Mundo

‘Dormi a um metro de um cadáver por 8 semanas e não tinha ideia’, diz norte-americana em rede social

Foto: Reprodução / Redes sociais

Em maio de 2020, a influenciadora digital Reagan Baylee começou a sentir cheiros desagradáveis vindo do bloco de apartamentos em que mora, em Los Angeles (EUA). Em quarentena devido ao auge da Covid-19, ela não sabia o que era, mas descrevia o aroma com peixe morto.

Ao descobrir que não tinha como ser alimento estragado, ela ficou preocupada. O cheiro era tão ruim que ela não conseguia dormir e ficava enjoada.

Na sexta-feira (15), Reagan postou no TikTok o que houve naquela ocasião: ela viveu durante dois meses com um vizinho morto, em Los Angeles, nos Estados Unidos.

“Eu dormi a um metro de um vizinho morto há oito semanas durante a quarentena. Gostaria que fosse mentira”, afirmou.

Nos vídeos, a influenciadora disse que percebeu a maior entrada de insetos e aranhas no apartamento e um cheiro muito ruim quando o vento passava pelas janelas. Em determinado momento, ela pensou que o cachorro de um dos vizinhos tivesse morrido.

“Comecei a pensar que talvez o cachorro do meu vizinho que morava à minha direita tivesse morrido e eu fiquei muito preocupada, mas minha gerente me disse que eu não poderia simplesmente começar a bater na porta dos vizinhos e incomodá-los”, acrescentou.

Com o cheiro cada vez pior, ela chamou o namorado para avaliar a situação. Ele não suportou o odor e também passou mal. Foi então que ela chegou à conclusão que algo estava errado.

Apesar da administradora do imóvel insistir em não incomodar os vizinhos, Reagan chamou a polícia, que deu o prazo de 48 horas para ir ao local.

Mas em meio aos protestos contra a morte de George Floyd, a influenciadora decidiu não retornar a ligação para a polícia.

A reviravolta veio quando ela convenceu a administradora a enviar um funcionário de manutenção para ver de onde vinha o cheiro. “Ele quase não conseguiu subir as escadas. Ele arrancou a máscara e disse: ‘vou pegar a chave mestra, alguém está morto'”, disse.

A norte-americana conta que oito policiais chegaram ao local minutos após sua ligação e interrogaram ela e os demais moradores. A influenciadora não detalhou a idade do vizinho, tampouco a causa de sua morte.

“Para encurtar a história, eles disseram que este foi o pior corpo decomposto que já tinham encontrado. Não vou entrar muito nos detalhes, para a privacidade da pessoa, mas vamos apenas dizer que eles foram liquefeitos e eram basicamente um esqueleto neste ponto. Todos os sintomas que meu namorado e eu estávamos sentindo eram por causa dos vapores e gases tóxicos que estavam sendo liberados do corpo”, concluiu Reagan.

G1

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Saúde

Agência dos EUA aprova dose de reforço da vacina da Janssen

Foto: VINCENT WEST / REUTERS

O Comitê Científico da FDA (Food and Drug Administration — agência reguladora dos Estados Unidos) autorizou, nesta sexta-feira (15), a aplicação da dose de reforço em todos os americanos acima dos 18 anos que receberam a vacina contra a Covid-19 da Janssen, braço farmacêutico da Johnson & Johnson. O imunizante deve ser dado a partir de dois meses da primeira dose.

A vacina é ministrada em dose única. Porém, no fim do mês passado, a farmacêutica apresentou resultados de um estudo mostrando que uma segunda aplicação, feita cerca de dois meses após a primeira, aumentou a proteção de 70% para 94%.

Essa é a primeira autorização nos Estados Unidos de dose extra de proteção contra a Covid-19 aprovada para maiores de 18 anos. Até então, o reforço com a Pfizer e a Moderna só havia sido liberado para idosos e pessoas com problemas no sistema imune.

A Pfizer chegou a pedir à FDA a ampliação para todas as pessoas com mais de 16 anos, mas a agência reguladora decidiu limitar o alcance da autorização alegando que as evidências mostraram que o reforço é benéfico para os mais velhos e para as pessoas expostas a maior risco.

Mais de 15 milhões de americanos receberam esse imunizante, de acordo com os dados mais recentes do CDC (Centro de Controle e Prevenção de Doenças) dos EUA.

Segundo dados do Ministério da Saúde, mais de 4,78 milhões de brasileiros foram vacinados com a Janssen. A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) não recebeu nenhum pedido do laboratório para analisar a aplicação de uma dose de reforço do imunizante.

R7

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Mundo

EUA vão liberar entrada de turistas totalmente vacinados a partir de 8 de novembro

Foto: REUTERS / Jeenah Moon

Os Estados Unidos anunciaram nesta sexta-feira (15) a reabertura do país para turistas vacinados contra a Covid-19 em 8 de novembro.

A abertura vale para viagens aéreas e terrestres ao país e foi confirmada pelo assessor da Casa Branca, Kevin Munoz. “A nova política de viagens dos EUA que exige vacinação para viajantes estrangeiros nos Estados Unidos começará em 8 de novembro”, publicou Munoz no Twitter.

“Este anúncio e data se aplicam a viagens aéreas internacionais e terrestres. Essa política é pautada pela saúde pública, rigorosa e consistente.”

O Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos Estados Unidos orientou que todas as vacinas aprovadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS) devem ser aceitas no país.

CNN Brasil

Opinião dos leitores

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Mundo

Painel norte-americano ainda não se decidiu sobre o reforço da vacina da Moderna

Foto: © REUTERS / Dado Ruvic / Illustration / Direitos Reservados

O regulador norte-americano pode já ter decidido sobre a terceira dose da vacina da Moderna para maiores de 65 anos e a resposta deverá ser um sim, tal como já o fez com a terceira dose da vacina da Pfizer/BioNTech, avançou o STAT News.

