Diversos

Biden revoga veto de Trump a imigrantes

© Reuters/Kevin Lamarque/Direitos Reservados

O presidente dos Estados Unidos (EUA), Joe Biden, revogou medida do antecessor, Donald Trump, que vetava a entrada de alguns imigrantes no país por suposto “risco para o mercado de trabalho”.

Com a decisão, Biden inverteu com efeito imediato a decisão de Trump, anunciada em 22 de abril de 2020, nos primeiros meses da pandemia de covid-19, que atingiu duramente a economia dos EUA e atrasou a criação de emprego.

A decisão de Trump, prorrogada em junho de 2020 e depois em 31 de dezembro de 2020, determinava a suspensão da entrada de imigrantes e não imigrantes que representassem risco durante a recuperação econômica, após a pandemia.

Joe Biden defendeu agora que impedir a chegada dessas pessoas não faz avançar os interesses da América. “Pelo contrário”, acrescentou, “prejudica os Estados Unidos, inclusive ao impedir membros de famílias de cidadãos americanos e residentes permanentes legítimos de se reunirem com familiares”.

De acordo com o decreto, a decisão do antecessor também prejudica as indústrias americanas que utilizam talentos de todo o mundo. Além disso, “prejudica os indivíduos que foram selecionados para receber a oportunidade de se candidatarem, e aqueles que receberam vistos de imigrantes por meio da Lotaria da Diversidade de Vistos”.

Além de reverter a decisão da administração anterior, Biden instruiu os secretários de Estado, Trabalho e Segurança Interna a reverem “quaisquer regulamentos, ordens, documentos de orientação, políticas e quaisquer outras ações similares” desenvolvidos sob o decreto anterior e, se necessário, emitir novas disposições, de acordo com a atual política.

Agência Brasil

Opinião dos leitores

    1. Melhor ficar aqui no Brasil defendendo corruptos ladrões e investigação pra os agentes da justiça que desbarataram toda a sistemática da corrupção brasileira, inclusive recuperando o dinheiro e prendendo parte dos ladrões. Isso todos os dias, desde o amanhecer até o final da noite. E se achando a cocada preta. Rsrsrs

    2. E ganhar 150. Dólares por dia.
      Mas é precisa gostar de trabalhar, quem passa o dia dependurado no celular, morre de fome.
      Lá não tem moleza, nem governo pra sustentar vagabundos.

    1. Exato!

      Tipo essa agora de não proteger os empregos para os americanos, que burrice! Realmente ele tem de privilegiar os estrangeiros mesmo

    2. George, a sua visão é a mesma dos paulistas que detestavam nordestinos porque achavam que aqueles retirantes iriam roubar os empregos dos habitantes originais. A xenofobia não faz bem a ninguém.

    3. Abra sua casa e chame os sem teto e os que não tem condições de pagar um aluguel para morarem em sua casa. Vocês são tão generosos.

    4. George, zÉ mane, americano não trabalha limpando bosta, Lavando prato, cuidando dos filhos dos outros, arrumando casa e nem na construção civil não… Essas vagas nunca foram comprometidas…

    5. Gadolígula, ainda que fossem essas ocupações, alguma delas é crime ou motivo de vergonha?
      Aqui no brasiu só serve emprego de dotô, né?

    6. Aproveite e leve uns venezuelanos que estão nas esquinas de todo RN pedindo esmola, seja coerente e não hipócrita já que defente tanto os estrangeiros faça você sua parte ao invés de criticar, dê casa, comida e roupa lavada pra eles também, eles também estão precisando, aí sim vc poder criticar Trump com mais propriedade

    7. Gadoligula, tem uns que nunca ajudaram os pais em casa . Nunca nem lavaram uma louça nem um pano de chão. Vao pra lá limpar bosta.

    8. Uns nunca ajudaram em casa a lavar uma louça, varrer e vao pra lá limpar bosta hahaha

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Economia

Brasil-EUA: acordos assinados por Trump não devem ser rompidos; até o momento, relação com o governo de Biden é considerada “boa”

Foto: Getty Images

Os acordos assinados pelo ex-presidente Donald Trump (Republicanos) no aspecto da relação bilateral Brasil-Estados Unidos não devem ser rompidos pelo atual presidente, Joe Biden (Democrata).

De acordo com interlocutores, encontros de diversos níveis já ocorreram entre as duas administrações e, até o momento, a relação com o governo de Biden é considerada “boa”.

Não há nenhum indicativo, segundo fontes do Ministério das Relações Exteriores, que os acordos assinados por Trump serão revistos por Biden.

Um dos acordos é de facilitação de comércio por meio de redução da burocracia em trâmites aduaneiros. O texto do acordo possui três anexos, que tratam, respectivamente, sobre facilitação de comércio e cooperação aduaneira, boas práticas regulatórias e medidas anticorrupção. No primeiro item, estão previstas iniciativas para desburocratizar os procedimentos de importação e exportação de bens e serviços entre os dois países.

Meio Ambiente

Integrantes da política externa brasileira já aguardam e estariam preparados para que ocorram mais conversas no grupo de trabalho entre Brasil e Estados Unidos sobre meio ambiente. O grupo já existe e o governo americano sinalizou, diversas vezes, que o tema é prioritário.

Acordo Mercosul x UE

A expectativa é que o acordo do Mercosul com a União Europeia, juntos representam cerca de 25% da economia mundial e mercado de 780 milhões de pessoas, seja assinado neste ano. Depois, passaria para a fase de aprovação dos Parlamentos.

O acordo de livre comércio eliminará as tarifas de importação para mais de 90% dos produtos comercializados entre os dois blocos. Para os produtos que não terão as tarifas eliminadas, serão aplicadas cotas preferenciais de importação com tarifas reduzidas. O processo de eliminação de tarifas varia de acordo com cada produto e deve levar até 15 anos contados a partir da entrada em vigor da parceria intercontinental.

R7

Opinião dos leitores

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Política

Biden diz que Trump deixou carta ‘muito generosa’ na Casa Branca

Foto: Tom Brenner/Reuters

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, afirmou que o seu antecessor, Donald Trump, lhe deixou uma “carta muito generosa” antes de deixar a Casa Branca, mas que não revelaria imediatamente o conteúdo da carta em respeito a Trump.

