Woodbridge Memorial Gardens, em Nova Jersey.

O rabino teve forte atuação na ditadura militar pelo esclarecimento da morte de Vladimir Herzog, não aceitando a versão oficial de que o jornalista teria cometido suicídio e autorizando que o ex-diretor da TV Cultura fosse sepultado no Cemitério Israelita do Butantã, seguindo os ritos judaicos.

Estadão

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Manoel disse:

    Ele também foi preso roubando gravatas cara uma vez

Fazendeiro conhecido como Homem Marlboro morre nos EUA sem nunca ter fumado

Foto: Divulgação/Tee Cross Ranches

O fazendeiro e filantropo Robert C. Norris, mais conhecido por interpretar o original Homem Marlboro das propagandas de cigarro, morreu nos Estados Unidos, após uma vida inteira sem fumar.

Bob tinha 90 anos e estava aos cuidados do Pikes Peak Hospice, em Colorado Springs, quando morreu há uma semana, de acordo com comunicado emitido por seu rancho, Tee Cross Ranches.

“Sua autenticidade, montada em um cavalo, sentada em uma sala de reuniões, orientando uma criança ou compartilhando um momento com um amigo, era sua marca pessoal e profissional”, diz o texto. “Sem dúvida, foram essas qualidades, juntamente com sua aparência alta, robusta e bonita, que lhe deram o papel inesperado do primeiro Homem Marlboro na televisão”.

Norris nunca foi fumante, mas apareceu nos comerciais da marca de cigarros durante 14 anos.

O comunicado conta que ele decidiu deixar o posto de Homem Marlboro quando percebeu que estava dando um mau exemplo aos filhos.

UOL

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Mano disse:

    Minha vó morreu com103 anos e fumava, quer que rabisque.

  2. José Neto disse:

    Não precisa ser fumante pra morrer.

    • Cidadão disse:

      Mas se ele tivesse fumado, provavelmente não teria chegado ao 90 anos. Quer que desenhe????

    • Alexandre disse:

      A referência de informar, que nunca fumou, é pelo fato dele ter feito inúmeros comerciais da marca de cigarros Marlboro. Quer que desenhe? 😁😁😁😁😁😁😁

EUA aprovam prosseguimento do inquérito para o impeachment de Donald Trump

A presidente da Câmara dos Deputados dos Estados Unidos, a democrata Nancy Pelosi. Foto: JOSHUA ROBERTS / REUTERS

A Câmara dos Deputados dos Estados Unidos, de maioria democrata, aprovou nesta quinta-feira as regras que regerão os próximos passos do inquérito que poderá resultar na abertura de um processo de impeachment contra o presidente Donald Trump . As medidas estabelecem, entre outros pontos, a realização de audiências públicas e a possibilidade de defesa do ocupante da Casa Branca.

A votação foi o primeiro teste formal de apoio à investigação anunciada em 24 de setembro pela presidente da Casa, a democrata Nancy Pelosi, e evidenciou a forte polarização entre opositores e governistas, a um ano das eleições presidenciais de 2020. Votaram a favor da medida 231 dos 234 deputados democratas, com dois votos contra e uma ausência. Dos 197 republicanos, 194 votaram contra e três se ausentaram. Um deputado independente votou a favor da medida.

A resolução aprovada não diz respeito ao mérito da abertura de um processo de impeachment contra o presidente: ela trata exclusivamente aos procedimentos que serão seguidos pela Câmara nos próximos passos de sua investigação, que até o momento tem sido conduzida a portas fechadas.

O modelo que será adotado é similar ao utilizado no impeachment contra o então presidente Bill Clinton, em 1998. Ele estabelece que a Comissão de Inteligência da Câmara — que lidera as investigações e conduz os depoimentos — realize uma ou mais audiências públicas sobre o assunto.

A investigação tem origem em um telefonema entre Trump e o colega da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, ocorrido em 25 de julho. A conversa, que veio à tona em setembro depois de uma denúncia anônima feita por um agente da Inteligência americana, pode levar Trump a ser acusado de tentar alistar um país estrangeiro contra um adversário político interno. No telefonema, Trump pressionou Zelensky a investigar o ex-vice-presidente americano Joe Biden, pré-candidato à Presidência pelo Partido Democrata, e um filho dele, Hunter Biden, que trabalhou até o início deste ano para uma empresa de gás ucraniana.

O Congresso americano entrará em um recesso de 10 dias nesta quinta-feira, mas a primeira audiência pública está prevista para acontecer já no dia 11 de novembro. Até agora, foram ouvidas 10 testemunhas, a maioria funcionários do Departamento de Estado envolvidos na relação entre os EUA e a Ucrânia. Eles indicaram que Trump teria condicionado a liberação de uma ajuda de quase US$ 400 milhões a Kiev à investigação sobre Biden.

Na quarta-feira, os deputados chamaram para depor o ex-conselheiro de Segurança Nacional John Bolton , que deixou o posto no início de setembro. Ele disse que só irá se for legalmente intimado.