Apesar de o anúncio ainda não ter sido feito oficialmente e de ainda estar a decorrer a reunião do painel independente de especialistas, a pergunta feita pela FDA parece indicar que uma parte da decisão está tomada. A pergunta da FDA focou-se em saber se pessoas entre os 18 e os 65 anos devem tomar a terceira dose da vacina da Moderna.

A farmacêutica pediu autorização para uma dose de reforço com metade da dose das duas anteriores para todas as pessoas a partir dos 18 anos (as mesmas que podem, neste momento, tomar esta vacina). A farmacêutica defende que esta quantidade é suficiente para desencadear a reação do sistema imunitário, mas terá menos efeitos secundários.

A Moderna, tal como a Pfizer/BioNTech, alega que a proteção contra doença Covid-19 diminui ao longo do tempo — ainda que a proteção contra a doença grave pareça manter-se. Os argumentos agora apresentados pela Moderna focam-se mais na prevenção da doença ligeira e moderada do que na doença grave e internamentos, refere o jornal The New York Times.

Ao contrário da vacina da Pfizer/BioNTech, a vacina da Moderna não parece apresentar um decaimento tão grande da proteção — aliás, alguns estudos não mostram qualquer perda de proteção —, como refere o documento do regulador norte-americano (FDA), citado pelo STAT News.

O painel independente de especialistas que aconselha a FDA têm-se mostrado cético em relação aos resultados apresentados pelas farmacêuticas que pretendem demonstrar a necessidade de um reforço — até porque a perda de proteção é apresentada sob a forma de diminuição do número de anticorpos, o que, por si, não define a resposta imunitária completa.

Ainda assim, o painel admitiu a terceira dose da vacina da Pfizer/BioNTech a grupos específicos: maiores de 65 anos, imunodeprimidos e profissionais que contactam diretamente com muitas pessoas. Falta saber se fará o mesmo em relação à vacina da Moderna.

Observador

Opinião dos leitores

  1. O “lobby” da indústria farmacêutica é poderosíssimo, compra consciências, opiniões e estudos “científicos”. Os heróis que ousam enfrentá-lo estão sendo perseguidos. E se trata de um fenômeno mundial, que também envolve interesses dos globalistas e ditadores (enrustidos ou não). O jogo é bruto e nós somos a moeda.

  2. Se a maior economia é democracia do mundo já está de joelhos p o lobby das farmacêuticas imagine o probre do Brasil. Pelo visto caminhamos para a quarta, quinta, sexta doses… de 3 em 3 meses pelos “estudos” delas mesmas

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Mundo

EUA vão suspender restrições na fronteira terrestre com Canadá e México a vacinados contra Covid

Foto: Christinne Muschi / Reuters

Os Estados Unidos vão reabrir as fronteiras terrestres com o Canadá e o México a partir de novembro, após 19 meses, mas apenas para estrangeiros completamente imunizados contra a Covid-19.

A passagem pelas fronteiras terrestres dos EUA (por trens, balsas, carros, ônibus e caminhões) estão restritas a viagens essenciais desde o início da pandemia, em março de 2020.

As novas regras permitirão viagens não essenciais, independentemente do motivo, e entrarão em vigor na mesma data em que os EUA vão suspender também as restrições à entrada de estrangeiros vacinados em viagens internacionais.

A medida vale para 33 países, incluindo China, Índia, Brasil e a maior parte da Europa.

México e Canadá pressionavam há meses os EUA para aliviar as restrições às viagens não essenciais, que impediam as viagens de lazer e separaram famílias que moram próximas à fronteira, mas em países diferentes.

Vacinas aprovadas

O governo americano afirmou na sexta-feira (8) que vai aceitar a entrada de visitantes internacionais que tenham tomado vacinas contra a Covid-19 aprovadas pela OMS (Organização Mundial da Saúde) ou pela FDA (autoridade americana equivalente à Anvisa).

Isso incluiria a CoronaVac, imunizante da farmacêutica chinesa Sinovac produzido no Brasil em parceria com o Instituto Butantan. Os EUA não usam a vacina, mas ela teve seu uso emergencial autorizado pela OMS em junho.

Os EUA usam apenas os imunizantes da Pfizer/BioNTech, da Janssen e da Moderna (esta última não é utilizada no Brasil). As vacinas autorizadas pela OMS até o momento são:

  • Pfizer/BioNTech
  • Moderna
  • Oxford/AstraZeneca — produzida no Brasil pela Fiocruz
  • Janssen (da Johnson & Johnson)
  • SinoPharm
  • CoronaVac — produzida no Brasil pelo Instituto Butantan

G1

Opinião dos leitores

  1. Segundo a gadolândia e os bovinos adestrados idólatras do MINTO das rachadinhas, a Coronavac não serve de nada! E agora? Os Estados Unidos estão aceitando imunizados por ela…

    1. 🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤭🤭🤭🤭🤭🤭🤭muuuuuu.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Política

Moro espera brecha nos EUA e deve filiar-se ao Podemos em novembro

Foto: Sérgio Lima / Poder360

As conversas do ex-juiz e ex-ministro da Justiça Sergio Moro com a cúpula do Podemos sobre uma possível candidatura presidencial estão avançadas e ele deve filiar-se ao partido em novembro.

A janela para Moro romper amigavelmente o contrato com a consultoria norte-americana Alvarez & Marsal, onde trabalha, abre em 31 de outubro. Até lá, mesmo que já tenha uma decisão, não vai torná-la pública.

O martelo, afinal, ainda não foi batido. Os principais caciques do Podemos disseram ao Poder360 que Moro definirá seu destino depois de uma reflexão “pessoal“, feita em conjunto com a família. Depois de conversas políticas em Brasília, São Paulo e Curitiba na última semana de setembro, descritas como “animadoras”, o ex-juiz pediu tempo para pensar. Todos concordaram.

Na temporada de cerca de 10 dias que passou no Brasil no fim do mês passado, Moro teve um jantar com o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), e o ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta (DEM). Ambos, assim como o ex-juiz, engrossam a lista de pré-candidatos em que entusiastas da 3ª via buscam uma alternativa ao presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Também encontrou-se com líderes do MBL (Movimento Brasil Livre), como o deputado federal Kim Kataguiri (DEM-SP).

No Podemos, Moro é próximo de Alvaro Dias e Oriovisto Guimarães, senadores pelo Paraná, e de Renata Abreu, presidente do partido. Falam-se quase diariamente. Segundo Dias, o ex-juiz volta ao Brasil em novembro.

Até a decisão de Moro, o partido tem auxiliado na comunicação do ex-ministro. Tanto o contato com a imprensa quanto as redes sociais de Moro e Rosângela, sua mulher, têm a ajuda do partido.

Poder 360

Opinião dos leitores

  1. Moro candidato terá meu voto, finalmente terei um candidato descente para votar.
    #MORO PRESIDENTE 2022.

    1. Traidor é o Bolsonaro. Não apoiou as propostas anti crime do moro, e ainda sancionou retrocessos na criação do juiz de garantia, uma protelação nos processos contra criminosos; não apoiou a prisão em segunda instância e tirou o coaf do MJ onde moro era o titular e poderia monitorar a movimentação financeira dos bandidos. pra dar credibilidade ao seu governo, Bolsonaro convenceu moro a pedir exoneração de juíz federal, afirmando que daria total apoio aos avanço no combate aos criminosos, após o desligamento da justiça federal, negou apoio as lutas do moro contra criminosos, por último, pra tentar livrar seu filho de condenação por atos ilícitos, o presidente queria intervir na pf, moro não teve outra saída, e pediu demissão do MJ. Tudo aí é verídico, tanto que até hoje Bolsonaro não moveu uma palha pra tentar conter os corruptos, ao contrário, ocorreram retrocesso gigantesco nas leis de combate ao crime, algo nunca visto na história recente, é um governo que favorece os corruptos, tanto que Bolsonaro entregou as chaves dos cofres brasileiros aos corruptos costumazes do centrão. E isso o Moro jamais compactuaria. Bolsonaro traiu moro e a confiança do povo quando nega o combate a corrupção, principal bandeira de sua campanha.

  2. QUALQUER OUTRO NOME É MELHOR QUE ESSAS DUAS DESGRAÇAS QUE ESTÃO AÍ! MORO NO 2° TURNO ENTRA PARA A HISTÓRIA.

    1. Com esse pstf (partido do supremo tribunal federal) não há quem governe o Brasil

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Diversos

Armas do gângster Al Capone vão a leilão nos EUA

Foto: NICK OTTO / AFP

Várias armas e outros objetos que pertenceram a Al Capone, um dos mafiosos mais famosos da história americana, serão leiloados por seus herdeiros nesta sexta-feira (8), na Califórnia (EUA).

A pistola automática calibre .45 favorita do mafioso está na lista dos itens que vão a leilão, que inclui fotos antigas, uma carta para o filho escrita de Alcatraz e a cama que ele dividia com a esposa em sua luxuosa mansão na Flórida.

Os 174 objetos que estarão à venda compõem a coleção intitulada “Um Século de Notoriedade: O Legado de Al Capone”. Os leiloeiros afirmam que “certamente será um dos maiores leilões de celebridades de todos os tempos”.

Capone foi uma das figuras mais temidas do crime organizado na era da proibição, quando foi imposta a Lei Seca, que punia a produção e comercialização de álcool nos Estados Unidos.

Ele era o chefe da Chicago Outfit, uma gangue da década de 1920 que derrotava seus rivais no contrabando e no crime organizado fazendo uso de métodos brutais. O auge da violência da organização foi o chamado massacre do Dia dos Namorados, em 1929, quando sete membros de uma gangue rival foram executados.

Capone nunca foi condenado por seus atos violentos, mas foi preso por sonegação de impostos e acabou em Alcatraz, uma ilha-prisão perto de São Francisco.

Os leiloeiros estimam que na arrematação, que será realizada em Sacramento, o valor da Colt .45 automática pode chegar a US$ 150 mil, enquanto outra pistola de propriedade do gângster pode ser vendida por US$ 60 mil.

O lote, que também inclui um relógio de bolso Patek Philippe de platina e diamante, pertence a uma coleção passada ao filho único de Al e Mae Capone, Sonny. Atualmente é propriedade de Diane e Barbara Capone, as netas do gângster.

Hoje com 77 anos, Diane Capone, uma das quatro netas do mafioso, disse que a decisão de vender os itens se baseou no fato de ela e as irmãs estarem envelhecendo e na ameaça crescente dos incêndios florestais no norte californiano.

Brian Witherell, diretor de consignações da Casa de Leilões Witherell’s, disse que quase mil pessoas de todos os estados norte-americanos e de 11 países se inscreveram na venda.

Diane Capone ainda afirmou esperar que os itens revelem o lado humano do avô, em vez da violência implacável que assolou Chicago nos anos 1920 e o tornou infame.

R7

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Mundo

Tiroteio em escola de ensino médio do Texas, nos Estados Unidos, deixa pelo menos quatro feridos

Foto: Reprodução / CNN Brasil

A Polícia de Arlington, no Texas (EUA), responde a um alerta de tiroteio em uma escola de ensino médio. Segundo o prefeito da cidade, Jim Ross, pelo menos quatro pessoas ficaram feridas, três delas foram hospitalizadas e uma tem ferimentos leves.

O tiroteio teria começado no segundo andar da escola por volta das 9h15 no horário local (11h15 horário de Brasília) após uma briga entre alunos da escola.

Os agentes foram acionados por volta das 10h no horário local (12h horário de Brasília) para a Timberview High School, que atualmente se encontra em lockdown. A polícia identificou um suspeito, Timothy Geroge Simpkins, de 18 anos, que fugiu do local em um Dodge Charger prata.

A escola tinha cerca de 2 mil alunos no ano letivo entre 2019 e 2020.

A polícia informou que está trabalhando em conjunto com outros agentes de segurança da região para investigar o corrido e garantir a segurança no local.

