Trump reafirma apoio dos EUA à entrada do Brasil na OCDE e chama artigo divulgado pela imprensa de Fake News; secretário de Estado americano, Mike Pompeo, também critica mídia

Reprodução: Twitter

O presidente americano, Donald Trump, declarou nesta quinta-feira 10, no Twitter, que segue apoiando a entrada do Brasil na Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), após a divulgação de uma reportagem revelando que os Estados Unidos enviaram uma carta à organização em agosto endossando apenas as candidaturas de Argentina e Romênia.

“A declaração conjunta divulgada com o presidente Bolsonaro em março deixa absolutamente claro que apoio o Brasil no início do processo de adesão plena à OCDE. Os Estados Unidos defendem essa declaração e defendem @jairbolsonaro. Este artigo é NOTÍCIA FALSA!”, escreveu Trump em relação à matéria publicada pela agência Bloomberg.

Um pouco antes, o secretário de Estado americano, Mike Pompeo, negou que Washington tenha retirado seu apoio ao Brasil.

Pompeo usou também o Twitter para explicar que “ao contrário de relatos da mídia”, os Estados Unidos apoiam plenamente o Brasil no processo para ser um membro pleno da organização, relembrando a declaração conjunta feita por Trump e Jair Bolsonaro no dia 19 de março, em Washington.

“Reconhecemos os esforços em curso no Brasil para mais reformas econômicas, melhores práticas e ummarco regulatório que esteja alinhado aos padrões da OCDE”.

“Somos entusiastas apoiadores do ingresso do Brasil nessa importante instituição, e os Estados Unidos vão fazer um forte esforço para apoiar o acesso do Brasil”, escreveu o chefe da diplomacia americana.

Atualmente, na América Latina, apenas Chile e México integram este grupo de países industrializados e em desenvolvimento com práticas pró-mercado.

A embaixada dos Estados Unidos no Brasil emitiu um comunicado informando que Washington apoia uma expansão da OCDE, em um ritmo “moderado” que leve em conta a necessidade de pressionar por reformas de governança.

(Veja, com AFP)

 

Embaixada dos EUA reafirma declaração de apoio de Trump ao Brasil

Reprodução

A embaixada dos EUA no Brasil usou o Twitter para reafirmar o apoio de Donald Trump ao processo de adesão do país à OCDE.

“A declaração conjunta de 19 de março do presidente Trump e do presidente Bolsonaro afirmou claramente o apoio ao Brasil para iniciar o processo para se tornar um membro pleno da OCDE. Continuamos mantendo essa declaração.”

O Antagonista

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Gustavo disse:

    DO TIPO: ME ENGANA QUE GOSTO!
    KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK

Processo de impeachment contra Trump não deve conseguir depor o presidente e ainda pode enfraquecer democratas na corrida pela Casa Branca

Na Crusoé, uma reportagem de Duda Teixeira mostra por que a abertura do processo de impeachment contra Donald Trump nos Estados Unidos não deve conseguir depor o presidente e, além disso, ainda pode enfraquecer os democratas na corrida pela Casa Branca em 2020.

Menos de 40% dos americanos são favoráveis a um processo de impeachment. “Sem o apoio da opinião pública, a chance de os americanos entenderem que se trata de uma jogada político-partidária dos democratas é grande”, diz o especialista em relações internacionais Carlos Gustavo Poggio.

Ao final, Trump poderia emergir do processo ainda mais fortalecido. “Se Richard Nixon tivesse apoio popular, o Congresso o teria poupado e ele provavelmente não renunciaria em 1974”, diz Poggio.

Leia a íntegra da reportagem:

Uma manobra arriscada

Trump ataca Irã, China, Venezuela, ONGs, imigração e socialismo em discurso na ONU

Foto: Don Emmert/AFP

O presidente Donald Trump fez uma defesa do patriotismo e do direito de cada país lutar pelos próprios interesses ao fazer seu discurso na abertura da Assembleia Geral da ONU, em Nova York, nesta terça-feira (24). Ele também fez críticas ao Irã, à Chna e a ONGs que defendem migrantes

“O futuro não será dos globalistas. Será dos patriotas”, disse. “Se você quer liberdade, tenha orgulho de seu país. Se quer democracia, defenda sua soberania. Se quer paz, ame sua nação.”

Trump também criticou a imigração e disse que a vinda de estrangeiros ilegais “mina a prosperidade do país” e acusou as ONGs que ajudam migrantes ilegais: “Suas políticas são cruéis e más, e ajudam a minar os direitos humanos”.

Ele prometeu combater as redes de tráfico internacional, e se dirigiu às pessoas que querem imigrar de forma ilegal. “Não pague coiotes. Não se coloque em perigo. Se você chegar até aqui, será rapidamente enviado de volta para casa. Enquanto eu for presidente, vamos reforças nossas fronteiras.”

O presidente acusou outros países, especialmente a China, de se beneficiarem das regras do comércio global de modo a prejudicar a economia dos EUA e, especialmente, sua classe média. “A Organização Mundial do Comércio precisa de mudanças drásticas”, disse.

“Durante anos, estes abusos [no comércio internacional] foram tolerados, ignorados, ou mesmo estimulados”, denunciou Trump, questionando novamente a globalização.

Segundo ele, o “globalismo” levou os líderes mundiais a ignorarem seus próprios interesses nacionais. “Mas, no que diz respeito aos Estados Unidos, esses dias acabaram”, frisou.

Trump destacou os baixos números de desemprego e a queda da pobreza nos EUA durante seu governo, e que negros e hispânicos também se beneficiaram.

Ainda ao falar da China, citou a situação em Hong Kong, onde manifestantes protestam contra medidas do governo central, em Pequim. “A forma como a China lidará com essa situação dirá muito sobre seu papel no mundo no futuro.”

Houve ainda ataques ao Irã, chamado de país sanguinário e principal financiador do terrorismo. “Todas as nações têm o dever de agir. Nenhum governo responsável deveria subsidiar o desejo de sangue do Irã.”

A Venezuela também foi citada. O ditador Nicolás Maduro foi chamado de “marionete cubana, protegido por seguranças cubanos”.

O presidente atacou o socialismo e disse que esse modelo jamais terá espaço nos EUA. “A Venezuela nos lembra de que o socialismo e o comunismo não se tratam de justiça, não versam sobre igualdade, nem sobre a ajuda aos pobres (…) O socialismo e o comunismo tratam de uma única coisa: do poder da classe dirigente”, completou.

Apesar dos ataques a vários países, Trump disse que seu país, apesar de ter a maior força militar do mundo, prefere que seja melhor não utilizá-la, e que “busca parceiros, não adversários”.

Ao final do discurso, o presidente defendeu os direitos LGBT e disse que os EUA trabalham para que outros países descriminalizem a homossexualidade. Ele também defendeu a igualdade de pagamento entre homens e mulheres e a liberdade religiosa.

Trump não citou o Brasil em seu discurso. Ele falou logo após a participação do presidente Jair Bolsonaro. O líder brasileiro também fez críticas à ONGs e ao socialismo em sua participação.

Folha de São Paulo

 

Trump não descarta retaliação ao ataque contra petroleira saudita

Foto: Saul Loeb / AFP

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, não descartou no domingo (15) retaliar o ataque com drones contra duas instalações da principal companhia petroleira saudita, a Aramco. Para a Rússia, discutir retaliação é “inaceitável e contraproducente”.

Os bombardeios provocaram a redução à metade da produção do maior exportador mundial e fez com que o preço do petróleo disparasse nesta segunda-feira (16).

Os rebeldes iemenitas houthis, que são apoiados pelo Irã no conflito que acontece no Iêmen, disseram ter enviado no sábado (14) dez drones para atacar as instalações, o que provocou incêndios de grandes proporções.

“O fornecimento de petróleo da Arábia Saudita foi atacado. Há motivos para acreditar que conhecemos o culpado”, disse Trump no Twitter. Ele acrescentou que os Estados Unidos estão prontos para atacar, “dependendo da verificação”, pois esperam conhecer a versão saudita para determinar como proceder.

Ataque com drones contra instalações da petroleira saudita Aramco — Foto: Juliane Monteiro/ G1

Embora o chefe de estado americano não tenha acusado diretamente o Irã, o secretário de Estado americano, Mike Pompeo, já o tinha feito anteriormente. Segundo Pompeo, não havia “evidências de que os ataques tenham partido do Iêmen.

O Irã negou acusações e acusou os Estados Unidos de buscarem um pretexto para retaliar o país.

“Tais acusações e comentários infrutíferos e cegos são incompreensíveis e sem sentido. Tais comentários parecem mais conspirações de organizações secretas e de inteligência para prejudicar a reputação de um país e criar um quadro para ações futuras”, afirmou o porta-voz do Ministério do Exterior iraniano, Abbas Mousavi, em comunicado.

Repercussão internacional

O Ministério das Relações Exteriores da Rússia disse que é inaceitável discutir uma possível retaliação aos ataques e que usar o incidente para aumentar as tensões no Irã é contraproducente.

“Acreditamos que é contraproducente usar o que aconteceu para aumentar as tensões em torno do Irã, de acordo com a conhecida política dos Estados Unidos. Propostas de ações retaliatórias difíceis, que parecem ter sido discutidas em Washington, são ainda mais inaceitáveis”, afirmou o ministério em comunicado.

O porta-voz do premiê Boris Johnson afirmou que os ataques foram uma violação do direito internacional. O ministro de Relações Exteriores do Reino Unido, Dominic Raab, condenou o ataque, mas ressaltou que ainda não está claro de onde partiram os ataques.

Ataques

No sábado (14), ataques de drones provocaram incêndios na unidade saudita de Abqaiq, a maior do mundo dedicada ao processamento de petróleo, e na instalação de Khurais, provocando a redução da produção da petroleira em cerca de 5,7 milhões de barris, o que representa mais de 5 % do suprimento global de petróleo. Não houve relatos de feridos, mas a fumaça foi vista do espaço.

Piora nas relações Irã/EUA

A relação entre os Estados Unidos e o Irã se deteriorou em maio, após o presidente Donald Trump ter retirado os EUA do acordo nuclear assinado em 2015 pelos dois países, com participação ainda da Rússia, da China, do Reino Unido, da França e da Alemanha. Desde então, os americanos adotaram sanções que estão prejudicando a economia iraniana.

G1

 

Trump comemora elevação da cota de importação de etanol pelo Brasil

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, comemorou a elevação da cota brasileira para importação anual de etanol em medida que foi publicada no “Diário Oficial da União” durante o último fim de semana.

“O Brasil permitirá que mais etanol americano entre no país sem tarifas, uma decisão que as usinas brasileiras estão comemorando”, escreveu o presidente americano no Twitter. “A reação aparentemente contra intuitiva deriva do tom das negociações em andamento entre a nação sul-americana e os EUA para um acordo comercial”, completou.

A cota passou de 600 milhões para 750 milhões de litros ao ano, sem a tarifa de 20% para produtos fora do Mercosul.

Para Trump, essa medida está trazendo “grandes progressos para agricultores”. “Será ainda melhor para o etanol e nós vamos salvar as nossas pequenas refinarias.”

Valor

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. WASHINGTON disse:

    TEM QUE ZERAR E DAR CONDIÇÕES PRA OS PRODUTORES DA QUI DO BRASIL POSSAM COMPETIR , SE NÃO VAI ACABAR COM A PRODUÇÃO BRASILEIRA. BG PODE DIZER COMO É AS CONDIÇÕES DOS PRODUTORES DA QUEI?

  2. Raimundo disse:

    Livre mercado, a indústria nacional pressionará para cair tarifas internas para competir com o álcool que vai entrar e esta competição será boa para o consumidor, protecionismo é bom no curto prazo mais deixa a indústria obsoleta devido à falta de competitividade. Países fechados não desenvolvem sua indústria

  3. Anti-Político de Estimação disse:

    "Em decisão que prejudica gravemente o Nordeste, ameaçando quase 500 mil empregos, o governo elevou em 25% a cota de importação de etanol americano com imposto 0%, passando de 600 para 750 milhões de litros anuais. O Brasil abrirá mão de R$270 milhões em impostos de importação. O anúncio coincide com a visita de Eduardo Bolsonaro a Washington. É outra vitória da máfia dos distribuidores, atravessadores no mercado, na tentativa de enfraquecer os produtores do Nordeste".
    Deu na coluna do Claudio Humberto, um notório anti-petista. Será que é para isso que querem empurrar o menino de Bolsonaro para a Embaixada em Washington ??????????

  4. Dilermando disse:

    Lá eles querem salvar as refinarias. Já aqui a ordem é para acabar com tudo….

Eduardo Bolsonaro e ministro Ernesto Araújo terão encontro com Trump nos EUA nesta sexta

Foto: Reprodução/TV Globo

O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta quinta-feira (29) que um dos seus filhos, o deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), e o ministro Ernesto Araújo (Relações Exteriores) viajarão para os Estados Unidos, onde terão um encontro com o presidente Donald Trump.

Ele fez a afirmação em discurso no Palácio do Planalto, durante cerimônia de lançamento de um programa para enfrentamento de crimes violentos.

De acordo com o deputado Eduardo Bolsonaro, ele e o ministro viajam nesta quinta-feira para se encontrar com Trump na sexta-feira (30).

O parlamentar disse que deverá tratar na reunião da recente reunião de cúpula do G7, da preservação da Amazônia e de relações comerciais.

Bolsonaro já anunciou que pretende indicar o filho para comandar a embaixada do Brasil em Washington, mas ainda não oficializou a indicação ao Senado, responsável por aprovar nomes de embaixadores.

Trump já elogiou Eduardo Bolsonaro, e o governo norte-americano deu o aval formal para a indicação dele como embaixador, o chamado “agrément”.

Na cerimônia desta quinta, além de informar sobre a viagem, Bolsonaro agradeceu Trump pela “defesa do Brasil” durante a cúpula do G7 (grupo dos sete países mais ricos), marcada por críticas do presidente da França, Emmanuel Macron, ao aumento das queimadas na floresta amazônica. Bolsonaro e Macron trocaram farpas nos últimos dias em razão do assunto.

“Eduardo Bolsonaro daqui a pouco viaja para os Estados Unidos. Vai se encontrar com o Donald Trump. Eu quero agradecer publicamente aqui o senhor Donald Trump, a sua defesa do Brasil por ocasião do encontro do G7”, disse Bolsonaro.

“Espero que o Ernesto seja bem sucedido na viagem, bem como o Eduardo, nesse encontro nos Estados Unidos. Nosso governo, como mudou a direção, nós vamos cada vez mais nos aproximar de países que servem de exemplo para nós, que têm os índices melhores, levando-se em conta grande parte do mundo. São esses exemplos que devemos procurar”, acrescentou.

O presidente também agradeceu o trabalho de Trump para que o Brasil seja aliado extra-Otan [Organização do Tratado do Atlântico Norte], com benefícios na área de defesa, e para que o país ingresse na a Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE).

G1

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Claudio disse:

    Os dois vão sair assados, kkkk

  2. Alexandre disse:

    HOMI TIRA ESSE DOIDO DAI PELO AMOR DE DEUS….

    • #Lula Na Cadeia sempre disse:

      E coloca um ladrao condenado Lula

    • Bozo Encantador de Asno disse:

      Quem falou de Lula? Ele tá preso. Tem que colocar um profissional de carreira, preparado.

    • Ricardo disse:

      Verdade, bota os que eram de lula, que fizeram negociata com cuba, Venezuela, bolivia, nicaragua, ditaduras africanas, e provocaram um rombo no BNDES de 500 bilhões de reais. Esse aí, é amador.

Trump reafirma que Bolsonaro tem ‘completo apoio’ dos EUA, e diz que presidente, ‘em todos os aspectos, está fazendo um ótimo serviço pelas pessoas do Brasil’

FOTO: REUTERS/Philippe Wojazer/26.08.2019

Em publicação feita no Twitter nesta terça-feira (27), o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou seu apoio a Jair Bolsonaro diante da crise internacional gerada pelos incêndios na Amazônia.

“Eu conheci bem o Jair Bolsonaro em nossos encontros sobre o Brasil. Ele está trabalhando duro para combater as queimadas na Amazônia e, em todos os aspectos, fazendo um ótimo serviço pelas pessoas do Brasil – Não é fácil. Ele e seu país têm total e completo apoio dos Estados Unidos”, escreveu Trump.

Tensão internacional

A declaração de Trump se dá em meio a uma escalada de tensão entre Jair Bolsonaro e o presidente da França, Emmanuel Macron — que tem sido o principal porta-voz das críticas da União Europeia à política de proteção ambiental do Brasil, na esteira das queimadas recorde que consomem boa parte da Amazônia brasileira.

O assunto foi tema de uma sessão especial na reunião do G7 nesta segunda-feira (27). As sete maiores potências do mundo anunciaram ajuda financeira às nações amazônicas.

R7

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Ivan disse:

    E agora Macron????

  2. José Lúcio disse:

    Eu fico imaginando se a Amazônia fosse na China ou em Israel, o que será que Makron iria falar?

  3. Bento disse:

    Trump esta corretíssimo Jair Messias apesar do pouco tempo no poder esta surpreendendo e
    hoje já é considerado o melhor e mais capacitado que o Brasil já teve, e mais importante ainda
    muito bem intencionado.
    Se os contrários deixarem o País será muito respeitado.

  4. telma disse:

    VERDADE!
    Bolso até facilitou a deportação dos minions de lá para cá…kkkkk

Trump diz que EUA devem condenar “racismo, fanatismo e supremacia branca”

Foto: REUTERS/Leah Millis/05.08.2019

 

 

No pronunciamento mais eloquente desde os massacres no Texas e em Ohio, no fim de semana, Donald Trump disse hoje que os Estados Unidos não devem tolerar o ódio e o extremismo.

“Nossa nação deve condenar o racismo, o fanatismo e a supremacia branca”, afirmou o presidente americano. “Essas ideologias sinistras devem ser derrotadas.”

No pronunciamento mais eloquente desde os massacres no Texas e em Ohio, no fim de semana, Donald Trump disse hoje que os Estados Unidos não devem tolerar o ódio e o extremismo.

“Nossa nação deve condenar o racismo, o fanatismo e a supremacia branca”, afirmou o presidente americano. “Essas ideologias sinistras devem ser derrotadas.”

O Antagonista e R7

 

Trump elogia indicação de Eduardo Bolsonaro para embaixada

Foto: Reprodução/Eduardo Bolsonaro/Instagram

A repórter Raquel Krähenbühl, da GloboNews, perguntou a Donald Trump o que ele achava de Jair Bolsonaro ter indicado o filho Eduardo para ser embaixador do Brasil em Washington.

O presidente dos EUA deu a entender que não sabia da indicação, mas a elogiou: “grande escolha”. Afirmou que conhecia Eduardo e que, provavelmente, havia sido por isso que Bolsonaro o indicou.

Questionado sobre nepotismo, Trump disse achar que não era o caso e acrescentou que o deputado federal ajudara muito seu pai na campanha.

O Antagonista e Globo News

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Julia disse:

    Claro o cara sabe fritar hambúrguer afinal.

Trump diz que quer acordo comercial com o Brasil; presidente dos EUA cita bom relacionamento com o país e elogia Bolsonaro

Presidente dos EUA, Donald Trump, fala a jornalistas na Casa Branca no dia 15 de julho — Foto: Kevin Lamarque/Reuters

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse nesta terça-feira (30) que quer seguir em frente com um acordo comercial com o Brasil, abrindo portas para questões comerciais entre os dois países.

Trump, falando a repórteres na Casa Branca, citou o que diz ser um bom relacionamento com Brasil e elogiou o presidente Jair Bolsonaro.

Questionado pela correspondente da GloboNews em Washington, Raquel Kranenburg, se ele queria um acordo de livre comércio com o Brasil, ele afirmou que tem um ótinmo relacionamento com Bolsonaro.

“Eu tenho um ótimo relacionamento com o Brasil. Eu tenho um relacionamento fantástico com o seu presidente. Ele é um grande cavalheiro. Eles dizem que ele é o Trump do Brasil. Eu gosto disso, é um elogio. Eu acho que ele está fazendo um ótimo trabalho. É um trabalho duro, mas acho que seu presidente está fazendo um trabalho fantástico. Ele é um homem maravilhoso com uma família maravilhosa.

Trump disse ainda que que é Brasil é um grande parceiro comercial. “Vamos trabalhar em um acordo de livre comércio com o Brasil. O Brasil é um grande parceiro comercial, eles nos cobram muitas tarifas, mas nós amamos essa relação”.

Brasil presidirá Mercosul

O Brasil assumiu o comando rotativo do Mercosul pelos próximos seis meses. Bolsonaro prometeu avançar em negociações por outros acordos comerciais e deu como exemplo vínculos com Canadá, Singapura, Coreia do Sul e Associação Europeia de Livre Comércio.

Além disso, destacou que o Mercosul deve dedicar especial atenção às negociações externas, na revisão da tarefa externa comum e na reforma institucional do bloco sul-americano.

Em junho, a União Europeia e o Mercosul anunciaram o fechamento do acordo comercial que começou a ser negociado em 1999.

Em discussão há duas décadas, o acordo está em fase de revisão técnica e jurídica e, para entrar em vigor, precisará ser aprovado pelos parlamentos dos países envolvidos.

G1, com Reuters

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Lucianobrito disse:

    A madeira que o PT deixo entra no Brasil foi estilo espiã de peixes,tá deficil de sai.

  2. Claudio disse:

    acordo bom para o Brasil foram os que PT fizeram emprestando dinheiro para obras em países comunistas, esses sim foram bons para o Brasil e o povo brasileiro

  3. Soares disse:

    Se esse elogio viesse de maduro, dos castros de cuba, da Bolívia, Nicarágua ou até dos ditadores africanos, até do ditador da coreia do norte e do Irã, eu achava que o Brasil ia pra frente. Se os EUA tão dando apoio ao Brasil, é porquê querem nos escravizar com muito trabalho, não vai ter tempo nem de fazer greve. Absurdo.

  4. Bento disse:

    Os Mitos se entendem.

  5. Cidadão disse:

    Os admiradores do MOLUSCO CONDENADO ficam loucas!

  6. Papo_Reto disse:

    Lascou agora Bolsonaro tem um orgasmo.

  7. Chico disse:

    É isso aí MITO, tem que pensar grande.
    O mundo é globalizado, chega de países tipo Venezuela e Cuba.
    PT ladrão nunca mais.

  8. Potiguar disse:

    Tipo do acordo: o Brasil fica de quatro, e o EUA entra com a madeira.

    • Manoel disse:

      Né isso! Antes era tão melhor né? O PT dava a juros baixíssimos o nosso dinheiro pra financiar obras inacabadas a países com grande risco de inadimplência, tais como CUBA, VENEZUELA, ANGOLA… Bons tempos em que éramos potência exportadora de esquemas corruptos!!!

Trump deu seu número de telefone pessoal a Bolsonaro e disse para ele “ligar quando quiser”

Donald Trump deu seu número de telefone pessoal a Jair Bolsonaro e disse para ele “ligar quando quiser”.

O fato, segundo O Globo, foi relatado pelo próprio Jair Bolsonaro, em seu jantar de despedida, em Washington.

O Antagonista e O Globo

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Rafael disse:

    Entregar o que? Síndrome de vira-latas. Ou tivemos algum avanço sendo parceiros da Venezuela, Bolívia, ditadores etc? Isso aqui não é time de futebol para voces torcerem contra. Essa história de quanto pior melhor é uma idiotice sem precedentes.

  2. Elvys disse:

    Ele deu o numero pessoal para que caso o presidente queira entregar mais alguma coisa ao EUA ficar mais facil…

    • Genival disse:

      É capaz de ele dar aos EEUU um porto igual ao de cuba ou um aeroporto igual àquele da África, como os governos petralhas deram

  3. André Fortes disse:

    Os caras dizem "Brasil a cima de tudo", que devemos cantar o hino todo dia e na primeira oportunidade vende o pré sal, entrega a base de alcântara, libera vistos para estrangeiros, TUDO isso sem um recíproca equivalente. Você vai falar e os gados respondem: E Lula? e a Venezuela? hahahahah fala sério.

  4. José Dantas disse:

    Seria melhor o número de Maduro? não entendo o povinho brasileiro, a crítica sem o mínimo argumento, só por que não é da corrente ideológica partidária… O Brasil está negociando com a maior potência do planeta, esperamos que tenha êxito e torcemos pelo país, não por políticos.

    • Marcos disse:

      A contrapartida desse telefone é a soja que atualmente o Brasil exporta para a China, agora serão os EUA que exportarão para lá. Consequentemente, menos soja vendida ao exterior e enfraquecimento de nossa soja no exterior.

    • Waldemir disse:

      Marcos
      Como você fala bobagem kkkk
      Pede para o pt então pagar o feijão que Dilma mandou para Cuba e de graça

    • Marcos disse:

      Engraçado que falo bobagem mas com fatos concretos, não sou de PT ou PSL, apenas sou crítico aos que se enganam escolhendo um lado, pois, cada um trabalha para a sua turma, e não a população brasileira.

  5. Tô nem aí disse:

    Grande coisa, tem ex presidentes que tinham o telefone pessoal dos presidentes de Cuba, Venezuela, Coréia do Norte, Irã, Nicarágua, Angola, Uganda e muitos outros países democráticos, desenvolvidos, prósperos e economicamente evoluídos. Faz inveja não…..

  6. O justo disse:

    Kkkkkkkkkkkkk, contrapartida do governo americano. Saldo do encontro

    • Tô nem aí disse:

      Contrapartida boa é ver os bilhões enviados pelo BNDES a Venezuela, Cuba, Nicarágua e outros países de 2006 a 2016 virar calote, dívida impagável, prejuízo, enquanto no Brasil faltam portos, leitos, escolas, estradas, ferrovias para onde deveria ter sido destinado esses bilhões perdidos

Trump diz que comércio com Brasil ‘vai aumentar substancialmente’

Questionado sobre o que os Estados Unidos dariam em troca da isenção de vistos para turistas americanos e aluguel da base de Alcântara para lançamento de foguetes, Donald Trump respondeu maior cooperação militar, facilidade para vistos e aumento no comércio.

“Estamos trabalhando em várias questões militares, na questão dos vistos para ter mais facilidade. E estamos trabalhando no comércio, que nunca foi tão bom. Poderia ser muito melhor. Acredito que o comércio vai aumentar substancialmente nas duas direções.”

O Antagonista

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Tico de Adauto disse:

    Eles vendendo a gente.

  2. Ivan disse:

    Esse é o objetivo…Parabéns grande Paulo Guedes!!!!!!!

  3. Ceará-Mundão disse:

    Para calar a boca dos esquerdopatas que não se cansam de torcer contra o Brasil, sempre pelo pior, pensando apenas em auferir benefícios eleitorais no futuro. Estamos no caminho certo e os benefícios chegarão. E estamos apenas na metade do 3º mês de governo.

    • Brasil Colônia disse:

      Caminhos pra aonde, meu amigo? Vá estudar, seus comentários são medíocres. Você é daquele tipo de gente que acha que entende de alguma coisa, mas não tem um mínimo de profundidade, seus argumentos são baseados numa pragmatismo rasteiro, onde mistura senso comum, com um discurso puramente repetitivo; seja econômico, politico ou social e que atende aos interesses e valores que sustentam e mantiveram o quadro miséria social deste país. lamentável, pare de escrever. É um favor que você faz até a si mesmo..

    • Ceará-Mundão disse:

      Deixe de ler o que escrevo, "cumpanhero". Minhas postagens não se dirigem a gente como vc. Procuro tentar mostrar o óbvio àqueles que ainda não sofreram lavagem cerebral, àqueles que ainda podem se comportar como brasileiros e torcer e agir para que as coisas deem certo (para todos). Gente do seu naipe vai continuar agindo como sempre: visando apenas suas "boquinhas" às custas da miséria e da ignorância do nosso povo.

Trump pede às Forças Armadas da Venezuela que deixem de apoiar Maduro

Foto: Reuters/Carlos Barria/Direitos Reservados

O presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, pediu às Forças Armadas da Venezuela que deixem de apoiar o presidente Nicolás Maduro ou correrão o risco de perder tudo.

Nessa segunda-feira (18), Trump falou na Flórida, diante de um público que incluía imigrantes venezuelanos.

Ele afirmou que os Estados Unidos buscam uma transição de poder pacífica na Venezuela, mas que todas as opções estão disponíveis.

Donald Trump alertou que, caso os militares venezuelanos continuem a apoiar Maduro, eles não encontrarão um refúgio seguro ou uma saída fácil, ficarão sem saída e perderão tudo.

Os Estados Unidos e outras nações ocidentais apoiam o líder oposicionista da Venezuela, Juan Guaidó, que se declarou presidente interino. Nicolás Maduro, por sua vez, é apoiado pela China e a Rússia.

O presidente americano chamou Maduro de um fantoche de Cuba. Ele criticou os governos socialistas da Venezuela, de Cuba e da Nicarágua, afirmando que os dias do socialismo estão contados nesses países.

Aparentemente, o discurso duro de Trump tem por objetivo conquistar o apoio de imigrantes hispânicos que fugiram de governos esquerdistas nas Américas Central e do Sul. A Flórida é um dos principais campos de batalha eleitoral no pleito presidencial de 2020.

Agência Brasil

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Justiceiro disse:

    kkkkkk bota moral nesses comunistas Trump se não a America vai pro fundo do poço

Trump anuncia emergência nacional para construir muro na fronteira com o México

Foto: Reuters/Carlos Barria/Direitos Reservados

Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, fala nesta sexta-feira (15) sobre construção de muro na fronteira com o México — Foto: Carlos Barria/ Reuters

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou nesta sexta-feira (15) emergência nacional para financiar o muro na fronteira com o México. Na prática, a declaração dá a Trump a permissão para usar fundos federais sem aprovação do Congresso.

Trump fez o anúncio a jornalistas no jardim da Casa Branca. Sua porta-voz, Sarah Sanders, tuitou a foto do momento em que o presidente assinou a declaração, no Salão Oval.

Entre dezembro e janeiro algumas agências federais dos EUA ficaram paralisadas, sem orçamento, por conta de um impasse entre os congressistas e o presidente sobre o financiamento para o muro. Foi a paralisação mais longa da história do país. No último dia 25, Trump assinou um acordo para encerrar a paralisação temporariamente, até esta sexta-feira (15), mas a questão da verba para o muro continuou em aberto.

Na noite desta quinta (14), o Congresso dos EUA aprovou um novo projeto de lei de orçamentos que, se ratificado por Trump, evita uma nova paralisação parcial do governo.

Trump queria incluir US$ 5,7 bilhões para a construção do muro fronteiriço na lei, mas os democratas, que têm maioria na Câmara dos Deputados, se recusaram, fazendo o mandatário optar pela declaração de emergência.

“Todo mundo sabe que muros funcionam”, afirmou Trump, que justificou a medida dizendo que há “tremendas” quantidades de drogas entrando nos EUA pela fronteira com o México. Ele também levou familiares de pessoas que foram mortas por imigrantes para a plateia de seu discurso.

Trump apontou que muros que já existem em locais como El Paso, no Texas, funcionam, mas que criminosos acabam dando a volta nesses muros, por isso é necessário fazer uma barreira maior.

Ele também falou que gostaria de ver “uma grande reforma da imigração, não apenas um muro”.

Mapa mostra onde passaria o muro na fronteira de EUA e México — Foto: G1

Democratas: ‘ilegal’

Em comunicado conjunto, a líder dos democratas na Câmara, Nancy Pelosi, e o líder no Senado, Chuck Schumer, disseram que consideram a medida de Trump “ilegal” que “viola” a Constituição do país.

“A declaração ilegal do presidente sobre uma crise que não existe viola gravemente nossa Constituição e faz dos Estados Unidos um país menos seguro, ao roubar fundos de Defesa urgentemente necessários destinados à segurança de nossos militares e nossa nação”, diz a nota.

Pelosi tinha dito, já antes de Trump concretizar a medida, que tomaria medidas judiciais para reverter a decisão do presidente.

Enquanto Trump ainda respondia a perguntas de jornalistas no jardim da Casa Branca, a procuradora-geral de Nova York, Letitia James, afirmou que vai recorrer à Justiça. “Declarar emergência nacional sem uma causa legítima criará uma crise constitucional”, disse em comunicado. “Não vamos tolerar esse abuso de poder e vamos combatê-lo com todas as medidas legais a nossa disposição”.

No final de seu discurso, o presidente disse já saber que provavelmente o tema será disputado na Justiça, indo parar na Corte Suprema, onde espera ganhar.

O líder da maioria republicana no Senado, Mitch McConnell, disse que apoiará a emergência de Trump. No início deste mês ele alertou Trump dizendo que declarar uma emergência poderia dividir os republicanos do Senado, noticiou o “Washington Post”.

Outras declarações de emergência

Estados de emergência nacional não são incomuns nos EUA – que já têm 31 declarações em vigor, uma delas assinada em 1979 pelo então presidente Jimmy Carter para impor sanções ao regime iraniano.

Na maioria das vezes, inclusive, os estados de emergência são assinados para punir com medidas econômicas países e integrantes de governos hostis aos Estados Unidos.

O próprio Donald Trump havia assinado três até então. O estado de emergência mais recente, declarado em 27 de novembro do ano passado, bloqueou bens de pessoas e políticos envolvidos com o regime de Daniel Ortega, na Nicarágua – país em crise política cujo governo responde com violência aos protestos.

Segundo levantamento da emissora norte-americana CNN, o democrata Bill Clinton foi o presidente que mais assinou declarações de emergência nacional – 17 em oito anos de governo (1993-2001). Seis ainda estão em vigor.

Em segundo lugar, outro ex-presidente democrata: Barack Obama (2009-2017) declarou emergência 13 vezes.

G1

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Robson Oliveira disse:

    O mais engraçado é ver democratas preocupados com a segurança dos militares. KKKKK São muito canalhas mesmo!! Benghazi é um belo exemplo de preocupação democrata com militares!!
    Está no sangue de esquerdista mentir!!

    • Júlio Jr disse:

      Os políticos da direita só falam a verdade!!! Nada mais que a verdade.
      Vc com certeza acredita em Papai Noel né kkkkkkkkk

  2. Marcelo disse:

    Deveriam construir um muro ao redor de Trump e deixar ele dentro… Kkk

Trump tem pênis incomum, diz Stormy Daniels em livro; memória da atriz pornô chega às livrarias no início de outubro

O livro de memórias da atriz pornô Stormy Daniels conta detalhes picantes de sua relação com Donald Trump e questiona sua aptidão para ser presidente dos EUA, segundo revela nesta terça-feira (18) o jornal britânico The Guardian, que obteve antecipadamente uma cópia da obra. “Full Disclosure” (revelação completa) tem lançamento previsto para 2 de outubro.

O principal foco da obra é a decisão da atriz durante a campanha eleitoral de 2016 de revelar publicamente o caso que ela alega ter tido com Trump, que teria começado em 2006.

No fim, porém, Daniels, que oficialmente se chama Stephanie Clifford , decidiu assinar um acordo com Michael Cohenadvogado do republicano, no qual ela recebeu US$ 130 mil (R$ 593 mil) em troca de não revelar a história.

Embora negue envolvimento com a atriz, o presidente confirmou ter reembolsado Cohen pelo valor. O pagamento pelo silêncio da atrizfoi revelado pela imprensa americana no início de 2018, e os dois lados atualmente travam uma disputa judicial sobre o assunto.

A Casa Branca ainda não se manifestou sobre os episódios narrados no livro.

Na obra, Daniels afirma ter sido abusada quando tinha nove anos e conta suas primeiras experiências como stripper quando ainda estava no ensino médio. De lá, acabou entrando no mercado de filmes pornográficos, onde se tornou uma estrela do setor.

Por isso, ela diz ter sido convidada para um torneio de golfe no lago Tahoe, na Califórnia, em 2006, no qual conheceu Trump. Embora Daniels já tivesse revelado partes do encontro, o livro traz detalhes que não tinham sido divulgados, incluindo descrições da anatomia do republicano.

Ela conta que um segurança do então empresário a convidou para jantar com Trump e os dois acabaram em seu quarto, onde dormiram juntos.

“Talvez tenha sido o sexo menos impressionante que eu já fiz, mas claramente ele não compartilhou dessa opinião”, diz o livro.

A atriz também afirma no texto que o presidente americano tem um pênis “menor que a média”, mas que não é “absurdamente pequeno”. “Ele sabe que tem um pênis incomum. Tem um grande cogumelo na cabeça.”

“Eu fiquei lá deitada, preocupada de que seria fodida por um cara com um pelos pubianos do Ieti e um pinto que parecia o personagem de cogumelo do [jogo de videogame] Mario Kart”.

Nos anos seguintes, ela afirma que se lembrava do encontro toda vez que via Trump na televisão. “‘Eu fiz sexo com isto’, dizia para mim. Eca”, escreve a atriz.

Daniels também afirma no livro que estava com Trump em um quarto de hotel em 2007 vendo um programa sobre tubarões na TV quando ele recebeu um telefonema de Hillary Clinton, que na época disputava a vaga de candidata democrata à Presidência americana contra Barack Obama.

“Ele teve uma conversa sobre a disputa e repetia ‘nosso plano'”, escreve Daniels. “Mesmo enquanto ele estava no telefone com Hillary, sua atenção estava com os tubarões.”

A atriz diz que inicialmente pensou que Trump jamais seria o presidente e chegou a escrever que ele nem mesmo queria o cargo.

Quando ele começou a vencer as primárias republicanas, porém, ela começou a cogitar a possibilidade dele vencer a eleição e que isso poderia colocá-la em perigo —o que, segundo o livro, a incentivou a ir a público com o caso, pois isso deixaria ela e a filha mais seguras.

Ela diz que chegou a ser ameaçada por uma pessoa em 2011 caso revelasse seu caso com Trump —o que o presidente afirma ter sido um golpe— e que manteve contato com o empresário porque ele tinha prometido que ela iria participar de seu programa de TV, O Aprendiz.

Apesar das críticas a Trump, Daniels afirma que se surpreendeu com suas ações na Presidência. “Não havia nada que o fizesse parecer tão petulante e propenso a explosões quanto ele foi como presidente”.

Folha de São Paulo