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‘Brasil não é Bolsonaro’ e acordo Mercosul-UE trará ‘controle’ sobre Amazônia, diz relator do Parlamento Europeu

Foto: Divulgação, via BBC News Brasil

A missão do eurodeputado espanhol Jordi Cañas, relator do acordo entre a União Europeia (UE) e o Mercosul no Parlamento Europeu, começou a ficar difícil desde junho do ano passado, quando os dois blocos comemoraram um entendimento depois de 20 anos de idas e voltas comerciais.

De lá para cá, o Brasil se tornou alvo constante de críticas internacionais que miram especialmente a gestão ambiental do governo de Jair Bolsonaro.

Os revezes no caminho do relator, que trabalha para que o acordo seja ratificado por todos os países dos dois blocos, começaram com a negação do presidente à onda de incêndios de 2019 na Amazônia — Bolsonaro, que dizia que não havia fogo, chegou a culpar ONGs pelas chamas — e ganharam corpo com o avanço do desmatamento, que alcançou recorde de mais de 10 mil km² nos primeiros nove meses de governo Bolsonaro e continua crescendo há 14 meses consecutivos segundo o Deter, sistema do governo que mede o ritmo da destruição de matas no país.

Outra pedra no caminho do acordo foi a declaração do ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, sobre aproveitar a pandemia para “passar a boiada” por meio do relaxamento de regras ambientais. Em junho, a fala foi criticada em uma carta assinada por dezenas de parlamentares europeus alarmados com as políticas ambientais no Brasil. E em pelo menos dois países, Áustria e Holanda, os Parlamentos locais aprovaram moções contrárias à ratificação do acordo.

“Mais preocupante é que esses comentários apareçam em um momento em que as pessoas estão, de forma compreensível, distraídas com a pandemia de coronavírus”, dizia o texto.

“O Brasil não é Bolsonaro”, diz Canãs — mais de uma vez — em entrevista por telefone à BBC News Brasil, em referência à natureza do acordo: um tratado entre países, não entre governos, com efeitos a longo prazo para além da situação política atual.

À reportagem, critica Bolsonaro (“Por suas declarações, parece ir em linha contrária ao que acreditamos ser bom”) e o presidente francês Emmanuel Macron, (“é preciso ser respeitoso com a independência e a autonomia de um país”), e diz que a ratificação do acordo significará um controle maior sobre a preservação da Amazônia.

“Estou convencido de que a Amazônia estará mais protegida com um acordo com a União Europeia do que com um não-acordo com uma China que não se importa em nada em como se exploram os recursos”.

O eurodeputado também fala sobre o forte lobby de produtores europeus contrários ao acordo, os riscos do enfraquecimento do multilateralismo e faz uma mea culpa sobre a visão “muito carregada de preconceitos e informações estereotipadas” dos europeus sobre os latino-americanos.

Leia os principais trechos da entrevista:

BBC News Brasil – O anúncio do acordo acaba de completar um ano. Quais são as principais tensões e as discussões mais sensíveis neste momento?

Jordi Cañas – Completa-se um ano de acordo, um ano muito intenso em todos os níveis. O acordo já está finalizado, a parte comercial foi assinada pelos dois lados. Tudo o que precisava ser acordado entre Mercosul e União Europeia foi acordado e neste momento acontece o processo de ratificação, por parte dos países dos dois lados.

Há declarações políticas apontando que ainda se poderia modificar o acordo. Mas, não, o acordo, pode-se dizer no dia de hoje, está fechado definitivamente.

Agora vamos ver como caminharão os próximos passos — há processos e burocracias em nível técnico e documental que podem tomar tempo, além do processo de ratificação.

BBC News Brasil – Mas é necessária unanimidade para que se ratifique o acordo e imagino que existem várias tensões políticas neste momento. O presidente Jair Bolsonaro, por exemplo, costuma ser citado por membros da União Europeia por tensões na área ambiental. Como as medidas tomadas por Bolsonaro desde o anúncio da assinatura do acordo, há um ano, reverberam hoje entre os países europeus?

Jordi Cañas – Não podemos negar que o acordo e a ratificação enfrentarão dificuldades durante este ano. Como você disse, aconteceram muitas coisas: as declarações do presidente (Emmanuel) Macron no verão passado, por conta dos incêndios na Amazônia. Um tema que aparece recorrentemente é a questão do meio ambiente por parte do governo brasileiro.

Algumas ideias merecem consideração: o acordo é entre blocos. É uma relação entre países, não entre governos. O Brasil não é Bolsonaro. Bolsonaro é presidente do Brasil, que assim decidiu em eleições democráticas. Mas o Brasil não é Bolsonaro. Bolsonaro é presidente, Brasil é um país.

Pessoalmente, insisto muito neste conceito. Se me perguntar sobre Bolsonaro, eu posso ter uma opinião sobre suas declarações e sobre as decisões que seu governo adotou. Mas o que precisamos fazer é avaliar o que significa um acordo de associação entre os países da União Europeia e do Mercosul, uma associação estratégica, chave, que gera um vínculo transatlântico fundamental a curto, médio, e longo prazo, em nível político, comercial, social, econômico, sem dúvida, e em nível humano.

Então precisamos ser justos ao analisar o acordo e dissociá-lo de situações políticas, de governos dos países que fazem parte. Não podemos confundir isso: se o fazemos, é com intensão política, evidentemente.

BBC News Brasil – Um ano depois da assinatura, alguns países têm se mostrado resistentes ao acordo.

Jordi Cañas – É lógico que há dinâmicas políticas nacionais na França, na Áustria, na Holanda, que refletem algumas das mudanças, ou posturas e opiniões que foram se desenrolando ao longo deste ano.

Então, sim, temos que ter clareza de que temos visto uma intensificação do debate sobre meio ambiente. É fato que há uma sensibilidade especial sobre o meio ambiente e o impacto que os acordos comerciais têm sobre o mesmo.

Mas também é certo que o acordo nos permite ter instrumentos de relação política que podem nos ajudar a tentar resolver ou abordar conjuntamente aspectos que não são comuns. Há algumas decisões do governo Bolsonaro que não compartilho, porém, o Brasil é um dos signatários do acordo (do Clima) de Paris. E no acordo de associação entre União Europeia e Mercosul o cumprimento do acordo de Paris (que prevê que os países signatários devem atingir metas de redução de emissões de CO2, eliminado na atmosfera especialmente pela queima de combustíveis fósseis e madeira, e responsável pelo aquecimento global) está especificamente destacado. E é vinculante.

Então, frente às dúvidas legítimas que se suscitam: como poderemos garantir a defesa do meio ambiente, a defesa da Amazônia, a defesa das comunidades indígenas, o cumprimento e implementação de regras de trabalho e sanitárias? Com acordo ou sem acordo?

E o comércio já existe! O Brasil, a Argentina e o Paraguai exportam soja para a Europa. O Brasil e a Argentina, exportam carne à Europa. Há muitos que parecem ignorar que o comércio existe. Oque o acordo comercial faz é reduzir tarifas alfandegárias, estabelecer cotas, dar garantias, definir um marco de regras comuns. Em um momento de instabilidade global, isso parece necessário.

E ele também incorpora um capítulo político muito importante, que estabelece regras específicas sobre direitos humanos, direitos de minorias, respeito ao meio ambiente. E é evidente que se houver uma associação entre dois grupos, como UE e Mercosul, sera mais fácil estabelecer políticas comuns. E, sobretudo, teremos ferramentas para poder exigir o cumprimento de nossos compromissos.

É melhor um acordo ou um não acordo? Como poderemos contribuir para controlar os incêndios na Amazônia? Com declarações e resoluções do Parlamento Europeu, ou com um instrumento que é um acordo político, comercial, como o que adotamos?

Sinceramente, é muito melhor estar dentro de um acordo do que fora dele.

BBC News Brasil – O senhor acredita que o acordo ajudaria a controlar ou evitar políticas excessivas em relação ao meio ambiente no Brasil?

Jordi Cañas – É claro que todos nós estamos preocupados com o meio ambiente. Mas temos que entender que todos os países têm direito a ter desenvolvimento econômico. E todos queremos que este desenvolvimento seja sustentável, porque este é o único crescimento realmente capaz de trazer riqueza à população de um país.

Para que este crescimento sustentável tenha elementos de controle, é muito melhor que haja um acordo. Mas não só para controlar, também para colaborar. Há palavras que são muito importantes: respeito, colaboração, acordos e discursos.

Estou convencido que a maioria da população brasileira quer conservar sua riqueza ambiental, sua biodiversidade. E estou convencido que esta mesma população quer ter um desenvolvimento sustentável. Bom, a União Europeia tem que contribuir, ajudar, colaborar com isso. E é evidente que um acordo político-comercial, um acordo de associação, é um instrumento para ter espaços de diálogo, cooperação, debate e ajuda.

BBC News Brasil – Pergunto isso porque o presidente Bolsonaro acusa países europeus de interferência na Amazônia. Por exemplo, já disse isso ao presidente Macrón, da França, que ele feria a autonomia e a soberania nacional do Brasil. “Controle” é um termo contra o qual o presidente brasileiro costuma reagir.

Jordi Cañas – Vou dar minha perspectiva pessoal: eu não gostei das declarações de Macron. Não gostei. Não porque não se possa opinar sobre decisões políticas, mas porque é preciso que se seja sempre respeitoso com a independência e a autonomia de um país. Acho que é muito melhor ouvir do que tentar impor; é muito melhor contribuir, ajudar, compartilhar e respeitar. Isso sempre dá melhores resultados a longo prazo.

Nós estamos preocupados com a evolução da questão da Amazônia, e estou convencido de que a maioria dos cidadãos brasileiros também. E há um governo que, por suas declarações, parece ir em linha contrária ao que acreditamos ser bom. Mas não o que é bom para a Europa: o que é bom para o Brasil e para o meio ambiente global. O Brasil possui os recursos, mas o Brasil é parte do mundo e este é um problema global. A questão do meio ambiente não é um problema que afeta o país, mas o conjunto do planeta.

É evidente que todos temos que ser sensíveis à problemática ambiental, mas temos que ser realistas também. Países, governos e populações reagem mal frente à tutela e a palavras desajustadas. Em contrapartida, reagem bem à colaboração e à ajuda. Os brasileiros merecem um crescimento sustentável para gerar prosperidade e redução de desigualdades. E o acordo é um bom marco de relações.

Temos que reconhecer que este acordo é o primeiro que incorpora o cumprimento das decisões do acordo de Paris como regra vinculante. Isso será suficiente? Podemos seguir avançando, claro, mas o acordo nos dá um marco e a partir desse marco poderemos aprofundar nossas políticas de colaboração, ajuda e debate. Isso é o bom de um acordo de associação: ele gera laços de união que nos permitem trabalhar para o futuro.

BBC News Brasil – E se não houver ratificação?

Jordi Cañas – Se a Europa decidir dizer não ao acordo com o Mercosul, haverá países como a China que ocuparão o espaço que a Europa ocuparia.

E estou convencido que a Amazônia estará mais protegida com um acordo com a União Europeia do que com um não-acordo com uma China, que não se importa em nada em como se exploram os recursos, nem com sua destruição. É fundamental levar isso em conta.

BBC News Brasil – Fala-se muito do lobby dos produtores na Europa. O ministro da Economia do Brasil, Paulo Guedes, acusou a França recentemente de “oportunismo”, “protecionismo” e “medo” da agricultura brasileira. A resistência em alguns países contra o acordo é fruto da pressão destes setores?

Jordi Cañas – Veja que os debates que surgiram durante as discussões do TTIP (sigla em inglês para o Acordo de Parceria Transatlântica de Comércio e Investimento, acordo comercial em discussão entre EUA e UE) não avançaram por decisão dos EUA. Os acordos comerciais hoje em dia estão sujeitos ao escrutínio público. Também são parte do debate nacional.

É claro que, em muitos países, os setores agropecuários tem influência. Isso vai além da sua participação no PIB, mas tem a ver com o trabalho com a terra. Este trabalho tem relevância na opinião pública.

É impossível excluir o debate sobre o Mercosul da lógica política de cada um dos países e também de seus ciclos eleitorais. Recentemente, por exemplo, houve eleições municipais na França e elas significaram uma derrota para Macron.

Mas da mesma maneira que há lobbies que afetam o acordo negativamente, também seria bom explicar os lobbies ou o que pode significar um acordo para os cidadãos europeus. A Europa é um bloco exportador por natureza. Exporta quase 80% de sua produção industrial. É importante explicar o que significa fechar portas para um mercado de quase 400 milhões de habitantes.

Todo acordo comercial tem partes positivas e negativas. Políticas devem ser construídas para mitigar as negativas. E há muitas positivas. Eu sei que os governos e as lógicas políticas nacionais tendem a focar no curto prazo, mas acho que temos que introduzir no debate público o curto, o médio e o longo prazos.

E em um mundo tão complexo quanto o que estamos vivendo, com transformações tão aceleradas, com uma perda de relações multilaterais, é necessário estabelecer acordos entre blocos que deem garantias e certezas para todos.

Porque, se não, se caminharmos para um mundo onde essas garantias e certezas desapareçam, todos perderemos. Inclusive aqueles que agora se queixam.

Por isso digo que a pedagogia é importante. Explicar a importância não só comercial, mas também a política global e os vínculos e valores que os dois lados compartilham.

Dou um exemplo: aqui, aprovou-se há pouco tempo um acordo comercial com o Vietnã. O Vietnã não é uma democracia. É uma ditadura comunista onde não há partidos políticos nem liberdade de imprensa. Não há direitos de trabalho, não pode haver sindicatos. E não houve problemas para que o acordo prosperasse.

E o que vamos dizer aos nossos amigos, quase irmãos do Mercosul, que são democracias, têm separação de poderes, liberdade de imprensa, que com muito esforço conseguiram consolidar democracias. Não vamos querer ter um acordo de associação com eles? Eu não saberia explicar isso.

BBC News Brasil – Quais são as suas expectativas pessoais? Quando deve acontecer essa ratificação?

Jordi Cañas – Não tenho bola de cristal. Sou plenamente consciente das dificuldades, mas tenho certeza de que podemos superá-las. O acordo é bom não só para a Europa, mas também para o Mercosul. Eu espero que as decisões do acordo sejam feitas com inteligência, para que o debate possa ser centrado em aspectos próprios ao acordo, e não em aspectos de políticas nacionais que possam usar, de forma espúria, um acordo bom para todos simplesmente por uma visão míope e de curto prazo pautada por interesse políticos e de estratégias políticas pessoais.

BBC News Brasil – Obrigado pela entrevista.

Jordi Cañas – Eu que agradeço. É importante explicar isso porque, daqui da Europa, temos uma perspectiva muito equivocada sobre a realidade dos países, especialmente da América Latina. Muito carregada de preconceitos, de informações estereotipadas, e com falta de informações aprofundadas sobre as grandes transformações vividas por estes países nas últimas décadas.

Temos que aprender a nos relacionar com respeito e amizade e de uma forma equilibrada, entre iguais, porque estes países ganharam este respeito. Se queremos contribuir, temos que fazer assim: dando-lhes o respeito que merecem, conhecendo sua realidade, e nunca confundindo governos com países, muito menos com seus cidadãos. Temos que ter uma visão mais ampla e mais respeitosa.

Época, com BBC

 

Opinião dos leitores

  1. @ "patriota" só que não ! O Brasil demorou muito para se livrar de Luladrão não precisamos de mais outros aqui não

  2. Bolsonauro e sua equipe estão derrubando pontos importantes dos controles sobre queimadas, ocupação irregular (grilagem), além do uso de armas e cuidados da saúde. No combate à corrupção então, o desmonte é maior ainda, está fazendo exatamente o contrário de suas promessas de campanha. A agenda destruidora do presidente só é atenuada quando a polícia encosta nos crimes de seus filhos ou, como é o caso agora, organismos internacionais ameaçam suspender a ajuda financeira para conservação da Amazônia. Triste fim de um governo irresponsável.

  3. Bando de picareta, destruíram suas matas agora querem salva a amazônia com viés ideológicos, eles querem é a riqueza do solo ,eles não estão nem aí com desmatamento, essa narrativa não convence, estão todas caindo por terra. O relatório do desmatamento na Europa sai semana passada e foi um desastre e ninguém fala nada.

  4. Vaza daqui seu demente, se quiser levar os esquerdistas mimizentos fiquem tranquilos, não sentiremos falta…

  5. A Amazônia brasileira é do Brasil,esses deputaduzinhos vão dar pitacos lá nas reservas deles se é que ainda tem alguma por lá. ⁹⁰fm no no

  6. Esse careca tem uma cara de bestinha, alguém avisa a ele que a colonização já acabou há séculos, já temos ladrões demais por aqui.

    1. "Esse careca tem cara de bestinha". Olha o nível da conversa do gado! Nem leu o texto todo e já começa a escrever igual o Carluxo. Vai se informar antes de ficar com esse nhem nhem nhem de moleque revoltadinho da 5ª série.

  7. Falou tudo. O Brasil não merece um ditadorsinho de milicianos e sua caterva. Somo muito melhores do que esse rebanho idiotizado que enche a boca pra vomitar prepotência. O tribunal de Haia é logo ali. Acabou a bagunça.

    1. A Amazônia é do Brasil, os países que mais ladram é pq perderam as mamatas da nossa Selva.
      A esquerda fica louca pq não tem mais têta fácil. Vai trabalhar vagaba.

    2. FdP entreguista e ainda tenta se passar de PATRIOTA. Como ser patriota e entregando suas riquezas naturais e minerais às grandes empresas internacionais que se mascaram de ONGs? Puro FASCISMO!

    3. Um bando de asnos surtando aqui. Não pedi a opinião de ninguém. Vão pastar, bando de jegues! Vão ver se o Lula não está embaixo da cama de vocês, bando de otários! ?

    1. Isso. Vamos entregar a Amazônia par eles tomarem conta. Meu Deus, onde chega os robôs do gado!

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Geral

PORTUGAL: Candidato que chama Lula de ‘ladrão’ e diz que o impediria de entrar no país leva eleição presidencial ao 2º turno

Fotos: reprodução

Com 99% dos votos apurados, Antonio José Seguro (Partido Socialista) lidera a corrida presidencial em Portugal com 31%, seguido por André Ventura (Chega), que soma 23,6%. Como nenhum candidato atingiu 50%, a eleição será decidida no segundo turno.

Os votos conservadores somam 63,3%, contra 34,7% da esquerda, o que mantém Ventura como favorito para vencer o segundo turno.

Ventura, líder do partido Chega, é conhecido por declarações duras, incluindo ataques ao presidente brasileiro Lula, a quem chama de “ladrão” e já prometeu impedir o presidente brasileiro de entrar no país, se estiver no exercício do poder e o petista desembarcar em solo português. Ventura já citou que daria até “voz de prisão” contra Lula.

Cotrim de Figueiredo (Iniciativa Liberal) aparece em terceiro, com 15,8%. Marques Mendes (PSD), partido do primeiro-ministro Luís Montenegro, ficou apenas em quinto, com 11,4%. O almirante Gouveia e Melo (independente) surpreendeu e alcançou 12,3%. Luís Montenegro afirmou que o PSD não apoiará nenhum dos dois candidatos no segundo turno.

Antonio Seguro voltou ao cenário político após perder espaço no PS para António Costa, que deixou o governo após um escândalo de corrupção. Já Ventura, jornalista, consolida-se como um dos principais nomes da direita portuguesa.

Com informações de Diário do Poder

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Governo Lula prepara avaliação sobre entrada no Conselho de Paz para Gaza criado por Trump

Foto: REUTERS/Adriano Machado

Auxiliares do governo Lula avaliam os impactos políticos e diplomáticos do convite para que o Brasil integre o novo Conselho da Paz para a Faixa de Gaza, proposto pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

Segundo interlocutores do Planalto, a decisão não será tomada com pressa e caberá exclusivamente a Lula. O estatuto preliminar prevê mandatos de três anos, renováveis, com funcionamento baseado em contribuições voluntárias. Países que doarem ao menos US$ 1 bilhão teriam assento permanente.

O governo brasileiro analisa se o novo órgão pode complementar ou competir com a atuação da ONU, especialmente o Conselho de Segurança. Também há dúvidas sobre o escopo real das ações e possíveis sobreposições diplomáticas.

A iniciativa recebeu críticas do primeiro-ministro de Israel, Binyamin Netanyahu, que afirmou não ter sido consultado e disse que o plano vai contra a política israelense.

O conselho faz parte da segunda fase do plano de paz dos EUA para o Oriente Médio. Trump já anunciou nomes como Marco Rubio, Tony Blair, Jared Kushner e o presidente do Banco Mundial, Ajay Banga.

Entre os chefes de Estado convidados estão Lula, Javier Milei (Argentina) e Recep Tayyip Erdogan (Turquia). Milei aceitou o convite e declarou apoio à iniciativa, afirmando que a Argentina estará ao lado de países que combatem o terrorismo e defendem a liberdade.

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Flávio Bolsonaro abre pré-campanha com giro internacional; Roteiro inclui Israel e países do Oriente Médio

Foto: reprodução

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência da República, inicia nesta segunda-feira (19) uma viagem internacional por Israel e países do Oriente Médio, com possíveis escalas na Europa.

Ele e o irmão Eduardo Bolsonaro, ex-deputado cassado em dezembro, foram convidados para palestrar na Conferência Anual de Combate ao Antissemitismo, nos dias 26 e 27 de janeiro, em Jerusalém. O evento contará com a presença do primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu.

Nas redes sociais, Flávio disse estar “profundamente honrado” com o convite e reafirmou seu apoio ao povo judeu e o combate ao antissemitismo.

Após Israel, o senador deve visitar Bahrein e Emirados Árabes Unidos, buscando aproximação com governos aliados ao grupo político da família Bolsonaro. A viagem foi organizada por Eduardo, que vive nos Estados Unidos desde março de 2025.

O retorno ao Brasil está previsto para 15 de fevereiro. O Senado autorizou sua ausência oficial entre 26 de janeiro e 6 de fevereiro.

No sábado (17), Flávio voltou a defender a união da direita contra o governo Lula. Ele citou Tarcísio de Freitas, Michelle Bolsonaro, Ratinho Jr., Romeu Zema e Ronaldo Caiado como aliados estratégicos.

“Um palanque único vai acontecer no tempo certo”, afirmou.

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VÍDEO: Novas imagens revelam detalhes do roubo ao Museu do Louvre, em Paris

Novas imagens do roubo ao Museu do Louvre, em Paris, foram divulgadas neste domingo (18). Os vídeos mostram um homem usando uma máquina para serrar a estrutura de proteção e, em seguida, tentando quebrar o vidro com socos.

As gravações foram exibidas pela emissora francesa TF1 e se espalharam pelas redes sociais. O crime ocorreu em outubro de 2025 e teve repercussão internacional.

Os criminosos estacionaram um caminhão ao lado do museu, usaram uma escada mecânica para acessar o primeiro andar, quebraram uma janela não blindada e arrombaram vitrines da Galeria de Apolo. A ação durou cerca de sete minutos, e a fuga foi feita de moto.

Oito joias históricas da monarquia francesa foram levadas. A coroa da imperatriz Eugênia chegou a ser retirada, mas foi encontrada danificada na rua.

Segundo o ministro do Interior, Laurent Nuñez, os suspeitos agiram com planejamento e experiência. Ao todo, sete pessoas foram presas.

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Em um dia, 369 mil clientes já pediram ao Fundo Garantidor de Créditos reembolso de valores investidos no Banco Master

Foto: Werther Santana/Estadão Conteúdo

O Fundo Garantidor de Créditos (FGC) informou neste domingo (18) que 369 mil dos 800 mil investidores do Banco Master já solicitaram o reembolso de seus valores. Os pagamentos começam nesta segunda-feira (19).

Ao todo, R$ 40,6 bilhões serão repassados aos investidores. O FGC garante até R$ 250 mil por CPF ou CNPJ, por instituição, com limite de R$ 1 milhão a cada quatro anos. O pedido pode ser feito pelo aplicativo ou site do fundo.

Segundo o FGC, cerca de 150 mil credores já concluíram o processo e devem receber o dinheiro em até dois dias úteis. O sistema registra cerca de 9 mil pedidos por hora, apesar de eventuais lentidões por excesso de acessos.

O Banco Master foi liquidado pelo Banco Central em novembro, após graves irregularidades e problemas de liquidez, em meio a uma investigação sobre fraude estimada em R$ 12 bilhões.

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Países da Europa anunciam reforço da segurança no Ártico após ameaça de Trump; Groenlândia agradece apoio

Foto: Divulgação/Otan

Países europeus anunciaram neste domingo (18) que vão reforçar a segurança no Ártico em apoio à Groenlândia, após ameaças do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de anexar a ilha.

Dinamarca, Alemanha, França, Reino Unido, Noruega, Suécia, Finlândia e Holanda divulgaram um comunicado conjunto reafirmando o compromisso com a defesa da Groenlândia, território semiautônomo pertencente à Dinamarca.

“Como membros da Otan, estamos empenhados em fortalecer a segurança do Ártico como um interesse comum”, afirmaram.

Nos últimos dias, França, Alemanha e Reino Unido enviaram pequenos grupos militares à ilha a pedido da Dinamarca. A ação levou Trump a ameaçar impor tarifas comerciais a oito aliados europeus caso os EUA não possam comprar a Groenlândia.

Líderes europeus alertaram para uma “espiral descendente perigosa” e prometeram manter o apoio à soberania dinamarquesa. Embaixadores da União Europeia se reunirão para discutir uma resposta às ameaças americanas.

Autoridades da Groenlândia agradeceram o apoio internacional. “Vivemos tempos extraordinários que exigem coragem”, disse a ministra Naaja Nathanielsen.

No sábado (17), milhares de pessoas protestaram na Dinamarca e na Groenlândia contra o plano de Trump. O maior ato ocorreu em Copenhague.

Trump afirma que a ilha é estratégica para a segurança dos EUA por sua localização e riquezas minerais e não descarta o uso da força, o que preocupa aliados da Otan.

Líderes da Suécia, Finlândia e Noruega criticaram as ameaças. “Não nos deixaremos chantagear”, disse o premiê sueco Ulf Kristersson. Já o primeiro-ministro norueguês, Jonas Gahr Stoere, afirmou que “ameaças não têm lugar entre aliados”.

Opinião dos leitores

  1. Chegará o dia que a Europa dará todo esse território de graça e mais outras coisas, imploraram pela ajuda americana, mas já será tarde demais.

  2. Donald Trump tá perdendo o time da história, combater o terrorismo e o comunismo é uma coisa, invadir e confiscar terra alheia sem uma boa causa é inadmissível.

    1. Verdade. Ele já vem passando do ponto, e muito! Tá perdendo o bonde da história e se consolidando como só mais um líder desequilibrado dentre tantos que já temos atualmente.

    2. Enquanto a alternativa de quem não gosta for fazer nota de repúdio, ele não vai estar nem ai. Os paises ficaram com essa de não investir em exercito e deixar o multilateralismo rolar sem freio, e agora são paises fracos que soltam notinhas de repúdio irrelevantes.

    3. choque de realidade na europa e otan; grande rotas maritimas da china e russia estão avançando por negligência ideológica;

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Geral

Síndrome da autocervejaria faz pacientes “ficarem bêbados” sem consumir álcool

Bactérias Escherichia coli coloridas no microscópio eletrônico: uma das responsáveis pela síndrome — Foto: Cavallini James/BSIP/picture alliance via DW

Embriagado sem álcool – por muito tempo isso soou como piada, mas é um distúrbio real e grave. A síndrome da autofermentação, também chamada de “síndrome da autocervejaria”, faz com que o próprio intestino produza etanol.

A condição é considerada rara, mas médicos acreditam que muitos casos não são diagnosticados e acabam sendo confundidos com alcoolismo ou outras doenças. Avanços no estudo do microbioma estão ajudando a entender melhor o problema.

Quando o intestino vira uma ‘cervejaria’

Na síndrome da autofermentação, a pessoa apresenta sinais de embriaguez sem ter ingerido álcool. Estudos mais recentes mostram que o problema não é causado apenas por leveduras, mas principalmente por certas bactérias intestinais.

Uma pesquisa publicada na revista Nature Microbiology analisou amostras de fezes de 22 pacientes, seus familiares e um grupo de controle. Os resultados indicaram que os pacientes produziam muito mais álcool no intestino.

Transplante de fezes como fonte de esperança

Ainda não há um tratamento padrão, mas um paciente do estudo apresentou melhora após dois transplantes de microbiota fecal.

O procedimento transfere bactérias saudáveis para o intestino do paciente, ajudando a reequilibrar o microbioma. Novos testes com mais pacientes devem avaliar a eficácia da técnica.

Especialistas afirmam que os resultados são promissores, mas alertam que ainda são necessários estudos maiores e de longo prazo.

Bactérias produtoras de álcool

Bactérias como Escherichia coli e Klebsiella pneumoniae fermentam carboidratos e geram etanol em excesso. Segundo os pesquisadores, o nível de álcool no sangue pode chegar a ponto de impedir que a pessoa dirija.

A síndrome mostra como o microbioma pode influenciar diretamente a saúde, o comportamento e até situações legais, como testes de bafômetro.

Diagnóstico incorreto e novas abordagens

Muitos pacientes são acusados de beber escondido, o que gera impactos na vida pessoal e profissional. O diagnóstico atual é complexo e exige dieta rica em carboidratos com monitoramento do álcool no sangue.

Os cientistas defendem que, no futuro, o exame de fezes poderá facilitar a identificação da doença.

Com informações de DW

Opinião dos leitores

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Brasil registra, em média, um ‘golpe do falso Pix’ por segundo

Foto: Bruno Peres/Agência Brasil

O Pix, sistema de pagamentos instantâneos que facilita transferências no Brasil, também se tornou alvo de criminosos. Só entre janeiro e setembro de 2025, foram registradas 28 milhões de fraudes, uma média de um golpe por segundo, segundo dados da Associação de Defesa de Dados Pessoais e do Consumidor.

Um dos casos recentes do “golpe do falso Pix” envolve Cinthia Moreira, dona de um salão de beleza no centro de São Paulo. Ela foi vítima de dois golpes consecutivos. No primeiro, uma transferência nunca foi efetivada, e no segundo, uma cliente exibiu comprovante falso de pagamento no celular.

“Dei o valor e a cliente mostrou, ainda mostrou o comprovante. Eu confiante, fui olhar depois no aplicativo… mas nada tinha caído”, conta Cinthia. No salão de Cintia, a regra agora é clara.

“Já na hora, confere. Se vai confiar só no cliente, não funciona”, reforça.

Estima-se que oito em cada dez brasileiros utilizem o Pix para pagamentos e serviços. A facilidade do sistema, porém, atrai golpistas que exploram a confiança das vítimas, muitas vezes exigindo atenção redobrada em transações de alto valor.

Segundo advogados especializados em direito digital, é essencial checar se a transferência foi realmente efetuada antes de liberar produtos ou serviços:

  • Confirme no aplicativo do banco se o dinheiro entrou na conta;
  • Evite confiar apenas em comprovantes enviados pelo celular;
  • Espere a confirmação do crédito antes de concluir a venda ou serviço;

Com informações de SBT News

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Geral

‘Não seremos subservientes’, diz Lula em artigo no New York Times ao criticar ação dos EUA na Venezuela

Foto: Ricardo Stuckert/PR

Em artigo publicado neste domingo no The New York Times, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva criticou as ações dos Estados Unidos na Venezuela e a captura do presidente Nicolás Maduro, ocorridos em 3 de janeiro.

Segundo Lula, a ação representa “mais um capítulo lamentável” da erosão do direito internacional e da ordem multilateral.

O presidente afirmou que a América Latina não será “subserviente a projetos hegemônicos” e defendeu uma região próspera, pacífica e plural.

Para ele, embora líderes possam ser responsabilizados por violações, nenhum país tem o direito de impor justiça de forma unilateral.

Lula afirmou que ações desse tipo geram instabilidade, afetam o comércio, aumentam o fluxo de refugiados e enfraquecem o combate ao crime organizado. Também destacou que é a primeira vez que a América do Sul sofre um ataque militar direto dos EUA.

Sobre a Venezuela, Lula disse que o futuro do país deve estar nas mãos de seu próprio povo e que apenas um processo político inclusivo pode garantir estabilidade e democracia. O presidente afirmou que o Brasil seguirá cooperando para proteger a fronteira e apoiar o retorno seguro de venezuelanos.

Lula ainda defendeu o diálogo com os Estados Unidos e a cooperação regional em áreas como investimentos, comércio, geração de empregos, combate à fome, ao tráfico de drogas e às mudanças climáticas. Para ele, o enfraquecimento das regras internacionais ameaça a paz global.

Opinião dos leitores

  1. Se fosse Bolsonaro ia instigar trump matar todo mundo e se aliaria pra roubar a venezuela esse lambe botas lixo

  2. Cabra macho! Esse sim! Enquanto uns ficam de mimimi por perderem o que nunca tiveram (apreço internacional), nosso presidente mostra o que é ser homem! Parabéns, presidente! 2026 será Lula outra vez!

    1. Grande BOSTA! Até parece que nunca foi vassalo do Biden é de todas nações e grupos comunistas.

  3. Lula, comunista posando de preocupado com direitos.
    Comunismo é repressão, atraso, perseguições e execuções em massa.

  4. Não vemos Lula preocupado com a ditadura na Venezuela.
    Existe uma ditadura comunista e ele vem falar em soberania.
    Ditador não tem soberania.
    A soberania é o povo.
    O comunismo é uma seita.

  5. Erosão foi mandar buscar no Peru em avião da FAB uma condenada pela justiça local e trazer para dar asilo político, interferindo na soberania e na justiça daquele país. Hipócrita.

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Geral

PAPO DE FOGÃO: Confira as receitas de Robalo na brasa com aspargos; Tartine de camarão; e banana na brasa com chocolate

ROBALO NA BRASA COM ASPARGOS

Porção individual
5 Aspargos frescos
200g de filé de robalo extremamente fresco
Alho picado
Azeite
Sal e pimenta branca a gosto

Modo de preparo
Deixe todos os aspargos com o mesmo tamanho, cortando as extremidades duras.
Tempere com sal, pimenta, alho e azeite e coloque na churrasqueira até dourar, reserve.
Tempere o robalo com sal, pimenta branca e azeite e coloque na churrasqueira em fogo alto(primeiro o lado da pele), sele os 2 lados e deixe em fogo baixo para dar o ponto interno, reserve.

Montagem

Coloque os aspargos no prato, adicione o robalo em cima e delicadamente regue com um pouco de azeite de ervas(tomilho, cebolete e tomilho).

Tempo de preparo: 5min
Tempo de cozimento: 15min

DICA RÁPIDA
TARTINE DE CAMARÃO
1 porção

6 fatias de pão baguete (cortado um pouco mais grosso)
4 tomates concasse(sem peles e sementes e cortado em cubos)
12 camarões sem casca e limpo
6 fatias de queijo brie
Azeite de ervas(tomilho, cebolete e tomilho)

Modo de preparo
Corte o pão baguete em fatias um pouco mais grossa, reserve.
Tempere o tomate contasse com sal, pimenta e azeite, reserve.
Em uma frigideira bem quente, refogue a manteiga, tempere o camarão com sal e pimenta, e sele os 2 lados sem deixar passar o ponto do camarão.

Montagem
Pegue uma fatia de baguete, coloque o tomate concasse e em cima o camarão já refolgado, por último adicione o queijo brie e gratine com maçarico, adicione um pouco de azeite de ervas. Sirva em seguida.

Tempo de preparo: 10min
Tempo de cozimento: 20min

BANANA NA BRASA COM CHOCOLATE
Porção individual

1 banana
50g de chocolate 70% ou ao leite caso prefira
Sorvete de creme

Modo de preparo
Sem descascar a banana faça um corte, com uma faca, de uma ponta a outra, sem deixar furar o fundo dela.
Adicione o chocolate, dentro do corte, coloque na churrasqueira(pode ser no forno), e deixe a banana por 10 a 15 minutos, até sentir que ela esta macia.

Montagem
Ao tirar a banana do fogo, coloque em um prato, e adicione uma bola de sorvete de creme ao lado e raspas ou pedaços de chocolate sobre o sorvete.

Opinião dos leitores

  1. Os mau-caráter só não dão opinião quando existe roubos, como o mensalão, petrolão, INSS e banco Master…mais é normal…bandido defende bandido

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