Pesquisa Datafolha publicada nesta segunda-feira (23) pelo jornal “Folha de S.Paulo” mediu a avaliação do desempenho do presidente Jair Bolsonaro, dos governadores e do Ministério da Saúde na condução da crise do coronavírus.
A pesquisa foi realizada por telefone ouviu 1.558 pessoas entre quarta-feira (18) e sexta-feira (20) em todas as regiões do país. A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos.
Veja abaixo os resultados:
Avaliação do desempenho de Bolsonaro em relação ao surto de coronavírus
Ótimo/bom: 35%
Regular: 26%
Ruim/péssimo: 33%
Não sabe: 5%
Avaliação do desempenho do Ministério da Saúde
Ótimo/bom: 55%
Regular: 31%
Ruim/péssimo: 12%
Não sabe: 2%
Avaliação do desempenho dos governadores
O Datafolha apontou o percentual de entrevistados aprovam o desempenho do governador do seu estado:
Média dos entrevistados: 54%
Nordeste: 51%
Sudeste: 52%
Centro-Oeste/Norte: 56%
Sul: 61%
Declarações sobre a pandemia
A pesquisa também questionou os entrevistados sobre o que achavam das declarações de Bolsonaro de que havia uma “histeria” em torno do coronavírus. As respostas foram:
Discordam: 54%
Concordam: 34%
Não têm opinião: 8%
Não concordam nem discordam: 3%
Cumprimentos a manifestantes
Outro tópico da pesquisa foi o gesto de Bolsonaro de cumprimentar manifestantes em um ato pró-governo, mesmo quando já havia a determinação de autoridades de saúde para se evitar o contato próximo com outras pessoas, para evitar a disseminação do vírus.
Reprovaram o gesto: 68%
Aprovaram o gesto: 27%
Não opinaram: 4%
Agora é momento para pesquisa?
Só para fazer politicagem?
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Essa é a hora de todos focarem esforços nos resultados…
A mídia é a principal responsável para centralizar esse conteúdo o foco e compartilhar.
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Exemplo disso é o que estão fazendo com Dr Dráuzio Varella que todo domingo está sendo "obrigado" a divulgar vídeos se explicando
Data folha é uma m… Não tem credibilidade.
Bolsonaro no mínimo tem o dobro, com folga.
O Mandeta já é o melhor ministro da saúde de todos os tempos.
Um show!!
Por tanto.
Pesquisa como sempre fake.
Essa pesquisa dessa datafolha não tem credibilifade de nada, eles poderiam arranjar o que fazer, como por exemplo uma lavagem de roupa, vai rachar uma lenha, pior ainda é quem publica uma porcaria dessa em tempos de guerra contra um mal que está destruindo a humanidade!!!
O desempenho de Bolsonaro é péssimo, continua subestimando a pandemia e estimulando às pessoas a serem irresponsáveis. JÁ O DESEMPENHO DO MIN. MANDETA É EXCELENTE, SENSATO, EQUILIBRADO E TÉCNICO EM SUAS FALAS. SEM DÚVIDA, UM DOS MELHORES MINISTROS DO GOVERNO BOLSONARO, NÃO FICA PERDENDO TEMPO COM DISCURSOS IDEOLÓGICOS IDIOTAS…
A maior parte das pessoas contaminadas serão assintomáticas, outras apresentarão sintomas leves e a letalidade dessa doença será baixíssima, muito aquém de outras doenças do passado ou que estão por aí, grassando vidas todo dia. Mas, os efeitos na economia e nas vidas das pessoas dessas medidas exageradas que certos governadores estão tomando, essas sim, vão ceifar muitas vidas. E o povo vai enxergar isso em breve. Da pior maneira.
Nesse momento de tanta dificuldade, às empresas ficam fazendo pesquisa para politicagem rasteira. O brasileiro precisa de união. A disputa pelo voto deixa para o momento das eleições.
Continua a guerra contra o presidente. Num momento em que se deveria buscar a união contra essa doença. O PR está certo em pensar na economia do país, na subsistência das pessoas. Passada essa pandemia, se as mortes advindas do caos na economia forem em maior número que as provocadas pelo vírus, essas medidas exageradas não terão servido. E as pessoas vão entender isso da pior forma.
Mas se nem o presidente busca essa união, ele vai contra tudo o que o mundo ta fazendo, todo o mundo preocupado com essa pandemia e ele achando que é um resfriado, que os governadores estão exagerando, que a imprensa está mentindo e por aí vai. Se fosse uma crise apenas no Brasil, eu ficaria calado e concordaria com o presidente, mas o mundo todo está em alerta, acorda cara, desça desse palanque e ajude quem precisa.
Evento reuniu mais de 1.700 lideranças para debater gestão, inovação e os desafios do cooperativismo em um cenário de transformação
O Sistema Sicredi realizou, no dia 10 de junho, a 5ª edição do Summit Sicredi de Governança, evento dedicado ao fortalecimento da governança, ao alinhamento estratégico e ao aprimoramento da gestão na instituição financeira cooperativa.
Com transmissão ao vivo a partir do Centro Administrativo Sicredi (CAS) e do Espaço Sicredi São Paulo, o encontro reuniu mais de 1.700 participantes, entre conselheiros de administração, conselheiros fiscais, presidentes, diretores executivos e demais lideranças das cooperativas, centrais e entidades do Sistema.
A Sicredi RN esteve representada por integrantes da Diretoria, da Secretaria Executiva e da área de Desenvolvimento do Cooperativismo.
A programação contou com especialistas e convidados para debater governança, inovação, tecnologia, estratégia, ESG (práticas ambientais, sociais e de governança) e transformação dos negócios — temas que reforçam a importância de uma governança sólida para a sustentabilidade, o crescimento e a perenidade do cooperativismo de crédito.
“Fortalecer a governança é fundamental para garantir decisões consistentes, alinhadas aos princípios cooperativistas e às necessidades dos nossos associados — e nos prepara para evoluir com foco no desenvolvimento das pessoas, das comunidades e dos negócios”, destacou o presidente da Sicredi RN, Damião Monteiro.
Fundada em 1993, a Sicredi RN é a maior instituição financeira cooperativa do estado. Com atuação em 11 cidades-polo, está presente em todas as regiões do Rio Grande do Norte, oferecendo seu modelo cooperativo de relacionamento aos associados em todo o estado e apoiando a realização de projetos, o crescimento dos negócios e o desenvolvimento da economia local.
A Prefeitura de Natal sancionou uma lei que perdoa a cobrança do Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana (IPTU) 2026 para imóveis atingidos pelo transbordamento da lagoa de captação do Jardim Primavera, no bairro Nossa Senhora da Apresentação, na Zona Norte.
A isenção também é válida para a Taxa de Coleta, Remoção, Transporte e Destinação do Lixo de 2026. Ao todo, 170 imóveis vão receber a isenção. Segundo a prefeitura, as isenções somam R$ 116 mil. Os endereços completos das residências foram divulgados na edição desta quinta-feira (25) do Diário Oficial do Município (DOM).
As vias citadas no documento são:
Avenida Desembargador Francisco de Assis Martins;
Rua Alexandre Pinto;
Rua Coração de Maria;
Rua Couto Magalhães;
Rua da Liberdade;
Rua Eider Carvalho;
Rua Engenheiro Nerivaldo Soares;
Rua José Luis da Silva;
Rua Miguel de Cervantes;
Rua Nova Canaã;
Rua Nova Galileia;
Rua Nova Jerusalém;
Rua Nova Primavera;
Rua Novo Oriente;
Rua Rizomar Correia dos Santos;
Travessa Cantor Jesse;
Travessa Nova Jerusalém;
Travessa Padre Cícero;
Travessa Padre Pedro.
