Saúde

SE LIGA, RN: Ceará, Pernambuco, Piauí, Espírito Santo e Acre reduzem intervalo entre doses da vacina AstraZeneca; entenda medida contra a variante delta

Foto: Divulgação/Mariana Ferreira

O intervalo entre a primeira e a segunda dose da vacina AstraZeneca foi reduzido em cidades de ao menos cinco estados no Brasil. O Ministério da Saúde atualmente recomenda 12 semanas (três meses), mas o prazo foi encurtado por gestores que buscam ampliar a proteção da população contra a variante delta do coronavírus.

Em resumo, o que está em jogo:

Ministério da Saúde escolheu o maior prazo previsto em bula para aumentar o total de pessoas vacinadas com ao menos 1 dose, já que a AstraZeneca oferece proteção parcial de 76% já 21 dias após a primeira aplicação;

Estados encurtam o prazo para aumentar a proteção contra a variante delta mesmo sem orientação do governo federal: estudos apontam que somente a vacinação completa protege contra a variante;

O ministério chegou a estudar a redução do prazo, mas reunião da Câmara Técnica manteve as 12 semanas;

Já divulgaram a redução do intervalo: Pernambuco (60 dias), Acre (45 dias), Ceará (60 dias), Espírito Santo (70 dias) e Piauí (70 dias) (Alagoas e Sergipe fizeram mudanças pontuais). O estado de São Paulo também manifestou essa intenção, mas disse ainda depender de aval da Anvisa.

Previsão em bula

A bula da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), responsável pela produção e importação da tecnologia da AstraZeneca, já informa que “a segunda injeção pode ser administrada entre 4 e 12 semanas após a primeira”.

A AstraZeneca reafirmou em nota ao G1 que “os estudos realizados até o momento demonstram que a vacina é eficaz na prevenção da Covid-19 sintomática quando aplicada neste intervalo de tempo”, de 4 a 12 semanas. A farmacêutica disse, ainda, que a vacinação com a segunda dose após 60 dias “foi avaliada em estudos clínicos – e, por isso, está aprovada”.

Já o Ministério da Saúde informou que “acompanha a evolução das diferentes variantes do Sars CoV-2 no território nacional e está atento à possibilidade de alterações no intervalo recomendado”. A pasta também disse que “o tema foi, inclusive, discutido amplamente na Câmara Técnica Assessora em Imunizações, em reunião realizada no dia 2 de julho deste ano, sendo que o parecer (…) foi a de manutenção deste intervalo”.

Avanço da variante delta

Até o momento, a variante gama é a dominante no país, mas, no último mês, foram confirmados casos da delta inclusive na cidade de São Paulo. Enquanto isso, menos de 14% da população brasileira recebeu as duas doses contra a Covid-19.

A baixa taxa de adesão à segunda aplicação é um risco para o combate a todas as versões do vírus, já que garante um índice maior de proteção contra a versão grave da doença. A necessidade do ciclo completo da vacinação se torna ainda maior quando a delta chega ao Brasil: estudos indicam que apenas com a aplicação do reforço é possível barrar a nova variante.

Proteção só com duas doses

Nesta quinta-feira (8), a revista científica “Nature” apresentou um estudo assinado por cientistas do Instituto Pasteur e do Centro Nacional de Pesquisa Científica da França (CNRS, na sigla em francês). Os resultados mostram que a delta é parcialmente resistente a alguns tipos de anticorpos, mas que duas doses da vacina da Pfizer ou da AstraZeneca/Oxford são capazes de neutralizá-la.

Ao G1, a AstraZeneca apontou outra pesquisa feita pelo governo do Reino Unido que demonstra a eficácia da vacina. O documento sobre o artigo publicado pela farmacêutica diz que “duas doses da vacina COVID-19 AstraZeneca são 92% eficazes contra a hospitalização devido à variante delta e não mostraram mortes entre os vacinados”, dados divulgados com base no estudo.

Medida apoiada por especialistas

“Neste momento, tendo em vista principalmente a possibilidade do avanço da variante delta, que tem um impacto de proteção contra a infecção de pessoas que receberam apenas uma dose, é importante que a gente avance no percentual com segunda dose. Eu acredito que essa medida deva ser tomada pelo estado de São Paulo e também pelo Brasil, pelo Programa Nacional de Imunizações”, avalia Ethel Maciel, pós-doutora em epidemiologia.

André Bon, infectologista do Hospital Sírio Libanês, também esclarece que a eficácia do imunizante “está mais relacionada com a maneira como ele foi produzido e o tipo de antígeno utilizado”.

