Diversos

VÍDEO – Praia de Ponta Negra: Não bastassem preços estratosféricos em barracas, banhista que alugou ‘espaço’ se revolta com bronca de comerciante ao comprar tira gosto de vendedora ambulante

Alvo de reclamações constantes, as barracas na Praia de Ponta Negra, na Zona Sul de Natal, segue desagradando turistas e moradores com seus preços muito além da média, sejam bebidas ou seus petiscos. De porções mínimas de batatinhas a R$35,00 a pratos entre R$ 100 e R$ 250,00, os valores, definitivamente, saíram de controle.

Não bastasse o cenário que vem espantando o turismo local, uma turista desabafou nas redes sociais com o tratamento de um serviço prestado na praia. Após alugar a barraca e cadeiras por R$ 20,00 para ficar com a sua mãe a crianças, e consumir bebidas, enquanto curtia a paisagem indiscutível da praia e o seu banho de mar, acabou advertida pelo comerciante ‘responsável pelo espaço’ ao comprar filezinho de peixe com uma mulher que passava pelas barracas oferecendo o seu petisco.

“Cara quis crescer para cima da gente. Aqui está todo mundo trabalhando. Existe muito trabalhador que depende disso. E a gente comprou um tira gosto com outra mulher, e não significa que a gente não possa comer a comida dele. Mas, não. Não vamos mais ficar aqui. Muito mal educado, discutiu com a minha mãe. Então não venha aqui”, desabafou a cliente.

Vídeo cedido abaixo:

Opinião dos leitores

  1. toda razão, fui a João Pessoa e é totalmente difrente, sendo aqui tão próximo. Quiosques que parecem restaurantes, com estrutura, pessoal edicado, comida boa e preço justo. Fora que Ponta Negra não tem onde estacionar, você é multado em todo lugar que estacionar.

  2. Ano passado levei um parente de outro estado para Ponta Negra. Eu fiquei envergonhado. Não levo mais ninguém lá.

  3. Um almoço em restaurante conhecido é melhor e mais barato. Um absurdo deixarem isso acontecer. Essa região já era. Essa praia já foi, está entregue à desorganização, à sujeira, aos ladrões e aos degradados. No mínimo, além de uma boa reurbanização e paisagismo e reforma dos equipamentos, a Prefeitura deveria caças as licenças desses escroques que abusam de turistas e banhistas.

  4. Isso sem falar na máfia de flanelinhas guardadores de carros, não fazem nada e vem colocar preço no estacionamento público.

  5. Essa exploração absurda está matando o turismo de Natal, estão favelizando P Negra transformando em uma feira livre. A Prefeitura precisava credenciar os ambulantes das prais, fornecer crachás de identificação e estipular um código de conduta. Os ambulantes deveriam atuar sob a forma de associação ou cooperativa, essa associação poderia ser responsável pela manutenção dos banheiros e pela disciplina dos ambulantes. Deveria ser estipulado um número de ambulantes por dia, com rodízio se necessário fosse.

  6. Embora a razão estivesse com o comerciante, nada melhor do que gentileza, e vontade de bem tratar o cliente… afinal, cliente insatisfeito não volta. Era interessante colocar um aviso nas mesas, orientando para não comprar das pessoas que passam vendendo na orla. Mas impor, como obrigação, aí já é demais! Natal está muito distante do serviço prestado pelo pessoal que vive do turismo em cidades como Fortaleza, João Pessoa e Recife. Tem que correr atrás, porque vamos ficar cada vez mais distantes. Cidade linda, mas extremamente insegura, com preços abusivos, e péssimo atendimento ao turista.

    1. Não concordo que a razão está com ele,aja visto que ele alugou a mesa e o guarda sol ,se alugou deixa livre para pessoa comprar de quem quiser, quem trabalha como bar ,restaurante, quiosque ou similares tem que oferecer espaço para consumo de seu produto sem custos extras, nesse caso tá explicado que foi cobrado a locação do conjunto, assim sendo o comerciante está muito errado em pedir exclusividade.

    2. Se o barraqueiro cobrou pelo uso da barraca, ele não tem direito algum de exigir consumação afinal ele já está sendo remunerado pela prestação do serviço.

  7. Esse mesmo cidadão mandou que eu me retirasse da Praia,só que comigo ele ouviu o que tinha que ouvir,hoje eu tenho trauma de ir a ponta negra,faltou pouco pra irmos as vias de fatos,mais graças a Deus não aconteceu nada só a raiva mesmo.

  8. Já passaram ao lado de uma barraca na praia do forte? Domingo fui lá e a situação está feia, não tenho coragem de levar alguém de fora para nossas praias de natal

    1. Moro em.Natal e nunca mais me sento nem consumo nessas barracas, além de sujas os.caras cozinham não sei lá onde, a comida.demora uma hora pra chegar, chega fria e ainda me cobraram 14 reais em.uma coca.cola que custa 3.00 absurdo total. Na hora de pagar ainda tive que ir a um caixa eletrônico sacar dinheiro porquê a maquineta de cartão não funcionava. Enfim, constrangimento total. Não volto jamais.

  9. Sinceramente espero que na orla de ponta negra só restem os ratos,90% dos comerciantes e/ ou permissionários que estão ali exploram covardemente os que frequentam a praia, são relatos antigos há mais de 15 anos isto acontece ali sem controle, os turistas fogem e a polução idem, a fama que se espalha por causa deles é que no estado somos todos exploradores, afastam e dificultam a venda do estado como produto turístico , causando um enorme estrago num setor que teria tudo para gerar mais emprego e renda, lamentável o que fazem.

  10. A falta de educação, preços abusivos, calçadões sujos e falta de segurança, espantam quem vem a Natal.

  11. ( Bronca ou aviso )
    Sei que cliente tem sempre razão mais xingar como ela fez aí não concordo, teve sorte do comerciante não ter chamado a polícia.

  12. Manda esse pessoal fazer um estágio com João Pessoa. Atendimento show e preços acessíveis. Despesa que aqui chegaria a 300 reais, lá vc paga a metade do preço e o proprietário ainda manda a saideira por conta da casa. Quando questionado se o Valor era aquele mesmo, ele disse: tá caro? Expliquei que em Natal aquilo seria o dobro.

  13. É por essas e outro que estando de férias vou pra João Pessoa, há 140 quilômetros daqui e mesmo assim gasto menos do que se eu fosse para as praias daqui , não conheço as outras mas as orlas de João Pessoa, Fortaleza e Recife dão um banho nas orlas daqui ,em atendimento e em preço, foi com essa mentalidade de ponta negra que Genipabu não evoluiu , ainda sobrevive dos passeios de bugre e dos dromedário , mas as barracas penan pra vender ,esse vai ser o fim de ponta negra, atendendo mau , explorarando nós preço e fazendo tipo cartel entre os barraqueiros , um absurdo aquela praia , infelizmente.

    1. Ainda tenho fé que entre um prefeito para resolver para resolver o problema da orla urbana de Natal.

    2. toda razão, fui a João Pessoa e é totalmente difrente, sendo aqui tão próximo. Quiosques que parecem restaurantes, com estrutura, pessoal edicado, comida boa e preço justo. Fora que Ponta Negra não tem onde estacionar, você é multado em todo lugar que estacionar.

  14. O RETRATO DO TURISMO EM NATAL , FALTA DE EDUCAÇÃO , PREÇOS ABUSIVOS, EXPLORAÇÃO TOTAL ! TUDO ISTO ESPANTA O TURISTA SEM FALAR QUE EM PONTA NEGRA NEM SE PODE ANDAR NA CALÇADA TRANQUILO SEM SER ABORDADO POR PESSOAS OFERECENDO ALGO

  15. Por essas e outras que não ponho meus pés em Ponta Negra, o serviço sempre péssimo, preços nas alturas, melhor ir a restaurantes distante da orla, ser bem atendido, comer e beber bem e pagar preço justo, e isso nada tem a haver com pandemia não, o serviço sempre ruim, e os preços bem altos. não recomendo a nenhum amigo ou familiar uma ida a Ponta Negra

  16. Parabéns aos nossos governantes (em especial o atual PREFEITO) que estão deixando Ponta Negra, o principal cartão postal de Natal e do RN chegar a esse ponto de bagunça, desorganização, sujeira e ainda pra piorar com permissionários tratando mal o turista… Se o turismo cair em Natal ou no Estado, o governo e a prefeitura vão viver de quê? Só de esmolas do governo federal? Como vai ficar os milhares de empregos gerados direta e indiretamente pelo turismo? E a noite essa bagunça piora muito viu! Ponta Negra e TODA a orla de Natal virou uma terra de ninguém e daqui a pouco só drogados e marginais vão frequentar…

    1. Seu comentário foi só para falar mal dos governantes e nada de falar sobre o q aconteceu de fato, tudo isso foi culpa do dono da barraca que se acha no direito de ser exclusivo só porque vendeu a as cadeiras.