Segundo o documento, a isenção é para “incidentes sobre imóveis edificados atingidos pelas chuvas intensas e pelo transbordamento da lagoa de captação do Jardim Primavera”.
Para ter direito à remissão dos tributos, o imóvel precisa ter sofrido “danos materiais decorridos de alagamento, inundação ou interdição parcial ou total” comprovados por laudo técnico da Secretaria Municipal de Segurança Pública e Defesa Social (Semdes) e da Secretaria Municipal do Trabalho e Assistência Social.
O benefício será processado automaticamente pela Secretaria Municipal de Finanças (Sefin) aos endereços listados no anexo da legislação.
Uma faixa da Ponte de Igapó, em Natal, no sentido Centro-Zona Norte, ficará parcialmente interditada nesta quinta-feira (25) para a realização de serviços de instalação de câmeras. A interdição ocorre das 10h às 15h.
De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), o bloqueio acontece no km 85 da BR-101, no sentido decrescente da rodovia. A faixa interditada é a da esquerda.
A Ponte de Igapó é uma das principais ligações entre a Zona Norte e as demais regiões de Natal, com fluxo intenso de veículos ao longo do dia.
A PRF informou que o local foi sinalizado para orientar os motoristas durante a execução do serviço. A orientação é que os condutores reduzam a velocidade e redobrem a atenção ao passar pelo trecho.
A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro publicou uma mensagem em suas redes sociais na manhã desta quinta-feira (25) em que apazigua sua relação com o enteado e pré-candidato Flávio Bolsonaro (PL). “Não há briga, nem competição.” No dia anterior, Michelle publicou um vídeo afirmando que foi desrespeitada e maltratada pelo enteado.
Michelle abre a nota com a afirmação de que não tem raiva de ninguém: “apenas esclareci uma situação que estava sendo deturpada”.
O desentendimento entre os dois surgiu por conta da recusa da ex-primeira-dama em apoiar a pré-candidatura do ex-ministro da Fazenda Ciro Gomes (PSDB) ao governo do Ceará, opção feita pelo PL e defendida por Flávio.
Ainda na definição da chapa que concorrerá a cargos no estado, outra rusga surge da rejeição do nome da vice-presidente nacional do PL Mulher, Priscila Costa, aliada de Michelle, para uma vaga ao Senado. Flávio Bolsonaro teria entrado em acordo com o deputado federal André Fernandes (PL-CE) para que a vaga fosse de Alcides Fernandes (PL-CE), pai de André Fernandes.
Na sequência da nota desta manhã, a presidente do PL Mulher afirma que os membros da sigla irão “todos trabalhar juntos para derrotar o atual desgoverno”. Como mostrou a CNN, integrantes do PL avaliaram que a ex-primeira-dama extrapolou limites com os comentários do vídeo da última quarta-feira (24).
“Não há briga, nem competição. Peço apenas que não retirem trechos da minha fala de contexto para gerar confusão. Uma nova história será escrita com verdade, clareza e respeito”, finaliza.
Um homem foi morto a tiros na manhã desta quinta-feira (24) no bairro Planalto, na Zona Oeste de Natal. Segundo a Polícia Militar, o crime aconteceu após uma discussão, e o suspeito seria um comerciante da região, que fugiu do local após os disparos.
A vítima foi identificada como Judson Camilo de Souza, de 28 anos. O crime aconteceu na Rua Mira Mangue, em uma zona comercial e movimentada do bairro Planalto.
Segundo a polícia, a suspeita é de que os dois – o suspeito e a vítima – já tinham um histórico de conflitos. A vítima foi morta na calçada, próximo a um supermercado.
“Tinha sido uma discussão dele com outro cidadão. E o outro cidadão, após efetuar os disparos contra ele, saiu com destino ignorado”, falou o Sargento Calixto, do 9º Batalhão da Polícia Militar.
“As investigações que vão dizer [o que ocorreu]. Mas diz que já tinha tido outras desavenças e hoje chegou a esse ponto dele alvejar o cidadão, e o cidadão vir a óbito”.
