O “Encontro com Fátima Bernardes” não está em sua melhor fase e registrou uma das quatro piores audiências da Globo na quinta-feira (23). O programa matinal, exibido das 10h03 às 11h59, alcançou a média de 5,7 pontos na Grande São Paulo.
É um desempenho pior do que o “Conversa com Bial” que, na madrugada de sexta-feira (24), conseguiu 6,6 pontos de média. Pela terceira vez nesta semana, Fátima ficou atrás de Bial no ibope.
O “Encontro” foi menos visto até do que a novela mexicana “Quando Me Apaixono”, no SBT. A trama inédita na emissora de Silvio Santos marcou 6,1 pontos, exibida das 18h20 às 19h09. “Betty a Feia em NY”, logo na sequência, também foi melhor do que Fátima, com 5,8 pontos.
A Globo fechar as portas, kkkkkkkkkk essa é piada, esse é o sonho dos Bolsonaristas, mas isso nunca vai acontecer, a Globo vai continuar mostrando os desmandos desse desgoverno, como fez com o o governo de Luladrao, Dilma e Michel temer. Qual é a TV aberta que tem um lucro mensal de 10 bilhões?? E quanto a audiência, se juntar todas as outras, a Globo ainda tem o triplo. Aceita de doi menos!!
a Globo tirou programas infantis nesse horário, crianças que estudam a tarde grudavam na tv pela manhã, aí vem e coloca Fátima Bernardes nesse horário que as crianças estão em casa , ela falando em masturbação, levando "Mc" fazendo apologia a maconha , entre outras imoralidades , só podia dar nisso , tomara que acabe , esse Bial é outro , o cara faz um programa de entrevista que ele sempre puxa conversa pra o lado da política, horrível, de entrevistador ele não tem nada.
O senador Flávio Bolsonaro (PL) aparece com 51,1% dos votos válidos no 2º turno da disputa presidencial, contra 48,9% do presidente Lula (PT), segundo levantamento AtlasIntel/Bloomberg divulgado nesta segunda-feira (19).
A diferença entre os candidatos é de 2,2 pontos percentuais. Considerando a margem de erro de um ponto percentual para mais ou para menos, os intervalos dos dois candidatos não se sobrepõem. Os votos válidos excluem brancos e nulos, seguindo o critério utilizado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
A pesquisa ouviu 4.998 eleitores entre os dias 13 e 18 de outubro, por meio de recrutamento digital. O levantamento tem margem de erro de um ponto percentual e nível de confiança de 95%.
Contratada pela Bloomberg, a pesquisa está registrada no TSE sob o protocolo BR-02418/2026.
A dinâmica física e a ocupação do palco durante o debate presidencial na Band foram pontos decisivos na avaliação de analistas políticos. Em análise pós-evento, o jornalista Carlos Andreazza destacou que o comportamento dos candidatos em relação às regras de circulação revelou diferenças táticas importantes entre as campanhas.
De acordo com Andreazza, a equipe de Lula fez reclamações sobre a postura do adversário, mas a prática de Flávio Bolsonaro consistiu em “marcar” o atual presidente de perto ao longo de todo o confronto, utilizando uma espécie de movimentação pendular.
Para o comentarista, o candidato da oposição se saiu melhor nesse aspecto físico de exploração espacial do cenário, aparentando ter passado por um treinamento prévio para dominar o espaço e manter constante presença visual na transmissão.
[VÍDEO] ELA NÃO CANSA? Janja é advertida por produção da Band após provocação a Flávio Bolsonaro em debate https://t.co/8L09nUty6O https://t.co/tjas7OuSBa
O clima acirrado no estúdio da TV Band durante o confronto entre Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL), neste domingo (18), estendeu-se para além dos púlpitos e atingiu a plateia. A primeira-dama Janja da Silva levou uma reprimenda da organização do evento ao descumprir as normas de silêncio impostas aos convidados.
De acordo com imagens divulgadas pelo ex-procurador Deltan Dallagnol, a cúpula do evento precisou intervir após Janja gesticular e dirigir palavras ao senador durante sua participação no debate.
O descontrole do público forçou a mediadora a paralisar e refazer os alertas no encerramento da transmissão. Além de tentar silenciar o auditório, a organização orientou Flávio Bolsonaro a não caminhar atrás do adversário enquanto Lula discursava.
Alheio ao tumulto na plateia, Lula aproveitou as considerações finais para ressaltar conquistas econômicas de seus mandatos, projetar um ciclo de crescimento para o Brasil e atacar a pauta de privatizações defendida pela oposição.
A corrida presidencial para o segundo turno registra uma nova oscilação na reta decisiva da campanha. De acordo com os dados de intenção de voto, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ampliou sua vantagem e alcançou 52% dos votos válidos, enquanto o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece com 48%.
Na comparação com o levantamento anterior, o cenário contabiliza uma movimentação de quatro pontos na diferença entre os adversários: o parlamentar avançou dois pontos percentuais, ao passo que o atual chefe do Executivo recuou na mesma proporção.
Apesar da sinalização de crescimento para o candidato do PL e da contração na fatia do petista, analistas políticos reforçam que o levantamento estatístico reflete o retrato do momento das intenções do eleitorado, não configurando uma previsão definitiva do resultado que será apurado nas urnas.
[VÍDEO] “Montou quadrilha” e “você me respeite”: Flávio e Lula protagonizam momento tenso durante debate da Band https://t.co/FrYjMzpZtB https://t.co/BiMbYdvbfs
O debate presidencial promovido pela Band neste domingo (18) em parceria com o jornal Estadão foi marcado por momentos de forte tensão entre os candidatos Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL). Em um dos trechos mais acirrados do confronto, os dois políticos protagonizaram uma discussão direta envolvendo acusações de corrupção, histórico de governos e a gestão de recursos de aposentados.
Durante um momento de tensão e troca de farpas, Flávio Bolsonaro pediu respeito ao ser interrompido por Lula. “Você me respeita porque eu tive 56 milhões de votos.Então você tem que me respeitar. Tenha calma”, disparou o candidato do PL.
O presidente rebateu o adversário acusando-o de corrupção. “Quem montou quadrilha tem que explicar, explique”, alfinetou Lula.
Flávio Bolsonaro seguiu questionando o histórico político do adversário e cobrou explicações sobre esquemas de corrupção associados a gestões petistas, rebatendo acusações direcionadas à sua família e afirmando que o modelo de governança do PT é marcado por irregularidades.
O desempenho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva no debate presidencial contra o senador Flávio Bolsonaro (PL) foi alvo de duras críticas de analistas políticos na reta final da disputa eleitoral. Para o colunista do UOL João Paulo Charleaux, o chefe do Executivo chegou “surpreendentemente mal preparado” para um dos momentos mais cruciais da campanha e acumulou erros de postura ao longo do confronto.
Segundo a avaliação, o petista cometeu sucessivos equívocos de posicionamento no palco. “Me surpreende que o Lula tenha chegado tão mal preparado para um debate tão importante,numa eleição tão crucial.A quantidade de erros que ele comete por minutos é incrível, ele andou de costas para a câmera quase o tempo todo,quando na verdade ele deveria recuar sempre dando passos para trás,sem deixar de mostrar a face, a frente para a câmera, para o leitor. Ele fez isso o debate inteiro, ele andou de costas para a câmera quase mais do que andou de frente para a câmera”, pontuou o comentarista.
João Paulo Charleaux também destacou que Lula recorreu com frequência a pausas para beber água, o que acabou transmitindo uma imagem de vulnerabilidade e desgaste, além de registrar episódios de risos irônicos considerados repetitivos e sem eficácia argumentativa.
Outro ponto negativo apontado na análise foi a dificuldade de o presidente se impor espacialmente e ditar os rumos do debate. O colunista ressaltou que, mesmo sendo o candidato com maior experiência política e bagagem de governo, Lula falhou em ocupar o centro das atenções, permitindo ser acuado por investidas do adversário, como o posicionamento de Flávio Bolsonaro logo atrás de seu púlpito, uma situação que poderia ter sido evitada com maior firmeza na condução de sua própria campanha.
[VÍDEO] ATO FALHO? LULA se atrapalha nas considerações finais e diz que o Brasil vai acabar caso seja eleito para o quarto mandato https://t.co/Pm5tlr2c0z https://t.co/7rshSUot2A
Durante as considerações finais do debate promovido pela TV Band na noite deste domingo (18), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) cometeu um ato falho ao projetar um eventual quarto mandato presencial, declarando que “o Brasil acabou”. A declaração ocorreu nos segundos finais do seu tempo de fala no confronto com o senador e adversário no segundo turno, Flávio Bolsonaro (PL).
O deslize aconteceu no momento em que o petista criticava os processos de privatização da Eletrobras e da BR Distribuidora. “Esse lesa-pátria nesse país vai acabar. E nesse quarto mandato, a gente vai dizer: o Brasil acabou e vai ser um país grande, um país desenvolvido, um país que vai deixar, sabe, de ser um país, sabe, de fazer”, afirmou Lula, antes de ter a palavra cortada pela mediação devido ao esgotamento do tempo.
Ainda no encerramento, o candidato à reeleição acusou o adversário de planejar a privatização da Petrobras e de “95% das estatais brasileiras”, defendendo a manutenção de empresas públicas “fortes e produtivas”.
A votação do segundo turno das eleições presidenciais acontece no próximo domingo (25).
No quinto ano do conflito na Ucrânia, incidentes militares cada vez mais próximos do território de países membros da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) elevam a pressão sobre a segurança no continente europeu. Na última semana, ataques com drones contra embarcações no Mar Negro, nas imediações das costas de Romênia e Bulgária, deixaram marinheiros desaparecidos e levaram o governo búlgaro a solicitar formalmente o reforço de sistemas antiaéreos e de tecnologias antidrone.
Os episódios acentuaram o receio de governos europeus de que o confronto transborde as fronteiras ucranianas devido a incursões aéreas, violações de espaço territorial e operações atribuídas a Moscou. Embora os episódios recentes não configurem um ataque direto contra a aliança, a proximidade com áreas sob responsabilidade de países aliados tem exigido ampliação das medidas de proteção.
Diante do cenário, o secretário-geral da Otan, Mark Rutte, reuniu-se na quinta-feira (15) com lideranças da Romênia e da Bulgária para discutir ajustes na postura defensiva da organização. A aliança mantém grupos táticos multinacionais no flanco oriental, abrangendo países como Bulgária, Estônia, Finlândia, Hungria, Letônia, Lituânia, Polônia, Romênia e Eslováquia.
O comandante supremo aliado na Europa, Alexus Grynkewich, destacou que qualquer agressão ao território de um Estado-membro terá resposta imediata. A declaração reforça o princípio de defesa coletiva do bloco, sem sinalizar, contudo, a intenção de provocar um confronto direto com a Rússia.
Europa reforça planos de defesa
A combinação de ataques à Ucrânia, incidentes no Mar Negro e suspeitas de operações híbridas têm levado governos europeus a tratar a segurança como uma questão que vai além do campo de batalha.
A discussão inclui a proteção de instalações estratégicas, a capacidade de resposta a drones, a mobilização militar e a preparação da população para possíveis emergências.
A Alemanha, por exemplo, desenvolveu um plano operacional voltado à coordenação de autoridades civis e militares em situações de crise.
Outros governos também discutem estoques de emergência e orientações para a população diante de interrupções no fornecimento de energia, falhas de comunicação ou ameaças à infraestrutura.
Aliados do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) defendem que o petista faça o encerramento de sua campanha presidencial com um grande ato político no Campo Grande, tradicional ponto de mobilização em Salvador (BA). A avaliação de interlocutores do governo é que a capital baiana oferece um cenário estratégico para a reta final da disputa, aliando a força histórica do PT no estado a um alto potencial de engajamento popular.
Como parte da estratégia para intensificar a presença no Nordeste, Lula cumprirá agenda na região nesta semana, com passagens confirmadas por Juazeiro (BA) e Petrolina (PE), municípios vizinhos divididos pelo Rio São Francisco.
A movimentação no estado ocorre em meio ao acirramento da disputa na capital baiana. No último sábado (17), o senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) reuniu milhares de apoiadores em um ato no Farol da Barra.
O debate presidencial da Band entre Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) terminou neste domingo (18) em clima de baixaria, com uma disputa de gritos entre apoiadores dos dois candidatos na plateia.
Enquanto os apoiadores do presidente entoavam “olê, olê, olê, olá, Lula, Lula”, os de Flávio respondiam com gritos de “mito, mito, mito”.
O fim está logo ali em 2022 ou paga as dívidas ou fecha.
Bem chatinho o programa dela mesmo. Os dos outros canais são piores ainda. A briga de sorrisos felizes de manhã é feia mesmo
A Globo fechar as portas, kkkkkkkkkk essa é piada, esse é o sonho dos Bolsonaristas, mas isso nunca vai acontecer, a Globo vai continuar mostrando os desmandos desse desgoverno, como fez com o o governo de Luladrao, Dilma e Michel temer. Qual é a TV aberta que tem um lucro mensal de 10 bilhões?? E quanto a audiência, se juntar todas as outras, a Globo ainda tem o triplo. Aceita de doi menos!!
a Globo tirou programas infantis nesse horário, crianças que estudam a tarde grudavam na tv pela manhã, aí vem e coloca Fátima Bernardes nesse horário que as crianças estão em casa , ela falando em masturbação, levando "Mc" fazendo apologia a maconha , entre outras imoralidades , só podia dar nisso , tomara que acabe , esse Bial é outro , o cara faz um programa de entrevista que ele sempre puxa conversa pra o lado da política, horrível, de entrevistador ele não tem nada.
A MELHOR PARTE DO PROGRAMA E QUANDO ESTAR NOS COMERCIAIS
o programa é chato mesmo… e quando ela inventa de dançar, aí piora….
A tendência natural é a globo lixo fecha as portas.
Seria "fechar"?….. a Globo tá recebendo críticas de quem nem escrever corretamente sabe, tá ruim mesmo a situação…hahaha
Faltou o rê num foi?
Ou o picilone?
Kkkkk
Globo lixo, hoje já está reduzida a menos da metade.
Já era.