    2. Nildo, releia a parte que eu escrevi: ainda pra piorar com permissionários tratando mal o turista… O direito de usar o espaço público ali na praia é concedido pela prefeitura por meio de permissão de uso (talvez concessão), então o “dono da barraca” pode ser chamado de permissionário. E sim, o governo do Estado e a prefeitura são responsáveis pela deterioração de nosso maior cartão postal… Esse problema vem piorando a cada ano e o nosso turismo vai perdendo espaço para cidades próximas a nós que mesmo não tendo as mesmas belezas naturais, são muito mais organizadas, como João Pessoa, por exemplo.

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Economia

Preços do petróleo têm forte queda e entram em território de correção

Foto: Christian Hartmann/Reuters

Os contratos futuros do petróleo fecharam em forte queda nessa segunda-feira (19), acompanhando o movimento global de aversão a risco e com os investidores avaliando também o acordo entre os membros da Organização dos Países Exportadores de Petróleo e seus aliados (Opep +) para flexibilizar a restrição à produção de seus membros, nos próximos meses.

O contrato do petróleo Brent para setembro fechou em queda de 6,60%, a US$ 68,62 por barril, na ICE, em Londres, enquanto o do petróleo WTI para agosto recuou 7,50%, a US$ 66,42 por barril, na Bolsa de Mercadorias de Nova York.

Ambas as referências do petróleo fecharam, hoje, com perdas acumuladas de mais de 10% em relação aos picos recentes, entrando no chamado território de correção, que é normalmente visto pelos investidores como um indicador de tendência negativa para o ativo.

Os contratos do petróleo recuaram nas últimas sessões, com os investidores desfazendo apostas em mais altas da commodity e, nesta segunda, tomaram um tombo em meio aos temores em torno da disseminação da variante Delta da covid-19.

Opep+

Além disso, os investidores avaliam o anúncio da Opep+, que acertou que seus membros adicionarão 400 mil barris por dia a cada mês a partir de agosto, até que seja retomada toda a produção interrompida no ano passado, quando a pandemia colapsou a economia global. O acordo foi fechado formalmente no fim de semana, depois que a Arábia Saudita e os Emirados Árabes Unidos resolveram suas diferenças.

Segundo analistas, o acordo oferece uma visão mais nítida para os investidores avaliarem a velocidade com a qual o cartel vai recolocar no mercado os 5,8 milhões de barris por dia ainda retidos.

Para o Goldman Sachs, o negócio acabará ajudando a consolidar ganhos adicionais para o mercado de petróleo. Levando em consideração a incapacidade de vários membros do cartel de cumprir com suas cotas, a produção provavelmente crescerá de 300 mil a 350 mil barris por dia a cada mês, em vez dos 400 mil estipulados no acordo, disse o banco. Além disso, o fato de que os futuros de longo prazo estão sendo negociados com desconto em relação aos preços à vista deve impedir os produtores americanos de aumentar a produção, acrescentou a instituição financeira.

“Apesar de mais barris chegando ao mercado no mês que vem, nada realmente pode atrapalhar a crença de curto prazo de que os preços vão continuar subindo. O acordo da Opep permitirá 400 mil barris por dia em aumento de produção, uma gota no balde d’água, dada a demanda robusta que ocorre apesar da variante Delta”, afirmou Edward Moya, analista-sênior de mercados da Oanda.

G1, com Valor

Opinião dos leitores

  1. Vamos ver se o falso mesias vai dar a ordem para a petrobras baixar o preço. O PT saiu mas a estatal continua a ser massa de manobra para distribuir dinheiro de campanha através de compra de ação e pagamento de dividendos para eles!!

    1. Comeu o capim hoje Sabichão ? Ou fumou a bosta do verme 9dedos. O chôro é livre. Arrume trabalho pq vagabundo não terá mais têta

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Economia

Em nota à população, Sindipostos RN lamenta nova alta na gasolina e explica incapacidade de gerir preços

Diante de várias informações que vêm circulando desde esta quarta-feira (24), acerca de um aumento dos preços da gasolina nas bombas em Natal, o Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo do RN (Sindipostos RN), vem a público destacar alguns números – todos de domínio público e que podem ser conferidos por meio de rápidas buscas na internet e em sites como os da Petrobras e o da Agência Nacional de Petróleo (ANP).

No nosso entendimento, a atenção a estes números ajuda a explicar os fatos recentes de maneira clara e transparente, reforçando que os postos não podem ser responsabilizados, em nenhum nível, por qualquer variação extraordinária de preços.

No período de janeiro a junho de 2021, o etanol anidro (que é misturado à gasolina A que sai das refinarias, para compor a gasolina C, vendida nas bombas, na razão de 27%) tem alta acumulada de preço em torno de 43%. Somente este aumento impacta, em média, num acréscimo que varia de R$ 0,45 a R$ 0,75 centavos por litro de gasolina na bomba.

Já o etanol hidratado, o que abastece diretamente os carros flex ou movidos a álcool, subiu, no mesmo período, 58,4%. Por sua vez, a gasolina A teve seu valor ajustado pela última vez em 11 de junho, com redução de 1,9% nas refinarias (isso após ter atravessado quarenta e cinco dias sem nenhuma alteração). Mesmo assim, o produto acumula, alta de 37,5% nas refinarias de janeiro a junho deste ano. Já o óleo diesel tem alta acumulada, nas refinarias, desde janeiro, da ordem de 34%.

Lembrando que, no mesmo período (seis meses), a inflação oficial acumulada é de cerca de 2,3%. Por fim, segundo levantamento da ANP, o preço médio do litro da gasolina em Natal estava, em janeiro deste ano, em R$ 4,953. Considerando o valor máximo de R$ 6,30 mostrado em matérias de imprensa veiculadas nesta quarta (24) e quinta (25), o aumento do preço equivale a 27,19% portanto ainda muito abaixo dos percentuais que majoraram os produtos nas suas etapas iniciais da cadeia de revenda.

Por fim, nos resta lamentar estes aumentos, ao tempo em que reforçamos que ter preços mais baixos dos combustíveis nas bombas é algo que interessa diretamente a todas os postos, uma vez que eles, varejistas que são, dependem da venda em volumes razoáveis dos seus produtos para manter a sustentabilidade financeira de seus negócios, gerando ocupação e renda para dezenas de milhares de trabalhadores.

SINDIPOSTOS RN

Opinião dos leitores

  1. Ah…. olha como os donos de postos de Natal são bonzinhos…. eles estão afirmando que o preço da gasolina em Natal subiu menos que os aumentos acumulados da Petrobrás… que lindo, que fofo! Tem um detalhe que até hj eles ainda não saben explicar… pq que nossos combustíveis são bem mais caros que dos nossos vizinhos CE, PB e PE. Coitados dos donos de postos dw Natal.

  2. Preço caí na refinaria: O posto esperar novos carregamentos para baixar os preços;
    Preço aumenta na refinaria: Aumento instantâneo nas bombas.
    E outra, se está insustentável fecha as portas! Duvido que um posto não tenha uma boa margem de lucro.
    E outra, se n

  3. Incrível como não aparece ninguém que pense no consumidor e que nos defenda. Ficamos a mercê de todos os aumentos (alimentacão, energia, combustíveis e bens de consumo duráveis, serviços e etc.) Enquanto a caravana passa, nós ladramos, apenas. Estamos ferrados! Tudo cada vez pior e a turma brigando para ver quem tem razão.

  4. Gostaria que eles explicassem por que aqui o preço do litro do álcool sempre equivale a 70% do da gasolina, nunca variando para baixo nem nos períodos de safra.

  5. Tem que fazer um movimento de abastecer em um só posto em cada bairro. Assim os outros empresários não terão grande movimento, fazendo com que o movimento caia

  6. O ideal seria um boicote geral ao abastecimento nos postos do RN, mais infelizmente a população não tem um transporte público de qualidade e que ofereça segurança, ficamos reféns.
    Eu já optei por usar bicicleta – vamos aderir.
    Isso é uma vergonha para o povo do RN – gasolina cara e os órgãos fiscalizadores nada fazem – eles além de ganharem bem, estão em tele trabalho e têm ajuda de custo para tudo – fora os carros oficiais

  7. Hum, sei. Verdade sucumbida ao espelho da vaidade. Resumo, blá, blá, blá e fumo… Mais uma vez os órgãos judiciários e fiscalizadores sumiram… Triste realidade.

  8. Sem falar nos constantes aumentos do ICMS por parte do governo do estado, de 15 em 15 dias o governo do estado atualiza os preços da pauta do combustível, ou seja a cada 15 dias Fátima aumenta o valor cobrado e continua enchendo os cofres as nossas custas

    1. Ai jumentimmm….me diz ai quando o governo do estado aumentou ICMS ?
      Maldita inclusão digital.

  9. interessante que o dólar baixa ,o preço cai na refinaria mas para o
    consumidor final só fumo, essa briga com o governo federal só nos que arcamos com as consequências

  10. Tem que fazer aqui o que foi feito em João Pessoa ( todos sabem o que estou falando), aqui é imoral e ninguém toma uma providência, porque?

