Trump sugere adiar eleição presidencial nos EUA

Foto: © REUTERS/Eric Thayer/Direitos Reservados

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sugeriu o adiamento da eleição presidencial de novembro, nesta quinta-feira (30), dando voz aos temores de que ele tentaria evitar a votação, já que aparece mais de dois dígitos atrás de seu principal oponente em algumas pesquisas.

Trump não tem, no entanto, autoridade para adiar a data da votação. Pela Constituição dos EUA, o dia da eleição – em 2020, marcada para 3 de novembro – é definido pelo estatuto do Congresso, e a maioria dos especialistas concorda que não pode ser alterado pelo presidente sem a aprovação dos legisladores.

Mas em seu tuíte na manhã desta quinta-feira – publicado 96 dias antes da eleição e minutos depois de o governo federal relatar a pior contração econômica da história do país – Trump fez a sugestão alegando, sem provas, que a disputa será distorcida.

“Com a votação universal por correio (em vez da abstenção, o que é bom), 2020 será a eleição mais imprecisa e fraudulenta da história. Será um grande constrangimento para os EUA”, escreveu o republicano na rede social. “[Devemos] adiar a eleição até que as pessoas possam votar de maneira adequada, segura e protegida???”.

Não há evidências de que a votação por correio nos EUA seja fraudada. Anteriormente, Trump já havia alimentado o medo e lançado as bases para questionar os resultados das eleições de 2020, promovendo a ideia de que esse tipo de voto leva a desvios generalizados.

O tuíte foi publicado após uma série de pesquisas recentes em estados-chave – incluindo alguns em que ele venceu com folga em 2016 – o mostrarem atrás ou praticamente empatado com o democrata Joe Biden, seu adversário na disputa pela casa Branca.

As pesquisas indicam também uma desaprovação generalizada com a forma como Trump lidou com a pandemia do novo coronavírus.

Questionado sobre essa questão em uma audiência do Comitê Judiciário da Câmara na terça-feira, o secretário de Justiça William Barr disse que “não tinha motivos para pensar” que as próximas eleições serão fraudadas.

Mas ele disse acreditar que “se houver uma votação por atacado via correio, isso aumenta substancialmente o risco de fraude”.

Mas, historicamente, votar pelo correio não levou a fraudes maciças de eleitores. E especialistas não partidários em eleições dizem que a possibilidade de entidades estrangeiras imprimirem milhões de cédulas fraudulentas é altamente improvável.

Biden, adversário de Trump na disputa pela Casa Branca, já havia levantado a possibilidade de o republicano tentar adiar a eleição.

“Marque minhas palavras: acho que ele [Trump] tentará adiar a eleição de alguma forma, vai apresentar razões pelas quais não pode ser realizada”, disse Biden em um evento virtual de arrecadação de fundos em abril.

CNN Brasil

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Anti-Político de Estimação disse:

    È um "pelezão", kkkkkkkkkkk.

  2. Cidadão pagador de impostos disse:

    Tá c medo da derrota e quer ganhar tempo.

  3. Junin disse:

    Sera munganga???? Perguntar é pecado????ou crime???? Inventa ai algo bovinos, petralhas , centroes e políticos em geral que acham que está tudo certo….

‘Não se oferece resistência a um policial’, diz Trump

Foto: Tom Brenner/Reuters

O presidente dos Estados Unidos,, Donald Trump, considerou a morte de Rayshard Brooks, após ser baleado por um policial em Atlanta, como uma “situação terrível”, mas acrescentou que “você não pode resistir a um policial”. Esses foram os comentários mais extensos do presidente sobre o caso.

“Os eventos que ocorreram foram uma situação terrível, mas você não pode resistir a um policial e, se você tiver uma discordância, terá que aceitá-la”, disse Trump à Fox News na noite de quarta-feira. “Realmente vê que estava fora de controle, toda a situação estava fora de controle”, acrescentou.

Trump afirmou ter acabado de “receber um relatório” sobre o caso, no qual “o advogado do policial diz que ele ouviu um som como uma arma, como um tiro de arma, e viu um flash na frente dele”.

Trump continuou: “você sabe, eu não sei se necessariamente acreditaria nisso, mas vou lhe dizer que isso é uma coisa muito interessante e talvez seja isso. Eles terão que descobrir”.

“Espero que ele tenha uma boa reação porque a polícia não foi tratada de maneira justa em nosso país”, acrescentou o presidente.

CNN Brasil

VÍDEO – BOLSONARO VIA TRUMP: utilização da hidroxicloroquina não foi abolida nos Estados Unidos

O presidente Jair Bolsonaro destacou nesta terça-feira(16) que a contrário do que foi noticiado pela mídia nacional nessa segunda-feira(15), a utilização da hidroxicloroquina não foi abolida nos Estados Unidos.

Bolsonaro ressalta, com vídeo ainda mostrando manifestação do presidente do Donald Trump, que a retirada do status de “uso emergencial hospitalar” da hidroxicloroquina pela FDA(Anvisa Americana) nada mais é que uma autorização para o uso em qualquer ambiente, inclusive, em casa, desde que receitada pelo médico. “A medida amplia o alcance do tratamento com hidroxicloroquina”, finalizou o presidente.

Veja vídeo abaixo:

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. José Macedo disse:

    Portanto seus esquerdopatas o teste continua, a ação da fda, foi a de cancelar a utilização só nos hospitais e as pessoas poderem comprar nas farmácias o seu medicamento com indicação médica..
    A pesquisa da HidroxoCloroquina continua seus carniceiros.

  2. Anti-Político de Estimação disse:

    Que assunto besta prá render viu ?! . E os fanáticos brigando por isso…

  3. Jucá Ferreira disse:

    Se a gente depender das informações da Globo, UOL, Estadão, Veja e da Tribuna do Norte aqui no RN, nós estaremos no escuro.
    É muita desinformação para derrubar o Presidente.

Trump cria banco de dados de ‘maus policiais’ nos Estados Unidos

Foto: Leah Millis / Reuters

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou nesta terça-feira (16) uma ordem executiva que cria um banco de dados com registros de policiais que usarem força excessiva durante suas ações.

A medida surge após os protestos pela morte de George Floyd, homem negro morto por um policial branco em Mineápolis, nos EUA.

Ela também estabelece financiamento para departamentos de polícia que introduzirem programas de boas práticas. Uma forma de responder às manifestações pela brutalidade policial no país.

R7

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Thammy disse:

    Eita que se criar esse bancos de dados aqui….hummmm…nao fica um meu irmão….a ignorancia….brutalidade ….violencia…e o chamado nao me toque..sou uma autoridade…simplismente RIDÍCULO…policiais mal treinados…muitas vezes nao sabem se comunicar …sao brutos…grosseiros..imaginem em casa…da do de ver uma sociedade que paga o salario desses cidadaos para muitas vezes receber a sua estupidez

  2. Pedro Henrique disse:

    Se inventarem de fazer isso aqui no Brasil, vai dar tilt nesse banco de dados.

Biden abre 14 pontos para Trump

(Foto: Reprodução)

intensa semana de protestos diários nos Estados Unidos em razão da morte de George Floyd, e a condução do país na pandemia do novo coronavírus afetaram o apoio ao presidente Donald Trump, mostra uma nova pesquisa da CNN, realizada pelo SSRS, divulgada nesta segunda-feira (8).

De acordo com o estudo, feito por telefone com 1.259 adultos, entre 2 e 5 de junho, com margem de erro é de 3,4 pontos percentuais, o índice de aprovação de Trump caiu 7 pontos neste mês. Ao mesmo tempo, o apoio ao democrata Joe Biden atingiu seu maior índice nas pesquisas da CNN.

Os números também mostram que uma maioria crescente de americanos acredita que o racismo é um grande problema no país, hoje, e que o sistema de Justiça dos Estados Unidos favorece os brancos em relação aos negros.

Mais de 80% também afirmaram que são justificados os protestos que se espalharam pelo país após a morte de George Floyd nas mãos dos policiais de Minneapolis. Agora, os norte-americanos consideram as questões raciais tão importantes para a campanha presidencial quanto a economia e o sistema de saúde, de acordo com a pesquisa.

Em média, 38% aprovam a maneira como Trump está conduzindo a presidência, enquanto 57% reprovam. Esse é o seu pior índice de aprovação desde janeiro de 2019 e é praticamente igual ao índice de aprovação de Jimmy Carter e George H.W. Bush no mesmo momento de seus mandatos – ambos deixaram a Casa Branca após perderem a disputa pela a reeleição.

Na disputa pela Casa Branca, entre os eleitores registrados, Trump está 14 pontos atrás de Biden, que garantiu, oficialmente, delegados suficientes para ganhar a indicação democrata na estimativa de delegados da CNN no sábado. Os 41% que afirmam apoiar o presidente são os mais baixos no levantamento da CNN nesta questão desde abril de 2019, e o apoio de 55% de Biden atingiu seu ápice até agora.

(mais…)

Trump celebra criação de mais de 2,5 milhões postos de trabalho em maio e diz que dados mostram “maior recuperação da história norte-americana”

Foto: Reuters

O presidente norte-americano, Donald Trump, comemorou nesta sexta-feira um impressionante relatório de emprego nos Estados Unidos, que mostrou que o país gerou mais de 2,5 milhões de postos de trabalho no mês passado, durante o auge da pandemia de coronavírus, e previu que a economia se recuperará até o ano que vem.

“Hoje é provavelmente, se você parar para pensar, o dia da maior recuperação da história norte-americana”, disse Trump na Casa Branca. “Seremos mais fortes do que éramos quando estávamos voando alto”, acrescentou.

Trump, que contava com uma economia forte para aumentar suas chances de reeleição em novembro, disse que a recuperação pode ser dificultada por impostos mais altos e pela implementação do plano de mudança climática Green New Deal se os Democratas ganharem a Casa Branca.

Ele fez as declarações depois de o Departamento do Trabalho divulgar dados mostrando taxa de desemprego em queda a 13,3% no mês passado, ante 14,7% em abril. Foram criadas, fora do setor agrícola, 2,509 milhões de vagas no mês passado, em termos líquidos, após fechamento recorde de 20,687 milhões em abril.

No entanto, muitos economistas alertam que pode levar anos para a economia dos EUA recuperar todos os empregos perdidos.

Trump tem tido dificuldades na resposta às consequências do surto de coronavírus, que levou a uma quarentena em todo o país e colocou a economia praticamente em paralisia e deixou cerca de 40 milhões de norte-americanos sem trabalho.

Trump tem pressionado autoridades estaduais e locais a suspender restrições comerciais destinadas a retardar a propagação do vírus, que matou mais de 108 mil e infectou mais de 1,88 milhão de norte-americanos desde fevereiro.

Trump disse que a recuperação econômica dos EUA vai acelerar depois que Estados afetados pela pandemia, incluindo Nova York e Nova Jersey, permitirem que as empresas retomem as atividades. Ele disse que Estados como a Califórnia, que ainda têm restrições, devem seguir o exemplo da Flórida e de outros Estados que relaxaram os lockdowns.

O presidente republicano, que foi criticado por subestimar inicialmente a ameaça do vírus para os Estados Unidos, disse que as autoridades devem se concentrar em proteger os idosos, com maior probabilidade de morrerem, e permitir que os jovens voltem ao trabalho e à escola.

ESTÍMULO

O Congresso dos EUA aprovou 1 trilhão de dólares em ajuda para diminuir o impacto econômico da pandemia, mas republicanos e democratas ainda estão em desacordo quanto à necessidade de estímulos adicionais.

Trump disse que apoiaria mais ajuda, e o vice-presidente norte-americano, Mike Pence, disse em entrevista à CNBC que isso pode incluir auxílio a Estados que alertaram que podem ter que demitir professores, policiais e outros funcionários públicos. Os republicanos no Congresso têm resistido a essa ideia.

Trump repetiu seu pedido pela redução de impostos nas folhas de pagamentos e disse que em breve anunciará uma proposta de incentivos fiscais para impulsionar os gastos em restaurantes e entretenimento.

Uma série de pesquisas públicas mostrou Trump atrás do provável candidato presidencial democrata Joe Biden nacionalmente e em alguns dos Estados nos quais as eleições serão decididas em 3 de novembro.

Trump também está lidando com protestos em massa em todo o país pela morte do afro-americano George Floyd nas mãos da polícia em Minneapolis na semana passada. A morte de Floyd reacendeu tensões raciais no país.

