Comissão decide que segundo debate entre presidenciáveis nos EUA será virtual, e Trump diz que é “ridículo” e não vai participar

Foto: Reprodução/GloboNews

A comissão que organiza os debates entre os dois principais candidatos a presidente dos Estados Unidos, Joe Biden e Donald Trump, anunciou nesta quinta-feira (8) que o segundo confronto entre eles será feito remotamente, sem que os dois estejam no mesmo local. O encontro está agendado para o dia 15 de outubro.

Trump disse que se recusa a participar de um debate virtual. Ele deu uma entrevista por telefone a um programa da rede de TV Fox.

“Eu não vou perder meu tempo com um debate virtual, essa não é a ideia de um debate. Senta-se atrás de um computador e se debate, é ridículo. Isso não é aceitável para a gente”, disse ele.

O primeiro debate entre os dois aconteceu em 29 de setembro. Três dias depois, Trump anunciou que estava com Covid-19. Os candidatos a vice também tiveram seu confronto, que foi presencial, nesta quarta-feira.

O presidente afirmou que só soube da decisão de organizar um debate virtual nesta quinta-feira, minutos antes de sua participação por telefone no programa de TV. Ele acusou a comissão que organiza o debate de tentar proteger Biden.

O presidente foi hospitalizado no dia 3 de outubro e voltou à Casa Branca na segunda-feira. No dia de seu retorno, afirmou que estava ansioso para participar de um segundo debate com Biden. Nesta quinta, Trump disse que se sente “pronto para voltar a fazer campanha”, mesmo sem ter se curado.

Em nota, a comissão afirmou que o segundo debate terá o formato de um encontro com eleitores. Os candidatos vão participar de locações remotas e distintas. O texto cita a saúde e segurança de todos os envolvidos como um dos motivos para o formato.

O plano é que o moderador, Steve Scully, conduza o debate de um centro de convenções em Miami. Eleitores da região sul do estado da Flórida vão fazer perguntas aos candidatos.

Primeiro debate

O primeiro debate entre os dois candidatos aconteceu no dia 29 de setembro. O confronto foi marcado por interrupções e acusações entre os dois.

Falando muito desde o começo, Trump quase não deu espaço para o adversário, interrompendo inclusive o moderador e tornando difícil a distribuição do tempo.

Biden, irritado, chegou a pedir para que Trump se calasse para que pudesse falar: “Você quer se calar, homem?”.

Veja alguns dos temas que foram debatidos no primeiro encontro:

A indicação para a Suprema Corte da juíza Amy Coney Barrett;

A força dos grupos mais radicais de esquerda dentro do Partido Democrata;

Os impostos de Donald Trump, que teria contribuído com US$ 750 em 2016 e não pagou nada em dois anos anteriores;

Os protestos e atos políticos durante a presidência de Trump

Debate por transmissão em 1960

Esta não é a primeira vez que um debate de presidenciáveis nos EUA é organizado para ser realizado sem que os debatedores estejam em um mesmo local.

Em 1960, John F. Kennedy e Richard Nixon fizeram um encontro via transmissão (um deles estava em um estúdio na cidade de Nova York, e o outro, em Los Angeles).

G1

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Pedro disse:

    Sr. Arthur lave a boca, educação, respeito e parcimônia advém da família e do caráter, esse seu comentário é grosseiro e despropositado, eivado de ignorância, lembre-se que vc muito parecido com um ser humano, pode eventualmente sofre uma queda ou acidente, aí vc vai implorar pela misericórdia de Deus e Justiça dos HOMENS.

    • Manoel C. disse:

      Você sempre se porta grosseiramente e debochado, agora tomou as dores do Pr.? Tenha vergonha na cara, hipócrita.

  2. Lopim disse:

    Esse povo todin já foi, e Lula tá quase indo de novo.

  3. Arthur disse:

    Daqui a pouco vai simular uma facada pra fugir dos debates.

  4. Antonio Turci disse:

    Trump tem razão. Debates, aulas, exames médicos têm que ser atividades presenciais entre outras centenas. O resto é medo, preguiça, impossibilidade…….

  5. Jailson disse:

    Maurício Macri já foi…
    Trump está indo…
    Bolsonaro tá bem ali na esquina…

Dólar recua após alta de Trump e reaproximação de Guedes e Maia

Foto: Gary Cameron/Reuters

O dólar opera em queda nesta terça-feira (6), após o ministro da Economia, Paulo Guedes, e o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, ensaiarem uma reaproximação em jantar em Brasília, enquanto que no exterior era pressionado pelo maior apetite por risco global depois da alta hospitalar do presidente norte-americano, Donald Trump.

Às 12h17, a moeda norte-americana caía 1,17%, cotada a R$ 5,5027.

Na segunda-feira, o dólar fechou em queda de 1,78%, a R$ 5,5678. Com o resultado, passou a acumular baixa de 0,90% no mês, mas ainda tem alta de 38,85% no ano.

O Banco Central fará nesta sessão leilão de swap tradicional para rolagem de até 10 mil contratos com vencimento em março e julho de 2021.

Cena local externa

Por aqui, as atenções seguem voltadas para as discussões em torno do financiamento do novo programa social do governo, o Renda Cidadã, em meio a incertezas sobre a saúde das contas públicas e atritos entre o Executivo e o Legislativo.

Na véspera, após jantar, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e o ministro da Economia, Paulo Guedes, pediram desculpas mútuas nesta segunda-feira (5) pelos atritos protagonizados nas últimas semanas e ambos defenderam a pacificação e a continuidade da agenda de reformas.

O Fundo Monetário Internacional (FMI) melhorou sua previsão para o PIB do Brasil em 2020 e passou a prever queda um tombo de 5,8%. Em relatório anual que faz sobre a economia do país, destacou, porém, que é fundamental a manutenção do teto de gastos, como também a ampliação das redes de proteção social, em razão dos efeitos da pandemia de coronavírus.

No exterior, o apetite de risco dos investidores melhorou depois que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, deixou o hospital onde estava internado com Covid-19 e voltou à Casa Branca.