“Quanto mais rápido possível a gente conseguir aumentar a cobertura vacinal da população, melhor vai ser” – André Bon, infectologista.

Necessidade: planejamento e comunicação uniforme

O ideal, segundo todos os especialistas, é o maior número de pessoas imunizadas o mais rápido possível. Isabella Balalai, vice-presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBim), explica que a confiança da população a respeito da vacina também está ligada a uma unidade das medidas e de uma liderança dentro do programa de imunizações.

“O ideal seria a gente já ter toda a população com duas doses. Isso é o ideal. Agora, daqui pra frente, que a gente tenha um planejamento único. Por que cada um, cada estado, cada município fazendo diferente isso gera muita dúvida e dúvida leva a não adesão da população” – Isabella Balalai

“Afinal de contas, a gente ainda é um país só. A vacinação, todas as campanhas, todos os resultados que a gente conseguiu com vacinação foi com o país todo fazendo a mesma coisa”, completou.

G1

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Política

Ação dos EUA na Venezuela ameaça paz da América do Sul, diz embaixador

Foto: Reprodução

O embaixador brasileiro na ONU, Sérgio França Danese, declarou nesta segunda-feira (5) que a captura de Nicolás Maduro pelos Estados Unidos coloca em risco a paz na América do Sul. Segundo ele, intervenções armadas anteriores no continente já resultaram em mortes, prisões políticas e regimes autoritários.

Danese reforçou que o futuro da Venezuela deve ser decidido apenas pelo povo venezuelano, sem interferência externa, e que a operação norte-americana viola normas do direito internacional. “O recurso à força em nossa região evoca capítulos da história que acreditávamos ter deixado para trás”, disse o diplomata.

Outros países sul-americanos reagiram: Colômbia e Cuba repudiaram a ação, apontando ameaça à soberania venezuelana e impactos humanitários. A Argentina, em contrapartida, apoiou a operação, chamando o sequestro de Maduro de “passo decisivo contra o narcoterrorismo”.

O alerta brasileiro deixa claro que a região está dividida, com tensões geopolíticas em alta, e evidencia que ações militares externas podem desestabilizar toda a América do Sul.

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Mundo

Coreia do Norte dispara mísseis hipersônicos e treina para “guerra real”

Foto: KCNA via KNS/AFP

A Coreia do Norte realizou seu primeiro lançamento de mísseis balísticos de 2026, incluindo hipersônicos, capazes de manobrar em voo e viajar cinco vezes a velocidade do som. O líder Kim Jong-un afirmou que os testes preparam suas forças nucleares para “uma guerra real” e reforçam a dissuasão do país.

Segundo a agência oficial KCNA, os mísseis atingiram alvos a 1.000 quilômetros no mar do Japão. Pyongyang diz que a operação é resposta à “crise geopolítica e eventos internacionais complexos”, citando indiretamente a captura de Nicolás Maduro pelos Estados Unidos.

O Ministério das Relações Exteriores norte-coreano classificou a ação dos EUA na Venezuela como “criminoso” e “brutal” e reafirmou que seus programas nucleares são necessários para proteger a soberania. Analistas afirmam que os lançamentos enviam uma mensagem clara: Pyongyang possui poder nuclear real — diferente da Venezuela.

Nos últimos anos, a Coreia do Norte intensificou seus testes militares, apesar de tentativas de aproximação com a Coreia do Sul. Kim também estreitou laços com a Rússia, chegando a apoiar Moscou na guerra contra a Ucrânia. Enquanto isso, a tensão internacional aumenta e os mísseis norte-coreanos reforçam o alerta sobre a instabilidade global.

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Política

Vice de Tarcísio dispara: PT é “partido narcoafetivo”

Foto: Divulgação/Governo de SP

O governador em exercício de São Paulo, Felicio Ramuth (PSD), não economizou nas críticas ao PT nesta segunda-feira (5). Durante agenda em Santo Amaro, ele classificou o partido como um “partido narcoafetivo”, ao comentar a situação na Venezuela e o possível fluxo migratório para o Brasil.

Ramuth afirmou que o êxodo de venezuelanos tende a se reverter e que, ao retornar ao país vizinho, as pessoas poderiam finalmente viver em liberdade, diferente do que acontece no Brasil sob um Estado controlado pelo PT. “Lamentavelmente, o partido que está no poder aqui no Brasil é um partido ‘narcoafetivo’”, disse.

A declaração vem logo após a captura de Nicolás Maduro pelos Estados Unidos, no último sábado (3), e o comunicado do PT condenando a ação americana, classificando-a como “sequestro” e alertando para supostos riscos à segurança do Brasil por causa da fronteira com a Venezuela.

Enquanto isso, fontes internacionais detalham que a operação dos EUA, chamada Operação Resolução Absoluta, contou com meses de planejamento, réplica do esconderijo de Maduro, atuação da Força Delta e monitoramento da CIA, que garantiu a captura do ditador de forma precisa e rápida. Trump acompanhou tudo ao vivo e chamou a missão de histórica.

 

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Política

VÍDEO: Líder do PT na Câmara ameaça Bolsonaros e aliados: “Têm que ser presos por traição”

Imagens: Reprodução/X

O líder do PT na Câmara, deputado federal Lindbergh Farias, fez duras acusações contra políticos bolsonaristas nesta segunda-feira (5). Em publicação no X, ele afirmou que Nikolas Ferreira (PL), Flávio Bolsonaro (PL) e Eduardo Bolsonaro (ex-deputado) “têm que ser presos por traição e atentado contra a soberania nacional”.

Segundo Lindbergh, ele vai protocolar na Polícia Federal uma representação pedindo a abertura de inquérito contra os três. Para ele, as falas e ações dos bolsonaristas configurariam crimes gravíssimos, como atentado à soberania, tentativa de golpe e associação criminosa, além de tentar normalizar uma intervenção militar estrangeira no país.

O deputado reforçou que o Brasil não é colônia e que a democracia não é negociável. “Não é opinião. São falas, ameaças e peças de propaganda que tentam normalizar a ideia de intervenção militar estrangeira, questionar eleições, incitar guerra e depor um governo legitimamente eleito”, escreveu.

Lindbergh concluiu com um recado direto: “Golpismo não passará. Defender a Constituição é dever”. A declaração marca mais um episódio da escalada de tensão política no país entre aliados de Bolsonaro e a oposição petista.

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Política

MST chama Trump de “maior pirata da atualidade” e defende Maduro

Foto: Divulgação

O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) saiu em defesa de Nicolás Maduro e chamou Donald Trump de “maior pirata da atualidade”. Em comunicado, o movimento classificou a prisão do presidente venezuelano pelos EUA como um “sequestro” e acusou o republicano de só se interessar pelo petróleo venezuelano.

Segundo o MST, o ataque americano é parte de uma ofensiva do imperialismo contra a Revolução Bolivariana, que busca devolver a Venezuela a uma posição de submissão aos interesses estadunidenses. O movimento cita a Doutrina Monroe e acusa Washington de tratar a América Latina como “quintal do imperialismo”.

O MST ainda afirma que suas equipes e militantes na Venezuela estão em segurança, mas reforça a solidariedade histórica ao povo venezuelano e conclama outras organizações populares do Brasil e do mundo a se somarem à defesa do regime chavista.

No documento, o movimento enfatiza: “Enquanto MST, estaremos ao lado daquele povo que ousa desafiar o imperialismo e ser protagonista de seu futuro”.

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Geral

Carlos Bolsonaro critica prisão do pai: “Uma pessoa decente não deseja isso nem aos piores inimigos”

Foto: Reprodução

Carlos Bolsonaro voltou a criticar duramente a situação do pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, mantido em uma carceragem da Polícia Federal. Em publicação no X nesta segunda-feira (5), ele classificou a permanência do ex-presidente nesse tipo de instalação como ilegal e uma violação dos direitos de alguém de 70 anos e com problemas de saúde.

Ele explicou que as superintendências da PF são feitas para presos provisórios ou em trânsito, não para condenados de longo prazo. Segundo ele, a Portaria nº 1.104/2024, usada para justificar a custódia, só regulamenta visitas e procedimentos internos, e não dá aval para manter Bolsonaro preso por tanto tempo.

Carlos ainda criticou a chamada “sala de Estado-Maior”, afirmando que, apesar do nome sugerir tratamento especial, a dignidade mínima não é garantida. Ele ressaltou que a situação reflete um desrespeito às leis e aos direitos humanos, que atinge não só o ex-presidente, mas “milhares de brasileiros”.

Em tom de alerta, o ex-vereador comparou o cenário atual do Brasil à Venezuela e disse que a omissão diante dessas ilegalidades pode levar a algo ainda pior. “Ou escolhemos dias melhores, ou a Venezuela não será apenas um espelho, mas algo muito pior”, escreveu.

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Política

Presidente da Colômbia ameaça pegar em armas e manda soldados atirar no “invasor”

Foto: Reprodução

O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, deixou claro nesta segunda-feira (5) que, se for preciso, volta a pegar em armas para defender o país. Ele ordenou à força pública que atire contra qualquer “invasor” e não hesite em defender a soberania nacional.

As declarações foram feitas no X, em resposta às ameaças de Donald Trump, que no domingo disse que poderia lançar uma operação militar contra a Colômbia. Petro, ex-guerrilheiro do M19, afirmou que nunca quis mais empunhar armas desde 1989, mas que fará isso “pela Pátria”, se necessário.

O presidente também deixou um recado direto aos militares: qualquer comandante que escolher a bandeira dos EUA em vez da Colômbia deve sair da instituição imediatamente. Ele reforçou que a ordem é proteger o país e não atirar contra o povo, apenas contra o “invasor”.

Petro ainda se defendeu das acusações de Trump sobre narcotráfico, dizendo que governa democraticamente, não é ambicioso e mantém sua vida financeira transparente. Ele concluiu afirmando confiar no povo colombiano para defender o presidente de qualquer ameaça violenta, em um país que já viu regimes caírem quando aliados externos decidem agir.

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Mundo

Venezuela declara guerra aos “traidores” que ajudaram a prender Maduro

Foto: Reprodução

O governo chavista entrou em modo caça total. Após a captura de Nicolás Maduro e da esposa Cilia Flores pelos Estados Unidos, a Venezuela decretou que todos que tenham dado “apoio ou promoção” ao ataque devem ser presos imediatamente. A ordem vale para policiais e órgãos de segurança de todo o país.

O decreto, publicado nesta segunda-feira (5), manda que a polícia nacional, estadual e municipal encontre e prenda qualquer pessoa envolvida, entregando-a ao sistema judicial venezuelano para julgamento. Em outras palavras: o regime quer limpar o próprio quintal e mostrar que ninguém ajuda os EUA sem pagar o preço.

Maduro, agora detido em Nova York no famoso Centro de Detenção Metropolitano do Brooklyn, enfrenta acusações de narcoterrorismo e tráfico internacional de drogas. Mas enquanto ele aguarda julgamento, dentro da Venezuela cresce o terror: “traidores” estão na mira de um regime desesperado, disposto a tudo para manter controle e evitar novas humilhações.

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Política

Petista explode contra ONU: “Nem ladra nem morde” após EUA prender Maduro

Foto: Hugo Barreto/Metrópoles

O senador petista Humberto Costa, que comanda o Parlamento do Mercosul, resolveu dar seu show de indignação nesta segunda-feira (5). Ele criticou a ONU por não reagir aos ataques dos Estados Unidos contra a Venezuela e publicou um meme mostrando o organismo internacional como um cachorro que “não faz nada”.

“Nem ladra nem morde. Essa complacência com as violações ao direito internacional é inaceitável”, disse o petista, cobrando que a ONU dê uma “resposta à altura” e preserve o tal multilateralismo. Palavras que, na prática, soam como mais um teatrinho do PT.

O ataque americano à Venezuela aconteceu no sábado, e Maduro chegou a ser sequestrado por tropas dos EUA, segundo relatos. Agora, o Conselho de Segurança da ONU vai se reunir para discutir o episódio, a pedido da Colômbia de Gustavo Petro.

O Brasil estará presente, mas sem direito a voto. Quem vai falar é o embaixador Sérgio Danese, representando o país, mesmo sem poder decidir nada. Ou seja: enquanto Humberto Costa grita contra a ONU, na prática, o Brasil só observa.

Opinião dos leitores

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Geral

Filho de Lula deve R$ 370 mil à União e ignora a Justiça

Foto: Reprodução

Uma das empresas de Sandro Luís Lula da Silva, filho do presidente Lula, acumula uma dívida de mais de R$ 370 mil com a União. O valor inclui débitos previdenciários, tributos federais e até IPVA atrasado em São Paulo, segundo informações do Metrópoles.

A empresa em questão, a Gasbom Cursino, revendedora de gás, é alvo de execuções judiciais desde 2022 por não recolher tributos. Segundo a Receita Federal, cerca de R$ 80 mil não foram pagos em impostos federais, enquanto o IPVA atrasado soma R$ 17 mil.

A Gasbom foi comprada em 2013 por Sandro e seu sócio, Marcos José de Araújo, de uma família libanesa dona da Consigaz. A empresa enfrentou ainda processos judiciais por não emissão de notas fiscais, que chegaram a gerar a penhora de R$ 125 mil em bens, desbloqueados apenas em 2024 após o arquivamento do caso.

Sandro Luís é publicitário e também sócio de uma empresa de tecnologia em São Paulo, ao lado da esposa. Procurado pelo Blog, ele e a Gasbom não responderam até o fechamento da reportagem. O espaço segue aberto para manifestação.

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