  11. Só esqueceram de colocar nessa nota mentirosa porque os preços são iguais em todos os postos.

  12. Que lamentar!!! A população é que sofre!! Tudo aumenta e a gente, como sempre perdendo. Trabalhador e pobre, é o que mais sofre. Muitos nem carro tem, mas precisa de comida na mesa. E com a alta do combustível tudo sobe.. tenho certeza que a classe média já está sentindo. Nada melhora nesse país e esse camarada ainda deve ficar no poder? Cai fora!!! Já não aguento mais!!!

    1. O pior é que não nos deixaram nem a opção de abastecer com Etanol.

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Economia

Petrobras cortará preço do diesel em 2,17% e da gasolina em 1,89% nas refinarias a partir deste sábado

Foto: REUTERS/Marco Bello

A Petrobras anunciou nesta sexta-feira (30) que vai reduzir o preço médio da venda do diesel e da gasolina nas refinarias no sábado (1). O valor do diesel para as distribuidoras passará a ser de R$ 2,71 por litro, após redução 2,17% ou de R$ 0,06 por litro. Já o preço médio de venda da gasolina passará para R$ 2,59 por litro, após redução de 1,89% ou de R$ 0,05 por litro.

Segundo a companhia, os preços de diesel e gasolina praticados pela Petrobras buscam equilíbrio com o mercado internacional e acompanham as variações do valor dos produtos e da taxa de câmbio, para cima e para baixo.

É bom lembrar que esta sexta-feira (30) é o último dia com isenção de PIS/Cofins para os caminhoneiros, uma medida adotada há dois meses para tentar ajudar a categoria em meio à crise econômica.

Segundo a Petrobras, desde 31 de dezembro de 2019 e considerando os reajustes que vigorarão a partir de amanhã, os preços médios de diesel nas refinarias da Petrobras para as distribuidoras subiram 16,1%, enquanto os de gasolina tiveram alta de 34,8%.

Desde o último reajuste, em 15 de abril, quando a Petrobras anunciou aumento dos combustíveis, o dólar — que é um dos componentes que justificam o sobe-e-desce dos preços —, recuou 4,6% até ontem. Levando em consideração atual (por volta das 11h25), a queda foi de 3,5%. Já o petróleo recuou 0,45% no mesmo período.

CNN Brasil

Opinião dos leitores

  1. Os postos aumentaram hj 0,20 no litro, quando chegar essa redução o preço volta ao que era antes. Combustíveis no Brasil não tem solução seja o governo que for.

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Economia

Silva e Luna toma posse na Petrobras e diz que reduzirá volatilidade de preços

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

A Petrobras buscará reduzir a volatilidade dos preços de combustíveis sem “desrespeitar” a paridade de importação, afirmou nesta segunda-feira (19) o novo presidente da Petrobras, general Joaquim Silva e Luna, durante cerimônia de sua posse.

Segundo ele, é preciso fazer tudo “conciliando interesses de consumidores e acionistas, valorizando os nossos petroleiros, buscando reduzir volatilidade sem desrespeitar a paridade internacional”.

O executivo disse ainda que tem o objetivo de garantir o maior retorno possível ao capital empregado.

CNN Brasil

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Economia

Pesquisa do Procon Natal aponta queda de preços nos combustíveis

Foto: Alex Régis/Secom

O Procon Natal aponta uma queda nos preços dos combustíveis na capital potiguar. A pesquisa mensal indica números de redução no preço, com dados tabulados, até o momento, no mês de abril. Segundo o relatório, o preço médio da gasolina nas bombas é de R $5,479.

Os pesquisadores encontraram o menor preço da gasolina de R $5,330 na zona sul da cidade, na avenida da integração, ou seja, (2,79%) menor que a média de preços. Já na zona norte de Natal, a variação é para cima, com 6,88% de diferença a mais no preço da média com o combustível comercializado a R $5,697 em um posto na avenida João Medeiros Filho.

De acordo com dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustível – ANP, a gasolina nas refinarias, teve reajustes positivos nos três primeiros meses do ano, com alta nos preços, que superam os 54%. A gasolina aumentou duas vezes em janeiro, repetiu em fevereiro e também em março.

Diesel

Já o aumento para o diesel nas refinarias acompanhou a toada, uma vez que este combustível subiu 41,6% em 2021. Nesse caso, foram dois aumentos em março, dois em fevereiro e um em janeiro. Os diversos reajustes que a Petrobras vem anunciando ao longo do ano resultam da política de preços adotada pela estatal, com paridade ao dólar.

No entanto, entre os dias 4 e 10 de abril, o diesel, por exemplo, teve uma queda de 0,3% em relação à semana anterior, para R $4,212, e de 1,5% se comparado ao mês anterior. Já a gasolina cedeu 0,05% entre a semana passada e a anterior, para R $5,448, e 2,5% na comparação mensal. Ou seja, a atual realidade, encontrada pelo Núcleo de Pesquisas do Procon Natal, demonstra que, depois de uma série de consecutivos aumentos no início do ano, nos meses de janeiro, fevereiro e março há uma queda nos preços das bombas para os natalenses.

O trabalho também constatou variações consideráveis entre os preços praticados nos diversos postos de combustíveis locais. A diferença entre o maior R$5,697 e o menor preço R$5,330 é de R$0,367 centavos de Real por litro de gasolina e isso equivale a uma variação de (6,89%). A gasolina comum mais barata encontra-se na região sul no bairro de Candelária, mas o menor preço médio dentre as quatro regiões pesquisadas é na oeste com, R$5,431. Já o maior preço da gasolina comum foi constatado na região norte, no bairro da Redinha, no entanto o maior preço médio de gasolina comum encontrado pela pesquisa foi na região sul com R $5,496.

Diante desses resultados, o órgão municipal de proteção ao consumidor orienta que a pesquisa de preços é a melhor solução para economizar, uma vez que foi constatada variação de preços grande entre os postos da cidade.

Ranking

Para auxiliar, o Procon Natal elaborou uma lista com variações entre o maior e menor preço, como também com os menores e maiores preços por região e disponibilizou os dados em sua página no endereço eletrônico www.natal.rn.gov.br/procon. Na página existe um ranking com endereço e região dos 10 postos com os preços mais baratos na cidade e planilha com as variações de maior e menor preço encontradas pela pesquisa.

Gás veicular

No mês de abril o preço médio encontrado foi de R$3,535, com variação (3,12%) entre o maior preço encontrado pela pesquisa de R$3,559 e o menor preço de R$3,490, isso equivale a R $1,09 por m3 do produto.

O menor preço constatado pela pesquisa foi de R $3.490 na zona sul e oeste e de R $3.499 na leste, bairros de Candelária e Lagoa Seca, Bairro Nordeste e de Felipe Camarão, além de Tirol e Lagoa Seca respectivamente. E o maior preço encontrado foi de R $3.599 na zona sul no bairro de Capim Macio.

Etanol

Hoje o preço do etanol em média é de R$ 4,625 que corresponde a (84,41%) do preço médio da gasolina de R$ 5,479 então, para ser viável ao consumidor que possui veículo flex, esse percentual teria que ser de 70% do preço médio do Etanol em relação ao da gasolina, ou seja, teria que está em média R$ 3,835. O que não é muito viável ao consumidor.

O Etanol, apresentou variação de (12,04%) no comparativo entre o maior e o menor preço no mês de abril com maior preço de R $4,840 e o menor preço de R $4,320, uma diferença de (R$0,520) centavos de reais por litro.

A região com a maior média encontrada pela pesquisa foi a região sul com (R $4,639), o maior preço encontrado foi no bairro de Capim Macio, já o menor preço encontrado foi na região oeste no bairro de Cidade Nova.

Diesel comum

O Diesel comum iniciou o ano com aumentos sucessivos, mas na pesquisa no mês de abril teve a maior como variação entre o maior e menor preço encontrado pela pesquisa de 18,91%, onde o maior preço R$ 4,697, encontrado na região norte e menor preço encontrado na região oeste no bairro de Cidade Nova com o valor de R$ 3,950, e isso equivale a R$ 0,750 centavos de Reais no litro.

O maior preço médio do diesel aparece na região sul com R $4,570 e a região com menor média encontrada foi a oeste com o valor de R $4,318.

 

Opinião dos leitores

  1. O procon e o ministério público precisa vim aqui em Parnamirim, o gnv nos três postos de combustíveis esta 3,83, enquanto o da entrada do satélite e de Emaús estão a 3,50. Em Natal tem posto a 3,39.