Um porta-voz do FBI informou que agentes da unidade de Dallas também estão no local, auxiliando a Polícia de Arlington.

CNN Brasil

Opinião dos leitores

  1. VIVA AS ARMAS NAS TERRAS DO TIO SAN!
    Esse é o melhor exemplo de como é bom todo mundo ter armas a vontade.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Saúde

Joe Biden ‘contraria’ OMS e recebe dose de reforço de vacina contra a Covid-19 nos EUA

Foto:  Reprodução/Globo News

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, de 78 anos, recebeu nesta segunda-feira (27) uma dose de reforço da vacina contra a Covid-19.

A aplicação do reforço vacinal foi aprovada pela autoridade sanitária americana na semana passada e é recomendada para pessoas idosas e adultos com comorbidades.

As infecções nos EUA têm crescido por causa da variante delta do coronavírus. Na semana passada o país voltou a registrar mais de 2 mil mortes diárias por complicações da doença.

Segundo a plataforma “Our World in Data”, vinculada à Universidade de Oxford, os EUA aplicaram as duas doses – ou dose única – em cerca de 56% de sua população.

O país tem enfrentado dificuldades para incentivar a vacinação – gratuita e universal – entre seus habitantes e até oferece dinheiro para quem se vacinar.

O presidente americano já chegou a dizer que o país vive hoje uma “pandemia dos não-vacinados” em que casos e mortes atingem diretamente a população que optou por não se proteger com a vacina.

OMS é contra

Para a Organização Mundial da Saúde (OMS), os dados atuais não indicam que as doses de reforço são necessárias.

A entidade defende que as pessoas mais vulneráveis ​​em todo o mundo devem ser totalmente vacinadas antes que os países mais ricos imunizem com mais uma dose a sua população.

Para a cientista-chefe da OMS, Soumya Swaminathan, mais pesquisas são necessárias para definir o esquema vacinal com mais uma dose.

Ela alertou que deixar bilhões de pessoas no mundo sem vacina pode promover o surgimento de novas variantes e resultar em situações ainda piores.

G1

Opinião dos leitores

  1. Né isso! O certo mesmo é fazer como o MINTO das rachadinhas: menosprezar as vacinas, criar terrorismo de que elas fazem mais mal que a doença e que os placebos como a cloroquina e ivermectina, depois tomar escondido, decretar o sigilo de 100 anos no cartão de vacinação e depois ficar dizendo que será o último a tomar… KKKKKKKKK. MUUUUUUUUU

    1. Mané, vc nao se cansa NÉ MANÉ, passa o dia todo criticando o bozo e defendendo LULADRAO. Diga logo que vc apoia LULADRAO e é semelhante a ele, aí deixaria todo mundo mais tranquilo. Seria apenas mais um criminoso apoiando as patifaria e ladroagem do seu ídolo.

    2. Augusto, só pq vc defende um bandido (o presidente das rachadinhas) não venha dizer que defendo o outro bandido, o Lulaladrão talkei! Não preciso disso , diferentemente de outros que postam aqui no Blog que o fazem ou por idolatria ou por necessidade mesmo de ganhar uma “rachadinha” pra chamar de sua…

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Política

Biden assegura que Estados Unidos “não procuram nova guerra fria”

Foto: © REUTERS/Eduardo Munoz/Direitos reservados

O presidente dos Estados Unidos (EUA), Joe Biden, assegurou nesta terça-feira (21), em Nova York, que o país “não procura uma nova guerra fria”.

Numa alusão ao confronto que ocorre com a China, Biden insistiu que “não procura uma nova guerra fria ou um mundo dividido em blocos”. Acrescentou que os Estados Unidos “estão prontos para trabalhar com todas as nações que se comprometam e procurem uma solução pacífica para partilhar os desafios, mesmo que existam intensos desacordos em outros domínios”.

O líder da Casa Branca também assegurou que o seu país regressará plenamente ao acordo sobre o programa nuclear iraniano, caso o Irã “faça o mesmo”, e prometeu impedir que Teerã consiga obter a bomba atômica.

“Os Estados Unidos permanecem determinados e prontos para impedir as armas nucleares iranianas”, afirmou.

Trabalhamos com os membros permanentes do Conselho de Segurança (França, Reino Unido, Rússia e China), e ainda com a Alemanha, “para obter diplomaticamente, com toda a segurança, o regresso do Irã ao Acordo Nuclear”, disse, numa referência ao acordo de 2015 chamado Plano de Ação Conjunto Global (JCPOA), acrescentou.

O presidente norte-americano prometeu ainda aumentar os esforços internacionais para combater a pandemia de covid-19 e as alterações climáticas.Disse que “vai anunciar compromissos adicionais” para aumentar a vacinação nos países menos avançados, durante cúpula virtual que organiza na quarta-feira.

Além disso, Biden se comprometeu a “duplicar de novo” o montante de ajuda dos Estados Unidos aos países mais pobres para enfrentar as alterações climáticas, sem precisar no entanto o valor.

A assembleia geral das Nações Unidas, um dos pontos mais altos para a diplomacia internacional, começou hoje (21) em Nova York, com o discurso do secretário-geral da ONU, António Guterres, na presença de mais de 100 chefes de Estado e de Governo e representações diplomáticas de todos os 193 Estados-membros.

Agência Brasil

Opinião dos leitores

  1. Até as pedras do rio São Francisco sabem que este País é o maior causador de guerras em todo o mundo. Até porque a sua maior indústria é a Bélica, da fabricação de armas e munições de todos os tipos.
    Quando é que as pessoas vão aprender sobre a diferença entre o que se diz e o que se faz de verdade?
    Isso é o básico pra não ficar gastando seu tempo com besteiras, pensando que o país que mais guerreia no mundo inteiro tem interesse na Paz.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Geral

Cerveja com 28% de teor alcoólico é proibida em 15 estados nos EUA

Foto: Samuel Adams

A cervejaria Samuel Adams está lançando uma nova bebida de edição limitada tão potente que é ilegal em 15 estados americanos.

A companhia lança uma nova versão de sua marca Utopias a cada dois anos, e a décima segunda edição estará nas prateleiras a partir de 11 de outubro.

Mas não se preocupe em procurá-la no Alabama, Arkansas, Geórgia, Idaho, Missouri, Mississippi, Montana, Carolina do Norte, New Hampshire, Oklahoma, Oregon, Carolina do Sul, Utah, Vermont ou West Virginia.

Elas são ilegais nesses estados porque contêm 28% de álcool por volume, mais de cinco vezes a potência das cervejas americanas típicas.

Mas mesmo em lugares onde a cerveja pode ser vendida, ainda pode ser difícil colocar as mãos nela. A Samuel Adams fabrica apenas cerca de 13 mil garrafas de Utopias a cada dois anos, de acordo com seu site. E é caro — o preço de varejo sugerido é de US$ 240 para uma garrafa de cerca de 750 ml.

“Fomos pioneiros no processo de envelhecimento em barril e mistura das Utopias há quase trinta anos e continuamos essa tradição consagrada pelo tempo até hoje”, disse Jim Koch, fundador e cervejeiro da Samuel Adams, em um comunicado.

As cervejas Utopia foram introduzidas pela primeira vez em 2002 e aumentaram de preço ao longo dos anos. A versão de 2017 custou US$ 199, a de 2019 foi US$ 10 mais cara. A versão deste ano também é notável, pois é finalizada com 2 mil libras de cerejas e alguns lotes foram envelhecidos por até 24 anos em uma variedade de barris.

Samuel Adams foi a cerveja oficial do Inspiration4, a primeira missão de turismo totalmente civil ao espaço que voltou da órbita no sábado. A missão serviu como uma arrecadação de fundos para o hospital infantil de câncer St. Judes, e uma garrafa Utopia assinada pelos membros da equipe de Koch e Inspiration4 será leiloada no próximo evento de caridade do hospital.

CNN Brasil

 

Opinião dos leitores

  1. Pq é proibida??? Não entendi! E nesses estados pode-se beber whisky ou Gin, que tem 40% e 47% de teores alcoolicos???? O povo (políticos) pra gostar de uma lei proibindo coisas! Pqp!!!!

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Saúde

Estados Unidos liberam, a partir de novembro, entrada de estrangeiros imunizados contra a Covid

Foto: DANIEL SLIM / AFP

O governo Biden suspenderá as restrições de viagem a partir de novembro para os estrangeiros que estiverem totalmente vacinados contra Covid-19, encerrando uma proibição de viagens implementada há mais de um ano para limitar a propagação da doença.

Viajantes totalmente vacinados também precisarão apresentar um teste negativo para Covid dentro de três dias antes de embarcarem para os EUA, disse Jeff Zients, coordenador de pandemia da Casa Branca, nesta segunda-feira.

Ele não esclareceu se serão aceitos certificados para todas as vacinas aprovadas pela Organização Mundial de Saúde ou apenas as aprovadas nos EUA, que são Pfizer, Moderna e Janssen, mas, como o fim das restrições se aplica a viajantes da Europa e da China, presume-se que também serão aceitas a AstraZeneca e as vacinas chinesas.

— As viagens internacionais são essenciais para conectar famílias e amigos, para abastecer pequenas e grandes empresas, para promover o intercâmbio aberto de ideias e cultura — afirmou Zients. — É por isso que, com a ciência e a saúde pública como nosso guia, desenvolvemos um novo sistema de viagens aéreas internacionais que aumenta a segurança tanto dos americanos internamente quanto das viagens aéreas internacionais.

Até novembro, porém, brasileiros ou viajantes que estiveram no Brasil nos 14 dias anteriores ao voo continuam sem poder entrar nos EUA, a não ser que façam uma escala de duas semanas num terceiro país de onde seja possível entrar em território americano diretamente, como México e República Dominicana. A medida não se aplica a passageiros com residência permanente ou a cidadãos americanos, dentre outras exceções previstas nas leis.

Com a nova medida, americanos não vacinados no exterior que pretendem voltar para casa terão de apresentar teste negativo para coronavírus um dia antes de viajar para os EUA, e precisarão ser testados novamente após a chegada, informou Zients.

Os Centros de Controle e Prevenção de Doenças também emitirão em breve uma ordem direcionando as companhias aéreas a coletar números de telefone e endereços de e-mail de viajantes para um novo sistema de rastreamento de contatos. As autoridades acompanharão os viajantes após a chegada para saber se eles estão apresentando sintomas do vírus.

A ação do governo ocorreu na véspera de uma visita do primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, que deveria pressionar Biden a suspender a proibição. As autoridades britânicas esperavam que o presidente anunciasse um relaxamento das restrições quando ele fosse à Cornualha, na Inglaterra, em junho para a reunião de cúpula do G-7, e ficaram desapontados quando ele não o fez. A frustração deles só aumentou desde então.

As autoridades britânicas observam que os EUA não impuseram uma proibição semelhante a pessoas de países caribenhos, que apresentavam uma taxa de infecção mais alta do que o Reino Unido, ou da Argentina, que teve menor porcentagem de sua população vacinada. Cerca de 82% das pessoas no Reino Unido com mais de 16 anos já foram totalmente imunizadas.

A União Europeia e o Reino Unido permitiram que pessoas totalmente vacinadas dos EUA viajassem sem quarentena e as autoridades locais ficaram incomodadas quando Washington não retribuiu.

A proibição, apontam autoridades europeias, manteve famílias separadas desde março de 2020, quando o ex-presidente Donald Trump a anunciou pela primeira vez, num momento em que as taxas de contaminação por coronavírus estavam explodindo em toda a Europa. Os países europeus resistiram a uma terceira onda de infecções impulsionadas pela variante Delta, mas em vários países, incluindo o Reino Unido, as taxas de infecção começaram a se estabilizar e até diminuir.

O Globo

Opinião dos leitores

  1. O que Fátima está esperando para fazer um muro com 10 metros de altura da praia de Sagi até a praia de Tibau do Norte? ???? Esperar que aconteça para depois culpar bolsonaro?

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Saúde

Moderna é a mais eficaz contra Covid do que Pfizer e Janssen, diz estudo nos EUA

Foto: Eduardo Munoz – 21.dez.2020/Reuters

Um estudo comparativo das três vacinas contra o coronavírus autorizadas nos Estados Unidos descobriu que o imunizante da Moderna é ligeiramente mais eficaz do que o da Pfizer para manter as pessoas fora do hospital. O da Janssen, da Johnson & Johnson, vem em terceiro, mas ainda fornecendo alta proteção.

A vacina da Moderna proporcionou proteção de 93% contra hospitalização, a da Pfizer 88%, enquanto a Jannsen ficou em 71%. No Brasil, até agora, apenas as vacinas da Pfizer e Janssen tiveram usos pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), junto à Coronavac e AstraZeneca.

Os Centros de Controle e Prevenção de Doeças (CDC) dos EUA conduziram um estudo nacional de vacinação envolvendo mais de 3.600 adultos hospitalizados com Covid-19 entre março e agosto.

“Entre os adultos americanos sem condições imunocomprometidas, a eficácia da vacina contra a hospitalização por coronavírus durante 11 de março a 15 de agosto de 2021 foi maior para a vacina Moderna (93%) do que a vacina Pfizer-BioNTech (88%), e a vacina Janssen (71%)”, escreveu a equipe no relatório semanal do CDC sobre morte e doença (MMWR).

“Embora esses dados ‘do mundo real’ mostrem alguma variação nos níveis de proteção por vacina, todos os imunizantes contra a Covid-19 aprovados ou autorizados pela FDA [equivalente à Anvisa nos EUA] fornecem proteção substancial contra a hospitalização por coronavírus.”

Diferença entre vacinas

Segundo o estudo, a maior diferença entre a vacina feita pela Moderna e a vacina da Pfizer/BioNtech foi impulsionada por um declínio que começou cerca de quatro meses depois que as pessoas foram totalmente vacinadas.

“As diferenças na eficácia da vacina entre a vacina Moderna e Pfizer-BioNTech podem ser devido ao maior conteúdo de mRNA na vacina Moderna, diferenças no tempo entre as doses [três semanas para Pfizer-BioNTech contra 4 semanas para Moderna], ou possíveis diferenças entre grupos que recebeu cada vacina que não foi contabilizada na análise”, escreveu a equipe.

Sobre a vacina da Johnson & Johnson, os cientistas disseram que “uma única dose da vacina de vetor viral Janssen teve comparativamente menor resposta de anticorpos anti-SARS-CoV-2 e eficácia da vacina contra hospitalizações por Covid-19”, acrescentaram.

A equipe que conduziu o estudo explicou que entender as diferenças na eficácia da vacina pode orientar as escolhas individuais e elaboração de políticas públicas. Os responsáveis pela pesquisa ressaltaram, porém, que todos os três imunizantes fornecem proteção.

“Compreender as diferenças na eficácia da vacina por produto de vacina pode orientar as escolhas individuais e recomendações de políticas em relação aos reforços de vacina. Todas as vacinas COVID-19 aprovadas ou autorizadas pela FDA fornecem proteção substancial contra a hospitalização por Covid-19.”

O CDC trabalhou com pesquisadores de todo o país para estudar 3.689 pacientes em 21 hospitais em 18 estados para o estudo. Eles também analisaram anticorpos no sangue de 100 voluntários saudáveis ​​após terem sido vacinados com uma das três vacinas disponíveis.

CNN Brasil

Opinião dos leitores

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Geral

EUA, Reino Unido e Austrália anunciam novo pacto para conter a China, e embaixada de país asiático critica ‘Mentalidade de Guerra Fria’

Foto: © REUTERS/Jonathan Ernst/Direitos Reservados

O Pacto de Aukus reúne os Estados Unidos, o Reino Unido e a Austrália para fazer frente às pretensões territoriais da China no Indo-Pacífico. O acordo, no âmbito da Segurança e Defesa, prevê que Camberra possa construir, pela primeira vez, submarinos com capacidade nuclear, mas também a estreita colaboração das três nações ao nível das capacidades cibernéticas, quânticas e de inteligência artificial.

Os analistas consideram o acordo como um dos mais significativos nas áreas de segurança e defesa desde o fim da Segunda Guerra Mundial. O pacto vai permitir à Austrália a construção de submarinos com propulsão nuclear, com o apoio dos aliados, Estados Unidos e Reino Unido.

“Estamos investindo na maior fonte de força: as nossas alianças. Estamos nos atualizando para enfrentar, da melhor forma, as ameaças de hoje e de amanhã. Estamos ligando os aliados e parceiros da América de novas formas”, afirmou o presidente norte-americano,Joe Biden, ladeado pelas imagens dos líderes britânico e canadense, em imagens transmitidas pelos canais de televisão.

Sobre os submarinos, os Estados Unidos e a Austrália garantiram que Camberra não irá recorrer a armas nucleares, ainda que tenham capacidade para as transportá-las.

“Permitam-me ser muito claro: a Austrália não quer obter armas nucleares ou alcançar uma capacidade nuclear civil”, disse Scott Morrison, o primeiro-ministro australiano.

O país é um dos signatários do Tratado de Não Proliferação Nuclear (TNP), que visa a impedir a aquisição e o desenvolvimento de armas nucleares.

Ainda assim, este é o primeiro acordo em várias décadas de partilha de informação e tecnologia com capacidade de propulsão nuclear. Antes dessa quarta-feira, a última vez que os Estados Unidos tinha firmado esse tipo de entendimento foi em 1958, com o Reino Unido.

Esses submarinos, que no âmbito do acordo passam a ficar estacionados na Austrália, são muito mais rápidos e difíceis de detectar do que os submarinos convencionais, o que confere maior influência norte-americana na região do Indo-Pacífico.

Camberra torna-se, dessa forma, o sétimo país do mundo a operar submarinos com capacidade nuclear, depois dos Estados Unidos, do Reino Unido, da França, China, Índia e Rússia.

Com esse entendimento, cai um acordo assinado pela Austrália em 2016, com a França, para a construção de 12 submarinos convencionais, no valor de 56 bilhões de euros.

Mentalidade de “Guerra Fria”

O pacto prevê uma cooperação ainda mais estreita, ao nível da segurança e defesa, entre os Estados Unidos, o Reino Unido e a Austrália, três países que já integravam o grupo Five Eyes, em que também estão o Canadá e a Nova Zelândia.

Além dos submarinos, o acordo Aukus prevê a estreita colaboração dos três países no conhecimento e capacidade cibernéticos, quânticos e de inteligência artificial, bem como de novas tecnologias submarinas.

Na conferência conjunta, nenhum dos três líderes fez referências diretas à China, tendo assumido apenas que os desafios de segurança regionais “aumentaram significativamente”.

No entanto, o acordo é visto como uma resposta dos Estados Unidos ao expansionismo de Pequim no Mar do Sul da China e das ameaças chinesas a Taiwan. Em entrevista, Joe Biden falou da importância de “um Indo-Pacífico livre e aberto”.

“Esta é uma oportunidade histórica para as três nações, aliadas e parceiras com ideais semelhantes, protegerem os valores partilhados e promoverem a segurança e a prosperidade na região”, diz a declaração conjunta.

A embaixada chinesa em Washington criticou o acordo trilateral e pediu às nações que “deixem a mentalidade de guerra fria e o preconceito ideológico”, afirmou o porta-voz Liu Pengyu.

Agência Brasil, com RTP

Opinião dos leitores

  1. O humanitário Biden deixou armamento, dinheiro e muito poder de fogo para o Talibã dominar a força seu povo. Valeu esquerda!
    A China colocou o mundo de joelho com o covid, vírus que não atingiu nenhuma metrópole na China, ficou apenas em 01 pequena cidade.
    As mulheres já estão sendo tratadas como manda o regime do talibã e não vejo nenhuma feminista, a turma do “mexeu com uma, mexeu com todas”, artista, protestar publicamente contra o talibã.
    A turma do LGBT tem visto o tratamento que o talibã dedica aos homossexuais? Vão protestar? Estão calados por qual razão? Se não se pronunciam, podemos entender que toda essa turma apoiam o talibã.
    Que estranho, até pouco tempo atrás existia forte campanha contra todos os governos de direito que não matam mulheres, não proíbem mulheres de trabalhar, não fuzilam homossexuais. Mas contra as ações do Talibã existe o mais absoluto silêncio. O que houve?

    1. Corroboro com vossa opinião sobre essa parte que escreveste sobre os homossexuais: LGBTQImais e sobre as mulheres que são parte da pauta ideológica do PT e dos partidos esquerdista ambos ligados ao comité internacional cubano, coreano, russo e chines, no Brasil todas essas pessoas consideradas bi-genero ou de género feminino possuem a total liberdade, igualdade no direito de ir, ficar e vir sem impedimento algum em todos os ambientes públicos ou privados, não se sabe o que as pessoas lutam porque elas vivem em um país onde elas podem escolherem ou terem as profissões que quiserem ou que escolhere(a)m sem nenhuma distinção ou impedimento por ser bi-género ou ser do género feminino, podem não fazerem nada como boa parte da juventude brasileira, as pessoas estudam onde podem ou onde querem, se querem ou não trabalharem, podem escolherem onde querem trabalhar ou não, não existe no Brasil trabalho forçado nem mesmo entre as pessoas presidiarias ou apenadas como em muitos países, as pessoas podem fazerem o que quiserem desde que não cometam crime, no Brasil as pessoas podem ser assexuais, bissexuais, heterossexuais, fazerem sexo ou não , as pessoas Podem namorar, noivar, casar com quem querem ou preferem ficar solteiras para sempre.

  2. A China usa a corrupção de cidadãos do ocidente para implantar seu plano hegemônico. Precisa ser contida, mas esse senil Biden não tem capacidade para isso. O “galegão” vinha conseguindo progressos. Uma pena que tenha saído.

    1. Comece logo a pedir aos búzios, a Deus não pois vcs não acreditam nele Sr. Carlucio, não é como vc que a maioria da população pensa, depois é só correr para o abraço.

    2. Nesse caso, vc é mais um que torce pela China. Está recebendo algum Bolsonaro? Bolsonaro é a única barreira que separa o Brasil do caos. EM 2022, É JAIR OU JÁ ERA.

    3. Joe Biden está botando os EUA no seu lugar: o protagonismo. Já o daqui está também botando o Brasil no seu lugar: República bananeira.

    4. Vixe! Então vc quer dizer que o MINTOmaníaco das rachadinhas foi comprado já que recentemente elogiou a China? Hum..

    5. Ainda bem que por aqui tem um Manoel F, que é do lado do bem e não conversa tanta besteira, não tem quem aguente esse tapioca.

    6. Olha o nível, Trump foi eleito com apoio do urso russo e do dragão chinês, a política de Trump era não-intervencionista, diferente da de Obama e Bush. Trump na primeira guerrinha comercial fez logo as pazes, planos hegemônicos os EUA também tem, bem como Rússia e China, é só ler Kissinger (se tiver brio).

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Saúde

EUA veem risco de pandemia “pior que a Covid” com “ameaças biológicas sérias”, e propõem plano de US$ 65 bilhões

Foto: Caroline Purser/Getty Images

Documento elaborado pela Casa Branca prevê “ameaças biológicas sérias”, cita risco de vazamentos de laboratório e fala em imunizar toda a população global em 200 dias; dinheiro iria para o desenvolvimento de vacinas, remédios, testes e mecanismos de proteção.

O plano, que foi divulgado na última sexta-feira, começa dizendo que a pandemia de Sars-CoV-2 “foi favorável em certos aspectos”, pois é “muito menos letal do que a Gripe de 1918” e envolve um coronavírus: uma família de vírus que já foi bastante estudada, especialmente após o surgimento do primeiro Sars-CoV, vinte anos atrás, e do Mers-CoV, há uma década. “Infelizmente, a maioria das 26 famílias de vírus que infectam humanos é menos compreendida, ou mais difícil de controlar que os coronavírus”.

“Por mais devastadora que seja a pandemia de Covid-19, há uma probabilidade razoável de que outra pandemia séria, que pode ser pior do que a Covid-19, aconteça logo – possivelmente dentro desta década.

Em seguida, o documento revê a história dos surtos virais nos últimos 100 anos, destacando que houve pelo menos 11 episódios sérios (veja quadro abaixo). Ou seja, eles são bem mais frequentes do que se imagina. “Desses surtos, cinco tiveram taxas de letalidade iguais ou maiores que a Covid-19”, afirma o texto.

Surtos virais nos últimos 100 anos, com total de mortes global e nos EUA. Casa Branca/Reprodução

O texto prevê aumento nos surtos virais, por três fatores: a expansão populacional humana (que avança sobre o habitat de animais selvagens), o aumento “no número de laboratórios manipulando patógenos perigosos”, o que “aumenta a probabilidade de que um patógeno contagioso seja liberado acidentalmente”, e “a possibilidade perturbadora de que um agente maligno desenvolva e use uma arma biológica, incluindo uma que seja altamente contagiosa”.

Depois de pintar esse cenário assustador, o documento propõe uma série de medidas para lidar com ele. A primeira é aperfeiçoar o desenvolvimento de vacinas: os EUA precisam ser capazes de “projetar, testar e revisar uma vacina segura e eficaz contra qualquer vírus humano em 100 dias”, e fabricar doses suficientes para cobrir “toda a população dos EUA em 130 dias, e a população global em 200 dias”.

Além da vacina, o plano também prevê o uso de medicamentos antivirais, que inibam “funções essenciais do vírus, como a entrada na célula e a replicação”, como os remédios contra hepatite e HIV. O documento não diz, mas já existe um antiviral em testes contra o Sars-CoV-2: é o molnupiravir, que está sendo desenvolvido pelo laboratório Merck e provoca erros de cópia no vírus, impedindo que ele se replique.

O molnupiravir foi inventado pela Emory University, nos EUA, que estava tentando criar um remédio contra o vírus influenza. As moléculas do remédio se inserem no RNA do vírus, provocando uma sequência de erros que impossibilitam a reprodução dele. A droga, que já está na última fase de testes em humanos, é considerada promissora – pois é fácil de administrar (é um comprimido), e poderia ser usada para prevenir o agravamento de doenças causadas pelo Sars-CoV-2 e por outros vírus de RNA.

O plano da Casa Branca fala em “restaurar e expandir” os estoques de medicamentos, máscaras e equipamentos de proteção individual, criar testes e redes de monitoramento contra epidemias, e tomar medidas para “prevenir acidentes de laboratório”, com maior fiscalização e controle. O custo total do plano, “a ser investido nos próximos 7 a 10 anos”, é de US$ 65,3 bilhões – com metade desse valor indo para o desenvolvimento de vacinas e antivirais. A despesa precisa ser aprovada pelo Congresso dos EUA.

Super Interessante

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Política

Brasil ‘está de portas abertas’ para conversas com o governo Biden, diz Bolsonaro

Foto: Nicholas Kamm/AFB

O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta segunda-feira, 30, em entrevista à Rádio Rede Fonte de Comunicação, que o presidente americano Joe Biden tem “obsessão pela questão ambiental”. Segundo o chefe do Executivo, a relação entre o Brasil e os Estados Unidos se mantém estável, embora admita a existência de ruídos devido às diferenças de visões de mundo.

“Da minha parte, o Brasil está portas abertas, pronto para continuar conversas com o governo americano. Obviamente, o governo Biden é um governo mais de esquerda, um governo que tem quase uma obsessão pela questão ambiental. Isso atrapalha um pouquinho a gente”, disse o presidente, que disse ter torcido para o ex-presidente dos Estados Unidos Donald Trump, por quem Bolsonaro sempre demonstrou admiração. “Antes de eu assumir eram governos que não tinham qualquer simpatia pelo povo americano, então esse diálogo não era bom. Comigo, está bom. Nós mantemos o contato com o governo americano sobre os problemas que existem na América Latina”, completou.
STF

Ao fim da entrevista, Bolsonaro minimizou seu embate com o Supremo Tribunal Federal (STF), que o incluiu no rol de investigados no inquérito das fake news, conduzido pelo ministro Alexandre de Moraes, por declarações contra o sistema eletrônico de votação. O presidente disse ter críticas a membros específicos de outros Poderes, mas não às instituições do Judiciário e do Legislativo. “Você não vê um só ataque meu ao Supremo Tribunal Federal ou ao Parlamento como um todo. Eu tenho críticas, sim, no tocante ao senador ou outro, um deputado ou outro, um ministro do STF ou outro. Todo mundo tem esse direito de criticar”, disse.
Conteúdo Estadão

Opinião dos leitores

  1. Bolsonaro já quer prostituir o Brasil para Biden. Trump, seu ídolo perdeu, agora ele tem que abanar o rabinho para o ganhador!

  2. Do Jornal de Brasília, sobre a saga dos imóveis milionários da família Bolsonaro: Juliana Dal Piva e Eduardo MilitãoFolhaPress Jair Renan Bolsonaro, o filho ’04’ de Jair Bolsonaro, e sua mãe, a advogada Ana Cristina Siqueira Valle, segunda mulher do presidente, são desde junho deste ano os mais novos moradores de uma casa no Lago […]

  3. O problema é que Biden não está nem aí para o Bolsonaro, pois o presidente dos EUA não é psiquiatra.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *