Saúde

COVID: Com fila zerada, média de pedidos por leitos cai 30% no RN

Ainda com situação desconfortável com relação à covid-19, o Rio Grande do Norte começa a apresentar números positivos com relação às solicitações por leitos hospitalares e fila de espera por UTIs Covid.  Segundo a Secretaria Estadual de Saúde do estado, o Rio Grande do Norte teve uma redução de 30,31% no número de solicitações por leitos em 14 dias. Um outro ponto positivo fica na fila por leitos, que mais uma vez está zerada.

Com acréscimo de informações da TN

Opinião dos leitores

  1. Foi só começar investigação sobre dados (supostamente fraudulentos) das mortes pelo TCU que caíram rapidinho as mortes por covid.
    Queremos cadeia para os fraudadores.

  2. Fátima fez o que muitos não tem e não tiveram coragem de fazer. Para conter a pandemia, muita coisa ia passar por provações, como o turismo, a educação, a economia e muito mais. Porém , mais pessoas vivas para trabalhar e gerir seus proventos. Sem vida nada funciona!! E com um governo que não ajudou em nada, se não fosse pressão dos governadores e da população estaríamos muito pior. Fora genocida!! Fora Bolsonaro

  3. Mesmo diante de tanta Incompetencia, FALTA de Interesse, Determinação, Coragem e Vontade politica em combaterem a disseminação do covid-19, DEUS vem Tendo MISERICORDIA do povo do RN. Com uma FISCALIZAÇÃO RIGOROSA e EFETIVA, com Certeza esses numeros de Infectados e Mortos, estriam bastante Baixos, mas com essa turma só pensam em arrecardação e impostos, pra isso todo mês tem superavit de dinheiro nos cofres do estado e aumento de familias chorando seus Mortos. QUE DEUS TENHA MISERICORDIA DE NÓS.

  4. FORA FÁTIMA! A maior genocida que o RN já viu, matou a nossa economia; nossa educação; nosso turismos; nosso setor de eventos; nossa saúde e principalmente nossos sonhos e esperanças de um RN melhor…

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Geral

Justiça reabre ação contra Seu Jorge por suposta apropriação de músicas

Foto: Reprodução

A 18ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça determinou o prosseguimento da ação movida por dois músicos de Brasília contra o cantor Seu Jorge. A decisão anula sentença anterior que havia extinguido o processo e manda o caso retornar à fase de instrução, com produção de provas e audiência.

Ricardo Garcia e Kiko Freitas acusam o artista de ter se apropriado indevidamente da autoria das músicas “Carolina”, “Tive Razão”, “Gafieira S. A.”, “Chega no Suingue”, “She Will” e “Não Tem”. Segundo a dupla, parte das composições teria sido criada em contextos pessoais, incluindo homenagens e experiências vividas no exterior.

O colegiado acompanhou, por unanimidade, o voto da relatora, desembargadora Maria Regina Nova, que entendeu ser necessário aprofundar a apuração dos fatos. Com isso, o processo volta à primeira instância para análise detalhada das alegações e apresentação de provas pelas partes.

A decisão não reconhece culpa nem inocência do cantor neste momento, mas mantém viva a disputa judicial sobre a autoria das canções. O caso deve ganhar novos capítulos com a reabertura da fase probatória.

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Geral

VÍDEO: Reitora da UFRGS vira alvo após “fazer o L” em bloco e é acusada de aparelhamento político

 

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Vídeo: Reprodução/Canal do Paulo Mathias

A reitora da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Marcia Barbosa Velho, passou a ser alvo de críticas após aparecer em vídeo gravado em um bloco de carnaval dizendo “Aproveitem com proteção” e fazendo o gesto do “L”, associado ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A gravação viralizou e reacendeu o debate sobre neutralidade política em instituições federais.

Nas redes sociais, críticos acusaram a reitora de usar a posição institucional para sinalização ideológica, apontando risco de “aparelhamento” da universidade. Para esses setores, dirigentes de instituições públicas deveriam manter postura apartidária, especialmente em ambientes de forte polarização.

Durante o programa “Além da Notícia”, o jornalista Felipe Reis ponderou que a reitora é cientista reconhecida e tem trajetória acadêmica consolidada, questionando a necessidade de ataques pessoais. Já a apresentadora Penelope Nova afirmou que, se não houve ilegalidade, a manifestação estaria dentro da liberdade individual.

O episódio, porém, amplia a discussão sobre os limites entre atuação privada e função pública. Em tempos de redes sociais e polarização política, a linha entre posicionamento pessoal e representação institucional tem se tornado cada vez mais tênue — especialmente quando envolve universidades federais financiadas com recursos públicos.

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Geral

STF sob pressão: Moraes, Gilmar e Toffoli se recusam a revelar cachês de palestras

Foto: Fotos de Brenno Carvalho/O Globo

Três ministros do Supremo Tribunal FederalAlexandre de Moraes, Gilmar Mendes e Dias Toffoli — não informaram os valores recebidos por palestras realizadas no último ano, mesmo após pedidos feitos via Lei de Acesso à Informação (LAI). O tema ocorre em meio ao debate interno sobre a criação de um Código de Ética na Corte.

A informação é da colunista Malu Gaspar, do jornal O Globo. Os gabinetes adotaram respostas evasivas. Moraes orientou que os eventos podem ser consultados no Currículo Lattes, sem detalhar quem pagou despesas ou cachês. Gilmar alegou razões de “segurança pessoal e institucional” para não divulgar agenda ou informações financeiras. Já Toffoli afirmou que os dados estariam disponíveis no site do STF, embora não publique regularmente compromissos oficiais.

A resistência à transparência é um dos pontos centrais da discussão sobre o Código de Ética defendido pelo presidente da Corte, ministro Edson Fachin. Críticos apontam que a ausência de divulgação de agendas, patrocinadores e valores recebidos compromete o princípio da publicidade que rege a administração pública.

Especialistas em transparência afirmam que é possível divulgar dados de forma agregada ou posterior, sem comprometer segurança institucional. Além disso, destacam que a presença de ministros em eventos costuma ser amplamente promovida pelos próprios organizadores, o que enfraqueceria o argumento de sigilo.

O debate ocorre em um momento de desgaste da imagem do Supremo, intensificado por controvérsias recentes envolvendo ministros da Corte. A pressão por regras mais claras de conduta e transparência tende a crescer, principalmente entre parlamentares e setores que cobram maior controle sobre atividades paralelas de magistrados.

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Política

VÍDEO: OAB expõe desgaste do STF com inquérito das fake news, afirma Waack

 

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Vídeo: Reprodução/CNN

A Ordem dos Advogados do Brasil manifestou “extrema preocupação institucional” com a duração do inquérito das fake news, que tramita há sete anos no Supremo Tribunal Federal. A investigação, relatada pelo ministro Alexandre de Moraes, foi aberta em 2019 para apurar ataques e campanhas contra a Corte.

A informação é do jornalista William Waack, da CNN. Segundo a entidade, o inquérito nasceu em um contexto excepcional de confronto entre Executivo e Judiciário, mas sua continuidade por tempo indeterminado tem provocado desgaste na confiança social em relação ao STF. Embora não utilize o termo “exceção”, a OAB sinaliza preocupação com a forma como o instrumento foi conduzido e defende respeito ao devido processo legal, à ampla defesa, ao contraditório e à liberdade de expressão.

A crítica ocorre em meio a um cenário de questionamentos sobre os limites e a duração da investigação. A ausência de prazo para encerramento e o caráter sigiloso de parte dos procedimentos alimentam o debate sobre segurança jurídica e garantias constitucionais.

O posicionamento também surge em um momento de pressão institucional, em que o inquérito se soma a outras controvérsias envolvendo o Supremo. Para a OAB, a defesa da democracia passa necessariamente pelo respeito às regras do processo legal — um recado direto à condução da apuração.

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Geral

Lula diz que não está preocupado com que EUA vão fazer com o Irã

Foto: CNN

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta segunda-feira (23), em Seul, que não está preocupado com eventuais ações dos Estados Unidos contra o Irã. Questionado se abordaria a escalada de tensões durante visita a Abu Dhabi, Lula foi direto: disse que sua prioridade é tratar dos interesses brasileiros com os Emirados Árabes Unidos.

Segundo o presidente, a viagem ao país árabe terá foco político e comercial, com reunião prevista com o xeique Mohammed bin Zayed Al Nahyan. Lula ressaltou que não cabe ao Brasil intermediar o conflito, destacando que o país não é membro permanente do Conselho de Segurança da ONU.

A declaração marca diferença em relação a momentos anteriores, quando o petista buscou se colocar como mediador em crises internacionais, como na guerra entre Rússia e Ucrânia e no conflito entre Israel e Gaza. Desta vez, Lula tem adotado postura mais cautelosa.

Durante a agenda na Ásia, o presidente também evitou críticas diretas a Donald Trump. Os dois devem se reunir na segunda quinzena de março, em encontro considerado estratégico para discutir tarifas comerciais e cooperação no combate ao crime organizado.

Lula afirmou que prepara uma comitiva com integrantes da Polícia Federal e da Receita Federal para a viagem aos Estados Unidos, com o objetivo de apresentar propostas de parceria na área de segurança e enfrentamento ao narcotráfico.

Com informações do Poder360

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Geral

Ex-sócio de resort ligado a Toffoli é retirado de evento com presença de Mendonça

Foto: Reprodução/Instagram

Um empresário amigo do ministro Dias Toffoli foi excluído da lista de palestrantes de um evento na Alemanha que contará com a participação do ministro André Mendonça, atual relator do inquérito que investiga suspeitas envolvendo o Banco Master. Alberto Leite, ex-sócio do resort Tayayá, em Ribeirão Claro (PR), teve o nome retirado da programação do encontro promovido pelo Instituto Diálogos Intercontinentais, que será realizado em Frankfurt.

A informação é do Metrópoles. Leite, CEO da empresa FS Security, participaria de um painel sobre segurança digital. Segundo os organizadores, a exclusão ocorreu por “incompatibilidade de agenda”. A reportagem tentou contato com o empresário, mas não houve retorno até a publicação.

A relação entre Leite e Toffoli ganhou notoriedade após o ministro ter assistido à final da Champions League, em 2024, em camarote do empresário em Londres. Posteriormente, veio à tona que Leite foi sócio do resort Tayayá por cinco meses, após a saída dos irmãos de Toffoli do empreendimento.

Mendonça assumiu neste mês a relatoria do caso Master no STF, após Toffoli deixar o processo em meio à pressão gerada por relatório da Polícia Federal que citava diálogos envolvendo o banqueiro Daniel Vorcaro e menções ao resort.

O evento na Alemanha também deve reunir autoridades como o ex-presidente do Banco Central Roberto Campos Neto, o presidente da Câmara Hugo Motta e ministros do governo federal. Mendonça está previsto em painel sobre os limites e funções das Supremas Cortes e sua relação com os Parlamentos.

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Política

Após decisão do STF, Congresso faz ofensiva para ouvir Vorcaro

Foto: Reprodução

Após decisão do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal, que tornou facultativa a presença do banqueiro Daniel Vorcaro em oitivas no Congresso, parlamentares iniciaram uma ofensiva para garantir o depoimento do dono do Banco Master.

O presidente da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito do INSS, senador Carlos Viana, afirmou que não abre mão de ouvir Vorcaro presencialmente em Brasília. Segundo ele, a defesa do empresário sugeriu uma reunião fechada em São Paulo, proposta que foi descartada. “Aqui ele não terá nenhum privilégio. Vou lutar pela presença dele aqui”, declarou.

Já a senadora Damares Alves apresentou dois requerimentos para viabilizar alternativas. Um deles propõe que a oitiva ocorra nas dependências da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo. O outro sugere depoimento por videoconferência, com comparecimento físico ao Tribunal Regional Federal da 3ª Região, como forma de garantir formalidade e controle institucional.

Apesar da mobilização na CPMI, cresce a possibilidade de que Vorcaro seja ouvido pelo grupo de trabalho da Comissão de Assuntos Econômicos do Senado, presidido pelo senador Renan Calheiros. Segundo apuração, o banqueiro sugeriu três alternativas: depoimento em São Paulo, participação por videoconferência ou comparecimento presencial na semana seguinte.

A decisão final caberá aos integrantes das comissões, que devem votar qual formato será adotado. O embate expõe mais um capítulo da tensão entre Legislativo e Judiciário em torno das investigações sobre o sistema financeiro e os desdobramentos do caso.

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Política

Heloísa Bolsonaro admite problema de saúde do marido: “Eduardo não está bem”

Foto: Reprodução/Redes sociais

A esposa do ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) colocou ainda mais lenha na briga interna do clã bolsonarista. Heloísa Bolsonaro disse nesta segunda-feira (23) que o marido “não está bem”, ecoando declarações do deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) sobre o estado de saúde do parlamentar.

Em postagem nas redes sociais, Heloísa afirmou que Eduardo carrega “uma cobrança e um peso absurdo nas costas” e destacou o impacto da pressão que ele exerce sobre o STF na família. “Mesmo assim, ele segue firme… mas não está bem, porque continua trabalhando todos os dias, de forma voluntária, pelo Brasil que acredita”, escreveu.

A declaração vai ao encontro do que Nikolas disse no sábado (21), após visitar o ex-presidente Jair Bolsonaro na Papudinha, em Brasília. O deputado ressaltou que Eduardo enfrenta momentos difíceis, e que sua família, incluindo Michelle Bolsonaro, sofre com as consequências. “Ele não está bem. E eu faço questão de não perder tempo com divergências, porque temos um Brasil para salvar”, afirmou.

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Política

Lula reage e corta repórter: “Não vamos receber criminosos, queremos prendê-los”

Foto: Reprodução

O presidente Lula (PT) interrompeu o repórter Tiago Eltz, da TV Globo, durante coletiva em Nova Deli, para negar que tenha sinalizado interesse em “receber criminosos” brasileiros deportados dos Estados Unidos. Lula reagiu de forma ríspida e deixou claro: a prioridade é prender, e não acolher.

O impasse começou quando o repórter questionou Lula sobre declarações interpretadas como disposição para receber brasileiros envolvidos em crimes nos EUA. O presidente cortou a pergunta e insistiu: “Você não ouviu isso aqui. Nós queremos prendê-los. Eu não quero recebê-los, eu quero prendê-los”. O diálogo teve várias interrupções e correções de interpretação.

Lula explicou que a confusão surgiu da conversa sobre brasileiros que cometeram crimes no exterior, citando casos ligados ao contrabando de combustíveis.

Ele detalhou: “Bloqueamos 250 milhões de litros de gasolina em 5 navios, entregamos para a Petrobras. Essa pessoa mora em Miami, enviamos para o presidente Trump a fotografia da casa dele e o nome dele. Queremos essa pessoa no Brasil. É para combater o crime organizado”.

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Judiciário

Caso Master: André Mendonça pressiona investigação em reunião sigilosa de 2h30 com a Polícia Federal

Foto: Reprodução

O ministro do STF, André Mendonça, se reuniu nesta segunda-feira (23) com investigadores da Polícia Federal por cerca de 2h30 para discutir o andamento das apurações da fraude no Banco Master. No encontro, os delegados apresentaram um relatório detalhado do caso, ajudando o ministro a definir os próximos passos.

Mendonça assumiu a relatoria do caso em 12 de fevereiro, depois da saída do ministro Dias Toffoli, e este foi o segundo encontro do tipo com a PF, sendo o primeiro presencial. Como relator, ele autorizou a PF a seguir o fluxo normal de perícia em cerca de 100 dispositivos eletrônicos apreendidos na Operação Compliance Zero, que investiga o suposto esquema de fraudes no banco.

Além disso, o ministro ampliou o trabalho investigativo da PF, permitindo diligências que não precisam de aval judicial, como oitivas de investigados e testemunhas na própria Polícia Federal. O material apreendido seguirá sob custódia da PF e os autos da operação mantêm sigilo nível III — um nível abaixo do aplicado por Toffoli.

As medidas foram tomadas a pedido da própria PF, que destacou a necessidade de distribuir tarefas entre peritos habilitados e apresentou observações sobre planejamento operacional. O encontro reforça a atuação do STF na supervisão da investigação e a relação direta do relator com a força-tarefa.

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