Esporte

Clóvis Emídio chuta o Pau da Barraca

O Blog do BG reproduz entrevista realizada por Gabriel Negreiros para o Jornal de Hoje e o site Fome de Gol com o ex-presidente Clóvis Emídio:

JORNAL DE HOJE: Clóvis, algumas vezes você citou que deixaria o clube se sentisse que estava prejudicando o América. Sua renúncia acontece por isso?

CLÓVIS EMÍDIO: Se eu represento um entrave, eu renuncio. Falei isso e acredito que atingi esse estágio. A prova disso é que tudo que era dinheiro pendente, provenientes a parcerias firmadas, agora vão surgir. Eu era um entrave, representava a negação da vontade de uma minoria. Permanecendo eu estaria interferindo no futuro do clube e sendo um empecilho na vida daqueles que pensam que são donos do América. Agora, não podemos deixar o América nas mãos de 5, 6 ou 7, que se dizem donos do clube. Tenho absoluta convicção que eles se pensam donos do América. Teve um que depois que tomou uns whiskys chegou a ousar dizer que o América era dos Rocha e dos Bezerra. E não é.

JH: Como assim, “dono do América”?

CE: Todo mundo queria impor alguma coisa. Jogadores, funcionários. Quando Zé Maria assumiu o América tinha entre 12 e 15 funcionários que não faziam nada. Tem vários exemplos de imposição de jogadores. Contrariei interesses e isso me prejudicou. A diferença é que quando eu penso no América, não penso em relação particular. Penso no América como o clube que eu amo. Politicamente eu penso contrário a esse grupo que vai assumir, mas vou me colocar a disposição para ajudar. Sei que não tenho a vivencia e perspicácia de outros, mas tenho muito a colaborar, porque eu penso no América. É isso que me move.

JH: Há vaidade?

CE: Não tenha dúvida. Há muita vaidade. A prova disso é que mesmo com a possibilidade desse grupo se unir em torno da salvação do América, como eles dizem, que vão salvar o América, a discórdia é uma marca entre eles. A prova disso é a escolha do treinador, que uns querem e outro não. Já começaram com discórdia até nessa formatação simples.

JH: Você cita na carta que a gestão de José Maria Figueiredo foi injustiçada e boicotada. Como isso aconteceu?

CE: Zé Maria foi por muito tempo cortejado para voltar a ser presidente. Por todos. Eu fui veículo disso várias vezes. Prometeram ficar juntos com ele e apoiar no que fosse necessário e foi por isso que ele aceitou. Quando ele decidiu ser o presidente impôs a condição de eu ser o vice. Com um mês depois começou o jogo de intrigas e imposições de vontade. Quando o América vislumbrou a possibilidade de fazer negócios com a sede social, agora você vai ver, essa negociação vai andar rapidamente, houve quem ousasse entrar com um projeto para tombar a sede social. Isso inviabilizaria a vida do clube para sempre. Só pelo fato de ser Zé Maria o presidente. Fecharia as portas do América. O clube ia sobreviver de que? Aquela sede social representa muito para o América. Você já imaginou alguém entrar com um projeto desses só para prejudicar?

JH: Esse projeto, o que acontece?

CE: Nós conseguimos brecar. Não há condições disso acontecer. O América tem sua vida financeira ligada ao patrimônio. Não podemos simplesmente tombar uma sede e perder o controle sobre ela.

JH: Você também foi boicotado?

CE: Quando eu falo em relação a mim, falo em relação à gestão. Sou uma continuidade de Zé Maria. Quando chegamos no América tinham pendurados cerca de 12 a 15 nomes que não faziam nada. Foi o famoso choque de gestão de Zé Maria que deixou todo mundo reclamando. Tiramos gente e modificamos uma estrutura que não poderia ser mantida pelo América. Tinham que ser eliminados esses custos. Tentamos implantar uma mentalidade empresarial. Ninguém estava tirando a quentinha de Baé, não é nada disso. Temos que buscar a rentabilidade financeira. Isso criou uma série de críticas. Funcionário que não da expediente, não pode ficar. O América não é INSS. Não pode um clube que vive à custa do esforço de alguns e abnegação da torcida bancar essa situação. Hoje a gente não admite que o poder público faça isso, porque o clube tem que fazer? Tiramos essas pessoas e o América continuou funcionando normalmente.

JH: Essa situação mudou hoje?

CE: Eu iria iniciar agora mais uma formatação. Há pessoas que insistem em não cumprir com as obrigações como empregado. Ficaram estagnados no tempo e não produzem. Estão descansados. Eu criei um organograma de cargos e isso foi uma confusão danada. Como posso dirigir uma empresa que tem três secretárias para uma cadeira? No ponto de vista administrativo, são coisas indispensáveis. Não tive tempo de fazer porque o sistema não deixou. O América não pode virar uma ilha de desmandos.

JH: O dinheiro falou mais alto?

CE: Não vai sair nenhum centavo do bolso deles. Só tem três pessoas que tem dinheiro empregado dentro do clube, que está contabilizado e está lá, nos documentos. José Maria Figueiredo, Carlos Theodorico Bezerra e Eduardo Serrano da Rocha têm dinheiro dentro do América. São empréstimos contabilizados na secretaria do clube. Qualquer outro que disser que tem dinheiro emprestado ao América foi por doação. Esses que citei há comprovação.

JH: Como será sua atuação no clube a partir de agora?

CE: Permanentemente vigilante. Um conselheiro mais atuante do que fui até então. Um sócio a disposição do América Futebol Clube para ajudar. Não vou criar obstáculos nem dificuldades. Não se faz política criando adversidades, como fizeram comigo. Farei isso construtivamente. Podem ter certeza, se os últimos anos foram marcados pela falta de oposição, agora o América tem. Não guardo rancor de quem atravessou o caminho da nossa gestão, mas vou lutar para que o torcedor participe das decisões do clube. Vou trabalhar para que o torcedor esteja mais presente nos quadros sociais. Precisamos democratizar.

JH: Você se considera injustiçado?

CE: Pela forma de me expressar as vezes fui mal compreendido. Acredito que em uma gestão tem que predominar a palavra do presidente, mas sempre conversava com todos. Mas não deixaria de tomar as atitudes que tomei. Jamais tomei uma decisão de cunho individual. Sempre submeti e me dobrei as evidencias, mesmo pensando de forma contrária, mas o consenso deveria prevalecer. O que não poderia permitir eram quatro ou cindo mandando no futebol, um da uma ordem de manhã e outro desfaz a tarde. Por isso que tinha que fazer prevalecer minha opinião em alguns momentos.

JH: Você pensa em um dia voltar a ser presidente?

CE: Eu alimento um ideal e citei na carta de renúncia. Assumir a presidência de forma precipitada e acidental. Não esperava ser nesse momento. A partir de agora vamos criar uma corrente no América que possamos administrar o clube de forma íntegra. E eu penso nisso sim em apoio com a torcida. Chegará o momento certo.

JH: O clube agora inicia um novo processo. Já está praticamente certo que Diá será o treinador, que João Maria Belmont estará no clube e que Paulinho Freire também terá interferência no futebol. Como você analisa essa conjuntura?

CE: Eu sempre defendi que o clube precisa ter parceria com empresários, com setores que sejam benéficos. Mas precisa ser claro e transparente. Não acredito que um cidadão como Paulinho Freire jamais se envolva em qualquer tipo negociação que prejudique o América. Pelo contrário, é um cidadão de bem, um político competente e que eu admiro. Um americano de verdade. Já não posso falar a mesma coisa em relação a Belmont e Diá. Eu disse que comigo Diá não trabalharia. Não enxergo Diá com condição para ser treinador de futebol. Ele não tem formação para isso. Várias atitudes dele o reprovam para assumir a direção técnica do América. Agora não me compete mais discutir isso. Torcerei pelo sucesso, se ele mesmo for o treinador.

JH: Você vai continuar indo aos jogos?

Logicamente. Sou torcedor. Venho das arquibancadas e lá estarei. A torcida tem que acreditar que essa mudança pode representar dias melhores. Eu vou a todos os jogos do América apoiar. Sou torcedor e estarei sempre junto. Essa agora é minha função. É impossível se pensar que poucos mudem o América, se querem mudanças, precisam jogar junto.

JH: Quer deixar um recado final?

CE: Gostaria muito de agradecer a todos que estiveram comigo. Todos os diretores que foram fiéis e estiveram presentes. São muitos os nomes que admiro e tenho respeito, a eles rendo todos os meus agradecimentos e mensagens. Seremos agora encorajadores das mudanças.

Opinião dos leitores

  1. Quando digo que o america é um time semi profissional e que vive de doações muita gente não gosta.agora o clovis trouxe tudo á tona …….e a fábrica de craque???? agora o tutu vai aparecer,,,,falcão teve sempre razão " A burguesia fede mas tem dinheiro prá comprar perfume".

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PESQUISAS: Futura foi o instituto que mais se aproximou do resultado das urnas no 1º turno da eleição presidencial; veja ranking

A pesquisa Futura foi a que mais se aproximou do resultado das urnas no primeiro turno da eleição presidencial de 2026, considerando a diferença entre os dois candidatos mais votados. Apenas Futura, Veritá e Palver acertaram qual candidato à Presidência que terminaria o 1º turno à frente.

O levantamento Futura ficou a apenas 0,33 ponto percentual da diferença registrada na votação oficial. Na sequência aparecem Veritá (1,38 p.p.), Paler (2,13 p.p.), Quaest (2,87 p.p.), Meio/Ideia (2,89 p.p.), AtlasIntel (4,77 p.p.), Datafolha (4,87 p.p.), Real Time Big (6,87 p.p.), Data BTG/Nexus (6,87 p.p.) e CNT/MDA (7,57 p.p.).

Na última pesquisa divulgada antes da eleição, a Futura apontava 44,8% para Flávio Bolsonaro e 42,6% para Lula, uma diferença de 2,20 pontos percentuais. Nas urnas, a vantagem foi de 1,87 ponto, com Flávio em 47,03% e Lula em 45,16%.

A pesquisa Futura ouviu 2 mil pessoas nos dias 2 e 3 de outubro, com margem de erro de 2,2 pontos percentuais e nível de confiança de 95%.

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Pipa Aruã Resort Village: MVP Incorporações apresenta ao mercado paraibano o novo condomínio de casas na Praia da Pipa

A MVP Incorporações apresenta ao mercado paraibano o Pipa Aruã Resort Village, condomínio de casas na Praia da Pipa, em pré-lançamento no dia 7/10, em João Pessoa.

A MVP Incorporações, incorporadora potiguar com atuação consolidada no Rio Grande do Norte, apresenta ao mercado paraibano o Pipa Aruã Resort Village, o novo condomínio de casas na Praia da Pipa. O pré-lançamento acontece na próxima quarta-feira, 7 de outubro, às 18h30, no Ville des Plants, em João Pessoa, com acesso exclusivo para corretores e futuros proprietários.

Pipa dispensa apresentação. Falésias, mata atlântica, golfinhos na baía e um dos pores do sol mais bonitos do Brasil, tudo a pouco mais de uma hora de João Pessoa. É o destino que o paraibano já conhece de coração e que o mundo inteiro quer visitar: turismo nacional e internacional o ano todo, alta procura e uma orla que não se multiplica. Ter um endereço em Pipa é ter um pedaço do litoral mais desejado do Nordeste.

É esse cenário que o Pipa Aruã Resort Village traduz. São 104 casas com projeto do arquiteto Flávio Góis, em um conceito de resort village: o conforto de uma casa com a estrutura de um resort do lado de fora da porta. A área de lazer e convivência é completa, com piscina, sauna, beauty space, quadra, academia e muitas outras comodidades, no encontro perfeito da natureza com o mar. Um lugar para viver, veranear e receber, em Pipa, o ano inteiro.

E tem o fator tempo. Por estar em pré-lançamento, o evento do dia 7 é a primeira e melhor janela de entrada: as plantas, as casas e as condições iniciais antes da abertura oficial ao público. Para o corretor paraibano, é a chance de chegar primeiro em um produto que vende o próprio destino. Para o cliente, é garantir a casa dos sonhos em Pipa enquanto as melhores unidades ainda estão na mesa.

“Pipa é um destino que se vende sozinho, e faltava um produto à altura dele. O Pipa Aruã Resort Village é isso: casas com estrutura de resort, no endereço que o mundo inteiro quer conhecer”, afirma Marcelo Pereira, diretor da MVP Incorporações. “Estamos trazendo para o paraibano a oportunidade de ter a sua casa em Pipa, com a segurança de quem constrói no Rio Grande do Norte há quase duas décadas.”

Essa segurança tem lastro. A MVP Incorporações é a nova frente da MVP Engenharia, que soma 19 anos de atuação na Paraíba e no Rio Grande do Norte, com participações em obras como a Ponte em Estrutura Metálica em Manaíra, a conclusão do Terminal de Valentina em João Pessoa, o Natal Shopping, o Vila Galé Touros e a Ponte Estadual Mapa da Pipa (PEMP). É uma trajetória que reduz o risco de execução, um dos pontos que mais pesa na decisão de comprar na planta. O Pipa Aruã Resort Village integra a grife Aruã, cujo nome traduz justamente o encontro do mar com a natureza.

Mais informações: @mvpincorporacoes ou whatsapp (84) 2030-2323

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Globo faz auditoria interna para investigar relação e contratos de Luciano Huck e Daniel Vorcaro após mensagens reveladas citarem R$ 109 milhões

Foto: Dados obtidos pela PF no celular de Vorcaro/Divulgação

A Globo autorizou uma auditoria interna para apurar o histórico da relação de Luciano Huck com Daniel Vorcaro, ex-controlador do Banco Master. O levantamento deve analisar contratos, contatos e possíveis negócios entre o apresentador e o banqueiro. A informação é da coluna Faria Lima News, da Veja Negócios.

Mensagens encontradas pela Polícia Federal no celular de Vorcaro indicaram encontros, jantares, uso de aeronaves e tratativas comerciais. Em uma das conversas, Huck cita R$ 83 milhões em investimentos de mídia do Will Bank na Globo e outros R$ 26 milhões em um “contrato pessoal”, somando R$ 109 milhões.

Huck nega ter sido sócio de Vorcaro e afirma que os negócios estavam relacionados à captação e gestão do patrocínio do Will Bank. Sua assessoria diz que os contratos foram formalizados, com notas fiscais emitidas, impostos pagos e serviços prestados. Até o momento, as mensagens divulgadas não indicam, por si só, prática ilegal do apresentador.

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Moraes faz consulta à PGR e aguarda posicionamento antes de decidir sobre pedido de visita de Flávio a Jair Bolsonaro

Fotos: Fellipe Sampaio/STF | Ton Molina/STF

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes determinou nesta terça-feira (6) que a Procuradoria-Geral da República (PGR) se manifeste sobre o pedido para que Flávio Bolsonaro (PL) possa visitar o pai, Jair Bolsonaro (PL). O ministro aguarda o parecer da PGR antes de decidir sobre o pedido. Não foi estabelecido prazo para a manifestação.

A defesa do ex-presidente pediu a retomada das visitas de familiares de primeiro grau ou, alternativamente, que Flávio seja autorizado a fazer uma única visita antes de 11 de outubro, quando termina a suspensão de 90 dias determinada por Moraes.

A restrição foi imposta em julho, após Flávio divulgar nas redes sociais uma carta escrita por Bolsonaro. Para Moraes, a publicação violou a proibição de o ex-presidente utilizar redes sociais diretamente ou por meio de terceiros.

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União Brasil e PP fecham com Flávio Bolsonaro e preparam evento para anunciar apoio no 2º turno

Foto: Charles Vieira

A Federação União Progressista, formada por União Brasil e PP, deve oficializar nesta quarta-feira (7) o apoio a Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno da eleição presidencial. A informação é a do blog de Tainá Falcão, da CNN Brasil.

A decisão será discutida nesta terça-feira (6), em Brasília, durante reuniões simultâneas das duas siglas, marcadas para as 16h. Se confirmada, a aliança será anunciada ao lado de Flávio na sede do União Brasil.

No PP, o presidente nacional Ciro Nogueira já declarou que defenderá o apoio ao candidato do PL. No União Brasil, o presidente Antonio Rueda também considera a adesão como o caminho mais provável. Como os partidos integram uma federação, a decisão precisa ser conjunta.

As conversas entre Flávio e os dirigentes começaram antes do primeiro turno e avançaram após o senador terminar a primeira etapa à frente de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), além do crescimento da direita no Congresso.

Apesar da tendência de apoio, há resistências dentro das legendas. Diretórios do Nordeste defendem Lula, enquanto o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), sinalizou que pretende manter o apoio ao petista.

A aproximação com Flávio também ocorre em meio a divergências entre Ciro Nogueira e Antonio Rueda e o governo Lula. Os dois dirigentes acumulam atritos com o presidente e passaram a defender uma postura mais distante do Palácio do Planalto.

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A missão é “ampliar votação de Lula e eleger Cadu”, diz Cadu de Lula após reunião com o presidente

Diretamente do Aeroporto de Brasília, após reunião com o presidente Lula na capital federal, Cadu de Lula apareceu acompanhado da governadora Fátima Bezerra, da senadora Samanda e do ex-deputado federal Rafael Motta para celebrar os desdobramentos do encontro estratégico na noite desta segunda-feira (5). Com o objetivo de alinhar as próximas ações da campanha no estado, a comitiva destacou a energia renovada para enfrentar a etapa decisiva da eleição e consolidar o projeto no Rio Grande do Norte.

A grande novidade anunciada pelo grupo foi o compromisso assumido pelo próprio presidente da República de participar diretamente da campanha no RN. Cadu enfatizou a importância dessa aliança para o pleito ao declarar: “a notícia boa é essa: o presidente disse que vai estar no segundo turno no Rio Grande do Norte! Missão dada é missão cumprida, presidente. Vamos ampliar sua votação e fazer campanha para me eleger governador”.

Com entusiasmo, a governadora Fátima Bezerra, Rafael Motta e a senadora Samanda reafirmaram o empenho do grupo em intensificar as agendas de rua e fortalecer a candidatura ao lado da militância. Samanda destacou ainda o entusiasmo de Lula com a disputa local. “Lula tá muito entusiasmado que é você governador, Cadu”, completou a senadora eleita.

Opinião dos leitores

  1. Petista sempre subestimando a opinião pública! O recado nas urnas já foi dado.O Brasil não quer mais o pt do molusco e cia!quem tem uma folha corrida de ex-presidiário por roubo ,jamais pode acusar adversários com narrativas e fake news!

  2. Petista sempre subestimando a opinião pública! O recado nas urnas já foi dado.O Brasil não quer mais o pt do molusco e cia!quem tem uma folha corrida de ex-presidiário por roubo ,jamais pode acusar adversários com narrativas e fake news.

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MARIO SABINO: Lula “passa ridículo” ao tentar se afastar do STF após resultado das urnas

Foto: Evaristo Sa/AFP

O jornalista Mario Sabino afirma que o presidente Lula (PT) tenta se desvincular politicamente do Supremo Tribunal Federal (STF) depois de perceber que a associação com a Corte teria provocado desgaste eleitoral no primeiro turno. Em coluna publicada nesta terça-feira (6) no Metrópoles, Sabino classifica a tentativa como “patética”.

O colunista comenta uma declaração feita por Lula na segunda-feira (5), na qual o petista se apresentou como candidato “antissistema” e criticou a relação estabelecida com o Supremo. “Só tem um candidato que é antissistema, e somos nós, não tem outro candidato. E estamos carregando nas costas uma coisa muito grave que é a promiscuidade que ficou estabelecida na Suprema Corte brasileira depois dessas denúncias”, disse Lula.

Para Sabino, a declaração representa uma tentativa de Lula de se afastar de uma relação da qual teria sido beneficiário. O jornalista cita decisões do STF que favoreceram o presidente e lembra que Lula indicou para a Corte seu ex-ministro da Justiça, Flávio Dino, e seu ex-advogado Cristiano Zanin.

A coluna também relaciona a mudança de discurso ao novo cenário político produzido pelas eleições para o Congresso. Segundo Sabino, a eleição de uma bancada no Senado hostil a ministros do Supremo, com parlamentares que defenderam durante a campanha processos de impeachment contra integrantes da Corte, pode alterar a relação de forças entre STF, Executivo e Legislativo.

Na avaliação do jornalista, caso Lula seja reeleito, a composição mais oposicionista do Congresso aumentaria as dificuldades para o governo e também os riscos políticos de uma eventual interferência do Supremo em disputas entre Executivo e Legislativo.

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BETS: R$ 1,33 bilhão ficam sem resgate; veja como apostadores receberão o dinheiro

Foto: Bruno Peres/Agência Brasil

Cerca de R$ 1,33 bilhão ainda estavam depositados nas plataformas de apostas na tarde desta segunda-feira (5), poucas horas antes do fim do prazo para saque voluntário. Com os sites e aplicativos obrigados a sair do ar nesta terça-feira (6), os valores que não foram retirados serão devolvidos aos apostadores por meio das instituições financeiras.

Segundo dados do Ministério da Fazenda, desde 26 de setembro os usuários retiraram R$ 775,6 milhões das plataformas. No mesmo período, o número de CPFs com saldo positivo caiu de 28,9 milhões para 26,54 milhões.

O encerramento do prazo para saque voluntário não significa perda do dinheiro. Nesta terça (6) e quarta-feira (7), as bets deverão informar aos bancos os valores restantes vinculados a cada CPF e a conta bancária utilizada pelo apostador para fazer os depósitos.

A devolução deverá ocorrer entre os dias 9 e 14 de outubro. O dinheiro será transferido para uma conta ativa de titularidade do próprio apostador, preferencialmente aquela utilizada anteriormente para enviar recursos à plataforma.

Caso existam dificuldades operacionais para a restituição pelos bancos, os valores serão encaminhados à Caixa Econômica Federal. A partir de 14 de outubro, a instituição ficará responsável por intermediar a devolução aos usuários.

A medida provisória que determinou o encerramento das bets estabelece a restituição integral dos saldos e determina que o dinheiro pertencente aos apostadores permaneça separado do patrimônio das empresas.

Com informações da Veja

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Após vitória da direita, oposição e empresários se mobilizam para esvaziar votação do fim da escala 6×1

Foto: Hugo Marques/VEJA

A vitória da direita nas eleições de domingo já provoca reflexos no Congresso. Senadores da oposição e representantes de setores empresariais articulam uma estratégia para dificultar o avanço da PEC que prevê o fim da escala 6×1, enquanto o governo Lula tenta levar a proposta adiante durante o segundo turno da eleição presidencial.

Segundo a Veja, empresários dos setores de comércio, serviços e indústria têm pressionado senadores a não comparecer às sessões. Paralelamente, a oposição busca adiar a análise da proposta. Para uma PEC ser aprovada, são necessários pelo menos 49 votos entre os 81 senadores em cada um dos dois turnos de votação.

O primeiro teste acontece nesta terça-feira (6). O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), manteve a PEC 221/2019 na pauta e marcou para as 14h a primeira das cinco sessões de discussão exigidas antes da votação em primeiro turno. Outras sessões estão previstas para quarta e quinta-feira, embora o governo ainda possa tentar acelerar o processo por meio de um calendário especial.

A movimentação para frear a proposta já havia ocorrido em setembro, quando a PEC passou pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). Na ocasião, o líder do governo no Congresso, Randolfe Rodrigues (PT-AP), atribuiu a Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e Rogério Marinho (PL-RN) uma articulação que impediu a tentativa de levar imediatamente a matéria ao plenário.

O cenário, porém, mudou depois das eleições. De acordo com a publicação, o avanço da direita no Senado tornou mais difícil a articulação governista em torno da PEC. Nos bastidores do governo, já existe a avaliação de que a aprovação ficou politicamente mais complicada.

A proposta reduz de 44 para 40 horas a jornada máxima semanal, estabelece dois dias de descanso e proíbe redução salarial. Na votação realizada na CCJ, Rogério Marinho, Tereza Cristina, Hamilton Mourão e Jaime Bagattoli foram os únicos a votar contra o parecer favorável à PEC.

Com informações da Veja

Opinião dos leitores

  1. “Flávio vai melhorar minha vida!” Quem votou em Flávio vai aprender que só a vida do patrão vai melhorar kkkkkkkkkk

    1. Quer ser patrão pode idiota, é questão de talento pra empreender,se não tem continue “pião”!Simples assim !

    2. Sem patrão não tem emprego
      Pare de achar que todo patrão e rico

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Centrão se movimenta para 2º turno e PP, Republicanos e União Brasil tendem a apoiar Flávio Bolsonaro

Foto: Reprodução

Partidos do Centrão iniciaram as negociações para definir os apoios no segundo turno da disputa entre Flávio Bolsonaro (PL) e o presidente Lula (PT). A expectativa entre integrantes das legendas é de que PP, Republicanos e União Brasil caminhem majoritariamente com o candidato do PL, enquanto parte importante do PSD também pode aderir à campanha.

O resultado do primeiro turno alterou o cenário dentro das siglas. Com 100% das urnas apuradas, Flávio terminou com 47,03% dos votos, contra 45,16% de Lula. Segundo a CNN Brasil, dirigentes e parlamentares que antes defendiam neutralidade passaram a discutir um posicionamento formal para a segunda etapa da eleição.

No PSD, o ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado, que disputou a Presidência pelo partido, deve formalizar nesta terça-feira (6) apoio a Flávio. A legenda havia liberado seus integrantes no primeiro turno para seguirem as alianças estabelecidas em cada estado.

O Republicanos também negocia uma aproximação com a campanha do PL. Coordenador da campanha de Flávio, o senador Rogério Marinho (PL-RN) afirmou que o apoio da legenda está “quase fechado, com algumas dissidências”. Segundo ele, novas conversas serão realizadas com o presidente nacional do partido, Marcos Pereira.

Uma das principais lideranças do Republicanos, o governador reeleito de São Paulo, Tarcísio de Freitas, já declarou apoio a Flávio. Na Paraíba, porém, o cenário é diferente devido à relação do presidente da Câmara, Hugo Motta, com Lula, que apoiou Nabor Wanderley, pai do deputado, na disputa pelo Senado.

O PP marcou para esta terça uma reunião com presidentes de diretórios estaduais, deputados e senadores para decidir o posicionamento no segundo turno. A definição também pode influenciar o União Brasil, já que as duas legendas integram a mesma federação.

Já o MDB deve manter a neutralidade nacional e liberar seus integrantes para apoiarem os candidatos conforme as alianças estaduais.

Com informações da CNN Brasil

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