Produção industrial cresceu 8% de junho para julho, diz IBGE

Foto: REUTERS/Roosevelt Cassio/Direitos reservados

A produção também registrou alta (8,8%) na média móvel trimestral. Nos demais tipos de comparação, no entanto, houve quedas: na comparação com julho de 2019 (-3%), no acumulado do ano (-9,6%) e no acumulado em 12 meses (-5,7%).

O avanço de 8% na passagem de junho para julho foi resultado de altas nas quatro grandes categorias econômicas da indústria, com destaque para os bens de consumo duráveis (42%). Os bens de capital, isto é, as máquinas e equipamentos usados no setor produtivo, cresceram 15%.

No caso dos bens intermediários, isto é, os insumos industrializados usados no setor produtivo, houve alta de 8,4%. Já os vens de consumo semi e não duráveis cresceram 4,7%.

Entre as atividades industriais, houve altas em 25 dos 26 ramos pesquisados. A principal alta ocorreu no setor de veículos automotores, reboques e carrocerias (43,9%). “A indústria automotiva puxa diversos setores em conjunto, sendo o ponto principal de outras cadeias produtivas”, afirma o pesquisador do IBGE André Macedo.

Também houve altas importantes na metalurgia (18,7%), indústrias extrativas (6,7%), máquinas e equipamentos (14,2%), coque e produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (3,8%).

Por outro lado, o ramo de impressão e reprodução de gravações foi o único setor em queda (-40,6%).

Agência Brasil

Mesmo com grave crise econômica com pandemia, Brasil fecha 11 mil vagas formais em junho e surpreende o mercado, aponta Caged

Foto: CNN Brasil

Em junho, o Brasil fechou 10.984 vagas formais, com carteira de trabalho assinada. O número surpreendeu analistas de mercado, que apontavam para o fechamento de mais de 150 mil vagas em decorrência da grave crise econômica provocada pela pandemia do novo coronavírus.

Os dados foram divulgados pela secretaria especial de Previdência e Trabalho nesta terça-feira (28) e fazem parte do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged).

Tanto a equipe econômica do Itaú Unibanco como a do Bradesco esperavam um fechamento líquido (vagas abertas menos vagas fechadas) de 160 mil empregos no mês passado.

Mas, apesar do saldo negativo melhor que as projeções do mercado, o resultado foi o pior para esse mês do ano desde 2016.

O saldo de junho foi resultado da contratação de 895.460 trabalhadores com carteira assinada e da demissão de outros 906.444 pessoas.

Os deligamentos do mês passado recuaram 16% em relação a maio. Já as admissões avançaram 24%. Na comparação com o mês de abril, que foi o pior momento em termos de admissões na crise atual, junho registrou uma melhora de de 43% nas vagas abertas e redução de 41% nas demissões.

No primeiro semestre, o país perdeu 1.198.363 postos de trabalho, resultado de 6,718 milhões de contratações e de 7,917 milhões de demissões desde o início do ano.

No mês anterior, o número de empregos formais fechados no Brasil havia somado 331.901. O número foi o pior para os meses de maio em toda a série histórica do Caged.

CNN Brasil

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Gibira disse:

    Assim o Mito ganha no primeiro turno.

Arrecadação federal cai 29% em junho e fecha em R$ 86,2 bilhões

Foto: © Marcello Casal JrAgência Brasil

A arrecadação de receitas federais registrou queda real (descontada a inflação) de 29,59% em junho, totalizando R$ 86,2 bilhões, segundo informou a Receita Federal, em relatório divulgado nesta quinta-feira (23). A comparação é com o mesmo mês de 2019, quando a arrecadação foi de R$ 119,9 bilhões. É o menor resultado para o mês de junho desde 2004, quando foram arrecadados R$ 78,6 bilhões.

As receitas administradas pela Receita Federal, como impostos e contribuições federais, chegaram a R$ 84,2 bilhões no mês passado, resultando em queda real de 27,81%. Já as receitas administradas por outros órgãos somaram R$ 1,991 bilhão, uma queda de 39,41% em relação a maio de 2019.

De janeiro a junho deste ano, a arrecadação total chegou a R$ 665,966 bilhões, com queda real de 14,71%, em comparação com o primeiro semestre do ano passado, quando foramm arrecadados R$ 757,595 bilhões. Foi o quarto mês consecutivo de queda nominal (valores absolutos) de receitas e o quinto mês seguido de queda real (descontada a inflação). Nos últimos três meses, de abril a junho, a queda na arrecadação ficou próxima de 30% em cada período.