Depois de encerrar o período de audiências, a Comissão de Inteligência exporá suas conclusões em um relatório que será enviado para Comissão de Justiça. Os deputados deste grupo, por sua vez, irão analisar as descobertas para decidir se recomendam ou não a abertura um processo de impeachment contra Trump. Se necessário, os deputados poderão solicitar mais provas e novos depoimentos.

Os advogados do presidente Trump terão o direito de participar da nova etapa, podendo apresentar sua defesa, interrogar e intimar testemunhas — algumas das demandas de membros do Partido Republicano. Ainda assim, por terem a maioria na Câmara, os democratas poderão barrar os depoimentos caso discordem de sua necessidade.

A Comissão de Justiça também poderá impedir que os advogados do presidente interroguem as testemunhas caso Trump e seus aliados continuem a tentar criar empecilhos para as investigações. O presidente já prometeu, em mais de uma ocasião, se esquivar de quaisquer intimações, enquanto a Casa Branca emitiu uma diretriz para que seus funcionários não colaborem com os investigadores.

Na prática, a Constituição americana não estabelece com clareza os procedimentos para um impeachment, o que faz com que o voto de hoje não fosse uma exigência legal. Ainda assim, os republicanos vinham demandando uma votação para o formalização do processo, argumentando que isso seria necessário para legitimá-lo e para dar ao presidente uma chance de defesa.

De início, os democratas resistiram a aceitar uma votação, mas optaram por realizá-la após ficar evidente que teriam o apoio necessário para aprová-la.

O Globo

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Ivan disse:

    E gópi!!!

Bolsonaro diz que Nestor Forster é bom nome para embaixador nos EUA

Foto: José Dias/PR

O presidente Jair Bolsonaro disse nesta terça-feira (22) que o embaixador Nestor Forster é um “bom nome” para a embaixada do Brasil em Washington, onde já atua como encarregado de negócios. Até então, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), filho do presidente, era cotado para ser indicado para o cargo.

Ontem (21), entretanto, Eduardo Bolsonaro assumiu a liderança do PSL na Câmara dos Deputados. Ele também é presidente da Comissão de Relações Exteriores da Casa e, para ser embaixador, precisaria renunciar ao mandato.

“Obviamente, o Eduardo desistindo que eu mande o nome dele ao Senado [para aprovação para o cargo de embaixador], tendo em vista a importância que ele está ganhando na política dentro do partido, o Forster é um bom nome para ser consolidado lá [em Washington]”, disse Bolsonaro em entrevista à imprensa durante sua viagem ao Japão.

De acordo com o presidente, a decisão é do filho, mas disse que Eduardo “é uma pessoa que faz diferença dentro do parlamento”.

Agência Brasil

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. marcus disse:

    Boa Paulor rsrsrsrsrsrsrsrsrsrsr

  2. Junior disse:

    Se estranha não André… tu não sabe que ele não tem padrão algum? E muito menos bom senso???

  3. André Fortes disse:

    Eu vi o Bozo dando entrevista, para a TV, usando a faixa presidencial.
    Não me lembro de nenhum outro presidente usando a faixa presidencial assim.
    É a minha memória que está ruim ou tem algo de anormal nessa atitude do Bozo? Será que isso é mentalmente adequado?

    • Vitor Silva disse:

      Você fala isso porque não viu ele fazendo flexões ainda. Hahahaha

    • paulor disse:

      isso se chama… AMOR A PATRIA !! melhor so que usar uma roupa de presidiario kkkkkkkk

Trump reafirma apoio dos EUA à entrada do Brasil na OCDE e chama artigo divulgado pela imprensa de Fake News; secretário de Estado americano, Mike Pompeo, também critica mídia

Reprodução: Twitter

O presidente americano, Donald Trump, declarou nesta quinta-feira 10, no Twitter, que segue apoiando a entrada do Brasil na Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), após a divulgação de uma reportagem revelando que os Estados Unidos enviaram uma carta à organização em agosto endossando apenas as candidaturas de Argentina e Romênia.

“A declaração conjunta divulgada com o presidente Bolsonaro em março deixa absolutamente claro que apoio o Brasil no início do processo de adesão plena à OCDE. Os Estados Unidos defendem essa declaração e defendem @jairbolsonaro. Este artigo é NOTÍCIA FALSA!”, escreveu Trump em relação à matéria publicada pela agência Bloomberg.

Um pouco antes, o secretário de Estado americano, Mike Pompeo, negou que Washington tenha retirado seu apoio ao Brasil.

Pompeo usou também o Twitter para explicar que “ao contrário de relatos da mídia”, os Estados Unidos apoiam plenamente o Brasil no processo para ser um membro pleno da organização, relembrando a declaração conjunta feita por Trump e Jair Bolsonaro no dia 19 de março, em Washington.

“Reconhecemos os esforços em curso no Brasil para mais reformas econômicas, melhores práticas e ummarco regulatório que esteja alinhado aos padrões da OCDE”.

“Somos entusiastas apoiadores do ingresso do Brasil nessa importante instituição, e os Estados Unidos vão fazer um forte esforço para apoiar o acesso do Brasil”, escreveu o chefe da diplomacia americana.

Atualmente, na América Latina, apenas Chile e México integram este grupo de países industrializados e em desenvolvimento com práticas pró-mercado.

