Governo Biden ‘enfatiza’ questão climática e quer ser “bom parceiro” do Brasil, diz embaixador americano

Foto:  Divulgação/Expedição Jari-Paru 

O embaixador dos EUA no Brasil, Todd Chapman, disse nesta sexta-feira (5) que a administração do presidente Joe Biden tem enfatizado questões relacionadas às mudanças climáticas e quer ser “bom parceiro” do Brasil na área.

Chapman falou com jornalistas após encontro com o vice-presidente, Hamilton Mourão, nesta sexta-feira (5). Segundo ele, o governo Biden tem mantido “muita atenção” sobre temas ligados à área ambiental e quer aumentar a cooperação com o Brasil.

Biden colocou questão climática e a preservação ambiental entre os prioridades de seu governo, iniciado em 20 de janeiro. O presidente, por exemplo, recolocou o país no Acordo de Paris, na contramão da política adotada pelo antecessor Donald Trump.

Neste contexto, a preservação da Amazônia é um dos temas de interesse do governo americano. Na época em que era candidato, Biden disse que buscaria “organizar o hemisfério e o mundo para prover US$ 20 bilhões para a Amazônia”.

Ele afirmou também que o Brasil pode enfrentar “consequências econômicas significativas” se não parasse de “destruir” a floresta.

“Falamos sobre muitos temas, mas claro, muitos temas relacionados ao meio ambiente. Realmente a administração do meu novo presidente Biden está enfatizando muito a importância da mudança climática. Queremos ser bons parceiros com o Brasil nisso, como já estamos trabalhando muito”, afirmou o embaixador.

“O que é evidente é que vamos aumentar até o nosso interesse em trabalhar com o Brasil na área de mudança climática. Temos um novo representante presidencial, o secretário John Kerry, e temos muita atenção sobre esse tema e queremos trabalhar em conjunto com o Brasil sobre isso”, disse Chapman.

Amazônia

Mourão disse que, no encontro, tratou de questões sobre a Amazônia e afirmou que o governo brasileiro tem condições de prestar as informações necessárias sobre o tema aos americanos.

“A gente quer mostrar o que estamos fazendo, abrindo esse diálogo via embaixada, e deixar claro que as informações todas necessárias temos condição de prestar, para ouvir a realidade do que está acontecendo lá”, comentou Mourão.

Com G1

Farmácias passarão a oferecer vacinas contra a Covid-19 a partir da semana que vem nos EUA

Foto: LUCY NICHOLSON / REUTERS

Algumas farmácias nos Estados Unidos começarão a oferecer vacinas contra a Covid-19 em 11 de fevereiro, como parte dos esforços para aumentar rapidamente o número de doses administradas aos cidadãos americanos.

O coordenador de resposta da Casa Branca para Covid-19, Jeff Zients, disse a jornalistas na terça-feira (2) que, devido às limitações de abastecimento, o programa terá como alvo inicial 6.500 farmácias em todo o país, um número que será expandido para 40 mil com o passar do tempo.

— Isso tornará mais vacinas disponíveis para as pessoas em suas comunidades e é um componente importante para a vacinação equitativa — explicou.

O programa faz com que os indivíduos marquem consultas na farmácia para receber suas doses, conforme seu grupo prioritário se torna elegível para tomar o imunizante.

Mais de 32,2 milhões de injeções já foram administradas no país, com pouco menos de 6 milhões de pessoas já tendo recebido as duas doses necessárias das vacinas Pfizer ou Moderna, de acordo com dados oficiais.

Após gargalos iniciais, os estados estão aumentando suas taxas de entrega de vacinas, à medida que o governo federal trabalha com os fabricantes para tentar aumentar o fornecimento.

O governo Biden estabeleceu a meta de administrar 150 milhões de doses nos primeiros 100 dias, que serão cumpridos em abril.

O Globo

Pandemia faz PIB dos EUA ter o pior resultado desde a Segunda Guerra

Foto: Shannon Stapleton/Reuters (23.jan.2020)

A economia dos Estados Unidos contraiu no ritmo mais forte desde a Segunda Guerra Mundial em 2020, uma vez que a Covid-19 devastou fornecedores de serviços como restaurantes e companhias aéreas, deixando milhões de norte-americanos sem trabalho e na pobreza.

O dado do Departamento do Comércio sobre o Produto Interno Bruto no quarto trimestre divulgado nesta quinta-feira também mostrou que a recuperação da pandemia perdeu força no final do ano em meio ao ressurgimento das infecções por coronavírus e esgotamento do alívio de quase US$ 3 trilhões do governo.

Na quarta-feira (26), o Federal Reserve deixou inalterada sua taxa básica de juros perto de zero e prometeu continuar injetando dinheiro na economia através de compras de títulos, destacando que o “ritmo da recuperação na atividade econômica e emprego se moderou nos últimos meses.”

O presidente Joe Biden apresentou um plano de recuperação no valor de US$ 1,9 trilhão, e pode usar o relatório do PIB junto a alguns parlamentares que relutaram diante do valor após o governo fornecer quase 900 bilhões de dólares em estímulo adicional no final de dezembro.

A economia contraiu 3,5% em 2020, pior desempenho desde 1946. Isso após crescimento de 2,2% em 2019, marcando o primeiro declínio anual do PIB desde a Grande Recessão de 2007-09. A economia caiu em recessão em fevereiro passado.

No quarto trimestre, o PIB cresceu a uma taxa anualizada de 4,0%. O vírus e a falta de outro pacote de gastos reduziram os gastos dos consumidores, e ofuscaram parcialmente o desempenho forte da indústria e do mercado imobiliário.

O crescimento do PIB no último trimestre ficou em linha com as projeções em pesquisa da Reuters junto a economistas.

A forte perda de força depois de expansão histórica de 33,4% entre julho e setembro deixou o PIB bem abaixo de seu nível do final de 2019.

Dado que o vírus ainda não está controlado, economistas preveem que o crescimento vai enfraquecer ainda mais no primeiro trimestre de 2021, antes de retomar velocidade conforme o estímulo adicional faz efeito e mais norte-americanos são vacinados.

CNN Brasil

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Japiense disse:

    Alguém lembra de Trump ?

  2. João Soares disse:

    Esta passando por dificuldades sim, como todos os países, principalmente os da Europa, que proporcionalmente tem muito mais mortes que os EUA.

  3. Neco disse:

    Em 2019 os EUA tinham chegado ao melhor nível de emprego em meio século. Vão chorar sangue de arrependimento.

EUA emitem alerta contra terror doméstico por “motivação ideológica”

Foto: JIM URQUHART / REUTERS

O Departamento de Segurança Interna dos Estados Unidos emitiu um boletim para alertar sobre um ambiente de alta ameaça” no país. O documento foi publicado nesta quarta-feira (27) e informa sobre a possibilidade de “alguns extremistas violentos com motivação ideológica” continuarem a se mobilizar para incitar ou cometer atos de violência.

De acordo com o comunicado, esses grupos extremistas têm “objeções ao exercício da autoridade governamental e à transição presidencial, bem como outras queixas percebidas alimentadas por narrativas falsas”. O alerta é válido até o dia 30 de abril.

