Governo confirma que EUA formalizaram prioridade do Brasil na Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE)

Foto: Divulgação

O governo brasileiro confirmou que os Estados Unidos formalizaram nesta quarta-feira, 15, o apoio à entrada do País na Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). De acordo com auxiliares do presidente Jair Bolsonaro e integrantes do Itamaraty, uma carta com o pedido para priorizar o Brasil foi apresentada pelos americanos em reunião do Conselho da OCDE com representantes dos países-membros, nesta manhã, em Paris.

Até hoje, o governo Trump vinha se comprometendo com o apoio ao pleito brasileiro de entrar na OCDE, sem indicar formalmente em que posição o Brasil ocuparia na “fila”de candidatos, o que deixava o País no limbo. A mudança acontece depois de um ano em que o governo Bolsonaro mostrou alinhamento com os americanos, apesar de viver percalços na relação com a Casa Branca, e depois de o Itamaraty ter apoiado a ação americana no Iraque que gerou a mais recente crise entre Washington e Teerã.

Nota divulgada pela embaixada dos EUA em Brasília e por um porta-voz do Departamento de Estado americano afirma que “Os EUA querem que o Brasil seja o próximo país a começar o processo de adesão para a OCDE”. “Nossa decisão de priorizar a candidatura do Brasil agora como próximo país a começar o processo é uma evolução natural do nosso compromisso assumido pelo Secretário de Estado e pelo presidente Trump em 2019”, diz a nota dos americanos.

Na manhã desta quarta-feira, ao deixar o Palácio da Alvorada, Bolsonaro disse que a intenção dos EUA de priorizar a entrada do Brasil na OCDE “é uma notícia bem-vinda”. “A gente vinha trabalhando há meses, de forma reservada”, afirmou.

Bolsonaro não quis falar sobre se vinha tratando do tema diretamente com o presidente dos Estados Unidos. Ele comentou que as conversas que mantém com chefes de Estado são reservadas. O presidente destacou ainda que essa intenção dos EUA sinaliza que o mundo está recuperando a confiança no Brasil. “Estamos mostrando que o Brasil é um país viável”, disse Bolsonaro.

Ele afirmou já ter conversado conversou com o ministro da Economia, Paulo Guedes, sobre o assunto, mas não quis falar sobre um prazo para a entrada do País no organismo. “São mais de 100 requisitos, estamos bastante adiantados, na frente da Argentina”, disse. “Não posso falar de prazos, não depende apenas do (presidente dos EUA, Donald) Trump. Pelo Trump, a gente já estava lá. Depende de outros países.”

Estadão

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Santos disse:

    Num faz muito tempo, 3 ou 4 meses? A conversinha era a mesma, no entanto não foi bem assim.

  2. Minion alienado disse:

    Prioridade!? Sei 😂

  3. Nando disse:

    Hj n nós temos uma legião de aduladores dos americanos e dependendo dos chineses. Será q vão aceitar os 100 bilhões dos comunas chineses?

  4. Mínion desiludida disse:

    Dois idiotas travestidos de autoridade, aplaudidos por um monte de imbecis travestidos de eleitores.
    Dois asnos, encostando as patas.

    • Ivan disse:

      Autoridades de verdade eram Chavez e Lula, Dilma e Fidel…Eleitor bom é o que vota no PT, esse é uma sumidade…kkkkkkkkkkkkkkkkk

    • Bento disse:

      Morre com teu próprio veneno ptzada
      Chore mais chore bem muito de inveja
      Olha a diferença de ambientes e de amizades que vocês vivem hoje no dia a dia, visitas carcerária afinal ladrão gista de ladrão é nois cumpanheirada
      O teu líder o cachaça a quem voces obedecem cegamente diz venham aqui e façam uma 69 naquele jumentinho e vocês nem discutem e ainda pergunta se pode fazer bis.

  5. natalsofrida disse:

    Berimbau, você é um cara de pau. Pra vcs da esquerdalha, meliante é a pessoa que presa pela coisa pública, o seu adestrador é o cara que vcs admiram, o maior ladrão do mundo.

  6. Berimbau disse:

    Dois meliantes 👹😈

    • Manoel disse:

      Né isso! Saudades da época que éramos "potência" internacional emprestando dinheiro a juros mínimos para Cuba, Venezuela, Síria, Angola; tendo o corrupto cachaceiro roubando em tudo e a todos e também da "estocadora de vento"…

    • Tales disse:

      E você é um berimbau recalcado, doido pra ser instrumento mas num toca nem em enterro kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

Fonte dos EUA diz que míssil do Irã pode ter abatido acidentalmente avião ucraniano com 176

Foto: AKBAR TAVAKOLI / AFP

Dois dias depois da queda do avião da Ukraine International perto de aeroporto internacional de Teerã, que deixou 176 mortos, autoridades do governo dos EUA disseram acreditar que a aeronave tenha sido abatida pelo sistema antiaéreo iraniano. Sem se identificar, um funcionário afirmou que foram identificados dois lançamentos de mísseis perto do horário em que o Boeing 737-800 caiu, seguidos por evidências de uma explosão.

Eles também acreditam que se tratou de um lançamento acidental. As informações foram reveladas pela imprensa americana e pela agência Reuters, mas ainda não confirmadas oficialmente pelo governo. Ao comentar a informação, o presidente Donald Trump disse a jornalistas que “alguém pode ter cometido um erro”, e disse ter suspeitas de que “algo muito terrível pode ter acontecido”.