A embaixada dos Estados Unidos no Brasil emitiu um comunicado informando que Washington apoia uma expansão da OCDE, em um ritmo “moderado” que leve em conta a necessidade de pressionar por reformas de governança.

(Veja, com AFP)

 

Embaixada dos EUA reafirma declaração de apoio de Trump ao Brasil

Reprodução

A embaixada dos EUA no Brasil usou o Twitter para reafirmar o apoio de Donald Trump ao processo de adesão do país à OCDE.

“A declaração conjunta de 19 de março do presidente Trump e do presidente Bolsonaro afirmou claramente o apoio ao Brasil para iniciar o processo para se tornar um membro pleno da OCDE. Continuamos mantendo essa declaração.”

O Antagonista

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Gustavo disse:

    DO TIPO: ME ENGANA QUE GOSTO!
    KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK

EUA não endossam proposta do Brasil na OCDE após apoiá-la publicamente; Paulo Guedes diz que país já sabia não seria indicado ‘nesta oportunidade’

Foto: Alan Santos / Presidência da República 24-9-19

O governo dos EUA se recusou a apoiar a proposta do Brasil de ingressar na Organização de Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), revertendo sua orientação, após as principais autoridades americanas a apoiarem publicamente .

O secretário de Estado americano, Mike Pompeo , rejeitou um pedido para discutir mais ampliações do clube dos países mais ricos, de acordo com uma cópia de uma carta enviada ao secretário-geral da OCDE, Angel Gurria, em 28 de agosto à qual a Bloomberg teve acesso. Ele acrescentou que Washington apoia apenas as candidaturas de adesão de Argentina e Romênia.

“Os EUA continuam a preferir a ampliação a um ritmo contido que leve em conta a necessidade de pressionar por planos de governança e sucessão”, afirmou o secretário de Estado na carta.

A mensagem contradiz a posição pública dos EUA sobre o assunto. Em março, o presidente Donald Trump disse em entrevista coletiva conjunta com o presidente Jair Bolsonaro na Casa Branca que apoiava à adesão do Brasil ao grupo de 36 membros, conhecido como “o clube dos países ricos”. Em julho, o secretário de Comércio dos EUA, Wilbur Ross, reiterou o apoio de Washington ao Brasil durante uma visita a São Paulo.

Os EUA apoiam a ampliação comedida da OCDE e um eventual convite ao Brasil, mas dedicam-se primeiro ao ingresso de Argentina e Romênia, tendo em vista os esforços de reforma econômica e o compromisso com o livre mercado desses países, disse uma autoridade sênior dos EUA, que pediu para não ser identificada por não ter autorização para discutir deliberações políticas internas em público.

O endosso dos EUA à entrada brasileira na OCDE no início deste ano foi um dos primeiros claros benefícios obtidos pelo estreito alinhamento de Bolsonaro com o governo Trump. A entrada no grupo é considerada uma das principais apostas da política externa do Brasil.

Durante a viagem de Bolsonaro a Washington em março, o Brasil ofereceu acesso dos EUA à plataforma de lançamento de foguetes de Alcântara, no Nordeste do país, viagens sem visto para turistas dos EUA e cooperação na questão da Venezuela. O Brasil também se comprometeu a abrir mão do status de nação em desenvolvimento na Organização Mundial do Comércio (OMC), o que lhe dava benefícios como prazos maiores para a adequação a acordos comerciais e regras mais flexíveis na concessão de subsídios industriais.

Trump, em troca, cumpriu a promessa de designar o Brasil como um aliado importante extra-Otan, status que permite a obtenção de material bélico a custos menores. Críticos do acordo questionaram se o apoio dos EUA se materializaria.

O governo brasileiro não respondeu a vários pedidos de comentários. Um funcionário da imprensa da OCDE em Paris também não comentou imediatamente.

A OCDE, fundada em 1961, diz em seu site que visa “moldar políticas que promovam prosperidade, igualdade, oportunidade e bem-estar para todos”. A adesão ao grupo tem sido ultimamente considerada um selo de qualidade para países que buscam mostrar à comunidade internacional que suas nações estão abertas ao mercado internacional.

A adesão ao grupo também é utilizada por governos de países em desenvolvimento para promover reformas internas.

O Brasil apresentou seu pedido de adesão à OCDE em maio de 2017, durante o governo de Michel Temer.

Guedes já sabia que Brasil não seria indicado ‘nesta oportunidade’ para a OCDE

Em entrevista exclusiva a Claudio Dantas, de O Antagonista, Paulo Guedes disse que já havia sido informado pelos Estados Unidos de que o Brasil não seria indicado para a OCDE “nesta oportunidade”.

Os americanos preferiram apoiar a entrada de Argentina e Romênia, mas o ministro da Economia minimizou a decisão.

“Eles nos disseram que, por questão estratégica, não poderiam indicar o Brasil neste momento, mas não é uma rejeição no mérito. É uma questão de timing, porque há outros países na frente, como a Argentina.”

Guedes acrescentou:

“Abrir para o Brasil agora significaria ceder à pressão dos europeus, que também querem indicar mais países para o grupo.”

