Denúncia

Cinemark Natal não se emenda. Falta de respeito e atenção com os clientes continuam

Depois de prometer intervenções de melhoria, mais uma vez o Cinemark prestou um desserviço aos seus clientes na tarde deste sábado.

Pais e crianças foram ao cinema para a sessão do filme “Smurfs”, marcada para às 17h10.

Sala superlotada, dez minutos antes do início do filme, foram surpreendidos com a notícia de que seria impossível a exibição naquela sala e foram, protestando, transferidos para outra.

Pois um funcionário de nome Diego anunciou em alto e bom som que “quem estivesse incomodado que fosse para o Moviecom”. Era bom que todos tivessem feito um protesto e terem ido mesmo.

Mais o pior estava por vir, simplesmente a sala  para qual os clientes foram transferidos, o ar condicionado não estava funcionando.

As promessas de melhorias da rede, pelo visto, continuam apenas nas reuniões do Cinemark. O gerente geral até entrou em contato com este blog para explicar as alterações e melhorias que estão sendo implantados. Mas pelo visto, só teoria!!

Falando em atenção: ATENÇÃO, CLIENTES: VAMOS PARA O MOVIECOM.

 

Opinião dos leitores

  1. Eu acho também que o cinemark anda com cheiro de mofo, será que ninguém sente? Eu me sinto sufocada quando entro…..

  2. Sem falar que eu estava neste dia no cinema, porém na sessão anterior do mesmo filme. A sala Natal 07 tinha vários bancos quebrados. Um absurdo, porque a gente paga caro e não tem o mínimo de conforto, que é obrigação do estabelecimento.

  3. Esse cinemark é um grande desastre, isso sim…. Fui tentar assistir capitão América, comprei ingresso pra uma sessão legendada, quando cheguei lá o filme era dublado, quando fui atras, fiquei sabendo que não havia nenhuma sessão legendada!!!! COMO PODEM ME VENDER INGRESSO DE UMA SESSÃO QUE NÃO EXISTE!!!!! absurdo completo!!! Abaixo cinemark!!!

  4. Porra essa eu não sabia! idiota é quem ainda vai lá, eu não quero nem passar em frente de tanto nojo que tenho desse cinema.

  5. Fui assistir "Assalto ao Banco Central" mas o que acabei vivenciando foi "Assalto no Cinemark – Uma trajetoria de um cliente"

  6. Vergonha! Também fui com minha família assistir smuffs na sessao das 14:30h, sessao lotada, muito calor e ar condicionado quebrado! Pelo menos baixassem o preco. Desrespeito com clientes, nesse caso especialmente criancas.

  7. Hoje sem dúvida o Moviecom está de parabéns. O Cinemark a tempo vem desrespeitando os clientes, com preços abusivos e total falta de preparo com os funcionários, sem contar as filas longas e com pouquissimos funcionários atendendo, super mal educados. A muito tempo estou sempre indo com a família toda para o Moviecom do @PraiaShopping. Recomendo com toda certeza.

  8. engraçado q é preciso alguém como BG abrir o bocão pra nossa sociedade natalense sair do ostracismo, o povo adora ir pro cinemark pq lá é mais "chique" e pessoas chiques ñ vão ao praia shopping nem muito menos ao moviecom né? tão vendo o q a aparência nos faz passar? sempre vou ao moviecom!

  9. Confirmado! O Natal Shopping vai trazer outra multinacional do ramo cinematográfico para Natal. Em breve a rede mexicana CINÉPOLIS vai instalar um complexo super moderno no Natal Shopping. Com esse concorrente de peso atuando em Natal o Cinemark será obrigado a melhorar seus serviços.

  10. *Cinemark Midway = Preço alto (inclusive na pipoca que é um roubo) + salas lotadas + bagunça dentro das salas pelo público adolescente que é maioria.
    *Moviecom Praia Shopping = Ótimo atendimento + preço baixo + salas quase vazias e tendo como público um pessoal muito mais educado!

  11. Fui tentar assistir "Assalto ao banco central" e a atendente informou que "o ar condicionado estava quebrado". Palhaçada. Falta de respeito ao consumidor.
    Na minha opinião o Midway é co-responsável, pois nunca tomou atitude nenhuma em relação a essa rede de cinema.

  12. pois é, ja fui assistir um filme com minha neta de 8 anos no midway, pela manhã e mesmo com o ingresso na mão eles disseram q só às 15h. tive q passear, comprar, almoçar no shopping… fazer hora pra ver o filme. e só fiz isso pela minha neta, mas por mim teria ido embora. claro, depois do reemcolso e muita zuada! vamos ao moviecom!!!!!!!!!

  13. Assiti Harry Potter no Moviecom. Sessão das 16h15 não tinha mais do que 30 pessoas. Mais barato e mais tranquilo, além de ser em 3D.

  14. E vamos combinar que a programação que entra em cartaz no Moviecom sempre superá a do Cinemark… Boicote já!!

  15. Já passei por essa mesma situação nesta mesma rede de cinema, e foi ainda pior. No meu caso, fui ao Cinemark com o intuito de assistir à sessão Cine Cult. Comprei ingresso, esperei… e, na hora de ver o filme, já na sala depois de minutos de espera: entra a o gerente e diz que naquele dia não haveria exibição daquela sessão! A justificativa foi de que o filme que deveria ir de Aracaju p/ Natal tinha sido desviado p/ São Paulo. Até hoje me pergunto se os (ir)responsáveis do Cinemark não ficaram sabendo disso a tempo de evitar que os clientes acabassem comprando ingresso à toa…
    No fim das contas, as "desculpas" que o gerente achou foi oferecer a possibilidade de escolher um outro filme p/ assistir (o que em nada altera a revolta, pq se que queria ver filme X não iria me satisfazer ver filme Y!).
    Como este mesmo blog já disse, Cinemark é sinônimo de problema! O que era p/ ser um momento de distração, como é uma ida ao cinema, – se for no Cinemark Natal – se transforma em uma dor de cabeça na certa!!

  16. Eu já abandonei o cinemark a muito tempo !!! O grupo moviecom está de parabéns pelos preços aplicados aos produtos e ingressos, e mais importante, pelo ótimo atendimento dos funcionários !!! Continuem assim que jájá o Moviecom vai tomar o lugar do cinemark no Midway !!!

  17. Mas fica uma pergunta : qdo o Midway vai acordar que tem um péssimo parceiro nas suas dependências? Então vai lá:Ô Midway,já vi rodoviárias mais organizadas, hein? Esse cinema é muito fraco e caro. Vou pro Moviecom.

  18. O problema de lá não se resolve com consultor e gerente novo. O problema é de DNA: o pessoal não gosta de gente. É só.

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Geral

CENSURA: Globo afirma que “decisões judiciais” que levaram a cancelamento do debate “representam uma interferência indevida na liberdade dos veículos de imprensa”

Foto: Reprodução / Jornal Nacional

A Globo afirmou que “as sucessivas decisões judiciais tomadas momentos antes da realização do debate” com os candidatos a presidente, previsto para esta quinta-feira (1º), “causam insegurança jurídica e representam uma interferência indevida na liberdade que os veículos de imprensa tem de organizar os debates eleitorais”.

“Por essa razão, a Globo decidiu cancelar o debate desta noite”, informou a emissora, que lembrou da sua “longa tradição na organização de debates eleitorais”.

“Nosso propósito é promover a discussão de ideias para o Brasil. Oferecer aos eleitores a oportunidade de comparar projetos. Nosso dever é o de promover a democracia”, destacou a Globo.

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Política

[VÍDEO] “NÃO VOU COMPACTUAR COM A CENSURA”: Flávio Bolsonaro denuncia interferência do Judiciário nas eleições de 2026

Em vídeo publicado nas redes sociais, Flávio Bolsonaro (PL) afirmou que não vai “compactuar com censura e interferência do Judiciário nas eleições [de 2026]”. A declaração se deu depois que ele anunciou a decisão de não participar do debate que estava previsto para ocorrer nesta quinta-feira (1º) na TV Globo.