Mais cedo, o governo da Ucrânia dissera que investiga quatro cenários para a queda do avião ucraniano,incluindo um atentado terrorista e que a aeronave tenha sido atingida acidentalmente por um míssil de defesa antiaérea. Kiev disse que quer fazer buscas no local da queda para verificar se há destroços de um míssil russo usado pelos militares do Irã. As outras hipóteses são uma explosão do motor ou uma colisão.

Uma equipe de especialistas ucranianos chegou a Teerã antes do amanhecer para participar da investigação da queda, que matou todas as 176 pessoas a bordo.

Nesta quinta-feira, a Organização da Aviação Civil (OAC) iraniana disse que o avião fez meia-volta para retornar ao aeroporto devido a um problema. “O avião desapareceu dos radares no momento em que atingiu uma altitude de 2.400 metros. O piloto não transmitiu nenhuma mensagem de rádio sobre circunstâncias incomuns”, disse a OAC no primeiro relatório da investigação preliminar do acidente. “De acordo com testemunhas oculares, houve um incêndio no avião que se tornou mais intenso.”

O chefe da organização, Ali Abedzadeh, considerou “ser impossível” o avião ter sido abatido, e que dezenas de aviões nacionais e estrangeiros estavam sobrevoando o território naquele momento.

As testemunhas oculares citadas pela OAC são pessoas em terra que observavam o avião decolar e outras que estavam em um avião que voava a uma altitude mais alta do que o Boeing no momento da tragédia. “O avião que se dirigia, a princípio, para o oeste para sair da zona do aeroporto virou à direita, devido a um problema, e estava voltando para o aeroporto quando caiu”, relatou a OCA.

Segundo o secretário do Conselho de Segurança da Ucrânia, Oleksiy Danylov, os investigadores pediram para procurar possíveis mísses russos após verem informações na internet. Ele referia-se a informações que circulam nas redes sociais iranianas que, supostamente, mostram destroços de um foguete russo terra-ar Tor-M1, tipo usado pelos militares iranianos.

O presidente ucraniano, no entanto, alertou contra todas as “especulações” sobre a tragédia. Nesta quinta-feira, Zelenski decretou um dia de luto nacional e prometeu estabelecer “a verdade” sobre o episódio. Zelenski, disse que falou com o colega do Irã, Hassan Rouhani, e que este lhe garantiu que especialistas do seu país terão “acesso completo” à investigação.

A avaliação inicial de agências de inteligência ocidental era a de que o avião teve um problema técnico e não foi alvo de um atentado ou um míssil.

O voo PS752 da UIA decolou às 6h10 (23h40 de terça-feira no horário de Brasília) do aeroporto Imam Khomeiny, de Teerã, com destino ao aeroporto Boryspil, de Kiev. A decolagem aconteceu quase cinco horas depois do ataque iraniano com mísseis a bases iraquianas que abrigam soldados americanos, que ocorreu à 1h20 de quarta-feira, no horário local.

Segundo a diplomacia ucraniana, havia 82 iranianos, 63 canadenses, dez suecos, quatro afegãos e três britânicos a bordo do Boeing. Outros 11 eram ucranianos, incluindo nove tripulantes.

A CAO indicou que 146 passageiros tinham passaporte iraniano; 10, passaporte afegão; cinco, passaporte canadense; quatro, sueco; e 11, ucraniano.

A diferença é explicada pela presença de inúmeras pessoas com dupla nacionalidade (entre elas, a priori, 140 iraniano-canadenses), que podem entrar e sair da República Islâmica apenas mediante a apresentação de seu passaporte iraniano.

O primeiro-ministro do Canadá, Justin Trudeau, pediu uma “investigação completa” da catástrofe aérea, a mais mortal para os canadenses desde o ataque a um Boeing 747 da Air India em 1985. Neste episódio, 268 cidadãos morreram.

Teerã se recusa a entregar as caixas-pretas da aeronave à fabricante americana Boeing. A OAC anunciou, porém, que as mesmas, recuperadas já na quarta-feira, serão enviadas “para o exterior”. Apenas alguns países, incluindo Estados Unidos, Alemanha e França, têm capacidade técnica para analisar caixas-pretas.

Pelas normas que regem investigações internacionais sobre acidentes aéreos, o Irã tem o direito de comandar o inquérito e de negar ou autorizar a participação de outros países.

Este é o primeiro acidente fatal da Ukraine International, uma empresa que pertence, em parte, ao oligarca Igor Kolomoiski, conhecido como próximo ao presidente Zelenski. Afetada por um escândalo em torno de seu 737 MAX, a Boeing disse que está “disposta a ajudar por todos os meios necessários”.

O Globo

 

Em pronunciamento à nação, Trump diz que Irã está recuando e que EUA querem abraçar a paz

Foto: Jonathan Ernst / Reuters

Em pronunciamento com tom de vitória sobre o ataque iraniano a duas bases que abrigam soldados americanos no Iraque, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse que o Irã parece ter recuado e que os Estados Unidos querem abraçar a paz. Ele confirmou que nenhum soldado americano foi morto ou ferido durante a operação iraniana e que os danos às instalações americanas foram mínimos. O presidente disse ainda que os Estados Unidos querem “abraçar a paz” e que não têm intenção de usar seu poderio militar contra o país persa.

— Queremos que vocês tenham um grande futuro de prosperidade e harmonia como outras grandes nações do mundo — disse Trump, ao encerrar sua fala.

Ao lado do vice-presidente Mike Pence, do secretário de Defesa, Mike Pompeo e de diversas figuras da alta cúpula das Forças Armadas dos EUA, Trump defendeu o ataque que matou o general Qassem Soleimani, comandante das Forças Quds da Guarda Revolucionária do Irã. Para o presidente os EUA agiram para “eliminar o maior terrorista do mundo”.