A polícia acredita que pelo menos seis tiros foram disparados contra o homem. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) chegou a ser acionado, mas o homem não resistiu aos ferimentos e morreu no local.
Até a atualização mais recente desta reportagem, o suspeito permanecia foragido. A pistola usada no crime também não foi encontrada. O caso será investigado pela Polícia Civil.
A Prefeitura de Natal anunciou o adiamento do Festival de Quadrilhas Juninas da Cidade do Natal, que estava previsto para acontecer entre os dias 25 e 28 de junho. De acordo com a administração municipal, o evento foi remarcado para o período de 9 a 12 de julho em razão da necessidade de ajustes técnicos apresentados pela organização.
A informação foi divulgada pela Fundação Capitania das Artes (Funcarte), órgão vinculado à Secretaria Municipal de Cultura (Secult). Segundo o Município, a alteração no calendário não compromete a realização da programação nem os investimentos destinados ao festival.
A Prefeitura atua como parceira do evento e é responsável pelo pagamento das premiações dos grupos juninos vencedores. Ao todo, serão distribuídos R$ 120 mil em prêmios para as quadrilhas participantes, considerando todas as categorias da competição.
Além da premiação, a gestão municipal também disponibiliza ajuda de custo para as agremiações selecionadas por meio de edital público. Somados os recursos destinados ao festival, o investimento chega a R$ 456 mil.
O sindicato que representa servidores do Banco Central contratou por R$ 300 mil a atriz Luana Piovani para gravar um vídeo contrário à PEC (Proposta de Emenda à Constituição) que dá autonomia financeira e administrativa à instituição.
O pagamento foi autorizado pela direção do conselho regional do Sinal (Sindicato Nacional dos Funcionários do Banco Central) no Distrito Federal. Após mostrar o envolvimento da artista no assunto, a Folha teve acesso à ata da reunião em que a contratação foi aprovada.
O encontro foi realizado virtualmente no início da tarde de 9 de junho, mesmo dia em que Piovani publicou o vídeo em sua conta no Instagram. A atriz utilizou a hashtag #publi, indicando o conteúdo pago, e marcou os perfis do Sinal Nacional e da regional DF do sindicato.
Segundo a ata, a presidente do Sinal-DF, Edna Velho, que também é diretora de relações externas da executiva nacional do sindicato, iniciou a reunião destacando a importância de uma “atuação mais incisiva” da entidade nas redes sociais para falar sobre “os riscos da PEC”, sobretudo diante da perspectiva de avanço do texto no Senado.
“Nesse contexto, foi sugerida a contratação da atriz e influenciadora Luana Piovani para participar de campanha de comunicação voltada à crítica da PEC, considerando sua atuação pública em manifestações relacionadas a temas de interesse social e a propostas consideradas prejudiciais à população”, diz o texto.
Na ata, fica claro que, antes da reunião, a dirigente já havia conversado com a atriz sobre a possibilidade de contratação do trabalho e valores de remuneração.
“A presidente informou sobre a conversa com a profissional e seu alinhamento à posição defendida pelo sindicato, além do valor cobrado pela gravação de um vídeo e postagem no perfil oficial da atriz, esclarecendo que o pagamento somente seria realizado após deliberação deste conselho e apenas em caso de aprovação da proposta”, afirma o documento.
“A proposta da contratação foi colocada em votação com valor de até R$ 300.000,00 (trezentos mil reais) pela campanha em questão”, acrescenta. Segundo a ata, a contratação e o limite financeiro foram aprovados com cinco votos favoráveis e uma abstenção.
Piovani foi procurada pela Folha na tarde desta quarta-feira (24), por meio de mensagens diretas e por meio de sua equipe no Instagram, mas não houve resposta até a publicação deste texto. Na semana passada, quando procurada para outra reportagem sobre o tema, ela informou que não daria entrevista.
Também na semana passada, o Sinal havia negado pagamento à atriz. Procurada novamente nesta quarta, a entidade não respondeu aos questionamentos.
A Folha teve acesso às atas de outras reuniões que também aprovaram valores para outras campanhas contrárias à PEC. Em 19 de fevereiro, o sindicato autorizou a contratação de um escritório de advocacia para elaborar uma nota técnica com foco nos pontos mais sensíveis para a categoria, pelo valor de R$ 250 mil.
Em 29 de maio, a direção da entidade aprovou a destinação de mais R$ 250 mil para ampliar a campanha contra a PEC, após avaliação de que “a campanha já veiculada em diferentes mídias teve excelente receptividade, alcançando resultados positivos em termos de visibilidade e engajamento”.
A PEC da autonomia financeira do BC foi aprovada em 10 de junho na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) do Senado e aguarda votação em plenário. Além de opor BC e Ministério da Fazenda, que defende proposta alternativa, a mudança abriu um racha entre os servidores da própria instituição.
No vídeo gravado para as redes, Luana Piovani aparece sentada com uma cristaleira ao fundo e em frente a uma mesa onde se vê um caderno aberto. Ela afirma que está naquele lugar porque é para onde vai quando precisa “ter aquele papo reto”.
A atriz diz então que vai falar sobre um assunto que ela mesma tem dificuldade de entender. “Por isso fiz umas anotações, inclusive tive que dar uma estudada e pedir ajuda aos universitários para poder estar aqui conversando com vocês”, diz.
“No Brasil resolveram criar a roda, estão querendo inovar, gente. Querem colocar o Banco Central independente do governo e sujeito a sofrer influências externas. Gente, isso não tem cheiro de perigo? Me parece um risco gigantesco”, afirma.
A PEC foi apresentada durante a gestão de Roberto Campos Neto e, na primeira versão, havia uma mudança de personalidade jurídica do BC, que deixaria de ser uma autarquia pública para se tornar empresa pública de direito privado.
Os servidores passariam a ser regidos pela CLT (Consolidação das Leis do Trabalho), e aqueles que não estivessem de acordo migrariam para uma carreira semelhante no funcionalismo público.
Após mudanças, a versão aprovada na comissão do Senado muda o regime jurídico do BC para “entidade pública de natureza especial”, sem alteração no regime trabalhista dos servidores, cuja remuneração segue sujeita ao teto do funcionalismo público federal (hoje em R$ 46.366,19).
O presidente do Sinal, Epitácio Ribeiro, disse na semana passada que até apoia a autonomia em si, mas não na forma prevista na PEC. Segundo ele, a mudança no regime jurídico da autarquia em uma espécie de “autoridade do sistema financeiro”, com funcionamento a ser regulado em lei complementar, deixa em aberto questões como a criação e extinção de carreiras pela própria diretoria do banco.
No entanto, a entidade promoveu em 2024 uma assembleia geral entre todos os servidores, e 74% dos cerca de 4.500 participantes rejeitaram a proposta. Até hoje, a entidade afirma que esse é o posicionamento aprovado pela categoria.
Do outro lado, Thiago Cavalcanti, presidente da ANBCB (Associação Nacional dos Auditores e Procuradores do Banco Central), diz que o texto atual protege as carreiras (que só poderiam ser criadas pelo Legislativo) e dá ao BC autonomia orçamentária, financeira e administrativa.
Além disso, a associação afirma que parte significativa dos votos contrários em 2024 foi dada para pressionar por um texto melhor, e desde então não houve nova consulta aos servidores para capturar a mudança de opinião de membros da carreira. Hoje, segundo pessoas favoráveis à PEC, sondagens não oficiais indicam apoio majoritário à proposta.
Grupo contrário à PEC
Dizem que BC pode deixar de ser autarquia federal; também afirmam que a diretoria poderá criar ou extinguir carreiras
Eles afirmam que versões mais iniciais do texto permitiam emprego de profissionais como celetistas, e não estatutários; os servidores seriam enquadrados em carreiras “congêneres”
Entre as críticas à PEC, servidores afirmam que proposta abriria portas para “captura regulatória”, ou seja, que os bancos e outras empresas regulados pela entidade teriam mais poder para influenciar o BC
Grupo favorável
Dizem que versão mais recente do texto eliminou pontos como contratação por regime CLT e as “carreiras congêneres”
Afirmam que PEC dá ao BC autonomia orçamentária, financeira e administrativa
Defendem que medida tem potencial para aproximar as remunerações do BC à da Receita Federal
A Polícia Federal deflagrou nesta quinta-feira (25) uma operação sobre eventuais irregularidades no rombo financeiro das Americanas. A varejista está em recuperação judicial desde 2023, na 4ª Vara Empresarial do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro.
Em março deste ano, a Americanas ingressou com um pedido para sair da recuperação judicial. Na época, o CEO da empresa, Fernando Soares, disse à CNN que já havia cumprido 100% do plano previsto.
Durante a divulgação dos resultados da empresa referentes ao 1° bimestre de 2026, a empresa disse que o Ministério Público e o administrador judicial já haviam emitido pareceres favoráveis à saída antecipada da empresa do regime recuperacional.
De acordo com Fernando Soares, os números positivos e um bom fluxo de caixa fizeram com que o pedido de saída fosse adiantado. A solicitação foi entregue à 4ª Vara Empresarial do Rio de Janeiro e é preciso que a Justiça acate.
No quarto trimestre de 2025, a empresa registrou um prejuízo líquido de R$ 44 milhões, reduzindo o resultado negativo de R$ 586 milhões contabilizado no final de 2024.
Em fevereiro de 2026, o grupo recebeu aprovação de seus credores para vender uma série de imóveis, com valor total estimado entre R$ 346 milhões e R$ 468 milhões.
Com isso, a empresa se comprometeu a destinar 60% do montante líquido que exceder R$ 200 milhões relativos à venda dos imóveis para amortização ou resgate antecipado das debêntures.
Uma nova pesquisa PoderData/Aya divulgada nesta quinta-feira (25) aponta o cenário de rejeição e potencial de voto de dois nomes da política nacional: o presidente Lula (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL).
Segundo o levantamento, 50% dos entrevistados afirmam que não votariam em Lula “de jeito nenhum”. Outros 35% dizem que votariam apenas no petista, enquanto 11% declaram que poderiam escolher seu nome em uma disputa eleitoral.
Em relação ao senador Flávio Bolsonaro, 48% dizem que não votariam nele em nenhuma hipótese. Já 32% afirmam que ele é o único em quem votariam, enquanto 15% dizem que poderiam considerar o nome do parlamentar.
Os números indicam estabilidade no cenário em comparação com o levantamento anterior, feito no fim de maio. De acordo com a pesquisa, houve apenas variações leves dentro da margem de erro, sem mudanças significativas no comportamento do eleitorado.
O estudo foi realizado entre os dias 21 e 24 de junho de 2026, com 2.400 entrevistas em 617 municípios de todas as 27 unidades da Federação. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, com nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no TSE sob o número BR-05722/2026.
Realmente, se a pesquisa fosse nos presídios, a vitória do atual presidente, condenado em três instâncias, seria perto dos 100%…
Tá vendendo a bola de cristal amigo, qual o valor? De antemão, não faça nenhuma necessidade fisiológica em cima, vcs já são imundos por natureza, tudo que toca apodrece é quebra, veja o caso de JAQUES WAGNER.
SE A URNA FOR NO PRESÍDIO
O capeta lhe ouça.
Pro Brasil continuar a fazer as mesmas coisas, e ter os mesmos resultados.
Eleitor Cúmplice do Maior Bandido já Descondenado no Brasil, Beneficiário de uma Bolsa Esmola , comedor de Mortadela estragada, Verme acéfalo. é o Tiaõ.
Uma nova pesquisa eleitoral aponta um cenário de forte equilíbrio entre o presidente Lula (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) em uma simulação de 2º turno. Segundo levantamento PoderData/Aya, divulgado nesta quinta-feira (25), Lula aparece com 46% das intenções de voto, enquanto Flávio Bolsonaro registra 43%.
A diferença de três pontos percentuais coloca os dois pré-candidatos dentro da margem de erro da pesquisa, que é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos, configurando empate técnico.
O resultado indica um cenário de disputa apertada e de alta competitividade entre os dois nomes testados, sem vantagem consolidada para nenhum dos lados.
Em junho de 2022, esse instiutto projetava Lula 52 x 35 Bolsonaro.
Deu quase empate. Seguindo a lógica… (não que uma vitória de Bolso Filho me empolgue… vai passar uns três anos apanhando se tentar arrumar a casa, pra devolver pra Lula – se o cara lá de baixo não o tiver convocado).
Agora é momento para pesquisa?
Só para fazer politicagem?
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Essa é a hora de todos focarem esforços nos resultados…
A mídia é a principal responsável para centralizar esse conteúdo o foco e compartilhar.
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Exemplo disso é o que estão fazendo com Dr Dráuzio Varella que todo domingo está sendo "obrigado" a divulgar vídeos se explicando
Data folha é uma m… Não tem credibilidade.
Bolsonaro no mínimo tem o dobro, com folga.
O Mandeta já é o melhor ministro da saúde de todos os tempos.
Um show!!
Por tanto.
Pesquisa como sempre fake.
Essa pesquisa dessa datafolha não tem credibilifade de nada, eles poderiam arranjar o que fazer, como por exemplo uma lavagem de roupa, vai rachar uma lenha, pior ainda é quem publica uma porcaria dessa em tempos de guerra contra um mal que está destruindo a humanidade!!!
O desempenho de Bolsonaro é péssimo, continua subestimando a pandemia e estimulando às pessoas a serem irresponsáveis. JÁ O DESEMPENHO DO MIN. MANDETA É EXCELENTE, SENSATO, EQUILIBRADO E TÉCNICO EM SUAS FALAS. SEM DÚVIDA, UM DOS MELHORES MINISTROS DO GOVERNO BOLSONARO, NÃO FICA PERDENDO TEMPO COM DISCURSOS IDEOLÓGICOS IDIOTAS…
IBOPE tem alguma credibilidade?
Data folha é uma piada kkkkkkk
A maior parte das pessoas contaminadas serão assintomáticas, outras apresentarão sintomas leves e a letalidade dessa doença será baixíssima, muito aquém de outras doenças do passado ou que estão por aí, grassando vidas todo dia. Mas, os efeitos na economia e nas vidas das pessoas dessas medidas exageradas que certos governadores estão tomando, essas sim, vão ceifar muitas vidas. E o povo vai enxergar isso em breve. Da pior maneira.
Quem porra acredita no datafoice?
Me poupe !
Nesse momento de tanta dificuldade, às empresas ficam fazendo pesquisa para politicagem rasteira. O brasileiro precisa de união. A disputa pelo voto deixa para o momento das eleições.
Continua a guerra contra o presidente. Num momento em que se deveria buscar a união contra essa doença. O PR está certo em pensar na economia do país, na subsistência das pessoas. Passada essa pandemia, se as mortes advindas do caos na economia forem em maior número que as provocadas pelo vírus, essas medidas exageradas não terão servido. E as pessoas vão entender isso da pior forma.
Mas se nem o presidente busca essa união, ele vai contra tudo o que o mundo ta fazendo, todo o mundo preocupado com essa pandemia e ele achando que é um resfriado, que os governadores estão exagerando, que a imprensa está mentindo e por aí vai. Se fosse uma crise apenas no Brasil, eu ficaria calado e concordaria com o presidente, mas o mundo todo está em alerta, acorda cara, desça desse palanque e ajude quem precisa.