Embaixador da China promete resolver ‘burocracia’ e diz ‘que não há nenhuma discussão política ou diplomática com o Brasil’, diz Pazuello, sobre vacinas
O Ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, afirmou que se reuniu por duas vezes com o embaixador da China no Brasil, Yang Wanming, nessa quarta-feira (20), para tratar sobre vacinas contra a Covid-19. “Estamos em negociação diplomática com a China”, disse.
“[O embaixador] colocou pra mim que não há nenhuma discussão política ou diplomática no assunto, e sim burocrática. Ele vai encontrar onde está esse entrave e vai ajudar a destravar”, explicou Pazuello. As declarações foram dadas durante o evento de lançamento do programa ImunizaSUS, na manhã desta quinta-feira (21).
O ministro disse ainda que a previsão de entrega de insumos para o Butantan, prevista em contrato, é para o dia 10 de fevereiro. E para a Fiocruz, até dia 31 de janeiro. Segundo ele, o ministério se empenha em antecipar essas entregas. “Ainda não está atrasada, mas nós estamos nos antecipando ao problema.
Isso é só o calça colada querendo aparecer. Soltar a narrativa que faltou vacina e ele resolveu o problema. Quem é que não sabe disso? Nem tem mais graça a narrativa da esquerda.
O ministro do STF, Alexandre de Moraes, afirmou nesta segunda-feira (1º), em Portugal, que o “abuso criminoso” de uma “pseudo liberdade de expressão” pode ameaçar a democracia. A declaração foi dada durante a abertura do 14º Fórum de Lisboa, realizado na Universidade de Lisboa, segundo informações do Poder360.
Segundo Moraes, se o uso indevido da liberdade de expressão destruir a democracia, o resultado será a perda das duas coisas. “Se o abuso criminoso do exercício de uma pseudo liberdade de expressão acabar com a democracia, não teremos nem democracia nem liberdade de expressão”, declarou.
O ministro disse que o Brasil está “na vanguarda” da discussão sobre regulação das plataformas digitais, citando decisões do STF, ações da Justiça Eleitoral e debates no Congresso Nacional.
Ele também defendeu regras mais rígidas para o ambiente digital. Segundo ele, as redes sociais não podem continuar funcionando como “terra de ninguém”.
O ministro citou ainda um trecho da encíclica do papa Leão 14, “Magnifica humanitas”, ao afirmar que grandes plataformas digitais não seriam neutras e, por isso, haveria necessidade de controle social e regulamentação internacional.
Na fala, Moraes mencionou crimes praticados em ambiente virtual, como uso de perfis falsos, discurso de ódio, ataques às instituições e conteúdos que estimulam crianças e adolescentes ao suicídio e à automutilação.
Fórum de Lisboa
O 14º Fórum de Lisboa ocorre entre os dias 1º e 3 de junho e debate temas ligados à nova ordem internacional, tecnologia, soberania, democracia e economia.
Entre os participantes do evento estão autoridades brasileiras como Gabriel Galípolo, presidente do Banco Central, Magda Chambriard, presidente da Petrobras, e Aloizio Mercadante, presidente do BNDES. O encontro reúne, neste ano, cerca de 450 participantes, número recorde do evento.
O presidente Lula (PT) aparece na liderança da rejeição entre os nomes testados para a disputa presidencial de 2026, segundo levantamento do Instituto Real Time Big Data. As informações são da CNN.
De acordo com a pesquisa, Lula registra 48% de rejeição, empatado com Flávio Bolsonaro, que também marcou 48%. Na sequência do ranking aparecem Aécio Neves, com 45%, Ronaldo Caiado, com 39%, Romeu Zema, com 35%, e Aldo Rebelo, com 34%.
Também foram citados Cabo Daciolo (32%), Samara Martins (31%), Rui Costa Pimenta (30%), Renan Santos e Hertz Dias (28% cada).
Fecham a lista Joaquim Barbosa e Edmilson Costa, ambos com 27%, além de Augusto Cury, com 24%.