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Economia

Petrobras anuncia redução nos preços da gasolina e do diesel a partir desta quinta

Foto: Economia G1

A Petrobras vai reduzir o preço da gasolina e do diesel nas refinarias a partir desta quinta-feira (25), informou a companhia. É a segunda queda no preço da gasolina este ano e a primeira do diesel.

O preço médio de venda da gasolina passará a ser de R$ 2,59 por litro, queda de R$ 0,11 (-3,71%). O preço do diesel passa a ser de R$ 2,75, queda de R$ 0,11 (-3,85%).

A redução no diesel vem após cinco altas consecutivas este ano. Já a gasolina subiu seis vezes antes de ter o preço reduzido na semana passada.

Com a mudança, a gasolina passa a acumular alta de 40,76% desde o início do ano, enquanto o diesel subiu 36,14%.

Em dezembro, o litro da gasolina custava em média R$ 1,84. Já o do diesel saía a R$ 2,02.

Troca de comando

As sucessivas altas nos combustíveis este ano irritaram o presidente Jair Bolsonaro, que indicou o general Joaquim Silva e Luna para substituir o presidente Roberto Castello Branco do comando da estatal, como mostra o vídeo abaixo.

A troca provocou um forte forte abalo nas ações da companhia, que chegou a perder R$ 75 bilhões em valor de mercado em um só dia.

Lucro recorde

A Petrobras encerrou o quarto trimestre de 2020 com lucro recorde de R$ 7 bilhões, apesar do momento de crise. Segundo a Economatica, o resultado é tanto recorde nominal entre as empresas brasileiras como também quando se ajustam os valores dos maiores lucros da história pela inflação.

G1

 

Opinião dos leitores

  1. Foi só sair o comunista Castello Branco que aqui onde moro baixou R$ 0,30, e podem ter certeza que vai baixar mais.
    A política do governo federal é de baixar impostos federais ao contrário dos governos estaduais que vem aumentando o ICMS na pandemia.

  2. Nunca vai baixar cidadoes, são vampiros da
    vida, exploradores, a carne,arroz ou feijão, estamos no Brasil, terra de ladrão

  3. Os donos de postos tem dificuldade de fazer as contas pra reduzir o preço nas bombas.
    Justificativa, qdo compraram o preço era mais alto, então só com os novos estoques!
    Interessante que qdo é anúncio de aumento o estoque nunca é antigo e o reajuste sempre é automático.
    Próximo reajuste pra cima vai passar dos R$6,10.

  4. Não baixou nem o da semana passada imagine essa de agora,para subir vem a galope mas para baixar vem a passos de tartaruga.

  5. O ultimo parágrafo demonstra que existe crime ou no minimo omissão….!!! Lucro exarcebado e o povo nessa situação!!! Quem é burro hj pra comprar um carro 2.0 ou suv!!!????? Só os arrumados…!!!!

  6. E ainda teve gente que reclamou da mudança do presidente da Petrobras.
    Já é a segunda redução.
    Bora galera Lula livre

    1. Olha Gustavo eu acho que quem reclamou não foi a galera lula livre não, hein. Foram mais os Paulo Guedetes. Aliás, o que Bolsonaro está fazendo com os preços é exatamente o que Dilma fez e deixou a galera da faria lima chateada. Nesse ponto Bolsonaro = Dilma.

  7. Será que chega na bomba pra nós , este desconto … pra subir é imediato. Para baixa a conversa é outra , a baixa da semana passada ainda não vi chegar aqui vcs viram ??? Pagamos a gasolina mais cara do NÉ . MP e Procom vamos trabalhar tirar bundinha da poltrona .

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Economia

Racha na ANP expõe lobby de distribuidoras contra queda de preços dos combustíveis

Foto: Shutterstock

No momento em que o presidente Jair Bolsonaro intervém na Petrobras pela redução do preço de combustíveis, um processo que poderia reduzir em até R$ 0,50 o preço do litro da gasolina nas bombas encontra-se parado na ANP (Agência Nacional do Petróleo) há mais de um ano.

A inércia beneficia grandes distribuidoras, como a BR, a Ipiranga e a Raízen (Shell). Algumas delas tentam barrar a mudança.

A medida em preparo permitirá que as distribuidoras de marca possam vender para qualquer posto. Hoje, elas só podem negociar com a rede da mesma bandeira.

Estudos do governo indicam que a mudança aumentará a competitividade e poderá derrubar o preço sem precisar passar pelo Congresso ou causar perdas de arrecadação à União.

Isso porque hoje as grandes companhias concentram poder de negociação controlando cerca de 70% do mercado.

Essa concentração ocorre porque, desde 2008, os postos “bandeirados”, atrelados à marca de alguma distribuidora, são proibidos de adquirir combustíveis de outras fornecedoras, ainda que o preço seja menor.

Somente os de “bandeira branca” (sem marcas) têm a possibilidade de negociar condições melhores de preço porque usufruem da liberdade de comprar de diferentes distribuidoras.

Em média, o preço nesses postos costuma ser mais baixo em relação à rede credenciada –entre 0,2% e 7%, segundo levantamento da própria ANP realizado em todo o país na segunda quinzena de fevereiro.

O fim da revenda por marcas foi uma iniciativa apoiada por diferentes órgãos do governo desde 2018 em resposta à paralisação dos caminhoneiros que chegou a comprometer o crescimento do PIB (Produto Interno Bruto).

Sob Bolsonaro, entrou na agenda oficial como “pauta prioritária” após contribuição de diferentes ministérios e autarquias diante de nova ameaça de paralisação de caminhoneiros pela alta do diesel.

Pelo cronograma definido pela ANP, a liberdade de compra de combustível já deveria estar em vigor desde junho do ano passado.

No entanto, o processo encontra-se parado há um ano na Superintendência de Distribuição e Logística da agência, sem qualquer qualquer tramitação, segundo o sistema eletrônico de acompanhamento processual.

Os documentos que mencionam o andamento dessas reuniões indicam que as cinco superintendências da ANP envolvidas no preparo da nova norma deveriam se posicionar e, na sequência, o regulamento seria redigido.

Deram aval as superintendências de Defesa da Concorrência (SDR), Biocombustíveis e Qualidade de Produtos (SBQ), Fiscalização do Abastecimento (SFI) e a de Produção de Combustíveis (SPC). Também sinalizaram favoravelmente assessores da diretoria da agência.

Durante o processo de discussão a respeito da medida, o Ministério da Economia, a Secretaria Nacional do Consumidor, vinculada ao Ministério da Justiça, e o Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) apoiaram a mudança.

Grandes distribuidoras, como a BR e Raízen, além da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), se posicionaram contrariamente.

Pessoas que participaram das discussões afirmam que BR e Raízen procuraram diretamente a Superintendência de Distribuição e Logística pressionando para que a medida não entrasse em vigor.

Consultadas, as empresas não quiseram se manifestar.

O relatório final desse grupo de trabalho foi enviado ao diretor-geral da ANP, Décio Odonne, em fevereiro de 2019.

A área de Distribuição e Logística da ANP, responsável pela interlocução com as distribuidoras, foi a única unidade da agência a não assinar o relatório que, na prática, esvaziaria o trabalho da área sobre as distribuidoras na revenda de combustível.

Dez dias depois de concluído o relatório, um dos diretores da ANP à época, Felipe Kury, pediu ao diretor-geral da agência que tirasse a condução do processo do grupo de trabalho e o delegasse exclusivamente para a Superintendência de Distribuição, retirando poderes das quatro outras áreas que haviam integrado o grupo de trabalho e foram favoráveis à medida.

O pedido de Kury foi aceito pelo conselho-diretor.

Depois dessa centralização do processo com a SDL, a ANP abriu um processo administrativo para a produção da resolução que alteraria a regra da fidelidade à bandeira.

Desde 5 de fevereiro de 2020, no entanto, esse tema está parado na superintendência.

Diante da inércia, a Superintendência de Fiscalização do Abastecimento (SFI) decidiu expor o racha interno na agência e passou a aplicar, no segundo semestre de 2020, multas mais brandas a distribuidoras de marcas diversas, geralmente ligadas a postos bandeira branca mas que forneceram a postos bandeirados interessados em preços mais competitivos.

A área de fiscalização defende que esses fornecedores até devem ser punidos, uma vez que a proibição ainda está valendo, mas somente pelo mínimo legal. Antes, a sugestão era pela pena máxima.
Existem atualmente ao menos 38 autos de infração com valores minorados. A redução das multas nesses processos será de 90% –de R$ 7,98 milhões (valor máximo) para R$ 760 mil, caso a diretoria da ANP acate o parecer da fiscalização.

OUTRO LADO

Por meio de sua assessoria, a ANP afirmou que a discussão da “tutela regulatória de fidelidade à bandeira” está sendo “devidamente tratada pela área técnica responsável” e segue o prazo regulamentar.

A agência, no entanto, não especificou o prazo.

Ainda sobre a demora, a agência considera que a Lei das Agências Reguladoras Federais exige que “qualquer alteração regulatória deve ser obrigatoriamente precedida por uma análise de impacto”.

Afirmou ainda que, assim que for definida, a minuta da resolução será submetida à consulta e audiências públicas.

Sobre a demora no julgamento das reduções de valores de multas, a ANP disse que os processos seguem critérios pré-definidos e o rito respeita “o contraditório e a ampla defesa”.

A agência não quis comentar o racha interno em torno da decisão. “As decisões são tomadas pela Diretoria Colegiada. A ANP não comenta sobre discussões de temas técnicos que compõem a agenda regulatória antes da sua apreciação pelo conselho diretor”, disse em nota.

A reportagem questionou a ANP sobre a pressão recebida por grandes distribuidoras contra a abertura do mercado de revenda.

A agência disse que recebe contribuição dos setores interessados em “igualdade de condições” e que essas contribuições são “documentadas, consolidadas e debatidas sob uma perspectiva exclusivamente técnica”.

Procuradas, Raízen e BR não quiseram se manifestar.

Folha de São Paulo

 

Opinião dos leitores

  1. Processo desde 2018 parado? A prioridade do Bozo e da boiada é tirar Flávio Bolsonaro e a quadrilha das garras da justiça, acabar com a Lava Jato, soltar corruptos e matar o povo sufocado negando a pandemia. RESOLVER E BOTAR OS PROCESSOS PRA ANDAR ELE SÓ RESOLVE DE BOCA, ANTES DA CAMPANHA RESOLVE TUDO, DEPOIS, É SÓ BOTAR CULPA NO PT QUE TÁ TUDO CERTO.

  2. Tem q acabar é com esse lobby mesmo. Eliminar os atravessadores e o etanol que seja vendido diretamente da usina pras distribuidoras

  3. O que vcs esperam de uma empresa Brasileira entregue a nababos defensores do tudo é meu? Esses diretores vivem no ócio, montados no sacrifício do povo, lucrando com o que é do povo, sem se sujar, os "trabalhadores" vivem nas costas das terceirizadas, para cada petroleiro tem três ou quatro terceirizafo para fazer o mesmo serviço, foi literalmente roubada pelos ex presidentes em bilhões de dólares, nunca nós reles mortais jatos ter nada de bom desse monopolio que só serve a eles.

  4. Tem que tirar esses atravessadores do meio da cadeia.
    A PETROBRAS tem que disponibiliza o produto e os donos de postos retira e pronto.
    Acabou o problema.
    Não precisa de distribuidoras de jeito nenhum.
    Pode terem certeza.
    É só mais um pra comer dinheiro do povo.

  5. Racha?
    Lobby?
    Ta de sacanagem?
    Quer dizer que se o preço não baixar agora e por causa do lobby? E
    a politica de preços da Petrobrás não é o que define o valor nas refinarias?
    Ah entendi.
    Tem muita água passando por debaixo dessa ponte.
    Tem gente que até comprando casa de 6 milhões nova pelo minnha casa minha vida.
    Será que é dessa água que estão bebendo.

  6. Essas Agências reguladoras sempre regulam a favor dos interesses do lado mais forte. O lobby é podero$o…

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Economia

Bolsonaro assina decreto que obriga postos a informar aos consumidores os preços reais e promocionais dos combustíveis

Foto: © Fernando Frazão/Agência Brasil

O presidente Jair Bolsonaro assinou decreto que obriga os postos revendedores a informar aos consumidores os preços reais e promocionais dos combustíveis. A medida foi publicada nesta terça-feira (23) no Diário Oficial da União e entra em vigor em 30 dias.

“Os consumidores têm o direito de receber informações corretas, claras, precisas, ostensivas e legíveis sobre os preços dos combustíveis automotivos no território nacional”, diz o decreto.

As informações sobre as estimativas de tributos devem estar em painel afixado em local visível e deverá conter o valor médio regional no produtor ou no importador; o preço de referência para o ICMS, que é um imposto estadual que incide sobre mercadorias e serviços, inclusive combustíveis; o valor do ICMS; o valor das contribuições para o PIS/Pasep e da Cofins, que são impostos federais incidentes sobre os combustíveis; e o valor da Cide, outra contribuição federal sobre a importação e a comercialização de petróleo, gás natural, derivados e álcool etílico combustível.

Atualmente, a Cide está zerada para o óleo diesel. No caso do PIS/Pasep-Cofins, o governo federal anunciou que também pretender cortar temporariamente esses impostos sobre o gás de cozinha e o óleo diesel. Na última semana, o preço dos combustíveis nas refinarias teve novo reajuste. Desde janeiro, a Petrobras já reajustou três vezes o preço do diesel e quatro vezes o da gasolina.

Em nota, a Secretaria-Geral da Presidência explicou que a medida dará ao consumidor a “noção sobre o real motivo na variação de preços” dos combustíveis. “Como a oscilação está atrelada aos preços das commodities [produtos primários] no mercado internacional, e suas cotações variam diariamente, o consumidor muitas vezes não compreende o motivo da variação no preço final”, diz a nota.

Aplicativos de fidelização

O decreto assinado por Bolsonaro também obriga os postos a informarem os descontos vinculados ao uso de aplicativos de fidelização. Nesse caso, deverá ser divulgado o preço real, de forma destacada; o preço promocional, vinculado ao uso do aplicativo; e o valor do desconto, que poderá ser pelo valor real ou percentual.

No caso de aplicativos que fazem a devolução de dinheiro ao consumidor, o valor e a forma da devolução deverão ser informados de forma correta, clara, precisa, ostensiva e legível aos consumidores.

A edição do decreto foi proposta ao presidente pelos ministérios da Justiça e Segurança Pública e de Minas e Energia e a Advocacia-Geral da União.

Agência Brasil

Opinião dos leitores

  1. O que importa não é o extrato fiscal/contábil, mais sim a baixa dos preços absurdos ora praticados.

  2. Collor está muito feliz, pois apareceu um presidente que conseguiu fazer um governo pior que o dele.

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Política

Bolsonaro volta a criticar política da Petrobras: “O petróleo é nosso ou é de um pequeno grupo no Brasil?”

Foto: Eraldo Peres/AP/Arquivo

Pouco antes da abertura da bolsa de valores nesta segunda-feira, o presidente Jair Bolsonaro voltou à carga contra a sistemática de definição de preços da Petrobras. Afirmou que a atual política atende aos interesses de “alguns grupos do Brasil”, criticou o trabalho do presidente da estatal, Roberto Castello Branco, e disse que a Lei de Reponsabilidade Fiscal prevê que, em estado de calamidade, a companhia deve “olhar para outros objetivos”.

Em conversa com apoiadores, em frente ao Palácio da Alvorada, o presidente provocou: “O petróleo é nosso? Ou é de um pequeno grupo no Brasil?”

Na última sexta, Bolsonaro anunciou que Castello Branco será substituído pelo general Joaquim Silva e Luna, atual presidente da Itaipu Binacional. Pressionado por caminhoneiros pelos recentes reajustes no preço do diesel, Bolsonaro defende que a composição dos preços e reajuste precisa de transparência e previsibilidade. Na primeira hora de pregão, os papéis da empresa perdiam 20%.

“É sinal que alguns do mercado financeiro estão muito felizes com a política que só tem um viés na Petrobras, atender os interesses de alguns grupos do Brasil”, disse o presidente. “A Petrobras, em um estado de calamidade, de acordo com o artigo 65 da Lei de Responsabilidade Fiscal, tem que olhar para outros objetivos também”.

Depois de elogiar o general Silva e Luna por sua atuação em Itaipu, o presidente disse que é “inadmissível” o fato de o atual presidente da Petrobras trabalhar de forma remota durante a pandemia.

“Isso é inadmissível. Imagine eu trabalhando de casa, com medo do covid?”, reclamou. “Pode até estar fazendo bom trabalho de casa, mas para mim não se justifica ausência da empresa”.

Aos apoiadores, o presidente revelou que o presidente da estatal recebe mais de R$ 50 mil por semana, defendeu que “não pode ter este tipo de política salarial lá dentro” e sugeriu que falta eficiência entre parte dos servidores. “O ritmo de trabalho de muitos servidores lá [na Petrobras] está diferenciado”, acrescentou.

Sem entrar em detalhes sobre que mudanças exigirá na Petrobras, Bolsonaro voltou a dizer que não irá interferir na política de preços. “Mas não consigo entender num prazo de duas semanas ter reajuste em 15% [no diesel]”, afirmou. “Não foi esta a variação do dólar aqui dentro e do barril lá fora, tem coisa que tem que ser explicada. Eu não peço, eu exijo transparência de quem é subordinado meu, a Petrobras não é diferente”.

Na tentativa de reduzir o preço final dos combustíveis, na última semana Bolsonaro anunciou que irá zerar a cobrança de PIS/Cofins do diesel a partir de março, com validade de dois meses. Para ele, a cobrança de ICMS também precisa ser alterada. Um projeto propondo mudanças foi enviado pelo Planalto ao Congresso.

O presidente reclamou que ninguém no governo estava tomando providências para reduzir o preço ao consumidor. “No fundo, ninguém fazia nada, eu tenho que descobrir sozinho isso. A gente vai mudar, mudanças teremos no governo sempre que se fizer necessário”, assegurou. “Não tenho preocupação nenhuma a não ser atender ao interesse público”.

Valor

Opinião dos leitores

  1. BG!!!
    ESSA PETROBRÁS TEM QUE SE AFUNDAR SOZINHA SE FOR PRECISO.
    O PRESIDENTE TÁ CERTO.
    É FODA !!
    UMA EMPRESA QUER QUEBRAR A ECONOMIA DE UM PAÍS INTEIRO EM DETRIMENTO DE POUCOS, PORQUE TEM QUE DAR LUCROS, LUCROS LUCROS.
    E O PAÍS INFLACIONADO JUNTO COM OS BRASILEIROS FICAM COM O PREJUÍZO?
    QUE CONVERSA É ESSA???
    QUEM QUISER BOTA DINHEIRO NA PETROBRAS PRA GANHAR COÇANDO O SACO, QUE SE ARREBENTE PRA LÁ.
    BOTA QUEM QUER.
    UM BANDO DE
    ESPECULADORES QUERENDO GANHAR FÁCIL, E A NAÇÃO QUE SE EXPLODA.
    MEU CARO BG, ENTRE O BRASIL E A PETROBRAS, PREFIRO MIL VEZES O BRASIL, A PETROBRAS QUE VÁ PRAS CUCUIAS, SEJA VENDIDA.
    A AMOROSIDADE COM A PETROBRAS TEM QUE ACABAR.
    BOLSONARO TEM QUE CONVOCAR PRA UMA REUNIÃO URGENTE, OS USINEIROS, ACERTAREM A FABRICAÇÃO DO ETANOL EM QUANTIDADES PARA ABASTECER O MERCADO BRASILEIRO E ACABAR DE VEZ COM ESSES PREÇOS ABSURDOS DA GASOLINA.
    PETROBRAS E OS ESPECULADORES, QUE VÃO GANHAR DINHEIRO AS CUSTAS DOS SACRIFÍCIOS DOS OUTROS, NA BAIXA DA EGUA.
    OUTRA COISA.
    NÃO TEM NADA DE POPULISMO COMO VC FALOU NA RÁDIO BG, A QUESTÃO AÍ, É LÓGICA, POUQUÍSSIMAS PESSOAS MAMANDO, PRA GRANDE MAIORIA SE LASCAR.
    NÃO É JUSTO.
    BLZ???
    TAMOS JUNTOS.
    AQUI E NA 96 FM.

    1. Manoel do F.
      Leia de novo a opinião do Geraldo, que vc descobre.
      Uma coisa, já posso adiantar.
      Sindicalista não é, passa longe de ser.
      Leia de novo!!

  2. Ei, Bozo, durante as eleições, você não tinha prometido ser liberal na economia?! Aos poucos, você está ARGENTINIZANDO o Brasil…

  3. Só quer ser do PT e esquedeopata. Vai ser o vice ou o companheiro Lula será o vice? Bolsonaro comunista. Kkkkkkkkkkkkkkk. Chama na bota.

  4. Hô Véio arroxado do cunhão rôxo é Bolsonaro, o homem é bom, o homem é espetacular.
    MITO 2022

  5. Tenho 55 anos , na juventude ouvia dizer que a gasolina era CARA , porque comprávamos de outros países , hoje somos auto-suficiente, e temos que aderir ao preço do mercado internacional, se Bolsonaro faz é porque faz , se não faz é porque FAZ …bom era a RATAZANA DILMA QUE vendeu ( doou) PASSADENA ao preço de BOLO

  6. Não votei no Bozo,mas assim como a Dilma êle está certo.A Petrobras é do Brasil,é fstor de segurança nacional.
    O preço do óleo impacta a inflação e bagunça o mercardo interno.
    Tem que acabar com edta politica e do capital aberto na petrobras ou então compre-se caminhao eletrico e mude o setor rodoviario para ferroviário Perderam tempo.

  7. O homem virou uma mutação de Dilma e Temmer! Agora contar os dias para o início da crise energética por causa do subsídio da ação intervencionista do estado!

  8. A intervenção de Jair Bolsonaro na Petrobras é truculenta, inquestionável e irresponsável. Agora, diante da óbvia repercussão negativa da troca de presidente da empresa, com as ações da Petrobras despencando, o dólar em alta e o risco país disparando, tenta-se remendar o estrago com um discurso que só não faz rir porque é de chorar: o de que o presidente da República não quer intervir no preço dos combustíveis…
    Essa crise vai ser duradoura e danosa. Os brasileiros naus uma vez vai assumir sacrifícios e pagar esse prejuízo.

  9. Conforme o ordenamento jurídico brasilriro, quem quiser nomear o presidente da Petrobrás deve candidatar-se à presidência da República e GANHAR a eleição, requisitos que foram cumpridos pelo presidente Bolsonato. Infelizmente, a esquerdalha nunca se conformou com a perda democrática do poder e insiste nessas narrativas infantis e irresponsáveis. Em 2022, irão perder novamente.

  10. MEU PRESIDENTE! Votei nele pra tirar o PT! Nada a ver dizer q ele está fazendo a mesma coisa que o PT e DilmAnta fizeram talkei! Ele eh diferente, não se aliou com corrupto do centrão nem interferiu na Petrobras e setor elétrico como DilmAnta fez! Ops, ele tá interferindo, mas eh bem diferente talkei! O que ele faz eh perfeito! Amém talkei!

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Economia

Bolsonaro assinará decreto para obrigar postos de gasolina a exibir composição de preços

Foto: Pablo Jacob / Agência O Globo

O governo finalizou um decreto para obrigar postos de gasolina a apresentarem aos consumidores o valor de impostos cobrados sobre combustíveis. O texto, ao qual o GLOBO teve acesso, deve ser assinado nos próximos dias pelo presidente Jair Bolsonaro.

De acordo com o decreto, estabelecimentos deverão instalar painéis com as seguintes informações: valor médio regional dos produtos; preço de referência para cobrança do ICMS; valor do ICMS; valor do PIS/Cofins; e valor da Cide.

A medida já havia sido defendida por Bolsonaro na semana passada. Pressionado pela alta nos preços da gasolina e do diesel, o presidente tem reclamado do que considera falta de transparência na composição dos preços pagos por consumidores nas bombas.

De acordo com o texto, as regras entram em vigor 45 dias após a publicação do decreto, ainda sem data definida.

O decreto prevê ainda que os postos detalhem preços promocionais em caso de descontos concedidos por meio de aplicativos de fidelidade — tipo de promoção adotada pelas principais redes de combustíveis no país.

De acordo com as novas regras, os postos deverão apresentar em um painel: o preço real; o preço promocional vinculado ao uso do aplicativo; e o valor do desconto.

As críticas aos preços de combustíveis estão no centro de uma crise entre o Palácio do Planalto e a Petrobras que culminou na troca do comando da estatal, anunciada pelas redes sociais por Bolsonaro.

Em uma manobra considerada por analistas de mercado uma intervenção na companhia, o presidente indicou para chefiar a empresa o general Joaquim Silva e Luna, hoje diretor-geral da Itaipu Binacional.

Ele substituirá Roberto Castello Branco, mas a troca ainda precisa ser confirmada pelo Conselho de Administração da petroleira.

O Globo

Opinião dos leitores

  1. Quando os ignorantes da sociedade ficarem devidamente instruídos com esse decreto, se tornarão ferrenhos combatentes contra essa roubalheira pelos Estados.

  2. O povo não estar querendo comprovação ardilosa do preço dos combustíveis, todos querem é que os preços baixem de valor, só isso.
    E o desgoverno continua…

  3. Do que adianta se não tem cópia da nota fiscal, é uma boa idéia, porém os donos colocam o que bem entender, vai encontrar meio de burlar, como não colocar cópia da nota fiscal, bem como colocar só porcentagem colocando culpa no governo federal, estadual e municipal

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Economia

Depois do aumento de preços da Petrobras, Cade vai monitorar postos de combustíveis

Foto: Ailton de Freitas / Agência O Globo

O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) vai monitorar o preço dos combustíveis em postos de todo o país a partir desta sexta-feira. O movimento acontece após a Petrobras anunciar um reajuste nos valores da gasolina e do diesel nas refinarias.

O monitoramento deve avaliar como o quarto reajuste do ano vai chegar nas bombas dos postos. Nesse sentido, vai investigar se os revendedores vão ter práticas anticompetitivas, como fechar acordos entre si para implementar o aumento de preços na mesma intensidade, a chamada “colusão”.

A decisão de monitorar o mercado no país todo parte de uma investigação aberta pelo Cade para investigar condutas anticompetitivas no Distrito Federal.

O inquérito foi iniciado a partir de entrevistas concedidas pelo presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Combustíveis e Lubrificantes do Distrito Federal (Sindicombustíveis/DF), Paulo Tavares, ao portal “Metrópoles” e ao jornal “Correio Braziliense”, em que alertava sobre uma possível alta no preço dos combustíveis de até R$ 0,10 por conta do reajuste da Petrobras.

De acordo com uma nota técnica do órgão, essas entrevistas poderiam revelar uma “tentativa clara de influenciar o mercado revendedor a ser comportar uniformemente, repassando coletivamente o aumento de custo verificado”

“A conduta praticada pelo Sindicombustíveis busca definir uma política comercial comum a toda a classe de revendedores, segundo a qual os aumentos de custos devem ser repassados imediata e integralmente para o preço de bomba”, diz a nota.

E acrescenta:

“Nesse sentido, o presidente do Sindicombustíveis apresenta como comportamento normal a ser adotado por todos os revendedores o repasse imediato do aumento do ICMS ocorrido a partir do dia 16.02.2021, mesmo quando há relativa dispersão de preços de revenda e, portanto, possivelmente revendedores com capacidade de absorção desse aumento de imposto em sua margem de lucro”.

A suspeita do Cade é que essas falas podem facilitar a “colusão” do mercado de revendedores de combustíveis. De acordo com a nota técnica, a conduta do Sindicombustíveis pode ter “contornos de cartel” por auxiliar os diferentes donos de postos a praticar uma possível ação coordenada em um “acordo tácito” de aumento de preços.

“Cumpre ainda verificar se os comportamentos de preços analisados distinguem-se de meros paralelismos de preços, havendo, ao contrário, razoáveis indícios econômicos de colusão. Para isso faz-se necessário o acompanhamento do mercado de revenda de combustíveis, bem como o rastreamento de suposto comportamento colusivo dos revendedores em cada estado da Federação, tendo em vista eventuais subidas de preço.” — conclui a nota.

A discussão sobre o aumento do preço nas refinarias fez com que as ações da Petrobras caíssem 7% nesta sexta-feira, após declaração de Bolsonaro de que “alguma coisa vai acontecer” na empresa em transmissão ao vivo na noite de quinta-feira.

Na mesma live, o presidente afirmou que o governo vai zerar o imposto sobre diesel e gás de cozinha, sem anunciar como iria compensar a perda na arrecadação. Economistas calculam um impacto de R$ 3 bilhões nos dois meses de isenção de PIS e Cofins sobre o diesel.

O Globo

Opinião dos leitores

  1. A Gasolina hj já estava a 5,69 em todos os postos que passei. O que acho interessante é que o quando o preço é reduzido, passa mais de uma semana para diminuir nos postos (Os donos de postos alegam que precisam zerar o estoque) mas quando tem um aumento é praticamente instantâneo.

  2. Foi só o Bozo abrir a boca que, além de não resolver o problema, fez cair o valor das ações da Petrobras.

  3. Cadê os defensores da regulação do mercado? Estão achando ruim o preço do combustível? Comprem carro elétrico, bem baratinho.

  4. PQP!!!! R$ 5,71 num litro de gasolina!!
    PETROBRAS! Vai roubar a p….. que te p……!
    Já encostei meus carros!!
    Vou me reprogramar pra participar da campanha Gasolina Apodreceu No Posto.

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Economia

Preços do petróleo avançam ao maior nível em mais de um ano

FOTO: DADO RUVIC/REUTERS

Os preços do petróleo atingiram nesta segunda-feira (15) o seu nível mais alto em cerca de 13 meses, já que a vacinação contra a covid-19 promete reavivar a demanda e os produtores do combustível mantêm o fornecimento controlado. Somente na semana passada, os preços subiram cerca de 5%.

Mais cedo, temores de tensões no Oriente Médio geraram novas compras, enquanto também há esperanças de que um estímulo dos EUA e uma flexibilização dos bloqueios irão impulsionar a demanda de combustível.

O Brent — equivalente ao petróleo em forma bruta — subia 1,3%, a R$ 339,65 (US$ 63,25) por volta das 10h45 após subir para R$ 342,39 (US$ 63,76), a maior desde 22 de janeiro de 2020.

Os futuros do petróleo dos EUA (WTI) ganhavam 1,8% no mesmo horário, para US$ 60,54 o barril. O contrato atingiu o valor mais alto desde 8 de janeiro do ano passado, de US$ 60,95, no início da sessão.

As cotações subiram nas últimas semanas à medida que a oferta diminuiu, em grande parte devido aos cortes de produção da Opep (Organização dos Países Exportadores de Petróleo) e de produtores aliados no grupo Opep+.

O vice-primeiro-ministro russo, Alexander Novak, disse que o mercado global de petróleo está a caminho de recuperação e que o preço do barril este ano pode atingir uma média de R$ 241 (US$ 45) a R$ 322 (US$ 60).

R7, com Reuters

Opinião dos leitores

  1. O que isso significa?fumo de Abidias no foquito do Brasileiro . O petróleo é nosso, mas jacaré doido arregou. Anotem gasolina 8 reais na bomba até o fim do ano. A Gadolândia vai dizer ; ! Porque na época do Petê ! Please cara pálida. Fumo e leite moça eu não quero . PIXU estuda , por isso PIXU opina . Vejamos : nos atualmente somos autossuficiente em petróleo bruto , no entanto nossa capacidade de refino não atende só nosso consumo . GADOLÂNDIA! Atenção não deixem tico nem teci dormir . O que ocorre nos sucateamos nossas refinarias que já não nos atendiam . Então! O petróleo sai bruto e entra refinado aos preços de mescado internacional. O governo do jacaré ? doido está ajudando a esse cenário , tudo dolarizado , toromba no foquito da Gadolândia . E depois haja Camarao com leite moça ! Aí papai ! Jacaré no seco anda ! Pixu é culto , mas não é pastor : “ EM NOME DE JESUS “

    1. Questão q estão produzindo somente 30% para sucatear a Petrobrás e vende-la como já estão fazendo, aqui no RN os leilões as compras desses poços em 2 meses de produção praticamente se paga o q investiu na compra dos poços .
      Piada isso q estão fazendo.

    2. Falou o petista especializado em trambiques.
      Kkkkk
      Babacas.
      É até 2026.
      Kkkkkkk

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Economia

Bolsonaro diz que tratará ‘problema dos combustíveis’ nesta sexta-feira: “Isso vai chegar aos estados”

Foto: Reprodução/CNN

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) afirmou nesta quinta-feira (4) que fará um anúncio “extremamente importante” na sexta-feira (5) para resolver o que chamou de “questão do combubstível”.

“Devemos amanhã – talvez vamos convidar a imprensa – [tratar] a partir das 11h um assunto de extrema importante para nós, que devemos resolver. Tem a ver com com caminhoneiros, taxistas, Uber, vocês que tem carro particular”, disse o presidente durante inauguração do Centro Nacional de Treinamento de Atletismo (CNTA ), em Cascavel, no Paraná.

“Pretendo, em uma coletiva de imprensa em que nós falaremos e eu interroguei as pessoas presentes, tratar de combustíveis no Brasil. Isso vai chegar aos estados”, continuou.

Bolsonaro afirmou que o governo federal zerou a Contribuição sobre Intervenção de Domínio Econômico [Cide] e que as contribuições federais restantes, como o Pis/Cofins, possuem valor fixo. “O nosso é R$ 0,33. Já o ICMS, cada estado tem um valor e ele varia de hoje para amanhã.”

“Devemos viver na base da previsibilidade, senão fica difícil se programar. Esta questão do combustível tem que ser tratada dessa maneira e não escondida nos cantos”, prometeu o presidente.

Bolsonaro disse ainda reconhecer o trabalho dos caminhoneiros e agradeceu por grande parte da categoria não ter aderido a uma paralisação no dia 1º de fevereiro. “Se houvesse [a greve], todos perderíamos, sem exceção. O Brasil não pode parar.”

CNN Brasil

Opinião dos leitores

  1. A elevação do preço dos combustíveis se dá pela mudança na política de atrelar o preço do petróleo ao dólar, feita após o golpe e que o genocida apoiou. Cinicamente, ele faz de conta que não tem nada com isso e tenta jogar a responsabilidade nos estados. E o gado muge.

  2. Não sou economista. Ouvi o ministro Pso dizer que o dólar só chegaria em 5 reais se o Governo fizesse muita besteira, FEZ.
    Se os combustíveis tá atrelado ao dólar como resolver através dos Estados?

  3. Governe o Brasil dessa forma, fazendo ações que beneficiem o povo brasileiro. Não ficar fazendo loucuras em frente aos canais de televisão e ameaçando "inimigos". Se comporte como um governante e não como um moleque.

  4. Não vejo interesse dos estados em resolver essa situação, sequer comentam algo. Simplesmente, lavam as mãos !!!

  5. Conversa pra boi dormir!
    Coloca o Paulo palestrinha pra preparar uma reforma tributária que reduza a carga tributária sobre o consumo, não a que muda apenas os nomes e cria outros como a criação da nova CPMF.
    Isso é um contador de lorota pra mobilozar meia dúzia de desmiolados.
    kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

  6. Pergunta: Caso os Estados reduzam o ICMS, quanto tempo levará para os combustíveis alcançarem o mesmo valor de hoje?. Com a política de preços adotada pelo governo federal talvez uns ____ dias. Após isso quem passará a ser nomeado como culpado?

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Economia

Após puxar a inflação em 2020, preços de alimentos devem recuar em 2021, preveem economistas

Foto: Pille-Riin Priske/Unsplash

Com alta de 14,09%, o grupo de alimentos e bebidas foi o que mais contribuiu para a inflação acumulada em 2020. O valor é o maior desde 2002, quando a alta foi de 19,47%. Mas a expectativa de mercado é que o segmento deixe de ser o vilão deste ano. Na verdade, é esse grupo que deve ajudar o Índice de Preços ao Consumidor Amplo a ficar mais baixo. A meta para 2021 é de 3,75%, e a previsão de economistas é de 3,34%.

“Acho que (este ano), especialmente alimentos, deve ter um impacto muito menor do que vimos no ano passado. Essa forte pressão que vimos acontecer no segundo semestre vai arrefecer muito nesse primeiro semestre especialmente. Consequentemente, o Banco Central não vai precisar, por ora, subir taxa de juros”, avalia Sergio Vale, economista-chefe da MB Associados.

André Braz, coordenador do Índice de Preços ao Consumidor (IPC) do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV), explica que a concentração do IPCA de 2020 em alimentos é consequência, principalmente, da desvalorização cambial — que ampliou exportações e desabasteceu o mercado doméstico, favorecendo a alta de preços — e do aumento de custos provocado pela alta de commodities como soja, milho, trigo, minério de ferro e outros itens.

“Não foi só a inflação brasileira ou a desvalorização da nossa moeda. Quando a gente junta o aumento de preço em dólar com a nossa desvalorização cambial, dá uma mega pressão que se materializou nos alimentos”, completou. Outros fatores citados por ele foram os efeitos na cultura de grãos como a redução da área plantada do arroz e a quebra da safra do feijão.

Na visão de Vale, o crescimento econômico ainda fraco este ano também vai ajudar para uma inflação mais baixa. “Atrelado a isso, temos o auxílio emergencial que vai sair, já está saindo no começo deste ano. Então, a demanda por alimentos e toda a pressão que tivemos, especialmente nesse segmento, no ano passado, tende a desacelerar. Temos uma economia que ainda estará muito fraca ao longo deste ano. Então, não tem pressão de aumento de atividade e, consequentemente, não tem tanta pressão inflacionária”, reforça.

BC deve subir juros

Embora as estimativas para a inflação de 2021 sejam de redução, os economistas acreditam que, a partir do meio do ano, quando a política monetária já estiver mirando em 2022, o movimento de alta dos juros será necessário. Isso é reforçado por uma meta de inflação ainda mais baixa, de 3,5%, no ano que vem. Assim, o Boletim Focus prevê que, até o fim do ano, a taxa básica de juros, a Selic — atualmente em 2% ao ano —, deve alcançar os 3,25% ao ano.

“2022 é um ano eleitoral, naturalmente mais conturbado e mais difícil, com câmbio possivelmente pressionado e a economia ainda em recuperação. Então, é bem possível que, se o BC não fizer nada, a inflação pode passar de 3,5%. Para agora, o BC só está sinalizando que pode ter uma mudança de política monetária lá para frente, mas que ainda não vai acontecer”, explicou Vale.

Segundo a consultora econômica Zeina Latif, o menor esforço da política monetária a partir de 2022 também deve ser conciliado com o ajuste fiscal. Para ela, a falta de perspectiva de reequilíbrio, de reformas que, estruturalmente, melhore as contas públicas, também tem forte impacto nos preços de ativos e no dólar, que valorizado eleva a inflação do Brasil.

“Acho que (a inflação) ficou mais alta de fato, mas ainda não a ponto de acender as luzes vermelhas no painel de controle, mas é o alerta. Não é que vamos acordar um dia e a inflação explodir na nossa cara. É um processo lento. Todo ano vai piorando. O cuidado é este, não pode deixar subir porque depois fica muito mais custoso combater. Lá atrás, o BC precisou jogar a Selic em 14,25%. Então, é importante esse zelo: não é porque está bem comportada ou em patamares palatáveis que dá para descuidar”, completa.

Vale concorda que a atenção do mercado sobre a questão fiscal a partir de 2023 deve ter forte peso na condução da política monetária e do comportamento da inflação nos próximos anos.

“Vamos ficar os próximos dois anos sem fazer grandes reformas esperadas na questão fiscal depois da piora da dívida que tivemos no ano que passou. Acho que o mercado todo vai estar esperando o próximo presidente para ver o que vai acontecer. Aí sim a gente pode começar a ter um cenário muito mais preocupante: se não tiver um governo que consiga sinalizar que a questão fiscal vai ser bem encaminhada, a gente entra em um cenário de colapso e a inflação pode entrar em um patamar mais complicado”, diz.

CNN Brasil

 

Opinião dos leitores

  1. Se os economistas forem da qualidade de Paulo Guedes, que disse que o gás ia ficar na metade do preço – na época o preço total era em torno de R$ 50,00 – e hoje está em quase R$ 100. Nem precisa dizer neh.

    Mas… previsão é previsão.

  2. A solução para isso daê, é armar a boiada, zerar imposto de importação de armas e pronto.
    Não tem porque pobre comer carne, feijão, arroz, etceteras e tal.
    O pobre assalariado não precisa nem comer. Comer para que mesmo?

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Economia

Governo projeta preços sob controle ao manter taxa básica de juros

Foto: Freepik

Em sua 235ª reunião, o Copom (Comitê de Política Monetária) decidiu, por unanimidade, manter a taxa Selic em 2,00% ao ano. De acordo com a ata da reunião, o diagnóstico do Comitê é de que, apesar da presão inflacionária mais forte em um curto período de tempo, trata-se de um movimento “temporário”, por conta do cenário atípico resultado da pandemia do novo coronavírus.

Segundo a avaliação do Copom, diversas “medidas de inflação subjacente apresentam-se em níveis compatíveis com o cumprimento da meta para a inflação no horizonte relevante para a política monetária”. Ou seja, o Comitê entende que os preços estão sob controle, portanto, a taxa básica de juros se mantém a mesma.

Vale ressaltar que o Copom fixa a taxa básica de juros com base no sistema de metas de inflação. Para 2021, ano no qual o BC já está mirando — as decisões sobre juros demoram de seis a nove meses para ter impacto pleno na economia —, a meta central de inflação é de 3,75% e será oficialmente cumprida se o índice oscilar de 2,25% a 5,25%.

De acordo com a pesquisa Focus, feita com diversos integrantes do mercado financeiro, as expectativas de inflação para 2020, 2021 e 2022 encontram-se em torno de 4,2%, 3,3% e 3,5%, respectivamente.

Projeções

Em um cenário básico, com trajetória para a taxa de juros extraída da pesquisa Focus e taxa de câmbio partindo de R$5,25 em relação ao dólar — evoluindo segundo a paridade do poder de compra — as projeções de inflação do Copom são similares as do mercado financeiro, e situam-se em torno de 4,3% para 2020, 3,4% para 2021 e 3,4% para 2022.

Esse cenário pressupõe trajetória de juros que termina 2020 em 2,00% ao ano e se eleva até 3,00% ao ano no ano seguinte, e 4,50% ao ano em 2022. Nesse leitura, as projeções para a inflação de preços administrados são de 2,3% para este ano, 5,7% para o ano que vem e 3,6% para 2022.

Já num cenário com taxa de juros constante a 2,00% ao ano e taxa de câmbio partindo de R$5,25 em relação ao dólar, ainda evoluindo segundo a paridade do poder de compra, as projeções de inflação estão em torno de 4,3% para 2020, 3,5% para 2021 e 4,0% para 2022. Nesse cenário, as projeções para a inflação de preços administrados são de 2,3% para 2020, 5,7% para 2021 e 3,7% para 2022.

R7

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *