Meias podem ajudar a mulher a atingir o orgasmo mais rápido, diz especialista

Foto: Freepik/reprodução

Nadia Bokody, australiana especialista em sexo, postou um vídeo em seu canal no Youtube em que dá dicas simples para que o sexo se torne mais prazeroso. Uma dessas dicas foi recebida com muita surpresa pelos seus seguidores: usar meias.

Segundo Nadia, as podem ser itens poderosos para ajudar mulheres a alcançarem o clímax e, segundo a youtuber, a explicação é simples: “É muito difícil para nós nos aquecermos adequadamente se estamos com os pés frios. Pesquisadores descobriram que, quando mulheres estão com o corpo frio, é muito muito complicado relaxarmos o suficiente a ponto de termos um orgasmo” .

Então, a especialista sugere que as mulheres fiquem atentas e notem se quando estiverem com dificuldades para atingir o orgasmo não é o caso de estarem com o corpo frio e, se for, meias fofas e quentinhas podem resolver esse problema.

Outra dica que ela dá em seu vídeo é utilizar itens comuns na rotina de grande parte das pessoas no sexo, como óleo de coco e almofadas. O primeiro, ela sugere que pode ser usado como um substituto para lubrificantes. “Porém, lubrificantes oleosos tendem a danificar o latex da camisinha, portanto, só use o óleo de coco em atividades sexuais que não envolverem camisinhas”, alerta Nadia.

Já as almofadas, podem ser usadas para apoiar a lombar em posições sexuais que o parceiro fique por cima da mulher.

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MERCADO FETICHISTA: Mulheres ganham dinheiro vendendo fotos de pés

Foto: Pixabay/Reprodução

A podolatria é um fetiche bastante conhecido em que as pessoas se excitam com pés, mesmo sem tocá-los ou fora de um contexto sexual. Por isso, não é difícil encontrar pelas redes sociais homens buscando uma forma de alimentar o fetiche e soltando frases do tipo “tem foto do pézinho?” para mulheres.

Assim, com a demanda criada, a oferta logo se estabeleceu, criando um novo nicho no mercado fetichista: a venda de pack de pés. A questão é que, em algum momento, essa informação saiu do submundo fetichista das redes sociais e emergiu para a superfície, dando origem a diversos memes sobre a prática.

“Na internet a gente vê várias piadinhas sobre vender pack do pézinho né? Acabei ficando curiosa se fazer isso rendia um dinheiro mesmo. Até porque não tinha nada a perder, sequer preciso mostrar o meu rosto”, conta Venus (nome fantasia usado nas redes sociais para venda dos packs).

Venus tem 20 anos e entrou nessa há pouco mais de um mês, como uma experimentação, e conta que hoje já consegue um dinheiro bom para comprar umas cervejas no fim de semana e algumas roupas.

Já para algumas pessoas mais familiarizadas com o meio fetichista, como Paula, de 30 anos, a venda de packs veio de forma espontânea, quando ela utilizava o perfil para compartilhar as fotos que gostava. “Percebi que a venda era uma possibilidade quando os seguidores começaram a pedir fotos personalizadas e exclusivas — unha de uma cor, um tipo de calçado, um tipo de pose etc — e me pagavam para isso, em troca eu enviava packs de fotos e vídeos”, relata.

“Confesso que não dou muita prioridade ao perfil e acabo deixando de atender muitos desejos dos seguidores em relação a compras, mas sei que pessoas que se dedicam e têm um bom conteúdo, lucram muito bem”, continua.

Os tabus ainda existem e nem todos lidam com naturalidade ao saber que alguém ganha dinheiro vendendo fotos de partes do corpo para estranhos na internet, mesmo que não sejam as partes íntimas. “Meus familiares não sabem que vendo fotos, mas meus amigos mais próximos, sim, inclusive eles quem me deram a ideia de começar pra ver o que rolava, é a nossa piada interna”, assume Venus.

Para Paula, que já tem o perfil criado para o público fetichista há bastante tempo e começou a vender as fotos há três anos, é mais fácil tratar isso com naturalidade. Segundo ela, a família e amigos não apenas sabem da prática como a ajudam a tirar as fotos. “Mas quando eu conto para as pessoas no geral, elas geralmente não acreditam, sempre perguntam se estou falando sério”.

Os preços variam bastante, para fotos e vídeos personalizados o valor fica mais alto, podendo chegar a R$ 100 o pacote com três fotos, mas Venus faz preços mais baixos para os seguidores e vende packs de dez vídeos e três fotos a R$ 50 e, o mais barato, por R$ 25 com três vídeos.

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OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Victorino disse:

    Nem uma novidade, tem gente para tudo, inclusive os que acreditam na inocência do corrupto Lula, e até quem masca fumo.

Pesquisa no Reino Unido diz que 2/3 das mulheres pensam em outro durante o sexo

Foto: shutterstock

Já pensou em outro durante o sexo? Você não está sozinha. Segundo uma pesquisa do site de namoro saucydates.com, mais das metade das mulheres do Reino Unido fantasia com outras pessoas durante relações sexuais. Para o The Sun, o site de namoro afirma que geralmente a pessoa imaginada é famosa.

Enquanto 62% das mulheres confirmam a fantasia, 56% dos homens também pensam em outra pessoa. A pesquisa ouviu mais de 8 mil pessoas e muitos não se sentem confortáveis com isso. O fundador do site de namoro, David Minns, diz que “homens e mulheres se sentem culpados de pensar em outra pessoa”.

Ainda de acordo com os dados do site, os famosos que mais rondam os pensamentos das mulheres na hora do sexo são os atores Daniel Craig, Brad Pitt e Aidan Turner. Enquanto isso, os homens fantasiavam mais com Rihanna, Lady Gaga e Katy Perry.

Outras fantasias incluíam Justin Bieber, David Beckham e o modelo David Gandy, enquanto os homens também pensam na cantora Rita Ora e nas atrizes Kate Beckinsale e Jennifer Aniston.

Além dos famosos, muitos responderam que pensavam em amigos, colegas de trabalho, estrelas pornô e parceiros de amigos. E homens e mulheres também disseram que era difícil não imaginar em ex-namorados.

As fantasias das mulheres são mais eróticas, com 50% das pessoas afirmando terem imaginado o sexo em uma praia ou quarto de hotel durante o ato com o parceiro.

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Especialista cria 12 classificações de personalidade sexual para homens e mulheres; conheça a sua

Foto: shutterstock

A psicóloga clínica americana Britney Blair passou anos trabalhando com saúde sexual e criou 12 classificações de personalidade sexual para homens e mulheres. A pesquisa da médica migrou para o aplicativo Lover, onde as pessoas podem fazer um teste para descobrir o seu estilo.

Em entrevista ao jornal britânico Daily Mail , Blair explica de modo geral como é possível identificar os desejos sexuais de cada pessoa e como traçar a personalidade sexual dela.

“Assim como sua personalidade geral, sua personalidade sexual é uma mistura de natureza e criação, desenvolvendo-se em parte das características com as quais você nasceu, combinadas com as experiências que você tem e as influências culturais e religiosas”, diz ela.

De acordo com a psicóloga, é extremamente raro você encontrar um parceiro com os mesmos desejos sexuais . O que equilibra o relacionamento é saber como lidar com essas diferenças e saber lidar com elas na hora H.

“As mulheres também são mais dedicadas à novidade do que os homens, de modo que seu desejo pode diminuir em relacionamentos de longo prazo. Conhecer sua personalidade sexual pode ajudá-lo a aprender suas próprias maneiras de ‘ser despertado’, alimentar seu desejo e aumentar a conexão erótica com seu parceiro”, comenta.

O teste disponível no aplicativo americano Lover é feito com base em 12 respostas e alguns algorítimos específicos, mas apenas pelas características de cada personalidade sexual já é possível descobrir qual é a sua. Está pronto? Veja abaixo todos os 12 tipos e melhore seu desempenho na cama.

Os 12 tipos de personalidade sexual em homens e mulheres

(mais…)

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Antonio Turci disse:

    Não tem para onde correr: ou é XX ou XY. O resto é pura sacanagem, com todo respeito à viadagem baitoliana.

  2. Luiz Lemos disse:

    Espero que esse especialista também tenha criado outras definições de cromossomos.
    Além do XX (mulher) e XY (homem) existentes e cientificamente provado, agora deve ter passado a existir no ser humano o LG, BT, LB, GT, LT, GB, GL, TB……
    Isso é um especialista ou alguém atrás do minuto de fama???
    Vamos reeditar através de especialista o início da vida humana, colocando, "de acordo com estudo de especialista" que no paraíso existia além de Adão, Eva, outros como Pedro, Valéria, João, Mirtes, Mário, Marta….. PALHAÇADA!!

(SOFISTICAÇÃO E EXCITAÇÃO) – Prazer high-tech: as mudanças nas sex shops para atrair mais mulheres

Com produtos tecnológicos e endereços instalados em bairros residenciais, as novas lojas têm agora uma clientela majoritariamente feminina. Foto: Ilustrativa

Outro dia mesmo, há pouco mais de cinquenta anos, a sexualidade feminina estava para ser descoberta. O ano é 1968 — os Beatles lançavam o Álbum Branco. Os estudantes saíam às ruas em todo o mundo, nas ditaduras e nas democracias. Martin Luther King e Bob­by Kennedy foram assassinados. No Brasil, Caetano, Gil e cia. inauguravam o tropicalismo embebido da antropofagia dos modernos de 1922. E um ensaio, um singelo ensaio, caía como uma bomba americana de napalm a sobrevoar o Vietnã no colo do machismo: O Mito do Orgasmo Vaginal, de Anne Koedt, dinamarquesa radicada nos Estados Unidos, anunciava, sem meias palavras, a existência do clitóris e decretava a possibilidade de chegar ao clímax com um vibrador. Um grosseirão empedernido, o escritor Norman Mailer, encurralado no canto do ringue, esperneou em O Prisioneiro do Sexo, de 1971, surpreso com a “abundância de orgasmos da mulher por toda parte, com aquele dildo de laboratório”. Nada como meio século de permanente revolução, e chegamos ao ponto de hoje: as sex shops vendem brinquedos eróticos sem censura, inclusive no Brasil, e as mulheres as frequentam com mais desenvoltura que os homens.

Hoje, sete em cada dez pessoas que procuram os estabelecimentos de produtos para esquentar o sexo são mulheres da classe A entre 30 e 40 anos. Elas foram atraídas pela transformação das novas lojas. De fachada escura, escondidas, passaram a ter ambientes iluminados e ocupar espaço em bairros residenciais, ao lado do comércio convencional, como padarias, lavanderias e restaurantes. Mas o principal chamariz são as novíssimas traquitanas, de forte apelo tecnológico, com design arrojado e elegante, que nada lembram os manequins esquisitões e feiosos das antigas vitrines. “As lojas não vivem mais apenas em função do prazer masculino”, resume Susi Guedes, organizadora da Íntimi Expo, em São Paulo, uma das maiores feiras de negócios da América Latina voltada para o segmento. No evento, vale dizer, são vetadas exposições explícitas e imagens de pessoas sem roupa. Sexo é coisa séria.

A sofisticação em nome da excitação — muitas vezes apenas individual, solitária, como sugerem os atuais humores comportamentais, de respeito à vontade feminina — é impressionante. Há consolos que se conectam a distância por aplicativos. Há apetrechos que oferecem aulas guiadas de pompoarismo — como é chamada a prática de estimular o assoalho pélvico por meio de contrações. Há géis que vêm com propriedades regeneradoras da pele.

Um movimento paralelo foi o da formação de vendedores. “As clientes, sobretudo elas, querem detalhes dos produtos e não gostam de ouvir termos chulos”, diz Camila Gentile, sócia da marca Exclusiva Sexshop, que oferece mais de 17 000 tipos de artigos destinados às práticas sexuais. Fez sucesso uma maquininha de apenas 100 gramas criada para estimular partes da anatomia feminina por meio de sucção. O dispositivo (com sistema de carregamento magnético) ganhou fama depois de aparecer no Instagram da cantora Anitta, que agradeceu ao item por “salvá-­la”. Peças lançadas inicialmente no mercado americano não demoram a desembarcar pelas bandas de cá. O destaque é uma prótese masculina indicada a uma premiação na mais recente Consumer Electronic Show, em Las Vegas, a maior feira de tecnologia do mundo. A mercadoria tem sensores inteligentes que monitoram o prazer da usuária. Depois do apogeu, podem-se acompanhar na tela do smartphone gráficos que indicam os pontos de maior sensibilidade, para ensinar o caminho das pedras.

Existem, ainda, naturalmente, algum constrangimento e vergonha, e por isso crescem também as vendas on-line. Entre 2018 e 2019, o número de compras via e-commerce do setor aumentou 62%, de acordo com monitoramento da consultoria Compre& Confie feito a pedido de VEJA. O valor médio das aquisições: 219 reais. Presencialmente ou a distância, o prazer feminino é definitivamente delas, e ponto-final.

Veja

Mulheres continuam sem vez para presidir o Poder Legislativo

Foto: Beto Barata/Agência Senado

As mulheres conquistam espaço na política, apesar das dificuldades, mas em ritmo muito lento. Mas, ao contrário da maioria dos países democráticos, deputados e senadores brasileiros nunca elegeram mulheres para presidir a Câmara ou o Senado.

Mulheres já presidiram todos os tribunais superiores (STF, STJ, TSE, STM e agora o Tribunal Superior do Trabalho, com a ministra Maria Cristina Peduzzi), mas no Legislativo, nada. Fez uma concessão na presidência da República. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Mulheres são 76 dos 513 deputados federais. É a maior proporção da História brasileira na Câmara, mas são apenas 15% do total.

Em 2012, a deputada Rose de Freitas (ES) disputou a presidência da Câmara e Luiza Erundina (SP) fez a tentativa em 2017. Em vão.

No Senado são 12 parlamentares, número menor que as 13 da legislatura anterior. Elas equivalem apenas a 14,8% dos senadores.

A bancada feminina diminuiu no Senado e não era para menos: elas eram apenas 62 das 353 candidaturas às vagas de senador.

Diário do Poder

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Emilio disse:

    COOTAS para mulheres
    Corrigindo a postagem

  2. Emílio disse:

    Corrigindo
    COOTAS para mulheres

  3. Emilio disse:

    Discordo dessa história de coisas para as mulheres
    Elas tem q se candidatar e conquistar os votos pelos seus esforços
    DIREITOS IGUAIS

    • Francisco disse:

      Pra concursos e enem tem cotas, já pra políticos não tem. Lógico, 80% dos mandatos eletivos são preenchidos por esquemas políticos viciados e que vem sendo perpétuado a séculos. Isso poderia desestruturar essas negociatas.

  4. Carlos Alberto disse:

    Juro, nada contra as mulheres, sou filho de uma, casado com uma, pai de uma, avô de outra, não sou machista mas vamos concordar a mulher não tem pulso forte para comandar uma câmara dos deputados(a maior parte mau caráter e sem futuro) ou um Senado repleto de senadores (na sua maior parte ex governadores ladrão, vagabundos)no restante a mulher tem todas as condições de liderar qualquer outra função, menos na política, na câmara e senado só tem sem futuro, essa é a minha opinião, mulheres por favor me perdoe.

    • Maria suvaqueira disse:

      Tem que ter cota pra vereadores, deputados estaduais e federais, e senadores, 50%das vagas para as mulheres, só assim construiremos um país perfeito

    • Zanoni disse:

      Equivocada a opinião. Discordo que mulher não tenha pulso para dirigir a câmara ou o senado. A dificuldade naquelas casas é uma pessoa honesta conseguir permanecer à frente, seja homem ou mulher, justamente em razão da desonestidade de muitos.

  5. Maria suvaqueira disse:

    Quem luta por cotas de mulheres no congresso, nas AL e câmaras municipais? Nenhum. Só jogam pra platéia, fazendo as mulheres de tolas. Dia 15 vão pra rua exigir isso.

Sindicato convoca mulheres para protesto no Centro de Natal, dia 9 de março, “contra Bolsonaro, pela vida e em defesa da Previdência”

Foto: Divulgação/Sindsaúde-RN

“No dia 9 de março, as mulheres de Natal voltarão às ruas para ecoar em um só grito a força e a potência do movimento feminista frente aos ataques dos governos e o crescente número de violência machista. A concentração está marcada para às 15h, em frente à Catedral Metropolitana, na Av. Deodoro da Fonseca, na Cidade Alta”, anuncia o Sindsaúde-RN.

Segundo texto publicado, o protesto tem como ponto central “denunciar a violência contra as mulheres, o aumento do feminicídio, por trabalho, contra a reforma da Previdência estadual da governadora Fátima Bezerra e contra o presidente de extrema direita, Jair Bolsonaro, que ameaça as liberdades democráticas e prolifera um discurso de ódio contra os setores mais oprimidos da classe”.

O sindicato ainda destaca que ao longo de todo o ano de 2019 as mulheres participaram ativamente das manifestações da classe trabalhadora, “cumprindo papel de destaque no enfrentamento dos governos e da repressão”, assim destacou.

“No Brasil, os números de assassinato de mulheres triplicaram em algumas cidades e o governo Bolsonaro reduziu a zero os investimentos nas políticas de atenção às vítimas de violência. De 2015, ano em que foi criada a Lei do Feminicídio, a 2018, esse aumento foi ainda maior: 62,7%. A maior parte das vítimas (61%) são mulheres negras”.

No Rio Grande do Norte, às vésperas do Dia Internacional das mulheres, quatro mulheres foram brutalmente assassinadas, vítimas de feminicídio.

Os crimes de feminicídio aconteceram no domingo (01), nas cidades de Taipu, Arez, Taboleiro Grande e Francisco Dantas. O mais chocante é que todos esses os crimes de feminicídios foram cometidos por companheiros e ex-companheiros.

“Diante de tantos ataques ao direito de decisão por seu próprio corpo e sua vida, além de duras investidas que retiram direitos básicos, as mulheres mais uma vez vão às ruas pra dar um basta. Nenhuma a menos! Nossas vidas importam! Bata de feminicídio e violência machista!”, encerra o texto.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Silva disse:

    Não cola mais.
    Simplesmente PATÉTICO.

  2. Ojuara disse:

    Só a petezada e os defensores de LULADRAO. Kkkkkkkk

  3. Marcos Vinícios disse:

    Agora estão a favor da reforma!?

  4. Antonio Turci disse:

    E bota FULEIJAREM.

  5. José bezerra Júnior disse:

    Isso é um tipo de manifestação fulera que não tem êxito nenhum, faz só atrapalhar o trânsito da cidade e deixar as pessoas extremamente estressadas pelo tom do discurso

  6. Juninho Play disse:

    Protesto em alusão ao dia internacional da mulher. Pq não fazem o protesto no dia 8 de março mesmo? Seria mais simbólico, mas preferem atrapalhar o cidadão trabalhador.

  7. Luciano disse:

    Será se Fátima Bezerra vai pra essa manifestação, logo ela que criticou tanto Bolsonaro e agora está fazendo uma reforma na previdência do estado pior que a dele, as professoras também poderiam aproveitar para protestarem contra o não pagamento pela professora governadora do aumento dado pelo malvado Bolsonaro.

  8. Ceará-Mundão disse:

    Pense numa manifestaçãozinha sem sentido. Em defesa da previdência? Então, serão que vão protestar veementemente contra a reforma da previdência proposta por Fatão GD? Pinta retórica. Claro que essa gente só quer mesmo é complicar, tentar atrapalhar o governo federal, torcendo sempre pelo pior, na esperança de obter algum ganho político. No fundo, o que esses dementes querem é voltar ao poder e recuperar suas "boquinhas", suas mamatas que estão sendo cortadas por Bolsonaro.

  9. almir disse:

    Pulam o dia 08, o dia dedicado às mulheres, marcam para a segunda?
    Ô povo para gostar de protesto em dia útil!
    Por certo a universidade federal libera as alunas e professoras, as escolas etc…

  10. Chega de CANALHAS disse:

    Kkkkkkkkk, Mais um movimento de CABRESTO promovido pela esquerda. Que PENA!!!!

  11. Chicó disse:

    Em defesa da previdência estadual ???

  12. Maria suvaqueira disse:

    As de grelo duro como tratou pejorativamente o luladrão, e as portadoras das vaginas como tratou Zé de Abreu podem também se manifestar? Ou ficam tem que emudecer?

  13. Irene disse:

    Quem vai para uma manifestação destas, só pode ser fruto da amebíase cerebral que assola certos setores das universidades.

  14. Ricardo Carvalho disse:

    A turma do suvaco cabeludo em pleno dia útil atrapalhando a vida de quem trabalha e produz.

  15. Antonio Barbosa Santos disse:

    Pra fila do SINE ninguém quer ir né?

  16. Gustavo disse:

    Apoiadores de ditaduras islâmicas chamando mulheres para protestarem. Tá bom…

  17. Luciana Morais Gama disse:

    E contra LULA que chamou as mulheres do PT de GRELO DURO, vão protestar também??

Empresa lança no Brasil site para mulheres que querem trair seus parceiros

Foto: iStock

Entra em operação hoje no Brasil um site voltado para mulheres casadas em busca de casos extraconjugais. O diferencial do Eveeda em relação a outras plataformas de traição já existentes, tais como o Ashley Madison, é a proporção igualitária entre homens e mulheres usuários. Segundo informações divulgadas pela marca, o algoritmo do site garante que, para cada mulher cadastrada, um novo homem pode entrar.

Além disso, para elas o serviço é gratuito. Já os homens, para participarem, devem adquirir um pacote de associação completo para enviar mensagens. O valor mínimo é de R$ 150 ao mês.

Penélope Nova é embaixadora do serviço. “Adoro novidades e o que me chamou a atenção foi o fato de este ser um serviço voltado para mulheres. A traição sempre existiu, inclusive a feminina. No entanto, os homens tinham mais permissão para admitir, ainda que indiretamente, que viviam relacionamentos extraconjugais. Já as mulheres são mais julgadas”, opina.

“Quando uma mulher quer trair, ela tem menos opções do que o homem: precisa recorrer a um colega de trabalho, um ex-namorado, alguém da academia. Isso a deixa vulnerável, porque são pessoas conhecidas e que podem colocar a estrutura de vida dela a perder, caso sejam descobertas. Com a tecnologia, fica mais fácil manter seus dados em sigilo, o que aumenta a sensação de proteção”, diz Penélope.

Segundo pesquisa feita pela marca com 700 pessoas, a principal motivação daqueles que buscam o serviço é a insatisfação sexual. A maioria diz que ama o cônjuge, mas que suas necessidades sexuais são incompatíveis. Muitos também garantem que desejam manter a família unida para agradar os filhos e apreciam a estabilidade financeira oferecida pelo casamento.

Outro destaque da plataforma, segundo a empresa, é que, ao deletar o perfil do site, todas as “pistas” deixadas pela usuária são deletadas, inclusive as mensagens trocadas com o eventual parceiro.

UOL

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. LEANDRO disse:

    Rapariga é rapariga…….não precisa de sites especiais…….

  2. Suely disse:

    É o fim… Um instrumento que poderia ser usado para outras conquistas, essa tal internet, vai destruir o mundo!

  3. Ceará-Mundão disse:

    Sobre os comentários qua sugerem uma "associação" entre "chifres" e certa ideologia política, cabe destacar que a coisa tem certa lógica. Que ideologia defende abertamente a descriminalização das drogas, a liberação do aborto, a pedofilia, as performances" públicas de cunho sexual (apelidadas de manifestações artísticas e culturais), as passeatas gays e tudo o que se faz publicamente por lá (alguém por aqui já procurou ver um pouco?), o enfraquecimento da família tradicional (inclui-se aqui o pátrio poder) e tudo o que se relaciona com perversão sexual, degradação moral e por aí vai? Claro que, onde há seres humanos, haverá desvios e más condutas. Mas, dá prá entender de que lado a "putaria" (perdoem o termo chulo) é muito mais frequente e bem-vinda. Kkkkkkkkkk

  4. Fagner disse:

    A coisa tá tão pirada no Brasil que agora a galera politizar até chifre…. Kkkkkkkk

  5. Sérgio disse:

    Quer dizer que mulheres fascistas ou de direita não colocam chifres? Faz-me rir…

    • Bento disse:

      Por favor vem com respeito exclua o fascista.
      Tem culpa nois se você é de esquerda.

  6. Sanderson BBB. disse:

    Nos dias de hoje, nem precisa de site.
    É ao vivo mesmo.
    Cara, a cara.

  7. Bento disse:

    Mais um lançamento de quem tem mãe na zona.
    Muita coincidência na chegada por aqui da mãe dos esquerdopatas.

  8. Ujuara disse:

    Ultimamente está aparecendo de tudo para destruir as famílias. Não me admira que esse site tenha sido desenvolvido pelos esquerdopatadas integrantes do Fórum de São Paulo. Só essa galera tem esse interesse de revirar o mundo de ponta cabeça.

  9. Antonio Turci disse:

    Putaria deveria ter limites. Mas, como exigir decência do putismo? Difícil. O Apocalipse está cada vez mais perto……

  10. Gustavo disse:

    Mundo desmantelado.

Mulheres em posições de liderança enfrentam mais assédio sexual, diz estudo

Mesmo após décadas de luta pela igualdade de gênero no mercado de trabalho, uma pesquisa feita pelo Instituto Sueco de Pesquisa Social (Sofi) da Universidade de Estocolmo mostrou que mulheres em cargos de supervisão são mais assediadas sexualmente do que outras funcionárias.

O estudo mostra que as supervisoras sofreram entre 30 e 100% mais assédio sexual do que outras funcionárias nos Estados Unidos, no Japão e na Suécia, três países com diferentes níveis de igualdade de gênero no mercado de trabalho que foram analisados pelo estudo.

Os pesquisadores usaram duas ferramentas de medição para realizar a análise. A primeira foi utilizada no Japão e nos EUA, baseada na pesquisa Sexual Experiences Questionnaire, um estudo desenvolvido pelo exército norte-americano que serve como instrumento para investigar o assédio sexual. As questões, que incluíram uma lista de comportamentos e perguntas subjetivas, foram respondidas ao longo de um ano.

A segunda ferramenta foram as cino edições do Swedish Work Environment Survey, um conjunto de dados nacionalmente representativo da Suécia, com um total de 23.994 mulheres entrevistadas.

Nos Estados Unidos e no Japão, a equipe de pesquisa coletou um novo material de pesquisa durante 2019. A amostra dos EUA incluiu 1.573 cidadãs empregadas, das quais 62% tinham cargos de supervisão, enquanto a amostra japonesa incluiu 1.573 mulheres, das quais 17% estavam em posições de supervisão. Além de perguntas sobre assédio sexual, as entrevistadas também foram questionadas sobre os autores, como eles reagiram ao assédio e quais foram as consequências sociais e profissionais para cada caso.

Comparando os níveis de liderança, a exposição ao assédio foi maior nos níveis mais baixos, mas permaneceu substancial e semelhante ao nível de assédio nas posições mais altas.

“Quando começamos a estudar o assédio sexual, esperávamos uma maior exposição para mulheres com menos poder no local de trabalho. Em vez disso, descobrimos o contrário. Quando você pensa sobre isso, há explicações lógicas: um supervisor é exposto a novos grupos de potenciais ‘predadores'”, diz Johanna Rickne, professora de economia da Sofi. “Ela pode ser assediada tanto por seus subordinados quanto pela gerência de nível superior da empresa. Mais assédio por parte desses dois grupos também é o que vimos quando perguntamos às mulheres quem as haviam assediado.”

Nos três países analisados, mulheres em cargo de supervisão estavam mais passíveis a sofrerem assédio quando seus subordinados eram, em sua maioria, homens.

Segundo Olle Folke, pesquisadora afiliada da Sofi e professora associada da Universidade de Uppsala, o assédio sexual significa que o avanço na carreira das mulheres tem um custo muito mais alto que o dos homens, especialmente em empresas ou industrias dominadas por cargos masculinos.

Galileu

 

Mulheres que fazem menos sexo podem entrar na menopausa mais cedo, diz maior e mais diversificado estudo do tipo já realizado

Mulheres que fazem sexo toda semana ou todo mês tendem a entrar na menopausa mais tarde, segundo um novo estudo publicado no Royal Society Open Science. A pesquisa considera como atividade sexual relações com penetração, sexo oral, toques e carícias sexuais ou autoestimulação.

“As descobertas do nosso estudo sugerem que, se uma mulher não está fazendo sexo e não há chance de gravidez, o corpo ‘escolhe’ não investir na ovulação, pois seria inútil. Pode haver uma troca energética biológica entre investir energia na ovulação e investir em outros lugares, como manter-se ativo cuidando dos netos”, explicou Megan Arnot, uma das pesquisadoras, em comunicado.

De acordo com Arnot, a ideia de que as mulheres cessam a fertilidade para investir mais tempo em sua família é conhecida como “Hipótese da Avó”. “[Essa teoria] prevê que a menopausa originalmente evoluiu nos seres humanos para reduzir o conflito reprodutivo entre diferentes gerações de mulheres, e permitir que elas aumentem sua aptidão inclusiva investindo nos netos”, disse a pesquisadoras

Outro fato que corrobora para a hipótese é que, durante a ovulação, a função imunológica da mulher é prejudicada, tornando o corpo mais suscetível a doenças. Dado que a gravidez é improvável devido à falta de atividade sexual, não seria proveitoso para o organismo alocar energia em algo tão trabalhoso como a ovulação — especialmente se mulher puder usar essa energia para outra coisa.

Segundo os pesquisadores, essa é a maior e mais diversificada pesquisa do tipo já realizada. Eles contaram com dados de quase 3 mil mulheres, sendo que 48% eram brancas, 78% estavam em um relacionamento estável e nenhuma havia entrado na menopausa até então.

A equipe acompanhou essas mulheres durante 10 anos, período em que elas responderam a questionários sobre suas atividades sexuais e menstruação. Dessa forma, eles constataram que as mulheres que faziam sexo semanalmente tinham um risco 28% menor de entrar na menopausa cedo do que as que transavam com menos frequência. Aquelas que faziam sexo mensalmente mostraram ter uma probabilidade 19% mais baixa de ter a menopausa antes da hora.

“A menopausa é, obviamente, inevitável para as mulheres, e não há intervenção comportamental que a impeça”, lembrou Ruth Mace, uma das pesquisadoras. “No entanto, esses resultados são uma indicação inicial de que o momento da menopausa pode ser adaptável em resposta à probabilidade de engravidar.”

Galileu

Mahila Expedição Feminina à Índia: evento em Natal terá exposição fotográfica, prática de yoga e depoimentos de mulheres que já visitaram o país

Foto: Reprodução

Mahila significa “Mulher” em híndi, língua oficial da Índia, país que tem a segunda maior população feminina do mundo, atrás apenas da China. São mais de 600 milhões de mulheres no país, três vezes mais do que toda a população brasileira. Na próxima quinta-feira (9) será realizado em Natal o evento “Mahila – Expedição Feminina à Índia”, que terá exposição fotográfica Mulheres da Índia, prática de yoga e depoimentos de mulheres que já visitaram o país. O evento acontece a partir das 18h, no Mahalila Café & Livros, em Potilândia, e tem entrada gratuita.

Em diversas pesquisas, a Índia tem sido apontada como um dos países em que as mulheres mais sofrem com a desigualdade no mundo. Por outro lado, no país têm surgido diversos projetos que têm atuado no apoio às mulheres, através da educação, empreendedorismo entre outros meios, para que elas possam ascender economicamente e também serem mais respeitadas.

O evento Mahila faz parte de um projeto do blog e agência Compartilhe Viagens, em parceria com a Marquise Art Media (empresa com atuação na mídia), que em outubro deste ano, irá levar um grupo de brasileiras para a Índia. “A ideia é que seja mais do que uma viagem de turismo. Será uma imersão pelo universo feminino. Iremos sim visitar os pontos turísticos famosos como o Taj Mahal, mas nossa intenção maior é visitar e conhecer projetos sociais e de empreendedorismo que atuem diretamente com as mulheres indianas. Também devemos realizar um jantar de networking com empresárias e personalidades indianas”, conta Karla Larissa, diretora da Compartilhe Viagens.

Segundo uma das diretoras da Marquise Art Mídia, Karen D´Paula, que vive entre Brasil e Índia, as mulheres indianas são desvalorizadas desde antes de nascerem. “Na Índia é até proibido por lei fazer ultrassom, pois se a família descobre que é menina, as chances de um aborto são grandes”, explica e continua “porém nos anos em que vivi no país conheci muitos projetos incríveis que têm mudado a realidade dessas mulheres. Nossa ideia é apresentar às brasileiras essas iniciativas e promover essa troca entre as mulheres brasileiras e as indianas. Inclusive, o roteiro da viagem é baseado nas experiências que vivi lá”.

A exposição

A exposição Mulheres da Índia é assinada pelo designer gráfico e fotógrafo natalense Filipe Aires. Serão dez fotos, feitas entre 2016 e 2019, que mostram mulheres indianas em suas diversas representações. São pastoras no campo, joguinises, meninas muçulmanas, artistas, trabalhadoras têxteis. “A exposição é um pequeno recorte de uma experiência de 2 anos e meio, por diferentes regiões, onde se pode constatar que embora sendo tão desvalorizadas e subjugada por seu próprio povo e mesmo diante de todo caos e dificuldade, a mulher indiana consegue ainda revelar sua beleza e virtude, toda sua força e inteligência, suas cores e alegria”, destaca Filipe.

Yoga e depoimentos

O evento Mahila terá ainda prática de yoga com a instrutora Maíra Ramos e depoimentos de mulheres que já viajaram à Índia, entre elas, a jornalista Glácia Marillac, a psicóloga Taciana Chiquetti e uma das organizadoras do evento, a diretora da Marquise, Karen D´Paula.

Serviço

Mahila – Expedição Feminina à Índia

Quando? 9 de janeiro (quinta-feira), a partir das 19h

Onde? Mahalila Café & Livros

Rua Doutora Nívia Madruga, 19, Potilândia

Entrada gratuita – aberto à mulheres e homens

Reportagem revela bastidores de mulheres que se submetem a mutilação genital para fingir que são virgens antes do casamento

Foto: AFP

Por medo de sofrer retaliações de seus futuros maridos, mulheres no Sudão escolhem ser submetidas à mutilação genital antes de seus casamentos para fingir que ainda são virgens.

Muitas delas já haviam passado por um processo similar de circuncisão na infância — que costuma ocorrer entre os 4 e os 10 anos de idade.

A mutilação genital feminina, ou na sigla MGF, consiste no corte ou a remoção deliberada da genitália feminina externa.

No país de maioria muçulmana, a prática pode envolver a remoção ou o corte dos lábios e do clitóris, e com frequência inclui também uma sutura para estreitar a abertura vaginal — um processo conhecido como infibulação. Esses pontos se desfazem quando a mulher tem relações sexuais.

A operação costuma ser realizada por parteiras. No Sudão, a sutura na vagina é uma alternativa à himenoplastia, uma cirurgia para reconstruir hímens, a membrana que cobra parcialmente a abertura vaginal, para esconder qualquer sinal passado de atividade sexual.

Mas a himenoplastia deve ser realizada por um cirurgião e sua disponibilidade no Sudão não é ampla.

‘Não pude andar por dias’

“Foi tão doloroso… tive que passar uns dias na casa de uma amiga até me recuperar, porque não queria que minha mãe soubesse”, diz Maha (nome fictício para proteger sua identidade).

“Urinar era um problema e, nos primeiros dias, eu mal conseguia andar.”

Maha passou pela cirurgia dois meses antes de seu casamento com um homem “um pouco mais velho” que ela.

“Ele nunca confiaria em mim se descobrisse que fiz sexo antes do casamento”, afirma.

“Me proibiria de sair de casa e até de usar meu telefone celular.”

Recém-graduada na universidade, ela vem de um Estado no norte do Sudão, em que a mutilação genital feminina é proibida.

Mas a prática ainda é extremamente comum no país — 87% das mulheres sudanesas entre 14 e 49 anos foram submetidas a algum tipo de MGF, de acordo com a Organização das Nações Unidas (ONU).

Mesmo trabalhando na capital, Cartum — em que a cirurgia não é proibida —, Maha escolheu fazê-la clandestinamente em sua cidade natal, na casa de uma parteira.

Ela conhece a mulher, que concordou em fazer a operação por um preço mais baixo do que as 5 mil libras sudanesas (R$ 450) cobradas normalmente.

Quatro tipos de mutilação

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Bandidos encapuzados roubam mulheres que mexiam em celulares sentadas em calçada em Natal

Foto: Ilustrativa

O portal G1-RN destaca uma ocorrência policial “clássica” na noite dessa segunda-feira(16), na Zona Norte. De acordo com a reportagem, quatro mulheres foram vítimas de um arrastão no bairro Pajuçara, enquanto estavam sentadas em uma calçada mexendo nos celulares. Na ação criminosa, foram abordadas por homens encapuzados e armados, que acabaram levando seus aparelhos.

A reportagem conta que os bandidos chegaram em um carro branco, abaixaram um vidro e anunciaram o assalto. Na sequência, um deles desceu do carro e tomou os celulares. Na ocorrência, os marginais ainda ameaçaram entrar na casa, mas voltaram ao veículo e empreenderam fuga.

A reportagem ainda destaca que as vítimas confessaram que costumavam sentar na rua com frequência, pois consideravam o local tranquilo.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Cledna disse:

    E nada de Bolsonaro resolver o problema da violência, nem da corrupção em nosso país…

    • Gaius Baltar disse:

      Segurança pública é competência dos governos estaduais e corrupção envolve esforços dos três poderes, da imprensa e da população. O governo já cometeu muitos erros, mas esses não são de sua responsabilidade.

VÍDEO: Mulheres excedentes aprovadas em concurso da PM destacam efetivo policial feminino ínfimo no RN e fazem mobilização por convocação

Das 1.000 vagas ofertadas no concurso da PMRN realizado em 2018 apenas 62 eram para mulheres. Estando em sua fase final as mulheres excedentes estão mobilizadas para que a Governadora Fátima Bezerra as convoque. O Rio Grande do Norte é o estado do país com menor proporção de policiais mulheres.

“É hora de escrever uma nova história na polícia. O governo já se mostrou interessado no enfrentamento da desigualdade de gênero e combate à violência contra a mulher com a criação da Ronda Maria da Penha. Entretanto, o efetivo operacional de policiais femininas é ínfimo, dificultando a retirada desses projetos do papel”, diz movimento. Texto e vídeo cedidos.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Louro disse:

    Fica implorando para entrar, pedindo pelo amor de Deus. Depois que entra ,pegue greve e só vivem em frente a governadoria atrás de plano de cargo.

    • Luana disse:

      Não generalize, meu caro.
      Olhe para além dos seus "muros", será que já não basta de tanta criminalidade em nosso estado?
      Não consigo entender como alguém pensa que mais policiais nas ruas é ruim.

    • Diogo disse:

      Mais policiais não é ruim, entretanto temos que pensar em termos fiscais, com esse aumento recente o impacto seria muito grande, vamos com calma… temos que primeiro tirar o pessoal cedido ou ao menos fazer quem os recebeu pagar tudo, inclusive a aposentadoria.

  2. Alissom disse:

    Tem que terceirizar a parte administrativa e criar, como fez as forças armadas, a figura do o PM temporário, pois o Estado não suporta a carga previdenciária gerada por esse pessoal

  3. Chico disse:

    O estado que se lasque para pagar.

  4. Antonio Barbosa Santos disse:

    Não teve competência para passar?
    Alegue que faz parte de minorias e que merece ser colocado para dentro.

  5. joão carlos disse:

    verdade, tem mais é que convocar todas as aprovadas, quanto mais PM nas ruas melhor, fatão que se vire pra pagar

Pesquisa diz que fingir orgasmo é comum tanto para homens quanto mulheres, e lista razões

Foto: shutterstock

Para que a relação sexual seja prazerosa, é importante que o casal esteja em sintonia. No entanto, nem sempre uma das pessoas consegue atingir o orgasmo durante o sexo. Quando isso acontece, você finge que chegou ao ápice do prazer ou simplesmente conta a verdade? Um estudo feito pelo site Kinkly traz a resposta.

Segundo a pesquisa, que recebeu 1.200 respostas, 80% das pessoas já fingiram ter um orgasmo pelo menos uma vez na vida. Os resultados mostraram que 87% das mulheres fingiram em algum momento, em comparação com 69% dos homens. Além disso, o público feminino finge com mais regularidade – cerca de 37% das vezes – e, o masculino, 9%.

Além de apresentar os dados, o levantamento ainda indica por quais motivos os indivíduos fazem isso. As respostas mais comuns são:

Eu não queria que meu parceiro se sentisse mal;
Eu queria que o sexo terminasse;
Eu queria fazer meu parceiro se sentir bem;
Fiquei sexualmente satisfeito e já queria terminar o encontro.

Por que você não deve fingir orgasmo

Em entrevista prévia ao Delas , Marina Vasconcellos, psicóloga, psicodramatista e terapeuta familiar e de casais, explica que fingir o orgasmo é perder a chance de mostrar ao parceiro o que não está legal na relação. “Você acaba perdendo a chance de falar ‘vamos tentar outra posição’, ‘ tá muito violento’ ou ‘tá devagar demais’, de dizer o que gosta e o que não gosta”, pontua.

O diálogo é a melhor solução. “Sem uma conversa, ele sempre vai achar que determinada forma de fazer sexo oral está sendo o que te faz chegar ao ápice do prazer, mas não. Os dois devem buscar o melhorar da relação, mas sem ter a noção do que realmente faz ela sentir prazer, não tem como ter essa busca”, diz Débora Pádua, fisioterapeuta pélvica, sexóloga e educadora sexual.

IG

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Orgasmo disse:

    Como o homem consegue fingir o orgasmo se ele vem junto com a ejaculação?
    A mulher também apresenta algumas características física no orgasmo, se nenhuma delas é vista, fica fácil identificar a simulação, ou não?

O sucesso do áudio pornô, que atrai cada vez mais mulheres

FOTO: GETTY IMAGES

A indústria pornográfica migrou das fitas para o DVD, do DVD para internet, e agora acompanha a tendência de sucesso dos podcasts com uma novidade: o áudio pornô.

Ele é bem diferente do velho “disque-sexo”: consiste basicamente em histórias eróticas sem imagens, voltadas principalmente para o público feminino.

Nos últimos anos, houve um aumento no número de plataformas que oferecem o áudio pornô. De acordo com a revista Forbes, as startups dedicadas ao setor arrecadaram mais de US$ 8 milhões (R$ 33,6 milhões) só neste ano.

Para a sexóloga Francisca Molero, diretora do Instituto Iberoamericano de Sexologia, com sede em Barcelona, vários fatores explicam a crescente popularidade dos áudios pornôs.

Segundo ela, o primeiro é a “hipertrofia de alguns sentidos” que existe na sociedade contemporânea. “Há uma saturação de estímulos visuais. Chega um momento que os estímulos já não geram o mesmo efeito que geravam antes”, diz Molero à BBC News Mundo, serviço em espanhol da BBC.

Portanto, de acordo com o especialista, o áudio pornô ou as plataformas áudio eróticas refletem a demanda de uma parte da sociedade em usar outros sentidos.

Essa demanda pode ver vista, diz Moelo, no fato de estarmos cada vez mais buscando cursos de culinária ou fazendo massagens ou spas.

Isso “tem a ver com os sentidos”, diz ela e, acima de tudo, com a consciência de que os estamos usando.

O poder da imaginação

Para Molero, a audição é um sentido muito importante para o erotismo, porque deixa muito mais espaço para a imaginação.

“A palavra é muito importante porque permite que você imagine muitas coisas”, diz ela.

O áudio — não necessariamente o pornô — também tem a vantagem de permitir que as pessoas façam outras coisas simultaneamente.

“Vivemos em um sociedade cada vez mais individualista e multitarefas, e colocar fones de ouvido permite que as pessoas façam mais de uma coisa simultaneamente.”

Enfoque feminino

“A pornografia sempre foi território masculino”, diz Molero. “É uma pornografia feita para homens e com cenas de mulheres fazendo coisas que os homens pensam que as mulheres gostam, mas que na verdade são voltadas para eles.”

“É um modelo absolutamente desigual, onde a mulher não existe, exceto como corpo e como corpo estereotipado.”

O áudiô pornô, no entanto, tem uma abordagem mais feminina, com muitas das plataformas fundadas por mulheres.

“As mulheres sempre usaram a literatura erótica como estímulo, porque as palavras permitem que você imagine as coisas de maneira diferente”, diz Molero.

Plataformas populares

Os formatos do áudio pornô variam.

Alguns sites oferecem gravações sonoras de encontros reais, orgasmos ou sexo oral.

Muitos dos áudios eróticos estão em sites conhecidos de pornografia, como o PornHub. Outros podem ser encontrados no Tumblr ou no Reddit. Normalmente nesses sites o que existe são áudios de pessoas anônimas gravadas durante o sexo.

Outros sites oferecem guias de masturbação assistida, como o site Voxxx, voltado especificamente para mulheres.

Mas existem várias novas plataformas que oferecem pequenas histórias eróticas, em formato de podcasts. A maioria oferece histórias apenas em inglês.

Um dos mais populares é o Dipsea, um aplicativo fundado pelas americanas Gina Gutierrez e Faye Keegan. É um aplicativo com assinatura, com um custo mensal de US$ 8,99 (R$ 37,74), que dá acesso a 175 histórias com atualizações semanais.

Outra plataforma popular é a Quinn, fundada por Caroline Spiegel e Jackie Hanley. É uma plataforma gratuita para usuários que, de acordo com o The New York Times, em breve terá uma opção para sugestões pagas aos criadores das histórias.

Já o site Literotica oferece ficção erótica gratuita com autores que enviam novas histórias todos os dias.

BBC Brasil