Bom, essa é a versão dos americanos para o governo Bolsonaro.

Com informações de O Globo e O Antagonista

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Rômulo© disse:

    Pelo jeito não adiantou de nada o Bozo lamber as bolas do Trump! Ninguém progride de verdade através de adulação!

    • Roberto disse:

      Fanático. Lambe pe foi Lula. De Fidel e companhia.

    • Jorge disse:

      Lula lambeu o pé de Fidel e Bolsonaro o de Trump. Isso é fato. O que não é admissível é alguém ficar idolatrando político que deve ser cobrado.

  2. Curiosa disse:

    Ficou com cara de paspalho !!!

Primeiro posto sem gasolina para veículos elétricos é aberto nos EUA

A operação das estações de carregamento é parecida com a das bombas de combustível, mas leva entre 15 e 30 minutos Foto: Chris Helgren / REUTERS

Com o aumento no número de carros elétricos em circulação pelas cidades, a infraestrutura se torna uma questão crítica: como oferecer serviços para essa frota crescente? O posto RS Automotive, em Takoma Park, Maryland, pode ser parte dessa resposta. Após mais de seis décadas em funcionamento, oferecendo combustíveis para seus clientes, o posto de gasolina trocou suas tradicionais bombas por estações de carregamento, o primeiro do tipo nos EUA.

— Maryland é orgulhoso por ser um líder nacional em energia limpa e renovável, mudança climática e a promoção de veículos e infraestrutura elétricos — afirmou o governador, Larry Hogan. — Esta estação de carregamento totalmente convertida de gasolina para eletricidade é um grande exemplo do compromisso da nossa administração com o meio ambiente e os transportes.

As obras foram financiadas em parte pelo governo estadual e pelo Electric Vehicle Institute, que investiram US$ 786 mil na aquisição de 16 estações de carregamento. Quatro delas foram instaladas no negócio mantido há mais de duas décadas por Depeswar Doley. Mas enquanto as autoridades celebram, o proprietário do posto ainda não sabe como será o retorno financeiro.

— O volume das nossas vendas de gasolina era baixo, especialmente depois das 20h — afirmou Doley, em entrevista ao “Washington Post”. — Eu não espero ficar super rico com isso, mas é bom para o meio ambiente, então eu quero assumir o risco.

O empresário viu na substituição da gasolina pelo carregamento elétrico uma forma de se livrar das distribuidoras de combustíveis, que oferecem contratos longos com cláusulas de renovação caso as vendas não atinjam metas. Mas o maior peso para sua decisão foi o entusiasmo de sua filha de 17 anos.

— Minha filha disse: “Pai, nós temos que fazer isso! — contou o empresário. — Ela é muito apaixonada pela Tesla e pelo meio ambiente, então eu dei ouvidos, porque ela é da geração mais jovem.

A renovação chamou atenção da vizinhança, que param no posto para tirar dúvidas ou fotografias, mas nem todos se empolgaram com a novidade.

— É uma tristeza não ter gasolina aqui — lamentou Andy Kelemen, de 86 anos, que abastecia no posto há mais de três décadas.

Existe uma demanda crescente para serviços do tipo. Hoje, existem em Maryland cerca de 21 mil veículos elétricos. A previsão é que em 2020 sejam 60 mil veículos e, em 2025, 300 mil.

Quando os primeiros carros surgiram, os motoristas americanos compravam gasolina em latas em comércios como farmácias e lojas de ferreiros. Segundo o Instituto Smithsonian, as primeira bombas de combustível surgiram em 1905, e o primeiro posto foi aberto na Pennsylvania em dezembro de 1913. O segmento de veículos elétricos vive esse momento.

— Ninguém realmente sabe o que vai acontecer — comentou Matthew Wade, diretor executivo do Electric Vehicle Institute. — Nós entramos num novo território, o que é, de certa forma, muito emocionante.

Em tese, o funcionamento das estações de carregamento é bastante similar com o das bombas de combustível: o plugue é retirado da estação e encaixado no carro. Mas o abastecimento é demorado. Em média, para carregar a maioria dos carros elétricos até 80% da capacidade leva de 15 a 30 minutos. A partir desse ponto, as taxas de carregamento são desaceleradas para proteger as baterias. O custo médio para 80% de carga é de US$ 5,10.

— A parte final do carregamento, os últimos 5%, pode demorar uma hora — disse Wade. — Nós sugerimos a carga de 80% para maximizar as sessões de carregamento.

O Globo

 

(VÍDEO) – ‘34 milhões de mortos em horas’: simulação nos EUA mostra estrago de guerra nuclear entre Rússia e EUA

A possibilidade de uma guerra nuclear é uma ameaça latente e, segundo especialistas, informações sobre a catástrofe mundial que ela causaria pode servir para evitar que isso se torne realidade.

Por isso, um grupo de especialistas em segurança e armas nucelares da Universidade de Princeton, nos Estados Unidos, criou uma simulação chamada “Plano A”, que mostra a devastação que um conflito entre EUA e Rússia provocaria.

As previsões são assustadoras. Em questão de horas, haveria 34 milhões de mortos e mais de 57 milhões de feridos.

“O risco de uma guerra nuclear aumentou dramaticamente depois que Estados Unidos e Rússia abandonaram o tratado de controle de armas nucleares”, destacam os criadores da simulação ao blog do programa Ciência e Segurança Global da Universidade de Princeton.

“(Esses países) começaram a desenvolver novos tipos de armas nucleares e ampliaram as circunstâncias nas quais seria possível usar essas armas”, advertem.

Nesse contexto, dizem, o objetivo da simulação é chamar a atenção sobre as “consequências potencialmente catastróficas de uma guerra nuclear entre EUA e Rússia”.

Vários especialistas consultados pela BBC News Mundo, o serviço em espanhol da BBC, coincidem em dizer que esse tipo de exercício acadêmico pode ser útil para persuadir as potências a não chegar a um enfrentamento nuclear.

“Faz tempo que vemos simulações como esta e sempre são alarmantes”, disse à BBC News Mundo Sarah Kreps, professora da Universidade de Cornell, nos EUA, onde investiga os impactos da proliferação de armas de destruição em massa.

“Essas simulações são úteis para reforçar a dissuasão. Se não há transparência e se há otimismo sobre as consequências de um enfrentamento nuclear, é mais provável que alguma das partes escale a sua posição, seja consciente ou inconscientemente.”

Para Kreps, os potenciais estragos que esse tipo de simulação evidencia podem servir para que países que possuem armas nucleares ajam com maior “moderação”.

Mas em que consiste o vídeo com a simulação da Universidade de Princeton e que panorama ele projeta?

Milhões de vítimas em poucas horas

A guerra imaginária que o vídeo ilustra começa com a tentativa da Rússia de impedir uma ofensiva dos Estados Unidos e de membros da Otan, a Organização do Tratado do Atlântico Norte.

Pela simulação, os russos lançam um míssil nuclear de “advertência” na fronteira entre Alemanha, Polônia e República Tcheca.

Com esse ataque, o conflito escala rapidamente. A Rússia envia aviões com um total de 300 ogivas nucleares e dispara mísseis de curto alcance contra bases e tropas da Otan na Europa.

Esses ataques duram 45 minutos e deixam 3,4 milhões de vítimas. A Otan, por sua vez, responde com aviões que viajam rumo à Rússia com 180 ogivas nucleares.

A essa altura, o objetivo de cada um é evitar que o inimigo tenha oportunidade de se recuperar, portanto cada país lança ataques contra as 30 cidades mais povoadas do adversário.

Em cada bombardeio, são usadas entre 5 e 10 ogivas nucleares, dependendo do tamanho da cidade. O resultado: em 45 minutos, mais 85,3 milhões de vítimas, entre mortos e feridos.

Assim, em menos de cinco horas, haveria 91,5 milhões de vítimas. Isso inclui 34,1 milhões de mortes instantâneas e 57,4 milhões de feridos.

Os números, advertem os especialistas, aumentariam “significativamente” se forem levadas em conta as mortes a longo prazo causadas pelos resíduos radioativos deixados no ar.

Como chegaram a esses cálculos?

Os especialistas de Princeton dizem que os cálculos são “razoáveis” e baseados em condutas realistas da Rússia e dos Estados Unidos, assim como possíveis objetivos militares e o dano potencial das armas nucleares esses países possuem.

Com base em informações sobre as armas que estão sendo empregadas atualmente, os escudos antimísseis e os possíveis alvos de cada arma, os pesquisadores estimaram a ordem de escalada da guerra, passando de um enfrentamento tático para o ataque a cidades e civis.

O número de mortos e feridos em cada uma dessas fases foi calculado com base no NukeMap, uma ferramenta interativa que mostra o dano que diferentes armas nucleares causariam segundo sua potência e local de lançamento.

O NukeMap foi criado por Alex Wellerstein, professor do Instituto Tecnológico Stevens e especialista em história das armas nucleares.

A informação do NukeMap é “altamente precisa”, segundo disse à BBC News Mundo Erika Simpson, professora de política internacional da Universidade Western, no Canadá, e especialista em estratégia nuclear da Otan. Simpson não participou da simulação de Princeton.

A bomba atômica sobre Hiroshima, no japão, em 1945, demonstrou o cenário apocalíptico de um ataque nuclear Qual é o panorama hoje?

Os especialistas ouvidos pela BBC News Mundo concordam que a simulação ocorre num momento em que a ameaça nuclear tem significância.

“Este vídeo é uma poderosa lembrança da ameaça que as armas nucleares representam”, diz Jonathan Marcus, correspondente de assuntos diplomáticos da BBC.

“Ela chega num momento em que a maior parte dos tratados de controle de armas que ajudaram a manter o equilíbrio estratégico durante a Guerra Fria foram abandonados”, alerta.

Segundo explica Marcus, atualmente só há entre Rússia e Estados Unidos um único – e importante – tratado em vigor para o controle de armas nucleares.

Trata-se do START II, que estabelece limites rígidos e verificáveis à quantidade de sistemas nucleares estratégicos de longo alcance que cada parte pode empregar.