O órgão de defesa lembra que desde 2020 os Estados Unidos são palco de ações extremistas violentas por parte de “indivíduos com pontos de vista opostos”. Entre as motivações dessas ações, o comunicado pontua a “raiva sobre as restrições do COVID-19, os resultados das eleições de 2020 e o uso da força pela polícia”.

“O Departamento de Segurança Interna teme que esses mesmos impulsionadores da violência permaneçam até o início de 2021 e alguns extremistas domésticos possam ser encorajados pela violação do Capitólio dos Estados Unidos em Washington, em 6 de janeiro de 2021, para atingir autoridades eleitas e instalações governamentais”, diz o texto.

O comunicado aconselha a população a ficar preparada para o risco de eventos violentos. O boletim orienta a população a evitar grandes multidões, incluindo protestos, prestar atenção nos arredores, ter cuidados com a segurança pessoal, levar consigo anotações com os contatos de emergência, bem como informações médicas e outras necessidades.

A orientação é para que os norte-americanos denunciem condutas suspeitas e ameaças de violência, incluindo atividades online.

O boletim é um aviso de status inferior utilizado para alertar o público sobre riscos gerais. Está abaixo do alerta elevado e do alerta iminente, este último divulgado quando há ameaça real de ataque terrorista aos Estados Unidos.

Época

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Santos disse:

    Tomem um leitinho condensado crianças e depois masquem um chicletinho pra relaxar!

  2. Pinicodemirro disse:

    MOURÃO 2021

  3. Rodrigo S. disse:

    Eis a cara da extrema direita!!!

  4. jackson disse:

    Vão começar a caçar os conservadores.

  5. Chicó disse:

    Aqui no Brasil tem um grupo parecido. Eles não aceitam a vitória de Bolsonaro !!!

Infectologista referência nos EUA sugere o uso de duas máscaras de uma vez contra covid

Foto: Nick Bradshaw/Reprodução

“Atenção, passageiros. Em caso de despressurização, máscaras de oxigênio cairão automaticamente. Para colocá-las, retire sua máscara de proteção contra o novo coronavírus”. Elementares, mas foram assim as instruções da tripulação do voo que me leva hoje até o Rio de Janeiro, onde, como voluntária em busca de uma vacina contra a Covid-19, testarei se mantenho os anticorpos gerados a partir da vacina que recebi em meados de novembro. Caso tenha recebido o imunizante verdadeiro, e não um placebo, é altamente provável que meu sistema imunológico tenha sido ativado e criado uma barreira contra o vírus.

Estudos das fases 1 e 2 do ensaio clínico da Janssen-Cilag, braço farmacêutico da Johnson & Johnson, mostraram que os anticorpos permaneceram robustos 71 dias após a aplicação da dose experimental em um grupo restrito de voluntários. Meu dia 71 é hoje. A parcela de pessoas testando a vacina já não é mais singela – agora somos 45.000 ajudando cientistas a colocarem de pé mais uma vacina contra o vírus. Desta vez, um biofármaco de dose única e com armazenamento a temperaturas de geladeira comum. As próximas semanas serão cruciais para sabermos se o estudo científico deu certo e se haverá pedido para uso emergencial de mais um antígeno na pandemia. Todos os indicativos sugerem que sim. Mas voltemos, por enquanto, às máscaras.

Depois de quase onze meses em quarentena, com saídas esporádicas para compromissos essenciais, sucumbi à compra de máscaras cirúrgicas de proteção. Com triplo filtro, clipe no nariz, draconianamente ajustadas ao rosto. Deixei as N-95 para profissionais de saúde que atuam na linha de frente e estoquei as chamadas PFF2. O motivo para meu cuidado extra são os primeiros indicativos de que as novas variantes do coronavírus descobertas no Reino Unido e na África do Sul estariam a exigir uma proteção mais acurada. É possível que a cepa descoberta na Amazônia também nos demande cuidados extras no dia a dia do uso de máscaras.

Anthony Fauci, o principal infectologista dos Estados Unidos e diretor do Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infecciosas, disse ontem que o uso de duas máscaras é uma “estratégia lógica” para se conter o espalhamento do novo coronavírus, principalmente após a descoberta de mutações mais transmissíveis do vírus. Segundo ele, a ideia seria utilizar as já conhecidas máscaras com dupla ou tripla camada de tecido acrescidas de uma máscara cirúrgica por baixo. Para Fauci, é melhor utilizar uma máscara cirúrgica seguida de uma de pelo menos duas camadas de tecido do que simplesmente sobrepor duas comuns de tecido. Isso porque essas três camadas teriam propósitos específicos: a de fora protegeria contra respingos, por exemplo, a do meio serviria como filtro e aquela que fica mais próxima ao rosto teria por objetivo absorver saliva e suor.

No voo rumo ao Rio de Janeiro, a exemplo das outras vezes em que tive de me apinhar com inúmeros passageiros, fiz minha própria vistoria se todos estavam usando adequadamente seus equipamentos de proteção. Na segunda-feira passada, depois de dois avisos anteriores para que cobrisse apropriadamente o nariz com uma máscara de tecido, uma passageira foi expulsa no mesmo trajeto que faço hoje, Brasília-Santos Dumont. Na manhã desta terça-feira, diante dos meus olhos, um jovem adulto dispensou as máscaras descartáveis disponibilizadas no balcão de embarque e se satisfez apenas com uma bandana no rosto. Fotografei-o para protocolar a terceira reclamação contra a mesma companhia aérea. E provocá-la para que tome providências para além do confortável marketing pró-segurança que tem adotado desde o início da pandemia.

Veja

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Gustavo Sá disse:

    Muita burrice, agora burrice dobrada! Acordem para a escravidão social! Façam uma pesquisa simples sobre vírus e trajes que realmente impedem seu contato e verão uma vestimenta semelhante aos astronautas. Máscara simples nenhuma impede a contaminação viral. Informem-se!

Estados Unidos superam 25 milhões de casos de Covid-19


Foto: MIKE BLAKE / REUTERS

Os Estados Unidos registram mais de 25 milhões de casos de contágio por covid-19 desde o início da pandemia – informou a Universidade Johns Hopkins neste domingo (24), poucos dias depois da posse do democrata Joe Biden.

Esta marca foi superada cinco dias depois de os Estados Unidos, o país mais rico e o mais atingido pelo novo coronavírus, ter passado dos 400 mil mortos.

A notícicia vem à tona no mesmo dia em que o chefe de gabinete do novo presidente Joe Biden, Ron Klain, afirmou que a administração de Trump não tinha um plano de distribuição da vacina contra Covid-19.

— O processo de distribuição da vacina, especialmente fora das casas de repouso e hospitais para a comunidade como um todo, não existia realmente quando viemos para a Casa Branca — disse Klain no programa “Meet the Press” da NBC.

Fontes já haviam dito à CNN, na semana passada, que a equipe de Biden estava tendo que construir “do zero” o plano de distribuição do imunizante. No entanto, o importante especialista médico dos EUA, Anthony Fauci, respondeu às críticas com um planejamento da Casa Branca.

— Quer dizer, estamos chegando com ideias novas, mas também com algumas ideias do governo anterior. Você não pode dizer que não era absolutamente utilizável — disse ele, na ocasião.

O presidente Biden, por sua vez, criticou a maneira como vinha sendo feita a implantação da vacina no país. Ele prometeu 100 milhões de doses nos primeiros 100 dias de governo.

Novos casos em queda

Em seu último balanço, na manhã deste domingo, a Universidade Johns Hopkins contabilizou 25.003.695 pessoas infectadas e mais de 417 mil mortos. Após um pico no número de contágios em 12 de janeiro, a média semanal de novos casos está começando a cair, de acordo com dados do Covid Tracking Project. O número de mortos segue a mesma trajetória.

A equipe por trás do projeto ressaltou que a diminuição é “muito animadora, embora ainda tenhamos quase três vezes mais casos novos por dia do que durante o auge do verão”. Os Centros para Prevenção e Controle de Doenças (CDC), principal agência federal de saúde pública dos Estados Unidos, estimam que entre 465 mil e 508 mil americanos terão morrido de covid-19 até 13 de fevereiro.

Nesse contexto, Biden fez do combate à pandemia a prioridade mais urgente de seu mandato. Na quinta-feira, seu governo divulgou um roteiro detalhado para combater a doença, com um aumento da vacinação e dos testes de detecção.

O chefe de gabinete do presidente, Ron Klain, disse à rede NBC neste domingo que um plano de distribuição de vacina “realmente não existia quando chegamos à Casa Branca”.

— A diferença fundamental entre a abordagem de Biden e a de (Donald) Trump é que vamos tomar o assunto pelas mãos (…) Vamos estabelecer postos federais de vacinação para estarmos seguros nos estados em que houve problemas (…) estamos tapando os buracos — disse ele.

Biden também propôs um pacote econômico de US$ 1,9 trilhão, que inclui US$ 20 bilhões para vacinas, e US$ 50 bilhões, para testes.

O democrata se comprometeu a distribuir 100 milhões de doses da vacina contra o coronavírus nos primeiros 100 dias de seu mandato.

O país também aposta na esperança da autorização de novas vacinas nas próximas semanas, como a da Johnson & Johnson, que requer apenas uma dose.

O futuro diretor de Saúde Pública do governo Biden, Vivek Murthy, manifestou preocupação hoje, em entrevista à ABC, com as variantes do vírus observadas no Reino Unido e em outros lugares.

— As variantes são muito preocupantes, mas não surpreendem, porque é isso que os vírus fazem, eles sofrem mutação (…). Depende de nós nos adaptarmos e seguirmos em frente — declarou.

O Globo

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Bolsovirus disse:

    Lá a culpa é do seu igual, só que mais glamouroso e que saiu pela porta dos fundos igual vai sair o daqui. Dois genocidas. O Trump e o bolsonaro.

    • Freitas disse:

      E da Argentina, Reino Unido, França, Espanha???

    • Paulo disse:

      O comunavirus é pior do que o coronavirus .
      Há 100 anos o comunavirus faz vítimas.
      O vírus se espalha com facilidade.
      A vítima fica com confusão mental e a achar que Msduro e kim Jong um são os melhores presidentes do mundo.
      Começam a culpar Bolsonaro por tudo.
      Mentem tanto que passam a acreditar nas próprias mentiras.
      Morrem 50 mil pessoas na Argentina, a culpa é de Bolsonaro.
      Morrem 90 mil pessoas na Itália, a culpa é de Bolsonaro.
      Morrem 140 mil pessoas no México, cujo presidente é o comunista "obrador", a culpa é de Bolsonaro.
      Por falar nisso, a esquerdista Nanci Pelosi barrou por 6 meses o pacote de 950 bilhões de dólares para atrapalhar a administração Trump.
      Esses esquerdistas são gente boa…
      Liberação de drogas, soltar bandidos, aborto, invasão de imigrantes ilegais para comprar votos, apologia ao comunismo, incentivo à ideologia de gênero.
      Comunismo é atraso.

  2. João Soares disse:

    Entregar cem milhões de vacina, só vai faltar pouco mais de 200 milhões pra imunizar todos, ou seja semelhante ao Brasil com toda nossa ruindade.

  3. Epaminondas disse:

    Aproveitem para culpar Bolsonaro pelas mortes no Reino Unido, França, Argentina, Espanha…

  4. Vicentt disse:

    Já está liberado pra botar na conta do PR Bolsonaro.

Polícia dos EUA prende filho de brasileiros que participou de invasão do Capitólio

Foto: Reprodução/Facebook

A polícia dos Estados Unidos prendeu nesta quarta-feira (20) Samuel Camargo, um filho de brasileiros que vive na Flórida, pela participação dele na invasão ao prédio do Capitólio no último dia 6. Na ocasião, 5 pessoas morreram, após um um grupo de extremistas apoiadores do ex-presidente Donald Trump tentar impedir a certificação da vitória eleitoral de Joe Biden.

Camargo foi preso por, entre outras acusações, tentar impedir um policial de exercer seus deveres durante um tumulto e por desordem civil, ao entrar sem autorização em um prédio de acesso restrito.

Samuel Camargo é americano, mas os pais dele são de Sabinópolis, em Minas Gerais. Toda a família mora nos EUA.

A prisão ocorreu depois que os investigadores do FBI receberam denúncias de um ex-colega de turma de Camargo que tinha conexão com ele pelas redes sociais. Segundo o relatório do investigador, o filho de brasileiros havia publicado imagens de sua participação na invasão.

O relatório também aponta que Camargo admitiu que participou dos protestos em Washington DC em 6 de janeiro de 2021 e que depois voltou para a Flórida.

Em uma das imagens, Camargo aparecia com um pedaço de metal de alguma estrutura do prédio do Congresso e dizia que tinha levado uma lembrança.

Em outra imagem, ele aparece junto com uma multidão na escadaria do Congresso. Ele também publicou imagens em que ele luta com um policial para poder abrir uma porta do prédio.

De acordo com o relatório do FBI, alguns vídeos foram apagados posteriormente.

Pedido de desculpas

Camargo publicou um texto em uma de suas redes sociais no qual pede desculpas por suas ações em Washington DC. Ele afirmou que iria cooperar com as investigações e que ficaria longe das mídias sociais.

O agente do FBI que investigava a participação de Camargo fez uma ligação telefônica para o investigado. Durante a conversa, segundo os investigadores, ele se tornou “não-cooperativo” e chegou a questionar a lealdade do agente à Constituição dos EUA. Ele também afirmou ao agente que não tinha informação nenhuma para dar.

Horas depois, Camargo voltou a uma de suas redes sociais (apesar de ter dito que ficaria longe delas) e escreveu o seguinte: “Acabei de falar com o agente do FBI, eu acredito que fui inocentado”.

G1

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Lourenço disse:

    Tai, vejam que interessante, os vermelhinhos achando bom a prisão de alguém que invadiu um prédio, aqui o ladrão que roubou milhões de uma população miserável está solto, cômico se não fosse trágico.

  2. Carlos disse:

    Vai virar herói da globo, quer apostar?

  3. Victorino disse:

    Não é muito diferente dos PeTralhas daqui, não querem aceitar a realidade, querem um terceiro turno, bando de idiotas.

    • Monn disse:

      Quem tá querendo 3° turno? Agora o palhaço que vc deve ter ajudado a eleger que não que trabalhar, leva o cargo de presidente com irresponsabilidade e jogando p a boiada dele.

  4. ZéGado disse:

    Pêia no lombo desse:
    VA
    GA
    BUN
    DO

Biden anuncia retorno dos EUA à OMS e ao Acordo de Paris e medidas de Trump que serão anuladas

Foto: Kevin Lamarque/Reuters

O gabinete de transição do presidente eleito dos Estados Unidos, Joe Biden, anunciou na manhã desta quarta-feira (20), horas antes da posse, uma série de medidas que serão tomadas no primeiro dia no cargo.

Entre as principais estão medidas sanitárias e econômicas de combate à pandemia, o retorno dos EUA à OMS (Organização Mundial da Saúde) e ao Acordo de Paris para o Clima. Também foi anunciada a reversão de várias outras decisões do atual presidente americano, Donald Trump, como a construção do muro na fronteira com o México e o veto à entrada de cidadãos de países muçulmanos nos EUA.

Veja as principais medidas anunciadas:

Meio ambiente

Retorno ao Acordo de Paris para o Clima;

Reverter as ações ambientais de Trump “para proteger a saúde pública e o meio ambiente e restaurar a ciência”;

Saúde

Acabar com o processo de saída dos EUA da OMS (Organização Mundial da Saúde);

Obrigar o distanciamento social e o uso de máscaras em prédios e áreas federais e por funcionários públicos do governo e terceirizados;

Política externa

Parar a construção do muro na fronteira com o México;

Reverter o veto de Trump à entrada de cidadãos de países muçulmanos nos EUA;

Economia

Estender a moratória para despejos até 31 de março;

Estender a pausa no pagamento de financiamentos estudantis até 30 de setembro;

Outras medidas

Lançamento de uma série de iniciativas governamentais para promover a igualdade racial;

Prevenir e combater a discriminação com base no gênero ou na orientação sexual;

O gabinete de transição afirmou que as ações executivas visam adotar “ações para lidar com a pandemia da Covid-19, fornecer alívio econômico, combater as mudanças climáticas e promover a igualdade racial”.

Segundo o comunicado, Biden “assinará uma combinação de ordens executivas, memorandos, diretivas e cartas para dar os passos iniciais” horas após a posse, que está marcada para o meio-dia em Washington (14h em Brasília).

“O presidente eleito Biden agirá não apenas para reverter os danos mais graves do governo Trump, mas também para começar a fazer nosso país avançar”, aponta o comunicado.

Biden promete para os 100 primeiros dias de governo vacinar 100 milhões e mudar completamente a abordagem de combate à pandemia, para reduzir seu impacto econômico e social.

G1

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Neto disse:

    Muito bom, Paulo. Concordo com você em tudo!

  2. Tico de Adauto disse:

    “A democracia prevaleceu”
    Joe Biden

  3. ReneGado disse:

    Show. A luta contra a ditadura de Trump começou. Graças a Deus nos EUA tudo se desfaz. Espero que no Brasil a coisa seja igual.

  4. Natalense disse:

    Já consigo ver uma luz no fim do horizonte brasileiro. Em breve, mudanças na política daqui. O extremismo bolsonarista não pode vingar. É muito amadorismo. Desgoverno Federal. Humilhação Federal. Todo santo dia. Chega!

    • Paulo disse:

      A esquerda não cansa de passar vergonha.
      Os derrotados em 2018, a turma do mensalão e do petrolao, a turma de Maduro, posando de sabichao…
      Xô, comunismo.
      Quem quer a saída de Bolsonaro?
      Traficantes de drogas, maconheiros, bicheiros, políticos corruptos, imprensa que deixou de receber dinheiro, radicais de esquerda, a turma do Maduro e parte da população que se deixa influenciar pelos primeiros.
      Urubus usam a pandemia que afeta o mundo todo para tomar o poder.
      Na Inglaterra, 80 mil óbitos.
      França 70 mil óbitos.
      Índia 150 mil óbitos.
      Ninguém está falando mal do presidente.
      No Brasil, o Foro de São Paulo quer surfar na onda do coronavirus para implantar o comunismo.
      Na Venezuela e Argentina não foi diferente.
      No Chile, os militantes de esquerda fizeram suruba nas praças e colocaram fogo em igrejas e universidades.
      Esquerda é ódio e violência.
      Querem dar um golpe na democracia.
      A população brasileira não se deve deixar enganar pelo discurso enganoso de comunistas.
      Comunismo é mentira e atraso.

Câmara dos EUA começa a votar artigo de pedido de impeachment contra Donald Trump

A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos começou a votar às 11 horas desta quarta-feira (13) o artigo de impeachment contra Donald Trump, depois de o vice-presidente, Mike Pence, ter rejeitado utilizar a 25ª Emenda para removê-lo do cargo pela acusação de incitar a violência na invasão ao Capitólio, na semana passada.

A partir do voto da Câmara, que precisa de maioria simples para ser aprovado, haverá um julgamento no Senado, no qual são necessários dois terços dos votos. Como o Senado está em recesso e Trump deixa o cargo no próximo dia 20, a definição não tem data para acontecer.

Pence alegou que acionar a 25ª Emenda não era do melhor interesse dos Estados Unidos neste momento e que o foco no momento deve ser uma transição para a posse de Joe Biden, evitando ações que possam dividir o país ainda mais. Depois de seus perfis no Twitter, Facebook e Instagram bloqueados, Trump teve sua conta do Youtube suspensa por pelo menos uma semana.

CNN Brasil

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Insti Gado disse:

    Bye bye Trumpolin Colorado. O Donald já foi, o próximo a pegar o beco vai ser o Pateta.

Oposição apresenta pedido de impeachment de Trump nos EUA

Foto: Leah Millis/Arquivo/Reuters

Representantes do Partido Democrata apresentaram, nesta segunda-feira (11), um pedido de impeachment contra o presidente Donald Trump no qual o acusam de “incitar uma insurreição” – que culminou na última quarta-feira com a invasão do Capitólio dos Estados Unidos.

O pedido argumenta que o discurso feito por Trump a seus apoiadores, pouco antes da invasão, teria incentivado as ações violentas contra os representantes do poder legislativo dos EUA.

Mais cedo, os republicanos na Câmara dos Deputados rejeitaram uma resolução pedindo que o vice-presidente Mike Pence acionasse a 25ª emenda da Constituição americana – afastando Trump da presidência dos EUA.

Como houve objeção, a recomendação será reavaliada na terça-feira (12) com a presença de todo o plenário. A decisão para seguir com os procedimentos previstos na 25ª emenda não é tomada pelo legislativo, ela precisa ser acionada por Pence, com o apoio da maioria dos membros do Gabinete presidencial.

Ainda assim a ação pode ser contestada por Trump, em uma carta redigida ao Congresso. A remoção permanente do mandatário precisa da aprovação da maioria de dois terços do Congresso- 67 senadores e 290 representantes.

Final do mandato

Com menos de duas semanas para deixar o cargo, o julgamento do processo de impeachment contra Donald Trump – caso aprovado pelo Congresso – poderia acontecer apenas depois que ele não fosse mais presidente.

Especialistas na Constituição dos EUA ouvidos pelo site da emissora britânica BBC estão divididos sobre a possibilidade de que o julgamento do republicano possa continuar mesmo depois que ele deixe o poder.

Se condenado, Trump perderia os benefícios concedidos a ex-presidentes, e os senadores poderiam votar para que ele perdesse, de forma permanente, seus direitos políticos. Nenhum presidente americano sofreu um processo de impeachment depois de deixar o cargo.

Segundo a emissora americana NBC, juristas se dividem em três opiniões principais sobre um impeachment após o fim do mandato: um grupo diz que isso é inconstitucional, outro que seria permitido se passar pela Câmara antes dele deixar o cargo e um terceiro grupo defende que o impeachment é permitido em qualquer momento.

2º pedido

Esse é o segundo pedido de impeachment contra Trump feito pelos democratas da Câmara que acusaram o presidente, em dezembro de 2019, por pressionar a Ucrânia a investigar Biden – à época, o pedido foi aprovado com a maioria da Câmara mas não foi para a frente porque o Senado, controlado pelos republicanos, votou contra.

É possível que o mesmo aconteça agora porque o Senado segue controlado pelos republicanos, que – segundo especialistas ouvidos pela agência Reuters – não devem aceitar as acusações até o último dia do atual mandato, em 19 de janeiro.

G1

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Alex disse:

    Volta nove dedos!

  2. Pixuleco disse:

    Vamos ver como é lá para fazermos aqui ! Galego lundun é Tonho da lua pegando o beco .

EUA têm mais de 4 mil mortes por Covid pela 1ª vez e bate recorde de vítimas pelo 3º dia seguido

Foto de 12 de dezembro de 2020 mostra profissionais de saúde em volta de paciente que morreu no setor de Covid-19 de hospital em Houston, no Texas — Foto: Callaghan O’Hare/Reuters

Os Estados Unidos registraram mais de 4 mil mortes por Covid-19 na quinta-feira (7), segundo levantamento da Universidade Johns Hopkins, o maior número já registrado por um país na pandemia. Foram 4.085 óbitos e 274.703 casos nas últimas 24 horas.

O número de infectados de ontem só perde o recorde de 301.858 casos registrados no sábado (2), e é o quinto dia desde 29 de dezembro que mais de 3,7 mil pessoas perderam a vida nos EUA por complicações relacionadas ao coronavírus.

Em uma semana, os EUA registraram quase 20 mil mortes e mais de 1,5 milhão de casos.

País mais afetado pelo novo coronavírus, os EUA têm mais de 365 mil mortes e 21,5 milhões de infectados por Covid até agora. O Brasil é o segundo e superou os 200 mil óbitos também na quinta.

As contagens diárias de mortes nos Estados Unidos já são maiores do que as registradas durante a primeira onda da pandemia, entre março e abril de 2020, quando o país registrava em média 2 mil óbitos por dia.

Situação crítica em Los Angeles

Na segunda-feira (4), a imprensa americana informou que ambulâncias de Los Angeles, segunda maior cidade dos EUA, foram orientadas a não transportar pacientes que tenham poucas chances de sobrevivência.

Segundo o jornal “Los Angeles Times”, isso ocorre por falta oxigênio nos hospitais da região devido à superlotação de pacientes com Covid-19.

O governo da Califórnia estima que a situação vá piorar nos próximos dias, como reflexo da disseminação do coronavírus nas festas de fim de ano.

A presença da nova variante B.1.1.1.7, que os cientistas dizem ser mais transmissível, aumenta a preocupação.

Impacto da pandemia

Os 10 países com mais mortes pelo novo coronavírus são:

Estados Unidos: 365 mil
Brasil: 200 mil
Índia: 150 mil
México: 131 mil
Reino Unido: 78 mil
Itália: 77 mil
França: 66 mil
Rússia: 60 mil
Irã: 55 mil
Espanha: 51 mil

Os 10 países com mais casos de Covid-19 são:

Estados Unidos: 21,5 milhões
Índia: 10,4 milhões
Brasil: 7,9 milhões
Rússia: 3,3 milhões
Reino Unido: 2,9 milhões
França: 2,7 milhões
Turquia: 2,3 milhões
Itália: 2,2 milhões
Espanha: 2 milhões
Alemanha: 1,8 milhões

G1

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Antonio Turci disse:

    E a China rindo à toa de orelha à orelha.

  2. Ronaldo SEMC disse:

    Putz, que reportagem mais porca!!! Esqueceram de informar quantos mortes por milhão. Qualquer idiota com 2 neronios sabe que este dado é que importa.
    Hoje o Pais com mais morte por milhão de habitante é a Belgica seguido por Perú, Itália, Espanha.
    Estamos bem atras da Argentina que praticou seu Lockdow excessivo.
    Meias verdades é uma mentira. Gostaria que esta impresa podre repassasem as informações corretas.
    Lamentavel!!!

  3. Roberto disse:

    KD o os números da China ???

  4. PAULO disse:

    Trump e Bolsonaro, os negacionistas no topo da lista. Lamentável!

    • Severino disse:

      Já ouviu falar em proporção?

    • ReneGado disse:

      Querido Severino, tenho certeza que você não ouviu falar no termo questionado. A Índia tem 6x mais pessoas que o Brasil, no entanto, morreram muiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiito menos pessoas, proporcionalmente, acredito que umas 10x menos, falando em proporção.

      Logo, deixe de falar asneiras, aluno do Bozo.

Líder democrata do Senado dos EUA pede remoção imediata de Trump da presidência

Foto: REUTERS

O líder democrata no Senado dos Estados Unidos, Chuck Schummer, emitiu uma declaração nesta quinta-feira (7), pedido a remoção imediata do presidente Donald Trump de seu cargo. “O que aconteceu no Capitólio ontem foi uma insurreição contra os Estados Unidos, incitada pelo presidente. Este presidente não deveria permanecer no cargo por sequer mais um dia”, declarou o senador.

“A maneira mais rápida e efetiva – e que pode ser feita hoje – de retirá-lo do gabinete seria o vice-presidente invocar, imediatamente, a 25ª Emenda. Se o vice-presidente e o gabinete se recusarem a fazê-lo, o Congresso deve se reunir novamente para remover o presidente”, finalizou a nota.

O mesmo pedido foi feito pelo deputado republicano Adam Kizinger. “Temos um presidente que parece desvinculado da realidade. Estamos recebendo informações de funcionários pedindo demissão em massa”, relatou.

Kizinger defendeu o uso da 25ª emenda para remover Trump da Casa Branca. “É a coisa certa para nossa democracia”, afirmou, acrescentando não ter certeza de que seus colegas de partido poderiam ecoar seu discurso.

“Certamente espero que outros ao menos ouçam o que estou dizendo, deixem de lado o momento político e percebam que a história nunca vai julgar como nos saímos no campo político, mas como nos saímos ao administrar a questão pública”, destacou.

CNN

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Antonio Turci disse:

    Tem mais é que remover esse sem futuro. Trump mancha a dignidade da grande nação do Norte.

  2. Calígula disse:

    Hô Galegão arroxado. Esse líder dos democratas parece até os políticos de merda Lindbergh Farias, Genoíno, Randolfinho é outros da esquerda Kkkķ
    Bota pra torar Donald Trump

    • Sobrinho Da Tia disse:

      Ele é Republicano anta quadrada.
      É que é gostar de levar no lombo e passar vergonha de graça.

    • Manoel disse:

      A ivermectina tá matando as lombrigas do cérebro desse gado Calígula mas as mesmas já comeram tdos os neurônios…kkkkkkkk

    • Dr. Del Gado disse:

      O gado é como titia Cacá, gosta de chicote no lombo e de véio dos cunhão roxo. kkkkkkkkkkkk

  3. ZéGado disse:

    Vamos atingir 200 mil mortes hoje (INFELIZMENTE), mais que na hora de tirar o lixo brasileiro também.
    O lixo americano já se foi, falta o daqui.

    • Calígula disse:

      Chora Zé, o Presidente Bolsonaro assinou decreto liberando as lágrimas da esquerda até 2026.

Bebida que rouba mercado da cerveja nos EUA cresce no Brasil

Foto: Divulgação/Coca-Cola

Dos mesmos criadores daquele livro piegas motivacional chamado Quem mexeu no meu queijo?, que fez sucesso no início dos anos 2000, surge um novo questionamento existencial: Quem está roubando espaço da cerveja nos freezers de bebidas alcoólicas americanos, britânicos e de outros países?

A resposta curta é Hard Seltzer, uma água com gás alcoólica saborizada. Para se ter uma ideia, segundo levantamento do instituto de pesquisa YouGov, as três principais marcas da nova bebida chegaram a vender mais que os seis principais rótulos de cerveja durante alguns meses de 2020 nos Estados Unidos, principalmente no calor.

Mas o fenômeno por trás disso, teoricamente embasado em um estilo de vida mais saudável, é algo mais complexo. A Hard Seltzer vem ganhando tração há cerca de meia década graças aos millenials, geração nascida entre meados dos anos 80 e o fim dos anos 90.

Tudo começou anos antes, com jovens buscando um estilo de vida mais saudável que as gerações anteriores e se atentando para a necessidade de beber mais água. O próximo passo foi substituir refrigerantes e sucos por água com gás (chamada de seltzer por lá), que naturalmente ganhou versões saborizadas.

Aí foi questão de tempo até surgirem experimentações alcoólicas pela mão dos americanos, colocando o termo hard (ou spiked) no rótulo para identificar a presença de álcool. A Bon & Viv (hoje da AB Inbev), de 2013, foi a primeira, seguida de White Claw e Truly, de 2016, hoje líderes de mercado.

Com menos de 100 calorias e quantidade inferior a 2 gramas de açúcar por lata, o produto é vendido pelas marcas como leve, refrescante e até mais saudável que outras opções do segmento. Sem esquecer, é claro, de dar barato, contando com teor alcoólico de cerca de 5%.

Tá, boa história. E os números? A consultoria Nielsen divulgou dados de janeiro a outubro de 2020 que mostram que o mercado de Hard Seltzers movimentou US$ 3,2 bi nos EUA durante o período, um crescimento de 188% em relação ao ano anterior e o quarto seguido com avanço de três dígitos.

Com isso, as grandes marcas do setor cresceram o olho para a nova oportunidade. Hoje, rótulos como Corona e Budweiser (também da AB Inbev), possuem suas versões do produto. E a multinacional de bebidas com DNA brasileiro gostou tanto do mercado que lançou mais uma Hard Seltzer em dezembro.

Trata-se da Cacti, feita em parceria com o trapper Travis Scott. Com uma legião de fãs fiéis, o artista consegue ótimos resultados emprestando sua marca para grandes companhias. A coisa está tão escalada que ele teve até menu próprio no McDonalds americano (como se fosse um prato no brasileiríssimo Paris 6), mas isso é assunto para outra pauta.

No Brasil

Essa onda gasosa começa a ganhar força no Brasil agora, com o despertar de outro gigante. Lembra que a Coca-Cola anunciou no ano passado que estava cortando metade do seu portfólio de bebidas para focar em novos negócios? Pois é, te dou uma chance para adivinhar qual produto se tornou a prioridade da marca.

Batizado de Topo Chico (uma marca de água com gás tradicional no México), o novo rótulo foi lançado em setembro invertendo a lógica do mercado: nada de Estados Unidos e Reino Unido, praças com marcas já estabelecidas, puxando a fila. Brasil e México, dois países com consumo gigantesco de cerveja e sem grande penetração de Seltzers, foram os escolhidos.

“Estamos sempre observando os movimentos das pessoas, o que elas estão buscando. Há estimativas de que as Hard Seltzers vão tomar 10% do que já foi ocupado pelas cervejas nos EUA, e acreditamos que no Brasil possa ser parecido”, diz Renato Shiratsu, diretor da Coca-Cola Brasil.

A bebida, disponível nos sabores morango, abacaxi e limão e vendida por cerca de R$ 5 cada lata de 310 ml, é produzida em fábrica terceirizada no interior de São Paulo e está ganhando o país aos poucos. Shiratsu afirma, no entanto, que o engajamento do público consumidor e das varejistas tem sido positivo.

E, se existe mercado tradicional, é certo que há marcas investindo na produção do produto em menor escala, de forma artesanal. É o caso da cervejaria carioca Three Monkeys, que lançou sua Hard Seltzer Hintz no ano passado buscando amealhar uma nova segmentação de público.

“Não acho que vão substituir as cervejas. As especiais continuam sendo únicas, com perfil sensorial, malte, lúpulo”, diz Léo Gil, sócio-fundador da Three Monkeys Beer. “O que o pessoal quer é uma bebida leve, refrescante, que dá para tomar no Carnaval ou depois de uma corrida na praia.”

Com produção de 5 mil litros por mês, a Hintz está disponível nos sabores citrus, frutos silvestres, tropical (abacaxi, coco, maracujá) e fresh (limão, melancia e gengibre). O preço sugerido é de cerca de R$ 10. Gil conta que a ideia é baixar o valor para popularizar a marca.

Outros exemplos de fabricação brasileira em menor escala vêm das marcas Lambe Lambe e Joví.

Perfil de sabor

Mas se muito pode ser dito sobre o potencial mercadológico do segmento, o perfil de sabor é algo menos desenvolvido, pelo menos até então. “É uma bebida leve, em que você não sente o sabor do álcool mas consegue ficar alto mesmo assim”, resume Rodrigo Capote, dono da Kombucharia, em São Paulo.

Responsável pela primeira kombucha alcoólica do Brasil, que dá muito mais trabalho para fazer, também disponibilizou a Hard Seltzer em uma das torneiras do seu bar, com sabor de limão e maracujá. Capote conta que a receita leva dois dias para fazer e tem feito sucesso no verão por conta da sua refrescância.

O processo consiste basicamente em diluir o álcool destilado de cana de açúcar em água, adicionar os sabores desejados e forçar a carbonatação do líquido, para ficar gasoso. Também dá pra fazer uma gambiarra em casa juntando vodka, extratos de fruta, ácido cítrico e água com gás.

A reportagem provou todas as bebidas citadas na matéria e disponíveis no mercado nacional. Não é uma bebida com alma marcante, mas cumpre sua promessa: desliza pela goela sem deixar grande retrogosto. É refrescante e fácil (até demais) de beber em grandes quantidades.

CNN Brasil

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Silvio. disse:

    Modismo.
    Jaja sai fe sena.

  2. José disse:

    "Água com gás alcoólica saborizada", homi isso é a mesma que 51 ICE.

  3. Priziaka disse:

    O que danado é um "trapper"?

    • Orvalho de Cavalo disse:

      Deve ser que recebe um ' strap on'…. Não pesquise…. Teje avisado.

  4. Manoel disse:

    Mais saudável que agua, lúpulo, malte e levedura?
    Danam corante, adoçante e mais uns antes e dizem ser mais saudável. Duvido.
    Fico com uma pale ale mesmo. Obrigado.

  5. Orvalho de Cavalo disse:

    Bebidinha pra
    Progressistxs…. Toma cachaça, carai!!!

Após Congresso ratificar vitória de Biden, Trump diz que haverá ‘transição ordenada’

O presidente dos EUA, Donald Trump, discursa para apoiadores enquanto o Congresso se reúne para certificar a vitória de Biden — Foto: Evan Vucci/AP

Após o Congresso americano ratificar a vitória de Joe Biden nas eleições presidenciais de novembro na madrugada desta quinta-feira (7), o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que “haverá uma transição ordeira em 20 de janeiro”.

“Embora isso represente o fim do maior primeiro mandato da história presidencial, é apenas o começo de nossa luta para tornar a América grande de novo”, afirmou Trump ao reconhecer a derrota para Biden, que tomará posse no dia 20.

A declaração foi publicada pelo porta-voz da Casa Branca, Dan Scavino, e foi feita após apoiadores do presidente invadirem o Capitólio, sede do Congresso americano, e causar a suspensão da sessão. Quatro pessoas morreram durante a invasão, segundo a polícia.

“Mesmo que eu discorde totalmente do resultado da eleição, e os fatos me confirmem, haverá uma transição ordenada em 20 de janeiro”, afirmou o presidente dos EUA.

Trump tem se recusado a reconhecer a derrota para Biden e afirma que houve “fraudes massivas” na eleição, apesar de não haver nenhuma prova ou evidência de que isso tenha ocorrido.

A sessão do Congresso foi retomada após horas de interrupção causada por extremistas apoiadores de Trump, que invadiram o Capitólio, e foi encerrada às 5h44 (horário de Brasília) desta quinta-feira (7), após o vice-presidente dos EUA, Mike Pence, proclamar o resultado da eleição.

“O anúncio do estado da votação pelo presidente do Senado será considerado uma declaração suficiente para as pessoas eleitas presidente e vice-presidente dos Estados Unidos para o mandato que começa no dia 20 de janeiro de 2021 e será inscrito junto à lista de votos nos jornais do Senado e da Câmara dos Representantes”, afirmou Pence após a contagem dos votos do Colégio Eleitoral.

Em condições normais, a sessão seria um procedimento meramente formal. Mas Trump pressionava Pence, que presidiu a sessão porque o vice-presidente dos EUA também ocupa o cargo de presidente do Senado, a não aceitar a certificação de Biden

Ao retomar a sessão, Pence — que também saiu derrotado na tentativa de se reeleger como vice na chapa de Trump — criticou a invasão do Capitólio e celebrou a volta da sessão.

“Para aqueles que causaram estragos em nosso Capitólio hoje: vocês não ganharam”, disse Pence durante seu discurso na reabertura.

“A violência nunca vence. A liberdade vence. Ao nos reunirmos novamente nesta câmara, o mundo testemunhará novamente a resiliência e a força de nossa democracia. E esta ainda é a casa do povo. Vamos voltar ao trabalho”, concluiu.

Momentos antes da invasão, Trump disse que marcharia junto com os apoiadores ao Congresso. “Eu estarei com vocês. Vamos andar até o Capitólio e felicitar nossos bravos senadores e congressistas”, disse no discurso em que rejeitou, mais uma vez, reconhecer o resultado da eleição. Ele, no entanto, não foi visto na marcha.

G1

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Severino disse:

    Antes da pandemia o nivel de emprego tinha chegado ao melhor nível em meio século. Os americanos vão chorar sangue. Quer saber? Se arrombem. Mesmo com fraude, Bidê teve votação expressiva.

  2. Minion de Peixeira disse:

    Pra quem quer ver os EUA se ferrarem, faz todo o sentido comemorar a derrota de Trump. Nisso há coerência.. No fundo é pura inveja (cheia de discursos para justificar).

  3. Minion de Peixeira disse:

    Todos os inimigos dos EUA comemoram. O país seguraa uma barra que está muito além da compreensão das cabecinhas bitoladas por fessorzinho comuna. Avança o expancionismo do PCCh, o fundamentalismo islámico, os projetos oligopolistas com o seus cavalos de Tróia ( progressismo).Muitos vão achar graça dessas palavras. Riem da própria ignorância. De quebra, os idiotas úteis daqui vão servir de fantoches do agro americano, com o seu discurso hipócrita sobre ambientalismo.

  4. Baraki Hobama disse:

    Difícil viu tirar um imbecil do poder. 2022/23 e a elite branca brasileira vai ser cruel.

  5. Queiroz disse:

    Vai ter o mesmo fim do Al Capone e o daqui, se Deus quiser, vai ter o mesmo fim do Mussolini.

    • Calígula disse:

      Pode chorar kkk Bolsonaro assinou um decreto liberando as lágrimas da esquerda.

  6. Manoel disse:

    Delinquente.

  7. Tico de Adauto disse:

    Menino Trumpinho das maldades deveria ser responsabilizado e processado criminalmente.

EUA iniciam aplicação da 2ª dose da vacina da Pfizer contra Covid

A enfermeira Sandra Lindsay é a primeira americana a receber a segunda dose da vacina da Pfizer contra a Covid-19 — Foto: Shannon Stapleton/Pool via Reuters

A primeira enfermeira a tomar a vacina da Pfizer nos Estados Unidos recebeu a segunda dose nesta segunda-feira (4) para completar a imunização.

Sandra Lindsay foi vacinada no Centro Médico Judaico de Long Island, no bairro do Queens, no subúrbio de Nova York.

Ela trabalha na UTI (Unidade de Terapia Intensiva) do hospital e recebeu a primeira dose em 14 de dezembro, logo após a vacina ser aprovada.

As duas imunizações foram transmitidas ao vivo pela televisão.

“Não foi nada diferente de tomar qualquer outra vacina”, contou Lindsay ao receber a primeira dose. “Espero que isso marque o início do fim de um período muito doloroso de nossa história”.

A enfermeira fez questão de reforçar que a vacina é segura. “Estamos em uma pandemia e, portanto, todos precisamos fazer nossa parte.”

Com mais de 20 milhões de casos e 350 mil mortes, os Estados Unidos são o país mais afetado do mundo pelo novo coronavírus.

Vacinação no Reino Unido

Também nesta segunda-feira (14), o Reino Unido se tornou o primeiro país do mundo a utilizar a vacina de Oxford, desenvolvida em parceria com a farmacêutica AstraZeneca, fora dos estudos clínicos.

Os britânicos foram também os primeiros do mundo a aprovar o uso emergencial do imunizante da Oxford.

Foram também os primeiros a aprovar e utilizar a vacina da Pfizer, desenvolvida em parceria com a BioNTech, que já é aplicada desde 8 de dezembro em grupos prioritários.

Além do Reino Unido, a Argentina também autorizou o uso emergencial da vacina de Oxford (e já está aplicando a vacina russa Sputnik V desde a semana passada na população).

Eficácia das vacinas

A vacina Pfizer/BioNTech apresentou eficácia de 95% na prevenção à Covid -19, segundo estudos da fase 3 dos testes do imunizante. Os resultados foram apresentados em novembro e não houve efeitos colaterais graves nos voluntários.

A vacina é uma das quatro que estão sendo testadas no Brasil, junto com a de Oxford, mas o governo federal ainda não fez acordo para adquirir o imunizante.

Já a vacina de Oxford tem eficácia média de 70,4% e é segura, segundo estudo publicado e revisado na revista científica “Lancet”. Os testes ocorreram em diversos países, inclusive no Brasil.

Ela teve 90% de eficácia quando administrada em meia dose seguida de uma dose completa com intervalo de pelo menos um mês, segundo dados dos testes no Reino Unido.

Quando administrada em duas doses completas, a eficácia foi menor, de 62%. A análise que considerou os dois tipos de dosagem indicou uma eficácia média de 70,4%.

A taxa de eficácia representa a proporção de redução de casos entre o grupo vacinado comparado com o grupo não vacinado.

Na prática, se uma vacina tem 90% de eficácia, isso significa dizer que a pessoa tem 90% menos chance de pegar a doença se for vacinada do que se não for.

G1

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Pixuleco disse:

    Por aqui somente a CLOROQUINA que o Gego Lundun mandou para o TONHO . Infelizmente estamos a largos passos para o DA LUA 200 mil . Lamentável

  2. Tico de Adauto disse:

    E o Brasil na berlinda. Bolsomiliciano genocida.

    • Victorino disse:

      Talvez Tico tico, sua ignorância não deixe vc raciocinar, genocida foi quem construiu estadios de futebol em vez de hospital, um trilhão em treze anos de corrupção dos governos PeTistas, ou vc acha que todo brasileiro é idiota como vc. Imbecíl…

    • Manoel disse:

      O gado na falta do que falar, repete sempre: e o PT?
      Há 5 anos que o PT nao é mais governo mas esses imbecis têm uma tara tão grande pelo PT que nem as mortes e o descaso com a pandemia promovida pelo bandido predileto deles, o fazem abri os olhos.

    • Neco disse:

      O estrago deixado pelo PT ainda vai durar décadas;
      Temos que lembra sempre.

FOTOS: Brasileiro que já teve Covid é vacinado contra a doença nos EUA

Douglas Felizardo já teve a Covid-19 e foi vacinado contra a doença nos EUA — Foto: Douglas Felizardo/Arquivo pessoal

O ano de 2021 começou com sinais de esperança ao brasileiro Douglas Axel Felizardo. Natural de Sertãozinho (SP), ele mora há quatro anos na cidade de Brandywine, no estado de Maryland, nos Estados Unidos. Após contrair a Covid-19 em março do ano passado, teve a oportunidade de receber a primeira dose da vacina contra a doença na sexta-feira (1º), por trabalhar na área de saúde.

O técnico oftálmico de 27 anos disse ao G1 que, por conta da infecção, perdeu paladar e olfato por duas semanas, além de ter tido febre alta e falta de ar. Não precisou ser internado e se recuperou em casa. “Foi um pesadelo. Fiquei com medo de morrer”, contou.

Agora, após a primeira dose da vacina, está mais aliviado e aguarda com ansiedade a aplicação da segunda etapa do imunizante, marcada para 19 de janeiro. No entanto, gostaria que a sensação se estendesse aos familiares, que estão no Brasil.

“Quando soube que seria vacinado, eu fiquei muito feliz. Foi uma sensação de luz no fim do túnel. Sensação de alívio, mas ao mesmo tempo tristeza, porque queria que meus familiares tivessem a mesma oportunidade que eu tive”, afirmou.

Felizardo tomou a vacina da Pfizer, que foi aprovada no dia 13 de dezembro nos EUA e começou a ser aplicada no dia 14. O país também conta com o imunizante da Moderna no combate ao novo coronavírus. A aplicação começou no dia 20.

Convocação e agendamento

O brasileiro chegou aos EUA após ter se casado com um norte-americano. Depois de aprimorar o inglês, teve interesse pela área de saúde e fez um curso avançado de técnico de enfermagem. Ao pegar a certificação, conseguiu emprego em um hospital, onde atuou por dois anos.

Agora, como técnico oftálmico, trabalha com cirurgiões especializados em olhos e, desde o anúncio do início da vacinação contra a Covid-19, soube que estava na lista dos prioritários.

“Já estávamos cientes que agentes de saúde, não importando a posição, seriam os primeiros a tomar a vacina. Com isso na quinta-feira (31), recebemos um e-mail dos nossos supervisores dizendo que havia chegado a nossa vez”, explicou.

Felizardo foi vacinado no salão de um hospital na cidade onde mora e disse que o processo foi simples e organizado, apesar da grande fila registrada no primeiro dia de 2021. Ele não teve reações adversas ao imunizante.

“O processo de agendamento foi super simples. O que eu fiz foi clicar no link que me mandaram, agendar, e ir ao local programado para receber a vacina. Não demorei muito. O que tive que fazer foi esperar na fila, assinar alguns documentos e aguardar minha vez. No final, esperei por 15 minutos em uma sala para ver se tinha alguma reação”, contou.

Norte-americanos formam fila para vacinação contra a Covid-19 no estado de Maryland — Foto: Douglas Felizardo/Arquivo Pessoal

Vacina da Pfizer

Na análise do Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC), órgão de saúde dos Estados Unidos, a vacina desenvolvida pelas farmacêuticas Pfizer e BioNTech apresentou alta eficácia em todas as faixas de idade, sexo, raça e etnia.

O imunizante precisa ser armazenado a uma temperatura de -70ºC, motivo apontado como um problema por especialistas, e é pioneiro no uso da tecnologia mRNA, método que usa parte do material genético do vírus para estimular o corpo a produzir defesa contra o Sars-Cov-2, causador do novo coronavírus.

A meta das autoridades de saúde norte-americanas era vacinar 20 milhões de pessoas contra a Covid-19 até o dia 31 de dezembro, o que não aconteceu.

No último dia de 2020, a Organização Mundial da Saúde (OMS) concedeu aprovação emergencial para o imunizante da Pfizer-BioNTech com o objetivo de facilitar a aprovação interna em países que ainda não o aprovaram.

No Brasil, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e a farmacêutica ainda discutem ações para pedidos de registro dos usos emergencial e definitivo da vacina.

G1