Os preços do petróleo eram negociados em alta em meio a interrupções na produção na Noruega e com um novo furacão no Golfo do México.

G1

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. José Macedo disse:

    As mídiaslixo irão já criar uma reportagem para aumento do dólar e queda na bolsa, aguardem.
    Eles adoram o quanto pior melhor.

  2. Jailson disse:

    O real é a moeda q mais se desvalorizou no mundo!
    E a bolsa brasileira tbm!
    Q feito do governo Bolsonaro kkkkkkkkkkk

    • GCF disse:

      Você ainda está aqui?
      Os incomodados que se retirem para a Venezuela, Cuba, Coréia do Norte…
      Pegue alguns reais, troque por $ venezuelano, lote sua BOLSA com essas cédulas bolivarianas "tão valorizadas" e não volte mais.
      NÃO ENTENDEU QUE O VALOR DO DÓLAR EM RELAÇÃO AO REAL ONTEM CAIU??? QUER QUE O BG DESENHE? Sua torcida para que o nosso país se afunde não terá resultado.
      Mas acho que vc nunca entenderá! Que pena eu tenho de pessoas que pensam como vc.

Campanha de Trump adia todos os eventos após diagnóstico de Covid-19; presidente dos EUA apresenta sintomas leves

Foto: Joshua Roberts/Reuters 

A campanha à reeleição do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou nesta sexta (2) que todos os eventos foram temporariamente adiados. Nesta madrugada, Trump divulgou que ele e a primeira-dama Melania testaram positivo para o novo coronavírus.

“Todos os eventos de campanha anunciados anteriormente envolvendo a participação do presidente estão em processo de mudança para eventos virtuais ou estão sendo temporariamente adiados”, diz o comunicado.

“Todos os outros eventos da campanha serão considerados caso a caso e faremos todos os anúncios relevantes nos próximos dias. O vice-presidente Mike Pence, cujo teste deu negativo para Covid-19, planeja retomar seus eventos de campanha programados. Qualquer informação adicional sobre o presidente virá da Casa Branca”, finaliza.

O gabinete do presidente afirmou que ele apresenta “sintomas leves” da doença, sem especificar quais. Donald Trump tem 74 anos.

CNN Brasil

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Medeiros disse:

    Abri apenas para ver os comentários…
    Pra quem negou a doença, mas tomava cloroquina todo dia, tá muito bem! Esse doido tem muito é reumatismo e falta de bom senso!
    Tonho da Lua galego!

Mulher suspeita de enviar carta envenenada para Trump é detida

Foto: Patrick Semansky/AP

Uma mulher suspeita de enviar uma carta envenenada para o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, foi detida ao tentar entrar em território americano. A correspondência foi interceptada pelo serviço postal da Casa Branca na semana passada, mas o incidente só foi divulgado no sábado (19).

A detenção aconteceu na ponte Peace, que liga o Canadá ao estado de Nova York, de acordo com uma declaração à AFP de Aaron Bowker, oficial do serviço de proteção de alfândega e fronteiras.

De acordo com relatos da imprensa americana, a suspeita portava uma arma no momento em que foi abordada pelas autoridades.

Envelope

A correspondência com a sustância tóxica, enviada de um endereço no Canadá, foi recolhida antes de chegar ao centro de distribuição que fica dentro da sede do governo norte-americano, em Washington, na semana passada.

Fontes do FBI confirmaram a presença no envelope de ricina, substância letal extraída da mamona e que pode matar uma pessoa apenas com uma pequena quantidade.

Todas as correspondências endereçadas para a Casa Branca passam por uma triagem em busca de produtos tóxicos ou perigosos, como medida de segurança. Em 2013, uma carta com ricina foi enviada para o então presidente Barack Obama e interceptada pelo Serviço Secreto.

G1

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Direita Honesta disse:

    Essa esquerdopatia continua cegando as pessoas e destruindo cérebros. O sujeito sequer se dá ao trabalho deler o artigo porque lá está escrito que essa prática também foi tentada contra o Obama, "queridinho" da esquerda americana. E já foi pega uma suspeita pelo atentado.

    • Nono Correia disse:

      O sujeito que diz que a esquerda "destrói cérebros" é o mesmo que escreve "deler". Seria perdoável, mas em seguida ele sugere que Obama é de "esquerda", aí já não dá mais. Mas ainda piora. Ele também sugere que, pelo fato de um presidente ter sofrido um atentado, jamais uma farsa poderá ser montada nesse sentido. O que é ridículo já que um dos maiores baluartes da direita, o ex-presidente criminoso dos EUA, Ronald Reagan, sofreu um atentado a bala em 1981. O outro criminoso de guerra, John Kennedy foi abatido em um atentado. Na pela lógica desse "inteligente", nunca haverá uma farsa nos EUA exclusivamente por esse motivo. Um típico exemplo da "burrice ostentação" que tomou conta do país.

    • Cristian disse:

      O sujeito se denomina Direita Honesta, por ser um raro exemplar.

    • Direita Honesta disse:

      Sr. Nono, até aplaudo sua tentativa infantil de "assassinato de reputação". Mas, seu pífio conhecimento de alguns fatos históricos não basta. Até um mero erro de "dedada" (faltou um "espaço") se presta a seu devaneio. O Partido Democrata abriga sim a esquerda americana (e vc deve saber disso). No mais, vc mistura alhos com bugalhos e tenta me imputar coisas que não escrevi. A propósito, nenhum dos atentados que vc mencionou foi uma farsa. E a prisão da suspeita nos EUA atenta contra essa sua mentira (chamam hoje de "fake news", não é?). Ou ela se voluntariou para mártir? Lá a coisa é séria e vai pesar prá ela. A propósito, quem planejou e financiou o Adélio? E quem pagou seus caros advogados, vc sabe?

    • João Juca Jr disse:

      A esquerda dos Estados Unidos está alojada no Partido Democrata. Os democratas se apropriaram do termo "liberal", mas são "progressistas", estatistas. Barack Obama é sim de esquerda, assim como Hillary Clinton e Bernie Sanders.

  2. Nono Correia disse:

    Operação "Adélio Bispo II". A carta "envenenada" é versão da "fakeada" no bozoró. Coincidentemente tudo acontece no período eleitoral. Só otário para acreditar nisso. Como aqui no Brasil temos uma legião, talvez cole.

    • GCF disse:

      Você está assistindo muito filme americano nessa pandemia….
      Quer dizer que Bolsonaro contratou o Adélio Bispo para esfaqueá-lo e se dar bem nas eleições… seria o cúmulo da burrice e do masoquismo…
      Quanto ao caso americano, deveria-se provar que é como Vc imagina…
      Você apontou que nosso colega comentarista escreveu errado, mas no seu texto, onde critica a escrita, cometeu erro semelhante ou ainda pior quando redige: "Na pela lógica"…
      Aprendeu aonde escrever errado? Teria sido na Escola Municipal Fidel Castro ou na Escola Municipal Tche Guevara???

Ex-modelo acusa Trump de abuso sexual em camarote de estádio em 1997

Foto: Susan Walsh/AP; Foto: Reprodução

Donald Trump foi acusado novamente de abuso sexual –ele teria usado força para tentar beijar e agarrar a ex-modelo Amy Dorris em um camarote do estádio onde acontecia o torneio de tênis do US Open de 1997. Os advogados do presidente dos Estados Unidos negam que isso tenha acontecido.

O jornal inglês “The Guardian” publicou o relato de Dorris nesta quinta-feira (17). Na época dos fatos, ela tinha 24 anos e namorava Jason Binn, um amigo de Trump.

O casal foi convidado a ir ao camarote de Trump no estádio onde era disputado o US Open. Amy afirma que foi ao banheiro e, quando saiu, o atual presidente dos EUA a aguardava. “Inicialmente, pensei que ele estava esperando para ir ao banheiro, mas não era o caso, infelizmente.”

Ela afirma que houve um breve diálogo entre os dois em que ela, rindo sem graça, pediu para que ele se afastasse. Trump, então, teria usado a força para se impor. Amy afirma que pediu para ele parar, mas isso não aconteceu.

“Ele enfiou a língua na minha boca, e eu estava o empurrando. Foi quando ele começou a apertar com mais força, e as mãos dele passaram a grudar em mim, pelas minhas nádegas, meus seios, minhas costas, tudo. Eu estava no controle dele e não conseguia sair. Não sei qual nome se dá à situação de colocar a língua na boca de alguém. Eu empurrei para fora com meus dentes.”

Advogados de Trump negam o incidente

Na época, Trump tinha 51 anos. Ao jornal, os seus advogados afirmaram que não houve comportamento inadequado de Trump no camarote. Se algo houvesse ocorrido, haveria testemunhas, eles disseram.

Amy e seu namorado foram a outros eventos nos dois dias seguintes –voltaram ao camarote para ver outros jogos de tênis e participaram do velório do estilista Gianni Versace.

Os advogados afirmaram que não se pode acreditar que ela iria, voluntariamente, continuar a conviver com Trump.

A acusadora diz que ela estava longe de sua cidade, não tinha dinheiro e nem um lugar para ir.

Outros casos

A jornalista Jean Carroll já acusou Trump de abuso sexual em uma loja em Nova York, nos anos 1990. Summer Zervos, ex-concorrente de ‘O Aprendiz’, disse ter sido vítima de assédio sexual pelo atual presidente dos EUA. Jessica Leed, uma ex-empresária, descreveu ao “The New York Times”, em 2016, que viajou ao lado de Trump na primeira classe de um voo nos anos 1980. Cerca de 45 minutos após a decolagem, ele teria levantado o braço do assento e começado a tocá-la.

G1

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. José Macedo disse:

    Essas atitudes sujas dos comunistas as vésperas das eleições só fazem aumentar a popularidade do tramp.
    E a mocinha ainda volta ao local para que?
    Tramp ganha fácil a reeleição.

  2. Antonio Turci disse:

    Qual o interesse da Quenga?

  3. Gustavo disse:

    Na véspera da eleição vai começar a aparecer um monte de mukger dizendo que foi assediada ou abusada por Trump em mil novecentos e antigamente. A esquerda não tem jeito…
    Trump Nobel da paz, engulam!

  4. Acorda Brasil disse:

    Votz.. e volta mais duas vezes pra o lugar onde foi "abusada". Dava amnésia?

  5. Lula na cadeia já disse:

    Donald Trump é disparado o melhor presidente que os Estados Unidos da América já teve, assim como, Jair MESSIAS Bolsonaro é o melhor presidente do Brasil de todos os tempos.

Após informação sobre ‘vingança’, Trump promete resposta ‘1.000 vezes maior’ ao Irã

Foto: Brendan Smialowski / AFP

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, prometeu na segunda-feira (14) que qualquer ataque do Irã receberá uma resposta “1.000 vezes maior”.

A declaração foi feita após a divulgação de informações de que Teerã estaria planejando vingar o assassinato do general Qassem Soleimani, morto em um ataque americano em Bagdá, no Iraque, no início de janeiro.

De acordo com o site Politico, que cita fontes do governo americano sob a condição de anonimato, os serviços de inteligência suspeitam de um complô iraniano para matar a embaixadora americana na África do Sul, Lana Marks, antes das eleições presidenciais de novembro nos Estados Unidos.

Ainda segundo as fontes do Politico, a ameaça contra Lana Marks, uma pessoa próxima a Trump, tornou-se mais precisa nas últimas semanas.

“De acordo com informações da imprensa, o Irã poderia estar planejando um assassinato, ou outro ataque, contra os Estados Unidos em vingança pela morte do líder terrorista Soleimani. Qualquer ataque do Irã, de qualquer forma, contra os Estados Unidos será respondido com um ataque ao Irã que será 1.000 vezes maior em magnitude”, tuitou Trump.

Um porta-voz do ministério iraniano das Relações Exteriores afirmou que as informações sobre os planos de ataque contra a embaixadora são “falsas e sem fundamentos”. “São parte de métodos reiterados e podres para criar uma atmosfera anti-Irã no cenário internacional”, disse.

O secretário de Estado, Mike Pompeo, negou-se a comentar diretamente a ameaça, mas afirmou que leva a sério as informações.