Segundo o levantamento, 2% dos entrevistados disseram que poderiam votar em todos os nomes apresentados, enquanto outros 2% não souberam responder.
Metodologia
O Real Time Big Data ouviu 2.000 pessoas entre os dias 29 e 30 de maio. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com 95% de nível de confiança.
A pesquisa está registrada no TSE sob o protocolo BR-05864/2026.
Uma pesquisa divulgada pelo Instituto Real Time Big Data nesta segunda-feira (1º) mostra um cenário apertado para a corrida presidencial de 2026.
Segundo o levantamento, o presidente Lula (PT) aparece empatado tecnicamente em possíveis disputas de 2º turno contra o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD), e o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo). As informações são da CNN.
No confronto com Caiado, os dois registram 43% das intenções de voto.
Já contra Zema, Lula marca 43%, enquanto o nome do Novo aparece com 40%. Apesar da vantagem numérica do petista, o resultado configura empate dentro da margem de erro.
A pesquisa também simulou um eventual duelo entre Lula e o senador Flávio Bolsonaro (PL). Nesse cenário, Lula soma 45% das intenções de voto, contra 40% de Flávio. Brancos e nulos representam 8%, enquanto 7% dos entrevistados disseram não saber ou não responderam.
Contra Renan Santos, apontado como pré-candidato do Missão, Lula registra 46%, ante 30% do adversário.
Já em uma disputa com Aécio Neves (PSDB), o presidente aparece com 47% das intenções de voto, enquanto o tucano soma 23%.
Metodologia
O Instituto Real Time Big Data ouviu 2 mil pessoas entre os dias 29 e 30 de maio. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.
O levantamento está registrado no TSE sob o protocolo BR-05864/2026.
Foto: Camilo Moreno/Long Visual Press/Universal Images Group via Getty Images)
O advogado Abelardo de la Espriella, de 47 anos, liderou o 1º turno das eleições presidenciais da Colômbia e vai disputar o 2º turno contra o senador governista Iván Cepeda, apoiado pelo presidente colombiano Gustavo Petro.
Com 99% das urnas apuradas, De la Espriella, do movimento Defensores da Pátria, apareceu com 43% dos votos, contra 40% de Cepeda, conforme informações do Metrópoles.
Conhecido pelo apelido de “O Tigre”, o candidato lançou sua campanha prometendo barrar a continuidade do projeto político de Petro. Entre as propostas, defende megaprisões, aumento de penas, endurecimento no combate ao crime e o fim da política de “paz total” do atual governo.
Sem passagem por cargos públicos, o advogado ganhou espaço como um dos principais nomes do voto anti-Petro. Na economia, defende redução do tamanho do Estado, simplificação administrativa e ampliação dos setores de petróleo e gás.
De la Espriella também declara admiração por medidas adotadas pelo presidente de El Salvador, Nayib Bukele, e pelo presidente da Argentina, Javier Milei.
O candidato, porém, também acumula polêmicas. Segundo relatos da imprensa colombiana, ele possui histórico de disputas judiciais com veículos de comunicação e recentemente acionou a Justiça contra a colunista Ana Bejarano após críticas sobre sua trajetória política.
Outro episódio controverso envolveu declarações feitas em um podcast, quando o candidato fez comentários considerados vulgares sobre sua imagem pessoal e o eleitorado feminino, gerando repercussão em um país onde as mulheres representam mais da metade dos votantes.
O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, afirmou que não reconhecerá o resultado provisório do primeiro turno das eleições presidenciais no país. A apuração inicial apontou vantagem para o candidato da direita, Abelardo de la Espriella, conforme informações do perfil Hoje no Mundo Militar.
Segundo Petro, houve manipulação no processo eleitoral. O presidente classificou o resultado como um “ataque à democracia colombiana” e disse que aguardará a divulgação oficial dos números.
A declaração aumenta a tensão política na Colômbia em meio à disputa presidencial.
Petro, que tem posição política de esquerda e histórico ligado à antiga guerrilha M-19, questionou a credibilidade da apuração preliminar após a divulgação dos primeiros resultados.
Até o momento, não houve confirmação oficial sobre irregularidades no processo eleitoral. O governo colombiano informou que aguardará a conclusão da contagem oficial dos votos.
A viagem do senador e pré-candidato do PL à Presidência, Flávio Bolsonaro (RJ), aos Estados Unidos colocou o nome do parlamentar no centro das redes sociais nos últimos dias. Segundo monitoramento da Datrix, a agenda internacional dele gerou 895 mil publicações entre os dias 24 e 29 de maio.
De acordo com o levantamento, 52% de toda a repercussão ligada ao nome de Flávio no período teve relação direta com a viagem, o encontro com o presidente Donald Trump e reuniões com integrantes do governo americano.
No total, o senador acumulou 18,7 bilhões de impressões e 2,7 bilhões de interações no ambiente digital durante a semana analisada, segundo informações da coluna Iuri Pitta, da CNN.
O maior pico aconteceu em 26 de maio, data do encontro entre Flávio e Trump no Salão Oval. Só em 24 horas, foram registradas 97,5 mil publicações sobre o tema. Dias antes, o volume estava abaixo de 5 mil menções diárias.
O fim da escala 6×1 ainda não está definido e agora depende do Senado. Três propostas diferentes estão em disputa e podem mudar tanto o prazo quanto as regras da nova jornada de trabalho.
Além do texto aprovado pela Câmara, senadores analisam uma proposta da oposição e outra mais antiga, apresentada pelo senador Paulo Paim, segundo informações da CNN.
A palavra final sobre qual PEC vai andar primeiro deve passar pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre.
A proposta aprovada pela Câmara reduz a jornada semanal de 44 para 40 horas. Pelo texto, o fim da escala 6×1 e os dois dias de folga por semana passariam a valer 60 dias após a aprovação final. A redução da carga horária seria feita de forma gradual, em até 14 meses.
A oposição quer mudanças. Senadores ligados ao setor produtivo defendem uma transição mais longa e maior flexibilização das regras, com possibilidade de acordos entre patrões e empregados.
Nos bastidores, aliados do presidente Luiz Inácio Lula da Silva pressionam para acelerar a votação e tentar concluir a tramitação antes do recesso de julho.
A infiltração do crime organizado na economia formal brasileira já provoca perdas bilionárias para a indústria nacional. Levantamento da Confederação Nacional da Indústria (CNI) calcula um impacto anual de R$ 39 bilhões, valor equivalente a 0,6% do faturamento do setor industrial e extrativo do país.
Segundo investigações e especialistas, facções criminosas ampliaram presença em áreas da economia legal como combustíveis, construção civil, transporte, hotelaria, mercado imobiliário, apostas, sistema financeiro e serviços públicos.
Reportagem de O Globo mostrou que uma operação policial identificou uma rede de 60 motéis no interior de São Paulo ligada a negócios atribuídos ao Primeiro Comando da Capital (PCC).
Entre os bens localizados nas investigações estavam um iate de 23 metros, helicóptero, Lamborghini e mais de R$ 20 milhões em terrenos.
As apurações também identificaram empresas associadas ao grupo com atuação em um terminal do Porto de Paranaguá, no Paraná, estrutura voltada à armazenagem de granéis líquidos.
Especialistas avaliam que facções como PCC e Comando Vermelho (CV) vêm ampliando atuação em atividades econômicas formais, aproveitando falhas regulatórias e brechas de fiscalização, sem abandonar negócios ligados ao tráfico.
A classificação recente das duas organizações como grupos terroristas pelos Estados Unidos também elevou o alerta no setor produtivo.
O ex-secretário nacional de Segurança Pública, Mario Sarrubbo, afirmou que a medida pode aumentar exigências para empresas brasileiras em operações financeiras, investimentos e relações comerciais ligadas ao mercado americano.
Já o pesquisador Roberto Uchôa avalia que setores como o financeiro e o de combustíveis podem enfrentar controles mais rígidos de conformidade para reduzir riscos de sanções.
A dimensão financeira do problema aparece ainda em dados do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf). Somente nos últimos três meses, o órgão registrou R$ 44,1 bilhões em movimentações suspeitas ligadas a organizações criminosas no Rio de Janeiro.
Em São Paulo, estimativa do Ministério Público aponta que receitas anuais atribuídas ao PCC em atividades da economia formal podem chegar a R$ 12 bilhões.
Autoridades e especialistas afirmam que a diversificação dos negócios das facções tornou o combate ao crime organizado mais complexo, ampliando a necessidade de fiscalização financeira, monitoramento permanente e mecanismos mais rígidos de compliance empresarial.
O fogo no parquinho continua na coligação do PT. Agora foi a Gerente de Comunicação e Marketing da Potigas, Laíssa Costa, uma das coordenadoras da campanha da vereadora Samanda Alves ao Senado, que chutou o pau da barraca contra Rafael Motta.
“Elegeu Rogério Marinho, atacou Natália nas eleições de Natal, votou pelo impeachment de Dilma. De esquerda não tem nada!”, escreveu a petista em um comentário numa publicação nas redes sociais.
O ataque foi motivado pelas críticas de Rafael Motta à prefeita de João Câmara, Aize Bezerra, que provocaram uma nota de repúdio do PT contra o pré-candidato a senador do PDT. Nessa semana, a prefeita declarou apoio a Samanda Alves e a Zenaide Maia ao Senado.
Após a Câmara dos Deputados aprovar a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que extingue a escala de trabalho 6×1 e reduz a jornada máxima semanal de 44 para 40 horas, a Federação Nacional das Empresas Prestadoras de Serviços de Limpeza e Conservação (Febrac), alertou aos senadores da República que a aprovação da PEC sem os ajustes necessários causará impactos diretos sobre contratos, custos e empregos no setor que lida com atividades essenciais como hospitais, escolas, aeroportos e órgãos públicos. A PEC agora será votada no Senado Federal, onde precisará ser aprovada em turnos antes de eventual promulgação.
O presidente da Febrac, Edmilson Pereira, afirmou que acompanha a tramitação com preocupação diante dos possíveis reflexos operacionais e econômicos da mudança.
“Estamos falando de atividades essenciais que funcionam de forma contínua. Qualquer alteração estrutural precisa considerar a realidade operacional das empresas e os impactos diretos”, destacou.
Segundo Edmilson, a entidade defende que o debate avance acompanhado de medidas que permitam equilíbrio econômico e segurança jurídica para empregadores e trabalhadores.
“Mudanças dessa magnitude exigem transição responsável, diálogo permanente e mecanismos compensatórios que preservem a sustentabilidade das empresas e a manutenção dos empregos formais”, afirmou.
A Febrac também alerta que empresas prestadoras de serviços poderão enfrentar aumento significativo de custos para manter operações contínuas, especialmente em contratos públicos e privados que exigem cobertura permanente de equipes. “Em muitos segmentos, será necessário ampliar quadros de funcionários para garantir o mesmo nível de atendimento. Isso pode gerar pressão financeira principalmente sobre pequenas e médias empresas, que têm menor capacidade de absorver custos adicionais”, finalizou o presidente da Febrac.
Presidente do Brasil é uma vergonha!
Eu já sabia!!!
Tudo não passa de fofoca da imprensa.
Governo federal desastrado.
Isso é só o calça colada querendo aparecer. Soltar a narrativa que faltou vacina e ele resolveu o problema. Quem é que não sabe disso? Nem tem mais graça a narrativa da esquerda.
Vai dormir vaca do Bozo.
Alguém acredita no paraquedista Pinocchio?
Fala para o Gado Minion, vamos esperar a próxima " falácia "