A prestação de contas do ministro Henrique Eduardo Alves, referentes a campanha de 2014, quando disputou as eleições para governador do Rio Grande do Norte serão apreciadas nesta terça-feira (17) no Plenário do Tribunal Regional Eleitoral (TRE). Sim: amanhã.
E contra o ministro pesam as recomendações. Todo mundo que analisou as contas, recomendou a reprovação. A negativação é geral. O relator Almiro Lemos, o Setor de Contabilidade do TRE e o Ministério Público Eleitoral (MPE): todos foram unânimes em recomendar a reprovação das contas.
Dependendo das causas apontadas para a reprovação, Henrique pode cair na lei da Ficha Limpa e ficar inelegível por oito anos.
O presidente da Argentina, Javier Milei, iniciou o processo de transferência de hotéis estatais para a iniciativa privada. A medida encerra o modelo de turismo social criado na década de 1940 durante o governo de Juan Domingo Perón.
Os complexos ofereciam hospedagem subsidiada a trabalhadores por cerca de US$ 10 por diária.
O governo argentino eliminou em 2025 a obrigação legal de manter programas de turismo subsidiado. Milei considera que a operação de hotéis pelo Estado contraria sua política de livre mercado e o plano de redução da máquina pública. Em 2024, a atividade consumiu aproximadamente US$ 7 milhões em recursos públicos.
O ministro da Desregulamentação, Federico Sturzenegger, afirmou que a administração de empreendimentos hoteleiros não deve ficar sob responsabilidade do Estado. Segundo ele, operadores privados têm melhores condições de ampliar o potencial turístico dos locais.
A decisão provocou reação de sindicatos e partidos de oposição. Em maio deste ano, o governo demitiu os 50 funcionários que ainda trabalhavam no complexo de Chapadmalal. A medida gerou protestos e disputas judiciais.
Outro foco de atrito envolve o governador da Província de Buenos Aires, Axel Kicillof. Adversário político de Milei, ele pediu autorização para assumir a gestão dos hotéis por meio da administração provincial. O governo federal ainda não respondeu ao pedido.
Dos 81 senadores, 41 assinaram a chamada PEC do Trabalho Flexível, apresentada pelo líder no Senado, o senador Rogério Marinho (PL-RN), que cria um modelo alternativo de contratação baseado nas horas efetivamente trabalhadas. Dos senadores que apoiaram a apresentação do texto, 3 tentaram retirar seus nomes após a repercussão negativa nas redes sociais, mas o Senado negou os pedidos.
Protocolada em 28 de maio, a PEC permite que empregadores e trabalhadores escolham entre o regime tradicional previsto na CLT (Consolidação das Leis do Trabalho) e um modelo flexível de contratação. Nesse formato, a remuneração seria calculada com base nas horas efetivamente trabalhadas, enquanto benefícios como FGTS, férias e 13º salário seriam pagos proporcionalmente à carga horária cumprida.
A proposta também estabelece que o contrato individual prevalecerá sobre eventuais acordos coletivos relacionados à jornada de trabalho. O texto foi apresentado como alternativa à PEC aprovada pela Câmara que reduz a jornada da escala 6 X 1 para 5 X 2.
A iniciativa ganhou respaldo de entidades empresariais. A Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo) e centenas de organizações dos setores produtivo e de serviços divulgaram nesta 3ª feira (9.jun.2026) o manifesto “Uma carta para o Brasil que acorda cedo”, em defesa da proposta e com críticas à PEC que prevê o fim da escala 6 X 1.
Os senadores Romário (PL-RJ), Zequinha Marinho (Podemos-PA) e Cleitinho (Republicanos-MG) passaram a afirmar publicamente que são favoráveis ao fim da escala 6 X 1 e disseram que o apoio inicial à PEC teve o objetivo de permitir o debate da matéria no Senado.
Em nota enviada ao Poder360, Zequinha disse ter decidido retirar sua assinatura depois de se reunir com representantes dos trabalhadores do Pará. Segundo o senador, a PEC poderia fragilizar acordos entre empregados e empregadores sobre jornada de trabalho.
Para protocolar uma PEC no Senado são necessárias ao menos 27 assinaturas. A proposta superou esse número e reuniu apoio de praticamente metade da Casa.
Veja quais senadores assinaram a proposta protocolada por Rogério Marinho:
Um homem morreu após ser atropelado por um ônibus durante a tarde desta terça-feira (9) em um trecho da BR-101, nas proximidades de um shopping na zona Sul de Natal.
De acordo com informações preliminares da Secretaria de Mobilidade Urbana (STTU), o caso foi registrado por volta das 18h. Testemunhas relataram que o ônibus seguia pela via quando, no meio do trajeto, o homem caiu na pista e foi atingido pelo veículo, da linha 3008 – Nova Parnamirim.
O motorista não conseguiu frear a tempo.
Até a publicação desta matéria, a identidade da vítima não foi confirmada. Policiais foram acionados para isolar a área e apurar as circunstâncias do acidente.
Os bares e restaurantes do Rio Grande do Norte já se organizam para a transmissão dos jogos da Copa do Mundo e projetam impacto positivo no faturamento durante o período das partidas, especialmente nos jogos da seleção brasileira.
De acordo com a Associação Brasileira de Bares e Restaurantes no Rio Grande do Norte, 53% dos estabelecimentos pretendem transmitir os jogos da Copa. Entre esses, 82% esperam aumento no faturamento em relação aos dias sem jogos. A maioria projeta crescimento de até 20% nas vendas.A pesquisa foi realizada entre os dias 18 e 26 de maio com empresários do Rio Grande do Norte.
O presidente da Abrasel no RN, Thiago Machado, afirma que o evento deve alterar significativamente a rotina do setor. “É um grande evento para o setor, onde durante os jogos do Brasil tem um incremento grande, muito forte, num dia que seria um dia normal de faturamento”, disse. Ele destaca ainda que os empresários já estão se preparando com estruturas de transmissão e ações voltadas ao público.
Segundo o levantamento, a transmissão das partidas deve ser uma das principais estratégias dos estabelecimentos durante o evento, especialmente em dias de jogos do Brasil, quando o movimento tende a ser mais intenso. Os estabelecimentos têm investido em telões, melhorias de som, decoração temática e ações promocionais, como combos especiais e produtos personalizados para o período da Copa. A estratégia também inclui a ambientação dos espaços com cores da seleção brasileira e equipes uniformizadas.
A pesquisa aponta ainda que parte do setor vê o delivery como oportunidade de crescimento, já que muitos consumidores devem optar por acompanhar os jogos em casa. Um estudo citado pelo setor indica que cerca de 30% do público deve assistir às partidas em bares e restaurantes, enquanto a maior parte deve permanecer em casa, ampliando a demanda por entregas.
“Alguns fazem combos, outros criam produtos novos para a Copa, batizando com nomes de futebol. É uma forma de atrair o cliente. Esse segmento de delivery vai ser bem aquecido. É uma oportunidade importante para o setor”, afirmou Thiago.
A Prefeitura do Natal, através da Secretaria Municipal de Infraestrutura (Seinfra), intensificou os serviços de recuperação viária em todas as regiões da capital. As ações têm como objetivo corrigir danos no pavimento, melhorar as condições de tráfego e garantir mais segurança para motoristas e pedestres.
Entre os dias 25 de maio e 2 de junho, as equipes do Departamento de Conservação da Seinfra atuaram em 36 vias da cidade, executando serviços de recuperação em pavimentação asfáltica e em paralelepípedo. As intervenções seguiram o cronograma estabelecido pela secretaria, com prioridade para os trechos que apresentavam maior necessidade de manutenção.
Os trabalhos contemplaram ruas e avenidas localizadas nos bairros Dix-Sept Rosado, Bom Pastor, Felipe Camarão, Alecrim, Potengi, Ponta Negra, Capim Macio, Neópolis, Lagoa Nova, Pitimbu, Quintas e Nossa Senhora da Apresentação.
Segundo a secretária municipal de Infraestrutura, Shirley Cavalcanti, as equipes seguem atuando de forma permanente para reduzir os impactos causados pelo desgaste natural das vias e pelas chuvas. “Os serviços são realizados diariamente em todas as regiões da cidade, com base em critérios técnicos que permitem identificar os pontos com maior necessidade de intervenção. O trabalho busca melhorar as condições de circulação e proporcionar mais segurança para quem utiliza as vias da capital”, afirmou.
Confira as vias que receberam serviços de recuperação entre os dias 25 de maio e 2 de junho:
Recuperação em pavimentação de paralelepípedo
Avenida Antônio Basílio (Dix-Sept Rosado e Bom Pastor)
O CENTCOM (Comando Central dos EUA) afirmou nesta terça-feira (9) que suas forças começaram a lançar ataques de “autodefesa” contra o Irã às 18h (horário de Brasília), em resposta à queda de um helicóptero Apache do Exército dos EUA.
A extensão e a intensidade dos ataques dos EUA não ficaram imediatamente claras, embora a publicação do Comando Central os tenha descrito como uma “resposta proporcional à agressão injustificada do Irã”.
Anteriormente, a agência de notícias iraniana Mehr afirmou, citando moradores, que explosões foram ouvidas na região de Sirik, acrescentando que a natureza dos estrondos era desconhecida.
Já a agência de notícias semioficial do Irã Fars noticiou que explosões também foram ouvidas em partes do leste da província de Hormozgan.
Mais cedo, o presidente dos EUA, Donald Trump afirmou que foi informado pelo Exército Americano que o Irã abateu um helicóptero Apache dos EUA que caiu na costa de Omã.
Ele pontuou que as Forças Armadas dos EUA “devem, necessariamente, responder a este ataque”.
U.S. Central Command (CENTCOM) forces began launching self-defense strikes against Iran at 5 p.m. ET today at the Commander in Chief’s direction, in response to yesterday’s downing of a U.S. Army Apache helicopter. The mission is a proportional response to unjustified Iranian…
“Acabei de ser informado por nossas Forças Armadas que, na noite passada, os iranianos abateram um de nossos sofisticados helicópteros Apache enquanto patrulhava o Estreito de Ormuz. Havia dois pilotos envolvidos, ambos estão seguros e ilesos”, publicou o presidente na Truth Social.
“Mesmo assim, os Estados Unidos devem, necessariamente, responder a este ataque”, disse ele.
Um drone marítimo americano resgatou os dois tripulantes do helicóptero. O caso marcou a primeira perda de um Apache desde o início do conflito com o Irã.
Em resposta, o ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, instou as forças estrangeiras a deixarem o Estreito de Ormuz ou correrem o risco de serem “pegos em constante perigo”, após o presidente dos EUA, Donald Trump, acusar Teerã de abater um helicóptero Apache do Exército na costa de Omã.
“As forças estrangeiras próximas ao nosso território correm risco constante devido a erros humanos, acidentes ou por potencialmente serem pegas em fogo cruzado”, disse Araghchi em uma publicação na rede social X.
“Para reduzir o risco, a melhor solução é que as forças estrangeiras deixem, o mais rápido possível, um ambiente que nunca será hospitaleiro a uma presença hostil”, acrescentou.
O ministro das Relações Exteriores iraniano acrescentou que, embora Teerã prefira “a linguagem da diplomacia… como nossos bravos guerreiros demonstraram ao mundo, também sabemos falar outras línguas”, ecoando uma declaração semelhante feita anteriormente pelo principal negociador do Irã, Mohammad Bagher Ghalibaf.
O ministro das Relações Exteriores afirmou que o Estreito de Ormuz não é considerado águas internacionais, mas sim compartilhado pelo Irã e Omã. Ele prometeu que as forças armadas iranianas estão em constante alerta para “qualquer violação do espaço aéreo, território ou águas territoriais do Irã”.
🚨VEJA: Rubio promete R$ 2,7 bilhões para o Brasil combater PCC e CV com apoio direto de Trump
O secretário de Estado dos Estados Unidos afirmou que o Brasil poderá receber ajuda do governo Trump no combate ao narcotráfico, com verba de R$ 2,7 bilhões prevista para cooperação… pic.twitter.com/wVGcb77X2R
— Pesquisas Eleições (@EleicaoBr2026) June 9, 2026
Imagem: Reprodução/X
O secretário de Estado dos Estados Unidos afirmou que o Brasil poderá receber ajuda do governo Trump no combate ao narcotráfico, com verba de R$ 2,7 bilhões prevista para cooperação policial com países da América do Sul em 2027.
O anúncio vem logo após Trump classificar PCC e Comando Vermelho como organizações terroristas e acende o debate sobre até onde vai a disposição do Brasil em aceitar interferência americana no combate ao crime organizado.
O senador Flávio Bolsonaro, pré-candidato à Presidência da República pelo PL, afirmou, nesta terça-feira (9), que, se eleito, suspenderá por um ano a entrada em vigor da reforma tributária aprovada pelo Congresso Nacional. Segundo ele, durante esse tempo, serão formuladas novas regras.
“Vamos suspender a entrada em vigor dela por, pelo menos, um ano, porque já ultrapassamos a famosa Curva de Laffer há muito tempo. Muito tributo, altíssima carga tributária e, com isso, começa a haver sonegação”, declarou, durante visita à Times Brasil/CNBC.
A Curva de Laffer é a teoria que defende que o aumento de imposto nem sempre resulta em mais receita, pois alíquotas excessivamente altas desestimulam a economia e reduzem a base.
Flávio afirmou que, tal como está, a reforma tributária “veio para aumentar carga tributária” e “complicou ainda mais” o sistema tributário. “Temos que buscar uma reforma tributária que seja negativa. A gente consegue, com um governo mais moderno, mais enxuto, usando tecnologia, inteligência artificial, apertando os gargalos de desperdício de dinheiro público, e com isso, vamos conseguir oferecer uma carga tributária mais baixa”, falou.
O senador defendeu uma revisão para algumas atividades econômicas. “Tem setores que são impossíveis de pagar. Quem é profissional liberal vai pagar quase 40% de imposto”, disse.
O presidente da Bolívia, Rodrigo Paz, sancionou uma lei nesta segunda-feira, 8, que regulamenta o estado de exceção no país e permite o uso de tropas do Exército para desobstruir rodovias. O chefe de Estado declarou que “narcoterroristas” financiam os protestos que exigem sua renúncia e mandou um recado direto aos bandos armados, ao avisar que os dias deles estão contados. O novo mecanismo jurídico autoriza o Executivo a limitar as liberdades de reunião e de circulação da população.
Segundo informações da Revista Oeste, a medida drástica surge quando o país atinge uma semana consecutiva de paralisações coordenadas por sindicatos de operários, camponeses, mineiros, professores e caminhoneiros. Os bloqueios asfixiam a economia e provocam o desabastecimento generalizado nas principais capitais. Em La Paz e El Alto, o preço dos alimentos básicos dobrou, e hospitais já registram falta de medicamentos, além de filas quilométricas nos postos de combustíveis.
O governo federal acusa abertamente o ex-presidente socialista Evo Morales de chefiar a mobilização para tentar derrubar a democracia por meio do caos social. Durante a cerimônia de assinatura da lei no palácio presidencial, Rodrigo Paz discursou ladeado por ministros e comandantes das Forças Armadas e da Polícia Nacional. O presidente justificou o endurecimento da segurança pública depois que facções ligadas ao tráfico de cocaína feriram quatro policiais à bala em confrontos recentes nas estradas.
Os manifestantes radicais, conhecidos como “evistas”, rejeitam as reformas econômicas implementadas pela gestão de direita. Paz assumiu o comando do país e encerrou duas décadas de hegemonia da esquerda sob o controle de Evo Morales e Luis Arce. O governo anterior deixou a Bolívia em colapso financeiro, com uma inflação que passou dos 20% no ano passado e previsão de forte encolhimento da economia para este ano.
Evo Morales classificou as manifestações como uma “rebelião legítima” e atacou o atual mandatário, chamando-o de submisso ao presidente norte-americano, Donald Trump. O ex-ditador está foragido da Justiça em um processo por tráfico de uma menor de idade. Desde o fim do ano passado, ele vive cercado por milícias armadas em seu reduto político e sindical no Trópico de Cochabamba para evitar a sua captura.
Os apoiadores do ex-presidente chegaram a depredar e bloquear a pista do Aeroporto de Chimoré com galhos e pedras para impedir o pouso de aeronaves militares que pudessem transportar agentes policiais. Lideranças dos piquetes afirmam na internet que pretendem defender o chefe do partido mesmo que a resistência resulte na perda de vidas. Do outro lado, centenas de moradores de La Paz realizaram marchas pacíficas com bandeiras brancas para cobrar o desbloqueio das vias.
O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira (PSD), disse nesta 3ª feira (9.jun.2026) que o governo vai debater na próxima reunião do CNPE (Conselho Nacional de Política Energética) o avanço da mistura obrigatória do etanol na gasolina de 30% (E30) para 32% (E32). O encontro será marcado no período dos próximos 15 dias.
Silveira fez o anúncio após se reunir com representantes do setor de etanol, que vem pressionando pelo avanço da mistura. A medida favorece diretamente o segmento, que aumentará sua participação no mercado nacional de combustíveis com o novo teor obrigatório.
“Os estudos técnicos necessários nos permitem ir até o E32, por uma indicação trazida hoje pelo setor e que vai ser submetida pela determinação do presidente da República ao próximo Conselho Nacional de Política Energética, que será marcada nos próximos 15 dias, para que a gente definitivamente possa debater, e eu espero que deliberar, o tema”, disse Silveira a jornalistas no Palácio do Planalto.
Depois de 2 adiamentos, o avanço do E32 aguarda análise do CNPE há pelo menos 1 mês. O tema estava na pauta da reunião marcada inicialmente para 7 de maio, que foi adiada para 11 de maio e posteriormente cancelada. Na ocasião, Silveira, que preside o colegiado, viajou com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para o encontro com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump (Partido Republicano).
Nos últimos meses, congressistas, associações, empresas e executivos ligados ao segmento de biocombustíveis aumentaram a pressão pelo avanço imediato da mistura do etanol na gasolina e do biodiesel no diesel, sob a justificativa de que o país precisa reduzir a dependência da importação de combustíveis, sobretudo em períodos de instabilidade internacional como a guerra do Irã.
Segundo estimativas do governo, o avanço da mistura representaria 450 milhões de litros a menos de importação de gasolina no Brasil. Silveira afirmou que a medida é fundamental para a segurança energética e para tornar o país autossuficiente no abastecimento de combustíveis, “minimizando os impactos da guerra que nós sabemos que não é uma guerra nossa”.
“É uma guerra que não depende de nós, mas estamos tomando as medidas necessárias para que a gente possa ter o menor impacto possível no Brasil. Temos que seguir tanto com as subvenções quanto com as desonerações [de impostos], para que [o combustível] possa chegar na bomba com o menor preço possível”, declarou.
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