“Mas esse tratado expira em fevereiro de 2021”, ressalta Marcus. “E, atualmente, nem Washington nem Moscou demonstram grande vontade em prorrogá-lo.”

Em agosto, os Estados Unidos se retiraram formalmente do Tratado de Forças Nucleares de Alcance Intermediário, que foi assinado em 1987 pelos então presidentes da União Soviética, Mikhail Gorbachov, e dos Estados Unidos, Ronald Reagan.

Marcus explica que a expiração desse tratado ocorre no momento em que estão surgindo armas novas e potentes, como os mísseis hipersônicos e a utilização de inteligência artificial no armamento estratégico.

Para que servem essas simulações?

Ainda que sejam especulativas, simulações como as promovidas pela Universidade de Princeton são úteis, segundo especialistas.

“Esse estudo oferece informação vital para o público”, disse à BBC News Mundo Dinshaw Mistry, especialista em proliferação nuclear da Universidade de Cincinnati e autor do livro “Contendo a Proliferação de Mísseis”.

“A simulação oferece as bases para questionar a justificativa para o tamanho e o uso das forças nucleares.”

Mistry e Kreps afirmam que esses exercícios servem para estimular uma reflexão sobre as consequências de um conflito nuclear de larga escala e a importância do controle de armas.

Útil, porém limitado

Ainda que reconheçam sua utilidade, os especialistas afirmam que o trabalho de Princeton tem limitações. Mistry, por exemplo, afirma que o cenário de guerra nuclear de grandes proporções “é menos provável” que um enfrentamento de “pequena escala”, com a utilização de uma a cinco armas nucleares na etapa inicial do conflito.

“A simulação seria mais útil se mostrasse como seria possível controlar a escalada da guerra e limitar os danos”, argumenta.

Matthew Bunn, professor da Universidade de Harvard, especialista em medidas de controle da proliferação de armas nucleares, concorda.

“Seria útil acrescentar à simulação mais informações e ações que poderiam ser adotadas para reduzir o perigo”, disse Bunn.

O especialista de Harvard se refere a medidas relacionadas à redução da tensão entre EUA e Rússia, à revitalização de acordos antigos e à redução da ênfase que as doutrinas militares colocam sobre o uso de armas nucleares.

Marcus, por sua vez, destaca que o vídeo de Princeton deixa de lado um aspecto importante do cenário geopolítico.

“É interessante que a simulação tenha escolhido focar numa troca nuclear entre Rússia e EUA”, observa.

“Muita gente acredita que seria mais provável um conflito entre China e EUA. A Rússia é uma sombra da antiga União Soviética em termos de poder bruto e (o presidente russo Vladimir) Putin sabe disso.”

Mas, assim como os demais especialistas ouvidos pela BBC News Mundo, Marcus destaca que o panorama atual torna “mais importante do que nunca” a necessidade de “rever os processos de controles de armas nucleares no mundo”.

BBC Brasil

 

VÍDEO: Marinha dos EUA confirma perseguição com possível OVNI

Foto: Reprodução

Em dezembro de 2017 e março de 2018, o jornal norte-americano The New York Times divulgou três vídeos secretos do governo dos Estados Unidos mostrando pilotos da Marinha dos Estados Unidos perseguindo objetos voadores não identificados – que se moviam em velocidade hipersônica, a milhares de pés acima da Terra, sem asas, motores ou sinais visíveis de propulsão.

Joseph Gradisher, porta-voz do vice-chefe de operações navais da Marinha, enviou uma declaração ao site The Black Vault confirmando a veracidade dos vídeos com os “fenômenos aéreos não identificados”, acrescentando ainda que não houve qualquer edição nas gravações.

Os objetos ainda não foram identificados com sucesso como qualquer tipo conhecido de aeronave. Segundo Joseph, as imagens nunca deveriam ter chegado ao conhecimento público. Reporta-se ainda que os vídeos foram divulgados inadequadamente por um ex-funcionário do Pentágono, que pediu permissão para compartilhar entre agências do governo para uma espécie de banco de dados sobre veículos aéreos não tripulados.

Não é possível dizer que tais objetos sejam domínios de “alienígenas”. No entanto, como apontou o The New York Times, na época da divulgação dos vídeos, é estranho que objetos “apareçam repentinamente a 80.000 pés e depois sejam arremessados em direção ao mar, estacionando a 20.000 pés e pairando”. Uma curiosidade é que os vídeos foram divulgados pelo NYT e pela To The Stars Academy of Arts & Science, uma organização criada pelo ex-vocalista e guitarrista da banda Blink-182 Tom DeLonge.

UOL

Irã adverte EUA que responderá imediatamente a qualquer ataque

Foto: Reprodução via Reuters TV

O governo do Irã advertiu oficialmente aos Estados Unidos que responderá “imediatamente” a qualquer agressão, depois que Washington ameaçou retaliar por considerar Teerã responsável pelos recentes ataques contra a companhia petrolífera saudita Aramco.

Segundo uma nota oficial divulgada nesta quarta-feira (18) pela imprensa oficial iraniana, “se um ato for realizado contra o Irã, esse ato imediatamente receberá imediata resposta do Irã e seu alcance não se limitará à origem da ameaça”.

Este documento foi entregue há dois dias pelas autoridades iranianas na Embaixada da Suíça, em Teerã, responsável pelos interesses americanos por Washington não manter relações diplomáticas com o Irã.

A carta ressalta que os ataques acima mencionados contra a Aramco “não são obra do Irã” e as acusações do presidente dos EUA, Donald Trump, e seu secretário de Estado, Mike Pompeo, são condenadas e negadas.

Pompeo culpou o Irã no dia dos ataques, no último sábado (14), e agora está na Arábia Saudita para coordenar uma resposta com as autoridades do reino.

No entanto, ataques de drones contra duas usinas da Aramco foram reivindicados pelos rebeldes iemenitas houthis, que já realizaram ataques semelhantes em resposta à intervenção militar em seu país por uma coalizão militar liderada pela Arábia Saudita.

A esse respeito, o presidente iraniano Hassan Rohani, disse hoje que os “inimigos da região” “aprenderam uma lição” com o ataque dos rebeldes houthis, que ele classificou de um “alerta” para acabar com a guerra no Iêmen.

As autoridades iranianas respaldam os houthis em sua luta contra a coalizão árabe, mas garantem que não os financiam como também não enviam armas, como denunciam os EUA e a Arábia Saudita.

EFE

 

Brasil busca ampliar comércio com os EUA e já negocia novos acordos: Coreia, Canadá e Cingapura

Porto de Cingapura: Brasil negocia acordo comercial com o país. Foto: Ore Huiying / Bloomberg

Concluídas as negociações entre Mercosul com a União Europeia e com o Efta (bloco integrado por Suíça, Noruega, Islândia e Liechtenstein) e em meio a uma maior aproximação com os EUA – o chanceler Ernesto Araújo inicia nesta quarta-feira uma visita a Washington – o governo se prepara para novos acordos comerciais. Já há um cronograma definido: Coreia do Sul em setembro, Canadá em outubro e Cingapura em dezembro.

Esses três países importaram, em 2017, cerca de US$ 1,4 trilhão. Desse total, o Brasil só vendeu algo em torno de US$ 9 bilhões, o que mostra o grande potencial que têm esses mercados. Segundo um negociador brasileiro, há espaço tanto para produtos do agronegócio como de bens de maior valor agregado.

Enquanto isso, em sua visita aos EUA, o ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo voltará a discutir um ambicioso tratado de livre comércio. Além da redução de tarifas, estão sobre a mesa temas como compras governamentais, investimentos e serviços.

Eleições argentinas

Apesar desse cenário aparentemente promissor, existe um fantasma que ronda os negociadores brasileiros: as eleições na Argentina, que acontecerão em outubro deste ano. A avaliação de parte do governo é que uma provável vitória de Alberto Fernandez poderia atrapalhar os planos do Brasil, pois passaria a imagem de um Mercosul se desintegrando, ou se separando da Argentina.

Fontes envolvidas no assunto, porém, afirmam que, se Fernandez colocar obstáculos às negociações, o Brasil, negociará sozinho os acordos, o que significará o fim da Tarifa Externa Comum (TEC). A Argentina deve ficar isolada no bloco, pois paraguaios e uruguaios tendem a acompanhar os brasileiros.

No caso das negociações com os EUA, a dúvida é se o Brasil faria sozinho um acordo de livre comércio com os EUA, ou se entraria o Mercosul como um todo.

Ainda na América do Norte, o Brasil começou a discutir com o México a ampliação do acordo de livre comércio que existe para poucos setores. O principal é o automotivo.

E, na Ásia, China e Japão já sinalizaram que gostariam de firmar acordos com o Brasil ou o Mercosul. Se o tratado envolver redução de tarifas de importação, o mais provável é que as negociações sejam feitas com o bloco sul-americano.

Potencial de acordo com UE

De acordo com a Confederação Nacional da Indústria (CNI), o acordo entre Mercosul e União Europeia reúne um Produto Interno Bruto (PIB) de US$ 19 trilhões e um mercado de 750 milhões de pessoas, com US$ 101,6 bilhões de comércio bilateral e impacto significativo para a indústria brasileira. O tratado reduz, por exemplo, de 17% para zero as tarifas de importação de produtos brasileiros como calçados e aumenta a competitividade de bens industriais em setores como têxtil, químicos, autopeças, madeireiro e aeronáutico.

Dos 1.101 itens que o Brasil tem condições de exportar para a UE, 68% enfrentam tarifas de importação ou quotas. Com o acordo, os produtos nacionais passarão a ter acesso preferencial a 25% do comércio do mundo com isenção ou redução do imposto de importação. Atualmente, eles só entram, nessas condições, em 8% dos mercados internacionais.

No caso do Efta, o bloco tem um PIB de US$ 1,1 trilhão e uma população de 14,3 milhões de pessoas. Com outros 29 acordos comerciais já firmados, os quatro países do bloco estão entre os maiores PIB per capita do mundo.

Mesmo com tudo isso, esses dois acordos já firmados deverão demorar, no mínimo, um ano para entrar em vigor. Os tratados dependem da aprovação dos parlamentos de cada um dos países envolvidos. A fase atual, nas duas situações, é de revisão jurídica do texto.

O momento político e a imagem do Brasil no exterior, desgastada com as queimadas na Floresta Amazônica , vão pesar da decisão dos congressistas. E, mais uma vez, o próximo governo argentino, que assumirá no início do ano que vem, também terá que decidir se esses tratados são ou não prioridades, especialmente para os produtores locais.

O Globo

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. duendevermelho disse:

    Enquanto isso a maior parte da mídia vai dando destaques aos twitters do Carluxo.

Ex-líder de terapia nos EUA de ‘cura gay’ se revela homossexual

McKrae Game Foto: Reprodução/YouTube(Post and Courier)

Um homem que fundou uma dos maiores programas de terapia de conversão de gays – a chamada “cura gay” – revelou-se homossexual.

McKrae Game, de 51 anos, comandou por duas décadas o Hope for Wholeness, grupo que atua na Carolina do Sul (EUA), prometendo fazer homossexuais se tornarem heterossexuais.

O americano costumava classificar a homossexualidade como um “grande ardil”. Agora, McKrae decidiu se desculpar pela “nociva prática que feriu gerações” e a ele mesmo.

A terapia antigay, baseada em aconselhamento psicológico e ensinamentos religiosos, é proibida em 17 estados americanos. O slogan do programa de McKrae era “Para se libertar da homossexualidade por meio de Jesus Cristo”.

Dois anos atrás, McKrae foi demitido do Hope for Wholeness.

“Fui um fanático religioso que feriu pessoas. Pessoas disseram ter tentado o suicídio por minha causa e das coisas que eu dizia. Eu estava errado, por favor me perdoem”, desabafou o americano ao “Post and Courier”.

McKrae ainda está casado com Julie Game.

Extra – O Globo

 

EUA: vendas de mochilas à prova de balas disparam com tiroteios

Foto: Reprodução Twitter

Às vésperas do início de um novo ano escolar, os EUA vêem os efeitos dos traumas causados por tiroteios em escolas por todo o país. Os alunos vêm recebendo treinamento de emergência cada vez mais cedo, para tentar evitar novas tragédias.

A insegurança chega ao ponto de que muitos fabricantes estão vendendo mochilas à prova de balas para crianças. Segundo a imprensa norte-americana, a venda desse tipo de produto subiu 300% nos últimos meses.

Essas mochilas são vendidas em grandes redes de varejo, como a Home Depot custam entre US$ 99 (cerca de R$ 410) e US$ 490 (cerca de R$ 2 mil) e são certificadas com o selo IIIA, que teoricamente garante a qualidade do produto.

Proteção limitada

O grande problema é que, apesar dessas mochilas atenderem aos requisitos técnicos para ter o selo, essa certificação garante proteção apenas contra tiros de armas leves, como revólveres e pistolas.

Fuzis semiautomáticos, como o AR-15, vendidos quase livremente no comércio e usados na grande maioria dos massacres recentes cometidos nos EUA, exigem uma proteção muito maior do que a dessas mochilas.

Ou seja, elas não teriam salvado a vida de nenhuma das vítimas de tiroteios como o da escola secundária Marjorie Stoneman Douglas, em Parkland, na Flórida, em fevereiro do ano passado.

Testes balísticos

Pelo menos dois veículos da imprensa norte-americana, a revista Inside Edition e a NBC Los Angeles, compraram mochilas à prova de balas e levaram para um clube de tiro, para testar a eficácia das proteções.

Nos dois casos, as mochilas foram colocadas em manequins e instrutores dispararam tiros nelas. Primeiro, com pistolas 9 milímetros. Depois, com revólveres calibre .44. E, por fim, com os temíveis AR-15. Mesmo com marcas e modelos diferentes, os resultados foram semelhantes.

Tanto nos tiros disparados das pistolas quanto dos revólveres, o resultado foi parecido. As balas atravessaram o tecido externo das mochilas e pararam na camada de proteção que fica no lado interno, junto ao corpo do usuário.

No caso das pistolas, no entanto, o instrutor Taran Butler, ouvido pela Inside Edition, fez um alerta. A camada de proteção interna segurou as balas mas o impacto, mais forte, poderia quebrar costelas de estudantes menores.

Sem proteção contra fuzil

Quando os instrutores dispararam os AR-15, no entanto, nenhuma das mochilas foi capaz de proteger o usuário. As balas dos rifles simplesmente atravessaram todas as camadas e foram parar no corpo dos manequins.

“A velocidade de uma bala de fuzil é muito maior e, consequentemente, tem um impacto maior”, explicou o professor de ciência forense Peter Diaczuk, em entrevista à NBC. “Por isso elas são mais perigosas que as balas de revólver.”

Em comunicado à emissora, a Skyline, fabricante de uma das mochilas testadas, disse que “a proteção contra um tiro de fuzil requer uma placa grossa de cerâmica, pesada demais para ser usada no dia-a-dia, especialmente considerando que o cliente seria uma criança ou adolescente”.

R7

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Evan Jegue disse:

    Venderia bastante no Rio de Janeiro.