Elas são mulheres, determinadas e guerreiras. São simpáticas e populares. Elas duas venceram as eleições contra LULA, se elegeram na oposição ao Governo que estava no poder, assumiram em cima de muitas expectativas. Depois que assumiram passaram o tempo todo falando dos governos anteriores, tiveram sérios problemas administrativos no início, tiveram rotatividades de secretários, problemas com o funcionalismo público. Elas são muito amigas de DILMA. Elas duas são Micarla e Rosalba, as duas maiores e grandes renovações da política potiguar dos últimos 20 anos.
Não me lembro de ter visto dois governos começarem tão parecidos, como o de Rosalba e Micarla. O de Rosalba está só no início, tem muito tempo pela frente. Mas que começou igual começou. Vamos torcer que mude o prumo porque se não o povo não agüenta lá e cá…….
O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro compartilhou trechos da entrevista bombástica da lobista Roberta Luchsinger à CNN na noite de sábado (17) com acusações contra o presidente Lula.
Flávio disse que “o Brasil precisa saber a verdade sobre o atual presidente” e que tem “algumas perguntinhas para fazer a ele no debate”.
Lula e Flávio participam do debate na Band neste domingo (18), a partir das 20h. Será a primeira participação dos dois em um debate durante a campanha.
Mensagens encontradas pela Polícia Federal no celular de Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master, indicam que o advogado Walfrido Warde afirmava que o banqueiro contava com apoio do presidente Lula (PT) e de integrantes do partido para tentar salvar a instituição.
A Revista Veja divulgou neste domingo (18) um áudio de Walfrido enviado em março de 2025, após o anúncio da venda de 58% do Master ao Banco de Brasília (BRB), ele diz que a Globo tentava enfraquecer o apoio político de Vorcaro dentro do PT.
As conversas também mostram tentativas de aproximação entre o banqueiro e Lula. O presidente é citado em pelo menos 20 mensagens enviadas pelo advogado entre abril de 2023 e julho de 2025.
Reportagem da Revista Veja diz que Vorcaro orientou que eventual apoio de Lula fosse articulado por meio de Edinho Silva, presidente do PT, para evitar expor o presidente. A operação dependia da aprovação do Banco Central, que acabou liquidando o Master em novembro de 2025.
A reta final da corrida pelo Palácio do Planalto ganha contornos de máxima tensão neste domingo (18). Pela primeira vez na campanha de 2026, Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) medem forças diretamente no estúdio da Band, em um confronto que acaba com o jejum de ausências em debates.
Sob a condução dos jornalistas Eduardo Oinegue e Adriana Araújo, os candidatos terão a oportunidade de testar propostas e estratégias em tempo real. A pauta política promete focar nas frentes investigativas de ambos os lados: Flávio usará a apuração sobre o filho do presidente, Lulinha, no setor de canabidiol para fustigar o adversário, enquanto Lula deve contra-atacar articulando questionamentos em torno do Caso Master e os desdobramentos sobre o banqueiro Daniel Vorcaro.
No plano socioeconômico, a recente aprovação do fim da escala 6×1 desponta como a principal cartada petista para dialogar com os trabalhadores e remodelar a disputa na última semana de campanha. Do outro lado, o impacto do tarifaço imposto pelos Estados Unidos, sob justificativa de supostas desvantagens comerciais causadas pela adesão massiva ao Pix, coloca em pauta a capacidade de resposta da diplomacia e da economia brasileira.
O embate de duas horas será o principal termômetro para medir o poder de reação e a retenção de votos dos dois finalistas antes que o eleitorado vá às urnas no próximo domingo (25).
Foto 1: Ricardo Stuckert/Campanha | Foto 2: Charles Vieira/Campanha
A uma semana da votação decisiva do segundo turno, os principais institutos de pesquisa do país apontam um cenário de empate técnico na disputa presidencial entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL), com o candidato da oposição numericamente à frente em todos os levantamentos. O quadro atual marca uma inversão em relação à eleição de 2022, quando o petista liderava as intenções de voto contra o então presidente Jair Bolsonaro na reta final.
Datafolha
No levantamento do Datafolha divulgado nesta quinta-feira (15), Flávio marca 47% contra 45% de Lula.Brancos e nulos somam 6%, enquanto os indecisos são 2%.Considerando apenas os votos válidos (que descartam brancos e nulos), o senador soma 51% e o atual presidente tem 49%.
Em momento equivalente de 2022 (pesquisa de 20 de outubro), o cenário era oposto: Lula registrava 49% e Jair Bolsonaro, 45% (52% a 48% em votos válidos).A margem de erro de ambos os estudos é de dois pontos percentuais.
Quaest
A pesquisa Quaest publicada na quarta-feira (14) também retrata a estabilidade do empate técnico no limite da margem de erro de dois pontos: Flávio aparece com 46% e Lula com 44%.O grupo de indecisos é de 1% e o de brancos/nulos atinge 9%. A sondagem não calculou projeção de votos válidos.
Na reta final do pleito de 2022 (19 de outubro), a Quaest trazia Lula com 47% contra 42% de Jair Bolsonaro — o que representava uma vantagem de 53% contra 47% em votos válidos para o candidato petista.
CNT/MDA
Divulgada nesta sexta-feira (16/10), a pesquisa CNT/MDA reforçou o equilíbrio apertado: Flávio pontua 46,8% frente aos 45,9% de Lula. Brancos e nulos somam 4,9%, e indecisos chegam a 2,4%. Nos votos válidos, a vantagem numérica de Flávio é de 50,5% contra 49,5% do atual presidente.
A um trecho idêntico da votação em 2022, o instituto indicava vitória mais folgada para Lula na pesquisa intencional (48,1% contra 41,8%) e nos votos válidos (53,5% a 46,5%).
Histórico de 2022 x Desafio Atual
Embora as pesquisas de 2022 indicassem margens de até seis pontos a favor de Lula na reta final, a apuração real das urnas resultou na disputa mais apertada da história recente do país: o petista obteve 50,90% (60.345.999 votos) contra 49,10% de Jair Bolsonaro (58.206.354 votos) , uma diferença final de apenas 1,8 ponto percentual. O patamar de largada deste ano projeta um desfecho ainda mais concorrido entre as duas forças políticas.
[VÍDEO] Papa Leão XIV reaparece na janela do Vaticano e reza Angelus no Vaticano um dia após cirurgia no pulmão https://t.co/ksKk9lpZZG https://t.co/QLo2ZCk7QZ
Em seu primeiro compromisso público após passar por uma cirurgia para a retirada de um tumor no pulmão, o papa Leão XIV conduziu a tradicional oração do Angelus neste domingo (18). Aparecendo da janela de seu apartamento no Vaticano para os fiéis reunidos na Praça de São Pedro, o pontífice demonstrou firmeza, sorriu e confirmou que retomará gradualmente suas atividades.
“Desejo agradecer a todos aqueles que rezaram por mim nestes últimos dias. Senti de verdade o apoio de vocês. Esta experiência me fez sentir de maneira especial a proximidade com todos aqueles que enfrentam uma doença e uma condição de enfermidade. Livre desta fase delicada, como vocês sabem, agora retomarei gradualmente minhas atividades, sempre com a ajuda de Deus e as orações de vocês”, declarou o pontífice.
Aos 71 anos, Leão XIV teve alta no sábado (17) após permanecer hospitalizado por cinco dias no Hospital Gemelli, em Roma. A intervenção cirúrgica ocorreu na terça-feira (13) para tratar um adenocarcinoma pulmonar, resultando na remoção do lobo inferior do pulmão direito por meio de técnica videoassistida.O procedimento foi bem-sucedido e sem complicações.
A rotina diplomática do pontífice foi mantida mesmo durante o período hospitalar. Na sexta-feira (16), Leão XIV conversou por telefone com o presidente russo, Vladimir Putin, solicitando a suspensão dos ataques em zonas de conflito na Ucrânia para viabilizar a entrada de ajuda humanitária e a evacuação segura de civis.
Foto: Ricardo Stuckert/PT/Divulgação e Rebeca Ligabue/Metrópoles
No último domingo que antecede o segundo turno das eleições presidenciais, apoiadores de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) realizam agendas de mobilização com estratégias opostas em São Paulo. A direita concentra suas forças em um grande ato unificado na Avenida Paulista, enquanto a militância de esquerda espalha ações descentralizadas pelos bairros da periferia da capital.
O comício liderado por Flávio Bolsonaro ocorre nas proximidades do Masp a partir das 11h, com concentração iniciada às 9h. Denominada “Bloco do 22”, a manifestação conta com a presença do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) e do prefeito Ricardo Nunes (MDB). Segundo dados enviados pelo PL à prefeitura, a expectativa de público é de 20 mil pessoas, em uma demonstração de força vista como resposta ao ato pró-Lula do último dia 11.
Em contrapartida, a campanha petista optou por cancelar o ato unificado que estava previsto para a região central e redirecionar a militância para as periferias. A partir das 15h, ocorrem mobilizações no Grajaú (Zona Sul), na Cachoeirinha (Zona Norte) e em Itaquera (Zona Leste), além de uma concentração de torcedores corinthianos às 17h no Largo da Banana (Barra Funda). De acordo com Kiko Celeguim, presidente estadual do PT, a orientação do partido foi priorizar ações comunitárias nas regiões periféricas e em cidades da Grande SP e do interior.
Lula não participa dos atos de rua neste domingo devido ao compromisso com o debate presencial na TV Bandeirantes, marcado para as 20h, enquanto seu vice, Geraldo Alckmin (PSB), cumpre agenda em Poços de Caldas (MG). A campanha do PT prevê encerrar as mobilizações de rua no próximo sábado (24), com uma nova convocação na Avenida Paulista às vésperas da votação.
[VÍDEO] MENTIROSO: “Ele mente em coisa pequena, ele mente em coisa grande, ele mente o tempo inteiro”, diz lobista sobre Lula https://t.co/0vtFNkp3v3 https://t.co/2JLoONo1Ye
A lobista Roberta Luchsinger, que no passado figurou entre as apoiadoras do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), adotou um tom de duro confronto contra o chefe do Executivo. Em entrevista a CNN na noite deste sábado (14), Luchsinger acusou o presidente de falta com a verdade em suas manifestações públicas e privadas.
“Mente sobre coisas grandes, mente sobre coisas pequenas. Mente sobre tudo”, declarou Luchsinger. O posicionamento marca uma virada no discurso de Roberta, cuja proximidade anterior com o grupo político do governo amplifica o impacto das declarações no cenário político de Brasília.
A mudança de atitude da lobista intensifica as cobranças por esclarecimentos sobre as tratativas e denúncias mencionadas por ela.
Após as declarações de Roberta Luchsinger à CNN Brasil, a oposição ao governo iniciou uma forte ofensiva institucional e nas redes sociais. Em publicação no X, parlamentares relataram ter acompanhado a transmissão ao lado de lideranças como o deputado Luciano Zucco (PL-RS) e o senador eleito Sanderson (PL-RS), defendendo a entrada imediata da empresária no programa de proteção a testemunhas.
Eu, Zucco e Sanderson estamos assistindo juntos à entrevista de Roberta Luchsinger à CNN. Estamos solicitando imediatamente sua inclusão no programa de proteção à testemunha. Suas denúncias contra Lula são gravíssimas e demonstram o enorme risco de vida que ela e suas filhas correm.
O líder da oposição na Câmara, deputado federal Gilberto Silva (PL-PB), informou ter protocolado pedidos formais em diversas instâncias para garantir a “proteção de vida à delatora de Lula”. Silva afirmou que a oposição não aguardará uma decisão do governo sobre o tema e confirmou o envio de ofícios à Polícia Federal, ao Ministério da Justiça, à Procuradoria-Geral da República (PGR), à Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão (PFDC), à Comissão Nacional de Direitos Humanos (CNDH) e ao relator do caso no Supremo Tribunal Federal (STF).
A estratégia da oposição inclui ainda um Requerimento de Informação e a convocação do ministro da Justiça para prestar esclarecimentos na Comissão de Segurança Pública, além de pedidos de audiência nas Comissões de Direitos Humanos e da Mulher. “Se o Estado não proteger, levamos à Comissão Interamericana. Ninguém vai calar uma testemunha neste País”, declarou o parlamentar.
Paralelamente, a repercussão ganhou tração nas redes digitais. O candidato do PL à Presidência, Flávio Bolsonaro, divulgou trechos da entrevista no Instagram e mobilizou apoiadores no X ao impulsionar a hashtag “Fala tudo Roberta”, que figurou entre os assuntos mais comentados do dia na plataforma.
Às vésperas do segundo turno das eleições, o presidente Lula (PT) reagiu com firmeza às declarações da lobista Roberta Luchsinger prestadas à CNN Brasil neste sábado (17). Em nota oficial, o chefe do Executivo negou qualquer envolvimento com a empresária, disse desconhecer negociações citadas por ela e assegurou que o governo federal não possui contratos com a investigada.
As declarações de Luchsinger envolvem também o filho do presidente, Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, que, segundo ela, teria se reunido “inúmeras vezes” com ministros do governo sob o conhecimento de Lula. A empresária, que negou a farsa de acusações que a rotulam como “pilantra”, afirmou pretender fechar um acordo de delação premiada.
Em contra-ataque, Lula classificou a divulgação como oportuna e tendenciosa. “Causa estranheza que essas declarações sejam lançadas justamente às vésperas do segundo turno”, afirmou o presidente, ressaltando que o eleitorado brasileiro já presenciou denúncias sem provas usadas para manipular a opinião pública em períodos eleitorais.
“Causa estranheza que essas declarações sejam lançadas justamente às vésperas do segundo turno”, afirmou o presidente,
👺 DITO ISSO, ELE CONFESSA QUE OS 4 ANOS EM DUAS SEMANAS, ÀS VÉSPERAS DA ELEIÇÃO, NADA MAIS FOI DO QUE COMPRA DE VOTOS. OU AUMENTO DO BOLSA FAMÍLIA, TRANSPORTE GRÁTIS, AUXÍLIO AOS MEIs, ESCALA 6X1, ÀS VÉSPERAS DA ELEIÇÃO, NÃO CAUSA UMA IMENSA ESTRANHEZA? 👺👺👺👺
[VÍDEO] “CANALHA”: Amiga de Lulinha acusa Lula, diz que não será “boi de piranha” e anuncia que fará delação premiada: https://t.co/THG1OXs6QV https://t.co/otVNV8ZAcj
A empresária e lobista Roberta Luchsinger, amiga de Fábio Luís Lula da Silva, mais conhecido como Lulinha, chamou o presidente Lula (PT) de “canalha”, “covarde” e “mau-caráter” e afirmou que pretende fazer uma delação premiada. Ela é investigada pela Polícia Federal por suspeitas de tráfico de influência em negócios envolvendo órgãos federais.
“Vou fazer uma delação premiada porque não serei eu o ‘boi de piranha’. O que eu fiz, se for crime, eu vou responder”, declarou Roberta em entrevista neste sábado (17) à CNN Brasil.
A lobista também afirmou que Lulinha teria se reunido várias vezes com ministros do governo, inclusive Camilo Santana. Ela prometeu não poupar ninguém em uma eventual colaboração com a Justiça.
As declarações vieram depois de Lula dizer que não conhecia Roberta e chamá-la de “pilantra” e “Vorcaro feminino”. A empresária aparece ao lado do presidente em fotografias, mas o presidente sustenta que pode apenas ter posado para imagens, como faz com apoiadores.
pedro, vc tem algum cargo comissionado?
Acredito na competencia das duas e na vontade e objetivo delas em ajudar no desenvolvimento do estado e capital.