Judiciário

Estado quer cancelar precatório bilionário de auditores fiscais

A Procuradoria Geral do Estado (PGE) pretende suspender o precatório bilionário do Sindicato dos Auditores Fiscais do Tesouro do Estado (Sindifern). Para isto, os procuradores estaduais aguardam o julgamento dos embargos à execução apresentados ao Tribunal de Justiça que, se deferidos, resultarão na redução de 96,42% do valor original da dívida reclamada pelo Sindifern. No processo aberto pelos servidores estaduais no final da década de 90, estão sendo cobrados o pagamento de adicional de hora extra, noturna, atividade penosa e periculosidade de aproximadamente 600 auditores estaduais. O cálculo do débito do Governo para com os servidores, segundo documentação apresentada pelo Sindifern à Justiça, é de R$ 1,21 bilhão. Em contrapartida, a Comissão da PGE que analisou a documentação e refez os cálculos, apresentou o valor de R$ 43,4 milhões, que equivale a 3,57% da monta defendida pelo Sindicato.

Adriano AbreuSegundo o advogado Fábio Hollanda, o adicional de serviço extraordinário é pago em cima da remuneração e não do salário-base

De acordo com o procurador do Estado, João Carlos Coque, que compõe a comissão instituída pela PGE para analisar o processo, houve uma linearização do cálculo das dívidas acumuladas pelo Estado com os auditores que refletiu na estipulação do valor bilionário. “O Sindicato olhou pela ótica do trabalhador e não se ateve aos detalhes que a PGE se ateve ao analisar os documentos que embasaram o cálculo”, afirmou Coque. Ele disse que foram gastos mais de seis meses na análise individual de folhas de pagamento, contracheques, instituições de gratificações, transferências entre setores e secretarias estaduais e aposentadorias compreendidas entre os anos de 1994 e 2008.

O total judicializado pelo Sindicato foi mensurado através de planilhas de cálculo que, conforme explicações do procurador, estendiam os mesmos direitos a todos os auditores fiscais, o que foi rechaçado pela Procuradoria. O órgão estadual argumentou, no embargo entregue à Justiça, que os auditores que trabalhavam na área administrativa da Secretaria Estadual de Tributação, por exemplo, não tinham direito ao adicional de periculosidade por desempenharem função em área insegura. “Nós analisamos todos os documentos que conseguimos para conferirmos quem tinha direito, quem não tinha, quem ganhava gratificação”, relembrou o procurador.

Após esta análise, a PGE apresentou um novo valor ao Juízo que foi reconhecido pelo Sindifern, como consta no processo 0033244-70.2009.8.20.2001, disponível no portal do TJRN. “(…) nos autos das ações reunidas por continência – Processo nº 001.99.013562.5 e 001.96.003612-2 -, para as quais foi apresentado memória de cálculos referentes às verbas salariais (adicional de hora extra, noturna, atividade penosa e periculosidade) que sustenta serem devidas a cada um dos seus substituídos processuais, no caso, auditores do Tesouro Nacional. Ao ofertar impugnação, o substituto processual Sindifern, ora embargado, sustenta que deve haver o prosseguimento da execução com a inscrição em precatório o valor de R$ 37.785.664,69, uma vez que apresentado pelo próprio embargante como “valor reconhecido”, constante da memória de cálculos trazida aos autos no momento da oposição dos embargos à execução”, subscreveu o juiz Cícero Macedo no dia 29 de novembro de 2010.

A cifra resultante foi colhida através de uma memória de cálculos confeccionada pelos contadores da PGE. “(…) é expressamente declarada como “valor reconhecido”, conforme ressaltado pelo embargado em sua impugnação, decorrendo daí a sua natureza incontroversa, inobstante tenha utilizado o embargante o artifício de visualizar a redução de tal montante em razão de “argumentos jurídicos substanciosos que, se acolhidos pela Autoridade Judiciária, farão reduzir o valor ora apresentado (R$ 37,7 milhões), drasticamente”, destacou o juiz na mesma sentença. Além deste valor, há ainda os R$ 5,6 milhões referentes aos honorários advocatícios sucumbenciais que deverão ser pagos ao escritório do advogado Fábio Hollanda.

Entretanto, ele determinou a contratação de um perito contábil para dirimir as dúvidas em relação ao real valor do precatório. A análise pericial que subsidiará a decisão da Justiça acerca do real valor devido pelo Estado ao Sindifern, porém, ainda não foi apresentada ao juiz.

“O processo está hoje pendente de julgamento dos embargos à execução para reconhecer qual cálculo está correto”, comentou o procurador João Carlos Coque. No dia 7 de março passado, o Ministério Público Estadual pediu vistas ao processo e o devolveu no dia 30 do mesmo mês com uma petição. O conteúdo do peticionamento, porém, ainda é desconhecido. O juiz substituto da 4ª Vara da Fazenda Pública, Ibanez Monteiro, não liberou o processo físico para vistas da  reportagem da TRIBUNA DO NORTE alegando que somente o juiz titular, Cícero Macedo, poderia liberar o material.

Advogado afirma que cálculo da Procuradoria está errado

O advogado Fábio Luiz Monte de Hollanda, defensor titular do Sindicato dos Auditores Fiscais do  Tesouro do Estado do Rio Grande do Norte (Sindifern), desde o ano de 1995, afirmou que o valor do precatório do Sindicato apresentando pela Procuradoria Geral do Estado (PGE) à Justiça, está errado. Ele explicou que o cálculo do Sindifern foi baseado na remuneração final dos auditores, por isso o valor bilionários. Ele alegou que os valores utilizados pela PGE condizem apenas com os vencimentos básicos. Como um valor é menor do que outro, refletiu na redução do valor reclamado pelos auditores.

“Eles aplicaram todos os cálculos no vencimento base e não na remuneração. O adicional de serviço extraordinário é pago em cima da remuneração. Nós fizemos o cálculo em cima da remuneração e o Estado no vencimento base”, afirmou Fábio Hollanda. Ele comentou, ainda, que a Procuradoria aplicou a questão do teto salarial máximo para calcular os valores devidos aos auditores. Além disso, ele criticou o Estado por nunca ter pago os direitos trabalhistas do auditores, como as horas extras que excediam a carga horária semanal, as horas noturnas, os adicionais de periculosidade e penosidade cobrados na Justiça.

Sobre o valor apresentado pela PGE à Justiça em novembro de 2010 e acatado pelo Sindifern – R$ 43,4 milhões – Fábio Hollanda destacou que este é um valor incontestável e reconhecido por ambas as partes. Não significa, entretanto, que será o valor final do precatório. “Nós não concordamos com os R$ 43 milhões de jeito nenhum. Até porque o cálculo está errado. Por isso que o juiz solicitou uma perícia contábil. Aquele valor foi inscrito enquanto o perito conclui a análise pericial”, ressaltou o advogado que defende o Sindifern há 17 anos.

Após a apresentação do relatório final da análise contábil, que apresentará o valor correto da dívida Estadual baseada no histórico de perdas dos auditores conforme informações dos documentos oficiais como contracheques e folhas de pagamento, por exemplo, o Sindifern e a PGE terão dez dias para apresentarem um laudo contábil suplementar. É de posse deste documento que as partes poderão reivindicar correções de valores. A decisão do juiz é passível de recursos que poderão ser levados aos Tribunais Superiores.

Sobre o tempo em que o processo tramita na Justiça Estadual, o advogado disse que “a Justiça não tem prazo para nada e só julga quando quer. Nós, advogados, é que temos prazos e dívidas a honrar”. Além disso, ele destacou que o “único país do mundo que tem este instrumento de precatório requisitório é o Brasil. O Governo é condenado e não paga”, frisou.

Fábio Hollanda questiona informações do TJRN

O advogado Fábio Hollanda questionou informações publicadas pela TRIBUNA DO NORTE na edição da quarta-feira passada na reportagem sob o título: “Precatório bilionário é analisado por comissão no TJRN”. Ele disse que a matéria contém informações equivocadas, pois existem diversos processos do Sindifern em tramitação na Justiça. Apesar disso, o material foi escrito com base em documentos do Tribunal de Justiça e o defensor do Sindifern admitiu que irá interpelar a Corte potiguar.

Hollanda fez referência a uma informação que consta nos próprios processos que envolvem o Sindicato – Processo 0013562-81.1999.8.20.0001 na movimentação do dia 04/09/2011 e Processo 0003612-53.1996.8.20.0001 – disponíveis no portal do TJ.

Ele disse que nenhum dos outros advogados citados na reportagem defenderam o Sindicato e, por isso, não tinham nenhuma relação com o caso. Hollanda confirmou, entretanto, que irá questionar o TJ sobre os motivos pelos quais os nomes de Felipe Cortez e Anderson Miguel, por exemplo, aparecem em processos ligados ao Sindifern.

Fonte: Tribuna do Norte

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ANDREZA MATAIS: Fachin procura ministros e mostra disposição para punir Moraes

Foto: Breno Esaki/Metrópoles

Por Andreza Matais – Metrópoles

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, chamou ministros da Corte para conversas nesta semana sobre a crise no tribunal. Os encontros devem ocorrer nos próximos dias, sem que esteja definido se Fachin reunirá o grupo ou falará individualmente com os colegas.

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Fachin tenta acordo para tirar de Mendonça relatorias do Banco Master e INSS, e encerrar inquérito das fake news

Foto: Gustavo Moreno/STF

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, articula um acordo interno para tentar reduzir a crise que divide a Corte. A proposta prevê que o ministro André Mendonça deixe as relatorias dos casos Banco Master e fraudes no INSS, enquanto Fachin assumiria os dois processos.

A ideia seria evitar um novo sorteio das relatorias e diminuir a tensão entre os grupos ligados a Mendonça e Alexandre de Moraes. Mendonça, porém, resiste à mudança.

Segundo a CNN Brasil, nenhum dos dois grupos recebeu bem a proposta, mas Fachin avalia que ambos terão de fazer concessões para construir uma saída para a crise.

O presidente do STF também pretende encerrar o inquérito das fake news, atualmente relatado por Moraes. A investigação foi instaurada pela Presidência da Corte, o que daria a Fachin competência para determinar seu encerramento.

A estratégia ainda inclui a possibilidade de Fachin assumir eventuais investigações contra ministros do STF, caso o plenário decida pela abertura de procedimentos.

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Lula cai, Flávio cresce e vantagem de 8 pontos percentuais no 2º turno que o petista tinha desaparece em dois meses, aponta pesquisa Quaest

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil/Ruy Baron/BaronImagens/Divulgação

Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) aparecem empatados numericamente em uma eventual disputa de segundo turno, segundo pesquisa Quaest divulgada nesta segunda-feira (7). Mas o que chama atenção é a queda de Lula e o crescimento de Flávio em relação ao levantamento publicado no mês de julho pelo mesmo instituto de pesquisa.

Em julho, Lula tinha 45% contra 37% de Flávio, uma vantagem de oito pontos percentuais. Agora, essa diferença desapareceu. Os dois têm 41% das intenções de voto, segundo o resultado da pesquisa revelado hoje.

O resultado mostra que o desgaste de Flávio com o caso Dark Horse foi superado. Além disso, a nova rodada da Quaest ainda não reflete totalmente o impacto sobre as intenções de voto após a repercussão das mensagens envolvendo Alexandre de Moraes e Daniel Vorcaro e a abertura de investigações contra Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha.

A Quaest ouviu 2.004 eleitores entre os dias 3 e 6 de setembro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. Encomendado pela Globo, o levantamento foi registrado no TSE sob o número BR-01720/2026.

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Multidão participa de ato com Álvaro e Rogério Marinho em defesa de André Mendonça, da liberdade de expressão e da democracia

A defesa da liberdade de expressão foi o ponto central do discurso de Álvaro Dias (PL) durante a mobilização pela democracia realizada nesta segunda-feira (7), no Largo do Atheneu, em Natal. Diante do público, o candidato ao Governo do RN fez um chamado direto em defesa da liberdade e encerrou sua fala com uma pergunta que recebeu resposta imediata:

“Se tem alguém aqui que acha que deve ter respeito pela liberdade de expressão, levanta as mãos.”

A reação do público marcou o encerramento do discurso de Álvaro no 7 de Setembro, data em que o país celebra a Independência do Brasil. A mobilização teve como eixo a defesa da democracia e das liberdades.

Em sua fala, Álvaro defendeu o respeito à liberdade de expressão e afirmou que a democracia pressupõe o direito à manifestação e a garantia das liberdades individuais. O candidato também destacou a segurança pública como uma de suas prioridades e prometeu uma atuação incansável no combate ao crime organizado e às facções criminosas no Rio Grande do Norte.

A mobilização contou ainda com importantes lideranças que apoiam Álvaro, entre elas o senador Rogério Marinho, o prefeito de Natal, Paulinho Freire, a vice-prefeita Joanna Guerra, a vice-prefeita de Parnamirim, Kátia Pires, o candidato a vice-governador Babá Pereira e o presidente da Câmara Municipal de Natal, Eriko Jácome.

Também participaram candidatos a deputado federal, deputado estadual e ao Senado pela coligação.

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Mendonça ganha boneco gigante em ato do 7 de Setembro na Avenida Paulista

Foto: Reprodução/YouTube

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça foi homenageado durante o ato da direita realizado nesta segunda-feira (7), na Avenida Paulista, em São Paulo.

Manifestantes levaram à manifestação um boneco inflável gigante com a imagem do ministro, indicado ao STF pelo ex-presidente Jair Bolsonaro. O ato teve como principais motes “Fora Lula” e “Fora Moraes”.

O apoio popular a Mendonça ganhou força após ele retirar o sigilo de uma investigação sobre mensagens trocadas entre o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, ex-controlador do Banco Master, e o ministro Alexandre de Moraes.

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[VÍDEOS E FOTOS] Multidão lota Largo do Atheneu em Natal em ato de 7 de Setembro

Uma verdadeira multidão lotou o Largo do Atheneu em Natal durante ato de 7 de Setembro realizado nesta segunda-feira. O início do evento foi marcado pela execução do Hino Nacional Brasileiro.

A presença de uma grande quantidade de pessoas marcou a manifestação contra o ministro do STF Alexandre de Moraes e o presidente Lula na capital potiguar que contou com a participação do senador Rogério Marinho, coordenador da campanha de Flávio Bolsonaro para presidente.

Com muitas bandeiras, camisas da seleção brasileira, faixas, cartazes e a presença do Pixuleco, boneco inflável que representa o presidente Lula com uniforme de presidiário.

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PESQUISA QUAEST: Flávio Bolsonaro e Lula empatam com 41% das intenções de voto no 2º turno

Fotos: Adriano Machado/Reuters

Pesquisa Quaest divulgada nesta segunda-feira (7) mostra Flávio Bolsonaro (PL) e o presidente Lula (PT) empatados com 41% das intenções de voto no 2º turno da eleição presidencial.

No cenário de primeiro turno a pesquisa mostra Lula na liderança, com 36%, seguido por Flávio Bolsonaro, com 29%. Augusto Cury aparece com 8%, enquanto Renan Santos e Ronaldo Caiado têm 3% cada. Romeu Zema soma 2% e Pablo Marçal, 1%.

Entre os entrevistados, 8% afirmaram que votariam em branco, nulo ou não compareceriam às urnas, enquanto 9% estão indecisos.

Os candidatos Clariana Barão (DC), Edmilson Costa (PCB), Hertz Dias (PSTU), Rui Costa Pimenta (PCO) e Wilson Grassi (Democrata) não pontuaram.

A pesquisa Quaest foi encomendada pela Globo e entrevistou 2.004 eleitores entre os dias 03 de setembro a 06 de setembro. O registro no TSE é BR-01720/2026. A margem de erro é de dois pontos e o nível de confiança, de 95%.

Opinião dos leitores

  1. A Quaest se não estou enganado é a que sempre dá vantagem para o Lule, será que é intencional ou mera coincidência? Então a realidade deve ser bem diferente.

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Homem é detido após agredir e arremessar ovo em Rogério Marinho durante manifestação em Natal

Foto: Adriano Abreu

Um homem foi detido por seguranças após arremessar um ovo e agredir o rosto do senador Rogério Marinho com a mão durante manifestação na tarde desta segunda-feira (7), no Largo do Atheneu em Natal.

O agressor foi entregue à Polícia Militar pela segurança do evento. Ao ser preso ele tentava se explicar dizendo que “tinha o direito de se manifestar”.

Opinião dos leitores

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[VÍDEO] “QUEM VOTA EM LULA TÁ VOTANDO EM ALEXANDRE DE MORAES”: Em discurso na Avenida Paulista, Flávio diz que não permitirá que Lula indique mais quatro “Alexandres de Moraes” ao STF

Em ato na Avenida Paulista nesta segunda-feira (7), o candidato à presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) não poupou o presidente Lula de críticas e o associou à figura do ministro do STF Alexandre de Moraes.

“Esse consórcio de Lula com Moraes vai acabar. O Lula indicou dois ministros do Supremo, com a missão de perseguir Bolsonaro e os seus aliados. Lula indicou um procurador-geral da República com a missão de perseguir Bolsonaro e seus aliados. Lula colocou seu amigo como chefe da Polícia Federal para perseguir seus adversários e para proteger o Lulinha. Quem vota em Lula está votando em Alexandre de Moraes”, declarou Flávio.

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[VÍDEO] Flávio manda recado “aos perseguidores”, diz que pessoas enxergam o pai ao olharem para ele e afirma que “vai ter Bolsonaro na Presidência”

Em discurso durante a manifestação na Avenida Paulista nesta segunda-feira (7), o candidato à Presidência Flávio Bolsonaro mandou um recado “aos perseguidores”, sem citar nomes, e cravou “vai ter Bolsonaro na Presidência, sim”.

Flávio foi anunciado no trio elétrico por sua esposa, Fernanda Bolsonaro. Dirigindo-se ao que chamou de “perseguidores” disse que “vai ter Flávio Bolsonaro na presidência sim”.

“Eu sei que vocês estão olhando pra cá e estão enxergando outra pessoa parecida comigo, Jair Messias Bolsonaro. Essa camisa é em homenagem a ele”, disse Flávio que vestia uma camisa com a frase “Meu partido é o Brasil”, semelhante à que o pai usava quando sofreu a facada de Adélio Bispo na campanha eleitoral de 2018, em Juiz de Fora (MG).

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