“O presidente escreveu uma carta muito generosa”, disse Biden a repórteres no Salão Oval na noite de quarta-feira (20). “Porque é privada, não vou falar sobre isso [o conteúdo] até falar com ele [Trump]. Mas foi generosa”.

A declaração foi dada após a assinatura de diversas ordens executivas — algumas revendo importantes decisões de Trump, como o retorno ao Acordo de Paris para o Clima e à OMS (Organização Mundial da Saúde).

Deixar uma nota para o sucessor é uma tradição entre presidentes dos EUA desde 1988, quando Ronald Reagan fez um texto para George H.W. Bush (veja mais abaixo).

Segundo a rede de televisão CNN, a carta é uma “nota pessoal” que deseja a Biden sucesso para o país e que pede que a nova administração cuide do país.

Posse sem Trump

Apesar da carta, Trump rompeu uma outra tradição, de mais de 150 anos: se recusou a participar das cerimônias de transferência de poder para Biden.

Antes dele, só três presidentes americanos faltaram à posse de seus sucessores: John Adams (1801), John Quincy Adams (1829) e Andrew Johnson (1869).

O agora ex-presidente dos EUA deixou a Casa Branca às 8h de quarta e decidiu passar seus últimos momentos no cargo em seu resort na Flórida.

Cartas aos sucessores

Deixar uma nota para o sucessor é uma tradição que começou na transferência de poder entre Ronald Reagan e George H.W. Bush.

Quatro anos depois, Bush deixou um recado maior para Bill Clinton. O conteúdo era encorajador, desejava sucesso e dizia para Clinton não se deixar desanimar.

No velório de Bush, Clinton descreveu as palavras de seu antecessor como honradas, graciosas e decentes e disse que elas representavam também o próprio político.

George W Bush, filho de George H. W. Bush, recebeu uma carta de Bill Clinton.

E o segundo Bush a ocupar a Presidência dos EUA também deixou uma carta para Barack Obama, em que o parabenizava e o incentivava.

Obama deixou uma carta mais longa a Trump, mas o texto tinha um tom mais distante. Depois de assumir o poder, Trump disse que ligou para Obama para agradecer pelo documento.

G1

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Política

‘Nós voltaremos, de uma maneira ou de outra’, diz Trump em último discurso como presidente

Foto: Mandel Ngan/AFP

O presidente Donald Trump fez seu último discurso como presidente dos Estados Unidos na manhã desta quarta-feira, 20, na base aérea Andrews, em Washington. Ao agradecer aos apoiadores presentes, Trump afirmou: “Nós voltaremos, de uma maneira ou de outra”.

O discurso durou pouco mais de 10 minutos. Trump agradeceu ao apoio da equipe e dos familiares durante os quatro anos de governo. “A vida deles podia ter sido muito mais fácil, mas eles fizeram um trabalho espetacular.”

Após agradecer à família, Trump chamou a esposa Melania Trump ao púlpito. A primeira-dama também agradeceu aos apoiadores pelo suporte ao governo. “Ser a primeira-dama de vocês foi a maior honra da minha vida”, disse. E completou: “Que Deus abençoe a vocês, a suas famílias e a essa grande nação.”

No discurso, Trump também voltou a chamar o novo coronavírus de “vírus chinês”, forma pejorativa que o presidente usou durante a pandemia. Ao prestar solidariedade às vítimas da covid-19, Trump voltou a se referir ao vírus com o termo e afirmou que “não sabemos como o vírus veio ao mundo, mas tomem cuidado”.

O presidente também destacou os indicadores econômicos conquistados por seu governo. Trump afirmou que a economia americana alcançou patamares históricos antes da pandemia e, mesmo após a crise, conseguiram reconstruí-la.

Trump deixou o púlpito sob aplausos de alguns apoiadores que acompanharam a despedida do presidente e ao som de Village People, Y.M.C.A.

Estadão

Opinião dos leitores

  1. Menos 1 enganador. Aqui no Brasil já faz décadas que somos enganados. Vamos torcer que na próxima eleição acertemos.

    1. Ô… Vc deve ter morado lá nos últimos 30 anos. kkk
      Bem capacitado em avaliar….

  2. É simples Samuel, é só vc acompanhar em quê os EUA vai se transformar nós prox. 2 anos. Se veremos a superação econômica e o período de paz que passou o país nesses últimos 4 anos.

    1. Falou o adorador de Maduro, kim Jong Um, Fidel Castro e Lula.
      Esquerda é ódio, agressividade e desrespeito.
      Por falar em autoritarismo, qual a diferença entre a censura na China e a das big tech nos Estados Unidos?
      Um pequeno grupo de bilionários, donos de emissoras de TV e redes sociais tentando destruir a democracia e os valores americanos para impor sua pauta de liberação de drogas, promoção de aborto, apoio a invasão de milhões de imigrantes, perseguição ao cristianismo, promoção da pauta LGBT, divisão racial e estímulo ao radicalismo?
      Um seguidor de Lula e Dilma chamar o presidente americano é típico da agressividade lulopetista.
      Esquerda é ódio e agressividade.

    2. Como é, Antônio Turci Comunista? KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK
      Esse Paulo tem que tratar a mente e a alma. Oremos.

  3. O galego não era arroxado????
    Ele disse que não ia sair de jeito nenhum.
    No fim, foi só fogo de palha pro gado acreditar, o mesmo vai acontecer com o Bozo, esse pessoal só sabe blefar, o Tonho da Lua já ta desesperado pra comprar a vacina comunista……
    E agora? Qual a narrativa que as vacas do Bozo vão usar?????

    1. Será que encorajou o Minto? Kkkkkkk arrochado pra não descer as f…..

    2. Parabéns pelo elevado nível, isso é um incentivo ao debate público construtivo.

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Política

FOTO: Trump deixa a Casa Branca pela última vez como presidente

Foto: Alex Brandon/AP

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, deixou a Casa Branca e Washington às 10h15 (horário de Brasília) desta quarta-feira (20), horas antes da posse de Joe Biden – programada para começar às 13h.

De acordo com a CNN americana, Trump afirmou para pessoas próximas que não gostava da ideia de deixar Washington como ex-presidente e de ter que pedir a Biden autorização para usar o avião presidencial.

O republicano embarcou em um helicóptero militar até a Base aérea Andrews, em Maryland, onde deve participar de uma cerimônia de despedida ao estilo militar e com uma multidão de apoiadores.