“A República Islâmica do Irã está envolvida em esforços de assassinato ao redor do mundo. Assassinaram pessoas na Europa e em outras partes do mundo. Levamos as observações a sério”, disse Pompeo ao canal americano Fox News.

“Deixamos muito claro à República Islâmica do Irã que este tipo de atividade – atacar qualquer americano a qualquer momento e em qualquer lugar, seja um diplomata, um embaixador ou um dos membros do nosso serviço – é completamente inaceitável”, acrescentou.

EUA x Irã

Atualmente, Washington pressiona para prorrogar um embargo de armas a Teerã que começa a expirar de forma progressiva em outubro. O governo Trump defende a retomada das sanções da Organização das Nações Unidas (ONU) contra o Irã.

As relações entre Washington e Teerã são tensas desde a Revolução Iraniana, em 1979. Elas se deterioraram desde que Trump retirou, unilateralmente, os Estados Unidos do acordo nuclear com o Irã.

Em janeiro, o ataque com um drone americano que matou Soleimani aumentou o temor de um confronto direto entre os dois países. Muito próximo ao aiatolá Khamenei, Soleimani comandava as Forças Quds, unidade especial da Guarda Revolucionária do Irã, e era considerado uma das figuras mais importantes do país.

Na época em retaliação, o Irã atacou bases aéreas americanas no Iraque. Alguns soldados americanos ficaram feridos na ação.

G1

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. João Juca Jr disse:

    O islamismo não é uma "religiao de paz". Eles querem a guerra, o confronto, a destruição da Civilização Ocidental. Para isso os muçulmanos contam com a leniência dos governos ocidentais, que se submetem ao Politicamente Correto e ao Multiculturalismo . Em qualquer país Ocidental os muçulmanos podem construir uma mesquita, mas quem se atrever a construir um templo católico ou evangélico em um país muçulmano pode ser condenado à morte. Eis aí a grande diferença.

  2. Papa Jerry Moon disse:

    Trump em campanha, só isso.

  3. Jair disse:

    Esses muçulmanos fogem de seus países caóticos, pedem arrego na Europa, tempos depois querem impor seus costumes bizarros na convivência social. Querem ir para escola com um capuz na cabeça? voltem p seus países ou se submetam aos costumes do país que o acolheu.

Trump sugere adiar eleição presidencial nos EUA

Foto: © REUTERS/Eric Thayer/Direitos Reservados

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sugeriu o adiamento da eleição presidencial de novembro, nesta quinta-feira (30), dando voz aos temores de que ele tentaria evitar a votação, já que aparece mais de dois dígitos atrás de seu principal oponente em algumas pesquisas.

Trump não tem, no entanto, autoridade para adiar a data da votação. Pela Constituição dos EUA, o dia da eleição – em 2020, marcada para 3 de novembro – é definido pelo estatuto do Congresso, e a maioria dos especialistas concorda que não pode ser alterado pelo presidente sem a aprovação dos legisladores.

Mas em seu tuíte na manhã desta quinta-feira – publicado 96 dias antes da eleição e minutos depois de o governo federal relatar a pior contração econômica da história do país – Trump fez a sugestão alegando, sem provas, que a disputa será distorcida.

“Com a votação universal por correio (em vez da abstenção, o que é bom), 2020 será a eleição mais imprecisa e fraudulenta da história. Será um grande constrangimento para os EUA”, escreveu o republicano na rede social. “[Devemos] adiar a eleição até que as pessoas possam votar de maneira adequada, segura e protegida???”.

Não há evidências de que a votação por correio nos EUA seja fraudada. Anteriormente, Trump já havia alimentado o medo e lançado as bases para questionar os resultados das eleições de 2020, promovendo a ideia de que esse tipo de voto leva a desvios generalizados.

O tuíte foi publicado após uma série de pesquisas recentes em estados-chave – incluindo alguns em que ele venceu com folga em 2016 – o mostrarem atrás ou praticamente empatado com o democrata Joe Biden, seu adversário na disputa pela casa Branca.

As pesquisas indicam também uma desaprovação generalizada com a forma como Trump lidou com a pandemia do novo coronavírus.

Questionado sobre essa questão em uma audiência do Comitê Judiciário da Câmara na terça-feira, o secretário de Justiça William Barr disse que “não tinha motivos para pensar” que as próximas eleições serão fraudadas.

Mas ele disse acreditar que “se houver uma votação por atacado via correio, isso aumenta substancialmente o risco de fraude”.

Mas, historicamente, votar pelo correio não levou a fraudes maciças de eleitores. E especialistas não partidários em eleições dizem que a possibilidade de entidades estrangeiras imprimirem milhões de cédulas fraudulentas é altamente improvável.

Biden, adversário de Trump na disputa pela Casa Branca, já havia levantado a possibilidade de o republicano tentar adiar a eleição.

“Marque minhas palavras: acho que ele [Trump] tentará adiar a eleição de alguma forma, vai apresentar razões pelas quais não pode ser realizada”, disse Biden em um evento virtual de arrecadação de fundos em abril.

CNN Brasil

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Anti-Político de Estimação disse:

    È um "pelezão", kkkkkkkkkkk.

  2. Cidadão pagador de impostos disse:

    Tá c medo da derrota e quer ganhar tempo.

  3. Junin disse:

    Sera munganga???? Perguntar é pecado????ou crime???? Inventa ai algo bovinos, petralhas , centroes e políticos em geral que acham que está tudo certo….

‘Não se oferece resistência a um policial’, diz Trump

Foto: Tom Brenner/Reuters

O presidente dos Estados Unidos,, Donald Trump, considerou a morte de Rayshard Brooks, após ser baleado por um policial em Atlanta, como uma “situação terrível”, mas acrescentou que “você não pode resistir a um policial”. Esses foram os comentários mais extensos do presidente sobre o caso.

“Os eventos que ocorreram foram uma situação terrível, mas você não pode resistir a um policial e, se você tiver uma discordância, terá que aceitá-la”, disse Trump à Fox News na noite de quarta-feira. “Realmente vê que estava fora de controle, toda a situação estava fora de controle”, acrescentou.

Trump afirmou ter acabado de “receber um relatório” sobre o caso, no qual “o advogado do policial diz que ele ouviu um som como uma arma, como um tiro de arma, e viu um flash na frente dele”.

Trump continuou: “você sabe, eu não sei se necessariamente acreditaria nisso, mas vou lhe dizer que isso é uma coisa muito interessante e talvez seja isso. Eles terão que descobrir”.

“Espero que ele tenha uma boa reação porque a polícia não foi tratada de maneira justa em nosso país”, acrescentou o presidente.

CNN Brasil

VÍDEO – BOLSONARO VIA TRUMP: utilização da hidroxicloroquina não foi abolida nos Estados Unidos

O presidente Jair Bolsonaro destacou nesta terça-feira(16) que a contrário do que foi noticiado pela mídia nacional nessa segunda-feira(15), a utilização da hidroxicloroquina não foi abolida nos Estados Unidos.

Bolsonaro ressalta, com vídeo ainda mostrando manifestação do presidente do Donald Trump, que a retirada do status de “uso emergencial hospitalar” da hidroxicloroquina pela FDA(Anvisa Americana) nada mais é que uma autorização para o uso em qualquer ambiente, inclusive, em casa, desde que receitada pelo médico. “A medida amplia o alcance do tratamento com hidroxicloroquina”, finalizou o presidente.

Veja vídeo abaixo:

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. José Macedo disse:

    Portanto seus esquerdopatas o teste continua, a ação da fda, foi a de cancelar a utilização só nos hospitais e as pessoas poderem comprar nas farmácias o seu medicamento com indicação médica..
    A pesquisa da HidroxoCloroquina continua seus carniceiros.

  2. Anti-Político de Estimação disse:

    Que assunto besta prá render viu ?! . E os fanáticos brigando por isso…

  3. Jucá Ferreira disse:

    Se a gente depender das informações da Globo, UOL, Estadão, Veja e da Tribuna do Norte aqui no RN, nós estaremos no escuro.
    É muita desinformação para derrubar o Presidente.

Trump cria banco de dados de ‘maus policiais’ nos Estados Unidos

Foto: Leah Millis / Reuters

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou nesta terça-feira (16) uma ordem executiva que cria um banco de dados com registros de policiais que usarem força excessiva durante suas ações.

A medida surge após os protestos pela morte de George Floyd, homem negro morto por um policial branco em Mineápolis, nos EUA.

Ela também estabelece financiamento para departamentos de polícia que introduzirem programas de boas práticas. Uma forma de responder às manifestações pela brutalidade policial no país.

R7

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Thammy disse:

    Eita que se criar esse bancos de dados aqui….hummmm…nao fica um meu irmão….a ignorancia….brutalidade ….violencia…e o chamado nao me toque..sou uma autoridade…simplismente RIDÍCULO…policiais mal treinados…muitas vezes nao sabem se comunicar …sao brutos…grosseiros..imaginem em casa…da do de ver uma sociedade que paga o salario desses cidadaos para muitas vezes receber a sua estupidez

  2. Pedro Henrique disse:

    Se inventarem de fazer isso aqui no Brasil, vai dar tilt nesse banco de dados.

Biden abre 14 pontos para Trump

(Foto: Reprodução)

intensa semana de protestos diários nos Estados Unidos em razão da morte de George Floyd, e a condução do país na pandemia do novo coronavírus afetaram o apoio ao presidente Donald Trump, mostra uma nova pesquisa da CNN, realizada pelo SSRS, divulgada nesta segunda-feira (8).

De acordo com o estudo, feito por telefone com 1.259 adultos, entre 2 e 5 de junho, com margem de erro é de 3,4 pontos percentuais, o índice de aprovação de Trump caiu 7 pontos neste mês. Ao mesmo tempo, o apoio ao democrata Joe Biden atingiu seu maior índice nas pesquisas da CNN.

Os números também mostram que uma maioria crescente de americanos acredita que o racismo é um grande problema no país, hoje, e que o sistema de Justiça dos Estados Unidos favorece os brancos em relação aos negros.

Mais de 80% também afirmaram que são justificados os protestos que se espalharam pelo país após a morte de George Floyd nas mãos dos policiais de Minneapolis. Agora, os norte-americanos consideram as questões raciais tão importantes para a campanha presidencial quanto a economia e o sistema de saúde, de acordo com a pesquisa.

Em média, 38% aprovam a maneira como Trump está conduzindo a presidência, enquanto 57% reprovam. Esse é o seu pior índice de aprovação desde janeiro de 2019 e é praticamente igual ao índice de aprovação de Jimmy Carter e George H.W. Bush no mesmo momento de seus mandatos – ambos deixaram a Casa Branca após perderem a disputa pela a reeleição.

Na disputa pela Casa Branca, entre os eleitores registrados, Trump está 14 pontos atrás de Biden, que garantiu, oficialmente, delegados suficientes para ganhar a indicação democrata na estimativa de delegados da CNN no sábado. Os 41% que afirmam apoiar o presidente são os mais baixos no levantamento da CNN nesta questão desde abril de 2019, e o apoio de 55% de Biden atingiu seu ápice até agora.

(mais…)

Trump celebra criação de mais de 2,5 milhões postos de trabalho em maio e diz que dados mostram “maior recuperação da história norte-americana”

Foto: Reuters

O presidente norte-americano, Donald Trump, comemorou nesta sexta-feira um impressionante relatório de emprego nos Estados Unidos, que mostrou que o país gerou mais de 2,5 milhões de postos de trabalho no mês passado, durante o auge da pandemia de coronavírus, e previu que a economia se recuperará até o ano que vem.

“Hoje é provavelmente, se você parar para pensar, o dia da maior recuperação da história norte-americana”, disse Trump na Casa Branca. “Seremos mais fortes do que éramos quando estávamos voando alto”, acrescentou.

Trump, que contava com uma economia forte para aumentar suas chances de reeleição em novembro, disse que a recuperação pode ser dificultada por impostos mais altos e pela implementação do plano de mudança climática Green New Deal se os Democratas ganharem a Casa Branca.

Ele fez as declarações depois de o Departamento do Trabalho divulgar dados mostrando taxa de desemprego em queda a 13,3% no mês passado, ante 14,7% em abril. Foram criadas, fora do setor agrícola, 2,509 milhões de vagas no mês passado, em termos líquidos, após fechamento recorde de 20,687 milhões em abril.

No entanto, muitos economistas alertam que pode levar anos para a economia dos EUA recuperar todos os empregos perdidos.

Trump tem tido dificuldades na resposta às consequências do surto de coronavírus, que levou a uma quarentena em todo o país e colocou a economia praticamente em paralisia e deixou cerca de 40 milhões de norte-americanos sem trabalho.

Trump tem pressionado autoridades estaduais e locais a suspender restrições comerciais destinadas a retardar a propagação do vírus, que matou mais de 108 mil e infectou mais de 1,88 milhão de norte-americanos desde fevereiro.

Trump disse que a recuperação econômica dos EUA vai acelerar depois que Estados afetados pela pandemia, incluindo Nova York e Nova Jersey, permitirem que as empresas retomem as atividades. Ele disse que Estados como a Califórnia, que ainda têm restrições, devem seguir o exemplo da Flórida e de outros Estados que relaxaram os lockdowns.

O presidente republicano, que foi criticado por subestimar inicialmente a ameaça do vírus para os Estados Unidos, disse que as autoridades devem se concentrar em proteger os idosos, com maior probabilidade de morrerem, e permitir que os jovens voltem ao trabalho e à escola.

ESTÍMULO

O Congresso dos EUA aprovou 1 trilhão de dólares em ajuda para diminuir o impacto econômico da pandemia, mas republicanos e democratas ainda estão em desacordo quanto à necessidade de estímulos adicionais.

Trump disse que apoiaria mais ajuda, e o vice-presidente norte-americano, Mike Pence, disse em entrevista à CNBC que isso pode incluir auxílio a Estados que alertaram que podem ter que demitir professores, policiais e outros funcionários públicos. Os republicanos no Congresso têm resistido a essa ideia.

Trump repetiu seu pedido pela redução de impostos nas folhas de pagamentos e disse que em breve anunciará uma proposta de incentivos fiscais para impulsionar os gastos em restaurantes e entretenimento.

Uma série de pesquisas públicas mostrou Trump atrás do provável candidato presidencial democrata Joe Biden nacionalmente e em alguns dos Estados nos quais as eleições serão decididas em 3 de novembro.

Trump também está lidando com protestos em massa em todo o país pela morte do afro-americano George Floyd nas mãos da polícia em Minneapolis na semana passada. A morte de Floyd reacendeu tensões raciais no país.

Terra, com Reuters

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Chapédicôro disse:

    Eita galego véi competente da gringogênia, os cabá das esquerda ficam tudo doido, o galego é nó cego e tem mais o couro vai come lá e aqui, é só esperar, pau molera da petraiada da cara rumbuda.

  2. Neto disse:

    Enquanto eles crescem vc fica apenas se lamuriando.

  3. Cidadão Indignado disse:

    Essa treva do Cão vai fazer de tudo para se reeleger, inclusive mentir descaradamente. Vai perder feio as eleições, aí o puxa saco daqui ficará inteiramente "desamparado" na América Latina. Caterva de demônios.

    • Silva e silva disse:

      Aceita que doí menos!!
      É melhor JAIR se acustumando.
      No Brasil, vcs esquerdistas indignados perdem feio de novo, ou vc acha que o povo é louco pra entregar esse país de novo a maior quadrilha de ladrões do mundo??
      Lula tá solto, e morto politicamente falando.
      Definitivamente, não passa de EX.
      Pode espernear!
      Kkkkkkkkkk

    • Bruno disse:

      Pode ficar indignado mesmo, porque ele se reelege e Bolsonaro também.
      Chora que dói menos.

    • Xico disse:

      Voces so sabem falar de lula? Ô paixao doente.. Ninguem lembra mais de lula , só vcs bolsomions, cuidado pra nao surtir o efeito contrario, pq vcs falam tanto dele que nao deixam ninguem esquecer nam! Ô doença… Outra coisa , esse lunatico de bozo nao ganha eleicao aqui mais nao.. Vao se tratar orar pelo Brasil que ta indo esgoto adentro. Credo
      Para que ta feio, nem lula, nem bolsoasno tem espaço mais, uma💩 atras da outra

    • Samuel Uel disse:

      O gado ama o Molusco, muuuuuuuuuu

Trump cita dificuldades do Brasil no combate ao coronavírus e alerta país por seguir exemplo da Suécia: “se tivéssemos feito isso, teríamos perdido talvez até 2 milhões ou mais de vidas”

 Foto: Reuters/Kevin Lamarque

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, citou nesta sexta-feira (5) o Brasil como exemplo de país com dificuldades para lidar com a pandemia do novo coronavírus, ao defender a estratégia adotada por seu governo contra a doença e dizer que agora os EUA devem mudar o foco para se concentrar em proteger grupos de risco e permitir uma maior reabertura da economia.

Trump disse que o Brasil está seguindo o mesmo caminho da Suécia, país que não impôs quarentenas e decidiu se basear principalmente em medidas voluntárias de distanciamento social e higiene pessoal, mantendo a maioria das escolas, restaurantes e empresas abertas. Como resultado, a Suécia tem um número muito maior de casos de Covid-19 do que seus vizinhos nórdicos.

“Se você olhar para o Brasil, eles estão passando por dificuldades. A propósito, eles estão seguindo o exemplo da Suécia. A Suécia está passando por um momento terrível. Se tivéssemos feito isso, teríamos perdido 1 milhão, 1 milhão e meio, talvez até 2 milhões ou mais de vidas”, disse Trump na Casa Branca, acrescentando que agora é hora de acelerar a reabertura.

Os Estados Unidos são o país do mundo com o maior número de casos do novo coronavírus, com 1,9 milhão de infecções e mais de 108 mil mortos.

O Brasil é o segundo do mundo em número de casos, com quase 615 mil infecções confirmadas pelo Ministério da Saúde e 34.021 mortes, mas tem neste momento a maior taxa de aceleração da doença no mundo, uma vez que quase diariamente registra mais casos e mortes do que os EUA.

Diversos governos municipais e estaduais têm anunciado planos para afrouxar as medidas de distanciamento social no Brasil. Especialistas alertarem para o risco de um agravamento da situação.

CNN Brasil

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Gado Muuu disse:

    Trump canalha. Nunca me enganou. Comunista. Traiu nosso mito. De Maia ele não fala.

  2. Anti-Político de Estimação disse:

    Eu sempre desconfiei deste Trump : não passa de um comunista disfarçado, kkkkk

  3. Justus disse:

    Não sou fã de Bolsonaro, mas parece que vocês que criticaram não sabem onde é a Suécia e o que houve lá. Que tal ler um pouquinho?

  4. Manoel disse:

    Pense um capacho desmoralizado é esse nosso presidente. Que vergonha pro Brasil.

  5. Frederico disse:

    TRUMP. Mui amigo.

  6. Indignada disse:

    Pra o “MITO” presidente daqui é só uma gripezinha, e não tem nada demais se aglomerar e ir para as ruas , inclusive ele vive se aglomerando e andando sem máscara. E a verdade é que nós estamos lascados e tomamos no ……..

  7. Luiz Antônio disse:

    Sei não, esse Trump nunca me enganou… sempre com aquela gravata vermelha…
    Comunista todo

  8. Observando. disse:

    Trump é um comunista. Demita ele Presidente. Coloque um General no lugar.

    • Micheli disse:

      Kkkkk vai presidente demite ele Kkk Kkk Bolsonaro baba ovo de trump e só leva chincada.kkkk

  9. valmir melo da disse:

    SINTO MUITO MAS TRUMP ESTÁ TOTALMENTE DESINFORMADO SOBRE O BRASIL. TIVERMOS AQUI UM DOS MAIORES PERIODOS DE QUARENTENA DO MUNDO, AGORA, SE NÃO FUNCIONOU É OUTRA HISTORIA. ESSE TIPO DE MANCHETE CAUSA INDIGNAÇÃO.

  10. Clara disse:

    Maldito comunista alfinetando nosso "mitu" …..

  11. Carlão disse:

    Aqui não tá seguindo exemplo da Suécia, só que mais da metade das pessoas está tocando o zaralho, então não tem muito o que fazer. Não tem polícia que dê jeito.

Trump anuncia fim de relações com a OMS e culpa a China

Foto: JONATHAN ERNST / REUTERS

O presidente Donald Trump anunciou nesta sexta-feira o fim das relações entre o governo dos EUA e a Organização Mundial da Saúde (OMS), em uma ação relacionada diretamente às constantes críticas do governo americano à atuação da instituição durante a pandemia do novo coronavírus e à China, que também foi atacada pelas recentes ações ligadas à autonomia de Hong Kong.

Em um rápido pronunciamento na Casa Branca, Trump acusou o governo chinês de ser o principal responsável pela pandemia, que já matou mais de 100 mil americanos. Se referindo à Covid-19 como o “vírus de Wuhan”, uma expressão considerada racista pelo governo chinês, acusou Pequim de esconder informações do mundo, e de “controlar” a Organização Mundial da Saúde. Wuhan é a cidade onde o vírus foi identificado pela primeira vez.

— O governo chinês violou promessas, os fatos não podem ser negados. O mundo está sofrendo o impacto das ações da China, do “vírus de Wuhan”, que levou cerca de 100 mil vidas americanas. A China ignorou seus compromissos junto à OMS, pressionando a organização a ignorar o vírus. Eles recomendaram fortemente para que eu não suspendesse as viagens vindas da China — afirmou Trump, se referindo à decisão de barrrar viajantes provenientes de cidades chinesas, em janeiro, quando a OMS ainda não recomendava tal medida.

Trump não apresentou detalhes, mas disse que as contribuições destinadas à OMS, suspensas em abril, serão realocadas.

— Nós detalhamos as reformas que eles precisam fazer para que mantenhamos o contato, mas vamos colocar fim à nossa relação com a OMS e redirecionar os fundos — disse Trump. — O mundo precisa de transparência da China, eles permitiram que ele (o vírus) viajasse livremente pelo mundo. A morte e a destruição são incalculáveis.

A decisão inicial de suspender as contribuições levou a uma onda de críticas ao redor do mundo, em um momento em que a OMS fazia um apelo por US$ 1 bilhão para financiar as ações de saúde, especialmente contra a Covid-19. Até 2019, os EUA eram o maior contribuinte da instituição, com cerca de US$ 400 milhões por ano, 22% do orçamento total. Em 2020, US$ 58 milhões haviam sido pagos.

‘Um país, um sistema’

Inicialmente convocada como uma coletiva de imprensa sobre a China, o pronunciamento de Donald Trump elevou o discurso contra Pequim, não apenas sobre o coronavírus, mas também sobre as tensas relações políticas e comerciais entre as duas maiores economias do mundo.

Além de questionar o status de empresas chinesas que operam nos EUA, o presidente focou em Hong Kong, uma cidade que nominalmente possui autonomia política, financeira e legislativa em relação à China continental, mas que vem sendo alvo de medidas vistas com preocupação pela Casa Branca.

Desde os protestos de outubro do ano passado contra o governo de Hong Kong, Pequim não esconde seu descontentamento com os atos nas ruas da cidade e os questionamentos sobre até onde iria a autoridade chinesa na região.

Na semana passada, o Congresso Nacional do Povo, o parlamento chinês, anunciou um projeto para uma nova lei de segurança nacional para o território — o plano prevê que a nova legislação deverá “impedir, deter e reprimir qualquer ação que ameace de maneira grave a segurança nacional, como o separatismo, a subversão, a preparação, ou a execução de atividades terroristas, assim como as atividades de forças estrangeiras que constituam uma interferência nos assuntos de Hong Kong”.

Segundo analistas, essa medida, que poderia entrar em vigor antes de setembro, minaria a autonomia garantida pelo acordo que viabilizou o retorno do antigo território britânico à China, em 1997.

Ampliando uma série de críticas feitas nos últimos dias, Trump disse que “Hong Kong não é suficientemente autônomo”, e que iria ordenar uma revisão de todas as regras que balizam o status especial do território, como isenções de impostos e tarifas.

— Isso (a revisão) vai afetar todos os acordos, desde o nosso tratado de extradição até controles de exportação de tecnologia de uso duplo e além, com algumas exceções — afirmou Trump, dizendo ainda que o Departamento de Estado vai revisar as recomendações a viajantes para Hong Kong.

O presidente completou dizendo que a China substituiu a regra do “um país, dois sistemas”, usada para legitimar a autonomia de Hong Kong, para “um país, um sistema”. E anunciou o veto à entrada de cidadãos chineses acusados de serem “riscos à segurança” e “erodirem a autonomia de Hong Kong”.

Outras opções

Trump deixou em aberto a possibilidade de adotar medidas adicionais contra a China, mesmo sabendo que há mais de 1,3 mil empresas americanas com escritórios em Hong Kong, responsáveis por cerca de 100 mil empregos. Ou seja, uma “opção nuclear”, como analistas chegaram a ventilar, parece pouco provável.

Segundo duas fontes consultadas pela agência Reuters, um dos alvos poderiam ser alguns dos milhares de estudantes chineses hoje matriculados em universidades nos EUA. Funcionários do governo chinês e pessoas ligadas à administração de Hong Kong também podem ser incluidos na lista de sanções, sendo impedidos de entrar nos EUA e, em último caso, sofrendo o bloqueio de bens em solo americano.

Uma última opção, essa com objetivo político, seria assinar uma lei aprovada na quarta-feira pela Câmara dos Deputados que pede ações contra integrantes do governo chinês acusados de perseguição contra a minoria uigur, muçulmana, que poderia atingir os altos escalões em Pequim.

O Globo

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Cidadão pagador de impostos disse:

    Trump querendo fugir do fracasso do combate ao Covid nos eua.
    Louco p achar um bode expiatório

  2. Giba disse:

    Pronto o outro louco daqui chamado Bozo, vai fazer a mesma coisa ele é uma espécie de papagaio falar e faz que o maluco tô trump faz e mandar, meu Deus entregaram nosso país um lunático e corrupto até a alma.

  3. Ralph disse:

    É só botar culpa nos outros que tem um bocado de idiota, iguais aos eleitores do Bozo, que acreditam.

Trump edita decreto que regula redes sociais nos Estados Unidos


Foto: Jonathan Ernst/Reuters

O presidente americano, Donald Trump, assinou nesta quinta-feira (28) um decreto que regula as redes sociais no país. O documento implica em uma revisão da lei que protege empresas como o Twitter, Facebook e o Google de serem responsáveis pelo conteúdo publicado por usuários, o que abre espaço para que essas empresas se tornem alvo de novas ações judiciais. O texto também pretende aumentar a visibilidade e permitir interferência no processo interno de bloqueio de publicações e usuários, que é regido pela política interna dessas plataformas.

Trump é um usuário ativo do Twitter, com mais de 80 milhões de seguidores. Ele já esteve envolvido em outras polêmicas com grandes empresas americanas de tecnologia e foi criticado seguidas vezes por fazer uso controverso da plataforma, como o compartilhamento de informações não verificadas.

Essa semana, pela primeira vez, a rede social sinalizou duas publicações do presidente americano como “potencialmente enganosas”, em resposta às declarações de Trump sobre fraude no voto pelo correio nos Estados Unidos. O novo selo de verificação de informações do Twitter fez o presidente americano ameaçar regular ou mesmo fechar a rede social.

O chefe de Estado usou seu perfil no Twitter para afirmar que “os republicanos sentem que as redes sociais censuram totalmente as vozes conservadoras”. Trump acusou o Twitter de estar interferindo nas eleições presidenciais do país, que acontecem em novembro.

O fundador do Facebook, Mark Zuckerberg, criticou a ação do Twitter de rotular publicações como enganosas. Ele defendeu que não é o papel das empresas fazer a verificação de informação das publicações, em especial quando se trata de conteúdo político. O Twitter preferiu não comentar o ocorrido até o momento.

CNN Brasil

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Justus disse:

    Uau! Vocês sabem tudo das entranhas dos embates que são travados lá só com a leitura deste blog!

  2. Manoel disse:

    Pronto, diziam q o PT queria regular os meios de comunicação do Brasil e quem fez foi o governo do Tio Sam por lá.
    Esse mundo não gira, capota.

  3. O rei do gado disse:

    Ainda hoje o "Trapo" do Brasil da um CTRL+C e CTRL+V nisso ai…

Trump ameaça “fechar” redes sociais após questionamento de seus tuítes

Foto: JIM WATSON / AFP

O presidente americano Donald Trump ameaçou, nesta quarta-feira (27), “regulamentar fortemente” ou “fechar” as redes sociais, depois que o Twitter classificou dois de seus tuítes como “enganosos” e os tratou como disseminadores de informações não verificadas.

“Os republicanos acham que as plataformas de mídia social silenciam completamente as vozes conservadoras. Vamos regulá-las fortemente ou vamos fechá-las, em vez de permitir que algo assim aconteça”, tuitou o presidente.

Estado de Minas

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Rogério Rocha disse:

    Usou e agora vai cuspir, como assim?

  2. Cigano Lulu disse:

    A censura petralha é camuflada, travestida de "controle social da mídia". Já a pretensa censura bolsotralha, capacho fiel do histrionismo trumpalha, é esculachada, debochada, afuleirada.

  3. Marcelo disse:

    Na novela, o rei do gado, tinha muito era chifre!😂😂

  4. Cidadão pagador de impostos disse:

    As redes sociais só servem p fomentar o ódio/inveja entre as pessoas

  5. natalsofrida disse:

    Rei do gado petista. Turma de jumentos.

  6. O rei do gado disse:

    Quando li o titulo dessa materia, pensei: aqui seria o mesmo, SE o Bozopata tivesse dinheiro!