Trump anunciou ainda que irá impôr mais sanções ao governo iraniano, mas não deu maiores detalhes sobre quais seriam estas medidas. Ele fez ainda um apelo para que os países europeus saiam do acordo nuclear de 2015 — algo que os EUA fez em 2015 — e afirmou, antes mesmo de dar boa tarde, que o Irã nunca terá uma arma nuclear enquanto for presidente.

Horas antes do pronunciamento de Trump, fontes de governos europeus e dos EUA afirmaram que o Irã teria feito uma opção deliberada para evitar que houvesse mortes. Isto, de acordo com especialistas, indica cautela e uma tentativa de, apesar da retaliação, aliviar as tensões com Washington.

O presidente americano disse ainda que como os Estados Unidos não dependem mais do petróleo do Oriente Médio, e fez um pedido para que a Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) — que tem os EUA como seu financiador principal — se envolva mais no Oriente Médio.

— Somos os maior produtor de petróleo e gás natural do mundo, somos independentes, não precisamos do petróleo do Oriente Médio — disse o presidente.

Esta foi a primeira vez que Trump tentou explicar as motivações que levaram ao assassinato de Soleimani e suas consequências. Até o momento, o presidente havia concedido rápidas entrevistas e postado diversas mensagens em suas redes sociais, mas não realizou comentários mais extensos ou concretos. Na noite de ontem, em resposta à retaliação iraniana, Trump recorreu ao seu Twitter para dizer que está “tudo está bem” e que os EUA “têm as Forças Armadas mais poderosas e bem equipadas do mundo, de longe”.

Até esta quarta-feira, as mensagens da Casa Branca vinham sendo confusas e conflituosas. Após ameaçar uma resposta “desproporcional” a uma possível retaliação iraniana, afirmando ter como alvo 52 locais que incluiam pontos culturais, ele foi obrigado a voltar atrás. Pela lei internacional, destruir deliberadamente locais com importância cultural é considerado crime de guerra. O quartel-general americano em Bagdá, por sua vez, chegou a divulgar uma carta em que anunciava a retirada das tropas americanas do Iraque. Horas depois, o Departamento de Defesa disse que o documento tratava-se apenas de um rascunho e que não há planos para uma saída completa.

As reações oficiais que sucederam o ataque iraniano, por sua vez, foram entendidas por analistas como sinais de que os foguetes poderiam pôr fim ao conflito imediato, ao invés de catalisar um confronto maior que poderia se transformar em uma guerra. O premier iraniano, Mohammad Javad Zarif, disse lovo após o ataque que o Irã havia “concluido suas resposta proporcional” em retribuição à morte de Soleimani. O aiatolá Ali Khamenei, por sua vez, disse que a resposta final iraniana será expulsar as tropas americanas do Oriente Médio — comentário reforçado pelo presidente Hassan Rouhani — mas não falou nada sobre novos ataques.

— O que importa é que a presença dos EUA, que é a fonte de corrupção na região, tenha um fim — disse o aiatolá durante seu discurso.

Ainda que não haja um conflito direto, no entanto, as divergências entre Teerã e Washington podem se traduzir em outros pontos. Ultrajado com o fato de que Soleimani foi morto enquanto chegava ao aeroposto internacional de Bagdá, o Parlamento iraquiano votou pela expulsão dos cerca de 5.200 soldados americanos atualmente no país. A decisão não é vinculante, mas o Pentágono, segundo o New York Times, já se prepara para a possibilidade de ver sua presença se esvair quase 17 anos após a invasão ordenada pelo então presidente George W. Bush, em 2001.

O Globo

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Nono Correia disse:

    Os caras atacaram bases estadunidenses com mais de 30 mísseis balísticose Trumpetista diz que o irã está "recuando." Pior é que tem gente que acredita nessa falácia. Peidou na farofa, simplesmente.

Atleta potiguar promessa das artes marciais no país embarca para os EUA para encerrar preparação mirando disputa do Pankids de jiu-jitsu, na Califórnia

Fotos: Divulgação/Arquivo pessoal

A potiguar Ana Beatriz de Freitas Malta Feitosa, de 13 anos, acompanhada por este Blog desde o início de sua precoce e meteórica carreira, atleta de jiu-jitsu na Gracie Barra Natal, será a única representante do Rio Grande do Norte no PanKids 2020, evento que será realizado nos dias 08 e 09 de fevereiro, em Long Beach, na Califórnia – EUA.

Colecionadora de grandes conquistas, “Bia”, como é conhecida, vem sendo apontada como uma das grandes promessas do esporte potiguar e nacional. Aluna do professor Itácio Lisboa, apresenta em seu currículo títulos de campeã Brasileira de Jiu-Jitsu CBJJ-SP/2019, campeã do Nordeste Open de Jiu-Jitsu-RN/2017 e 2019, campeã paraibana de jiu-jitsu – PB/2019, campeã do Open Kids Jiu-Jitsu RN/2019, campeã Nordeste Open Championship PB/2019, campeã Grande Slam Jiu-Jitsu RN/2018.

Com a arte marcial correndo em suas veias, “Bia” ainda é atleta de judô da Nagashima Futuro Campeão, e coleciona títulos locais, nacionais e internacionais – credenciando-se como uma das apostas para a Seleção Brasileira.

Ana Beatriz de Freitas Malta Feitosa embarca no dia 23 deste mês, na companhia do professor Itácio Lisboa, para terminar a sua preparação em solo americano, e terá o suporte da Gracie Barra em Colorado Springs.