Terra, com Reuters

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Chapédicôro disse:

    Eita galego véi competente da gringogênia, os cabá das esquerda ficam tudo doido, o galego é nó cego e tem mais o couro vai come lá e aqui, é só esperar, pau molera da petraiada da cara rumbuda.

  2. Neto disse:

    Enquanto eles crescem vc fica apenas se lamuriando.

  3. Cidadão Indignado disse:

    Essa treva do Cão vai fazer de tudo para se reeleger, inclusive mentir descaradamente. Vai perder feio as eleições, aí o puxa saco daqui ficará inteiramente "desamparado" na América Latina. Caterva de demônios.

    • Silva e silva disse:

      Aceita que doí menos!!
      É melhor JAIR se acustumando.
      No Brasil, vcs esquerdistas indignados perdem feio de novo, ou vc acha que o povo é louco pra entregar esse país de novo a maior quadrilha de ladrões do mundo??
      Lula tá solto, e morto politicamente falando.
      Definitivamente, não passa de EX.
      Pode espernear!
      Kkkkkkkkkk

    • Bruno disse:

      Pode ficar indignado mesmo, porque ele se reelege e Bolsonaro também.
      Chora que dói menos.

    • Xico disse:

      Voces so sabem falar de lula? Ô paixao doente.. Ninguem lembra mais de lula , só vcs bolsomions, cuidado pra nao surtir o efeito contrario, pq vcs falam tanto dele que nao deixam ninguem esquecer nam! Ô doença… Outra coisa , esse lunatico de bozo nao ganha eleicao aqui mais nao.. Vao se tratar orar pelo Brasil que ta indo esgoto adentro. Credo
      Para que ta feio, nem lula, nem bolsoasno tem espaço mais, uma💩 atras da outra

    • Samuel Uel disse:

      O gado ama o Molusco, muuuuuuuuuu

Trump cita dificuldades do Brasil no combate ao coronavírus e alerta país por seguir exemplo da Suécia: “se tivéssemos feito isso, teríamos perdido talvez até 2 milhões ou mais de vidas”

 Foto: Reuters/Kevin Lamarque

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, citou nesta sexta-feira (5) o Brasil como exemplo de país com dificuldades para lidar com a pandemia do novo coronavírus, ao defender a estratégia adotada por seu governo contra a doença e dizer que agora os EUA devem mudar o foco para se concentrar em proteger grupos de risco e permitir uma maior reabertura da economia.

Trump disse que o Brasil está seguindo o mesmo caminho da Suécia, país que não impôs quarentenas e decidiu se basear principalmente em medidas voluntárias de distanciamento social e higiene pessoal, mantendo a maioria das escolas, restaurantes e empresas abertas. Como resultado, a Suécia tem um número muito maior de casos de Covid-19 do que seus vizinhos nórdicos.

“Se você olhar para o Brasil, eles estão passando por dificuldades. A propósito, eles estão seguindo o exemplo da Suécia. A Suécia está passando por um momento terrível. Se tivéssemos feito isso, teríamos perdido 1 milhão, 1 milhão e meio, talvez até 2 milhões ou mais de vidas”, disse Trump na Casa Branca, acrescentando que agora é hora de acelerar a reabertura.

Os Estados Unidos são o país do mundo com o maior número de casos do novo coronavírus, com 1,9 milhão de infecções e mais de 108 mil mortos.

O Brasil é o segundo do mundo em número de casos, com quase 615 mil infecções confirmadas pelo Ministério da Saúde e 34.021 mortes, mas tem neste momento a maior taxa de aceleração da doença no mundo, uma vez que quase diariamente registra mais casos e mortes do que os EUA.

Diversos governos municipais e estaduais têm anunciado planos para afrouxar as medidas de distanciamento social no Brasil. Especialistas alertarem para o risco de um agravamento da situação.

CNN Brasil

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Gado Muuu disse:

    Trump canalha. Nunca me enganou. Comunista. Traiu nosso mito. De Maia ele não fala.

  2. Anti-Político de Estimação disse:

    Eu sempre desconfiei deste Trump : não passa de um comunista disfarçado, kkkkk

  3. Justus disse:

    Não sou fã de Bolsonaro, mas parece que vocês que criticaram não sabem onde é a Suécia e o que houve lá. Que tal ler um pouquinho?

  4. Manoel disse:

    Pense um capacho desmoralizado é esse nosso presidente. Que vergonha pro Brasil.

  5. Frederico disse:

    TRUMP. Mui amigo.

  6. Indignada disse:

    Pra o “MITO” presidente daqui é só uma gripezinha, e não tem nada demais se aglomerar e ir para as ruas , inclusive ele vive se aglomerando e andando sem máscara. E a verdade é que nós estamos lascados e tomamos no ……..

  7. Luiz Antônio disse:

    Sei não, esse Trump nunca me enganou… sempre com aquela gravata vermelha…
    Comunista todo

  8. Observando. disse:

    Trump é um comunista. Demita ele Presidente. Coloque um General no lugar.

    • Micheli disse:

      Kkkkk vai presidente demite ele Kkk Kkk Bolsonaro baba ovo de trump e só leva chincada.kkkk

  9. valmir melo da disse:

    SINTO MUITO MAS TRUMP ESTÁ TOTALMENTE DESINFORMADO SOBRE O BRASIL. TIVERMOS AQUI UM DOS MAIORES PERIODOS DE QUARENTENA DO MUNDO, AGORA, SE NÃO FUNCIONOU É OUTRA HISTORIA. ESSE TIPO DE MANCHETE CAUSA INDIGNAÇÃO.

  10. Clara disse:

    Maldito comunista alfinetando nosso "mitu" …..

  11. Carlão disse:

    Aqui não tá seguindo exemplo da Suécia, só que mais da metade das pessoas está tocando o zaralho, então não tem muito o que fazer. Não tem polícia que dê jeito.

Trump anuncia fim de relações com a OMS e culpa a China

Foto: JONATHAN ERNST / REUTERS

O presidente Donald Trump anunciou nesta sexta-feira o fim das relações entre o governo dos EUA e a Organização Mundial da Saúde (OMS), em uma ação relacionada diretamente às constantes críticas do governo americano à atuação da instituição durante a pandemia do novo coronavírus e à China, que também foi atacada pelas recentes ações ligadas à autonomia de Hong Kong.

Em um rápido pronunciamento na Casa Branca, Trump acusou o governo chinês de ser o principal responsável pela pandemia, que já matou mais de 100 mil americanos. Se referindo à Covid-19 como o “vírus de Wuhan”, uma expressão considerada racista pelo governo chinês, acusou Pequim de esconder informações do mundo, e de “controlar” a Organização Mundial da Saúde. Wuhan é a cidade onde o vírus foi identificado pela primeira vez.

— O governo chinês violou promessas, os fatos não podem ser negados. O mundo está sofrendo o impacto das ações da China, do “vírus de Wuhan”, que levou cerca de 100 mil vidas americanas. A China ignorou seus compromissos junto à OMS, pressionando a organização a ignorar o vírus. Eles recomendaram fortemente para que eu não suspendesse as viagens vindas da China — afirmou Trump, se referindo à decisão de barrrar viajantes provenientes de cidades chinesas, em janeiro, quando a OMS ainda não recomendava tal medida.

Trump não apresentou detalhes, mas disse que as contribuições destinadas à OMS, suspensas em abril, serão realocadas.

— Nós detalhamos as reformas que eles precisam fazer para que mantenhamos o contato, mas vamos colocar fim à nossa relação com a OMS e redirecionar os fundos — disse Trump. — O mundo precisa de transparência da China, eles permitiram que ele (o vírus) viajasse livremente pelo mundo. A morte e a destruição são incalculáveis.

A decisão inicial de suspender as contribuições levou a uma onda de críticas ao redor do mundo, em um momento em que a OMS fazia um apelo por US$ 1 bilhão para financiar as ações de saúde, especialmente contra a Covid-19. Até 2019, os EUA eram o maior contribuinte da instituição, com cerca de US$ 400 milhões por ano, 22% do orçamento total. Em 2020, US$ 58 milhões haviam sido pagos.

‘Um país, um sistema’

Inicialmente convocada como uma coletiva de imprensa sobre a China, o pronunciamento de Donald Trump elevou o discurso contra Pequim, não apenas sobre o coronavírus, mas também sobre as tensas relações políticas e comerciais entre as duas maiores economias do mundo.

Além de questionar o status de empresas chinesas que operam nos EUA, o presidente focou em Hong Kong, uma cidade que nominalmente possui autonomia política, financeira e legislativa em relação à China continental, mas que vem sendo alvo de medidas vistas com preocupação pela Casa Branca.

Desde os protestos de outubro do ano passado contra o governo de Hong Kong, Pequim não esconde seu descontentamento com os atos nas ruas da cidade e os questionamentos sobre até onde iria a autoridade chinesa na região.

Na semana passada, o Congresso Nacional do Povo, o parlamento chinês, anunciou um projeto para uma nova lei de segurança nacional para o território — o plano prevê que a nova legislação deverá “impedir, deter e reprimir qualquer ação que ameace de maneira grave a segurança nacional, como o separatismo, a subversão, a preparação, ou a execução de atividades terroristas, assim como as atividades de forças estrangeiras que constituam uma interferência nos assuntos de Hong Kong”.

Segundo analistas, essa medida, que poderia entrar em vigor antes de setembro, minaria a autonomia garantida pelo acordo que viabilizou o retorno do antigo território britânico à China, em 1997.

Ampliando uma série de críticas feitas nos últimos dias, Trump disse que “Hong Kong não é suficientemente autônomo”, e que iria ordenar uma revisão de todas as regras que balizam o status especial do território, como isenções de impostos e tarifas.

— Isso (a revisão) vai afetar todos os acordos, desde o nosso tratado de extradição até controles de exportação de tecnologia de uso duplo e além, com algumas exceções — afirmou Trump, dizendo ainda que o Departamento de Estado vai revisar as recomendações a viajantes para Hong Kong.

O presidente completou dizendo que a China substituiu a regra do “um país, dois sistemas”, usada para legitimar a autonomia de Hong Kong, para “um país, um sistema”. E anunciou o veto à entrada de cidadãos chineses acusados de serem “riscos à segurança” e “erodirem a autonomia de Hong Kong”.

Outras opções

Trump deixou em aberto a possibilidade de adotar medidas adicionais contra a China, mesmo sabendo que há mais de 1,3 mil empresas americanas com escritórios em Hong Kong, responsáveis por cerca de 100 mil empregos. Ou seja, uma “opção nuclear”, como analistas chegaram a ventilar, parece pouco provável.

Segundo duas fontes consultadas pela agência Reuters, um dos alvos poderiam ser alguns dos milhares de estudantes chineses hoje matriculados em universidades nos EUA. Funcionários do governo chinês e pessoas ligadas à administração de Hong Kong também podem ser incluidos na lista de sanções, sendo impedidos de entrar nos EUA e, em último caso, sofrendo o bloqueio de bens em solo americano.

Uma última opção, essa com objetivo político, seria assinar uma lei aprovada na quarta-feira pela Câmara dos Deputados que pede ações contra integrantes do governo chinês acusados de perseguição contra a minoria uigur, muçulmana, que poderia atingir os altos escalões em Pequim.

O Globo

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Cidadão pagador de impostos disse:

    Trump querendo fugir do fracasso do combate ao Covid nos eua.
    Louco p achar um bode expiatório

  2. Giba disse:

    Pronto o outro louco daqui chamado Bozo, vai fazer a mesma coisa ele é uma espécie de papagaio falar e faz que o maluco tô trump faz e mandar, meu Deus entregaram nosso país um lunático e corrupto até a alma.

  3. Ralph disse:

    É só botar culpa nos outros que tem um bocado de idiota, iguais aos eleitores do Bozo, que acreditam.

Trump edita decreto que regula redes sociais nos Estados Unidos


Foto: Jonathan Ernst/Reuters

O presidente americano, Donald Trump, assinou nesta quinta-feira (28) um decreto que regula as redes sociais no país. O documento implica em uma revisão da lei que protege empresas como o Twitter, Facebook e o Google de serem responsáveis pelo conteúdo publicado por usuários, o que abre espaço para que essas empresas se tornem alvo de novas ações judiciais. O texto também pretende aumentar a visibilidade e permitir interferência no processo interno de bloqueio de publicações e usuários, que é regido pela política interna dessas plataformas.

Trump é um usuário ativo do Twitter, com mais de 80 milhões de seguidores. Ele já esteve envolvido em outras polêmicas com grandes empresas americanas de tecnologia e foi criticado seguidas vezes por fazer uso controverso da plataforma, como o compartilhamento de informações não verificadas.

Essa semana, pela primeira vez, a rede social sinalizou duas publicações do presidente americano como “potencialmente enganosas”, em resposta às declarações de Trump sobre fraude no voto pelo correio nos Estados Unidos. O novo selo de verificação de informações do Twitter fez o presidente americano ameaçar regular ou mesmo fechar a rede social.

O chefe de Estado usou seu perfil no Twitter para afirmar que “os republicanos sentem que as redes sociais censuram totalmente as vozes conservadoras”. Trump acusou o Twitter de estar interferindo nas eleições presidenciais do país, que acontecem em novembro.

O fundador do Facebook, Mark Zuckerberg, criticou a ação do Twitter de rotular publicações como enganosas. Ele defendeu que não é o papel das empresas fazer a verificação de informação das publicações, em especial quando se trata de conteúdo político. O Twitter preferiu não comentar o ocorrido até o momento.

CNN Brasil

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Justus disse:

    Uau! Vocês sabem tudo das entranhas dos embates que são travados lá só com a leitura deste blog!

  2. Manoel disse:

    Pronto, diziam q o PT queria regular os meios de comunicação do Brasil e quem fez foi o governo do Tio Sam por lá.
    Esse mundo não gira, capota.

  3. O rei do gado disse:

    Ainda hoje o "Trapo" do Brasil da um CTRL+C e CTRL+V nisso ai…

Trump ameaça “fechar” redes sociais após questionamento de seus tuítes

Foto: JIM WATSON / AFP

O presidente americano Donald Trump ameaçou, nesta quarta-feira (27), “regulamentar fortemente” ou “fechar” as redes sociais, depois que o Twitter classificou dois de seus tuítes como “enganosos” e os tratou como disseminadores de informações não verificadas.

“Os republicanos acham que as plataformas de mídia social silenciam completamente as vozes conservadoras. Vamos regulá-las fortemente ou vamos fechá-las, em vez de permitir que algo assim aconteça”, tuitou o presidente.

Estado de Minas

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Rogério Rocha disse:

    Usou e agora vai cuspir, como assim?

  2. Cigano Lulu disse:

    A censura petralha é camuflada, travestida de "controle social da mídia". Já a pretensa censura bolsotralha, capacho fiel do histrionismo trumpalha, é esculachada, debochada, afuleirada.

  3. Marcelo disse:

    Na novela, o rei do gado, tinha muito era chifre!😂😂

  4. Cidadão pagador de impostos disse:

    As redes sociais só servem p fomentar o ódio/inveja entre as pessoas

  5. natalsofrida disse:

    Rei do gado petista. Turma de jumentos.

  6. O rei do gado disse:

    Quando li o titulo dessa materia, pensei: aqui seria o mesmo, SE o Bozopata tivesse dinheiro!

Trump diz que ‘incompetência da China’ causou ‘massacre’ no mundo

Foto: Doug Mills/EFE

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a culpar a China pela pandemia de Covid-19. Nessa quarta-feira (20), em sua conta no twitter, o líder norte-americano afirmou que “foi a incompetência da China, e nada mais, que causou esse massacre em todo o mundo”.

O republicano e membros de seu governo vêm elevando o tom contra o país asiático quando o assunto é o novo coronavírus. Analistas já temem que as tensões transbordem com firmeza para a seara comercial, apesar do acordo tarifário assinado entre as partes no início do ano.

Na terça-feira (19), o assessor de Comércio da Casa Branca, Peter Navarro, afirmou em entrevista à rede CNN que a China “basicamente desencadeou a pandemia pelo mundo”.

‘Mentiras’ dos EUA

Depois de ambos os países acordarem uma trégua após quase dois anos de guerra comercial, a rivalidade voltou às relações diplomáticas bilaterais.

O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores chinês, Zhao Lijian, provocou indignação em Washington no passado, citando uma teoria da conspiração de que o vírus foi trazido para a China dos Estados Unidos.

“Parece que os Estados Unidos esqueceram que seus líderes elogiaram publicamente a China pelo trabalho contra a epidemia”, disse Zhao na quarta-feira, denunciando que existem “muitos erros e brechas no lado americano, com suas mentiras e rumores”.

Durante um telefonema com o primeiro-ministro do Bangladesh, Sheikh Hasina, o presidente chinês, Xi Jinping, parecia se voltar para os Estados Unidos.

Conforme relatado pela agência chinesa Xinhua, Xi disse que seu país se opõe a ações que interferem na cooperação internacional contra a pandemia e prejudicam o mundo, especialmente os países em desenvolvimento.

“A China está pronta para continuar trabalhando com a comunidade internacional, incluindo Bangladesh, para apoiar a liderança da OMS”, disse Xi.

O chefe da diplomacia americana, Mike Pompeo, disse a jornalistas nesta quarta-feira que a crise do coronavírus terminou com as ilusões de ter um vínculo mais próximo com a China.

“Subestimamos muito o grau em que Pequim é politicamente e ideologicamente hostil às nações livres”, disse o secretário de Estado. Para concluir, Pompeo disse que a China é governada por um “regime brutal e autoritário”. /AFP

Jovem Pan, com informações do Estadão Conteúdo

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Morais disse:

    Sabe o que os EUA sempre fazem para sair do buraco? Criar conflitos, assim o dólar se valoriza e a economia deles é aquecida. No momento atual, são muito dependentes dos produtos chineses e isso não é uma opção, é exigência do capital. O capital se desloca em busca de maior margem de lucro. Mão de obra numerosa e barata em um espaço que concilia socialismo e capitalismo vigiado é um paraíso, não? Politicamente falando, o socialismo sobrevive e o capitalismo se reproduz de forma vigiada atrás das muralhas. Trump vai passar, assim como outros, mas a história não o perdoará. Tenta sobreviver às vésperas das eleições atirando pra todos os lados com o bjetivo de confundir a opinião pública.

  2. Wilson disse:

    A China não é apenas governada por um regime "brutal e autoritário". A China é governada por um bando de psicopatas genocidas, que querem dominar o mundo em cima de uma pilha de bilhões de mortos. Só os escravos do Comunismo não conseguem ver isso.

  3. Fábio Cardoso disse:

    A verdade dói, principalmente, nos ideologicamente idiotizados. O Partido Comunista Chinês é o grande responsável pela disseminação do Covid-19 no mundo. É uma verdade que nenhuma narrativa progressista vai ser capaz de apagar. É um fato.

  4. Cidadão Indignado disse:

    Esse debilóide louco é uma ameaça para o mundo! Os EUA estão numa situação sanitária horrível por conta desse monstro. E aqui, os insanos do planalto estão no mesmo caminho! E o gado mugindo.

  5. O rei do gado disse:

    Sabe aquela criancinha com índole ruim que diz pra mãe que a foi culpa do irmão. A criancinha não cresceu!

  6. MAO BRANCA disse:

    Tem toda a razão o Presidente Trump. Para a China tanto faz morrer 100 mil como 1 milhão, eles tem uma população de mais de 1 bilhão de habitantes. O que eles querem mesmo é ganhar dinheiro, não importa como. Espalharam o vírus pelo mundo e hoje estão vendendo produtos para combater esse mesmo vírus.

  7. Cidadão pagador de impostos disse:

    E a incompetência de Trump aumentou a quantidade de americanos mortos pro Covid.
    Semelhante ao incompetente do Bolsonaro.
    É só comparar c a Argentina.

  8. Nono Correia disse:

    É cara de pau. O sujeito ignorou a letalidade da pandemia, tomou medidas tardias mesmo depois dos avisos da OMS, fez pouco caso da doença. Nos EUA chegaram a morrer 4.000 em um único dia, enquanto a China aplicava um plano de contenção que controlou a pandemia. Esses populistas de extrema direita, como Bolsonaro e Trumpu, sempre tentam transferir sua incompetência para terceiros. Mas Trump está lidando com a China, que caminha a passos largos para ser a próxima potência econômica do mundo e é uma superpotência militar, não está lidando com o serviçal Bolsonaro. Não vai colar.

  9. Antonio disse:

    Tirando a bunda da seringa

    • realista disse:

      e ele tá mentindo ? , não sou nem um pouco a favor dele , mas taí uma verdade que ele falou.

Filhos de Trump insinuam que Biden é pedófilo e que coronavírus é farsa política

Foto: Ethan Miller/Getty Images – 23.fev.16/AFP

Os dois filhos mais velhos do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, fizeram sérias acusações ao principais adversários políticos do pai, que concorre, em novembro, à reeleição no país.

Donald Trump Jr., 42, publicou, no sábado (16), uma montagem com um trocadilho em inglês em que insinua que Joe Biden, pré-candidato à presidência pelo Partido Democrata, de oposição a Trump, é pedófilo.

Eric Trump, 36, disse, em entrevista à Fox News no mesmo dia, que os democratas estão usando a pandemia de coronavírus como uma farsa política para prejudicar a campanha de reeleição do pai.

A estratégia de atacar os adversários não é uma exclusividade dos filhos de Trump, mas vem em um momento em que os EUA se tornaram o novo epicentro da pandemia de coronavírus. As medidas de contenção também devastaram o principal trunfo político de Trump, que era o o bom momento da economia americana.

Na TV americana, Eric defendeu a reabertura do país, motivo de conflito entre o presidente e os governadores. Segundo ele, os democratas acham que o confinamento está tirando a “maior ferramenta” do líder republicano, que é “entrar em uma arena e preenchê-la com 50 mil pessoas todas as vezes”.

Ele também apostou em um “desaparecimento mágico” do coronavírus após as eleições americanas.

“Vocês vão ver. Eles [democratas] insistem nisso [isolamento] todos os dias, de hoje até 3 de novembro [dia da eleição]. E adivinhe, depois de 3 de novembro, o coronavírus magicamente, de repente, vai embora, vai desaparecer e todos poderão reabrir.”

Eric também afirmou que, como presidente, seu pai tem que tomar “uma das decisões mais difíceis que qualquer presidente da história já teve”.

“Você precisa por na balança a segurança do povo versus nossa economia, mas os EUA precisam voltar ao trabalho, e os americanos também querem voltar ao trabalho”.

Em comunicado, a diretora de comunicação da campanha de Biden, Kate Bedingfield, disse que os comentários de Eric foram “inacreditavelmente imprudentes”.

“Estamos no meio da maior emergência de saúde pública do século, com quase 90 mil americanos mortos, 1,5 milhão de infectados e 36 milhões de trabalhadores recém-desempregados. Portanto, Eric Trump afirmar que o coronavírus é uma farsa política que desaparecerá ‘magicamente’ é absolutamente impressionante e inacreditavelmente imprudente”.

 

Ver essa foto no Instagram

 

🤣🤣🤣 that said, there’s definitely way too many Creepy Joe videos out there!

Uma publicação compartilhada por Donald Trump Jr. (@donaldjtrumpjr) em

Enquanto Eric criticou os democratas como um todo, Trump Jr. mirou seu ataque diretamente na reputação de Joe Biden. A montagem no Instagram, insinuando que o candidado democrata é pedófilo, foi feita após a publicação de uma sequência de trechos de vídeos nos quais Biden aparece em contato com crianças durante um evento quando ainda era vice-presidente no governo de Barack Obama.

“Há muitos clipes diferentes de Joe Biden, bizarra e inapropriadamente, cheirando cabelos e tocando meninas. Alguém realmente acha que esse é um comportamento normal de Joe?”, escreveu Trump Jr., em uma das publicações no Twitter.

Criticado, ele fez uma nova publicação com fotos de Biden tocando crianças em eventos, e disse que os emojis de risadas que usou no Instagram são suficientes para “indicar a qualquer pessoa com bom senso” que ele estava brincando ao acusar Biden de pedofilia.

“Se a mídia não quer que as pessoas zombem e façam piadas sobre o quão assustador Joe é, então talvez ele deva parar o toque indesejado e manter as mãos para si.”

Em um comunicado, o porta-voz de Biden, Andrew Bates, disse: “Nenhuma tática repulsiva e manipuladora mudará de assunto de como quase 90 mil americanos pagaram com suas vidas pela negligência de Donald Trump em relação ao coronavírus, e de como como a economia em expansão que ele herdou do governo Obama-Biden agora está sofrendo com a perda de empregos no nível da Depressão [de 1929].”

No começo do mês, Biden negou pela primeira vez, após semanas de silêncio, as acusações de assédio sexual feitas por sua ex-assessora no Senado Tara Reade.

Segundo ela, em 1993, Biden a encostou contra uma parede em um prédio do Senado, enfiou a mão sob suas roupas e a penetrou com os dedos.

“Reconheço minha responsabilidade de ser uma voz, um defensor e um líder da mudança na cultura que começou, mas que está longe de terminar. Então, quero abordar as acusações de uma ex-funcionária de que tive uma má conduta há 27 anos. Elas não são verdadeiras. Isso nunca aconteceu”, escreveu Biden em um artigo publicado em 1º de maio na plataforma Medium.

O presidente Trump também já foi acusado de agressão sexual e erro de conduta sexual por mais de uma dúzia de mulheres, que descreveram um padrão de comportamento que ultrapassa em muito as acusações feitas a Biden. ​

Folha de São Paulo

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Cidadão pagador de impostos disse:

    Se Trump não se reeleger. Bolsonaro ficará completamente isolado do resto do mundo!
    Mais fumo no Brasil consequentemente.

  2. Pedro disse:

    Edilson, infelizmente, sob a minha ótica, continua sendo falta de PAI. Não me refiro a quem levou mais ou é mais perseguido, certamente os filhos de nove dedos levaram muito mais, inclusive pelo fato de precisarem mais. E essa busca dos órgãos de controle, tipo COAF, sabemos bem a razão, ou seja, o anterior era mais mala.

  3. Medeiros disse:

    Essa procedência é muito parecida com as daqui. Os filhos do Trump devem estar querendo desviar o foco de algo maior.

  4. Pedro disse:

    Parece que esse problema de família não é só aqui, antes eram os filhotes de Lula, agora os filhotes do Messias, nos EUA os filhos de Trump, devia ter algo que impedisse esse tipo de intromissão, acho que isso é falta de pai.

    • Edilson disse:

      Só que o coaf e imprensa não fez com os de lula como esta fazendo com bolsonaro.

PARA COMPLETAR: Rússia ameaça EUA com ataque nuclear por causa de nova arma de Trump

Foto: Ronald Gutridge – 5.abr.2018/Marinha dos EUA/Reuters

A Rússia ameaçou diretamente os Estados Unidos com um ataque nuclear maciço caso algum submarino americano faça um lançamento de míssil, independentemente de ele carregar ou não ogivas atômicas.

O recado inusual foi dado pelo Ministério das Relações Exteriores e, se pode ser lido como uma afirmação de força em meio à pandemia do novo coronavírus, é resposta a uma escalada promovida pelo governo de Donald Trump.

No começo do ano, os EUA anunciaram ter equipado um primeiro submarino lançador de mísseis balísticos Trident com uma nova ogiva de potência reduzida —5 kilotons, ou 1/3 da força da bomba que arrasou Hiroshima em 1945.

Segundo a nova doutrina nuclear americana, implantada por Trump em 2018, o uso dessas armas táticas, que visam anular alvos militares restritos, seria aceitável em algumas circunstâncias. A alegação é que os russos já tinham tal arma, embora não admitissem.

A porta-voz do ministério russo, Maria Zakharova, disse que o movimento “aumenta o risco de um conflito nuclear”. “Eu gostaria de enfatizar que qualquer ataque de um submarino americano de mísseis balísticos, independentemente de suas caracaterísticas, será percebido como um ataque com armas nucleares.”

“De acordo com a nossa doutrina militar, uma ação dessas será considerada motivo para o uso retaliatório de armas nucleares pela Rússia”, completou, em entrevista na quarta (29).

A decisão de Trump de colocar em uso a ogiva W76-2 no submarino USS Tennessee já havia provocado críticas de parlamentares russos, mas agora a discussão subiu um degrau importante.

O presidente Vladimir Putin tem criticado sistematicamente os movimentos de Trump, dizendo que ele aumenta o risco de uma guerra nuclear.

Por outro lado, o russo está na vanguarda do desenvolvimento de novas armas estratégicas, como mísseis hipersônicos e novos ICBMs (mísseis intercontinentais pesados).

Os dois países são as potências indiscutíveis no campo, herança da Guerra Fria: têm 92% das ogivas no mundo, mais do que suficiente para inviabilizar a civilização.

Moscou tem, segundo a Federação dos Cientistas Americanos, 1.600 dessas armas prontas para uso. Washington, 1.750. As lançadas por submarinos americanos usualmente têm 455 kilotons, enquanto mísseis intercontinentais disparados de silos ou lançadores podem chegar a mais de 1 megaton.

Como lembram observadores dessa realidade, como o diplomata brasileiro Sérgio Duarte, se o mundo está sofrendo com a Covid-19 e suas até aqui mais de 200 mil mortes, um embate nuclear seria impossível de lidar com eficácia.

Obviamente ninguém espera que as duas potências entrem em conflito, mas especialistas alertam que as ações americanas de fato tornam o risco de algum acidente acontecer maior.

Isso porque há certo consenso de que Trump considera, de fato, o uso de armas de baixa potência no caso de conflito com outros adversários: a Coreia do Norte e o Irã. Mas a fala de Zakharova sugere que qualquer ataque poderia merecer uma reação, e os dois países rivais dos EUA têm laços com a Rússia.

Em fevereiro, o Pentágono inclusive fez uma rara divulgação de um exercício de guerra nuclear no qual os russos atacavam primeiro, com uma bomba de baixa potência, um alvo da Otan (aliança militar ocidental) na Europa.

A crise da Covid-19 também aumentou a tensão entre americanos e seus rivais. Norte-coreanos testaram mísseis de cruzeiro, e a China tem feito exercícios navais no momento em que os EUA estão com os dois porta-aviões na região do Pacífico desabilitados devido a infecções entre as tripulações.

Na semana passada, num movimento ainda não explicado, os EUA retiraram a sua força de bombardeiros estratégicos de Guam, território que possuem no Pacífico e que é central para quaisquer operações na região.

Lá se alternavam modelos B-52, B-1B e eventualmente os furtivos B-2. Todos voltaram para bases nos EUA, levando à especulação de que Washington já não considera a região segura ante eventuais ataques balísticos de chineses ou até norte-coreanos.

Além de carregar eventualmente armas nucleares, esses aviões seriam a linha de frente a qualquer ataque contra Pyongyang, por exemplo. O Pentágono afirma que a mudança visa dar flexibilidade a seu uso, uma explicação pouco convincente.

A questão que fica é: os EUA irão desguarnecer Guam? Além da base aérea de Anderson, na ilha, há uma grande base naval —onde, aliás, está o porta-aviões USS Theodore Roosevelt, evacuado devido à Covid-19.

Há questões subsidiárias. Se Guam está vulnerável, o que dizer do Japão, ao lado da China e da Coreia do Norte, onde está o maior contigente de forças americanas no exterior, 55,6 mil militares?

A Rússia, por sua vez, segue com a rotina inalterada de exercícios militares, com ações semanais em diversas regiões. Patrulhas aéreas também continuam sendo feitas.

Caças de Finlândia, Suécia, Polônia e Dinamarca tiveram de interceptar dois bombardeiros com capacidade de ataque nuclear Tu-160 que fizeram uma patrulha nesta semana sobre o mar Báltico.

Cada um desses enormes aviões pode levar até 12 mísseis de curto alcance com armas nucleares ou 6 versões de cruzeiro.

Folha de São Paulo

 

Trump cita ‘grande surto’ de coronavírus no Brasil e sugere restrição de voos

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta terça-feira, 28, que existe um “grande surto” de coronavírus no Brasil e sugeriu que pode haver restrições de voos com a América Latina, o que consequentemente incluiria o País. As declarações foram dadas a repórteres durante encontro com o governador da Flórida, Ron DeSantis, na Casa Branca.

DeSantis falou sobre o combate à pandemia de coronavírus no seu Estado e comentou que há uma expectativa de aumento no número de casos em algumas nações no exterior, citando como exemplo o Brasil. O próprio Trump então questionou DeSantis sobre se ele pensa em “cortar voos” do País. “Não necessariamente”, respondeu o governador, sugerindo que pode ser pensada uma tecnologia, com testes para monitorar potenciais casos de passageiros contaminados para evitar essa circulação do vírus.

Trump disse que seu governo tem monitorado o quadro dos contágios em outros países. Ele citou a situação na América do Sul e sugeriu que pode haver restrições para voos dessa região. O presidente americano lembrou que recebeu críticas por ter restringido voos com a China, mas argumentou que a decisão se mostrou posteriormente correta, para conter a disseminação do coronavírus.

Estadão

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Daniel disse:

    Gados o Brasil também está fechado para estrangeiros…

  2. Marcelo disse:

    Até Trump sabe das sub notificações de casos e óbitos do covid-19 no Brasil, já tomou até medidas restritivas, só alguns ainda não abriram os olhos……

  3. Lucas disse:

    Eu sabia que esse tal de Trump era comunista! Gado, ATACAR!

  4. Cidadão Indignado disse:

    O "agropecuarista" e seu "gado" ainda defendem uma praga dessas! Ele quer que o Brasil e seu povo se exploda!

    • NILDO disse:

      Acho que vc não sabe ler e tão pouco entender, eles estão mais q certo fechar o país deles fazia do mesmo jeito ou pior. ou vc acha q esse virus e brincadeira de crianças? vamos chegar a 20 mil mortes já já.

Trump culpa China por coronavírus e diz que EUA estão investigando

Foto: © Isac Nóbrega/PR

O presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, disse nessa segunda-feira (26) que a China poderia ter contido o coronavírus antes que ele se espalhasse pelo mundo e que seu governo está conduzindo “investigações sérias” sobre o que aconteceu.

“Estamos fazendo investigações muito sérias. Não estamos felizes com a China”, disse Trump em entrevista na Casa Branca. “Há muitas coisas pelas quais ela pode ser responsabilizada.”

“Acreditamos que poderíamos ter impedido isso na fonte. Poderíamos ter impedido que se espalhasse tão rápido e não se propagaria por todo o mundo.”

As críticas de Trump são as mais recentes de seu governo destinadas à maneira pela qual a China se portou no surto de coronavírus, que começou no fim do ano passado na cidade chinesa de Wuhan e cresceu, tornando-se uma pandemia global que até agora matou mais de 207 mil pessoas no mundo, 55 mil nos Estados Unidos, de acordo com uma contagem da Reuters.

Na semana passada, o secretário de Estado, Mike Pompeo, disse que os Estados Unidos “acreditavam fortemente” que Pequim falhou em informar o surto do coronavírus em tempo razoável e acobertou o perigo da doença respiratória causada pelo vírus.

O Ministério das Relações Exteriores da China nega as acusações.

Agência Brasil, com Reuters

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Cidadão pagador de impostos disse:

    Só leriado P desviar a atenção p o fracasso do combate à pandemia nos EUA

  2. Observando disse:

    E depois vao fazer o que?

  3. Riva disse:

    Vocês acreditam que mais de trinta pessoas beberam água sanitária e outros produtos de limpeza após Trump fazer a maluca sugestão como forma de combater a pandemia? Por aí vocês tiram.

    • Nando do oeste disse:

      Pior aqui, um mega espertalhão ladrão, roubou e deixou roubar mais de um trilhão de reais, foi condenado. E ainda tem um bando de imbecis ignorantes acreditando que ele é inocente. Esse mundo tem que passar pelo que está passando.

    • João Neto disse:

      Aqui se o Bozo mandar, muitos beberão, não tenho dúvida.

    • Ricardo disse:

      Nando, manda as provas pro MP.

  4. Edilson disse:

    Com a palavra o embaixador chinês, quero ver ele ir pedir que Trump que se retrate com fez com o governo brasileiro.

Biden lidera intenções de voto para presidente nos EUA com 44%, ante 38% de Trump

Foto: Chip Somodevilla/Getty Images

 

O ex-vice-presidente Joe Biden lidera as intenções de voto para a Presidência dos Estados Unidos, segundo pesquisa eleitoral divulgada nesta segunda-feira, 27, pelo USA Today e realizada em parceria com a Universidade de Suffolk.

Em âmbito nacional, Biden aparece com 44% das intenções de voto, contra 38% do atual presidente Donald Trump.

O USA Today destaca que, na pesquisa realizada em dezembro de 2019, quando Trump enfrentava o processo de impeachment, o atual presidente liderava as intenções de voto com 44%, ante 41% de Biden.

Exame, com Estadão

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. João Neto disse:

    Agora o louco vai " enloucar" mais ainda.