O candidato convocou os eleitores a decidirem a disputa presidencial já no primeiro turno. “Vamos resolver esse negócio já nesse domingo agora para que a gente possa dar um recado claro de que o Brasil tem jeito e ninguém aguenta mais essa situação de sequestro que a nossa democracia enfrentou”, disse ele.

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Brasil

URGENTE: Globo cancela debate presidencial após decisões do TSE e STF e desistência de Flávio

Reprodução

A TV Globo cancelou o debate entre os candidatos à Presidência de República que seria realizado na noite desta quinta-feira (1º). O encontro seria o último antes do primeiro turno, marcado para domingo (4).

O cancelamento ocorreu após uma sequência de decisões judiciais. A ministra Estela Aranha, do TSE, proibiu a emissora de mostrar o púlpito vazio de Lula (PT), enquanto Gilmar Mendes, do STF, determinou a inclusão de Renan Santos (Missão), contrariando decisões anteriores de Cármen Lúcia e Kassio Nunes Marques.

Lula já havia informado que não compareceria. Depois da decisão sobre o púlpito, Flávio Bolsonaro (PL) também desistiu e alegou “censura”. Augusto Cury (Avante), Ronaldo Caiado (PSD) e Romeu Zema (Novo) estavam confirmados.

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Política

EDITORIAL BG: A toga tomou o lugar dos candidatos no debate da Globo

Arte Metrópoles

O debate presidencial da TV Globo, marcado para a noite desta quinta-feira (1º), foi atropelado pelo Judiciário antes mesmo de começar. Em poucas horas, decisões de ministros passaram a determinar o que a emissora poderia mostrar e até quem deveria estar no palco. A Justiça deixou de garantir as regras da eleição para interferir diretamente na organização de um programa jornalístico.

Primeiro, a ministra do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Estela Aranha, proibiu a Globo de exibir o púlpito vazio reservado ao presidente Lula (PT), que decidiu não comparecer ao último debate antes do primeiro turno. A magistrada entendeu que a imagem poderia pressionar candidatos a participar, embora o comparecimento seja facultativo.

O argumento não convence. Mostrar o lugar vazio de um candidato convidado não é censura, punição nem constrangimento ilegal. É informar ao eleitor que aquele candidato escolheu não estar ali. Lula tem o direito de faltar, mas a emissora e o público também têm o direito de registrar sua ausência. Depois da decisão, Flávio Bolsonaro (PL) desistiu de participar e classificou a medida como “censura”.

Para piorar ainda mais, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, determinou que a Globo incluísse Renan Santos (Missão) no debate. A decisão contrariou entendimentos anteriores da ministra Cármen Lúcia e do presidente do TSE, Kassio Nunes Marques.

O Missão possui apenas um deputado federal, enquanto a legislação assegura a participação aos candidatos de partidos ou federações com pelo menos cinco parlamentares no Congresso Nacional. As regras da Globo permitiam que a emissora, diante da desistência de um convidado, chamasse outro candidato bem colocado na pesquisa Quaest, mas deixavam claro que isso ocorreria a seu exclusivo critério. Gilmar transformou uma possibilidade editorial em obrigação judicial.

Gilmar passou por cima dos dois colegas de STF e decidiu, sozinho, quem deveria participar de um debate promovido por uma empresa jornalística. Isso não é um detalhe jurídico. É uma interferência direta na liberdade de imprensa e no processo democrático.

Hoje, um ministro determina quem entra no debate. Outro decide qual imagem pode aparecer. Amanhã, o que impedirá o Judiciário de estabelecer as perguntas, escolher os temas ou definir o formato mais conveniente?

Em defesa da liberdade de imprensa e por respeito à democracia, a emissora deveria cancelar o debate. Essa seria uma resposta dura, mas necessária, diante de decisões que desmontaram as regras acertadas previamente e transformaram um encontro entre candidatos em um espetáculo comandado por ministros.

Debate eleitoral deve ser decidido por regras públicas, pela lei e pela autonomia jornalística, não pela vontade de uma toga.

 

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Política

[VÍDEO] DESESPERO: Robério expõe estratégia esquerdista para tentar barrar avanço da direita no RN


Em um pronunciamento após retirar sua candidatura ao Governo do Rio Grande do Norte, Robério Paulino (PSOL) explicitou o cálculo eleitoral que levou a esquerda a concentrar forças em torno de Cadu Xavier (PT) para tentar impedir o avanço da direita no Estado. De olho na eleição presidencial, o partido preferiu deixar de lado suas convicções na disputa pelo Governo.

A declaração de Robério nas redes sociais deixa exposta a estratégia de transferência de votos para Cadu com o objetivo de impedir que Álvaro Dias, que Robério classificou como candidato da “direita radical”, chegue ao segundo turno e funcione como palanque para Flávio Bolsonaro no RN.

O pronunciamento revela a dimensão nacional que a esquerda atribui à disputa no RN.

 

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Política

Interferência cruzada do Judiciário esvazia regras, transforma debate da Globo em circo e impõe o cancelamento

Reprodução

A sucessão de intervenções diretas da Justiça Eleitoral e do Supremo Tribunal Federal transformou o aguardado debate presidencial da TV Globo em um cenário de completa insegurança jurídica, restando à emissora apenas uma alternativa viável para preservar sua autonomia: o cancelamento do confronto marcado para esta quinta-feira (1).

O colapso do formato começou a se desenhar quando a ministra Estela Aranha, do TSE, proibiu a emissora de utilizar o tradicional púlpito vazio para representar a ausência do presidente Lula (PT), determinando ainda que os demais concorrentes pudessem direcionar perguntas ao petista mesmo sem a sua presença física no estúdio. Em paralelo, o STF determinou a inclusão do candidato do Missão, Renan Santos, no debate, atropelando critérios jornalísticos e normas estabelecidas previamente pelo canal.

Diante de um cenário onde regras são reescritas de última hora em Brasília e o principal candidato da oposição, Flávio Bolsonaro (PL), já havia anunciado sua desistência em protesto contra a censura.

Com informações do Metrópoles 

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Política

[VÍDEO] ESCULHAMBAÇÃO TOTAL: Atropelo jurídico no STF implode regras do debate da Globo

A reta final da corrida presidencial foi sacudida nesta quinta-feira (1) por uma sequência de manobras jurídicas que transformou o debate da TV Globo em um verdadeiro imbróglio institucional. O ponto de ruptura ocorreu quando o ministro Gilmar Mendes determinou a inclusão de Renan Santos (Missão) no confronto televisivo, rasgando entendimentos firmados anteriormente pelo presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Kassio Nunes Marques, e pela ministra Cármen Lúcia, do Supremo Tribunal Federal. Com regras alteradas à revelia e critérios atropelados na véspera do evento, o candidato Flávio Bolsonaro (PL), bateu o martelo e anunciou que não participará da sabatina.

A decisão de última hora gerou forte repercussão na imprensa e entre comentaristas políticos, que não hesitaram em classificar a reviravolta como uma clara engenharia política nos bastidores. Analistas apontam que a ingerência sobre as normas eleitorais escancara a fragilidade das garantias institucionais e expõe o desespero de setores que tentam moldar o tabuleiro do primeiro turno a qualquer custo.

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Política

A três dias das Eleições, duas pesquisas apontam Walter Alves na liderança da nominata do MDB e entre os mais citados para deputado estadual

Reprodução

A três dias das Eleições Gerais, o candidato a deputado estadual, Walter Alves (MDB), aparece liderando a nominata do partido em duas grandes pesquisas de intenção de voto divulgadas nesta quinta-feira (1º).

Além de liderar a nominata, nas duas pesquisas — Perfil/Blog do BG e Consult/Tribuna do Norte — Walter aparece entre os mais citados pela população. Esses dois novos levantamentos reforçam uma tendência que vem se mantendo desde o início da campanha: que Walter Alves deve ser eleito como primeiro deputado do MDB e que o partido deve conseguir fazer mais de uma cadeira na Assembleia Legislativa.

“As pesquisas desta quinta-feira, tão perto da eleição e feitas por institutos tão respeitáveis, não deixam dúvida de que o nosso trabalho lá atrás, como deputado, tem o reconhecimento da população, que nos coloca como o nome mais citado do MDB”, disse.

Pesquisas

A pesquisa Perfil/Blog do BG foi realizada entre os dias 26 e 29 de setembro de 2026, com 2.000 entrevistados no Rio Grande do Norte. Nível de confiança de 95% e margem de erro de 2,19 pontos porcentuais. Registrada sob o número RN-08009/2026.

A pesquisa Consult/TRIBUNA DO NORTE foi realizada entre os dias 24 e 26 de setembro e utilizou uma amostra probabilística de 1.700 entrevistas. O erro amostral máximo da pesquisa é de 2.37%, e a confiabilidade de 95%. A pesquisa foi registrada na Justiça Eleitoral com o seguinte número: BR 04825/2026 RN 02343/2026.

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Política

Gilmar Mendes determina participação de Renan Santos no debate da Globo

Reprodução

O ministro Gilmar Mendes determinou que Renan Santos, candidato à Presidência pelo Missão, participe do debate da TV Globo nesta quinta-feira (1º). A decisão contraria entendimentos anteriores de Kassio Nunes Marques (presidente do Tribunal Superior Eleitoral) e da ministra Cármen Lúcia (STF).

Gilmar atendeu a uma ação apresentada pelo Solidariedade, que alegou risco de prejuízo irreparável ao candidato e aos eleitores. “Nenhuma decisão futura devolverá ao candidato a participação nem ao eleitor a possibilidade de ouvi-lo em confronto com os demais”, afirmou o ministro.

A Globo havia estabelecido a participação de candidatos ligados a partidos com pelo menos cinco deputados federais. O Missão possui apenas um parlamentar na Câmara, Kim Kataguiri (SP).

Kassio Nunes Marques havia entendido que a emissora não era obrigada a convidar Renan. Cármen Lúcia, por sua vez, considerou inadequado o instrumento jurídico usado pela campanha e apontou que o caso deveria ser analisado pela Justiça Eleitoral.

Renan marcou 3% na pesquisa Quaest mais recente. A ausência de Lula (PT), que decidiu não comparecer ao debate, também abriu espaço para a inclusão do candidato do Missão pelas regras definidas pela emissora.

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Política

Flávio Bolsonaro desiste do debate da Globo e acusa TSE de censura

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O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) anunciou, na noite desta quinta-feira (1º), que não participará do debate da TV Globo, marcado para as 21h30. A decisão foi tomada horas depois de uma determinação do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que proibiu a emissora de exibir o púlpito vazio reservado ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que também decidiu não participar do confronto.

“Acabo de tomar a decisão de não ir ao debate da Globo em função da censura imposta ao evento pelo TSE. A imprensa tem que ser livre e as eleições limpas. Em breve mais detalhes”, escreveu Flávio no X.

A decisão do candidato ocorre após a ministra Estela Aranha determinar, em caráter liminar, que a Globo não poderia destacar a cadeira vazia destinada a Lula nem permitir que os candidatos presentes dirigissem perguntas ao presidente ausente. A decisão atendeu a um pedido apresentado pela coligação de Lula.

A presença de Flávio no debate estava confirmada. Segundo informações divulgadas antes da desistência, a estratégia de sua campanha incluía explorar a ausência de Lula e fazer referências ao púlpito vazio durante o programa. A ideia era utilizar a ausência do petista como um dos principais pontos de confronto.

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