Finanças

Brasil tem os carros mais caro do mundo

Mercedes ML 350, o brasileiro paga R$ 265.00,00, nos Estados Unidos custa o equivalente a R$ 75 mil

Uol Carros:

A ACARA, Associacion de Concessionários de Automotores De La Republica Argentina, divulgou no congresso dos distribuidores dos Estados Unidos (N.A.D.A), em São Francisco, em fevereiro deste ano, os valores comercializados do Corolla em três países:

No Brasil o carro custa US$ 37.636,00, na Argentina US$ 21.658,00 e nos EUA US$ 15.450,00.

Outro exemplo de causar revolta: o Jetta é vendido no México por R$ 32,5 mil. No Brasil esse carro custa R$ 65,7 mil.

Por que essa diferença? Vários dirigentes foram ouvidos com o objetivo de esclarecer o “fenômeno”. Alguns “explicaram”, mas não justificaram. Outros se negaram a falar do assunto.

Quer mais? O Gol I-Motion com airbags e ABS fabricado no Brasil é vendido no Chile por R$ 29 mil. Aqui custa R$ 46 mil.

O Corolla não é exceção. O Kia Soul, fabricado na Coréia, custa US$ 18 mil no Paraguai e US$ 33 mil no Brasil. Não há imposto que justifique tamanha diferença de preço.

A Volkswagen não explica a diferença de preço entre os dois países. Solicitada pela reportagem, enviou o seguinte comunicado:

“As principais razões para a diferença de preços do veículo no Chile e no Brasil podem ser atribuídas à diferença tributária e tarifária entre os dois países e também à variação cambial”.

Questionada, a empresa enviou nova explicação:

“As condições relacionadas aos contratos de exportação são temas estratégicos e abordados exclusivamente entre as partes envolvidas”.

Nenhum dirigente contesta o fato de o carro brasileiro ser caro. Mas o assunto é tão evitado que até mesmo consultores independentes não arriscam a falar, como o nosso entrevistado, um ex-executivo de uma grande montadora, hoje sócio de uma consultoria, e que pediu para não ser identificado.

Ele explicou que no segmento B do mercado, onde estão os carros de entrada, Corsa, Palio, Fiesta, Gol, a margem de lucro não é tão grande, porque as fábricas ganham no volume de venda e na lealdade à marca. Mas nos segmentos superiores o lucro é bem maior.

O que faz a fábrica ter um lucro maior no Brasil do que no México, segundo consultor, é o fato do México ter um “mercado mais competitivo” (?).

Um dirigente da Honda, ouvido em off, responsabilizou o “drawback”, para explicar a diferença de preço do City vendido no Brasil e no México. O “drawback” é a devolução do imposto cobrado pelo Brasil na importação de peças e componentes importados para a produção do carro. Quando esse carro é exportado, o imposto que incidiu sobre esses componentes é devolvido, de forma que o “valor base” de exportação é menor do que o custo industrial, isto é: o City é exportado para o México por um valor menor do que os R$ 20,3 mil. Mas quanto é o valor dos impostos das peças importadas usadas no City feito em Sumaré? A fonte da Honda não responde, assim como outros dirigentes da indústria se negam a falar do assunto.

Mas quanto poderá ser o custo dos equipamentos importados no City? Com certeza é menor do que a diferença de preço entre o carro vendido no Brasil e no México (R$ 15 mil).

A conta não bate e as montadoras não ajudam a resolver a equação. Apesar da grande concorrência, nenhuma das montadoras ousa baixar os preços dos seus produtos. Uma vez estabelecido, ninguém quer abrir mão do apetitoso “Lucro Brasil”.

Ouvido pela AutoInforme, quando esteve em visita a Manaus, o presidente mundial da Honda, Takanobu Ito, respondeu que, retirando os impostos, o preço do carro no Brasil é mais caro que em outros países porque “aqui se pratica um preço mais próximo da realidade. Lá fora é mais sacrificado vender automóveis”.

Ele disse que o fator câmbio pesa na composição do preço do carro no Brasil, mas lembrou que o que conta é o valor percebido. “O que vale é o preço que o mercado paga”.

E porque o consumidor brasileiro paga mais do que os outros?

“Eu também queria entender – respondeu Takanobu Ito – a verdade é que o Brasil tem um custo de vida muito alto. Até os sanduíches do McDonalds aqui são os mais caros do mundo”.

“Se a moeda for o Big Mac – confirmou Sérgio Habib, que foi presidente da Citroën e hoje é importador da chinesa JAC – o custo de vida do brasileiro é o mais caro do mundo. O sanduíche custa US$ 3,60 lá e R$ 14,00 aqui”. Sérgio Habib investigou o mercado chinês durante um ano e meio à procura por uma marca que pudesse representar no Brasil. E descobriu que o governo chinês não dá subsídio à indústria automobilística; que o salário dos engenheiros e dos operários chineses não são menores do que os dos brasileiros.

“Tem muita coisa errada no Brasil – disse Habib, não é só o preço do carro que é caro. Um galpão na China custa R$ 400,00 o metro quadrado, no Brasil custa R$ 1,2 mil. O frete de Xangai e Pequim custa US$ 160,00 e de São Paulo a Salvador R$ 1,8 mil”.

Para o presidente da PSA Peugeot Citroën, Carlos Gomes, os preços dos carros no Brasil são determinados pela Fiat e pela Volkswagen. “As demais montadoras seguem o patamar traçado pelas líderes, donas dos maiores volumes de venda e referência do mercado”, disse.

Fazendo uma comparação grosseira, ele citou o mercado da moda, talvez o que mais dita preço e o que mais distorce a relação custo e preço:

“Me diga, por que a Louis Vuitton deveria baixar os preços das suas bolsas?”, questionou.

Ele se refere ao “valor percebido” pelo cliente. É isso que vale.

“O preço não tem nada a ver com o custo do produto. Quem define o preço é o mercado”, disse um executivo da Mercedes-Benz, para explicar porque o brasileiro paga R$ 265.00,00 por uma ML 350, que nos Estados Unidos custa o equivalente a R$ 75 mil.

“Por que baixar o preço se o consumidor paga?”, explicou o executivo.

Amanhã a terceira e última parte da reportagem especial LUCRO BRASIL: “Quando um carro não tem concorrente direto, a montadora joga o preço lá pra cima. Se colar, colou”.

 

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Judiciário

Irmão de Lewandowski critica ministros do Judiciário e dispara: “No Brasil não existe lei nem justiça”

Foto: Divulgação

O economista Luciano Lewandowski, irmão do ex-ministro do STF e ex-ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, fez um duro desabafo nas redes sociais ao criticar a atuação das autoridades brasileiras, especialmente do Judiciário. Em comentário publicado no LinkedIn, ele afirmou que, no Brasil atual, “não existe lei nem justiça”.

A declaração foi feita em resposta a uma postagem do ex-diretor do Banco Central e investidor Luiz Fernando Figueiredo sobre o caso do Banco Master. No texto, Luciano atacou diretamente a atuação de ministros de tribunais superiores, afirmando que a jurisprudência foi “rasgada” e que cada autoridade decide “da maneira que quer”, sem respeito a prazos ou critérios iguais para todos.

Foto: Reprodução

No comentário, ele afirma que processos de pessoas comuns levam décadas para serem julgados, enquanto decisões envolvendo “amigos do rei” saem em poucas horas. Luciano ainda escreveu que, na sua avaliação, o país teria que “começar do zero”, algo que, segundo ele, não deve acontecer nesta geração.

Segundo o Metrópoles, Luciano Lewandowski não quis se manifestar sobre a mensagem.

O episódio ocorre em meio às revelações de que Ricardo Lewandowski foi contratado para atuar em favor do Banco Master por meio de seu escritório de advocacia, com honorários de R$ 250 mil mensais, pagos por quase dois anos mesmo após ele assumir o Ministério da Justiça no governo Lula (PT). O contrato seguiu em vigor sendo executado por seu filho, Enrique, e por sua esposa, Yara Lewandowski.

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Saúde

Congelamento de óvulos traz mais precisão e autonomia para mulher acima dos 30 anos

Foto: Divulgação

Planejar a maternidade deixou de ser apenas uma questão de tempo biológico. Em 2026, o congelamento de óvulos se consolida como uma escolha estratégica, consciente e cada vez mais alinhada aos projetos de vida das mulheres, seja por questões profissionais, pessoais ou de saúde.

Com avanços importantes na medicina reprodutiva nos últimos anos, a técnica tornou-se ainda mais segura e personalizada. Hoje, é possível avaliar com maior precisão a reserva ovariana, ajustar protocolos hormonais de forma individualizada e otimizar a qualidade dos óvulos coletados, reduzindo riscos e aumentando as chances futuras de sucesso.

Segundo a especialista em reprodução humana do DNA Fértil, Dra. Anna Beatriz Bezerra, o congelamento de óvulos evoluiu não apenas em tecnologia, mas em entendimento clínico.

“Avaliamos não só a idade da mulher, mas marcadores hormonais, resposta ovariana e histórico de saúde. Isso nos permite indicar o melhor momento e o melhor protocolo para cada paciente”, explica.

Em 2026, também cresce o número de mulheres que buscam o congelamento de forma preventiva, ainda antes dos 35 anos, compreendendo que fertilidade é um recurso finito e que informação é uma aliada poderosa.

“O que mudou foi o olhar. A mulher tem muitos projetos. E se tornou muito relevante para ela saber que no caso de uma promoção no trabalho ou até um diagnóstico de saúde, por exemplo, com os óvulos congelados, ela mantém a chance da gestação. Planejar é um ato de cuidado consigo mesma”, destaca a médica.

No DNA Fértil, o processo segue sendo rápido e seguro: alguns dias de estímulo ovariano, coleta em ambiente controlado e congelamento imediato dos óvulos, que podem permanecer preservados por tempo indeterminado, respeitando normas técnicas e éticas.

Para Dra. Anna Beatriz, falar sobre congelamento de óvulos é falar sobre futuro sem pressa e sem culpa. “Não é sobre adiar sonhos, é sobre protegê-los. A maternidade não precisa acontecer agora para continuar sendo possível amanhã.”

Em um cenário em que mulheres ocupam cada vez mais espaços, constroem carreiras sólidas e tomam decisões com mais autonomia, o congelamento de óvulos segue como uma das ferramentas mais importantes da medicina reprodutiva.

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Judiciário

Moraes diz que juiz pode faturar com palestras e ter ações em empresas privadas

Foto: Rosinei Coutinho/STF

O ministro do STF, Alexandre de Moraes afirmou, nesta quarta-feira (4), que magistrados podem receber cachês por palestras e manter participação em empresas privadas, desde que respeitados os limites previstos em lei. A declaração reacendeu o debate sobre as atividades permitidas a juízes fora da função jurisdicional.

Moraes relatou as Ações Diretas de Inconstitucionalidade (ADIs) 6293 e 6310, que questionam regras do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) sobre o uso de redes sociais por membros do Judiciário. Para ele, não há proibição legal para que magistrados sejam palestrantes ou acionistas, desde que não exerçam função de gestão nas empresas.

Segundo o ministro, a Constituição Federal e a Lei Orgânica da Magistratura Nacional (Loman) já definem com clareza o que é vedado aos juízes. Nos casos não abrangidos por essas normas, o Código Penal serviria como parâmetro, conforme entendimento adotado pelo próprio CNJ.

O ministro Dias Toffoli reforçou a posição. Ele destacou que magistrados podem receber dividendos de empresas ou propriedades, desde que não atuem na administração, citando como exemplo juízes que são acionistas, herdeiros ou proprietários rurais, dentro dos limites legais.

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Geral

[VÍDEO] VIRALIZOU: Promoção de macarrão instantâneo a R$ 0,01 provoca correria e tumulto em supermercado de Assu

Uma promoção de macarrão instantâneo por R$ 0,01 provocou correria e tumulto na reinauguração de um supermercado atacarejo em Assu, no Oeste do Rio Grande do Norte. As imagens se espalharam por todo o Brasil e também em perfis estrangeiros nas redes sociais.

O episódio ocorreu na última quinta-feira (29) e foi registrado em vídeos que viralizaram nas redes sociais. Segundo a rede, mil unidades do produto foram colocadas à venda e se esgotaram em cerca de quatro minutos.

Apesar da aglomeração, não houve registro de feridos. A empresa informou que realizou outras promoções ao longo do dia, com produtos vendidos por R$ 0,01 ou R$ 0,99.

A rede afirmou ainda que ações semelhantes fazem parte da estratégia de inauguração de novas lojas.

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Geral

Brasil possui 336 condenados ou suspeitos de feminicídio procurados pela Justiça com mandados de prisão pendentes

Freepik/Denis Zavhorodnii

Pelo menos 336 homens são procurados pela Justiça no Brasil por crimes de feminicídio e seguem em liberdade, apesar de terem mandados de prisão em aberto. Os dados fazem parte de um levantamento exclusivo do g1.

A maioria dos mandados é de prisão preventiva, aplicada quando o suspeito já foi identificado e deve ser preso durante o andamento do processo. Em 19 casos, os réus já foram condenados definitivamente e não podem mais recorrer, mas ainda não cumpriram a pena.

Entre os procurados estão autores de crimes considerados brutais, alguns incluídos na lista dos mais procurados do país. São Paulo lidera o número de mandados pendentes (108), seguido por Bahia (32), Maranhão (28) e Pará (27).

O levantamento foi feito a partir do Banco Nacional de Medidas Penais e Mandados de Prisão (BNMP), do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), e abrange crimes registrados entre o fim dos anos 1990 e 2023, incluindo feminicídios consumados e tentativas.

Embora a autoria dos crimes já tenha sido identificada na maioria dos casos, os mandados seguem sem cumprimento pelas polícias, em meio a um cenário de alta da violência contra mulheres. Em 2025, o Brasil registrou recorde de feminicídios: 1.530 mulheres assassinadas, média de quatro por dia.

Nesta quarta-feira (4), representantes dos Três Poderes lançaram, em Brasília, o Pacto Nacional Brasil de Enfrentamento ao Feminicídio, que prevê ações de prevenção, proteção às vítimas, responsabilização de agressores e garantia de direitos.

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CPMI do INSS avalia condução coercitiva de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master

Foto: reprodução/Esfera Brasil

O presidente da CPI do INSS, senador Carlos Viana (Podemos-MG), afirmou que poderá pedir a condução coercitiva do empresário Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, caso ele não compareça ao depoimento marcado para o dia 26 de fevereiro.

O depoimento, inicialmente previsto para esta quinta-feira (5), foi adiado a pedido da defesa do empresário e remarcado para depois do Carnaval.

Segundo Viana, a comissão quer esclarecimentos sobre 254 mil contratos de aposentados que tiveram descontos considerados irregulares, sem confirmação de autorização. “É hora de o senhor Vorcaro começar a falar para os aposentados que tiveram valores descontados pelo banco dele”, disse o senador.

O parlamentar afirmou que a CPI busca entender como o Banco Master passou a operar esses contratos, se houve favorecimento político e como foram tratadas as reclamações dos beneficiários do INSS.

Viana ressaltou que a investigação da CPI se limita aos descontos irregulares e não pode avançar sobre outras operações do banco no mercado financeiro.

Ainda na terça-feira (3), o senador se reuniu com o ministro do STF Dias Toffoli, que, segundo ele, garantiu a autorização para o deslocamento de Vorcaro a Brasília. Toffoli também teria se comprometido a liberar o acesso às quebras de sigilo do empresário após a conclusão da consolidação dos dados pela Polícia Federal, prevista para as próximas semanas.

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Argentina solicita aos EUA extradição de Nicolás Maduro para investigação sobre crimes contra a Humanidade

Foto: reprodução

A Justiça da Argentina pediu nesta quarta-feira a extradição de Nicolás Maduro aos Estados Unidos para que ele responda por acusações de crimes contra a Humanidade.

O pedido foi assinado pelo juiz federal Sebastián Ramos e se baseia no princípio da jurisdição universal, que permite a investigação desse tipo de crime independentemente do local onde tenha ocorrido. Maduro, presidente deposto da Venezuela, está detido em Nova York após ter sido capturado em uma operação militar realizada em Caracas no dia 3 de janeiro.

A solicitação segue o tratado de extradição firmado entre Argentina e Estados Unidos em 1997 e será processada por meio do Ministério das Relações Exteriores argentino.

O caso integra um processo aberto na Argentina contra Maduro e outros integrantes do regime venezuelano, como o ministro do Interior, Diosdado Cabello. A ação teve origem em denúncias apresentadas pela Fundação Clooney para a Justiça (CFJ) e pelo Fórum Argentino para a Defesa da Democracia (FADD), posteriormente reunidas em um único processo.

Segundo decisões judiciais argentinas, há indícios de um plano sistemático de repressão na Venezuela desde 2014, envolvendo desaparecimentos forçados, tortura, assassinatos e perseguição política. Em 2024, mandados de prisão foram expedidos contra Maduro e cerca de 30 integrantes do regime.

A Argentina já aplicou o princípio da jurisdição universal em outros casos recentes, como investigações contra militares de Myanmar e contra o presidente da Nicarágua, Daniel Ortega.

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VÍDEO: Equipe de reportagem da TV Ponta Negra é agredida durante transmissão ao vivo

Equipe da TV Ponta Negra é agredida durante cobertura de incêndio na Zona Norte de Natal

homem agride equipe de reportagem da TV Ponta Negra

Durante a cobertura de um incêndio em uma loja, na Zona Norte de Natal, uma equipe da TV Ponta Negra foi vítima de agressão enquanto realizava uma transmissão ao vivo nesta quarta-feira (4).

O repórter Rogério Fernandes e o cinegrafista Maurício Teixeira foram surpreendidos por um homem, ainda não identificado, que partiu para cima dos profissionais sem qualquer motivação aparente, interrompendo o trabalho da equipe no local.

A Polícia Militar foi acionada, mas o agressor deixou a área antes da chegada da viatura. Um boletim de ocorrência será registrado na Polícia Civil para investigação do caso.

Sistema Ponta Negra de Comunicação informou que o setor jurídico já foi acionado e que todas as medidas cabíveis serão adotadas para garantir a segurança e preservar a integridade de seus colaboradores.

Veja a ação do agressor:

Ponta Negra News

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Parlamentares reúnem assinaturas e apresentam pedido por CPMI do Banco Master

Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado

Com apoio de 278 parlamentares, a oposição protocolou no Congresso um pedido de criação de uma CPMI para investigar o Banco Master e supostas fraudes financeiras envolvendo a instituição.

O requerimento foi apresentado na terça-feira (3) e reúne assinaturas de 42 senadores e 236 deputados, número superior ao mínimo exigido para a abertura da comissão mista. O pedido ainda passa por análise da Secretaria-Geral da Mesa antes da leitura oficial em sessão do Congresso.

Articulador da iniciativa, o deputado Carlos Jordy (PL-PR) afirmou que o número de apoios reflete pressão popular e defendeu que a leitura do requerimento é um procedimento automático. Segundo ele, a instalação da CPMI não depende de juízo político e deve ocorrer na próxima sessão conjunta, prevista apenas para depois do Carnaval.

Para que a comissão seja oficialmente criada, é necessária a leitura do pedido em plenário, sob a presidência do Congresso Nacional, comandado por Davi Alcolumbre (União-AP).

O líder da oposição na Câmara, deputado Cabo Gilberto Silva (PL-PB), criticou a postura do PT, afirmando que o partido não tem interesse em aprofundar as investigações. Parlamentares petistas, por sua vez, contestaram a iniciativa da oposição, mas declararam apoio a outras propostas de investigação já apresentadas ou em articulação no Congresso.

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Geral

VÍDEO: Por falta de votos na eleição indireta e para ‘não entregar mandato à direita’, Fátima não deve renunciar ao Governo do RN

No programa Meio Dia RN desta quarta-feira (4), BG analisou o cenário político do RN em meio ao impasse sobre a possível renúncia de Fátima Bezerra e uma eventual eleição indireta para o cargo de governador na Assembleia Legislativa. Por falta de votos suficientes para eleger um ‘governador tampão’ e por receio de ‘entregar o mandato à direita’, Fátima deve permanecer no cargo de governadora e não concorreria ao Senado.

Opinião dos leitores

  1. Fátima não renunciará, não tenho nenhuma dúvida. Se isso acontecesse o PT entregaria de bandeja centenas de cargos comissionados, inclusive secretarias e o cofre que não estar raspado.
    Fátima é do PTismo xiita.

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