Geral

EUA enviarão ao Brasil mais de R$ 100 milhões em medicamentos do ‘kit intubação’ para pacientes com Covid-19

Foto: Edilson Dantas / Agência O Globo

O governo Joe Biden está trabalhando para enviar ao Brasil cerca de R$ 108 milhões (US$ 20 milhões) em medicamentos do “kit intubação”, usados para intubar pacientes com Covid-19, informou a Casa Branca nesta terça-feira.

Os medicamentos virão de reservas estratégicas do governo dos Estados Unidos e serão entregues em parceria com a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), segundo a secretária de imprensa da Casa Branca, Jen Psaki.

— Ainda não foi finalizado, mas estamos trabalhando em parceria com o governo brasileiro nisso — afirmou.

O momento da intubação de pacientes com Covid, ou seja, quando precisam receber um tubo pela boca que levará o ar de um respirador mecânico até os pulmões, depende de três tipos de medicação: analgésico, sedativo e bloqueador neuromuscular.

As três drogas precisam ser usadas em sequência nas UTIs para introduzir o tubo nos pacientes. Sem remédios não é possível fazer esse procedimento.

Feita a intubação, o doente ainda vai precisar de remédios por vários dias. Analgésicos e sedativos são de praxe para quem está com o ventilador mecânico, mas há aqueles, principalmente os em estado mais crítico, que precisam de bloqueador neuromuscular de forma contínua.

O Globo

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Geral

Al Qaeda promete ‘guerra em todas as frentes’ contra os EUA

Soldados dos EUA patrulham ruas de Musa Qala, no Afeganistão, em 2010; atualmente, cidade é controlada pelo Talibã. Foto: Paula Bronstein – 20.nov.2010/Getty Images

Este sábado, 1º de maio, marca os dez anos da morte de Osama Bin Laden. O mentor dos ataques de 11 de setembro de 2001 aos Estados Unidos foi morto pelas forças de operações especiais Seal Team 6, dentro de seu esconderijo de muros altos na cidade de Abbottabad, no Paquistão.

O nome do líder e de sua rede terrorista, a Al Qaeda, definiram uma era de reação e retaliação dos Estados Unidos, superando qualquer política antiterrorista anterior.

Agora, a “guerra ao terror” está prestes a entrar em uma nova fase, já que o presidente Joe Biden se prepara para retirar todas as forças americanas do Afeganistão até o 20º aniversário do 11 de setembro. Porém, do outro lado, a Al Qaeda afirma que sua guerra com os Estados Unidos está longe do fim.

Em uma entrevista exclusiva à CNN conduzida por intermediários, dois membros da Al Qaeda disseram que “a guerra contra os EUA continuará em todas as outras frentes, a menos que sejam expulsos do resto do mundo islâmico”.

No passado, a Al Qaeda raramente respondia às perguntas, preferindo se esconder atrás da própria propaganda, evitando até mesmo o escrutínio mais distante. Não está claro por que o grupo decidiu fazer isso agora.

O analista de terrorismo Paul Cruickshank, editor-chefe do Combating Terrorism Center (CTC), de West Point, que revisou as respostas da Al Qaeda, diz que é possível “eles se sentirem estimulados pela decisão do governo Biden de retirar as tropas do Afeganistão, mas também podem estar tentando desviar atenção às muitas perdas recentes. ”

Al Qaeda sugere que Taleban mente em negociações com os Estados Unidos

Hoje, o grupo terrorista que rugia e chamava a atenção mundial está reduzido a um gemido, mas está longe de estar morto. E agora diz que está planejando um retorno depois que as forças dos EUA deixarem o Afeganistão, fazendo parceria mais uma vez com o Taleban.

Em sua resposta à CNN, dois membros da Al Qaeda transmitiram elogios ao grupo fundamentalista por manter viva a luta contra os Estados Unidos. “Graças aos afegãos pela proteção dos camaradas de armas, muitas dessas frentes jihadistas operam com sucesso em diferentes partes do mundo islâmico há muito tempo”, disse o porta-voz.

Em 11 de setembro deste ano, a guerra mais longa da América que visava neutralizar o grupo terrorista terminará formalmente, com o presidente Biden declarando: “Bin Laden está morto e a Al Qaeda está degradada, no Afeganistão. E é hora de acabar com a guerra para sempre.”

O secretário de Estado dos EUA, Antony Blinken, explicou a decisão ao programa “This Week”, da ABC, no início deste mês: “fomos ao Afeganistão há 20 anos porque fomos atacados em 11 de setembro e fomos enfrentar aqueles que nos atacaram em 11 de setembro, e para garantir que o Afeganistão não se torne novamente um paraíso para o terrorismo dirigido aos Estados Unidos ou a qualquer um de nossos aliados e parceiros “, disse Blinken. “E alcançamos os objetivos que nos propusemos alcançar.”

O que tornou a saída possível foi o acordo dos Estados Unidos com o Taleban afegão feito em fevereiro de 2020, no qual o grupo prometeu cortar os laços com a Al Qaeda que levaram as tropas americanas a invadirem o Afeganistão após os ataques de 11 de setembro.

Por meio de intermediários jornalísticos, o jornalista da CNN Saleem Mehsud procurou a Al Qaeda para saber sua reação ao movimento de Biden de retirar as tropas do país, e em vez de ignorá-lo como fez tantas vezes no passado, os representantes responderam.

A resposta deles sugere que o Taleban não está sendo tão honesto com o governo de Biden e que a retirada das tropas dos EUA pode ser baseada em uma farsa.

A CNN entrou em contato com o Taleban para comentar sobre o relacionamento com a Al Qaeda, mas não obteve resposta, tornando o posicionamento da Al Qaeda à CNN uma visão significativa sobre o que pode ocorrer após a retirada das tropas americanas.

Peter Bergen, especialista em terrorismo da CNN e autor de vários livros sobre Osama Bin Laden, leu a resposta da Al Qaeda e julgou-a “genuína”.

Bergen aponta para outra parte do comunicado, destacando os laços contínuos com o Taleban, na qual afirma: “ao mesmo tempo, TTP [Taleban Paquistanês] e AQ [Al Qaeda] têm relações de irmandade islâmica que estavam e ainda estão intactas e o mesmo acontece com Taleban afegão.”

Ele observa: “isso confirma o que a ONU tem dito que ‘o Taleban consultou regularmente’ a Al Qaeda durante suas negociações com os Estados Unidos, garantindo que eles ‘honrariam seus laços históricos’ com o grupo terrorista.”

De forma um tanto ambígua, a Al Qaeda também afirma não ter interesse em usar o próprio Afeganistão como plataforma de lançamento para ataques futuros, porque não precisa mais dele.

“Não era necessário o Afeganistão e não existe essa intenção no futuro”, diz o grupo. No entanto, como Cruickshank aponta, “uma declaração de intenções de um agente anônimo dificilmente é vinculativa para o grupo.”

Estado Islâmico ajudou a enfraquecer a Al Qaeda

Em sua resposta à CNN, a Al Qaeda declara a vitória do Afeganistão. “Os americanos estão agora derrotados” e traçam um paralelo com a retirada da União Soviética do país há três décadas e seu subsequente colapso: “A guerra dos Estados Unidos no Afeganistão desempenhou um papel fundamental no ataque à economia dos Estados Unidos.”

Essa linha ecoa a retórica do próprio Bin Laden, que promoveu a ideia simplificada de que os soviéticos faliram no Afeganistão. O custo das guerras dos EUA contra o terrorismo chegou a trilhões, mas os ataques de 11 de setembro não trouxeram o colapso econômico dos EUA.

A Al Qaeda admite o preço que a guerra cobrou deles, dizendo que enviou “a maioria” dos combatentes centrais da Al Qaeda para a Síria, onde “alguns deles foram martirizados nos últimos anos”.

Também admite que a morte de Bin Laden nas mãos do Seal Team 6 enfraqueceu o grupo, permitindo que os islâmicos mais niilistas se fortalecessem. “Eles se beneficiaram do martírio do Sheikh Osama, Sheikh Atiyahullah, Sheikh Abu Yahya Al-Libi (que Deus tenha misericórdia deles) e muitos outros.”

Nos últimos anos, as atrocidades e ataques que o autodenominado Estado Islâmico provocou na Europa quase acabaram com a Al Qaeda. Mas a organização terrorista classifica isso como um “silêncio tático”, alegando que não está “quebrada” e, em vez disso, está “travando uma longa guerra” com “diferentes estágios”.

O atual líder da Al Qaeda, o menos carismático Ayman al-Zawahiri, vive uma existência quase virtual e é ouvido apenas em raros lançamentos de propaganda. No entanto, o grupo ainda se vê como líder para outros jihadistas. “Franquias” da Al Qaeda operam no Iêmen, Síria, Somália e norte da África, entre outros lugares.

Em resposta à CNN sobre seu papel no Paquistão e no Afeganistão, afirma ter “planejado” o ataque de 2009 que matou sete agentes da CIA em sua base perto de Khowst. Ele disse que na época o Taleban paquistanês, o TTP, que também era conhecido por estar envolvido no ataque, era parceiro e “estava em seus estágios de aprendizagem, muitos erros foram cometidos por eles”.

Bergen analisa: “isso se encaixa com os documentos [de Bin Laden] em Abbottabad nos quais os líderes da Al Qaeda tratam a TTP como um parceiro júnior que eles podem comandar [embora a AQ seja uma organização pequena e a TTP uma grande, relativamente falando].”

Biden parece estar ciente da potencial falsidade do Taleban e a disseminação da Al Qaeda, dizendo em seu discurso ao Congresso nesta quarta-feira (28) que “manteremos uma capacidade além do horizonte de suprimir futuras ameaças à pátria”.

“Mas não se enganem: a ameaça terrorista evoluiu para além do Afeganistão desde 2001 e continuaremos vigilantes contra ameaças aos Estados Unidos, de onde quer que venham. Al Qaeda e Estado Islâmico estão no Iêmen, Síria, Somália e outros lugares na África e no Oriente Médio e além”, afirmou o democrata.

Afeganistão pode ficar livre da Al Qaeda

Hoje, a Al Qaeda parece orgulhosa de sua influência sobre o TTP. “Agora, a organização do Taleban paquistanês e sua liderança não apenas avançam à luz da Sharia (lei islâmica), mas também tomando melhores decisões com base em experiências passadas e sucessos recentes, tornaram-se possíveis pela mesma unidade e adesão à lei islâmica e à sabedoria.”

Não está claro se esta é uma referência ao primeiro grande ataque do TTP em vários anos, no qual atingiu um hotel onde o embaixador chinês estava hospedado em Quetta na semana passada. Autoridades de segurança do Paquistão disseram à CNN que o embaixador da China não era o alvo, mas, mesmo assim, destacaram que a Al Qaeda está recuperando força.

Se o Taleban está tão próximo da Al Qaeda como o grupo afirma, e a ONU avalia, então a comunicação de 2 mil palavras do AQ com a CNN implica que, em vez de ser parceiro do cessar-fogo dos EUA, o Taleban está o mais próximo de apoiar a Al Qaeda na guerra contra os Estados Unidos como sempre ocorreu.

A Al Qaeda está deixando claro que o país que já foi sua base para planejar o ataque mais mortal de todos os tempos em solo americano está livre para ser usado novamente. “Os Estados Unidos não são um problema para nossos irmãos afegãos, mas devido aos sacrifícios na guerra afegã, os americanos estão agora derrotados. Sejam republicanos ou democratas, ambos tomaram a decisão final de se retirar da guerra afegã.”

Se o Taleban cumprir suas promessas a Biden, tudo isso não passará de propaganda da Al Qaeda, mas se não cumprir, todas as apostas sobre a ameaça futura que ele representa estão canceladas.

CNN Brasil

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Geral

Estado dos EUA dará R$ 543 a jovens que se vacinarem contra covid-19

Foto: Divulgação

O governador do estado americano da Virgínia Ocidental anunciou na segunda-feira (26) que pagará para que uma parcela mais jovem da população, entre 16 e 35 anos, se vacine contra a covid-19. A medida pretende incentivar a imunização da parcela de habitantes que ainda não compareceu a um dos pontos de vacinação.

“Para cada um de nossos jovens, nós vamos dar um título de poupança de US$ 100 (equivalente a R$ 543, na cotação atual) para cada um que se apresentar e tomar suas vacinas”, disse o governador republicano Jim Justice, em uma entrevista coletiva.

“Nossos filhos de hoje provavelmente não percebem o quão importante eles são para acabar com isso [a pandemia]. Estou tentando encontrar uma maneira que realmente os motive – e a nós – a superar o obstáculo”, disse Justice.

De acordo com o comunicado do governo, a meta é vacinar 70% da população elegível de Virgínia Ocidental. No entanto, apenas 52% receberam a primeira dose do imunizante, enquanto 37% delas foram totalmente vacinadas.

“Eles não estão tomando as vacinas tão rápido quanto gostaríamos. Se realmente queremos mover a agulha, temos que vacinar nossos jovens”, acrescentou.

Cerca de 380 mil pessoas entre 16 e 35 poderão receber o incentivo financeiro – inclusive aqueles que já se vacinaram e correspondem à faixa etária. O valor será fornecido pela Cares (Lei de Auxílio, Alívio e Segurança Econômica, na sigla em português), um financiamento federal de emergência aprovado em março do ano passado.

UOL

 

Opinião dos leitores

  1. O genocida do presidente daqui não comprou vacina, imagine pagar para alguém de vacinar…
    Piada.
    Por aqui já temos metade da população passando fome…

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Política

Bolsonaro encaminha ao Congresso anexos a acordo entre Brasil e EUA; textos tratam de regras comerciais e de transparência

Foto: © Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

O presidente Jair Bolsonaro encaminhou nessa segunda-feira(26) ao Congresso Nacional anexos ao Acordo Brasil–Estados Unidos de Comércio e Cooperação Econômica (ATEC). Elaborados em conjunto pelos Ministérios da Economia e das Relações Exteriores, os anexos, que constituem um protocolo ao ATEC, tratam de regras comerciais e de transparência.

Segundo o Palácio do Planalto, integram o protocolo, como anexos, entendimentos sobre facilitação de comércio e administração aduaneira, boas práticas regulatórias e anticorrupção. Os anexos serão incorporados ao ATEC, assinado em 2011, e precisam ser aprovados pelos deputados e senadores.