De acordo com a Receita Federal, a queda na arrecadação federal se deu principalmente por causa do adiamento no pagamento de impostos, que estão entre as medidas adotadas pelo governo para aliviar os efeitos da pandemia do novo coronavírus.

Os diferimentos (adiamento) de impostos somaram, aproximadamente, R$ 81,3 bilhões no total, incluindo o montante R$ 20,4 bilhões apenas em junho. Além disso, foram concedidas compensações tributárias que somaram R$ 6,8 bilhões no mês passado. Também houve uma redução, no mesmo período, de R$ 2,35 bilhões, com desconto no Imposto sobre Operações Financeiras que incide sobre operações de crédito (IOF Crédito), que teve sua alíquota zerada, fazendo o governo deixar de arrecadar o valor.

“Nós teríamos uma arrecadação estimada, para o mês de junho, de R$ 113,84 bilhões, não fossem esses fatores não recorrentes”, explicou Claudemir Malaquias, chefe do Centro de Estudos Tributários e Aduaneiros da Receita Federal.

Entre os tributos com pagamento adiado está o Imposto de Renda da Pessoa Física, de abril para junho. Também houve postergação do pagamento de contribuição patronal ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) e dos programas de Integração Social (PIS) e de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep).

Os pagamentos de abril serão quitados em agosto, e os de maio, em outubro. Também houve o adiamento, por seis meses, da parte federal do Simples Nacional. Os pagamentos de abril, maio e junho passaram para outubro, novembro e dezembro. Além disso, foi reduzida a zero a alíquota de Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), por 90 dias.

Agência Brasil

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Santos disse:

    A pergunta que não quer calar:
    Como pagar o Renda Brasil?

  2. J.Dantas disse:

    BG, uma sugestão: você e sua equipe deviam filtrar os comentários no seu blog. Em sua maioria absoluta se trata de comentários sem noção, sem o mínimo de argumento, sem contexto com a matéria e apenas com sentido político. Acredito que a maioria das postagens no seu blog são de robôs ou seguidores das ceitas da extrema direita( gado) e extrema esquerda( burros). Geralmente essa turma usa o blog para fazer campanha política dos seus patrocinadores e corruptos de estimação, comentam apenas a matéria…e mesmo assim, apenas com viés político… Não é censura, é apenas um filtro por respeito a maioria dos seus leitores… Posso estar enganado, mas esses tipos de comentários não eleva sua audiência, e sim um blog independente, atualizado e sério…

    • Zuza disse:

      E só vamos ter que ler somente você, supra sumo do limão estragado? kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

  3. Matematica disse:

    Para aqueles q acreditaram em Paulo Guedes que dizia q a arrecadação ja vinha aumentando. Continuem acreditando.

Índice de Preços ao Consumidor(IPC) e Cesta Básica de Natal registram alta em junho

O Índice de Preços ao Consumidor – IPC, da cidade do Natal, calculado pelo Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente do Rio Grande do Norte – Idema, através da Coordenadoria de Estudos Socioeconômicos – CES, registrou no mês de junho, uma variação positiva de 0,32% em relação ao mês anterior. Com este resultado, a variação no ano ficou em 1,65%, nos últimos doze meses (julho/19 a junho/2020) atingiu 3,33% e 492,64% desde o início do Plano Real.

O grupo Alimentação e Bebidas, que responde por 32,43% do índice geral em termos de participação no orçamento familiar, apresentou uma variação positiva de 0,40% em relação ao mês anterior. Os itens que mais contribuíram para esse aumento de preços foram: Óleos e Gorduras (4,37%), Cereais, Leguminosas e Oleaginosas (3,41%), Enlatados e Conservas (2,38%), Carnes (2,03%), Frutas (1,78%) e Bebidas e Infusões (1,76%).

Já o grupo Artigos de Transporte apresentou neste período uma variação positiva de 1,18% em função do aumento de preços nos seguintes itens: Combustíveis (Veículos) (5,59%). O grupo Despesas Pessoais apresentou uma variação positiva de 0,22%. O item que mais contribuiu para esse aumento de preço foi: Recreação (0,44%).

Cesta Básica:

O custo da Cesta Básica teve uma variação positiva de 0,77% em relação ao mês anterior. Dos treze produtos que compõem a Cesta Básica, nove tiveram variação positiva: Arroz (8,27%), Açúcar (4,66%), Margarina (4,40%), Tubérculos (3,37%), Feijão (3,04%), Frutas (3,00%), Farinha (2,21%), Carne de Boi (1,46%) e Café (0,20%). As variações negativas ocorreram nos quatro produtos restantes: Legumes (-13,32), Óleo (-2,83%), Leite (-0,96%) e Pão (-0,32%).

O custo com alimentação por pessoa foi de R$403,02. Para uma família constituída por quatro pessoas, esse valor alcançou R$ 1.612,08. Se a essa quantia fossem adicionados os gastos com Vestuário, Despesas Pessoais, Transportes, dentre outros o dispêndio total seria de R$ 4.971,04.

INFLAÇÃO NATAL

Junho de 2020

Variação no mês: 0,32%

Variação no ano: 3,33%

IPC MENSAL – 2020

Jan 0,72%

Fev 0,29%

Mar 0,51%

Abr 0,03%

Mai -0,23%

Jun 0,32%

Em junho, policiamento metropolitano e no interior apreendem quase 100 kg em drogas e quase mil são detidos por diversos crimes; confira

CPM registra a apreensão de 60 armas e mais de 74kg de drogas em junho

O Comando de Policiamento Metropolitano (CPM) da Polícia Militar do Estado do Rio Grande do Norte contabilizou durante o mês de junho de 2020 a apreensão de 60 armas de fogo, das quais 49 eram armas curtas (Revólver e Pistola) e 11 armas longas, além da apreensão de 15 simulacros.

No combate ao tráfico ilícito de drogas e entorpecentes, o Comando de Policiamento Metropolitano contabilizou a apreensão de 74,9kg de substâncias entorpecentes, sendo 52,5 Kg de Maconha, 5,5 Kg de Cocaína e 16,8 Kg de Crack, na Capital e Região Metropolitana do Estado.

Além das apreensões realizadas, o CPM ainda registrou a detenção de 483 pessoas, das quais 130 ensejaram a confecção do Auto de Prisão em Flagrante. Ainda durante as ações da Polícia Militar em Natal e Região Metropolitana foram cumpridos 42 mandados de prisão e efetuada a captura de 10 foragidos do sistema penitenciário, os quais foram reconduzidos aos estabelecimentos prisionais para o cumprimento de suas respectivas penas restritivas de liberdade.

A Polícia Militar ainda registrou, em Natal e Região Metropolitana, a recuperação de 134 veículos que continham registro de roubo ou furto, sendo 65 carros e 69 motocicletas, que foram restituídos aos seus devidos proprietários.

CPI registra a apreensão de 25 armas de fogo e recupera 100 veículos em junho

O Comando de Policiamento do Interior (CPI) da Polícia Militar do Estado do Rio Grande do Norte contabilizou durante o mês de junho de 2020 a apreensão de 25 armas de fogo, das quais 11 eram revólveres e 05 pistolas, além de outros tipos de armas, incluindo 07 armas longas.

No combate ao tráfico de drogas, foi contabilizado a apreensão de 1,2Kg de maconha, 1,1Kg de cocaína e 4Kg de crack, totalizando mais de 6,3kg de substâncias entorpecentes apreendidas na área de atuação do CPI.

Além das apreensões realizadas, o Comando de Policiamento do Interior registrou a detenção de 500 pessoas, das quais 153 ensejaram a confecção do Auto de Prisão em Flagrante. Ainda foram cumpridos 21 mandados de prisão e efetuada a captura de 13 foragidos do sistema penitenciário, os quais foram reconduzidos aos estabelecimentos prisionais para o cumprimento de suas respectivas penas restritivas de liberdade.

A Polícia Militar ainda registrou, nas cidades do interior do Estado, a recuperação de 100 veículos, dos quais 29 eram motocicletas e 71 automóveis, que continham registro de roubo ou furto e que foram restituídos aos seus respectivos proprietários.

Arrecadação do Estado registra queda de 15% em junho

O recolhimento de impostos no Rio Grande do Norte registrou a quarta queda consecutiva desde o início dos primeiros casos do novo coronavírus (Covid-19). Em junho, o estado arrecadou R$ 79 milhões a menos em relação ao recolhido no mesmo período do ano passado. Isso representa uma redução de 15% no total de tributos recolhidos. Em maio, a redução havia sido de 18,3%. A perda de arrecadação foi influenciada principalmente pelas reduções no recolhimento de ICMS, que em junho teve uma queda recorde de 18%.

Os dados publicados na sétima edição do Boletim Semanal da Atividade Econômica, divulgada nesta segunda-feira (6) pela Secretaria Estadual de Tributação (SET-RN). A publicação reúne informações sobre os principais indicadores das operações comerciais realizadas no estado. O objetivo do informativo é acompanhar semanalmente os impactos das medidas de combate à pandemia da Covid-19 na economia potiguar. O boletim traz O material está disponível para download no site da SET-RN (www.set.rn.gov.br).

Os dados do boletim mostram a arrecadação do IPVA passou de R$ 54,6 milhões para R$ 59,7 milhões, enquanto o ITCD registrou uma baixa, caindo de R$ 1,3 milhão para R$ 1,2 milhão. Mas a principal influência na arrecadação foi o ICMS, que encolheu 18%. O volume recolhido desse imposto em junho foi de R$ 381 milhões, porém, no referido mês do ano passado, o montante foi de R$ 465 milhões, impactando diretamente na arrecadação global do RN.

Setorialmente, a atividade que mais puxou a arrecadação para baixo foi a do setor de combustível. Em junho do ano passado, esse segmento gerou uma arrecadação de R$ 110 milhões e neste ano ficou em R$ 81 milhões. O atacado registrou uma alta, subindo de R$ 76 milhões para R$ 88 milhões, mas o varejo teve redução. A arrecadação encolheu de R$ 83 milhões para R$ 72 milhões. A indústria de transformação foi no mesmo ritmo de caiu de R$ 80 milhões para R$ 54 milhões.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Ivan disse:

    Com tudo isso, o salário do funcionalismo em dia. Milagre.
    Parabéns, Governadora. Deus abençoe a senhora!

  2. Milton mago disse:

    Em quanto o governo federal anuncia record, o RN patina, fique em casa, feixe o comércio todo que melhora.
    Taí!!
    Não evitou mortes, e o Estado lascado de meio a meio.
    Pede pra sair Fátima do PT, vc tá acabando com o RN.

Volkswagen assume a liderança de vendas em junho de veículos

Foto: Divulgação

As quarentenas em vigor em boa parte do Brasil têm influenciado na queda das vendas de veículos em 2020, mas como antecipou o Autoo, o mês de junho já dáva sinais de forte recuperação. E foi isso que ocorreu de fato, com mais de 122 mil emplacamentos acumulados, alta de 117% em relação a maio. A maior surpresa do ranking do mês passado foi a liderança da Volkswagen, que superou a Chevrolet em mais de 2 mil unidades.

A última vez que a montadora alemã terminou um mês em 1º lugar no ranking foi em janeiro de 2011 quando superou a Fiat com sobras – foram 54,5 mil carros contra 46,7 mil naquele longíquo mês. Assim como em 2020, foi um acidente de percurso, naquele caso motivado pelo adiantamento de muitos emplacamentos em dezembro de 2010.

Em junho, a Volkswagen se aproveitou de um reinício lento da Chevrolet, que não tem conseguido recuperar o patamar de vendas de seus dois principais produtos, o Onix e o Onix Plus. O hatch terminou o mês com apenas 6.234 unidades vendidas, com uma pequena vantagem de apenas 442 carros em relação ao HB20. O sedan Onix Plus foi pior, terminando numa discreta 12ª posição, com 3.040 emplacamentos.

A Volks, ao contrário, obteve boas vendas de vários modelos, conseguindo colocar quatro modelos no top 20. O grande destaque foi o SUV T-Cross, que chegou na 3ª colocação, com 5.463 unidades, o que significou também a liderança entre os utilitários esportivos com ampla margem. O Gol, Polo e Virtus também ajudaram, assim como o fato de a marca possuir um portfólio mais extenso que a concorrente.

Ainda longe do normal

As vendas em junho ainda estão distantes do volume normal do mercado brasileiro, mesmo em períodos de crise. Foram cerca de 5,6 mil emplacamentos diários por dia útil, bem abaixo do nível pré-pandemia quando essa média chegava a variar entre 9 mil e 10 mil carros. Por isso, os números ainda estão aquém até mesmo do pior mês recente, fevereiro de 2016, quando tivemos somente 132 mil emplacamentos.

Algumas marcas, no entanto, se recuperam bem. A Hyundai, por exemplo, chegou perto do patamar do começo do ano, com 11,4 mil unidades e o 4º lugar no ranking de junho. Já a Ford continua a afundar no mercado. A montadora dos EUA, que já havia iniciado 2020 em baixa, está vendendo metade do volume de janeiro e chegou a ver a sombra da Jeep em junho.

Entre as marcas de luxo, a Volvo continua surpreendendo. Os suecos beiraram os 600 emplacamentos em junho, segunda melhor marca do ano, e um volume acumulado superior ao da Audi, por exemplo.

A expectativa é que em julho as vendas possam atingir um patamar bem mais próximo da média, a despeito do estágio diferente que cada montadora se encontra. Algumas reiniciaram a produção mais cedo enquanto outras postergaram esse momento, o que deve afetar os estoques nas concessionárias. Já a liderança, dificilmente deve continuar com a VW se não houver surpresas.

Veja ranking com posição, marca e total:

1° Volkswagen 21840

2° Chevrolet 19740

3° Fiat 16644

4° Hyundai 11435

5° Renault 9808

6° Ford 7745

7° Toyota 7665

8° Jeep 7371

9° Honda 6299

10° Nissan 3925

11° Citroën 1188

12° BMW 1172

13° Mitsubishi 1158

14° Mercedes-Benz 1155

15° CAOA Chery 1034

16° Peugeot 804

17° Audi 620

18° Volvo 593

19° Land Rover 579

20° Kia 376

Com informações do site Autoo

Com superávit de US$ 7,4 bilhões, balança comercial brasileira registra recorde em junho

Foto: Sergio Souza/Unplash

Resultado de US$ 17,912 bilhões em exportações e US$ 10,449 bilhões em importações, o saldo da balança comercial brasileira em junho foi superavitário em US$ 7,463 bilhões. O valor é o melhor para meses de junho em toda a série histórica, iniciada em 1989.

Os números foram divulgados pelo Ministério da Economia nesta quarta-feira (1º). No mesmo mês de 2019, o saldo da balança foi superavitário em US$ 5,377 bilhões. Assim, o valor no mês passado foi 38,8% melhor que o registrado em junho de 2019.

O resultado do mês foi puxado, principalmente, pela queda de 27,4% na média diária das importações. Nas exportações, a retração foi de 12%, em relação ao mesmo mês do ano passado.

O secretário de Comércio Exterior, Lucas Ferraz, observou que apesar da queda em valores, o volume de exportações, por exemplo, cresceu 14% em junho. “O resultado reflete a queda dos preços internacionais, principalmente nas exportações ão só de commodities mas de produtos de valor agregado, nos quais se concentra a importação brasileira”, disse.

Entre as vendas de produtos brasileiros ao exterior, destacam-se aqueles do setor agropecuário, que subiu 29,7% em relação a junho de 2019. “O setor agropecuário é o grande responsável pela resiliência das exportações”, destacou o secretário.

Já a indústria extrativa e a indústria de transformação registraram recuo de 26,1% e 21%, respectivamente, em suas exportações.

Nas importações o recuo foi generalizado, sendo puxado por produtos da indústria de transformação, que despencaram 28,1%.

Primeiro semestre

Por outro lado, no acumulado de janeiro a junho, a balança comercial recuou 10,3%, ante mesmo período de 2019. O montante totalizou US$ 23.035 bilhões nos primeiros seis meses do ano.

Enquanto as exportações caíram 6,4% somando US$ 102,430 bilhões, as importações apresentaram queda de 5,2%, totalizando US$ 79,395 bilhões, no período.

Previsão para o ano

A equipe econômica atualizou suas projeções para o saldo anual da balança comercial. A estimativa passou de superávit de US$ 45,5 bilhões para US$ 55,4 bilhões.

“Nossa expectativa é de uma reversão contínua dessa tendência de queda por conta da resiliência mostrada pelas nossas exportações, especialmente com as commodities”, comentou Ferraz.

A previsão leva em conta montantes de US$ 202,5 bilhões em exportações e US$ 147,1 bilhões em importações, este ano.

Vale destacar que o ministro da Economia, Paulo Guedes, tem apostado na balança comercial para amenizar a forte queda que o desempenho do Produto Interno Bruto (PIB) deve apresentar este ano.

Segundo ele, o cálculo de contração de 6% do Produto Interno (PIB) considerava que 2% viriam por impactos do comércio exterior, “coisa que não tem acontecido”.

CNN Brasil

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. José Macedo disse:

    Infelizmente existem pessoas torcendo para que o governo dê errado, um governo que quer melhorar as condições do Brasil e sua nação. Não podemos negar taxa de juros mais baixa da história, deflação, superávit, investimentos nem infraestrutura em estradas, aeroportos, portos, ferrovias e etc… Água para norte/nordeste com o término de um braço da transposição do Rio São Francisco, mais de 200 poços artesianos, dessalinizadoras beneficiando milhares de famílias no nordeste.
    Odeiem as atitudes do JB mas torçam que os bons projetos dêem certo.

  2. A verdade disse:

    Cada vez mais o atual governo, o qual votei, se parece mais com o PT. Distorcer números para tentar enganar o cidadão também era costume nos governos anteriores. Vejam esse "superávit recorde", significa apenas que a classe média está tão lisa que não tem mais como consumir produto importado, enquanto que as exportações também caíram, se tivessem aumentado ae sim poderia comemorar algo, mas esse navio só faz afundar.

  3. MITO pra Sempre disse:

    Não tem quem segure esse país.
    Não tem globo, stf, petralha, o diabo a quatro que impeça o MITO de ganhar em primeiro turno de novo.
    Tamo junto!!
    A galera, desonesta, ladrões comilões do dinheiro público, nunca mais sobe ao poder.
    Nunca mais.
    Kkkkkk

Indústria do Brasil volta a crescer em junho com aumento de demanda e produção

Foto: Reuters

A indústria brasileira voltou a crescer em junho pela primeira vez desde fevereiro, com aumento na produção, nas novas encomendas e na confiança, em sinais de retomada após impactos da pandemia do novo coronavírus no país, de acordo com a pesquisa Índice de Gerentes de Compras (PMI, na sigla em inglês).

O levantamento publicado pelo IHS Markit nesta quarta-feira mostrou que o PMI de indústria saltou a 51,6 em junho, de 38,3 em maio, com as empresas se recuperando de efeitos das medidas de isolamento.

Entretanto, os ganhos foram moderados por evidências de excesso de capacidade no setor, com empresas ainda buscando reduzir gastos, o que as levou a cortar as compras e diminuir o número de funcionários.

O IHS Markit informou que os entrevistados citaram a reabertura das empresas e o aumento da demanda como motivos para o retorno à expansão tanto da produção quanto das novas encomendas.

Contudo, os ganhos foram puxados pelo mercado doméstico, uma vez que as vendas de exportação continuaram a cair e os volumes totais de novos negócios permaneceram extremamente baixos em relação aos níveis pré-pandemia, segundo os consultados.

De fato, as empresas continuaram a operar em níveis bem abaixo da capacidade em junho e também seguiram cortando empregos e reduzindo a atividade de compras. A ideia era diminuir os custos nas plantas, buscando elevar a produtividade ou utilizar estoques quando possível.

“Temos que colocar esses números no contexto do colapso da produção em abril e maio. O crescimento modesto compensa apenas uma pequena parte das perdas recentes, e as empresas —diante de grande excesso de capacidade— continuam a cortar vagas e compras a um ritmo rápido”, destacou o diretor de economia do IHS Markit, Paul Smith.

As pressões de custos se intensificaram em junho diante de uma taxa de câmbio desfavorável, o que aumentou os preços de insumos denominados em dólar no ritmo mais acelerado em 21 meses. Em resposta, os preços cobrados foram elevados à mais alta taxa já registrada pela pesquisa desde setembro de 2018.

Ainda que o cenário permaneça desafiador, os entrevistados se mostraram animados com o retorno ao crescimento tanto na produção quanto nas encomendas, e a confiança sobre o futuro atingiu o nível mais alto desde fevereiro, com projeções positivas para demanda e vendas nos próximos 12 meses.

O Globo

Governo do RN conclui pagamento de junho nesta terça-feira

Foto: Ilustrativa

O Governo do RN conclui o pagamento salarial do mês de junho nesta terça-feira (30). Serão mais de R$ 170,2 milhões depositados na economia potiguar. O valor é referente aos 70% restantes para quem recebe acima de R$ 4 mil e o salário integral dos servidores lotados em pastas com recursos próprios. Receberão, ao longo do dia, ativos, inativos e pensionistas.

Com esta segunda parcela, o Governo do Estado mantém o compromisso de pagar o salário dentro do mês trabalhado, apesar do agravamento da crise financeira. No último dia 13 foram depositados R$ 240 milhões como salário integral aos servidores que recebem até R$ 4 mil e à categoria da Segurança Pública, além de 30% ao funcionalismo que recebe acima desse valor.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Vanessa Marinho disse:

    O governo cobre um santo e descobre outro, quando não tinha Covid não faltava medicamentos na UNICATE, É de chorar vendo aquele povo todo voltando para casa sem os medicamentos essenciais para seus tratamentos. Mas se escapar da COVID morre por falta de medicamentos. Abre essa pauta BG.

  2. Thiago disse:

    Bg ate agora só qiem não recebeu foi lado mais fraco os velhios aposentados e pensionistas agora os comissionados do PT receberam logo cedo

  3. Luciana Morais Gama disse:

    Interessante, antes da pandemia só pagava nas últimas, agora sem o comércio e indústria, o governo mudou. Será que esse dinheiro não é o que Bolsonaro mandou para o
    Covid?? Não dá pra entender essa matemática.

Previsão de mais chuvas em Natal e região neste fim de semana; veja outros municípios no RN

Foto: Reprodução/Emparn

A Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte(Emparn) destaca neste fim de junho, referente ao período que compreende esta sexta-feira(26) a domingo(28), a previsão de chuvas no Leste e Agreste potiguar.

Conforme destaca a Emparn, a capital potiguar tem previsão de temperatura máxima em 29,2º e mínima de 22º.

TJ, MP, DPE e TCE-RN decretam ponto facultativo dias 26 e 29 de junho

Foto: Ilustrativa

O Tribunal de Justiça do Estado do Rio Grande do Norte (TJ/RN), o Ministério Público do Estado do Rio Grande do Norte (MPRN), a Defensoria Pública do Estado do Rio Grande do Norte (DPE/RN), e o Tribunal de Contas do Estado do Rio Grande do Norte (TCE/RN) assinaram Ato Conjunto decretando ponto facultativo nos dias 26 e 29 de junho.

Isso por que foi adiado o ponto facultativo referente ao Dia de São João, comemorado no dia 24 de junho, para a sexta-feira (26). O Ato Conjunto registra que também será adotado ponto facultativo no Dia de São Pedro, a segunda-feira seguinte, 29 de junho, seguindo o calendário de feriados do Poder Judiciário.

A medida visa contribuir com o isolamento social considerando a persistência do quadro de emergência em saúde pública envolvendo o novo coronavírus (Covid-19).

Confira ato na íntegra aqui via Justiça Potiguar.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Marcos araujo disse:

    Vamos a lá plaia

  2. Cidadão da Suécia disse:

    É estrutura papai!

  3. Flávio disse:

    O. Brasil necessita urgentemente de uma reforma do judiciário !! Esta pandemia deverá colocar muita coisa nos seus devidoa lugares.
    O povo esta vendo quais são as profissões que devem ser mehor valorizadas e remuneradas.
    Acorda Brasil !!!

  4. Nildo disse:

    Essa turna acham que o povo é besta, eles preocupado com o isolamento kkkkkkkkk tem cada uma nesse meu brasil de guerra.

Confiança da indústria cresce 15,2 pontos na prévia de junho, diz FGV

Foto: © CHINA DAILY/Reuters/direitos reservados

O Índice de Confiança da Indústria, divulgado pela Fundação Getulio Vargas (FGV), teve um aumento de 15,2 pontos na prévia de junho deste ano, em comparação com o dado consolidado de maio deste ano. Com o resultado, o indicador atingiu 76,6 pontos, em uma escala de zero a 200 pontos.

Caso a prévia se confirme no resultado consolidado de junho, essa será a maior alta mensal da história da pesquisa.

O avanço da confiança em junho é resultado da melhora da avaliação dos empresários em relação ao presente e, principalmente, da confiança para os próximos três e seis meses.

Segundo a FGV, o Índice de Expectativas, que mede a confiança no futuro, teve crescimento de 20,6 pontos, para 75,5 pontos, recuperando nos últimos dois meses mais da metade da queda observada em abril.

O Índice de Situação Atual, que mede a confiança no presente, cresceu 9,2 pontos, para 77,8 pontos, o equivalente a um terço da perda de abril.

O Nível de Utilização da Capacidade Instalada da Indústria (Nuci) teve crescimento de 5,9 pontos percentuais e chegou a 66,2%.

Agência Brasil

COVID-19: RN registra 769 pessoas internadas e taxa de ocupação de leitos segue no limite; óbitos em investigação são 109

A Secretaria de Estado e Saúde Pública-Sesap atualizou os números do coronavírus no Rio Grande do Norte nesta sexta-feira(19). Na ocasião, o secretário adjunto, o médico Petrônio Spinelli, informou que neste momento estão internadas 769 pessoas, sendo 357 em leitos críticos. O total corresponde aos hospitais públicos, privados e filantrópicos.

A taxa de ocupação de leitos públicos no Rio Grande do Norte destinados a tratar a Covid-19 se encontra no seguinte cenário:

Alto Oeste (Pau dos Ferros): 100%

Mato Grande (Guamaré): 100%;

Grande Natal: 98,9%;

Oeste: 97,7%

Seridó: 64%.

O médico Petrônio Spinelli ainda alertou sobre o número de óbitos sob investigação, que contabiliza 109. Ao todo, o RN registra 693 mortes.

 

Chuvas no RN nas últimas 24 horas registraram maior volume em Natal, Parnamirim e São Paulo do Potengi; veja boletim pluviométrico

Foto: Divulgação/Emparn

O boletim pluviométrico da Empresa de Pequisa Agropecuária do RN- EMPARN registrou a ocorrência de chuvas em todas regiões do estado, com maior concentração nas regiões Leste e Agreste. No total, ocorreram chuvas em 31 postos de monitoramentos, de ontem (18) às 07h até esta sexta-feira)19), no mesmo horário.

Natal e Parnamirm, na região metropolitana, foram os municípios com maiores volumes de chuvas, com 28,4 milímetros (mm) e 25,2mm respectivamente. Veja outros municípios:

OESTE POTIGUAR

Apodi(Prefeitura) 2,0
Pendencias(Ana) 1,5
Mossoró(Prefeitura) 0,3

CENTRAL POTIGUAR

Cerro Corá(Emater) 5,2
Florânia(Sitio Jucuri) 3,5
Guamaré(Lagoa Doce) 3,5
Pedro Avelino(Base Fisica Da Emparn) 2,5
Cruzeta(Base Fisica Da Emparn) 0,7
Angicos(Prefeitura) 0,5
Currais Novos(Sec Meio Amb. Ex Cersel) 0,5
Macau(Posto Nosso Barco) 0,5

AGRESTE POTIGUAR

São Paulo Do Potengi(Emater) 19,0
Monte Alegre(Emater) 18,0
Boa Saúde(Emater) 17,9
São Pedro(Emater) 16,0
Vera Cruz(Emater) 16,0
Santa Maria(Sind.trab.rurais) 15,0
Rui Barbosa(Emater) 14,0
Ielmo Marinho(Prefeitura) 6,2
Tangará(Emater) 6,0
São Bento Do Trairi(Prefeitura) 4,2
Lagoa De Pedras(Prefeitura) 2,3
João Câmara(Centro Saude) 1,5
Parazinho(Emater – Ex-particular) 1,2

LESTE POTIGUAR

Natal 28,4
Parnamirim(Cond Alphaville) 25,2
Parnamirim(Dore Refrig.) 18,2
Parnamirim(Morada Da Paz) 15,8
São Gonçalo Do Amarante(Base Fisica Da Emparn) 13,5
Montanhas(Prefeitura) 7,9
São José Do Mipibu(Centern – Emater) 2,0

Inverno começa neste sábado e tem previsão de temperatura mínima no RN de até 19,5 graus

Foto: Elisa Elsie

O inverno de 2020 começa neste sábado, 20, às 10h31 e segue até o dia 22 de setembro, quando inicia a primavera. No Rio Grande do Norte, as análises da unidade de Meteorologia da Empresa de Pesquisa Agropecuária do RN- EMPARN- apontam a tendência de inverno com temperaturas um pouco abaixo do normal, devido às condições oceânicas, a maior circulação do vento, aumento da umidade e a predominância de dias nublados.

As temperaturas médias do Estado deverão variar em junho, entre 20,8°C e 27,8°C, em julho, entre 19,5ºC e 28,5°C, em julho, 20,0°C e 30ºC em agosto, 22° e 31ºC, em setembro. Nas regiões serranas poderão acontecer temperaturas com variando entre 15oC a 16oC, nas regiões serranas (Serra de Martins, Serra de Santana, Serra João do Vale, Serra do Doutor e Serra de São Miguel).

“Na análise global das condições oceânicas e atmosféricas, o inverno deste ano acontecerá sob a influência do Fenômeno La Niña, isto é, as águas no oceano Pacífico Equatorial estarão mais frias do que o normal durante os próximos meses. Essa condição altera um pouco as condições climáticas sobre o Nordeste Brasileiro, induzindo uma tendência de uma estação com temperaturas um pouco abaixo do normal, devido à facilidade na circulação do vento e da predominância de dias nublados com chuva”, explicou o chefe da unidade, Gilmar Bristot.

O meteorologista explica ainda que ‘a condição do oceano Atlântico Sul, também influenciará nas características desta estação, devido ao Sistema de Alta Pressão do Atlântico Sul, estar próximo da América do Sul e mais intenso, e as águas superficiais deste oceano estarem um pouco mais quentes do que o normal próximo da costa do Nordeste. Desta forma, com ventos atuando na costa do Estado, ora de sudeste, ora de leste, e com mais umidade, as condições para ocorrência de chuvas no Leste e Agreste do Estado devem aumentar’.

Chuvas no inverno

Com relação às chuvas, a previsão para o período é de ocorrência de precipitações concentradas nas regiões Leste e Agreste, com volumes esperados de 506,5 milímetros (mm) e 226,9 mm, respectivamente.

No interior, deverão ocorrer chuvas, mas em volumes muito baixos: 73 mm na região Central e 85,1 mm no Oeste. A média de chuvas esperada é de 222,9 milímetros para o Estado no período.

Abaixo as médias das temperaturas esperadas para o período

Temperatura Máxima no inverno de 2020 – ºC

Foto: Divulgação

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Wilson disse:

    Desde janeiro que chove aqui em Natal, a "Cidade do Sol".

  2. Tarcísio Eimar disse:

    E haha vinho