 

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Raphae disse:

    Uma atleta muito focada e muito bem treinada. Certeza de sucesso.

  2. Bento disse:

    Vai e volta com Deus.
    Estamos aqui na torcida.

RETALIAÇÃO – EUA: Conselho de Segurança do Irã fala em 13 cenários de vingança

Foto: Reprodução/Reuters

O secretário do Conselho Supremo de Segurança Nacional do Irã, Ali Shamkhani, revelou nesta terça-feira (7) que estão sendo identificadas formas para uma retaliação contra os Estados Unidos, pelo ataque que matou o general Qasem Soleimani, comandante da Força Quds, divisão de elite da Guarda Revolucionária.

“O mais frágil dos 13 cenários é um pesadelo histórico para os Estados Unidos. A vingança não inclui apenas uma operação”, disse o representante do governo.

Shamkhani afirmou que o Eixo da Resistência, aliança que reúne o grupo libanês Hezbollah, o palestino Hamas, o iemenita Ansarullah e a iraquiana Forças de Mobilização Popular (FMP), dará uma dura resposta ao governo americano, pelo ataque em Bagdá.

O secretário do Conselho Supremo de Segurança Nacional também garantiu que o Irã está vigiando as diferentes bases dos EUA na região, enquanto mantém a posição pela expulsão dos militares.

“Se as tropas americanas não saem de nossa região pelo próprio pé, na posição vertical, faremos que seus cadáveres saiam de forma horizontal”, ameaçou.

Para Shamkhani, a resposta dura é necessária, porque os EUA “assassinaram um herói nacional”, em referência a Soleimani, alvo de um ataque realizado nos arredores do aeroporto internacional de Bagdá, no Iraque, na última sexta-feira.

O Parlamento iraniano, por sua vez, aprovou por unanimidade uma moção denominada “Dura Vingança”, em que classifica o Pentágono e o Exército dos EUA como forças terroristas.

R7, com EFE

 

EUA: general foi morto para evitar ‘ataque iminente’ do Irã

Foto: Tom Brenner/Reuters

O ataque americano que matou Qassem Soleimani, um dos principais líderes do Irã, tinha como objetivo desmobilizar “um ataque iminente” que iria colocar em risco vidas americanas no Oriente Médio, afirmou o secretário de Estado dos Estados Unidos, Mike Pompeo, em entrevistas a canais de TV nesta sexta-feira (3).

Ele não quis dar detalhes, mas afirmou que a decisão dos EUA de matar Soleimani foi baseada em avaliações com base em análises de inteligência.

“Ele estava planejando ativamente para realizar ações na região –uma ação grande, como ele descrevia– que colocaria em risco dúzias, se não centenas, de vidas americanas. Nós sabemos que era iminente.”

As ameaças, afirmou ele, eram localizadas na região. “Ontem (dia 2) à noite era o momento em que precisávamos agir para garantir que esse ataque iminente [por parte dos iranianos] fosse desfeito.”

Tentativa de aliviar a tensão

Os EUA estão “comprometidos com a desescalada”, após a morte do general iraniano Qassem Soleimani, em um ataque orquestrado por Washington, também afirmou Pompeo.

Em uma rede social, Pompeo disse que conversou com seus homólogos chinês, britânico e alemão sobre a “decisão de Donald Trump de eliminar Soleimani em resposta às ameaças iminentes às vidas de americanos”.

“Grato aos nossos aliados por reconhecerem as contínuas ameaças agressivas representadas pelas forças iranianas Al-Quds”, publicou Pompeo em uma rede social, ressaltando que conversou sobre o ataque com seu homólogo britânico, Dominic Raab, e o responsável pelas questões diplomáticas do Partido Comunista Chinês (PCC), Yang Jiechi.

“Os Estados Unidos seguem comprometidos com a desescalada”, frisou.

Na quinta-feira (2) à noite, Pompeo havia publicado um vídeo em uma rede social, no qual, segundo ele, veem-se iraquianos “dançando na rua” para celebrar a morte de Soleimani.

General de uma das forças dos Guardiães da Revolução, o poderoso general iraniano morreu em um bombardeio americano em Bagdá.

O Pentágono anunciou que Donald Trump deu diretamente a ordem de matar Soleimani.

G1

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Flavio disse:

    Declarou guerra. Mesma coisa que matar o vice dos EUA.

Petróleo sobe mais de 4% após ataque dos EUA matar chefe de força de elite do Irã

Os contratos futuros do petróleo subiam cerca de 3 dólares nesta sexta-feira, depois que um ataque aéreo dos Estados Unidos em Bagdá matou o chefe da força de elite Quds, do Irã, provocando preocupações sobre a escalada das tensões regionais e a interrupção do fornecimento de petróleo.

O petróleo Brent subia 2,95 dólares, ou 4,45%, a 69,2 dólares por barril, às 8:19 (horário de Brasília). O petróleo dos Estados Unidos avançava 2,62 dólares, ou 4,28%, a 63,8 dólares por barril.

Um ataque aéreo no aeroporto de Bagdá matou o major-general Qassem Soleimani, arquiteto da crescente influência militar do Irã no Oriente Médio e um herói entre muitos iranianos e xiitas da região.

O líder supremo do Irã, aiatolá Ali Khamenei, disse que uma dura vingança aguarda os “criminosos” que mataram Soleimani.

“Esperamos que confrontos de nível moderado a baixo durem pelo menos um mês e provavelmente fiquem limitados ao Iraque”, disse Henry Rome, analista do Irã na Eurasia.

A embaixada dos Estados Unidos em Bagdá pediu nesta sexta-feira a todos os cidadãos norte-americanos que deixem o Iraque imediatamente devido à escalada nas tensões.

O Iraque, o segundo maior produtor da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep), exporta cerca de 3,4 milhões de barris de petróleo bruto por dia.

Extra – O Globo

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Francisco disse:

    País é auto suficiente, injustificável para o consumidor brasileiro pagar aos acionistas da Petrobrás lucros de um conflito instantâneo. Vão roubar a mãe, bando de fdp.

  2. Verdade disse:

    Interessante que sobe na velocidade da luz e não baixa na velocidade do andar de uma tartaruga.

  3. Clodoaldo disse:

    4%??? Não deve subir menos que 10% nos postos! Falo de Natal!

Bolsonaro diz que ataque dos EUA no Iraque deve “impactar’ preço dos combustíveis no Brasil e tenta alternativa para “amenizar”

Foto: Adriano Machado

O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta sexta-feira (3) que o ataque dos Estados Unidos no Iraque, no qual foi morto o general iraniano Qassem Soleimani, “vai impactar” o preço dos combustíveis no Brasil.

A ação norte-americana foi ordenada pelo presidente Donald Trump. Soleimani, considerado um herói nacional e maior líder militar do país, chefiava a Guarda Revolucionária do Irã. De acordo com os EUA, o ataque aéreo em um aeroporto de Bagdá foi uma resposta a mortes de norte-americanos no Oriente Médio atribuídas pelo governo Trump às autoridades iranianas.

O preço do petróleo no mercado internacional reagiu de imediato e teve forte alta após o ataque. O Irã e o Iraque estão entre os maiores produtores mundiais.

Bolsonaro foi questionado por jornalistas que acompanharam sua saída do Palácio da Alvorada se avalia alguma medida para conter a subida dos preços dos combustíveis no Brasil.

“Que vai impactar, vai. Agora, vamos ver nosso limite aqui. Porque, se subir, já está alto o combustível, se subir muito complica. Agora, o que eu gostaria que vocês fizessem é que mostrasse para o povo duas coisas: primeiro que eu não posso tabelar nada. Pediram para tabelar carne. Já fizemos essa política de tabelamento no passado e não deu certo”, disse o presidente.

Bolsonaro informou que tentou falar sobre o impacto nos combustíveis na manhã desta sexta com o ministro da Fazenda, Paulo Guedes, e com o presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco, mas ambos não atenderam o telefone.

Os jornalistas perguntaram a Bolsonaro se havia alguma alternativa, que não fosse o tabelamento, para amenizar uma possível alta no preço dos combustíveis. O presidente disse que vai “conversar com quem entende” para encontrar uma solução.

“Vou conversar com quem entende. O Brasil está dando certo porque eu não meto o bedelho em tudo. Busco informações”, concluiu.

Ele disse ainda que vai se reunir com o ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), Augusto Heleno, para se informar sobre detalhes do ataque dos EUA.

“Tive algumas informações ontem [quinta-feira] à noite, de madrugada. Vou me encontrar agora com o general Heleno para me inteirar do que realmente aconteceu. Daí por diante, emitir o meu juízo de valor”, completou Bolsonaro.

G1

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Plínio disse:

    Pode perguntar a quem é dono de posto de gasolina.
    O governo do RN, aumentou a pauta PMPF, desde o dia 02/01/20. O aumento já está sendo praticado pelas distribuidoras, algo em torno de 10 centavos.
    Pra quem é militonto, petralha, cabe aqui um comentário sobre a já fracassada governdora Fátima Lula Bezerra.
    Vão lá petralhada na governadoria, e pergunte a cumpanheira.
    Que isso!!

  2. Verdade disse:

    Dolarize tudo e arrocha o colorau Miiiito. Os seus seguidores gostam desse teu jeito de ajudar.

  3. JBBatista. disse:

    A alternativa é andar a pé e os políticos de carros blindados pagos por nós otários

    • Anti-Político de Estimação disse:

      e ainda aplaudindo e idolatrando esses "mitos" e "heróis", kkkkkkkkkkkkkk

  4. Santos disse:

    Tudo é motivo pra aumentar os preços dos combustíveis.

    • Minion de Peixeira disse:

      Tudo é o preço do Brent e do Dólar. Quando eles caíram no ano passado o preço nas bombas também caiu.

    • Hebert disse:

      Onde foi que caiu que eu não vi isso!?

Embaixada dos EUA pede aos seus cidadãos que abandonem o Iraque

Foto: Iraq Security Media Cell/Twitter

A embaixada norte-americana em Bagdá, atacada na terça-feira (31) por pró-iranianos, apelou nesta sexta-feira (3) aos seus cidadãos que deixem o Iraque “imediatamente”. O pedido foi divulgado poucas horas depois do assassinato do general iraniano Qassem Soleimani numa operação dos Estados Unidos.

A representação diplomática dos EUA pediu aos norte-americanos no Iraque “que partam de avião o mais rápido possível” ou saiam “para outros países por via terrestre”.

As principais passagens de fronteira do Iraque levam ao Irã e à Síria, mas há outros pontos de passagem para a Arábia Saudita e a Turquia.

O assassinato do general iraniano Qassem Soleimani, enviado da República Islâmica ao Iraque, representa “uma escalada perigosa da violência”, disse hoje a presidente da Câmara dos Deputados norte-americana, a democrata Nancy Pelosi.

“Os Estados Unidos – e o mundo – não podem permitir uma escalada de tensões que chegue a um ponto sem retorno”, afirmou Nancy Pelosi em um comunicado.