De lá, o republicano deve voar no avião Air Force One para Palm Beach, na Flórida, para iniciar sua pós-presidência em seu clube Mar-a-Lago – que ele havia estabelecido sua residência de verão aos fins de semana durante sua presidência.

Trump anunciou no começo de janeiro que não compareceria à posse do democrata em um vídeo divulgado em suas redes sociais. Essa foi também a primeira vez em que ele admitiu que não teria um segundo mandato na Casa Branca.

CNN Brasil

Opinião dos leitores

  1. NUNCA NA HISTORIA DESSE PAÍS TIVEMOS UM PRESIDENTE TÃO BOM.

    BOLSONARO GANHA NO PRIMEIRO TURNO COM 75% DOS VOTOS VÁLIDOS…OS 25% QUE NÃO VOTAM NELE SÃO OS MAMADORES DAS TETAS DO GOVERNO FEDERAL E OUTRAS MAZELAS…

    1. Se conseguir terminar o mandato não ganha mais nada no país. Pensei que nada superaria Dilma em matéria de imbecilidade mas me enganei. Bozo lidera com folga essa disputa.

  2. Pois é chico´, mais tem uns doidins, logo acima de vc, que vivem, sonham, se lambuzam, choram, rangem os dentes, reviram os olhos, espumam, chupam o dedo, comem porcaria, que viviam na sujeira e querem voltar, triste.

    1. Eu não chamaria de fracassado um governo que, antes da pandemia, tinha deixado o nível de desemprego no menor nivel em meio século. Vai dizer que a pandemia não bagunçou tudo, inclusive aqui? Vai dizer que o Congresso não sabota as pautas do Planalto?

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Política

Trump chama processo de impeachment de ‘perigo tremendo’ e ‘caça às bruxas’

Foto: Kevin Lamarque/Reuters (12.jan.2021)

O presidente Donald Trump classificou o processo de impeachment no Congresso dos Estados Unidos como uma contínua “caça às bruxas” e pediu “nenhuma violência” em seus primeiros comentários públicos aos repórteres após a invasão do Capitólio na semana passada.

Um dia antes de os legisladores da Câmara votarem para impugná-lo pela segunda vez, Trump chamou o processo de “perigoso” e disse que está causando uma “raiva tremenda”.

“Sobre o impeachment, é realmente uma continuação da maior caça às bruxas da história da política. É ridículo, é absolutamente ridículo. Este impeachment está causando uma raiva tremenda, e você está fazendo isso e é realmente uma coisa terrível que eles estejam fazendo”, disse ele a repórteres na Casa Branca na manhã de terça-feira.

Trump continuou: “Para Nancy Pelosi e Chuck Schumer continuarem neste caminho, acho que isso está causando um enorme perigo para o nosso país e está causando uma raiva tremenda. Não quero violência.”

Trump não abordou seu próprio papel na violação do Capitólio na quarta-feira (6) por seus apoiadores, mas disse: “Não queremos violência, nunca violência, não queremos absolutamente nenhuma violência.”

O presidente também falou em sua próxima viagem a Alamo, no Texas, para visitar a construção do muro de fronteira com o México, divulgando a “tremenda diferença” que o muro fez e alegando que “parece haver um aumento” da imigração ilegal devido a caravanas”, porque eles pensam haverá muito para eles se forem capazes de passar. ”

Trump também saudou uma multidão de apoiadores sem máscara, muitos deles agitando bandeiras americanas.

CNN Brasil

Opinião dos leitores

    1. A esquerda é cara de pau.
      A esquerda é contra o cristianismo.
      Geralmente defendem o ateísmo, o islamismo e a macumba.
      A esquerda detesta o cristianismo. Aí, vem falar em anticristo… é muita cara de pau mesmo…
      A esquerda americana está tentando destruir os valores americanos.
      Foram 4 anos de perseguição ao presidente da República incitando o ódio e violência.
      Ou seja, são antidemocráticos, pois não aceitaram a vontade do povo americano.
      A imprensa americana e a esquerda não respeitam a democracia.
      Neste momento, grandes grupos midiáticos e grandes grupos de redes sociais monopolistas (Mark Zuckberg assume o papel de Rei dos Estados Unidos, banindo quem ele quer do facebook, instagram e whatsapp, com twitter, apple e google fazendo o mesmo).
      Esse pessoal que está censurando os 75 milhões de pessoas de bem que votaram em Trump agem igual ao governo chinês – censura e perseguição. Já pensaram se fosse Trump ou Bolsonaro que estivesse fazendo isso?
      Os baderneiros da esquerda passaram o ano queimando delegacais, igrejas, arrombando comércios e roubando. A imprensa dizia que isso era democracia.
      Jamais os líderes democratas ou dos movimentos radicais de esquerda (antifas e Black lives matter foram presos ou responsabilizados).
      Mas o protesto pacífico, de pessoas de bem, foi considerado como terrorismo doméstico.
      Realmente entrar no congresso não foi correto.
      Mas em outros países já aconteceu e o mundo não acabou por causa disso.
      Quantas vezes professores em greve invadiram assembleias legislativas no Brasil?
      ou seja, a invasão não foi correta, mas não foi um crime ou um atentado terrorista.
      Pelo vídeo, se vê as pessoas entrando de forma pacífica.
      Em nenhum momento, colocaram a vida dos congressistas em risco.
      Se os manifestantes fossem violentos, como os de esquerda são, poderia ter acontecido uma tragédia.
      Uma das mortes foi um segurança contra uma mulher desarmada, atrás de quem havia vários policiais com fuzis, que não trataram os demais manifestantes ao lado da mulher com brutalidade, muito pelo contrário.
      Manifestantes pacíficos e não violentos.
      Mas os democratas, que querem destruir os valores americanos, liberando drogas, apoiando a invasão de imigrantes ilegais, apoiando baderneiros, criminosos e traficantes, querem aproveitar essa invasão para detonar Trump, o melhor presidente de todos os tempos.
      Só para se ter uma ideia, desde julho a presidente da camara dos deputados, Nanci Pelosi, segura um pacote de estimulo econômico com auxílio emergencial, só para prejudicar Trump.
      Depois da eleição, ela liberou.
      Qual o grau de maldade dessa mulher?
      Uma verdadeira cobra.
      Os democratas estão tentando acabar com os valores e a democracia americana.
      A primeira maneira, é censurar a livre manifestação, bloquear os 75 milhões de eleitores de Trump de redes sociais e rotulá-los de violentos, coisas que os baderneiros deles, que queimam delegacias, são.

  1. O véio é duro. O véio tem cunhão roxo. Ô véio arrochado. Vaza Vagabundo. Teu tempo acabou. O véio daqui a gente despacha já.
    Titia Cacá tá emburrada. Vai ter que dobrar a dose de ozônio. kkkkkkkkkkkkk

  2. Engraçado… Só é perigoso quando mexe com ele. Incitar a violência como foi o que ele fez no Capitólio não é. Ele está certo! Cada uma viu… Não é à toa que Biroliro se espelha nesse louco.

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Finanças

Ações do Twitter caem 8% após suspensão de conta de Trump

Foi a primeira vez que o Twitter suspendeu a conta de um chefe de Estado (Imagem: Reuters/Brendan McDermid)

As ações do Twitter listadas na Alemanha chegaram a despencar 8% nesta segunda-feira, no primeiro pregão depois que a rede social suspendeu permanentemente a conta do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, na noite de sexta-feira.

A empresa disse que a suspensão da conta de Trump, que tinha mais de 88 milhões de seguidores, foi devido ao risco de mais violência, após o ataque ao Capitólio dos EUA na quarta-feira. Nesta manhã, as ações da empresa listadas nos EUA caíam 6,8% em negociações antes da abertura do mercado.

Foi a primeira vez que o Twitter suspendeu a conta de um chefe de Estado, gerando uma controvérsia mundial sobre o impacto que as gigantes da tecnologia dos EUA podem ter sobre a liberdade de expressão e a democracia.

Para os resultados financeiros do Twitter, a decisão de banir o presidente dos Estados Unidos deve ter um impacto negativo moderado.

“Esperamos um ligeiro declínio do número de usuários, embora a erosão do engajamento seja uma questão maior”, escreveram analistas da Berstein em nota.

Grupos de extrema direita mantêm uma presença online vigorosa em plataformas digitais como Parler, Gab, MeWe, Zello e Telegram e podem se desligar das redes sociais convencionais.

Também pode haver custos adicionais para o Twitter e outros, à medida que procuram moderar ainda mais o conteúdo publicado por seus usuários.

“A moderação adicional pode ser bem-vinda, mas não é barata e pode beneficiar o Facebook, que já emprega um exército de moderadores (cerca de seis vezes) maior do que a força de trabalho do Twitter”, disseram analistas de Berstein.O Facebook suspendeu a conta de Trump até pelo menos o final de seu mandato presidencial no final deste mês.

Money Times, com Reuters

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Política

Oposição apresenta pedido de impeachment de Trump nos EUA

Foto: Leah Millis/Arquivo/Reuters

Representantes do Partido Democrata apresentaram, nesta segunda-feira (11), um pedido de impeachment contra o presidente Donald Trump no qual o acusam de “incitar uma insurreição” – que culminou na última quarta-feira com a invasão do Capitólio dos Estados Unidos.

O pedido argumenta que o discurso feito por Trump a seus apoiadores, pouco antes da invasão, teria incentivado as ações violentas contra os representantes do poder legislativo dos EUA.

Mais cedo, os republicanos na Câmara dos Deputados rejeitaram uma resolução pedindo que o vice-presidente Mike Pence acionasse a 25ª emenda da Constituição americana – afastando Trump da presidência dos EUA.

Como houve objeção, a recomendação será reavaliada na terça-feira (12) com a presença de todo o plenário. A decisão para seguir com os procedimentos previstos na 25ª emenda não é tomada pelo legislativo, ela precisa ser acionada por Pence, com o apoio da maioria dos membros do Gabinete presidencial.

Ainda assim a ação pode ser contestada por Trump, em uma carta redigida ao Congresso. A remoção permanente do mandatário precisa da aprovação da maioria de dois terços do Congresso- 67 senadores e 290 representantes.

Final do mandato

Com menos de duas semanas para deixar o cargo, o julgamento do processo de impeachment contra Donald Trump – caso aprovado pelo Congresso – poderia acontecer apenas depois que ele não fosse mais presidente.

Especialistas na Constituição dos EUA ouvidos pelo site da emissora britânica BBC estão divididos sobre a possibilidade de que o julgamento do republicano possa continuar mesmo depois que ele deixe o poder.

Se condenado, Trump perderia os benefícios concedidos a ex-presidentes, e os senadores poderiam votar para que ele perdesse, de forma permanente, seus direitos políticos. Nenhum presidente americano sofreu um processo de impeachment depois de deixar o cargo.

Segundo a emissora americana NBC, juristas se dividem em três opiniões principais sobre um impeachment após o fim do mandato: um grupo diz que isso é inconstitucional, outro que seria permitido se passar pela Câmara antes dele deixar o cargo e um terceiro grupo defende que o impeachment é permitido em qualquer momento.

2º pedido

Esse é o segundo pedido de impeachment contra Trump feito pelos democratas da Câmara que acusaram o presidente, em dezembro de 2019, por pressionar a Ucrânia a investigar Biden – à época, o pedido foi aprovado com a maioria da Câmara mas não foi para a frente porque o Senado, controlado pelos republicanos, votou contra.

É possível que o mesmo aconteça agora porque o Senado segue controlado pelos republicanos, que – segundo especialistas ouvidos pela agência Reuters – não devem aceitar as acusações até o último dia do atual mandato, em 19 de janeiro.

G1

Opinião dos leitores

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Política

Trump diz que não vai à posse de Biden

Foto: Twitter/via Reuters

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta sexta-feira (8) que não participará da posse de Joe Biden no cargo em 20 de janeiro. Na véspera, após a certificação do democrata como vencedor das eleições de novembro, o republicano reconheceu pela primeira vez que deixará a presidência e “prometeu uma transferência suave e ordeira”.

“A todos aqueles que perguntaram, eu não vou à cerimônia de posse em 20 de janeiro”, escreveu Trump no Twitter.

Presidente Donald Trump diz em um tweet que não estará presente na posse do presidente Joe Biden em 20 de janeiro de 2021, registro feito em 8 de janeiro de 2021 — Foto: Reprodução/Twitter/realDonaldTrump

Tradicionalmente, os presidentes que deixam o cargo participam da cerimônia de posse do sucessor. Quando Trump assumiu a Casa Branca, em 2017, Barack Obama compareceu ao evento e cumprimentou o republicano.

Os únicos três presidentes que faltaram à posse dos seus sucessores foram John Adams (em 1801), John Quincy Adams (em 1829) e Andrew Johnson (em 1869).

Mesmo com a ausência de Trump, o vice-presidente Mike Pence deve participar da cerimônia, embora não tenha confirmado a ida. Ele transmitirá o cargo para a eleita Kamala Harris.

Semana de tensão nos EUA

Trump tem insistido que não perdeu a eleição presidencial de novembro e que houve fraude e irregularidades. Entretanto, os auditores e a Justiça dos EUA não encontraram nenhum indício que pudesse mudar a vitória de Biden, que obteve 306 votos no Colégio Eleitoral contra 232 do republicano.

A situação atingiu o ápice nesta quarta-feira, quando o Congresso se reuniu para contar as cédulas do Colégio Eleitoral e certificar a vitória de Joe Biden — processo que, em outros anos, teve papel muito mais cerimonial do que político.

Após Trump dizer em comício que “iria junto” com os apoiadores ao Capitólio, um grupo de extremistas invadiu a sede do Congresso americano, e os parlamentares precisaram ficar protegidos em áreas seguras ou ser evacuados do edifício. Houve tumulto, e cinco pessoas morreram, incluindo um policial.

Horas mais tarde, após intervenção da Guarda Nacional e de um toque de recolher imposto pela prefeita da capital Washington, a sessão foi retomada e Biden, enfim, recebeu a certificação como presidente eleito dos EUA.

Somente aí, Trump reconheceu que “um novo governo tomará posse” em 20 de janeiro. Ele porém se recusou, mais de uma vez, a dizer o nome de Joe Biden como novo presidente dos EUA. E somente mais de 24 horas depois da invasão, o republicano condenou a invasão ao Congresso, que chamou de “ataque odioso”, e pediu investigação aos envolvidos na violência.

G1

Opinião dos leitores

  1. Nossa, que tristeza que Biden vai sentir se o Bozo americano não comparecer à cerimônia de posse. Tragédia nacional.

  2. ahhahahahah
    O presidente sentirá uma falta tãoooooo grande desse vodú!
    Tomara que Bolsonaro faça o mesmo no dia de sua derrota.

  3. Oxente! Que besteira! Ele aprendeu a ser educado com a Rosalbinha do Mossoró. Ela também não foi para a posse do menino Alysson e não fez a menor falta. Gente fina, elegante e sincera como diz Lulu Santos…..

  4. Por causa desse miserável quatro pessoas inocentes foram mortas naquela terrível invasão ao parlamento estadunidense da América,este Trump que insitou e estimulou as pessoas com palavras de agressividade e violência e de insurreição,revolução e rebeldia não aceitando a derrota eleitoral presidencial de 2020 que ocasionou nesta execrável desordem política e social no país.
    Se houver uma reviravolta eleitoral para a presidência da República aqui no Brasil em 2022 e o atual presidente perder essa eleição presidencial nas urnas no Brasil pode acontecer uma tragédia de proporções ainda maiores do que essa ocorrida nos EUA,nos EUA Trump não conseguiu consumar um golpe de estado,mas no Brasil o atual presidente da República provavelmente podera consumar um golpe de estado ou pode causar uma grande confusão institucional,política e social.

  5. ?????????
    Que é isso Trumpinho…eu esperava mais…esperava vc se trancar na casa Branca e resistir, se amarrar ao pé da mesa, se acorrentar na porta…nammmm decepcionada..?
    ?????????

  6. Biden e a democracia agradecem pela ausência kkk! Isso se Trump não for impedido antes do dia da posse, já que incitou aos retardados que o seguem e acreditam nas bostas dele a invadir o congresso e tentar um autogolpe… O MINTOmaníaco vai querer fazer o mesmo aqui, anotem!

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Política

Presidente da Câmara pede afastamento de Trump e chama invasores do Capitólio de ‘terroristas’

Vidro quebrado no gabinete da presidente da Câmara, Nancy Pelosi, depois da invasão por um grupo de apoiadores de Donald Trump Foto: SAUL LOEB / AFP

A presidente da Câmara dos Deputados dos EUA, Nancy Pelosi, afirmou nesta quinta-feira que os responsáveis pela invasão do Congresso, na véspera, são terroristas, e defendeu a saída imediata de Donald Trump, seja pelo Legislativo ou por ação do vice, Mike Pence.

Em entrevista coletiva, concedida horas depois do Congresso confirmar a vitória de Joe Biden na eleição presidencial de novembro, Pelosi foi incisiva ao defender o afastamento do presidente, citando o papel dele na incitação dos apoiadores que invadiram a sede do Legislativo americano.

— Embora haja apenas 13 dias [até a posse de Biden], qualquer dia pode ser um show de horrores para os Estados Unidos — declarou Pelosi, que comparou as ações de Trump a um ato de sedição, uma insubordinação a um poder do Estado. — Eles (integrantes do Gabinete) estão prontos para dizer que, pelos próximos 13 dias, este homem perigoso pode atacar nossa democracia?

Pelosi considera que o afastamento de Trump “é uma urgência da maior importância”, e pressionou o vice-presidente, Mike Pence, a invocar a 25ª emenda da Constituição: o texto fala sobre o afastamento de um líder considerado incapaz de cumprir suas funções. Inicialmente, ele foi pensado para casos em que o chefe de Estado se encontrasse incapacitado por razões de saúde, como em coma, por exemplo. Mas diante da gravidade da situação, sua aplicação passou a ser defendida não apenas por razões sanitárias.

O problema é que a medida precisa ser invocada por Pence e contar com o apoio de pelo menos metade dos integrantes do Gabinete, o que analistas consideram ser difícil, apesar dos relatos de extrema insatisfação com Trump dentro da Casa Branca.

Ao fazer o pedido, Pelosi se junta ao líder da minoria do Senado, Chuck Schumer, igualmente favorável à aplicação da 25ª emenda. Caso Pence não leve adiante a ideia, a presidente da Câmara anunciou que poderá iniciar os procedimentos para um novo julgamento do impeachment de Trump, chamado por ela de “mortal” para os americanos e a democracia.

— [Os funcionários do Congresso] ficaram trancados nas salas com terroristas batendo nas portas. Assustador. Eles não estavam preparados para isso, para esses bandidos de Trump decidirem que profanariam o Capitólio sem pensar no dano que causariam — declarou Pelosi, que teve o seu gabinete invadido e vandalizado por um apoiador do presidente, mais tarde identificado.

‘Fracasso da liderança’

No pronunciamento, a presidente da Câmara prestou homenagem aos agentes da polícia do Capitólio que agiram “bravamente” diante dos invasores. Mas, pouco depois, disse que houve um “fracasso da liderança” da força de segurança, e defendeu a saída imediata de seu chefe, o que deve ocorrer ainda esta semana.

Ao longo da quinta-feira, parlamentares e assessores fizeram duas críticas à atuação da força, que não estava preparada para enfrentar a invasão — em questão de minutos, centenas de pessoas invadiram a sede do Legislativo americano, interrompendo a sessão que confirmaria a vitória de Joe Biden e levando o terror a quem trabalhava no local.

Pelosi prometeu uma ampla revisão da estratégia de segurança, incluindo os motivos da demora na chegada da Guarda Nacional — segundo a imprensa dos EUA, coube a Mike Pence a ordem para autorizar o envio da força ao Capitólio, uma vez que Trump resistia à ideia de usar as tropas contra seus apoiadores.

Em comunicado, o chefe da polícia do Capitólio, Steven Sund, não explicou a aparente falta de preparo das suas forças, preferindo louvar seus agentes, chamando as ações de “heróicas”. Ele ainda garantiu que alguns procedimentos serão revistos para a posse de Biden, no dia 20 de janeiro. Em entrevista, o secretário interino de Segurança Interna, Ken Cucinelli, garantiu que o evento ocorrerá de maneira segura.

— Não vamos ver uma repetição [da violência] — afirmou à Fox News. — Creio que esse foi um evento que ocorre apenas uma vez. Aprendemos com ele.

O Globo

Opinião dos leitores

  1. Tramp deve tá com o cool q não passa um assovio! Só tem arranco !!
    Igualzinho os da banda de KÁ !!!!

  2. Brasileiro dando pitaco na política americana, vão catar Coquinhos.
    Nosso estado todo arrebentado por desgovernos passado e atual e os analistas de blogs querendo opinar na política dos EUA.

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Política

Líder democrata do Senado dos EUA pede remoção imediata de Trump da presidência

Foto: REUTERS

O líder democrata no Senado dos Estados Unidos, Chuck Schummer, emitiu uma declaração nesta quinta-feira (7), pedido a remoção imediata do presidente Donald Trump de seu cargo. “O que aconteceu no Capitólio ontem foi uma insurreição contra os Estados Unidos, incitada pelo presidente. Este presidente não deveria permanecer no cargo por sequer mais um dia”, declarou o senador.

“A maneira mais rápida e efetiva – e que pode ser feita hoje – de retirá-lo do gabinete seria o vice-presidente invocar, imediatamente, a 25ª Emenda. Se o vice-presidente e o gabinete se recusarem a fazê-lo, o Congresso deve se reunir novamente para remover o presidente”, finalizou a nota.

O mesmo pedido foi feito pelo deputado republicano Adam Kizinger. “Temos um presidente que parece desvinculado da realidade. Estamos recebendo informações de funcionários pedindo demissão em massa”, relatou.

Kizinger defendeu o uso da 25ª emenda para remover Trump da Casa Branca. “É a coisa certa para nossa democracia”, afirmou, acrescentando não ter certeza de que seus colegas de partido poderiam ecoar seu discurso.

“Certamente espero que outros ao menos ouçam o que estou dizendo, deixem de lado o momento político e percebam que a história nunca vai julgar como nos saímos no campo político, mas como nos saímos ao administrar a questão pública”, destacou.

CNN

Opinião dos leitores

  1. Tem mais é que remover esse sem futuro. Trump mancha a dignidade da grande nação do Norte.

  2. Hô Galegão arroxado. Esse líder dos democratas parece até os políticos de merda Lindbergh Farias, Genoíno, Randolfinho é outros da esquerda Kkkķ
    Bota pra torar Donald Trump

    1. Ele é Republicano anta quadrada.
      É que é gostar de levar no lombo e passar vergonha de graça.

    2. A ivermectina tá matando as lombrigas do cérebro desse gado Calígula mas as mesmas já comeram tdos os neurônios…kkkkkkkk

    3. O gado é como titia Cacá, gosta de chicote no lombo e de véio dos cunhão roxo. kkkkkkkkkkkk

  3. Vamos atingir 200 mil mortes hoje (INFELIZMENTE), mais que na hora de tirar o lixo brasileiro também.
    O lixo americano já se foi, falta o daqui.

    1. Chora Zé, o Presidente Bolsonaro assinou decreto liberando as lágrimas da esquerda até 2026.

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Política

Facebook e Instagram bloqueiam conta de Trump por tempo indeterminado, diz Mark Zuckerberg

Fotos: Brendan Smialowski/AFP/ Reprodução/Facebook

As contas do Facebook e Instagram do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, foram bloqueadas por tempo indeterminado. O anúncio foi feito pelo presidente-executivo da rede social, Mark Zuckerberg, em um post.

A posse do presidente eleito Joe Biden será no dia 20 de janeiro e, segundo a publicação de Zuckerberg, Trump ficará impedido de fazer publicações pelo menos até essa data.

“Acreditamos que os riscos de permitir que o Presidente continue usando os nossos serviços durante esse período são simplesmente muito grandes”, escreveu Zuckerberg.

“Portanto, estamos estendendo indefinidamente o bloqueio que tínhamos imposto nas contas do Facebook e Instagram, e por pelo menos as duas próximas duas semanas, até que a transição pacífica de poder seja completa”, continuou.

Bloqueio estendido

Na noite da última quarta-feira (6), redes sociais bloquearam a conta de Trump. Inicialmente, a restrição no Facebook e Instagram valeria por 24h.

A decisão aconteceu após apoiadores do presidente invadirem o Congresso durante reunião que deve validar vitória de Biden nas eleições.

A empresa disse que o presidente violou duas de suas regras, e derrubou vídeo postado por ele durante a invasão, por conta de “risco de violência”. Nele, o presidente pedia que os manifestantes voltassem para casa, mas continuava a alegar, sem provas, que a eleição foi ilegítima. A postagem também foi tirada do ar pelo Instagram e o YouTube, do Google.

O Twitter também impôs restrições ao perfil de Trump. O presidente está impedido de postar por pelo menos 12 horas na plataforma. O desbloqueio é condicionado à exclusão de 3 tuítes específicos do presidente dos EUA, que já foram suspensos pela rede social, por violação de suas políticas, e não podem mais ser vistos.

G1

Opinião dos leitores

  1. O galegão dos cunhão roxo ainda tá solto? Vai ser preso em breve. E Bozo terá o mesmo fim.

  2. O Twitter só não bloqueou a conta do miliciano ainda, porque está esperando um exame de sanidade mental.
    Mas o caminho é bloquear.

  3. Manoel se os critérios fossem esse que vc quer e relata, vc e sua turma já estariam bloqueados a 16 anos. Tu quer alguém para mentir mais, roubar mais, conversar mais besteira do que vc, Lula, A Anta, Gleisi, Lilindenberg, o vampiro, e a turma dos vermelhinhos? Que por sinal vivem disso, homem deixe de ser tapado.

  4. Puxa. Será que ele não poderia bloquear as contas do MINTOmaníaco e seus filhos ? Só assim eles param de falar tanta merda e quem sabe não começam a trabalhar pelo país…

    1. O que megacapitalistas querem é manter seus monopólios. Nada como um governo de viés comunista para garantir isso. A massa de manobra nesse jogo de poder são o militantes da pauta racial, identitária, ambientalista….

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Economia

Dólar cai e bolsas mundiais sobem com sanção de Trump a pacote de US$ 900 bilhões

Foto: Pixabay

O dólar opera em queda nesta manhã e as bolsas sobem no Brasil e no mundo, após a sanção do pacote de US$ 900 bilhões por Donald Trump. Após chamar o projeto de desgraça e deixar sua assinatura para praticamente o último minuto, o presidente americano deu aval ao projeto, que prevê alívio a famílias americanas, pequenas empresas e companhias aéreas, além de bilhões de dólares para distribuição de vacinas no país.

Às 9h09, o dólar recuava 0,56%, a R$ 5,177 . Na última sessão, na quarta-feira da semana passada, a moeda americana fechou em alta, a R$ 5,20. Já o Ibovespa, principal índice da Bolsa paulista, subia 0,16% logo após a abertura, a 117.990,82 pontos.

No exterior, o mercado também reagiu com otimismo à sanção do pacote. A Bolsa de Frankfurt subia 1,49% e a de Paris, 1,14%. Como é feriado em Londres, a Bolsa não abriu nesta segunda-feira na cidade.

Na visão do estrategista Dan Kawa, da TAG Investimentos, o pacote deve dar suporte para que a economia dos EUA atravesse um período mais turbulento até que a vacinação atinja uma escala maior e permita uma recuperação mais estrutural do país.

Os investidores também comemoram o avanço da imunização pelo mundo, como na Europa, que lançou uma campanha de vacinação em massa no domingo, e o acordo comercial entre União Europeia e o Reino Unido.

Na Ásia, as bolsas também fecharam em alta após a sanção de de Trump. Em Tóquio, onde os ganhos foram liderados pelas ações de eletrônicos, o índice Nikkei fechou em alta de 0,7%. Na China, o índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, avançou 0,44%.

Em Seul, o índice Kospi teve valorização de 0,06%, e a bolsa de Taiwan registrou alta de 1,06%. Já a bolsa de Hong Kong fechou em baixa, com o índice Hang Seng perdendo 0,27%.

Previsão de juros mais altos em 2021

No Brasil, o mercado ajustou suas estimativas e passou a ver a taxa básica de juros ligeiramente mais alta no fim de 2021, de acordo com o Boletim Focus divulgado nesta segunda-feira pelo Banco Central.

O levantamento semanal mostrou que os especialistas consultados passaram a ver a taxa Selic a 3,13% no fim do ano que vem. A mediana das projeções apontava para 3% na semana passda. Em 2020, a taxa terminará o ano em 2%.

Para a inflação, os economistas ainda calculam taxa de 4,39% em 2020, mas reduziram as contas para a alta do IPCA em 2021, de 3,37% para 3,34%.

O centro da meta oficial de 2020 é de 4% e, de 2021, de 3,75%, ambos com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou menos.

Para o Produto Interno Bruto (PIB), permanece a estimativa de contração de 4,40% em 2020, mas o cenário para o crescimento em 2021 foi melhorado a 3,49%, de 3,46% na semana anterior.

O Globo

 

Opinião dos leitores

  1. Ainda bem que Caligula tem o celular na mão pra digitar pq a boca tá ocupada, se é que vcs me entendem.
    Ele é tão asno que não lê e não sabe que Trump negou e depois assinou, por livre e espontânea pressão.

  2. Pedro, Calígula está perdendo, se somar Mané, Samuel Url e vc dá 3 x 1….kkkkkk, a conta é fácil.

    1. A vaquinha do Bozo lambe as bolas até de quem o Minto manda.

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Diversos

Trump surpreende, responde à jornalista e diz que concorda em desclassificar dados sobre UFOs

Foto: New York Times

Surpreendendo a todos, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, finalmente se posicionou quanto ao Fenômeno UFO fazendo uma declaração contundente. Trump disse que é favorável à revelação de tudo o que houver sobre UFOs nos Estados Unidos.

A declaração foi realizada em resposta a um comentário no Twitter do jornalista Todd Starnes, colunista, comentarista, autor e apresentador de rádio conservador norte-americano. Ele tem longa lista de serviços prestados à Fox News. Desde junho de 2017 Starnes apresenta também um programa de rádio na Fox News Radio.

Em 11 de dezembro, o jornalista publicou em sua conta no Twitter que, “nesse momento, Donald Trump deveria desclassificar tudo. Tudo”. Estava provavelmente se referindo à saída de Trump da Casa Branca, dando lugar a Joe Biden. Já no dia 12 de dezembro, Trump respondeu: “Eu tenho feito isso! Eu concordo [com a abertura ufológica]!”

Veja aqui o comentário de Trump no Twitter:

https://twitter.com/realDonaldTrump/status/1337753159905767425?s=19

Após tal manifestação, surgiram inúmeros comentários em resposta a Donald Trump, que ele não respondeu. Alguns o acusaram de ser omisso quanto ao Fenômeno UFO e outros demonstraram esperança de ver o ex-presidente falar o que sabe.

Resta agora saber se Trump vai desclassificar o Caso Roswell, como havia dito que iria pensar em fazer durante entrevista ao seu filho Donald Trump Jr., realizada em comemoração ao dia dos pais deste ano. Assista no link abaixo um trecho da entrevista de Trump ao seu filho.

Vídeo de Trump: https://youtu.be/1_AALvIE2jk

O Caso Roswell, como se sabe é um dos pilares da Ufologia Americana e que levou os militares daquele país a acobertar o Fenômeno UFO. O evento foi primeiro noticiado por um jornal local de Roswell como sendo a queda de um discos voadores, tendo como fonte os militares da cidade. Mas, em seguida, seus superiores de Washington mandaram selar tudo com um manto de sigilo. Começou aí a política de acobertamento ufológico.

Revista UFO

Opinião dos leitores

  1. Estou na dúvida quem fala a verdade, esse Trump ou o grupo do presidente eleito biden quando dizem que luladrão recebia bilhões em propina. Eu acredito bem mais nos progressistas e seus lideres obama e biden.

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Política

Trump fala em “grande progresso”, e que os resultados das eleições nos EUA começarão a ser divulgados na próxima semana: “Nós vamos vencer”

Tweets de Donald Trump sobre processos eleitorais nos EUA (10.nov.2020). Foto: CNN Brasil

O presidente americano Donald Trump publicou, no Twitter, que sua equipe está fazendo um “grande progresso” e que os resultados das eleições começarão a ser divulgados na próxima semana. “Nós vamos vencer”, escreveu em sua conta no Twitter.

O republicano não reconhece a vitória do democrata Joe Biden já havia anunciado que pediria a recontagem de votos e iria a Suprema Corte contra a apuração.

O procurador-geral dos Estados Unidos anunciou que irá abrir uma investigação sobre as acusações de fraudes alegadas pela campanha republicana.

CNN Brasil

Opinião dos leitores

  1. Tá parecendo com um chefe de estado que durante a 2º guerra mundial, delirava poucos dias antes de cair, pensando ter vários exércitos para reagir a ofensiva do inimigo, qdo na verdade só havia ao seu lado alguns lacaios…. O final da história todos conhecem…

  2. Quando os democratas contestaram o resultado das eleições em 2000 e pediram recontagem dos votos, não houve essa confusão toda. Se a legislação permite a recontagem de votos, qual é o problema?

  3. Já falei, se o miliciano enviar um cabo e um soldado para os States, resolve a bronca do “Trampo”.

  4. ?????
    Isso sim é uma realidade paralela..vejam o filme "Fratura".
    Vai sair escorraçado…kkkkk
    Eu confesso, também ficaria desesperado, se perdesse a Presidência e a Melânia me abandonasse(e levasse metade dos bens..???)

  5. Maluco completo… incrível como esse tipo de gente conseguiram ocupar cargos tão importantes, lá nos EUA tem esse maluco, aqui no Brasil nós temos o nosso terraplanista e suas loucuras cada dia piores, dai esse pessoal consegue arrastar uma quantidade grande de lunáticos que compram suas ideias como se fosse o certo a fazer, não tendo a mínima capacidade de discernimento e raciocínio lógico, incrível isso. ainda bem que parece q vai passar tudo isso.

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Política

Trump demite o seu secretário de Defesa e anuncia o sucessor

 Foto: Carlos Barria/Reuters

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou nesta segunda-feira (9) que demitiu Mark Esper do posto de secretário de Defesa e nomeou uma nova pessoa para o cargo, Christopher Miller, que era o diretor do Centro Nacional Antiterrorismo.

Trump fez o anúncio em uma rede social. O novo secretário vai começar imediatamente, segundo o presidente americano.

O agora ex-secretário tinha discordado do presidente em relação ao uso de uma lei que permite que os militares sejam mobilizados para impedir a onda de protestos contra o racismo e a brutalidade policial que abalaram o país, o que estremeceu a relação entre eles.

A demissão de Esper já vinha sendo antecipada há alguns dias pela imprensa dos Estados Unidos, em meio à apuração de votos da eleição presidencial na qual Trump saiu perdedor.

As projeções das eleições no país concluem que Joe Biden foi o vitorioso nas eleições que foram realizadas no dia 3 de novembro.

Apesar disso, a contagem dos votos ainda não acabou, já que os estados americanos têm até dezembro para terminar a apuração.

De acordo com o calendário eleitoral dos EUA de 2020, o Congresso declarará oficialmente os resultados eleitorais somente em 6 de janeiro. Isso quer dizer que Biden e sua vice, Kamala Harris, ainda não estão “oficialmente” eleitos e terão alguns passos até tomarem posse:

Até 11 de dezembro — autoridades estaduais devem certificar o vencedor de cada estado. Cada um tem seu próprio prazo; a Califórnia é o último.

14 de dezembro — data prevista para os 538 delegados do Colégio Eleitoral depositarem seus votos, que devem seguir para a capital Washington.

6 de janeiro — o novo Congresso, recém eleito, se reúne para contar os votos do Colégio Eleitoral e confirmar o resultado.

20 de janeiro — presidente toma posse em Washington. Segundo projeções, o cargo deverá ser ocupado pelo democrata Joe Biden, o 46º presidente dos EUA.

Além disso, Donald Trump deixou claro que a transição de poder da Casa Branca não será tranquila. Com pedidos de recontagens, processos judiciais e questionamentos da legalidade desta eleição, o republicano tenta se manter no poder por mais quatro anos.

Vale lembrar que, apesar do anúncio oficial sair somente em janeiro, todas as eleições americanas têm projeção do resultado pela mídia e agências, prática considerada praxe em um país sem um tribunal eleitoral nacional, como no Brasil.

G1

 

Opinião dos leitores

    1. PTralhas adoram ESTADOS UNIDOS??? Achei que esses vermes são contra , amam os comunistas ???

    2. Para agora …esses ratos vermes PTralhas estão adotando o CAPITALISMO??? Idolatria americana ??? Esses vermes amam Venezuela e Cuba ?? oque houve ???? já sei , ladrao é tudo igual , falam uma coisa e fazem outra

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