O presidente Jair Bolsonaro assinou decreto promovendo a coronel médica Carla Lyrio Martins ao posto de brigadeiro médica, a partir do próximo dia 25. Em outro decreto, o presidente nomeia Carla Lyrio para exercer o cargo de diretora do Hospital Central da Aeronáutica.
Os dois decretos também foram assinados pelo ministro da Defesa, Fernando Azevedo e Silva. Ela é a primeira oficial a atingir o posto de brigadeiro, que corresponde ao posto de oficial general.
O decreto promovendo a tenente coronel ao posto de brigadeiro médico referenda decisão tomada pelo Alto-Comando da Aeronáutica no dia 7 de outubro, que apresentou sua lista de oficiais escolhidos para promoção. Faltava só a assinatura presidencial para oficializar a escolha do Alto-Comando.
A brigadeiro médica Carla Lyrio Martins ingressou na Força Aérea em 1990, como médica de esquadrão, e integrou o corpo clínico da FAB em em Fortaleza e no Rio.
A oficial é especialista em hematologia, hemoterapia, medicina aeroespacial e possui pós graduação em vigilância sanitária e epidemiológica e em desenvolvimento gerencial na gestão de serviços de saúde.
16 anos de pt e não tiveram a dignidade de promover uma mulher a brigadeira, foi preciso um presidente taxado pelos petralhas de misógino, para conceder um direito não reconhecido da mulher na aeronáutica. Pra você ver o quanto era fake as afirmações do pt
Ele é tão tapado, que deve ter assinado sem nem ter lido, algum assessor colocou lá na mesa e ele assinou. Ou assinou de forma eletrônica, sem nem saber o que era.
O ministro do TSE Marco Aurélio Bellizze determinou que o Fórum das Entidades Nacionais dos Servidores Públicos Federais (Fonasefe) retire, em até 24 horas, publicações contra o candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) feitas no Instagram. A decisão, tomada nesta segunda-feira (12), atende a um pedido da campanha do senador.
Bellizze considerou que as postagens configuram propaganda eleitoral irregular em perfil institucional. Embora o Fonasefe não tenha personalidade jurídica própria, o ministro entendeu que a página funciona como canal oficial das entidades sindicais e associativas que integram o fórum.
A legislação eleitoral proíbe a veiculação de propaganda eleitoral em perfis de pessoas jurídicas, mesmo quando realizada gratuitamente. A campanha de Flávio identificou pelo menos 17 publicações contrárias ao candidato.
As postagens faziam críticas ao governo do ex-presidente Jair Bolsonaro e a uma possível reforma administrativa atribuída a Flávio. Em uma delas, o fórum classificou a proposta como prejudicial ao serviço público. A campanha alegou que a entidade utilizou sua estrutura institucional para estimular a rejeição ao candidato e divulgou informações falsas ou descontextualizadas.
O ministro, no entanto, rejeitou o pedido para proibir preventivamente novas publicações eleitorais do Fonasefe. Segundo Bellizze, a medida representaria controle prévio de conteúdo, e eventuais irregularidades futuras deverão ser analisadas individualmente.
A decisão também determina que a Meta, responsável pelo Instagram, remova as publicações caso o fórum não cumpra o prazo estabelecido. A empresa deverá preservar dados de alcance, visualizações, compartilhamentos e eventual impulsionamento, além de fornecer informações cadastrais dos responsáveis pelo perfil.
A determinação não analisou a veracidade das afirmações divulgadas pelo fórum e ainda será submetida ao plenário do TSE.
Pesquisa Gerp divulgada nesta terça-feira (13) aponta que 53% dos eleitores brasileiros rejeitam o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no cenário estimulado do 2º turno das eleições presidenciais. O senador Flávio Bolsonaro (PL) registra 42% de rejeição, uma diferença de 11 pontos percentuais.
O levantamento perguntou aos entrevistados em qual dos dois candidatos não votariam de jeito nenhum. Os resultados mostram ainda que 1% rejeita ambos os candidatos, enquanto outro 1% afirma que poderia votar em qualquer um deles. Outros 3% não souberam ou não responderam.
A pesquisa ouviu 2.400 eleitores em todo o país, por telefone, nos dias 8, 9 e 12 de outubro de 2026. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95,55%.
O levantamento foi realizado com recursos próprios do instituto Gerp e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-07877/2026.
Pesquisa BTG/Nexus divulgada nesta terça-feira (13) mostra como os eleitores de candidatos derrotados no 1º turno estão distribuindo suas intenções de voto entre Flávio Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Entre os eleitores de Romeu Zema, 80% declaram voto em Flávio. No grupo que votou em Ronaldo Caiado, o percentual é de 55%.
Entre os entrevistados que afirmaram ter votado em Zema, nenhum declarou intenção de votar em Lula. Outros 12% pretendem votar em branco ou nulo e 8% não souberam ou não responderam.
No eleitorado de Caiado, Flávio registra 55% das intenções de voto, contra 27% de Lula. Outros 11% afirmam que votarão em branco ou nulo, enquanto 7% estão indecisos ou não responderam.
Entre os eleitores de Renan Santos, Flávio aparece com 37% e Lula com 30%. Nesse grupo, 33% declaram intenção de votar em branco ou nulo.
Já entre os que votaram em Augusto Cury, os percentuais são de 43% para Flávio e 41% para Lula. Outros 13% pretendem votar em branco ou nulo e 4% não souberam ou não responderam.
O levantamento também mostra que os dois candidatos mantêm 98% dos eleitores que declararam ter votado neles no 1º turno. Entre os eleitores de Lula, 1% declara agora voto em Flávio. Entre os de Flávio, 2% afirmam que votarão no presidente.
A pesquisa ouviu 2.002 eleitores por telefone entre os dias 10 e 12 de outubro de 2026. A margem de erro geral é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-07997/2026. As margens de erro específicas dos subgrupos não foram informadas na reportagem.
Pesquisa BTG/Nexus divulgada nesta terça-feira (13) mostra Flávio Bolsonaro (PL) com 58% das intenções de voto entre os eleitores evangélicos no 2º turno da eleição presidencial, contra 32% do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A diferença é de 26 pontos percentuais. Entre os católicos, Lula aparece com 51%, enquanto Flávio registra 44%.
No eleitorado evangélico, 8% dos entrevistados afirmaram que pretendem votar em branco ou nulo, enquanto 3% não souberam ou não responderam. Entre os católicos, os votos brancos e nulos somam 2%, e os indecisos representam 3%.
O levantamento também apresenta os resultados entre eleitores de outras religiões. Nesse grupo, Lula registra 51% das intenções de voto, contra 46% de Flávio. Outros 3% declararam voto branco ou nulo.
Entre os brasileiros que afirmam não ter religião, o presidente aparece com 56%, enquanto o senador alcança 37%. Nesse segmento, 8% dos entrevistados disseram que votarão em branco ou nulo.
A pesquisa ouviu 2.002 eleitores por telefone entre os dias 10 e 12 de outubro de 2026. A margem de erro geral é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-07997/2026.
A campanha de Flávio Bolsonaro (PL) definiu oito estados como prioritários para ampliar sua votação no 2º turno da eleição presidencial contra Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A estratégia concentra esforços no Rio Grande do Sul, São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Amazonas, Pará, Bahia e Tocantins.
O objetivo é aumentar a vantagem nos estados onde Flávio venceu no 1º turno e reduzir a diferença nos locais em que Lula obteve mais votos. Para isso, o senador conta com o apoio de governadores eleitos, candidatos que disputam o 2º turno e lideranças políticas regionais.
No Rio Grande do Sul, Flávio tem o apoio do governador eleito Luciano Zucco (PL), do senador Hamilton Mourão (Republicanos) e de Marcel van Hattem (Novo), eleito para o Senado. Em São Paulo, os principais aliados são o governador reeleito Tarcísio de Freitas (Republicanos) e o prefeito Ricardo Nunes (MDB). Os dois confirmaram um ato de apoio ao presidenciável na Avenida Paulista para domingo (18).
Em Minas Gerais, a campanha conta com o governador eleito Cleitinho Azevedo (Republicanos) e o ex-governador Romeu Zema (Novo). No Rio de Janeiro, o principal aliado é Douglas Ruas (PL), eleito governador após decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sobre os votos de Anthony Garotinho (Republicanos).
No Amazonas, Flávio aposta no palanque de Maria do Carmo Seffair (PL), que disputa o 2º turno para o governo estadual contra Omar Aziz (PSD), apoiado pelo PT. No Pará, recebeu o apoio do governador eleito Daniel Santos, conhecido como Dr. Daniel, enquanto Lula mantém a aliança com o grupo político de Helder Barbalho.
Na Bahia, a articulação envolve ACM Neto (União Brasil), derrotado na disputa pelo governo estadual. O ex-prefeito de Salvador declarou apoio a Flávio e prometeu mobilizar suas bases políticas. Lula, por sua vez, conta com o governador reeleito Jerônimo Rodrigues (PT).
No Tocantins, Flávio firmou uma aliança com Professora Dorinha (União Brasil), candidata ao governo no 2º turno. O acordo também envolve o senador Eduardo Gomes (PL). Uma visita do presidenciável ao estado está em discussão, mas ainda depende de confirmação.
Dos oito estados considerados prioritários, Flávio venceu no 1º turno em cinco: Rio Grande do Sul, São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Tocantins. Lula ficou à frente no Amazonas, Pará e Bahia.
O Rio Grande do Norte registrou 85 denúncias de possíveis irregularidades eleitorais no 2º turno das eleições de 2026. Os dados são do sistema Pardal, do TSE, e mostram Natal com o maior número de registros, 30 ocorrências, seguida por Mossoró, com 19, e Pau dos Ferros, com sete.
As denúncias registradas na capital representam mais de um terço do total contabilizado no estado. Entre as principais ocorrências estão suspeitas de propaganda eleitoral irregular em espaços públicos e na internet.
Além das três cidades com mais registros, Angicos contabilizou cinco denúncias, Caicó teve quatro e Nova Cruz, três. Martins, Santa Cruz e São Gonçalo do Amarante registraram duas ocorrências cada.
A propaganda eleitoral em bens públicos lidera as denúncias, com 28 registros. Em seguida aparecem a propaganda irregular na internet, com 18 casos, e em vias públicas, com 16 ocorrências.
As denúncias serão analisadas pelo Ministério Público Eleitoral e pela Justiça Eleitoral, que deverão verificar se houve descumprimento da legislação e definir as medidas cabíveis.
Pesquisa Gerp divulgada nesta terça-feira (13) mostra o senador Flávio Bolsonaro (PL) com 53% das intenções de voto no 2º turno da eleição presidencial, contra 44% do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A diferença é de nove pontos percentuais.
No cenário estimulado, em que os nomes dos candidatos são apresentados aos entrevistados, 1% afirmou que não votaria em nenhum dos dois, enquanto 3% não souberam ou não responderam.
O levantamento ouviu 2.400 eleitores nos dias 8, 9 e 12 de outubro de 2026. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95,55%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-07877/2026 e foi financiada com recursos próprios do instituto, ao custo de R$ 10 mil.
Na pesquisa espontânea, quando os entrevistados não recebem os nomes dos candidatos, Flávio registra 53% das intenções de voto, enquanto Lula aparece com 40%.
O Fundo Monetário Internacional (FMI) reduziu de 2,4% para 2,2% a previsão de crescimento da economia brasileira em 2026. Para 2027, a estimativa também foi revisada para baixo, passando de 2,2% para 1,9%. Os dados constam do relatório Panorama Econômico Mundial, divulgado nesta segunda-feira (12).
Segundo o FMI, a desaceleração da economia brasileira está relacionada aos juros elevados, à retirada de estímulos fiscais e às incertezas no cenário internacional. Em 2025, o Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil cresceu 2,3%.
O relatório também aponta uma piora nas perspectivas para o mercado de trabalho. A taxa de desemprego, que ficou em 6% em 2025, deve subir para 6,2% em 2026 e alcançar 6,8% em 2027.
Em relação à inflação, o organismo internacional projeta uma redução de 5% em 2025 para 4,4% em 2026 e 4,1% em 2027. Os percentuais correspondem à média anual de variação dos preços ao consumidor.
As estimativas de crescimento do Brasil ficam abaixo das projeções para a América Latina e o Caribe, que devem registrar expansão de 2,3% em 2026 e 2,5% em 2027.
Enquanto revisou para baixo as expectativas para o Brasil, o FMI elevou a projeção de crescimento da economia mundial em 2026, de 3% para 3,1%. Para 2027, a previsão global foi mantida em 3,4%.
Aliados de Flávio Bolsonaro (PL) apontam o perfil conciliador do ministro Jorge Oliveira, do Tribunal de Contas da União (TCU), como um dos principais motivos para sua possível indicação ao Supremo Tribunal Federal (STF). A informação é da coluna Painel, da Folha de S.Paulo.
Oliveira está entre os nomes cotados para uma das três vagas que Flávio poderá preencher no STF durante seu mandato. Há ainda uma quarta vaga atualmente aberta.
Ex-ministro da Secretaria-Geral da Presidência no governo Jair Bolsonaro, Oliveira mantém uma relação próxima com a família do ex-presidente. Seu pai, Jorge Francisco, que morreu em 2018, foi assessor de Bolsonaro na Câmara dos Deputados durante 20 anos.
Apesar da ligação com os Bolsonaro, aliados destacam o bom relacionamento de Oliveira com integrantes do Supremo, incluindo Gilmar Mendes e Alexandre de Moraes. Durante sua passagem pelo governo federal, ele atuava na interlocução com o Judiciário.
Outro ponto citado como exemplo de moderação é sua atuação no TCU. Mesmo apresentando ressalvas, Oliveira nunca votou contra a aprovação das contas do governo Lula.
O ministro deverá assumir a presidência do TCU em 2027, conforme o rodízio interno da Corte. Caso seja indicado ao Supremo, a presidência do tribunal de contas ficará com o ex-senador Antonio Anastasia, considerado pelos aliados de Flávio um nome de perfil técnico.
Leitos de UTI do Hospital Regional Tarcísio Maia, em Mossoró. Foto: Reprodução
Médicos que prestam serviços nas Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) dos hospitais regionais Tarcísio Maia, situado em Mossoró, e Nelson Inácio dos Santos, localizado em Assú, devem restringir os atendimentos nos próximos dias diante dos atrasos recorrentes nos pagamentos por parte do Governo do Rio Grande do Norte, de acordo com informações do portal RN Hoje.
Segundo o Sindicato dos Médicos do RN (Sinmed-RN), os honorários relativos ao mês de maio ainda não foram pagos. Uma assembleia da categoria vai acontecer hoje, às 17h, para definir as medidas que serão adotadas.
Na semana passada, os órgãos judiciais tentaram efetuar o bloqueio de 7 milhões de reais das contas do Estado para quitar a dívida. Contudo, os registos apontam que a conta única do Estado não dispunha de saldo suficiente para a transação. A instabilidade nos pagamentos estende-se também a contratos médicos firmados em Natal.
O corte ou a eventual redução na prestação de cuidados nas UTIs poderá comprometer severamente o suporte a doentes em estado crítico. O Hospital Tarcísio Maia desempenha um papel fundamenal como unidade de referência para Mossoró, bem como para diversos municípios do Alto Oeste.
Até ao momento, a administração estadual não apresentou qualquer previsão para a normalização dos pagamentos devidos aos profissionais de saúde.
Com informações do portal da 96FM e do Portal RN Hoje
Agora os preços das passagens aéreas irão despencar.
Agora os preços das passagens aéreas irão despencar.
Segundo o “linguajar” petista ela foi promovida a “Brigadeira”. Kkkk
Que ótima notícia. Agora a inflação e o desemprego despencam.
Oxente!!!! os doidos não dizem que o cara é misógino? E agora???
16 anos de pt e não tiveram a dignidade de promover uma mulher a brigadeira, foi preciso um presidente taxado pelos petralhas de misógino, para conceder um direito não reconhecido da mulher na aeronáutica. Pra você ver o quanto era fake as afirmações do pt
Ele é tão tapado, que deve ter assinado sem nem ter lido, algum assessor colocou lá na mesa e ele assinou. Ou assinou de forma eletrônica, sem nem saber o que era.
Chora não bebê, vem mais 4 anos em 2022. Aceita que vai doer menos.
Eita o presidente não é machista ?
Fala aí esquerdopatas.
O país só pode estar mergulhado na ? mesmo, a simples nomeação de uma oficial das forças armadas, é uma festa para o eleitorado do miliciano….
Presidente.
Machista
Racista
Homofóbico
Ai sim enche de orgulho as mulheres!! Conhecimento, capacidade, trabalho e dignidade, Parabéns Brigadeiro CARLA LIRYO, nosso respeito e admiração.
"Presidente misógino".
Esse sim é um "empoderamento" genuíno, não cabelo no sovaco servindo de mascote pra esquerda.
Parabéns as MULHERES pela conquista. BRASILLL