Comportamento

FOTOS E VÍDEOS: Via Costeira, passeio de buggy e desfile de seios

A Via Costeira vem ganhando destaque há tempos na capital potiguar pelos sucessivos registros de acidentes, cujas discussões vão desde suas inúmeras curvas, ao limite de velocidade e ainda por se tornar escorregadia em tempos de chuvas e risco de aquaplanagem. Não bastasse, agora registra cenas incomuns, que vão além do que se entende por ou se conhece por leis e limites:  a modalidade passeio “a peito aberto”. Duas personagens, conforme imagens que circulam em redes sociais, não esconderam seu entusiasmo de passeio de buggy pelo trecho.

Veja abaixo:

Opinião dos leitores

  1. Os profissionais de turismo são na maioria os culpados pois a responsabilidade e do próprio motorista .

  2. Por essas e outras qure cogito fugir do litoral brasileiro. Está cada vez mais difícil construir uma família em meio à tanta putaria. Duvido isso ocorrer em países islâmicos com a frequência que ocorre aqui…

  3. Kkkkkkkkk natal virou um puteiro há muito tempo kkkkkk isso é ótimo para as mulheres natalenses empoderadas, os turistas já chegam aqui botando pra torar. As mulheres daqui gostam nadinha de dinheiro kkkkkkkkkk

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Comportamento

Mais comum em mulheres, ‘fluidez sexual’ pode estar a caminho de entrar em espaços mais masculinos, dizem especialistas

Foto: Ilustrativa

A maneira como pensamos a sexualidade está mudando. Onde antes havia uma única bandeira do arco-íris, hoje tremulam uma grande variedade de bandeiras coloridas para mostrar a diversidade de orientações sexuais.

As pessoas parecem cada vez mais abertas a discutir sua sexualidade, e identidades de gênero pouco convencionais, até mesmo outrora “invisíveis”, estão se tornando parte de um discurso cada vez mais dominante.

Com o diálogo aberto, as identidades sexuais estão se tornando menos rígidas e mais fluidas.

Mas dados recentes mostram que essa mudança é mais prevalente em um grupo: em muitos países, as mulheres estão agora abraçando a fluidez sexual em taxas muito mais altas do que no passado, e de forma mais expressiva do que os homens em geral.

Como se explica essa diferença?

Especialistas acreditam que há vários fatores que contribuem para tal comportamento, especialmente as mudanças na esfera social que permitiram às mulheres romper com os papéis e identidades convencionais de gênero.

Mas, diante disso, fica a pergunta: o que isso significa para o futuro da fluidez sexual para todos os gêneros?

Uma mudança notável

Sean Massey e seus colegas do Laboratório de Pesquisa de Sexualidade Humana da Universidade de Binghamton, em Nova York, estudam comportamentos sexuais há cerca de uma década.

Em cada um de seus estudos, eles pediram aos participantes que informassem sua orientação sexual e gênero.

Eles nunca haviam analisado como esses dados mudaram ao longo do tempo — até Massey e seus colegas perceberam recentemente que estavam sentados sobre um verdadeiro tesouro de informações sobre atração sexual.

“Pensamos, meu Deus, coletamos esses dados por 10 anos”, conta Massey, professor associado de estudos femininos, de gênero e sexualidade na Universidade de Binghamton.

“Por que não voltamos (a eles) e analisamos para ver se houve alguma tendência?”

Eles descobriram que, de 2011 a 2019, as mulheres em idade universitária se afastaram cada vez mais da heterossexualidade exclusiva.

Em 2019, 65% relataram se sentir atraídas unicamente por homens, uma queda em comparação com 2011, quando este percentual era de 77%.

O número de mulheres que fazem sexo exclusivamente com homens também caiu no mesmo período.

Enquanto isso, a atração e o comportamento sexual dos homens permaneceram em sua maioria estáticos no mesmo intervalo: cerca de 85% disseram sentir atração sexual apenas pelo sexo feminino, e cerca de 90% afirmaram ter relações sexuais unicamente com mulheres.

Outras pesquisas em todo o mundo, incluindo no Reino Unido e na Holanda, apresentam resultados semelhantes.

Em geral, mais mulheres têm relatado sentir mais atração pelo mesmo sexo, ano após ano, do que os homens.

Poder e liberdade

“Tudo isso é complicado demais para atribuir a apenas uma coisa”, diz Elizabeth Morgan, professora associada de psicologia do Springfield College em Massachusetts, nos EUA.

Mas os papéis de gênero — e como eles mudaram e não mudaram — podem ser um fator significativo.

Massey e seus colegas atribuem a evolução em grande parte às mudanças culturais, como o avanço do feminismo e do movimento das mulheres, que mudaram significativamente o cenário sociopolítico nas últimas décadas.

No entanto, essas mudanças afetaram homens e mulheres de maneiras diferentes.

“Realmente se avançou em torno do papel do gênero feminino, e menos em torno do papel do gênero masculino”, diz Massey.

Embora ele não desconsidere o efeito do movimento LGBTQ + sobre as pessoas que se identificam como sexualmente fluidas hoje, Massy acredita que o feminismo e o movimento das mulheres desempenham um papel no motivo pelo qual mais mulheres se identificam dessa forma do que os homens — sobretudo porque nenhum movimento masculino equivalente permitiu que os homens rompessem com restrições históricas baseadas no gênero da mesma maneira.

“Há 50 anos, você não poderia ter uma vida se não se casasse com um homem, porque ele precisava sustentar você”, acrescenta Morgan.

Nesse sentido, renunciar à heterossexualidade exclusiva pode ser visto como parte da ruptura feminina com os papéis tradicionais de gênero.

Enquanto isso, como as mulheres conseguiram encontrar mais liberdade, os papéis de gênero dos homens permaneceram relativamente estáticos, enquanto continuam a ter poder na sociedade

“[Os homens] precisam defender um papel de gênero muito masculino para manter esse poder, e parte da masculinidade é a heterossexualidade”, explica Morgan.

Expressar interesse pelo mesmo sexo pode reduzir esse poder. Como diz Massey, a masculinidade é um “conceito frágil”. Pode ser “violado” pela atração pelo mesmo sexo.

A coach e educadora sexual Violet Turning, de 24 anos, também aponta a “fetichização” de duas mulheres fazendo sexo ou se beijando, especificamente sob o olhar masculino.

Segundo ela, isso tornou a atração pelo mesmo sexo entre mulheres mais socialmente aceitável, embora pelos motivos errados.

Em contrapartida, as pessoas parecem achar a ideia de dois homens fazendo sexo muito menos palatável.

Um estudo de 2019 que analisou as atitudes em relação a homens e mulheres gays em 23 países mostrou, de forma geral, que “os gays são mais malvistos do que as mulheres lésbicas”.

Um diálogo aberto

Os espaços para as mulheres falarem abertamente sobre sua sexualidade também aumentaram com o tempo.

Quando Lisa Diamond, professora de psicologia e estudos de gênero da Universidade de Utah, nos EUA, começou a estudar a fluidez sexual no início da década de 1990, sua pesquisa se concentrava nos homens.

Muitos participantes do estudo, diz ela, vinham de grupos de apoio gay, em que a maioria dos membros era do sexo masculino, então os homens eram “mais fáceis de achar para os pesquisadores”.

Mas Diamond queria analisar a sexualidade das mulheres.

Ela começou um estudo em que verificou as orientações e comportamentos sexuais de 100 mulheres a cada dois anos ao longo de uma década.

Seu livro, Sexual Fluidity: Understanding Women’s Love and Desire (“Fluidez sexual: compreendendo o amor e o desejo das mulheres”, em tradução literal), foi publicado em 2008. A obra discute como, para algumas mulheres, o amor e a atração são fluidos e podem mudar com o tempo.

Esta ideia entrava em conflito com a linha de pensamento anterior que descrevia a orientação sexual como rígida — visão alcançada por meio de estudos que analisavam apenas homens.

Na época em que seu livro foi publicado, celebridades americanas que haviam namorado homens anteriormente, como Cynthia Nixon e Maria Bello, tornaram pública a atração que sentiam pelo mesmo sexo.

A apresentadora Oprah Winfrey convidou então Diamond para ir ao seu programa falar sobre a fluidez sexual feminina. O conceito e a prática entraram oficialmente no debate popular.

Além disso, Turning observa que a linguagem evoluiu para reconhecer as mulheres como sexualmente não-binárias.

Por exemplo, ela conta que sua parceira lésbica pertencia a uma “aliança gay heterossexual” na escola, por volta de 2007.

Essa expressão encorajava um indivíduo binário — os membros eram gays ou heterossexuais, não havia opções reais para aqueles que poderiam se identificar em algum lugar no meio — e tampouco continha nenhum termo que expressasse especificamente a sexualidade feminina.

“Agora, é como se todos tivessem a opção de se identificar como queer, porque é muito aceitável”, diz Turning, que afirma que a fala e a terminologia evoluíram para incluir pessoas de todos os gêneros — incluindo as mulheres.

Qual é o futuro da fluidez sexual?

A fluidez sexual pode estar a caminho de entrar em espaços mais masculinos. No TikTok, se tornou popular entre homens jovens heterossexuais representar gays em seus vídeos.

Os seguidores deles, em sua maioria mulheres, gostam, de acordo com um artigo do jornal americano New York Times sobre a tendência.

Independentemente de se esses criadores se sentem realmente confortáveis re mudanças nas atitudes em relação à masculinidade, o que pode abrir caminho para mais homens abraçarem a fluidez sexual no futuro.

Mulheres sexualmente fluidas também podem ajudar a pavimentar esse caminho.

Mais mulheres falando abertamente sobre suas orientações fluidas significa mais pessoas discutindo alternativas à sexualidade rígida em geral.

“Nossa cultura se envergonha muito da sexualidade”, diz Diamond.

“Qualquer coisa que torne mais fácil e mais socialmente aceitável para as pessoas refletirem sobre seus desejos de uma forma livre de julgamentos e de vergonha”, acrescenta ela, tem o potencial de abrir o leque de possibilidades sexuais — ou pelo menos permitir que considerem a ideia de fazer isso.

“Precisamos começar a libertar os homens da heterossexualidade compulsória [e] da masculinidade tradicional”, completa Massey.

“E isso pode ter um resultado diferente, ou talvez um resultado semelhante [ao que teve para as mulheres] em termos de permitir mais diversidade na sexualidade.”

Universa – UOL via BBC

Opinião dos leitores

  1. Podem se comportarem sexualmente do jeito que quiserem, mas ninguém muda a natureza masculina (xy) e feminina(xx),é determinismo biológico e ponto final, o resto é perfumaria!

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Política

Vereadora Carol Pires inaugura Sala Lilás em apoio à mulheres vítimas de violência

Foto: Divulgação

Nosso gabinete irá inaugurar a primeira Sala Lilás em Parnamirim. Um espaço para acolhimento de mulheres em situação de violência doméstica.

Infelizmente os casos de violência só cresce em nosso país. Estima-se que cinco mulheres são espancadas a cada 2 minutos; o parceiro (marido, namorado ou ex) é o responsável por mais de 80% dos casos reportados, segundo a pesquisa Mulheres Brasileiras nos Espaços Público e Privado (FPA/Sesc).

Diante do último caso ocorrido em nosso município onde Anailzy Suany Marques da Costa, que foi brutalmente assassinada na noite de 28 de junho, e o suposto assassino é o seu ex-companheiro. A partir disso tomamos a iniciativa de abrir um local de apoio a essas mulheres já que o nosso município ainda não tem.

Este será um espaço reservado para que as mulheres se sintam à vontade para falar da sua condição.

Sabemos que muitas não se sentem seguras para pedir ajuda ou denunciar o agressor por diversas condições, seja por dependência financeira, patrimonial, por não estar preparada psicologicamente ou por causas dos filhos. Será um espaço para conversar, acolher e orientar, de mulher para mulher.

Contaremos com apoio de profissionais de assistência social, direito, enfermagem e psicologia. E também com a Coordenadoria de Apoio a Mulher na pessoa de Amanda Melo.

A sala lilás (Anailzy Suany), vítima acima citada, funcionará de segunda a sexta, das 8h às 13h em nosso gabinete parlamentar, na Câmara Municipal de Parnamirim.

Opinião dos leitores

  1. Menos marketing pessoal, menos cores, menos eufemismos. Mais ações contundentes, exequíveis e de resultados palpáveis para a sociedade.

  2. Os números do Laís não foram atualizados recentemente. Será que Notícias boas não são interessantes?

  3. Parabéns ,vereadora Carol Pires! Por esse olhar para com nós mulheres , muitas no seu silêncio de sofrimento e humilhação,por medo.

  4. Carol não é a toa que todas as 600 mulheres que fazem parte do grupo mulheres que apoiam mulheres te amam. Estamos bem representadas por você e a vice perfeita.

  5. Excelente iniciativa! Parnamirim precisava de um local para atender as mulheres vítimas de maus tratos com dignidade.

    1. parabéns vereadora Carol, sem dúvida milhares de mulheres serão beneficiadas.

    2. Uma verdadeira representante das mulheres na câmera parabéns Carol👏👏👏👏👏

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Geral

Vacinação matutina de mulheres é para ‘voltar logo e fazer comida cedo’, diz secretário no Piauí

O presidente da Fundação Municipal de Saúde de Teresina, Gilberto Albuquerque, afirmou nesta segunda-feira, 14, que a organização dos horários da vacinação contra a covid-19 na cidade seria “para as mulheres voltarem logo pra fazer a comida cedo”.

A declaração foi dada em entrevista à TV Clube, afiliada Rede Globo no Estado do Piauí nesta segunda. O repórter havia questionado o presidente da Fundação a respeito dos horários de vacinação contra a covid-19 na cidade, que estão divididos entre mulheres no período da manhã, das 9h às 13h, e homens no período da tarde, das 13h às 17h.

Segundo nota da Fundação Municipal de Saúde de Teresina, a escolha da priorização das mulheres na vacinação se deu devido ao “reconhecimento por elas terem o dom da vida”. A respeito da fala do presidente, a assessoria informou que “a declaração foi em tom de brincadeira e reconhecimento de que as mulheres exercem mil funções no seu dia a dia, seja como profissionais, mães, donas de casa, filhas, avós ou netas”.

Estadão

Opinião dos leitores

  1. Um típico jeca machista, um imbecil nato! Depois vem a desculpa: foi brincadeira. Brincadeira nada, em verdade é uma declaração ridícula e infeliz.

  2. Fico imaginando se isso fosse dito pelo presidente Bolsonaro ou por alguém do seu governo. Esses hipócritas acham que o povo não está vendo tudo isso. Estão muito enganados. E tome “motociata” e recepção calorosa por todo lugar por onde o “Mito” passa.

    1. Realmente né! O MINTO já falou coisa muito pior pra várias mulheres! Mas eu duvido ele falar grosso para outro homem! Deixa de conversar besteira e vai pastar gado véi!

    2. Deixe de ser hipócrita.
      Ele ofendeu uma jornalista a poucos dias.
      Palestrante de butiquim.

    3. Manoel F, vai pra cuba ou Venezuela. Pq aqui vc vai ter que aguentar o MITO por muito tempo.

    4. Os dois mais notórios e nojentos comentaristas por aqui. Quem estará pagando seus pixulecos? Serão a mesma pessoa?

    5. Direita honesta: O único que deve mamar nas tetas da rachadinha aqui deve ser você cara! Fica o dia todo defendendo o presidente MINTO das rachadinhas…

    6. Pablo: vá comer capim com cloroquina ! kkkk. Quem estava usando a Venezuela e Cuba como exemplo de uso da cloroquina contra covid era o ex ministro da saúde: o Pezadello cagão! Segue ele até esses países cara!

  3. O mundo tá complicado demais. Turma do mimimi está cada dia pior. Imagina quando for aprovada a PL 741. O homem poderá ser preso caso, deixe uma mulher triste. Só faltava essa kkkk Taca-lhe pau feminismo moderno.

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Saúde

Governo do RN amplia vacinação contra covid para mulheres gestantes e puérperas

Foto: Reprodução/Instagram/Sesap

Depois de reuniões e acordos, o Governo do Estado ampliou a vacinação da Pfizer para todas as gestantes e mães em pós parto do estado.

A partir desta segunda-feira (24), todas as mulheres gestantes e mães com bebês de até 45 dias de nascido devem procurar um ponto de vacinação para se proteger contra a Covid-19!

Se você se encaixa no perfil citado acima, vá ao ponto de vacinação mais próximo de sua casa.

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Política

Lei que institui multa para agressores de mulheres é aprovada em Comissão da Câmara Municipal de Natal

Foto: Verônica Macedo

A Comissão de Defesa dos Direitos Humanos, Proteção das Mulheres, dos Idosos, Trabalho e Igualdade da Câmara Municipal de Natal aprovou, durante uma reunião realizada nesta quinta-feira (20), um texto de autoria dos vereadores Felipe Alves (PDT) e Raniere Barbosa (Avante) sobre a aplicação de multa administrativa ao agressor das vítimas de violência doméstica e familiar.

De acordo com a redação, aquele que, por ação ou omissão, der causa ao acionamento do serviço público de emergência em razão de lesão, violência física sexual ou psicológica, causado à mulher, será sancionado com multa administrativa pelos custos relativos aos serviços públicos prestados, diretamente ou pelas entidades da Administração direta ou indireta do município, para o atendimento às vítimas em situação de violência doméstica e familiar.

Conforme a vereadora Brisa Bracchi (PT), a matéria colabora para a construção de uma sociedade com menos desigualdade e mais respeito, tolerância e justiça. “Trata-se de um tema importante, profundamente discutido, ao qual fizemos uma análise criteriosa para sabermos acerca da possibilidade jurídica da iniciativa. Chegamos à conclusão que a lei é viável e será mais uma ferramenta de combate ao patriarcado e machismo, infelizmente ainda tão presente na vida das mulheres”.

Na sequência, receberam parecer favorável a duas propostas da vereadora Ana Paula (PL): a primeira prevê para as mulheres o direito ao pagamento de meia-entrada em eventos culturais, esportivos e de lazer no Dia Internacional da Mulher (8 de março) e a outra atribui exclusividade aos profissionais aptos a operar os equipamentos emissores de radiação ionizante. Também foi acatado um projeto encaminhado pelo vereador Chagas Catarino (PSDB), que cria a Semana Municipal da Prematuridade.

ADOÇÃO

Mais cedo, o grupo temático organizou um debate virtual sobre a 7ª Semana Estadual da Adoção, promovida pela Coordenadoria Estadual da Infância e Juventude do Poder Judiciário potiguar (CEIJ/RN), com o objetivo de conscientizar a população a respeito do ato de adotar. O encontro foi mediado pela vereadora Júlia Arruda (PCdoB) e contou com a participação de autoridades, especialistas e representantes de movimentos sociais.

“Esta comissão vem fazendo um trabalho dinâmico e propositivo, reafirmando o compromisso do Legislativo natalense com pautas relevantes e que fazem a diferença na vida das pessoas. Aliás, estamos em uma semana repleta de atividades, apreciando projetos e dialogando com diversos segmentos da sociedade”, avaliou a vereadora Divaneide Basílio (PT), presidente do colegiado.

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Diversos

Dormir mal quase duplica risco de disfunção sexual nas mulheres, diz estudo

Foto: Wavebreakmedia_micro/Freepik

Ter frequentemente noites de sono ruim pode levar a uma vida sexual insatisfatória para muitas mulheres mais velhas, descobriu um estudo publicado nesta quarta-feira (21) na revista científica Menopause: The Journal of The North American Menopause Society.

Na verdade, as mulheres que dormiam mal tinham quase o dobro de probabilidade de relatar problemas como falta de interesse ou prazer sexual do que as mulheres que dormiam bem, de acordo com a pesquisa.

O sono ruim foi medido pelo Índice de Qualidade do Sono de Pittsburgh, que faz perguntas sobre a capacidade de dormir e permanecer dormindo, uso de medicação para dormir, sonolência diurna e muito mais.

Em contraste, o estudo também descobriu que uma boa qualidade do sono estava associada a ter mais atividade sexual, um resultado que “não surpreende ninguém, certo?”, disse a autora principal, Stephanie Faubion, que dirige o Centro de Saúde da Mulher da Clínica Mayo.

“Se você colocar uma bandeja de sono e uma bandeja de sexo na frente de uma mulher cansada, ela vai escolher o sono todas as vezes”, complementou Faubion, que também é diretora médica da Sociedade Norte-Americana de Menopausa.

Esses resultados devem ser um alerta para os médicos começarem a perguntar aos pacientes sobre seu sono e funcionamento sexual. “Em um mundo ideal, toda mulher deveria ser questionada por seu médico sobre sua função sexual. Isso está acontecendo? Não, não está acontecendo”, afirmou Faubion.

“O sono pode ser algo mais fácil de perguntar, e um sono ruim está associado a muitos resultados negativos, como doenças cardiovasculares”, acrescentou. “Se ela não está dormindo bem, isso leva você à próxima pergunta, porque a função sexual provavelmente também está sofrendo”.

Sono e sexo estão interligados

Não são apenas as mulheres que apresentam disfunção sexual devido ao sono insuficiente. Isso também afeta os homens. Um estudo de 2009 descobriu que a apneia obstrutiva do sono – um distúrbio potencialmente grave em que a respiração para e volta repetidamente – estava ligada à disfunção erétil e às dificuldades sexuais mais gerais nos homens. O sono interrompido também leva a um risco maior de disfunção erétil.

Apneia obstrutiva do sono também está ligada à disfunção sexual nas mulheres. A insônia, um distúrbio do sono comum em mulheres, também pode ser um fator de risco para problemas sexuais.

Por outro lado, há uma série de razões pelas quais fazer sexo está relacionado a dormir melhor. Orgasmos não são apenas relaxantes, mas também resultam em aumento de certos hormônios que ajudam homens e mulheres a dormir após o sexo.

Nas mulheres, os níveis de estrogênio aumentam após o orgasmo, o que pode influenciar o ciclo REM e promover uma noite de sono melhor. Nos homens, o orgasmo aumenta a produção de um hormônio chamado prolactina, que promove o sono de ondas profundas – o tipo de que o corpo precisa para se reparar e se restaurar.

Primeiro estudo que pergunta sobre angústia

No estudo publicado na revista científica Menopause: The Journal of The North American Menopause Society, mais de 3.400 mulheres que visitaram as clínicas de saúde Mayo, nos estados de Minnesota e Arizona, responderam a questionários sobre a qualidade do sono entre dezembro de 2016 e setembro de 2019.

As mulheres, que tinham uma idade média de 53 anos, também foram submetidas a avaliação clínica para disfunção sexual e solicitadas a avaliar seu nível de angústia em relação à vida sexual – uma novidade em pesquisa desse tipo.

“Você não pode chamar de disfunção sexual, a menos que uma mulher esteja angustiada com isso”, disse Faubion. “Ela pode ter baixo desejo sexual, mas isso pode não a incomodar. Portanto, o nosso é o primeiro estudo, que eu saiba, que realmente examinou não apenas a função sexual, mas também o sofrimento relacionado a isso”.

A pesquisa fez parte de um levantamento maior chamado DREAMS (ou Registro de Dados sobre Experiências de Envelhecimento, Menopausa e Sexualidade), que acompanhou quase nove mil mulheres por 12 anos. Além da má qualidade do sono, o novo estudo descobriu que mulheres que dormiam regularmente menos de cinco horas por noite também eram mais propensas a relatar problemas sexuais.

No entanto, os resultados deixaram de ser estatisticamente significativos, uma vez que não foram analisados fatores como idade, status de parceiro, educação, raça/etnia, índice de massa corporal, estágio reprodutivo, depressão, ansiedade, problemas de relacionamento, uso de anticoncepcionais e outros medicamentos. Segundo Faubion, já que todos esses elementos podem perturbar o sono, era importante excluí-los para rotular o sono ruim como a possível causa.

O que fazer?

Primeiro, não hesite em discutir questões sexuais e de sono com seu médico, informa Faubion. Embora a maioria das mulheres consiga identificar que sofre de um transtorno de humor, como depressão ou ansiedade, elas podem não perceber que estão lutando com outros problemas, como apneia do sono ou necessidade incontrolável de mover as pernas, chamada de síndrome das pernas inquietas.

“Os parceiros podem ajudá-las a identificar se estão roncando, acordando roncando e tossindo ou se estão chutando o parceiro a noite toda”, destaca Faubion. As mulheres também podem fazer o possível para praticar uma boa higiene do sono. Aqui estão algumas dicas de especialistas:

1-Exercite-se

Tente fazer alguma atividade física, o que reduzirá os produtos químicos do estresse acumulado e promoverá um sono melhor. Procure realizá-la durante o dia – a luz do sol pode ajudar a restaurar seu relógio biológico.

2- Prepare seu quarto para um sono ideal

Uma das primeiras tarefas é configurar seu ambiente de sono e estabelecer uma rotina relaxante de hora de dormir. O estágio REM do sono é o nível de descanso mais leve e pode ser interrompido com facilidade. Portanto, esforce-se para manter poucos sons, pouca luz e temperaturas mais baixas no quarto.

3- Cuidado com a dieta

Evite cafeína depois das 15h e alimentos gordurosos e picantes antes de dormir, para que o desconforto gástrico não o desperte enquanto estiver sonhando.

4- Prepare-se para relaxar

Tomar um banho quente, ler um livro, ouvir música relaxante, meditar ou fazer alongamentos leves são boas opções.

CNN Brasil

 

Opinião dos leitores

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Saúde

Ministério da Saúde pede que, se possível, mulheres adiem gravidez até melhora da pandemia

Foto: Johannes Eisele / AFP

O secretário de Atenção Primária à Saúde do Ministério da Saúde, Raphael Parente, pediu, nesta sexta-feira (16), que as mulheres adiem a gravidez até haver uma melhora da pandemia, se for possível.

“Caso possível, postergar um pouco a gravidez, para um melhor momento, em que você possa ter a sua gravidez de forma mais tranquila. A gente sabe que na época do zika, durante um, dois anos, se teve uma diminuição das gravidezes no Brasil, e depois aumentou. É normal. É óbvio que a gente não pode falar isso para alguém que tem 42, 43 anos, mas para uma mulher jovem, que pode escolher um pouco ali o seu momento de gravidez, o mais indicado agora é você esperar um pouquinho até a situação ficar um pouco mais calma”, disse o secretário, que é médico e tem doutorado em ginecologia.

Parente justificou o pedido afirmando que a gravidez é, por definição, uma condição que favorece as tromboses – a formação de coágulos no sangue. A Covid-19 também favorece a ocorrência de tromboses, o que pode tornar a doença ainda mais perigosa na gravidez.

No ano passado, o Centro de Controle de Doenças dos Estados Unidos (CDC, na sigla em inglês) já havia alertado que grávidas corriam mais risco de desenvolver formas graves da Covid.

Grávidas em grupos de risco devem se vacinar

Raphael Parente também reforçou que, conforme portaria do Ministério da Saúde publicada no dia 15 de março, mulheres grávidas que tenham doenças prévias têm recomendação de receber uma vacina contra a Covid-19 e já podem ir aos postos se vacinar.

As grávidas que não têm doenças também podem ser vacinadas depois de passar por uma avaliação de risco e benefícios.

Segundo as novas orientações, é recomendado que as gestantes com as seguintes condições prévias sejam vacinadas:

diabetes
hipertensão arterial crônica
obesidade (IMC maior ou igual a 30)
doença cardiovascular
asma brônquica
imunossuprimidas
transplantadas
doenças renais crônicas
doenças autoimunes

A vacinação de grávidas, com ou sem doenças prévias, deve seguir o calendário de vacinação dos grupos prioritários, disponíveis no Plano Nacional de Vacinação contra a Covid-19.

A vacina também pode ser dada a mulheres no puerpério (período de até 60 dias após o parto) e que estejam amamentando (lactantes). As lactantes não devem interromper o aleitamento ao receber a vacina e podem doar leite mesmo vacinadas.

No caso de lactantes e puérperas, as mulheres devem pertencer a um dos grupos prioritários listados no Plano Nacional de Vacinação, divulgado em janeiro. O documento listava 29 grupos com prioridade e não incluía gestantes (entenda abaixo).

O que mudou?

Em janeiro, o Ministério da Saúde divulgou um Plano Nacional de Vacinação que previa algumas regras para vacinação de grávidas, lactantes e puérperas. Algumas dessas regras foram mudadas. Veja algumas das alterações:

Gestantes de grupos prioritários poderiam ser vacinadas, após uma avaliação de riscos e benefícios. Essa orientação mudou: agora, o Ministério da Saúde recomenda que grávidas com doenças prévias sejam vacinadas.

As grávidas sem doenças prévias não eram citadas no documento de janeiro; agora, elas podem ser vacinadas após uma avaliação de riscos e benefícios, principalmente em relação às atividades desenvolvidas pela mulher. Isso porque alguns critérios de definição dos grupos prioritários da pasta envolvem a profissão, e não doenças prévias.

O ministério acrescentou a informação de que mulheres vacinadas podem doar leite materno.

O que ficou igual?

As mulheres lactantes e no puerpério podem se vacinar, desde que façam parte dos grupos prioritários.

As grávidas e lactantes, mesmo nos grupos prioritários, podem escolher não se vacinar. Elas devem ser apoiadas em sua decisão e instruídas a manter medidas de proteção como higiene das mãos, uso de máscaras e distanciamento social.

Se forem vacinadas, as lactantes não devem interromper o aleitamento.

G1

 

Opinião dos leitores

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Saúde

Pesquisa registra sequelas sete meses após Covid; mulheres têm quadro pior

Foto: Ilustrativa

Em dezembro de 2022 completarei 25 meses como voluntária do ensaio clínico da Janssen-Cilag, e a pesquisa de desenvolvimento da vacina AdVac26, de dose única e refrigeração comum, será declarada oficialmente encerrada. É um longo caminho até chegar lá e por meses serei monitorada para que se detectem efeitos adversos, eventuais doenças não-relacionadas ao imunizante, exposição a infectados e possível necessidade de doses de reforço para garantir a blindagem contra o novo coronavírus. Pesquisas de médio e longo prazo com pacientes que receberam vacinas experimentais e com aqueles que, não vacinados, tiveram Covid e se recuperaram são fundamentais para que possamos projetar o que o futuro nos espera.

Um recente estudo de cientistas das universidades de Glasgow, Oxford, Edimburgo, Liverpool, do Imperial College, de Londres, e da Universidade de Sechenov, em Moscou, acompanhou 325 pacientes entre fevereiro e outubro de 2020 que já tinham sido contaminados pelo vírus. A ideia era entender sequelas de longa duração da doença e eventuais fatores demográficos que poderiam prolongar a plena recuperação daqueles que já haviam derrotado o vírus. Cientistas americanos classificaram esse quadro como PASC (Post Acute-Sequelae of Sars-CoV-2), sigla para, em tradução livre, descrever “Sequelas Agudas do Pós-Covid”.

O resultado, ainda preliminar, da pesquisa é preocupante. Especialmente para mulheres. Especialmente para aquelas abaixo dos 50 anos de idade. Segundo os cientistas, o acompanhamento dos pacientes pós-Covid revelou que sintomas contínuos foram relatados por 93% deles: metade dos participantes não estava totalmente recuperada após sete meses, 77% relataram fadiga, 54% informaram falta de fôlego ao fazer esforço e cerca de 25% reportaram ter detectado uma nova deficiência, seja de visão, caminhada, memória, capacidade de cuidar de si próprio ou comunicação (exceto audição). Fadiga e falta de ar foram os mais prevalentes, e, no caso das mulheres, as sequelas foram significantemente maiores do que nos homens.

Os pesquisadores concluíram, com base no universo de pacientes entrevistados, que mulheres com menos de 50 anos de idade tinham cinco vezes mais chances de reportar que não tiveram uma recuperação completa, duas vezes mais chances de relatar pior fadiga e seis vezes mais chances de informarem falta de fôlego do que os homens. A pesquisa revelou ainda que sobreviventes da Covid que foram submetidos a aparelhos de respiração invasiva, como intubação, foram quatro vezes mais propensos a relatar uma recuperação incompleta em comparação com aqueles que tiveram tratamento mais ameno. A idade média dos pacientes entrevistados foi de 59 anos e 59% deles eram homens.

O governo brasileiro contabilizou, até sábado, 10.084.820 pessoas recuperadas da Covid.

Diário da Vacina – Veja

Opinião dos leitores

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Polícia

Megaoperação de combate à violência contra mulheres prende 764 suspeitos em todo o país

Munição e revólver apreendidos durante operação Resguardo, em Goiás — Foto: PCGO/Divulgação

Polícias civis estaduais prenderam 764 suspeitos de praticar crimes de violência contra mulheres nesta segunda-feira (8) – Dia Internacional da Mulher –, na Operação Resguardo, segundo o Ministério da Justiça. “A maioria dos mandados cumpridos durante a operação são de presos que estavam foragidos, ou de pessoas que estavam em liberdade”, disse a pasta.

Ao todo, 16,2 mil policiais estão nas ruas. O ministério não informou os estados onde os suspeitos foram detidos, mas disse que “há participação das 27 unidades da federação” na operação. As prisões ocorreram no cumprimento de mandados e em flagrante.

Balanço do Ministério da Justiça, divulgado às 12h, mostra que a operação resultou no atendimento de 6.396 vítimas, na confecção de 4.115 medidas protetivas e na apuração de 1,4 mil denúncias. Além disso, 4.698 inquéritos foram instaurados e 53 armas apreendidas.

Segundo o ministério, a Operação Resguardo ocorre desde 1º de janeiro e, neste período, levou à prisão de quase 9,1 mil pessoas, além da investigação de 46,7 mil denúncias (veja números abaixo).

Denúncias apuradas: 45.722

Presos (flagrantes e mandados): 9.181

Medidas protetivas: 56.414

Vítimas atendidas: 168.866

Armas apreendidas: 1.226

Visitas e diligências: 70.090

De acordo com Rodrigo Hauer, chefe de gabinete do Ministério da Justiça, essa foi a maior ação já realizada com foco no combate à violência contra a mulher. “Operação contou com policiais civis de todos os estados, mais de 45 mil denúncias apuradas”, disse.

Jeferson Lisbôa, secretário de operações integradas do Ministério da Justiça, afirmou que mais investigações desse tipo serão feitas. “Isso vai se tornar uma operação de rotina. Hoje é uma data comemorativa, mas vamos transformar ações de defesa à mulher em rotina”, comentou.

Mandados

A operação ocorre de forma integrada entre as forças de segurança do país. Em Roraima, por exemplo, os investigadores prenderam sete pessoas nesta segunda. Mandados de prisão também são cumpridos em pelo menos outros cinco estados: Rio de Janeiro, Paraná, Rio Grande do Sul, Sergipe e Bahia.

No Rio Grande do Sul, são 39 ordens de busca e apreensão, 14 de prisão preventiva e 10 de verificação de medida protetiva de urgência. Até às 7h, no Rio de Janeiro, 25 homens haviam sido presos. Os crimes cometidos por ele são estupros, agressões e não pagamento de fiança.

G1

Opinião dos leitores

  1. Cadeia nesses vagabundos! Homem que bate em mulher não vale NADA! São verdadeiros vermes nessa sociedade.

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Polícia

Megaoperação em todo o país combate crimes contra as mulheres

Cerca de 12 mil policiais civis de todo o Brasil estão participando, nesta segunda-feira (8), de uma megaoperação de combate a crimes contra a mulher. Coordenada pela Secretaria de Operações Integradas, do Ministério da Justiça e Segurança Pública, a Operação Resguardo acontece em mais de 1,8 mil cidades dos 26 estados e do Distrito Federal, no Dia Internacional da Mulher.

Segundo o ministério, o objetivo é localizar e deter suspeitos de ameaças, tentativas de feminicídio, lesão corporal, descumprimentos de medidas protetivas, estupro, importunação, entre outros crimes contra as mulheres. A ação visa, ainda, ao fortalecimento da atuação conjunta entre governos federal e estaduais, conforme estabelece o Sistema Único de Segurança Pública (Susp).

A operação começou a ser delineada em janeiro deste ano, com a análise de diversas denúncias, instauração de inquéritos policiais e levantamento de mandados judiciais. Desde então, quase 46 mil denúncias foram apuradas, aproximadamente 60 mil inquéritos foram instaurados e em torno de 68 mil diligências foram cumpridas em todas as unidades da federação.

No período, mais de 165 mil vítimas foram atendidas e cerca de 9 mil pessoas foram presas, sendo que ao menos 638 delas foram detidas hoje até as 10h30. O Ministério deve divulgar o balanço final da operação em todo o país no fim da tarde.

No Twitter, o Ministro da Justiça, André Mendonça, classificou a iniciativa como “a maior ação da história [do país] no combate a crimes contra as mulheres” e desejou que a operação seja “um marco” no enfrentamento a esses crimes.

Agência Brasil

Opinião dos leitores

  1. Estou profundamente desconfiado com ZeGado, fazendeiro, comedor de picanha, amigo compadre de Nove Dedos, bebedor de Haineken, admirador dos dedos de Anita (será fetiche?), ele ultimamente tem falado muito em rapazes, amoroso……….amigo……"quem disso cuida, disso usa", saia dessa.

    1. Segundo seu corrupto de estimação, o molusco de 19 tentáculos: Chama feministas do PT de ‘mulheres do grelo duro’. Mas os ASNOS aplaudem, hipocrisia sobra e que falta mesmo em vocês é a honestidade.

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Diversos

VÍDEO: “Essa é a sociedade Argentina pró-aborto. E a legenda é sua”, mostra deputada

A deputada federal pelo PSL, Bia Kicis, destacou em suas redes sociais como Instagram e Twitter, nesta quarta-feira(30), a comemoração de mulheres pró-aborto na Argentina, após aprovação no Senado sobre a legalização, durante a madrugada.

A pandemia, por sinal, foi esquecida, com uma aglomeração em destaque – com direito a DJ e música eletrônica. “Essa é a sociedade Argentina pró aborto. E a legenda é sua”, finalizou a parlamentar.

Opinião dos leitores

  1. A está uma "palhinha" do que é o inferno. Muitos estão indo até por achar normal tudo isso acontecer.

  2. Não vi ninguém usando religião para roubar pobres e ignorantes nos templos, como fazem os amigos dela.

  3. Essa deputada nunca reclamou que o Bozo vive sem máscara.

    Interessante é que os evangélicos de direita podem roubar, matar, ter armas, mentir e enganar oa fiéis pra lucrar em cima, fazem sinal de arminha pra eleger as ideais do Diabo do Bozo mas são contra o aborto e se dizem santos e seguidores da bíblia. __I__ pra vcs, bando de corruptos e corruptores safados travestidos de direita e de evangélicos.

    1. É a pior raça que tem, evangélicos de direita e agora bolsominions. Cadeia p/ estes pastores picaretas, corruptos e salafrários.

  4. O que bixiga essa deputada tem com isso? Por mais absurda que seja a lei, existe uma coisa chamada soberania. Essa deputada tem que se importar com as leis aqui do Brasil e não de outro país.

  5. Essa deputada não tem mais o que fazer além de ficar opinando não soberania dos outros países? Aqui no Brasil a gente tem muitos problemas também senhora deputada! Seria ótimo se fossem resolvidos!

  6. Aqui no Brasil, não é diferente não, os que defendem isso, e outras coisas. Bem esquerdopatas mesmo. Deveria ser o destino deles: ou Argentina ou Venezuela.

    1. Os que devem decidir são os santos: Flordelis, Marcelo Crivela, Pastor Everaldo…

      Esses sim são santos adorados pela igreja evangélica e pelo governo de direita, aqueles que ficam a direita do Diabo, se é que vc entende a relação de direita no sentido hierárquico da coisa.

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Diversos

Mulheres devem ter direito a folga na menstruação? Alguns países dizem que sim

Foto: Unsplash

Sachimi Mochizuki trabalha no Japão há duas décadas, mas nunca tirou um dia de folga por causa da menstruação.

Isso acontece porque Mochizuki tem sorte: seus ciclos não são problemáticos. Mas ela também está relutante em usar esse antigo direito de licença no Japão, pois isso envolveria dizer a seus gerentes, a maioria dos quais são homens, que ela está menstruada.

“É muito privado e, especialmente no Japão, ainda é meio tabu”, contou Mochizuki, que trabalha com gerenciamento de eventos. “Não queremos falar sobre isso com nenhum homem”.

O direito a licença durante o período menstrual existe há mais de 70 anos no Japão, e o país não é o único na Ásia a ter tal política. A Coreia do Sul adotou licença para a menstruação em 1953. Na China e na Índia, as províncias e as empresas estão cada vez mais adotando políticas de licença-menstruação com uma série de direitos.

Fora da Ásia, no entanto, a maioria dos países não reconhece esse direito. A política de licença-menstruação é quase inexistente nos Estados Unidos, no Reino Unido e na Europa, por exemplo.

Mesmo em países que adotam a licença-menstruação, as feministas estão divididas sobre se o direito é um retrocesso ou um sinal de progresso no que diz respeito aos direitos das mulheres. Alguns argumentam que ela é tão necessária para as mulheres trabalhadoras quanto a licença-maternidade, enquanto outros dizem que isso considera as mulheres menos capazes do que os homens e pode levar a mais discriminação.

Disponível, mas pouco usado

O Japão introduziu sua política de licença-menstruação em 1947 ao tratar de questões de direitos trabalhistas.

Por pelo menos uma década, as operárias de fábrica tiveram licença temporária por causa do trabalho duro e das más condições sanitárias, enquanto lutavam com dores do ciclo menstrual. Após a derrota do Japão na Segunda Guerra Mundial, o país incluiu a licença temporária em suas novas leis trabalhistas como um direito para todas as funcionárias cujos ciclos são “especialmente difíceis”.

Em 1965, a adesão ao direito era relativamente alta, de cerca de 26%, de acordo com a mídia local. As estimativas variam quanto à proporção de mulheres em todo o mundo que apresentam dismenorreia, ou seja, a forte cólica menstrual que interfere nas atividades diárias, mas todas apontam que essa seja uma condição comum.

Com o passar do tempo, menos mulheres optaram pela licença. Uma pesquisa do governo japonês em 2017 descobriu que apenas 0,9% das funcionárias pediram essa licença temporária.

Na Coreia do Sul, o uso também caiu. Em uma pesquisa de 2013, 23,6% das mulheres sul-coreanas usaram a licença. Em 2017, essa taxa havia caído para 19,7%.

Há alguns motivos que podem explicar isso. Embora todas as empresas no Japão tenham que conceder licença-menstruação às mulheres que a solicitam, elas não são obrigadas a pagar pelo dia não trabalhado.

E algumas mulheres podem desconhecer o direito à licença, já que as empresas normalmente não o anunciam, como contou Yumiko Murakami, chefe do Centro de Tóquio da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).

Mas o maior problema na Coreia do Sul e no Japão é cultural.

As mulheres já enfrentam uma batalha difícil nos dois países, que têm algumas das maiores disparidades salariais de gênero entre os países da OCDE, e algumas das menores participações em cargos de liderança. Segundo Murakami, embora seja ilegal discriminar funcionárias no Japão, elas muitas vezes enfrentam pressão para parar quando engravidam. Para piorar, os trabalhadores de todos os gêneros no Japão são desencorajados a tirar licença de qualquer tipo, acrescentou Murakami.

Mochizuki se lembra de uma colega que tirou a licença-menstruação. “Eu pensei, ‘Por quê?’ e também ‘Como você pode fazer isso, como você pode dizer ao seu chefe?’” Em vez disso, ela acha que licenças médicas mais gerais funcionariam melhor do que licenças menstruais, para ajudar mulheres com períodos particularmente difíceis.

Além disso, os períodos continuam sendo um assunto delicado. Quando as mulheres compram absorventes na loja, por exemplo, o balconista os coloca em sacos de papel pardo, como se fossem algo que precisa ser escondido, como contou Murakami.

“Se você contar às pessoas que está de licença por causa da menstruação, isso será visto como você não é tão boa quanto os homens”, opinou.

O caso da licença temporária

Em outras partes da Ásia, as empresas não estão apenas usando licença-menstruação para apoiar seus trabalhadores: elas também estão fazendo disso uma declaração política.

A empresa indiana de entrega de comida Zomato, por exemplo, ao lançar sua política de licença-menstruação em agosto, disse que queria mudar as percepções na Índia, onde o ciclo menstrual é envolto em vergonha.

“Na Zomato, queremos promover uma cultura de confiança, verdade e aceitação”, escreveu o fundador e CEO Deepinder Goyal aos funcionários em um e-mail, que foi divulgado publicamente. “Não deve haver nenhuma vergonha ou estigma associado ao pedido de licença-menstruação. Você deve se sentir à vontade para dizer às pessoas em grupos internos ou emails que está em seu período de licença do dia”.

O anúncio foi notável em um país onde às vezes as mulheres não têm permissão para cozinhar ou tocar em ninguém quando estão menstruadas. As meninas na Índia normalmente perdem 20% do ano letivo por causa da menstruação, e 70% das mães consideram a menstruação “suja”, de acordo com um relatório de 2014 feito pela organização filantrópica Dasra.

No entanto, o anúncio da Zomato foi recebido com desdém nas redes sociais – muitos argumentaram que a política poderia fazer as mulheres parecerem fracas ou desencorajar os gestores de contratar trabalhadoras. Alguns dos que se opuseram ao movimento da empresa eram mulheres.

De acordo com Elizabeth Hill, professora da Universidade de Sydney que pesquisa gênero e emprego, o motivo pelo qual a licença-menstruação é tão contestada, mesmo entre as feministas, é porque não se sabe bem se ela ajuda ou prejudica as mulheres no trabalho.

Hill diz que muitos dos argumentos contra a licença são semelhantes aos que criticam a licença-maternidade. Os oponentes argumentaram que obrigar os empregadores a pagarem a licença-maternidade poderia desencorajá-los a contratar mulheres.

Mas Hill também disse que agora há evidências que sugerem que políticas generosas de licença-maternidade encorajam as mulheres a permanecer na força de trabalho em vez de expulsá-las.

Isso é particularmente importante na Índia, que tem uma das menores taxas de participação feminina na força de trabalho, em torno de 35%.

“É uma reformulação maravilhosa que deixa claro que o problema é o trabalho, não as mulheres”, disse Deepa Narayan, cientista social e ex-conselheira do Banco Mundial.

Guneet Monga, que produziu um documentário em curta-metragem vencedor do Oscar chamado “Period. End of Sentence” (título que faz um trocadilho com período menstrual e ponto final) sobre a menstruação na Índia, disse que o movimento da Zomato parece progressivo, mas, mesmo que se espalhe para outros locais de trabalho, não terá um impacto para os milhões de mulheres na Índia que não trabalham em escritórios.

“Eu acho que todo esse conceito de direitos das mulheres e igualdade e feminismo não é uma escolha nas classes mais baixas. Elas apenas trabalham dia após dia para se alimentar. Elas trabalham em uma crise existencial”, contou. “Eu encorajo a conversa em um nível, mas acho que ainda falta muito para vermos uma mudança”.

E no Ocidente?

De tempos em tempos, a licença temporária volta ao debate nos países ocidentais – e sempre levanta as mesmas reflexões mordazes que a tratam como uma má ideia.

Após o anúncio da Zomato, o jornal “The Washington Post” publicou um artigo de opinião intitulado: “Sou feminista. Dar às mulheres um dia de folga para a menstruação é uma ideia burra”. O artigo defendeu que a licença-menstruação é uma proposta “paternalista e tola” que “reafirma um determinismo biológico na vida das mulheres”.

E depois do Victorian Women’s Trust, um grupo australiano de defesa dos direitos das mulheres, introduzir uma política de licença-menstruação para sua equipe em 2017, o jornal “The Courier-Mail” de Brisbane publicou um artigo de opinião com o título: “Como trabalhadora na Austrália, me sinto insultada por esse plano maluco”.

Hill, a professora de Sydney, disse que há evidências anedóticas de que mulheres e homens mais jovens no Ocidente tendem a ser mais receptivos à ideia, enquanto as mulheres mais velhas se opõem mais. Para Hill, mulheres mais velhas muitas vezes acham que, por terem trabalhado durante a menstruação, as mais jovens deveriam fazer o mesmo.

Ela observou que havia projetos diferentes para licenças-menstruação, e nem todas as políticas foram criadas da mesma forma.

Alguns argumentam que deveria haver mais direitos de licença pessoal para pessoas de todos os gêneros. Outros defendem o aumento das licenças por doença para incluir a licença-menstruação, embora os críticos argumentem que as mulheres não estão doentes durante o ciclo, e sim passando por um processo biológico normal.

As evidências sugerem que há algum desejo (e necessidade) de licença temporária no Ocidente.

Uma pesquisa com 32.748 mulheres holandesas publicada no British Medical Journal no ano passado descobriu que 14% tinham faltado ao trabalho ou à escola durante o período menstrual. Mesmo quando ligaram dizendo que estavam doentes devido à menstruação, apenas 20% deram o verdadeiro motivo.

Cerca de 68% afirmaram que gostariam de ter a opção de flexibilizar o horário de trabalho ou de estudo durante a menstruação. Mas a maioria (cerca de 80%) acabou trabalhando de qualquer maneira, embora se sentisse menos produtiva como resultado dos sintomas. A produtividade perdida chega a quase nove dias por ano, de acordo com o estudo.

No Victorian Women’s Trust, a diretora executiva Mary Crooks disse que os benefícios da licença-menstruação foram “absolutamente palpáveis” para seu escritório, que tem 13 funcionárias.

“A gente não deveria ser desonesta sobre o motivo pelo qual não pode vir para o trabalho e por que não pode ter um desempenho produtivo”, opinou, acrescentando que o ciclo reprodutivo é crucial para a saúde física e mental das mulheres.

A política do Victorian Women’s Trust dá opções às mulheres: um local confortável para trabalhar no escritório, permissão para trabalhar em casa ou tirar até 12 dias de licença menstrual remunerada a cada ano.

Nos quatro anos desde que foi introduzido, as funcionárias tiraram apenas 21 dias de licença remunerada entre elas.

Segundo a diretora, a cultura se tornou mais favorável e a equipe se sente mais confortável para discutir suas necessidades menstruais e cuidar melhor de si mesma. Como os funcionários se sentem respeitados por sua empresa, eles também trabalham de forma mais produtiva, acrescentou Crooks.

“Eu acho que nada além de aspectos positivos surgiram em nosso local de trabalho como resultado disso”, contou. “Para nós, a remoção da vergonha e do estigma é uma das grandes peças do quebra-cabeça na imagem da igualdade de gênero.”

Esse é certamente o caso do Japão, onde o estigma ainda existe.

Parte do motivo pelo qual as mulheres não estão tirando licença-menstruação, de acordo com Murakami, da OCDE, é que a cultura em torno da licença e da menstruação faz com que as mulheres evitem usufruir do direito por temer a discriminação de seus empregadores.

“Acho que a lei tem o objetivo de ajudar as mulheres, mas, se não for bem implementada, pode acabar prejudicando-as”, disse.

Yoko Wakatsuki da CNN contribuiu para esta história de Tóquio, Japão. Gawon Bae e Yoonjung Seo da CNN contribuíram de Seul, Coreia do Sul.

CNN Brasil

 

Opinião dos leitores

  1. Concordo plenamente com o direito…so sabe o que é uma menstruação exagerada, quem tem…nso tem absorvente que segure, fora as cólicas, e muuto sangue…parece até hemorragia…isso claro psra xlgumas, pra isso e necessário um acompanhamento…agora ser imbecil e dizer que isso é privilégio, simples, acompanhe uma pessoa com o problema a olho vivo…Parabéns Bg

  2. Sou mulher, e cada dia sinto que estamos perdendo o emprego para o excesso de direitos.

  3. E AS EMPRESAS TEM O DIREITO DE NÃO CONTRATAR MULHERES.

    QUEM VAI PAGAR A CONTA???

    MAIS DESEMPREGO PARA AS MULHERES…

    1. Mas as feministas não têm razão? Segundo elas é uma ideia paternalista e tola.

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Polícia

Polícia Civil indicia homem por importunação sexual contra mulheres na Grande Natal; suspeito criou perfil falso em rede social

Foto: Ilustrativa/iStock/Getty Images

A Delegacia Municipal de Ielmo Marinho divulgou, nesta quinta-feira (22), o indiciamento de um homem de 29 anos, residente no bairro de Nova Descoberta, no município de Ielmo Marinho, na Grande Natal, pela suspeita da prática do crime de importunação sexual, promovida por meio da internet.

De acordo com as investigações, o suspeito criou um perfil falso na rede social “Facebook” e, através do aplicativo de mensagens, “Messenger”, enviou conteúdos de cunho sexual e pornográficos, como os conhecidos “nudes” (fotos do órgão sexual) para algumas mulheres de Ielmo Marinho.

O suspeito foi indiciado pela suspeita do crime de importunação sexual continuado. Os policiais civis de Ielmo Marinho darão continuidade às investigações para identificar outras eventuais vítimas do investigado.

A Polícia Civil solicita que outras vítimas procurem registrar o boletim de ocorrência e que a população continue enviando informações, de forma anônima, através do Disque Denúncia 181.

Fonte: Secretaria de Comunicação Social da Polícia Civil/RN – SECOMS

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Política

Júlia Arruda defende uma política para atuação direta nos direitos das crianças e adolescentes, das mulheres e das pessoas com deficiência

Foto: Divulgação

Tendo sido a primeira mulher reeleita vereadora na história de Natal, Júlia Arruda (PCdoB) foi também primeira a assumir a presidência da Casa Legislativa natalense. Publicitária, iniciou sua carreira política em 2008 e já foi eleita por duas vezes Parlamentar do Ano. Está no desempenho do seu terceiro mandato na Câmara Municipal e tem uma atuação consolidada na defesa dos direitos das crianças e adolescentes, das mulheres e das pessoas com deficiência, sempre com foco nas questões sociais e no desenvolvimento sustentável de Natal.

Na defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente, Júlia tem apresentado projetos, destinado orçamento e articulado toda a rede de proteção num trabalho que é referência no RN. Na atual legislatura, tem destaque, a Lei do Teste do Coraçãozinho (diagnóstico de cardiopatias congênitas); a Semana do Bebê, valorizando a primeiríssima infância; e o Setembro Dourado (diagnóstico precoce do câncer infantojuvenil). Na defesa dos direitos das mulheres, uma de suas principais bandeiras de mandato, é a Patrulha Maria da Penha na capital potiguar, de qual também foi autora. Na atuação em defesa das pessoas com deficiência, ela assina o projeto que criou os Jogos Paradesportivos do Natal e anualmente destina recursos no Orçamento para sua realização, entre outros.

Se vitoriosa, em seu quarto mandato, seguira com o compromisso de continua sendo a voz desses segmentos na Câmara Municipal, sobretudo em um futuro incerto do contexto pós-pandemia.

Opinião dos leitores

  1. Conheço Júlia e o seu trabalho de perto. Em 2015 tive a honra de assistir umas das palestras de um dos seus projetos, o Escola na Frente. Uma vereadora atuante e que todos os dias, todos os meses DIVULGAM o seu trabalho. Não espera chegar as eleições pra falar que fez isso, fez aquilo. Júlia é VERDADE, Júlia é a DIFERENÇA!

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Comportamento

Meias podem ajudar a mulher a atingir o orgasmo mais rápido, diz especialista

Foto: Freepik/reprodução

Nadia Bokody, australiana especialista em sexo, postou um vídeo em seu canal no Youtube em que dá dicas simples para que o sexo se torne mais prazeroso. Uma dessas dicas foi recebida com muita surpresa pelos seus seguidores: usar meias.

Segundo Nadia, as podem ser itens poderosos para ajudar mulheres a alcançarem o clímax e, segundo a youtuber, a explicação é simples: “É muito difícil para nós nos aquecermos adequadamente se estamos com os pés frios. Pesquisadores descobriram que, quando mulheres estão com o corpo frio, é muito muito complicado relaxarmos o suficiente a ponto de termos um orgasmo” .

Então, a especialista sugere que as mulheres fiquem atentas e notem se quando estiverem com dificuldades para atingir o orgasmo não é o caso de estarem com o corpo frio e, se for, meias fofas e quentinhas podem resolver esse problema.

Outra dica que ela dá em seu vídeo é utilizar itens comuns na rotina de grande parte das pessoas no sexo, como óleo de coco e almofadas. O primeiro, ela sugere que pode ser usado como um substituto para lubrificantes. “Porém, lubrificantes oleosos tendem a danificar o latex da camisinha, portanto, só use o óleo de coco em atividades sexuais que não envolverem camisinhas”, alerta Nadia.

Já as almofadas, podem ser usadas para apoiar a lombar em posições sexuais que o parceiro fique por cima da mulher.

IG

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *