O militar da reserva Idalberto Matias de Araújo, o “Dadá”, apontado como informante do contraventor Carlinhos Cachoeira, foi solto essa semana após o Tribunal Regional Eleitoral da 1ª Região (TRF-1) decidir pela sua liberdade ao analisar que não haveria razão para mantê-lo preso, uma vez que ele não teria mais como ter acesso aos dados passados por seu informante, o ex-chefe da Divisão de Serviços Gerais da Polícia Federal, Anderson Aguiar Drumond.
O ex-ministro da Justiça Márcio Thomaz Bastos, advogado de Carlos Augusto de Almeida Ramos, vulgo “Carlinhos Cachoeira”, tratou logo de se articular. A defesa vai ingressar nos próximos dias com um novo habeas corpus na Justiça Federal de Goiás argumentando que os fundamentos da prisão de ambos são os mesmos, e, caso Cachoeira não seja libertado, ficará flagrante a falta de isonomia.
Será que dessa vez Cachoeira consegue a liberdade? Por enquanto, Cachoeira aguarda a liminar do pedido na sua “casa”, a penitenciária da Papuda, em Brasília. Desde sua prisão Cachoeira mudou muito o semblante. Ele está com cabelos brancos, muitas rugas, abatido, mais magro, cara de cansaço e desgastado. Compare você mesmo…

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