O objetivo do termo, informou o Planalto, é expandir o comércio e fortalecer as relações econômicas entre o Brasil e os Estados Unidos, ao promover ambiente aberto e previsível e reduzir barreiras não tarifárias ao comércio. Segundo os Ministérios da Economia e das Relações Exteriores, a desburocratização dos trâmites para o comércio bilateral e a adoção de padrões internacionais de práticas regulatórias e de combate à corrupção fornecerão segurança jurídica e estimularão o fluxo comercial entre os dois países.

O anexo sobre facilitação de comércio pretende reduzir entraves burocráticos e assegurar maior agilidade, previsibilidade e transparência em relação às normas e aos procedimentos de exportação e importação, reduzindo os custos relacionados ao comércio exterior. O anexo sobre boas práticas regulatórias pretende tornar o ambiente de negócios no Brasil mais transparente, previsível e aberto à concorrência, em linha com a Lei de Liberdade Econômica.

O anexo anticorrupção, reafirma, bilateralmente, obrigações legislativas a que Brasil e Estados Unidos se vincularam, especialmente a Convenção das Nações Unidas contra a Corrupção (2003), a Convenção Interamericana contra a Corrupção (1996) e da Convenção da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) sobre Corrupção de Funcionários Públicos Estrangeiros em Transações Comerciais Internacionais (1997).

Além da esfera criminal, o anexo expande a atuação doméstica e a cooperação internacional anticorrupção para as esferas civil e administrativa. “Trata-se de evolução relevante nas tarefas de combater, mediante a recuperação de ativos, o eixo central das cadeias delitivas organizadas: seus fluxos financeiros. O texto reforça, portanto, o compromisso conjunto para o combate à corrupção”, informou o Palácio do Planalto.

Agência Brasil

Opinião dos leitores

  1. A esquerdalha vai enlouquecer. Pensavam que o Biden viraria as costas para um antigo e importante aliado como o Brasil. Quebraram a cara de novo. “Enquanto os cães ladram, a caravana passa”. O governo Bolsonaro segue “consertando” o Brasil. E com ZERO corrupção. Há quanto tempo não vemos isso?

    1. Coitado, Lula e Bush se davam muito bem, ninguém vai enlouquecer. E outra, consertando o que, cara-pálida? Você vai ao mercado? Abastece veículo? Tá com carteira assinada?

  2. Tudo errado, esse rapaz é um irresponsável, o que ele pretende com transparência?
    Não serve, a única coisa confiável são as versões criadas nos partidos, a palavra de seus corruptos de estimação, de acordo com a esquerda brasileira. Outro erro enorme é fazer acordo com os EUA, pra quê? Tem que fazer acordo com Cuba, Argentina, Venezuela, Bolívia, países falidos, não com países desenvolvidos, prósperos, com potencial econômico. Por isso o Brasil não cresce, se aliando a países capitalistas e não a ditadores.

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Clima

Governo americano diz que depositará credibilidade ‘em planos sólidos’ do Brasil, e destaca que Bolsonaro adotou ‘tom positivo e construtivo’ durante seu discurso

Foto: Reprodução/CNN/Montagem

Após o discurso do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) na Cúpula do Clima na manhã desta quinta-feira (22), o governo americano se posicionou sobre as metas estabelecidas pelo governo federal no combate ao desmatamento e redução de emissões de gases.

Em nota, um porta-voz do Departamento de Estado dos EUA afirmou que o país depositará sua credibilidade em “planos sólidos” e ressalta que os americanos não se furtarão de enviar os recursos necessários.

“Nossa credibilidade se apoiará em planos sólidos, na execução do trabalho e em um foco implacável nos resultados. Alcançar metas ambiciosas requer recursos e os americanos estão comprometidos com a parceria com os brasileiros nesse esforço”, diz a nota.

Após a fala de Bolsonaro na Cúpula, o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, afirmou que o governo brasileiro enviou um plano de trabalho aos EUA e que são necessários recursos para colocá-lo em prática.

Segundo o governo do presidente Joe Biden, Jair Bolsonaro revelou um “um tom positivo e construtivo” durante seu discurso.

“Estamos satisfeitos que o presidente Bolsonaro tenha reconhecido o importante papel do setor privado em nos ajudar a encontrar soluções. Concordamos com sua ênfase no envolvimento necessário dos povos indígenas e comunidades tradicionais na proteção das florestas e da biodiversidade, e com seu reconhecimento do importante papel do setor privado em nos ajudar a encontrar soluções.”

O comunicado também diz que “detalhes ainda precisam ser resolvidos”. “Muitos detalhes ainda precisam ser resolvidos, e é justo perguntar a todos os países, Estados Unidos, Brasil e outros – como vamos alcançar nossos ambiciosos objetivos.”

O governo americano diz ainda que seguirá trabalhando em conjunto com o Brasil. “Esperamos continuar trabalhando junto com o Brasil para expandir nosso diálogo e cooperação, com base em nossas décadas de cooperação em desafios ambientais compartilhados.”

“Alcançar a neutralidade de carbono até 2050, dez anos antes do comprometido anteriormente e sem pré-condições, é significativo, assim como seu compromisso de dobrar os fundos disponíveis para fiscalização, um passo crucial para eliminar o desmatamento ilegal até 2030”, diz o comunicado do departamento de Estado dos EUA.

CNN Brasil

Opinião dos leitores

  1. Um finge que fala a verdade e o outro finge que acredita. Menos mau. Pior seria esse senhor continuasse vomitando bobagens.

  2. Marrapaz…deixaram o miliciano falar por último…kkkk
    TB, do Jeito que ele mente…Biden nem queria ouvir….kkkkk

  3. Nem Biden acredita no que ele próprio falou…. Ele sabe que Bozo não é de confiança…Mas os EUA precisam de aliados contra a China…por falar em China, já reduziu a compra de soja do Brasil e tá comprando “apenas” 85% a mais de soja americana…EUA pode até jogar xadrez, mas a China joga Go…kkkk

  4. Se o desmatamento é ilegal como diz o bozo, porque não para esse desmatamento agora? Por que deixar pra 2030?

  5. Pense numa matéria de tirar o sono da esquerda reacionária.
    Biden falando do Brasil sem o ranço e o ódio demostrados pela esquerda contra o Presidente. Qual será a versão que a mídia comprometida com os recursos públicos vai levar ao ar? Qual será o tamanho da mentira que vão colocar nessa notícia, afinal, tem mídia que a credibilidade não existe e ela insiste em permanecer cavando sua própria ruina, sem respeito ao povo e totalmente afastada dos fatos.
    Alguém leu o livro do ex presidente americano Baraque Obama? Ele fala de Lula, está lá escrito, registrado, para ninguém ter dúvida. Vão lá ler, é um político de esquerda atestando a conduta do ex presidente do Brasil.

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Saúde

EUA vão ampliar recomendação de não viajar para 80% dos países; Departamento de Estado alega “risco sem precedentes”

Foto: © REUTERS/Arnd Wiegmann/Direitos Reservados

O Departamento de Estado dos Estados Unidos (EUA) anunciou que vai aumentar a orientação de “Não viajar” para cerca de 80% dos países do mundo, apontando um “risco sem precedentes aos viajantes” por causa da pandemia de covid-19.

“Essa atualização resultará no aumento significativo do número de países no Nível 4: ‘Não viajar’, para 80% dos países do mundo”, afirmou em nota.

O Departamento já havia listado 34 de cerca de 200 países no Nível 4, incluindo lugares como Chade, Kosovo, Quênia, Brasil, Argentina, Haiti, Moçambique, Rússia e Tanzânia. Chegar a 80% do mundo implicaria a inclusão de mais 130 países à lista, aproximadamente.

A maioria dos norte-americanos já estava impedida de viajar para grande parte da Europa por causa de restrições impostas pela pandemia de covid-19. Washington barrou quase todos os não cidadãos norte-americanos que estiveram recentemente em países europeus, na China, no Brasil, Irã e na África do Sul.

O Departamento de Estado disse que a medida não implica a reavaliação das atuais situações sanitárias em alguns países, mas “reflete um ajuste no sistema de aconselhamento de viagens do Departamento de Estado para se apoiar mais em avaliações epidemiológicas existentes (do Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA, o CDC).”

O CDC não respondeu imediatamente a um pedido de comentário.

No início do mês, o CDC anunciou que as pessoas vacinadas completamente contra a covid-19 podem viajar com segurança pelos Estados Unidos com “risco baixo”, mas a diretora do CDC, Rochelle Walenksy, desencorajou os norte-americanos a fazê-lo devido ao alto número de casos no país.

Agência Brasil, com Reuters

Opinião dos leitores

  1. Só aqui no Brasil que “loucos” acham que está tudo bem, que a pandemia acabou no ano passado, conforme anunciado pelo maior. A situação é grave nessa pandemia. Os EUA que têm informações como nenhum outro país tem, está tomando as devidas precauções, pois sabe o que aconteceu no ano passado quando um presidente louco mandava no país. Aqui, o negócio é incentivar a indústria da morte, funerárias, etc…

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Polícia

Atirador mata 8 pessoas em centro de operações da FedEx nos EUA

Foto: CBC News/Reprodução

Um atirador matou oito pessoas e feriu várias outras em um centro de operações da empresa de entregas FedEx em Indianápolis, nos Estados Unidos, na noite desta quinta-feira 15. O agressor se matou com um tiro assim que os agentes chegaram ao local, segundo a polícia.

A identidade do atirador ainda não foi revelada, assim como a motivação do ataque. O número exato de feridos também não foi divulgado, mas segundo informou o porta-voz da polícia local, Genae Cook, cinco pessoas foram hospitalizadas, uma delas com ferimentos graves.

“[O atirador] invadiu o estacionamento, saiu do seu veículo e começou a atirar rapidamente. … Os primeiros tiros foram disparados ainda no estacionamento, mas logo ele entrou [no edifício]”, disse o subchefe da polícia de Indianápolis, Craig McCartt, à emissora americana CNN na sexta-feira, 16.

O agressor portava apenas uma arma – “um tipo de rifle”, segundo a polícia. Agora os investigadores avaliam a origem da arma e investigam se ele possuía outros armamentos.

O incidente ocorreu em um prédio da FedEx perto do Aeroporto Internacional de Indianápolis, onde trabalham cerca de 4.000 pessoas, segundo a imprensa local. A rodovia interestadual 70 chegou a ser interditada após o ataque.

Um porta-voz da FedEx disse que a empresa está chocada e triste pela perda de seus funcionários e cooperando com as investigações. Ele não esclareceu se todas as vítimas trabalhavam para a empresa.

Este é o sétimo ataque do tipo nos Estados Unidos em apenas um mês. Somente em março 30 pessoas morreram em ataques com arma de fogo em todo o país. Em 16 de março, oito pessoas foram assassinadas por um homem durante uma invasão a casas de massagem na área de Atlanta.

Veja

Opinião dos leitores

  1. É por isso que defendo que o governo federal doe armas de fogo para todo o povo brasileiro. A vida só será segura e tranquila quanto todos puderem andar com uma pistola na cintura.

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Saúde

Coquetel de medicamentos criado nos EUA pode prevenir e tratar a Covid-19, dizem estudos

Foto: Reprodução/Getty Images

A empresa americana de biotecnologia Regeneron Pharmaceuticals, Inc. anunciou recentemente que seu coquetel de anticorpos monoclonais contra a Covid-19, chamado REGEN-COV, é capaz de prevenir a doença em pessoas que vivem em ambiente de alto risco. A combinação dos medicamentos casirivimabe e imdevimabe também foi capaz de reduzir o aparecimento de sintomas em pessoas recentemente infectadas pelo novo coronavírus.

Diante destes resultados, a empresa pediu à FDA, agência que regula medicamentos nos EUA, a aprovação de uso emergencial da terapia para prevenção da doença. O medicamento já está liberado emergencialmente no país para tratamento de casos leves e moderados da Covid-19, que tenham alto risco de evoluir para quadros graves.

Prevenção

O estudo de Fase 3 que avaliou a eficácia do medicamento na prevenção da doença englobou 1.505 pessoas que não estavam infectadas com o SARS-CoV-2, nome oficial do novo coronavírus, mas moravam na mesma residência de alguém que tinha testado positivo para a doença até quatro dias antes. Os participantes foram divididos aleatoriamente em dois grupos: um recebeu um placebo e outro, uma dose de 1.200 mg de REGEN-COV, administrado em forma de injeção subcutânea.

Os resultados mostraram que o coquetel reduziu, em média, em 81% a probabilidade dessas pessoas desenvolverem sintomas da doença. Uma semana após a administração do medicamento o risco caiu para 72%. Nas semanas subsequentes, essa taxa subiu para 93%.

Entre os indivíduos que desenvolveram sintomas da doença, aqueles submetidos ao tratamento eliminaram o vírus mais rapidamente e tiveram uma duração dos sintomas muito mais curta: uma semana, em comparação com três semanas naqueles do grupo placebo.

“Estes dados indicam que o REGEN-COV pode complementar estratégias abrangentes de vacinação, particularmente para aqueles sob risco alto de infecção. É importante ressaltar que, até o momento, REGEN-COV demonstrou in vitro reter sua potência contra as variantes emergentes de Covid-19 que suscitam preocupação”, disse Myron Cohen, que comanda a iniciativa de anticorpos monoclonais da Rede de Prevenção da Covid-19 dos Institutos Nacionais de Saúde dos EUA (NIH, na sigla em inglês). O estudo foi conduzido pela empresa em parceria com o e Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infecciosas (NIAID, na sila em inglês), parte do NIH.

Evitar a progressão da doença

No segundo estudo, 204 pessoas com diagnóstico positivo de Covid-19, mas sem sintomas da doença, também foram divididos em dois grupos para receber um dose de REGEN-COV (1.200 mg) ou placebo. Os resultados mostraram que o tratamento reduziu em 31% o risco geral de desenvolver sintomas da doença. Essa taxa subiu para 76% após o terceiro dia. Além disso, o REGEN-COV encurtou em 45% a duração dos sintomas e reduziu em 90% a carga viral.

“A transmissão da Covid-19 geralmente ocorre através de pessoas infectadas que ainda não apresentam sintomas, por isso é fundamental que possamos diagnosticar e tratar rapidamente esses indivíduos para sua própria saúde e para prevenir a transmissão”, disse Katharine Bar, MD, co-investigadora principal do o julgamento e professor assistente de medicina, doenças infecciosas, Hospital da Universidade da Pensilvânia. “Esses dados abrem caminho para que REGEN-COV seja usado antes que os pacientes se tornem sintomáticos, com uma administração subcutânea mais conveniente”.

Embora não fosse um objetivo do estudo, os pesquisadores também descobriram que o tratamento reduziu o risco de hospitalização ou ida ao pronto-socorro em um período de 29 dias após a administração do medicamento.

Como funciona o tratamento

O REGEN-COV é um coquetel formado pelos anticorpos monoclonais – proteínas produzidas em laboratório que imiram anticorpos gerados naturalmente pelo organismo – casirivimabe e imdevimabe, desenvolvidos especificamente para bloquear a infecciosidade do SARS-CoV-2. Nos Estados Unidos, o tratamento teve seu uso emergencial aprovado pela FDA para ser usado em pessoas a partir de 12 anos de idade, com Covid-19 leve a moderada, com alto risco de progredir para doença grave ou hospitalização. Nesse caso, o tratamento é administrado via intravenosa, o que leva mais tempo, é mais difícil e pode ser uma das razões pelo qual sua liberação é limitada. A versão em injeção subcutânea pode ajudar a ampliar a autorização de uso do medicamento.

O coquetel da Regeneron ganhou popularidade após ter sido usado como parte do tratamento do então presidente dos Estados Unidos, Donald J. Trump, depois que ele contraiu a doença. No Brasil, a Roche, que fez parceria com a Regeneron para ampliar a produção do medicamento, pediu à Anvisa a liberação para uso emergencial do REGEN-COV. A agência tem até o dia 1º de maio para emitir um parecer.

O Brasil também é um dos seis países que participam dos estudos para avaliar a eficácia do coquetel, ao lado dos Estados Unidos, Chile, México, Moldávia e Romênia. Além da FDA, a EMA, agência que regula medicamentos na União Europeia, liberou o uso da combinação de anticorpos desenvolvida pela Regeneron para tratar pacientes com Covid-19 que não requerem suporte de oxigênio e estão em alto risco de progredir para uma doença grave.

Outras opções terapêuticas

O REGEN-COV não é o único anticorpo monoclonal desenvolvido para o tratamento da Covid-19. A farmacêutica americana Eli Lilly também produziu um coquetel destinado a pacientes de alto risco. Trata-se de uma combinação dos anticorpos monoclonais banlanivimabe e etesevimabe. Esse tratamento também já está autorizado para uso emergencial nos Estados Unidos, mostrou-se promissor na prevenção da doença e está sob análise da Anvisa.

Veja

Opinião dos leitores

  1. A GESTÃO DO NOSSO SAUDOSO ” COMITE CIENTIFICO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE” vai fazer outro estudo rapidinho pra dizer que não funciona.

    Sendo que depois de mais de um ano de pandemia esse comite ainda não conseguiu um estudo que posso nos ajudar.

    Apenas ele sabem dizer que não funciona trabalham pela politica e não pela ciência.

  2. Quer dizer que o presidente norte americano utilizou esse tratamento enquanto incentivava o povo a tomar cloroquina? Bom saber!

    1. Foi macho em testar nele mesmo, para ajudar seu povo, se ele não fizesse, você diria na época: “teste em voce, genocida’

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Saúde

Eficácia da vacina contra Covid da Moderna cai de 94,1% para 90% em novo estudo nos EUA

Foto: REUTERS/Eduardo Munoz

A vacina da Moderna é 90% eficaz contra a Covid-19 e 95% eficaz contra as formas graves da doença, anunciou a empresa americana em novos resultados publicados na terça-feira (13).

Os dados são de um ensaio clínico de fase 3 envolvendo mais de 30 mil pessoas nos Estados Unidos, e o número ficou um pouco abaixo de um ensaio clínico anterior, de dezembro, que atestava 94,1% de eficácia.

A Moderna não explicou o motivo da eficácia menor (e se isso se deve ao surgimento de novas variantes).

Mas a empresa de biotecnologia americana está trabalhando em duas versões modificadas de sua vacina, específicas para as variantes, e diz que os resultados em testes com camundongos são “encorajadores” (embora ainda não tenho sido revisados por pares).

“Novos dados pré-clínicos sobre nossas vacinas candidatas específicas para variantes nos dão confiança em nossa capacidade de antecipar o surgimento de novas variantes”, comemorou a chefe da Moderna, Stephane Bancel.

Em fevereiro, a empresa já havia anunciado que a vacina contra a variante sul-africana do coronavírus estava pronta para testes em humanos.

A vacina mRNA 1273 produzida pela Moderna usa a tecnologia chamada de RNA mensageiro, diferente das tradicionais. O imunizante precisa ser armazenado em baixas temperaturas, inferiores a -20ºC (veja mais no vídeo abaixo e no infográfico no fim do texto).

A farmacêutica está conduzindo ensaios clínicos para o uso da vacina em crianças. Os testes com adolescentes de 12 a 17 anos têm cerca de 3 mil participantes nos EUA, e os com com crianças de 6 meses a 11 anos continua a recrutar 6.750 participantes nos EUA e na China.

Entrega de doses

A Moderna diz que entregou 132 milhões de doses de sua vacina contra a Covid-19 em todo o mundo, sendo que 117 milhões foram destinadas aos Estados Unidos.

A empresa também disse que está a caminho de fornecer mais 100 milhões de doses aos americanos até o fim de maio e mais 100 milhões até o fim de junho.

Vacina de RNA

As vacinas de RNA mensageiro levam para o nosso organismo uma cópia de parte do código genético do vírus. É uma espécie de mensagem, uma receita para que nosso corpo produza uma proteína do vírus, e a presença dessa proteína desencadeia a produção de anticorpos.

Ganha-se um tempo que pode ser decisivo nessa luta de vida e morte. Se a pessoa vacinada for infectada, terá um exército de anticorpos prontos para neutralizar o corona, impedindo a sua multiplicação.

Foto: Arte G1

G1

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    1. Sei! Vc deve ter tomado e ficou caladinho. Se não tomou tem a aftose vac essa é 117% toma e grita mummmm é o minto.

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Diversos

VÍDEO: Pentágono confirma que captura imagens de OVNIs em forma de pirâmide foi feita pela Marinha

O Pentágono admitiu que um contratorpedeiro da Marinha dos Estados Unidos capturou uma estranha imagem de visão noturna de misteriosos objetos piscando voando acima dele e de outro navio de guerra.

O vídeo tingido de verde foi coletado pela Força-Tarefa de Fenômenos Aéreos Não Identificados e vazou para o cineasta Jeremy Corbell, que fez o documentário “Bob Lazar: Area 51 & Flying Saucers”, e para o diretor de notícias da KLAS TV George Knapp, informou o Sun.

Corbell disse que verificou a autenticidade do vídeo surpreendente depois de obter informações de um briefing de inteligência do Pentágono, onde oficiais confirmaram que a filmagem foi feita pela Marinha, mas não descreveu o conteúdo.

No curto clipe, gravado por pessoal a bordo do USS Russell, três orbes esmaecidas são vistas pairando sobre o navio de guerra. Um objeto triangular também é visto na filmagem.

Corbell também compartilhou três imagens capturadas pelo USS Omaha de uma nave “esférica” ​​não identificada.

“Observa-se que a nave ‘esférica’ era suspeita de ser um veículo transmédio e foi observada descendo na água sem destruição”, disse Corbell, de acordo com o meio de comunicação. “Observa-se que a nave ‘esférica’ não pôde ser encontrada ao entrar na água – e que um submarino foi usado na busca”, acrescentou.

Os incidentes foram discutidos em 1º de maio de 2020, durante briefing secreto realizado pelo Office of Naval Intelligence sobre a nave não identificada.

“George Knapp e eu pudemos verificar os materiais que você está prestes a considerar”, disse Corbell ao Sun. “Posso confirmar a sua autenticidade, bem como a narrativa que me foi fornecida quando foram apresentadas.”

Ele também recebeu informações sobre um terceiro avistamento em 4 de março de 2019, de um piloto do F / A-18 e seu oficial de sistemas de armas, ou WSO, de acordo com o relatório.

“Estas são fotos e vídeos autênticos de encontros militares reais com OVNIs, gerados para educar oficiais de inteligência de alto nível dentro de nossas forças armadas sobre a natureza e a apresentação do fenômeno UAP-OVNI”, disse ele. “É minha esperança que estes materiais sejam representativos de um momento único na história moderna; um possível ponto de viragem para a abordagem racional e transparente de investigar e explorar o mistério do fenômeno OVNI”, acrescentou Corbell.

A porta-voz do Pentágono, Susan Gough, disse ao Sun: “Posso confirmar que as fotos e vídeos mencionados foram feitos por pessoal da Marinha. A UAPTF incluiu esses incidentes em seus exames em andamento.

“Como dissemos antes, para manter a segurança das operações e evitar a divulgação de informações que possam ser úteis a adversários em potencial, o DOD não discute publicamente os detalhes das observações ou dos exames de incursões relatadas em nossos campos de treinamento ou espaço aéreo designado, incluindo aquelas incursões inicialmente designadas como UAP “, acrescentou.

“George Knapp e eu pudemos verificar os materiais que você está prestes a considerar”, disse Corbell ao Sun. “Posso confirmar a sua autenticidade, bem como a narrativa que me foi fornecida quando foram apresentadas.”

Ele também recebeu informações sobre um terceiro avistamento em 4 de março de 2019, de um piloto do F / A-18 e seu oficial de sistemas de armas, ou WSO, de acordo com o relatório.

“Estas são fotos e vídeos autênticos de encontros militares reais com OVNIs, gerados para educar oficiais de inteligência de alto nível dentro de nossas forças armadas sobre a natureza e a apresentação do fenômeno UAP-OVNI”, disse ele. “É minha esperança que estes materiais sejam representativos de um momento único na história moderna; um possível ponto de viragem para a abordagem racional e transparente de investigar e explorar o mistério do fenômeno OVNI”, acrescentou Corbell.

A porta-voz do Pentágono, Susan Gough, disse ao Sun: “Posso confirmar que as fotos e vídeos mencionados foram feitos por pessoal da Marinha. A UAPTF incluiu esses incidentes em seus exames em andamento.

“Como dissemos antes, para manter a segurança das operações e evitar a divulgação de informações que possam ser úteis a adversários em potencial, o DOD não discute publicamente os detalhes das observações ou dos exames de incursões relatadas em nossos campos de treinamento ou espaço aéreo designado, incluindo aquelas incursões inicialmente designadas como UAP “, acrescentou.

No mês passado, detalhes recém-divulgados dos registros dos navios de guerra USS Kidd, USS Rafael Peralta e USS John Finn ao longo de vários dias em julho de 2019 também revelaram objetos voadores zumbindo na costa da Califórnia.

O incidente teria levado a uma investigação pela Marinha, Guarda Costeira, FBI e outras agências, mas não conseguiu dar uma resposta.

Em um relatório no mês passado, um ex-oficial de inteligência nacional disse que um próximo relatório do governo revelará evidências “difíceis de explicar” em torno dos avistamentos de OVNIs – incluindo que eles quebraram a barreira do som sem um estrondo sônico.

Fox News

https://www.foxnews.com/science/navy-captures-footage-of-pyramid-shaped-ufos-orbs

 

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Diversos

EUA e China instalam porta-aviões no mar e aumentam tensões

Foto: Markus Castaneda/US Pacific Fleet

A atividade militar no Mar da China Meridional aumentou durante o fim de semana quando um porta-aviões chinês entrou na região depois de um grupo de ataque expedicionário da Marinha dos Estados Unidos encerrar seus exercícios.

Os EUA e as Filipinas estavam se preparando para exercícios conjuntos, enquanto o secretário de defesa dos EUA propunha maneiras de aprofundar a cooperação militar entre Washington e Manila depois que a China concentrou seus navios em águas disputadas.

O jornal estatal chinês Global Times disse neste domingo (11) que o primeiro porta-aviões do país, o Liaoning, navegou no Mar da China Meridional neste sábado, após completar uma semana de exercícios navais em torno de Taiwan.

Não houve anúncio oficial da posição de Liaoning, mas o tabloide chinês reproduziu imagens de satélite publicadas pelo veículo americano The War Zone que trata de questões militares.

A chegada do Liaoning ao mar da China Meridional ocorreu depois que um grupo de ataque expedicionário da Marinha dos EUA, liderado pelo porta-aviões USS Theodore Roosevelt e pelo navio de assalto anfíbio USS Makin Island, realizaram exercícios na região um dia antes.

Os dois navios de guerra foram acompanhados por um cruzador, destroieres e navios anfíbios menores. As embarcações também transportaram centenas de forças terrestres da 15ª Unidade Expedicionária da Marinha americana, além de helicópteros de apoio e caças F-35.

“Essa força de ataque expedicionária demonstra plenamente que mantemos uma força preparada para combate capaz de responder a qualquer contingência, evitar agressões e fornecer segurança regional e estabilidade para um Indo-Pacífico livre e aberto”, disse o capitão da Marinha dos Estados Unidos, Stewart Bateshansky, do Esquadrão Anfíbio 3, em um comunicado.

O Global Times apresentou a opinião de um especialista militar chinês, Wei Dongxu, dizendo que os exercícios da Marinha americana foram uma provocação.

Os exercícios do transportador chinês “podem estabelecer posições defensivas marítimas mais amplas, salvaguardar as regiões costeiras da China e manter as atividades militares dos EUA sob controle”, diz o texto, que cita Wei.

Mas um analista norte-americano descreveu a presença de Liaoning no mar da China Meridional como normal durante a primavera, quando as condições climáticas favorecem o treinamento. “O Liaoning vai até lá nesta época do ano [para praticar] defesa aérea e treinamento real de fogo”, disse Carl Schuster, ex-diretor de operações do Centro de Inteligência Conjunto do Comando do Pacífico dos EUA.

Exercícios conjuntos EUA-Filipinas

Nesta segunda-feira (12), mais de 1.700 soldados dos EUA e das Filipinas iniciaram exercícios militares por duas semanas, informou a Reuters, citando o chefe militar filipino, tenente-general Cirilito Sobejana.

Os exercícios se concentrarão em testar a prontidão das tropas americanas e filipinas para responder a eventos como ataques extremistas e desastres naturais, disse o relatório.

Eles acontecem depois que o secretário de Defesa dos EUA, Lloyd Austin, propôs a seu homólogo em Manila, Delfin Lorenzana, maneiras de estreitar os laços entre os militares dos EUA e das Filipinas, disse um comunicado do Pentágono.

As propostas incluíam maneiras de “aumentar a consciência sobre eventuais ameaças no Mar da China Meridional” e vêm depois da “recente concentração de navios militares da República Popular da China nos recifes de Whitsun “, na zona econômica exclusiva das Filipinas nas Ilhas Spratly.

Washington e Manila estão amarrados por um tratado de defesa mútua, que autoridades disseram que poderia entrar em cena no caso de qualquer ação militar chinesa contra navios do governo filipino em torno do recife de Whitsun.

O secretário de Relações Exteriores das Filipinas, Teodoro Locsin Jr., postou no último sábado (10) que trabalhará para que qualquer ataque a navios civis dos filipinos acione o pacto de defesa mútua, informou a CNN Filipinas.

Os comentários de Locsin foram feitos depois que uma equipe de notícias filipina disse na semana passada que seu barco fretado foi perseguido por barcos de guerra chineses enquanto se aproximava de um banco de areia na área disputada de Spratly, de acordo com a reportagem da CNN Filipinas.

“Temos um sério compromisso em ajudar Taiwan a se defender. Temos um sério compromisso com a paz e a segurança no Pacífico Ocidental. E, neste contexto, seria um grave erro alguém tentar mudar essa realidade pela força”. (Secretário de Estado dos EUA, Antony Blinken)

A China reivindica quase todo o Mar da China Meridional de 1,3 milhão de milhas quadradas como seu território, enfrentando reivindicações das Filipinas e de outras nações. Nos últimos anos, Pequim transformou regiões disputadas em ilhas artificiais com a instalação de fortalezas militares.

Pequim acusa Washington e outras marinhas estrangeiras de alimentar tensões na região, enviando navios de guerra como o atual grupo expedicionário liderado pelo porta-aviões Roosevelt.

Tensões em Taiwan

As tensões se estendem até as margens do nordeste do Mar da China Meridional, onde fica a ilha de Taiwan. Pequim reivindica a ilha democrática e autogovernada de quase 24 milhões de habitantes como seu território, embora os dois lados tenham sido governados separadamente por mais de sete décadas.

O presidente chinês, Xi Jinping, prometeu que Pequim nunca permitirá que Taiwan se torne formalmente independente e se recusou a descartar o uso da força, se necessário, para unificar a ilha com o continente.

Antes de se mudar para o Mar da China Meridional no fim de semana, o porta-aviões chinês Liaoning vinha exibindo sua força militar em Taiwan na última semana, segundo a mídia estatal chinesa.

O Exército de Libertação do Povo flanqueava Taiwan com o Liaoning e suas escoltas operando no Oceano Pacífico a leste, além de aviões de guerra a oeste, fazendo incursões na zona de defesa aérea autodeclarada de Taiwan.

Analistas disseram que os exercícios foram um aviso a Taipei e Washington de que Pequim não toleraria nenhum movimento pela independência de Taiwan e estava preparada para agir militarmente para evitar que isso acontecesse.

O secretário de Estado dos EUA, Antony Blinken, disse, no domingo, que Washington mantém o compromisso de defender Taiwan. “O que é uma preocupação real para nós são as ações cada vez mais agressivas de Pequim contra Taiwan”, disse Blinken no programa Meet the Press, da NBC.

“Temos um sério compromisso em ajudar Taiwan a se defender. Temos um sério compromisso com a paz e a segurança no Pacífico Ocidental. E, neste contexto, seria um grave erro alguém tentar mudar essa realidade pela força”, disse Blinken.

CNN Brasil

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Diversos

Rússia pede para EUA ‘não brincar com fogo’ após novas sanções

EUA impôs sanções após envenenamento de Navalny. FOTO: PRESS SERVICE OF MOSCOW CITY COURT/HANDOUT VIA REUTERS – 02.02.2021

A Rússia advertiu o governo dos Estados Unidos a “não brincar com o fogo” depois da adoção de sanções contra sete altos funcionários russos, em uma resposta ao envenenamento do opositor Alexei Navalny, atribuído por Washington ao Kremlin.

O ministério russo das Relações Exteriores denunciou em um comunicado um “ataque hostil contra a Rússia” como parte de uma “política americana insensata e ilógica que prejudica ainda mais as relações bilaterais com Moscou.

“Triunfa o absurdo”, afirmou a diplomacia russa, ao acusar Washington de utilizar Navalny como “pretexto para interferir abertamente nos assuntos internos” da Rússia.

“Vamos reagir com base no princípio da reciprocidade”, completou o ministério. A nota oficial afirma ainda que “os cálculos para impor algo à Rússia por meio de sanções ou outras pressões fracassaram no passado e fracassarão hoje”.

“Seguiremos defendendo nossos interesses nacionais de forma sistemática e decidida, rejeitando qualquer agressão. Pedimos a nossos colegas que para não brincar com com fogo”, destacou o ministério, antes de acrescentar que o governo dos Estados Unidos “perdeu o direito moral de dar lições nos demais”.

Washington anunciou na terça-feira sanções contra altos funcionários de Moscou.

Estas foram as primeiras sanções contra a Rússia anunciadas por Joe Biden que, desde que assumiu a presidência em 20 de janeiro, adotou um tom mais duro com Moscou que o de seu antecessor Donald Trump.

As sanções afetam Alexánder Bortnikov, diretor do Serviço Federal de Segurança (FSB), o diretor do serviço penitenciário Alexander Kalashnikov, o procurador-geral Igor Krasnov e um grande colaborador do presidente Vladimir Putin, Serguei Kiriyenko.

Na segunda-feira, a União Europeia formalizou sanções contra quatro altos funcionários russos envolvidos no processo judicial contra Navalny e a repressão de seus partidários.

R7, com AFP

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Clima

Governo Biden ‘enfatiza’ questão climática e quer ser “bom parceiro” do Brasil, diz embaixador americano

Foto:  Divulgação/Expedição Jari-Paru 

O embaixador dos EUA no Brasil, Todd Chapman, disse nesta sexta-feira (5) que a administração do presidente Joe Biden tem enfatizado questões relacionadas às mudanças climáticas e quer ser “bom parceiro” do Brasil na área.

Chapman falou com jornalistas após encontro com o vice-presidente, Hamilton Mourão, nesta sexta-feira (5). Segundo ele, o governo Biden tem mantido “muita atenção” sobre temas ligados à área ambiental e quer aumentar a cooperação com o Brasil.

Biden colocou questão climática e a preservação ambiental entre os prioridades de seu governo, iniciado em 20 de janeiro. O presidente, por exemplo, recolocou o país no Acordo de Paris, na contramão da política adotada pelo antecessor Donald Trump.

Neste contexto, a preservação da Amazônia é um dos temas de interesse do governo americano. Na época em que era candidato, Biden disse que buscaria “organizar o hemisfério e o mundo para prover US$ 20 bilhões para a Amazônia”.

Ele afirmou também que o Brasil pode enfrentar “consequências econômicas significativas” se não parasse de “destruir” a floresta.

“Falamos sobre muitos temas, mas claro, muitos temas relacionados ao meio ambiente. Realmente a administração do meu novo presidente Biden está enfatizando muito a importância da mudança climática. Queremos ser bons parceiros com o Brasil nisso, como já estamos trabalhando muito”, afirmou o embaixador.

“O que é evidente é que vamos aumentar até o nosso interesse em trabalhar com o Brasil na área de mudança climática. Temos um novo representante presidencial, o secretário John Kerry, e temos muita atenção sobre esse tema e queremos trabalhar em conjunto com o Brasil sobre isso”, disse Chapman.

Amazônia

Mourão disse que, no encontro, tratou de questões sobre a Amazônia e afirmou que o governo brasileiro tem condições de prestar as informações necessárias sobre o tema aos americanos.

“A gente quer mostrar o que estamos fazendo, abrindo esse diálogo via embaixada, e deixar claro que as informações todas necessárias temos condição de prestar, para ouvir a realidade do que está acontecendo lá”, comentou Mourão.

Com G1

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Saúde

Farmácias passarão a oferecer vacinas contra a Covid-19 a partir da semana que vem nos EUA

Foto: LUCY NICHOLSON / REUTERS

Algumas farmácias nos Estados Unidos começarão a oferecer vacinas contra a Covid-19 em 11 de fevereiro, como parte dos esforços para aumentar rapidamente o número de doses administradas aos cidadãos americanos.

O coordenador de resposta da Casa Branca para Covid-19, Jeff Zients, disse a jornalistas na terça-feira (2) que, devido às limitações de abastecimento, o programa terá como alvo inicial 6.500 farmácias em todo o país, um número que será expandido para 40 mil com o passar do tempo.

— Isso tornará mais vacinas disponíveis para as pessoas em suas comunidades e é um componente importante para a vacinação equitativa — explicou.

O programa faz com que os indivíduos marquem consultas na farmácia para receber suas doses, conforme seu grupo prioritário se torna elegível para tomar o imunizante.

Mais de 32,2 milhões de injeções já foram administradas no país, com pouco menos de 6 milhões de pessoas já tendo recebido as duas doses necessárias das vacinas Pfizer ou Moderna, de acordo com dados oficiais.

Após gargalos iniciais, os estados estão aumentando suas taxas de entrega de vacinas, à medida que o governo federal trabalha com os fabricantes para tentar aumentar o fornecimento.

O governo Biden estabeleceu a meta de administrar 150 milhões de doses nos primeiros 100 dias, que serão cumpridos em abril.

O Globo

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Economia

Pandemia faz PIB dos EUA ter o pior resultado desde a Segunda Guerra

Foto: Shannon Stapleton/Reuters (23.jan.2020)

A economia dos Estados Unidos contraiu no ritmo mais forte desde a Segunda Guerra Mundial em 2020, uma vez que a Covid-19 devastou fornecedores de serviços como restaurantes e companhias aéreas, deixando milhões de norte-americanos sem trabalho e na pobreza.

O dado do Departamento do Comércio sobre o Produto Interno Bruto no quarto trimestre divulgado nesta quinta-feira também mostrou que a recuperação da pandemia perdeu força no final do ano em meio ao ressurgimento das infecções por coronavírus e esgotamento do alívio de quase US$ 3 trilhões do governo.

Na quarta-feira (26), o Federal Reserve deixou inalterada sua taxa básica de juros perto de zero e prometeu continuar injetando dinheiro na economia através de compras de títulos, destacando que o “ritmo da recuperação na atividade econômica e emprego se moderou nos últimos meses.”

O presidente Joe Biden apresentou um plano de recuperação no valor de US$ 1,9 trilhão, e pode usar o relatório do PIB junto a alguns parlamentares que relutaram diante do valor após o governo fornecer quase 900 bilhões de dólares em estímulo adicional no final de dezembro.

A economia contraiu 3,5% em 2020, pior desempenho desde 1946. Isso após crescimento de 2,2% em 2019, marcando o primeiro declínio anual do PIB desde a Grande Recessão de 2007-09. A economia caiu em recessão em fevereiro passado.

No quarto trimestre, o PIB cresceu a uma taxa anualizada de 4,0%. O vírus e a falta de outro pacote de gastos reduziram os gastos dos consumidores, e ofuscaram parcialmente o desempenho forte da indústria e do mercado imobiliário.

O crescimento do PIB no último trimestre ficou em linha com as projeções em pesquisa da Reuters junto a economistas.

A forte perda de força depois de expansão histórica de 33,4% entre julho e setembro deixou o PIB bem abaixo de seu nível do final de 2019.

Dado que o vírus ainda não está controlado, economistas preveem que o crescimento vai enfraquecer ainda mais no primeiro trimestre de 2021, antes de retomar velocidade conforme o estímulo adicional faz efeito e mais norte-americanos são vacinados.

CNN Brasil

Opinião dos leitores

  1. Esta passando por dificuldades sim, como todos os países, principalmente os da Europa, que proporcionalmente tem muito mais mortes que os EUA.

  2. Em 2019 os EUA tinham chegado ao melhor nível de emprego em meio século. Vão chorar sangue de arrependimento.

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Diversos

EUA emitem alerta contra terror doméstico por “motivação ideológica”

Foto: JIM URQUHART / REUTERS

O Departamento de Segurança Interna dos Estados Unidos emitiu um boletim para alertar sobre um ambiente de alta ameaça” no país. O documento foi publicado nesta quarta-feira (27) e informa sobre a possibilidade de “alguns extremistas violentos com motivação ideológica” continuarem a se mobilizar para incitar ou cometer atos de violência.

De acordo com o comunicado, esses grupos extremistas têm “objeções ao exercício da autoridade governamental e à transição presidencial, bem como outras queixas percebidas alimentadas por narrativas falsas”. O alerta é válido até o dia 30 de abril.

O órgão de defesa lembra que desde 2020 os Estados Unidos são palco de ações extremistas violentas por parte de “indivíduos com pontos de vista opostos”. Entre as motivações dessas ações, o comunicado pontua a “raiva sobre as restrições do COVID-19, os resultados das eleições de 2020 e o uso da força pela polícia”.

“O Departamento de Segurança Interna teme que esses mesmos impulsionadores da violência permaneçam até o início de 2021 e alguns extremistas domésticos possam ser encorajados pela violação do Capitólio dos Estados Unidos em Washington, em 6 de janeiro de 2021, para atingir autoridades eleitas e instalações governamentais”, diz o texto.

O comunicado aconselha a população a ficar preparada para o risco de eventos violentos. O boletim orienta a população a evitar grandes multidões, incluindo protestos, prestar atenção nos arredores, ter cuidados com a segurança pessoal, levar consigo anotações com os contatos de emergência, bem como informações médicas e outras necessidades.

A orientação é para que os norte-americanos denunciem condutas suspeitas e ameaças de violência, incluindo atividades online.

O boletim é um aviso de status inferior utilizado para alertar o público sobre riscos gerais. Está abaixo do alerta elevado e do alerta iminente, este último divulgado quando há ameaça real de ataque terrorista aos Estados Unidos.

Época

Opinião dos leitores

    1. kkkkkkkk,,,sério Chicó?
      Acho que tu tomou leite condensado de laranja….
      Mummmmmmmm

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