A Guarda Revolucionária confirmou a morte do general durante ataque aéreo, na manhã de hoje, contra o aeroporto de Bagdá. A ação norte-americana também visou o “número dois” da coligação de grupos paramilitares pró-iranianos no Iraque, Abu Mehdi al-Muhandis.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ordenou a morte do comandante da força de elite iraniana Al-Quds, general Qassem Soleimani, anunciou o Pentágono em um comunicado.

Na nota, o Pentágono disse que Soleimani estava “ativamente a desenvolver planos para atacar diplomatas e membros de serviço norte-americanos no Iraque e em toda a região”.

O líder supremo do Irã, Ali Khamenei, prometeu hoje vingar a morte do general e declarou três dias de luto nacional.

Agência Brasil

Irã promete ‘vingança’ após morte de general em ataque dos EUA

Foto mostra veículo em chamas após ataque contra o Aeroporto Internacional de Bagdá, no Iraque — Foto: AI do Primeiro Ministro do Iraque via AP

O líder supremo do Irã, o aiatolá Ali Khamenei, e o presidente iraniano Hassan Rouhani falaram em vingança nesta sexta-feira (3) por causa da morte de Qassem Soleimani, chefe de uma unidade da Guarda Revolucionária iraniana. O general foi vítima de um ataque aéreo americano no Aeroporto Internacional de Bagdá, no Iraque, na quinta (2).

O Pentágono informou que o bombardeio tinha a missão de matar o general iraniano e foi uma ordem do presidente Donald Trump.

“O martírio é a recompensa por seu trabalho incansável durante todos estes anos (…) Se Deus quiser, sua obra e seu caminho não vão parar aqui e uma vingança implacável espera os criminosos que encheram as mãos com seu sangue e a de outros mártires”, afirmou o aiatolá Khamenei em sua conta no Twitter em farsi.

Em comunicado divulgado pela TV, Ali Khamenei declarou que “todos os inimigos devem saber que a jihad de resistência continuará com uma motivação dobrada, e uma vitória definitiva aguarda os combatentes na guerra santa”. O Irã geralmente se refere a países e forças regionais opostos a Israel e aos EUA como uma frente de “resistência”.

Qassem Soleimani, de 62 anos, era general da Força Al Quds, unidade especial da Guarda Revolucionária, e apontado como o cérebro por trás da estratégia militar e geopolítica do país. Ele era muito próximo do líder supremo do Irã, o aiatolá Ali Khamenei, e sobreviveu a diversas tentativas de assassinato nas últimas décadas.

Sob liderança de Soleimani, o Irã reforçou o apoio ao Hezbollah (no Líbano) e outros grupos militantes pró-iranianos, expandiu a presença militar do Irã no Iraque e na Síria e organizou a ofensiva da Síria contra grupos rebeldes durante a guerra civil que assola o país.

‘Vingança’

O presidente iraniano, Hassan Rouhani, disse que agora o país estará mais determinado a resistir aos EUA e também prevê vingança.

“O martírio de Soleimani tornará o Irã mais decisivo para resistir ao expansionismo americano e defender nossos valores islâmicos. Sem dúvida, o Irã e outros países que buscam a liberdade na região se vingarão”, afirmou Rouhani.

O ex-comandante da Guarda Revolucionária do Irã Mohsen Rezaei prometeu “vingança vigorosa contra a América” pelo assassinato de Qassem Soleimani.

“Suleimani se juntou a seus irmãos martirizados, mas nos vingaremos vigorosamente dos EUA”, disse Rezaei, que agora é secretário de um órgão estatal.

A morte do general iraniano é uma “escalada extremamente perigosa e imprudente”, advertiu o ministro iraniano das Relações Exteriores, Mohammad Javad Zarif.

O ataque

O bombardeio americano teve como alvo um comboio de veículos dentro do perímetro no Aeroporto Internacional de Bagdá e matou pelo menos sete pessoas, de acordo com fontes das forças de segurança iraquianas. Entre as vítimas, está Abu Mahdi al-Muhandis, chefe das Forças de Mobilização Popular do Iraque, milícia apoiada pelo Irã.

Os dois serão enterrados no sábado. Iraque e Irã decretaram três dias de luto.

A embaixada dos Estados Unidos em Bagdá recomendou a seus cidadãos que deixem o Iraque “imediatamente”.

Alta no petróleo

A notícia do ataque provocou uma alta dos preços do petróleo na Ásia. O petróleo iraniano está submetido a sanções americanas desde que o presidente Donald Trump retirou os Estados Unidos do acordo nuclear de 2015.

Acrescente influência de Teerã no Iraque, o segundo maior produtor da Opep, gera o temor entre os especialistas de um isolamento diplomático e de sanções políticas e econômicas.

G1

Goleiro Jean, do São Paulo, é preso nos EUA, acusado de agredir a esposa

Ficha da prisão do goleiro Jean nos Estados Unidos — Foto: Reprodução

O goleiro Jean, do São Paulo, foi preso nos Estados Unidos. O atleta foi detido acusado de agredir a esposa. Sua ficha já aparece no sistema do Departamento de Correções do Condado de Orange, na Florida.

Consta na ficha de Jean que ele foi preso no começo da manhã e pré-sentenciado por violência doméstica. O São Paulo estuda seriamente rescindir o contrato do jogador.

As acusações de violência vieram a público na madrugada desta quarta-feira, quando a esposa do jogador postou uma série de vídeos, com o rosto machucado, acusando Jean de agressão. O casal estava de férias em Orlando e havia visitado a Disney.

– Eu tô aqui, em Orlando, e olha o que Jean acabou de fazer comigo. Alguém me ajude. Jean acabou de me bater. Gente, socorro – diz ela em um dos vídeos.

Os vídeos postados por Milena acabaram salvos por pessoas que os assistiram e circulam por redes sociais, apesar de apagados por ela. Em outro vídeo, a esposa de Jean pede justiça, e é possível escutar uma voz masculina ao fundo, sugerindo que ela se preocupe com o futuro das filhas.

– Jean, goleiro do São Paulo. Olha o que ele fez comigo. Eu quero justiça – diz Milena.


O empresário de Jean, Paulo Pitombeira, está em contato com a diretoria do São Paulo para decidir os próximos passos. A ideia inicial do clube é rescindir o contrato. O Tricolor, antes de a prisão ser noticiada pelo GloboEsporte.com, soltou a seguinte nota oficial:

“O São Paulo Futebol Clube informa que acompanha o caso envolvendo o atleta Jean Paulo Fernandes Filho e aguarda apuração dos fatos para definir as medidas cabíveis.

Em seus quase 90 anos de existência, o São Paulo construiu uma história pautada por princípios sólidos de conduta dentro e fora de campo, e não abre mão deles.”

O GloboEsporte.com entrou em contato com o Itamaraty, o ministério das relações exteriores brasileiro, que ainda não respondeu.

Globo Esporte

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Cidadão Indignado disse:

    Canalha! Como todos os embustes que agridem mulheres. Cadeia nessa cambada de delinquentes…

Trump diz que “grande acordo” com a China está próximo

Foto: Reprodução/Twitter

Donald Trump acaba de publicar uma mensagem no Twitter em que anuncia que o acordo comercial com a China está perto de ser concretizado.

“Chegando muito perto de um GRANDE ACORDO com a China”, escreveu o presidente dos Estados Unidos.

E completou: “Eles querem, e nós também!”.

O Antagonista

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Mauro Filgueira disse:

    Acordo com Comunistas?
    Minha Bandeira não é Vermelha!
    kkkkkkkkkkkkkkk
    Quando os interesses econômicos falam mais alto, as falsas ideologias usadas pra manter os idiotas do gado alienado falando besteira ficam em segundo plano.
    Usamos o Comunismo comobdesvukoa pra atacar nossos adversários aqui dentro do país, e nos aliamos a eles lá fora quando precisamos deles.
    Adoramos Trump, que diz que odeia o Comunismo, e ele faz acordos milionários com eles.
    Não esqueçam que a China e a Rússia são dois regimes comunistas de sucesso que lutaram contra o Nazismo.

    • José Vanilson Juliao disse:

      A China foi ocupada pelos japoneses. Nunca esteve no Teatro de operações europeu.

Secretário diz que EUA ajudarão países latino-americanos para que manifestações instigadas por Cuba e Venezuela não se tornem tumultos

Foto: AP/Timothy D. Easley)

O secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, afirmou nesta segunda-feira (2) que Cuba e Venezuela tentam sequestrar protestos democráticos na América Latina, e prometeu que Washington vai dar apoio aos países da região para evitar que o descontentamento se transforme em tumultos.

Pompeo é a principal autoridade de relações internacionais dos EUA.

Ele fez as declarações durante um discurso no Kentucky.

“Nós, na gestão Trump, vamos continuar a apoiar países que tentam evitar que Cuba e Venezuela sequestrem esses protestos, e nós trabalharemos com governos legítimos para prevenir que protestos se transformem em tumultos e violência que não refletem a vontade democrática do povo”, afirmou.

Entenda, abaixo, alguns dos conflitos que marcaram a América Latina em 2019.

Pompeo também pediu paciência para a política dos EUA em relação à Venezuela. Ele citou as iniciativas até agora: sanções econômicas, esforços contra cartéis de drogas e tentativas diplomáticos para aumentar a pressão contra o regime de Nicolás Maduro. Esse conjunto de medidas vai eventualmente ser bem-sucedidas, disse ele.

Bolívia, Chile, Equador, Peru, Paraguai e Colômbia registraram manifestações populares, distúrbios políticos e confrontos em 2019.

Com informações do G1

Rabino Henry Sobel morre em decorrência de câncer nos EUA

Foto: Nilton Fukuda/Estadão Conteúdo

O rabino do CIP (Congregação Israelita Paulista) Henry Sobel, 75 anos, morreu na manhã desta sexta-feira (22), após complicações causadas por um câncer, em Miami, nos Estados Unidos.

De acordo com nota divulgada pela família do rabino, ele se destacou por ser uma “voz firme em defesa dos direitos humanos no Brasil”.

O sepultamento de Sobel deve acontecer no domingo (24), o Woodbridge Memorial Gardens, em Nova Jersey.

O rabino teve forte atuação na ditadura militar pelo esclarecimento da morte de Vladimir Herzog, não aceitando a versão oficial de que o jornalista teria cometido suicídio e autorizando que o ex-diretor da TV Cultura fosse sepultado no Cemitério Israelita do Butantã, seguindo os ritos judaicos.

Estadão

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Manoel disse:

    Ele também foi preso roubando gravatas cara uma vez

Fazendeiro conhecido como Homem Marlboro morre nos EUA sem nunca ter fumado

Foto: Divulgação/Tee Cross Ranches

O fazendeiro e filantropo Robert C. Norris, mais conhecido por interpretar o original Homem Marlboro das propagandas de cigarro, morreu nos Estados Unidos, após uma vida inteira sem fumar.

Bob tinha 90 anos e estava aos cuidados do Pikes Peak Hospice, em Colorado Springs, quando morreu há uma semana, de acordo com comunicado emitido por seu rancho, Tee Cross Ranches.

“Sua autenticidade, montada em um cavalo, sentada em uma sala de reuniões, orientando uma criança ou compartilhando um momento com um amigo, era sua marca pessoal e profissional”, diz o texto. “Sem dúvida, foram essas qualidades, juntamente com sua aparência alta, robusta e bonita, que lhe deram o papel inesperado do primeiro Homem Marlboro na televisão”.

Norris nunca foi fumante, mas apareceu nos comerciais da marca de cigarros durante 14 anos.

O comunicado conta que ele decidiu deixar o posto de Homem Marlboro quando percebeu que estava dando um mau exemplo aos filhos.

UOL

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Mano disse:

    Minha vó morreu com103 anos e fumava, quer que rabisque.

  2. José Neto disse:

    Não precisa ser fumante pra morrer.

    • Cidadão disse:

      Mas se ele tivesse fumado, provavelmente não teria chegado ao 90 anos. Quer que desenhe????

    • Alexandre disse:

      A referência de informar, que nunca fumou, é pelo fato dele ter feito inúmeros comerciais da marca de cigarros Marlboro. Quer que desenhe? 😁😁😁😁😁😁😁

EUA aprovam prosseguimento do inquérito para o impeachment de Donald Trump

A presidente da Câmara dos Deputados dos Estados Unidos, a democrata Nancy Pelosi. Foto: JOSHUA ROBERTS / REUTERS

A Câmara dos Deputados dos Estados Unidos, de maioria democrata, aprovou nesta quinta-feira as regras que regerão os próximos passos do inquérito que poderá resultar na abertura de um processo de impeachment contra o presidente Donald Trump . As medidas estabelecem, entre outros pontos, a realização de audiências públicas e a possibilidade de defesa do ocupante da Casa Branca.

A votação foi o primeiro teste formal de apoio à investigação anunciada em 24 de setembro pela presidente da Casa, a democrata Nancy Pelosi, e evidenciou a forte polarização entre opositores e governistas, a um ano das eleições presidenciais de 2020. Votaram a favor da medida 231 dos 234 deputados democratas, com dois votos contra e uma ausência. Dos 197 republicanos, 194 votaram contra e três se ausentaram. Um deputado independente votou a favor da medida.

A resolução aprovada não diz respeito ao mérito da abertura de um processo de impeachment contra o presidente: ela trata exclusivamente aos procedimentos que serão seguidos pela Câmara nos próximos passos de sua investigação, que até o momento tem sido conduzida a portas fechadas.

O modelo que será adotado é similar ao utilizado no impeachment contra o então presidente Bill Clinton, em 1998. Ele estabelece que a Comissão de Inteligência da Câmara — que lidera as investigações e conduz os depoimentos — realize uma ou mais audiências públicas sobre o assunto.

A investigação tem origem em um telefonema entre Trump e o colega da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, ocorrido em 25 de julho. A conversa, que veio à tona em setembro depois de uma denúncia anônima feita por um agente da Inteligência americana, pode levar Trump a ser acusado de tentar alistar um país estrangeiro contra um adversário político interno. No telefonema, Trump pressionou Zelensky a investigar o ex-vice-presidente americano Joe Biden, pré-candidato à Presidência pelo Partido Democrata, e um filho dele, Hunter Biden, que trabalhou até o início deste ano para uma empresa de gás ucraniana.

O Congresso americano entrará em um recesso de 10 dias nesta quinta-feira, mas a primeira audiência pública está prevista para acontecer já no dia 11 de novembro. Até agora, foram ouvidas 10 testemunhas, a maioria funcionários do Departamento de Estado envolvidos na relação entre os EUA e a Ucrânia. Eles indicaram que Trump teria condicionado a liberação de uma ajuda de quase US$ 400 milhões a Kiev à investigação sobre Biden.

Na quarta-feira, os deputados chamaram para depor o ex-conselheiro de Segurança Nacional John Bolton , que deixou o posto no início de setembro. Ele disse que só irá se for legalmente intimado.

Depois de encerrar o período de audiências, a Comissão de Inteligência exporá suas conclusões em um relatório que será enviado para Comissão de Justiça. Os deputados deste grupo, por sua vez, irão analisar as descobertas para decidir se recomendam ou não a abertura um processo de impeachment contra Trump. Se necessário, os deputados poderão solicitar mais provas e novos depoimentos.

Os advogados do presidente Trump terão o direito de participar da nova etapa, podendo apresentar sua defesa, interrogar e intimar testemunhas — algumas das demandas de membros do Partido Republicano. Ainda assim, por terem a maioria na Câmara, os democratas poderão barrar os depoimentos caso discordem de sua necessidade.

A Comissão de Justiça também poderá impedir que os advogados do presidente interroguem as testemunhas caso Trump e seus aliados continuem a tentar criar empecilhos para as investigações. O presidente já prometeu, em mais de uma ocasião, se esquivar de quaisquer intimações, enquanto a Casa Branca emitiu uma diretriz para que seus funcionários não colaborem com os investigadores.

Na prática, a Constituição americana não estabelece com clareza os procedimentos para um impeachment, o que faz com que o voto de hoje não fosse uma exigência legal. Ainda assim, os republicanos vinham demandando uma votação para o formalização do processo, argumentando que isso seria necessário para legitimá-lo e para dar ao presidente uma chance de defesa.

De início, os democratas resistiram a aceitar uma votação, mas optaram por realizá-la após ficar evidente que teriam o apoio necessário para aprová-la.

O Globo

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Ivan disse:

    E gópi!!!