Saúde

Fiocruz retoma entrega de doses da AstraZeneca ao Ministério da Saúde nesta terça

A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) prevê começar nesta terça-feira (16) a liberação de novas remessas da vacina da AstraZeneca ao Ministério da Saúde.

As entregas ficaram suspensas por duas semanas e pelo menos cinco capitais enfrentam falta do imunizante, como São Paulo, Rio de Janeiro, Palmas, Florianópolis e Porto Velho.

A CNN questionou a Fiocruz sobre o quantitativo de doses que serão entregues hoje, mas a Fundação afirmou que os números serão informados a medida em que ocorrerem a liberação dos lotes.

Na cidade do Rio de Janeiro, a intercambialidade de vacinas já ocorre nos postos de saúde. Diversas unidades estão substituindo a segunda dose da AstraZeneca pela Pfizer/BioNTech, após recomendação da secretaria municipal de Saúde.

Já na capital paulista, cerca de 340 mil pessoas estão com a aplicação da segunda dose da AstraZeneca atrasada, justamente pela falta de doses. Com isso, a prefeitura também começou a usar o imunizante da Pfizer para completar a vacinação desse público.

A Fiocruz prevê entregar cerca de 15 milhões de doses da AstraZeneca ao Programa Nacional de Imunizações (PNI) no mês de setembro.

CNN Brasil

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Saúde

Ministério da Saúde reduz intervalo entre as doses da Pfizer e da AstraZeneca a partir de setembro de 12 para 8 semanas

Foto: Thiago Gadelha/SVM

O Ministério da Saúde anunciou nesta quarta-feira (25) que a dose de reforço da vacina contra a Covid-19 será oferecida no Brasil. Abaixo, veja o que se sabe:

Data de início: doses devem ser enviadas aos estados a partir de 15 de setembro

Público-alvo: idosos com mais de 70 anos e pessoas com baixa imunidade (imunossuprimidos)

Vacinas: preferencialmente Pfizer, mas também poderão ser utilizadas a vacina da AstraZeneca e Janssen

A dose de reforço é indicada para os idosos que completaram o esquema vacinal há mais de seis meses. No caso dos imunossuprimidos, eles devem esperar 28 dias após a segunda dose.

Os pacientes “imunossuprimidos” incluem por exemplo, pessoas com câncer, pessoas vivendo com HIV, transplantados e outros com o sistema imune fragilizado, o que deixa o paciente mais suscetíveis a infecções.

A pasta informou que a imunização deverá ser feita, preferencialmente, com uma dose da Pfizer, ou de maneira alternativa, com a vacina de vetor viral da Janssen ou da AstraZeneca.

O ministério também disse que o intervalo entre as doses da Pfizer e da AstraZeneca será reduzido a partir de setembro: passará de 12 semanas para 8 semanas.

Estudos de 3ª dose no Brasil

Pfizer: investiga os efeitos, a segurança e o benefício de uma dose de reforço da sua vacina, a Comirnaty. O imunizante extra será aplicado em pessoas que tomaram as duas doses completas há pelo menos seis meses.

AstraZeneca (nova versão): a farmacêutica desenvolveu uma nova versão da vacina que está em uso no país, buscando proteção contra a variante beta. Parte do ensaio clínico prevê que uma dose da nova versão da vacina (AZD2816) seja aplicada em pessoas que receberam as duas doses da versão atual da AstraZeneca (AZD1222).

AstraZeneca (usada no país): avalia a segurança, a eficácia e a imunogenicidade de uma terceira dose da versão original da vacina da AstraZeneca (AZD1222) em participantes do estudo inicial que já haviam recebido as duas doses do imunizante, com um intervalo de quatro semanas entre as aplicações.

CoronaVac: o grupo será dividido em quatro: 25% vão receber como terceira dose a vacina da Pfizer, 25% da AstraZeneca, 25% da Janssen e 25% da CoronaVac. O objetivo é saber se a terceira dose vai aumentar o número de anticorpos. Os pesquisadores também vão avaliar a segurança dessa terceira dose, possíveis reações, como febre e dor, já que serão testadas vacinas diferentes em cada grupo.

Nos últimos dias, a Anvisa também solicitou mais informações sobre as doses de reforço aos fabricantes das vacinas da Pfizer e AstraZeneca. Uma reunião com a Janssen também está prevista para esta semana. “O objetivo é antecipar informações para avaliar o cenário em torno da necessidade ou não de doses adicionais das vacinas contra Covid-19 em uso no Brasil”, explicou a agência.

Outros países

Países como Israel e Chile já começaram a aplicar a dose de reforço. Na semana passada, os Estados Unidos anunciaram que a terceira dose será dada a partir de setembro.

Israel oferece terceiras doses da vacina da Pfizer a pessoas com mais de 60 anos e a outros grupos vulneráveis. Até agora, mais de um milhão de israelenses receberam o reforço, em meio a uma alta de casos de Covid-19 no país.

Os países que aprovaram terceira dose de vacina

No Chile, pessoas com 55 anos ou mais que tomaram a CoronaVac antes de 31 de março irão receber uma nova dose da AstraZeneca. Pacientes imunodeprimidos receberão uma dose extra da Pfizer.

Também na América do Sul, o Uruguai começou a oferecer terceiras doses para aqueles que receberam a CoronaVac. A dose de reforço será da Pfizer, administrada ao menos 90 dias depois da segunda dose da vacina inicial.

O governo dos Estados Unidos afirmou que tem planos para ministrar uma terceira dose de vacina contra a Covid-19 no país a partir do dia 20 de setembro. A dose de reforço será inicialmente dada aos profissionais da saúde, aos moradores de asilos geriátricos e pessoas mais velhas (esses foram os primeiros grupos que receberam as vacinas no fim de 2020 e começo de 2021).

G1

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Saúde

Eficácia de vacina da Pfizer cai mais rápido do que AstraZeneca, diz estudo

Foto: Bigstock

Um estudo publicado nessa quinta-feira (19) indicou que a eficácia da vacina contra Covid-19 da Pfizer/BioNTech decai mais rapidamente do que a da AstraZeneca/Oxford, embora a primeira seja mais efetiva no combate à variante Delta do novo coronavírus.

A pesquisa, liderada por especialistas da Universidade de Oxford, no Reino Unido, indicou que, em infecções com alta carga viral, a proteção oferecida pelo imunizante da Pfizer um mês depois da segunda dose é 90% maior do que em indivíduos não vacinados, mas depois cai para 85% e 78% depois de dois e três meses, respectivamente. Já no caso do agente desenvolvido pela AstraZeneca, a proteção oferecida foi de 67%, 65% e 61%, respectivamente.

O estudo, que ainda não foi revisado pela comunidade científica internacional, analisou dados do serviço de Saúde Pública do Reino Unido (NHS), coletados entre dezembro de 2020 e agosto de 2021.

Além disso, os especialistas examinaram os testes de detecção do novo coronavírus de 700 mil pacientes, feitos antes e depois de 17 de maio, quando a variante Delta se tornou dominante no território britânico.

Os resultados, segundo os autores do estudo, apontam que as pessoas que contraem a Covid-19 por causa desta mutação, depois da aplicação da segunda dose da vacina, têm níveis máximos de vírus similares ao de pessoas não imunizadas.

Além disso, indicam que os preparados não eliminam a possibilidade de contrair a doença, mas sim, reduzem o risco de contágio e seguem sendo a forma mais efetiva de garantir a proteção contra a variante Delta do patógeno. “Contudo, não sabemos quanta transmissão pode causar as pessoas que contraem a Covid-19 depois de serem vacinadas. Podem ter, por exemplo, níveis altos de vírus durante período de tempos mais curtos”, afirma Sarah Walker, especialista em estatística médica e epidemiologia da Universidade de Oxford.

Porém, ela afirma, que o fato de os pacientes poderem apresentar níveis altos, sugere que “as pessoas que não estão vacinadas podem não estar tão protegidas contra a Delta como esperávamos”. E que “isto significa que é essencial que se vacine o máximo de pessoas possível, tanto aqui no Reino Unido, como no restante do mundo”, garante a especialista da instituição de ensino britânica.

Koen Pouwels, também participante do estudo, aponta que, apesar de a Pfizer e AstraZeneca apresentarem “ligeiras diminuições de proteção” contra todas as infecções e contra aquelas com alta carga viral, a eficácia geral das vacinas ainda é “muito alta”.

Paralelamente, os pesquisadores constataram que uma dose do imunizante produzido pela companhia americana Moderna tem eficácia contra a variante delta “igual ou maior” do que as vacinas da Pfizer e da AstraZeneca, no entanto, ainda não há dados para avaliar os dados do esquema completo, com duas doses.

Intervalo entre doses

Sobre os intervalos entre as aplicações, o estudo comprovou que esse fator não altera a eficácia das vacinas para prevenir novas infecções, ao mesmo tempo em que detectaram que os grupos mais jovens, de 18 a 34 anos, apresentam níveis de proteção mais altos que os mais velhos, de 35 a 64 anos.

Os pesquisadores indicaram que as conclusões que chegaram poderiam servir para assessorar o Comitê Conjunto sobre Vacinação e Imunização mantido pelo governo britânico, que deverá decidir se recomendará a administração de uma terceira dose, de reforço, ainda neste ano.

Gazeta do Povo

Opinião dos leitores

  1. Venha apresentar suas falácias sobre a Coronavac aqui, Calígula! Apresentar suas inverdades sobre a eficácia da mesma! Preciso de diversão!

    1. Eu sinceramente preferia ter tomado a Coronavac. Óbvio que, sendo educada, instruída e humana (mesmo que isso soe como falta de modéstia), não perguntei qual era nem nada quando fui tomar. Mas eu queria era a vacina do criador do vírus. Quem vai saber fazer vacina melhor do que o criador e vetor do vírus?

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Saúde

COVID: Fiocruz entrega 3,9 milhões de doses da vacina da AstraZeneca ao Ministério da Saúde

Foto: © Myke Sena/MS

A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) entrega nesta sexta-feira (20) ao Programa Nacional de Imunizações (PNI), mais 3,9 milhões de doses da vacina contra covid-19 da AstraZeneca. O imunizante é produzido no Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Bio-Manguinhos).

Do total de doses, 308 mil são destinadas ao Rio de Janeiro e as demais serão distribuídas aos demais estados pelo Ministério da Saúde, de acordo com a Fiocruz.

Com a remessa de hoje, a Fiocruz atinge a marca de 88,4 milhões de doses entregues ao PNI, das quais 84,4 milhões foram produzidas em Bio-Manguinhos e 4 milhões importadas do Instituto Serum, que fica na Índia.

Agência Brasil

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Saúde

RJ autoriza aplicar Pfizer caso falte AstraZeneca para segunda dose

Foto: © Reuters/Denis Balibouse/ Direitos Reservados

A Secretaria de Estado de Saúde do Rio de Janeiro (SES-RJ) autorizou a utilização da vacina da Pfizer contra covid-19 como segunda dose para a Oxford/AstraZeneca, apenas no caso de o estado não receber quantidade suficiente desse imunizante. Segundo a SES, a decisão foi publicada ontem em uma nota técnica.

A SES reforça que a intercambiabilidade com essas vacinas só poderá ser realizada se os municípios registrarem falta da vacina Oxford/AstraZeneca para completar o esquema vacinal de quem já recebeu esse imunizante na primeira dose.

Segundo a SES, a decisão foi tomada em conjunto com a equipe de especialistas do Conselho de Análise Epidemiológica que assessora a vigilância estadual.

A vacina Oxford/AstraZeneca é produzida no Brasil pelo Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Apesar de poder produzir mais de 1 milhão de doses por dia, o instituto tem sua capacidade limitada pela disponibilidade do ingrediente farmacêutico ativo (IFA), que precisa ser importado da China.

Bio-Manguinhos já iniciou o processo de transferência de tecnologia para se tornar autossuficiente na produção do insumo, mas os primeiros lotes da vacina produzida com IFA nacional só devem ficar prontos no quarto trimestre deste ano.

Até a semana passada, a Fiocruz já havia produzido e entregado 80,5 milhões das 100,4 milhões de doses previstas no acordo de encomenda tecnológica com a AstraZeneca. A fundação já encomendou IFA para mais doses e prevê reforçar a produção com o ingrediente farmacêutico ativo nacional.

Agência Brasil

Opinião dos leitores

    1. Inclusive, esse intercâmbio entre plataformas diversas é a forma mais eficaz de vacinação.

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Saúde

COVID: Natal vacina D2 da Pfizer para quem recebeu a primeira dose até 21 de maio; veja prazos também da AstraZeneca e Coronavac

A Prefeitura do Natal informa que pode receber a D2 quem recebeu a primeira dose da Pfizer até 21 de maio.

Quanto a Oxford, o Município informa que pode receber a D2 quem recebeu a primeira dose até 12 de maio, ou 85 dias.

E, a Coronavac,  pode receber a D2 quem completou 28 dias da primeira dose.

Vale destacar que para receber a segunda dose é necessária a apresentação do cartão de vacina, documento com foto e comprovante de residência de Natal.

No site vacina.natal.rn.gov.br constam todas as informações oficiais sobre os grupos em vacinação, locais de aplicação, filas nos drives, documentação e dúvidas frequentes.

Opinião dos leitores

  1. Nunca na história desse país, as outras instituições do país foram tão atacadas com palavras de baixo calão, e desferidas por um presidente da República. Não que sejam injustas os ataques, no entanto logo após os ataques vem pedir perdão, e implorar pra ser aliado, foi assim com o centrão, com uns ministros do stf, só basta ter um interesse contrariado ou enquadrá-lo dentro das inúmeras contravenções cometidas pelos familiares, aliados e até por ele. Pra ter uma noção disso, no início do governo, esse imbecíl esbravejava, acusando o centrão de ladrões, agora vem e confessa que sempre foi centrão, logo isso é uma auto confissão de desonestidade, ou desequilíbrio mental. Das duas uma, não tem outra.

    1. Estão tudo doido malucos a petezada.
      Kkkkkkkkkkkkk
      Já não sabe mais nem onde escrever.
      Daqui a pouco, vão chamar urubu de meu loro.
      Kkkkkkkkkkkkkkk
      Kkkkkkkkkkkkkkk
      O que o voto auditado não faz.
      Se lascaram.

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Saúde

AstraZeneca: 2ª dose não aumenta risco de coágulos sanguíneos, mostra estudo

FOTO: SOE ZEYA TUN/REUTERS

A segunda dose da vacina AstraZeneca contra a covid-19 não aumenta o risco de formação de coágulos sanguíneos raros com plaquetas baixas. Foi o que mostrou um estudo liderado e financiado pela farmacêutica nesta quarta-feira, após preocupações com efeitos colaterais.

O estudo, publicado na revista médica Lancet, constatou que a primeira dose traz um pequeno risco extra de coágulos. A taxa estimada de trombose com síndrome de trombocitopenia (TTS) após a aplicação dose foi de 8,1 por milhão nas inoculadas.

Após a segunda dose do imunizante, a taxa foi de 2,3 por milhão de pessoas, comparável à observada em pessoas não vacinadas, acrescentou a empresa anglo-sueca.

A AstraZeneca enfrentou vários contratempos, incluindo atrasos na produção, e raros casos de efeitos colaterais graves, incluindo TTS, o que levou vários países a restringir ou parar o uso da vacina, sondas por reguladores e etiquetas de advertência.

O regulador de medicamentos da União Europeia está investigando casos de TTS desde março e encontrou uma possível ligação com a Vaxzevria, e com a injeção de covid-19 da Janssen. No entanto, sustentou que os benefícios globais de ambas as vacinas superam os riscos colocados por elas.

Os resultados de quarta-feira avaliaram os casos relatados a partir de 30 de abril que ocorreram dentro de 14 dias após o recebimento da primeira ou segunda dose, usando o banco de dados de segurança global da farmacêuticas.

O estudo disse que as limitações da análise incluíram a dependência de dados fornecidos pelos profissionais de saúde e aqueles que se vacinaram, o que pode levar à subnotificação dos casos.

Até a data de corte, 13 casos de TTS haviam sido identificados globalmente após a segunda dose em pessoas de 45 anos a 85 anos, incluindo oito mulheres. Cerca de 399 casos foram notificados após o primeiro, mostrou o estudo, enquanto os dados utilizados para o número de doses administradas foram limitados à UE, à Área Econômica Europeia e à Grã-Bretanha.

“A menos que o TTS tenha sido identificado após a primeira dose, esses resultados apoiam a administração do cronograma de duas doses da Vaxzevria, como indicado, para ajudar a fornecer proteção contra o COVID-19, inclusive contra variantes crescentes de preocupação”, disse mene Pangalos, executiva sênior da AstraZeneca, em comunicado.

R7, com Reuters

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Saúde

FOTOS: RN recebe lotes de Coronavac e Astrazeneca; carregamento é parte das 179 mil doses aguardadas para esta semana

Fotos: Paulo Nascimento

A vacinação contra a Covid-19 no Rio Grande do Norte ganha um importante reforço esta semana. Por volta do meio-dia desta terça-feira (27), a Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) recebeu os primeiros carregamentos de vacinas que serão distribuídas aos municípios. São três lotes de doses da Coronavac/Butantan e da Astrazeneca, somando 75.500 vacinas.

Dessas, 58.700 doses são da Coronavac/Butantan, divididas igualmente entre primeira e segunda doses. Já as 16.800 vacinas restantes, recebidas via consórcio Covax Facility, são todas para completar a imunização de pessoas dos grupos prioritários.

A equipe da Sesap trabalhará ao longo do dia para organizar a distribuição das doses dentro do tempo hábil.

De acordo com a indicação do Ministério da Saúde, ao fim da tarde desta terça-feira ainda serão encaminhadas mais 69 mil doses de Astrazeneca/Fiocruz, direcionadas como 2ª dose de trabalhadores portuários, aeroportuários, pessoas com comorbidades e forças de segurança.

Na quarta-feira (28) pela manhã deve ser entregue mais um lote, dessa vez de vacinas da Pfizer, com 35.100 doses, fracionado em parte para dar continuidade ao trabalho de imunização por faixa de idade e outra parte voltada a completar o esquema vacinal dos potiguares.

 

Opinião dos leitores

  1. NADA! O governo de Fátima do PT nada fez pelo RN até agora, em qualquer setor. E ainda impediu os potiguares de estudar (fechando as escolas) e trabalhar.

  2. Essa pessoa que está aparecendo na foto é Fátima genocida??
    Não deu pra eu conhecer, como eu sei que ela e caroneira e agora surfista também depois da medalha do ítalo, estou sem saber se é ela.
    Ela adora ir ao aeroporto tirar fotos, afinal.
    A rigor.
    O governo Federal na pessoa de Bolsonaro compra as doses, os prefeitos vacina, e o Gov do Estado do RN faz o quê mesmo heim?,?,?

    1. NADA! O governo de Fátima do PT nada fez pelo RN até agora, em qualquer setor. E ainda impediu os potiguares de estudar (fechando as escolas) e trabalhar.

    1. Uma pena que, no RN, muitos vieram a óbito sem terem acesso a um leito de UTI. Mas o governo Bolsonaro enviou bilhões de reais para cá.

    2. Dava pra salvar muito se tivessem ouvido o Presidente e não tivessem entrado na onda de Luiz mandeta, calcinha apertada e o tal do consórcio nordeste.
      Só aqui morreram mais de 900 pessoas nas filas esperando por atendimento que não vinha.
      A desgovernadora Fátima do PT, comprou o que não existia e fechou hospitais e leitos de UTIs, em pleno pico da doença.
      Uma irresponsável GENOCIDA.
      É mentira ???
      Responda comedor de dinheiro público.
      A sua boquinha tá bem pertinho de acabar.
      Já é o ano que entra viu??
      Tá lascado.
      Vc e Renan pilantra.

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Saúde

SP pode diminuir intervalo entre doses da Pfizer e Astrazeneca

Foto: Governo do Estado de São Paulo

O governador de São Paulo, João Doria, afirmou, em entrevista ao Jornal da CBN nesta sexta-feira (23), que é possível reduzir o intervalo de 90 dias entre as duas doses das vacinas da Pfizer e da AstraZeneca no estado desde que haja estoque suficiente dos imunizantes. Ele disse que o Ministério da Saúde prometeu antecipar as entregas em oito ocasiões, mas não cumpriu e terminou repassando menos vacinas do que o volume anunciado. O governador paulista lembrou que, nos Estados Unidos, o prazo entre as duas aplicações do imunizante da Pfizer é de apenas um mês.

Sobre o anúncio de que São Paulo terá um novo ciclo de vacinação contra Covid-19 em 2022, o político afirmou que, apesar de ainda não haver um consenso sobre a necessidade dessa medida, há reconhecimento. De acordo com Doria, especialistas já sabem que precisaremos ser vacinados anualmente, o que ainda não se sabe é o período entre um ciclo vacinal e outro. Em São Paulo, profissionais da saúde serão o primeiro grupo a receber o imunizante no ano que vem.

Diagnosticado com a Covid-19 pela segunda vez, o governador de São Paulo afirmou que se sente muito bem e que está ‘absolutamente assintomático’. Doria ressaltou que foram as duas doses da vacina Coronavac que o salvaram.

O governador de São Paulo também confirmou que o estado flexibilizará as medidas de restrição a partir de 1 de agosto. Ontem o estado de São Paulo bateu um novo recorde de vacinação, com 619 mil vacinas aplicadas em 24 horas, o que representa um terço de toda a vacinação do país. Doria destacou que o estado já registra redução de quase 50% dos óbitos, a menor média de internação do ano e a menor taxa de ocupação de leitos de UTI.

Questionado sobre as recentes ameaças do presidente Jair Bolsonaro e de integrantes do seu governo à democracia, Doria afirma que não há nenhum risco delas se concretizarem. ‘A democracia brasileira é maior e mais forte do que golpistas ou do que os que flertam com o autoritarismo’, disse.

CBN

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Saúde

ATENÇÃO, VOLUNTÁRIOS: Nova pesquisa clínica da Astrazeneca será realizada no RN, desta vez sem grupo placebo

No último dia 14 de julho a ANVISA – AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA anunciou a autorização de mais duas pesquisas clínicas com vacinas contra a COVID-19. Uma delas testará uma nova candidata à vacina, desenvolvida pelo Instituto de Biologia Médica da Academia Chinesa de Ciências Médicas, da China. A novidade, caso haja êxito da Fase 3, seria o intervalo de apenas 14 dias entre a primeira e a segunda dose.

Já o outro estudo aprovado, que inclui o Rio Grande do Norte, testará a vacina desenvolvida pela AstraZeneca (AZD2816), com a tecnologia de vetor de adenovírus recombinante, a mesma utilizada na vacina anterior (AZD1222).

O estudo prevê 2.475 participantes e será realizado em quatro países: Brasil, Reino Unido, África do Sul e Polônia. No Brasil serão testados 800 voluntários, e os estados brasileiros que participarão desse estudo, além do RN, são: Bahia, Distrito Federal, Paraná, Rio Grande do Sul e São Paulo.

A candidata à vacina AZD2816 é uma nova versão da que já está atualmente disponível no Brasil (AZD1222), que foi modificada para também fornecer imunidade contra a recém-emergente cepa da variante B.1.351 do SARS-CoV-2, identificada primeiro na África do Sul. O estudo será patrocinado pela empresa AstraZeneca e a vacina será fabricada pela empresa Symbiosis Pharmaceutical Services sediada no Reino Unido.

Trata-se de um estudo de Fase II / III parcialmente duplo-cego, randomizado, multinacional, com controle ativo em adultos de 18 anos de idade ou mais, previamente vacinados e não vacinados para determinar a segurança e a imunogenicidade da candidata à vacina AZD2816, quando administrada:

Como uma dose única a indivíduos soronegativos para SARS-CoV-2 que receberam anteriormente uma vacinação primária de 2 doses contra SARS-CoV-2 com a AZD1222 ou duas doses de uma vacina de mRNA contra COVID-19. Esta terceira dose seria aplicada, dessa forma, em indivíduos que foram previamente imunizados com duas doses mas, ainda assim, testam negativo, pois o exame não identifica a produção de anticorpos capazes de atuar contra o novo Coronavírus.

Como vacinação homóloga primária de 2 doses para indivíduos soronegativos para SARS-CoV-2 que não estão vacinados; Neste caso, as duas doses da vacina em teste são aplicadas em voluntários que negativam para o SARS-CoV-2 e que, realmente, não tenham recebido previamente nenhuma dose de qualquer imunizante;

Como a segunda dose de uma vacinação heteróloga primária de 2 doses (com AZD1222 como primeira dose) para indivíduos soronegativos para SARS-CoV2 que não tenham sido vacinados antes de iniciarem este estudo clínico. Isso significa: a primeira dose com a versão inicial da AstraZeneca e a segunda dose com a nova versão em um esquema misto.

Para participar do novo estudo da ASTRAZENECA que em breve será iniciado no RN, serão selecionados voluntários que ainda não se vacinaram. Desta vez, não haverá grupo placebo – isto quer dizer que, diferentemente dos estudos anteriores, todos os participantes receberão uma vacina ativa.

O início dos trabalhos está previsto para agosto, e voluntários já cadastrados no Instituto Atena poderão eventualmente ser contactados e consultados pela equipe técnica sobre o desejo de participar. Inscrições permanecem abertas. Até o momento somente os estudos foram autorizados, não sendo ainda possível prever quando estas vacinas estarão disponíveis para a população.

A Dra. Sanali Paiva, médica e pesquisadora que lidera o Instituto Atena de Pesquisa Clínica, ressalta que “embora o mundo já tenha várias vacinas disponíveis para combater a COVID, os novos estudos são importantes para aperfeiçoar ainda mais os imunizantes, e garantir proteção contra novas variantes”.

 

Opinião dos leitores

  1. Tão aceitando jumentos de 2 pernas Ou o caso deles é com o veterinário ?

    1. Se tiverem você já pode participar. Reúne todas as qualificações.

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Saúde

Anvisa autoriza estudo de terceira dose de vacina da AstraZeneca

Foto: Gabriel de Paiva/Agência O Globo

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou nesta segunda-feira a realização de um estudo para avaliar a segurança e a eficácia da terceira dose da vacina da AstraZeneca contra a Covid-19. Também nesta segunda, a agência deu aval a uma pesquisa para avaliar a eficácia do medicamento proxalutamida contra o novo coronavírus. O presidente Jair Bolsonaro defendeu no domingo uma avaliação sobre o remédio.

O estudo da terceira dose da AstraZeneca ocorrerá apenas no Brasil, com 10 mil voluntários em cinco estados, com participantes do estudo inicial da vacina. A terceira dose será aplicada entre 11 e 13 meses após a segunda dose.

Serão incluídos voluntários entre 18 e 55 anos, que estejam altamente expostos à Covid-19, como profissionais de saúde. Gestantes ou pessoas com comorbidade.

Já o estudo da proxalutamida será realizado, além do Brasil, em outros seis países: Alemanha, Argentina, África do Sul, Estados Unidos, México e Ucrânia. No Brasil serão 50 voluntários, sendo 38 em São Paulo e 12 em Roraima.

O estudo é patrocinado pela empresa Suzhou Kintor Pharmaceuticals, sediada na China. A Anvisa não divulgou o número total de voluntários.

No domingo, após ter alta do hospital no qual estava internado em São Paulo, Bolsonaro afirmou que iria cobrar do ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, um estudo sobre a proxalutamida, que segundo ele já estaria sendo utilizada contra a doença em outros países.

De acordo com o blog da colunista Malu Gaspar, estudo conduzido sobre o medicamento apresenta indícios de fraude e falhas graves.

Em abril, Bolsonaro já tinha citado a proxalutamida, fármaco fabricado na China e estudado para o tratamento de câncer de próstata e de mama. Desde o início da pandemia, o presidente já defendeu diversos medicamentos sem eficácia comprovada.

— (A proxalutamida) É uma droga que está sendo estudada e que em alguns países têm apresentado melhora. Existe no Brasil de forma não ainda comprovada cientificamente, de forma não legal, mas tem curado gente. Vou ver se a gente faz um estudo disso daí para a gente apresentar uma possível alternativa. Temos que tentar. Tem que buscar alternativas e, com todo respeito, eu não errei nenhuma. Até quando, lá atrás, eu zerei os impostos da vitamina D — afirmou o presidente.

O Globo

Opinião dos leitores

  1. Capitão…! invista em vacinad,errar é humano,persistir no erro é burrice.Viva a vacina ,que é vida.Vamos depois para a terceira dose,astra Zeneca ,de preferencia.

  2. Esses patetas esquerdopatas ainda não “se tocaram” que as asneiras que postam são lidas apenas pela mesma cambada do mesmo naipe deles. Perdem seu tempo. Espero que ao menos estejam recebendo seus pixulecos.

    1. Vc está enganado! Ultimamente muitos estão abrindo os olhos e vendo que o MINTO das rachadinhas é do mesmo “naipe” (como diz vc) que Lulaladrão, que o diga a rejeição do presidente inepto está ascendente… Eu acho que o PT não paga mais tanto pixuleco como na época que estava na presidência, mas certamente o MINTO e seus apoiadores devem estar “rachando” salários por aí com assessores. É o seu caso ? Ou vc é idólatra de político e fica falando essas asneiras sem noção para defender o MINTO das rachadinhas de besta mesmo?

    2. Saia da bolha, o presidente continua arrastando multidões. Agora, inventaram até passeio de bicicleta em apoio a ele (em Recife). “Motociatas” aos montes, mesmo sem sua presença, recepções calorosas por onde passa. A prova de seu favoritismo é o desespero da esquerdalha, brincando de “impeachment” e com pavor do voto auditável. O povo está com ele, os adoradores de bandidos, como vc, estarão sempre do lado oposto.

  3. Estudo realizado pelo Instituto Pasteur, na França, e já publicado em revista científica, atestou a eficácia da ivermectina contra o vírus da COVID. Bolsonaro teve razão em tudo até agora.

    1. Abestado, O MINTO das rachadinhas defendia CLOROQUINA! Ou vc não sabe a diferença?

  4. Esse cara deveria estar em um manicômio. Só lembrando os acertos dele: disse que era uma gripezinha; disse que não morreria nem 800 pessoas; disse que o tratamento precoce resolvia (hoje até o MS disse não servir); disse que a pandemia acabaria em 2, 3 meses; disse que acabaria no final do ano; disse que user máscaras não resolvia; disse que os atletas não sofreriam nada; disse que seu governo não tem corrupção, quando existe uma quadrilha atuando no MS e no meio ambiente, pelo que veio a tobacco até agora. Só não disse que os irmãos Miranda estão mentindo.

    1. Pior que ele é a legião de admiradores mugindo com força… parecem torcedores fanáticos de time de futebol… não consigo entender… o país indo de mal a pior renda estagnada e preços explodindo e não enxergam…

    2. GRIPEZINHA NO CASO DELE E DAS PESSOAS SEM COMORBIDADES, JA A ESTUPIDEZ E BURRICE É DE MATAR! ELE TA CERTO EM TUDO, GRAÇAS A DEUS

    3. Fora as promessas de campanha descumpridas… combate à corrupção, privatizações (lembram da TV-Lula ?), não negociar com Centrão…, acabar com reeleição…

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Saúde

SE LIGA, RN: Ceará, Pernambuco, Piauí, Espírito Santo e Acre reduzem intervalo entre doses da vacina AstraZeneca; entenda medida contra a variante delta

Foto: Divulgação/Mariana Ferreira

O intervalo entre a primeira e a segunda dose da vacina AstraZeneca foi reduzido em cidades de ao menos cinco estados no Brasil. O Ministério da Saúde atualmente recomenda 12 semanas (três meses), mas o prazo foi encurtado por gestores que buscam ampliar a proteção da população contra a variante delta do coronavírus.

Em resumo, o que está em jogo:

Ministério da Saúde escolheu o maior prazo previsto em bula para aumentar o total de pessoas vacinadas com ao menos 1 dose, já que a AstraZeneca oferece proteção parcial de 76% já 21 dias após a primeira aplicação;

Estados encurtam o prazo para aumentar a proteção contra a variante delta mesmo sem orientação do governo federal: estudos apontam que somente a vacinação completa protege contra a variante;

O ministério chegou a estudar a redução do prazo, mas reunião da Câmara Técnica manteve as 12 semanas;

Já divulgaram a redução do intervalo: Pernambuco (60 dias), Acre (45 dias), Ceará (60 dias), Espírito Santo (70 dias) e Piauí (70 dias) (Alagoas e Sergipe fizeram mudanças pontuais). O estado de São Paulo também manifestou essa intenção, mas disse ainda depender de aval da Anvisa.

Previsão em bula

A bula da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), responsável pela produção e importação da tecnologia da AstraZeneca, já informa que “a segunda injeção pode ser administrada entre 4 e 12 semanas após a primeira”.

A AstraZeneca reafirmou em nota ao G1 que “os estudos realizados até o momento demonstram que a vacina é eficaz na prevenção da Covid-19 sintomática quando aplicada neste intervalo de tempo”, de 4 a 12 semanas. A farmacêutica disse, ainda, que a vacinação com a segunda dose após 60 dias “foi avaliada em estudos clínicos – e, por isso, está aprovada”.

Já o Ministério da Saúde informou que “acompanha a evolução das diferentes variantes do Sars CoV-2 no território nacional e está atento à possibilidade de alterações no intervalo recomendado”. A pasta também disse que “o tema foi, inclusive, discutido amplamente na Câmara Técnica Assessora em Imunizações, em reunião realizada no dia 2 de julho deste ano, sendo que o parecer (…) foi a de manutenção deste intervalo”.

Avanço da variante delta

Até o momento, a variante gama é a dominante no país, mas, no último mês, foram confirmados casos da delta inclusive na cidade de São Paulo. Enquanto isso, menos de 14% da população brasileira recebeu as duas doses contra a Covid-19.

A baixa taxa de adesão à segunda aplicação é um risco para o combate a todas as versões do vírus, já que garante um índice maior de proteção contra a versão grave da doença. A necessidade do ciclo completo da vacinação se torna ainda maior quando a delta chega ao Brasil: estudos indicam que apenas com a aplicação do reforço é possível barrar a nova variante.

Proteção só com duas doses

Nesta quinta-feira (8), a revista científica “Nature” apresentou um estudo assinado por cientistas do Instituto Pasteur e do Centro Nacional de Pesquisa Científica da França (CNRS, na sigla em francês). Os resultados mostram que a delta é parcialmente resistente a alguns tipos de anticorpos, mas que duas doses da vacina da Pfizer ou da AstraZeneca/Oxford são capazes de neutralizá-la.

Ao G1, a AstraZeneca apontou outra pesquisa feita pelo governo do Reino Unido que demonstra a eficácia da vacina. O documento sobre o artigo publicado pela farmacêutica diz que “duas doses da vacina COVID-19 AstraZeneca são 92% eficazes contra a hospitalização devido à variante delta e não mostraram mortes entre os vacinados”, dados divulgados com base no estudo.

Medida apoiada por especialistas

“Neste momento, tendo em vista principalmente a possibilidade do avanço da variante delta, que tem um impacto de proteção contra a infecção de pessoas que receberam apenas uma dose, é importante que a gente avance no percentual com segunda dose. Eu acredito que essa medida deva ser tomada pelo estado de São Paulo e também pelo Brasil, pelo Programa Nacional de Imunizações”, avalia Ethel Maciel, pós-doutora em epidemiologia.

André Bon, infectologista do Hospital Sírio Libanês, também esclarece que a eficácia do imunizante “está mais relacionada com a maneira como ele foi produzido e o tipo de antígeno utilizado”.

“Quanto mais rápido possível a gente conseguir aumentar a cobertura vacinal da população, melhor vai ser” – André Bon, infectologista.

Necessidade: planejamento e comunicação uniforme

O ideal, segundo todos os especialistas, é o maior número de pessoas imunizadas o mais rápido possível. Isabella Balalai, vice-presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBim), explica que a confiança da população a respeito da vacina também está ligada a uma unidade das medidas e de uma liderança dentro do programa de imunizações.

“O ideal seria a gente já ter toda a população com duas doses. Isso é o ideal. Agora, daqui pra frente, que a gente tenha um planejamento único. Por que cada um, cada estado, cada município fazendo diferente isso gera muita dúvida e dúvida leva a não adesão da população” – Isabella Balalai

“Afinal de contas, a gente ainda é um país só. A vacinação, todas as campanhas, todos os resultados que a gente conseguiu com vacinação foi com o país todo fazendo a mesma coisa”, completou.

G1

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Saúde

Estudo da ‘PaqueTá Vacinada’: primeiros resultados indicam que vacina da AstraZeneca garante alto nível de proteção já após primeira dose

Foto: Brenno Carvalho em 20-06-02021 / Agência O Globo

Os primeiros resultados do estudo “PaqueTá Vacinada”, que testou a presença de anticorpos contra o coronavírus em toda a população da Ilha de Paquetá para depois vaciná-la completamente, indicam que o imunizante confere um nível satisfatório de proteção coletiva após a primeira dose, na interpretação da Secretaria municipal de Saúde. Segundo as informações recém-levantadas pelo instituto responsável pela pesquisa, a Fiocruz, e divulgadas em primeira mão pelo GLOBO, o grupo de pessoas que já tinham se vacinado antes do dia da imunização em massa — seja com a injeção inicial, seja com a injeção de reforço — apresentou 90% de soropositividade para os anticorpos contra o patógeno causador da Covid-19, o SARS-Cov-2.

— Isso mostra que a vacina já confere um alto nível de proteção após a primeira dose. É um resultado positivo para a vacinação, que nos chamou a atenção — diz o secretário municipal de Saúde, Daniel Soranz.

A Fiocruz também descobriu que 40% dos adultos que ainda não tinham tomado a vacina apresentaram indícios da presença do coronavírus nos testes sorológicos — ou seja, tinham ou já tiveram contato com o patógeno.

Um dos propósitos do estudo era saber se a vacina produzida pelo Instituto Butantan já conferia um bom nível de proteção coletiva após a primeira dose ou se isso só acontece depois da segunda.

Antes da vacinação em massa na ilha, que aconteceu no último dia 20, 1971 habitantes do bairro já tinham tomado pelo menos a primeira dose da vacina, e 1344 já tinham tomado também a segunda. Os 1,5 mil moradores restantes foram imunizados naquele dia.

A força-tarefa de testagem, que aconteceu nos três dias anteriores, teve adesão de 70% dos moradores, ou 2.759 pessoas. Elas foram divididas em três grupos: os menores de 18 anos, necessariamente ainda não vacinados; maiores de 18 anos já vacinados; e maiores de 18 anos ainda não vacinados.

Submetidos ao teste rápido, crianças e adolescentes tiveram seu resultado divulgado ainda no “dia D” de vacinação: 21% deles apresentaram positividade para a presença do coronavírus — ou seja, tinham ou já tiveram contato com o patógeno.

Os demais públicos foram testados por um exame sorológico que exige coleta de sangue e por isso leva mais tempo para apresentar conclusão. A previsão inicial era de que os resultados desses testes só seriam divulgados 30 dias após o dia da realização do estudo, mas a Fiocruz adiantou a entrega.

Agora, o próximo passo é testar novamente a população da cidade após a aplicação da segunda dose, que acontecerá no dia 20 de agosto. O objetivo é comparar os resultados dos novos exames com os testes anteriores.

O Globo

Opinião dos leitores

  1. Vacina ? Eu pensei que fosse a Sputnik V que a Sra Governadora Fátima vai comprar em parceria com o consórcio Nordeste.

    1. E você é um verme sem gado , eis seu pavor da ivermectina. O que tem haver vacina com cloroquina e ivermectina muar ? Você foi alfabetizado pela mesma escola de Dilma ?

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Saúde

Governo incorpora vacinas da Pfizer a da AstraZeneca ao SUS

Foto: Divulgação Agência Pará

O Ministério da Saúde incorporou ao SUS as vacinas contra a Covid-19 produzidas pela Pfizer a pela AstraZeneca.

A decisão foi tomada depois de uma recomendação feita pela Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec).

A comissão produziu um relatório em que estima que a vacinação contra a Covid pode resultar numa economia de até R$ 150 bilhões aos cofres públicos num prazo de cinco anos.

E a CoronaVac? Por que não foi incorporada? A comissão analisou apenas as vacinas que já tinham registro definitivo na Anvisa. Portanto, mais à frente, a CoronaVac poderá também ser incluída neste pacote, assim como outras.

De acordo com o que foi publicado hoje no Diário Oficial, o governo tem até seis meses para efetivar essa medida.

Lauro Jardim – O Globo

 

Opinião dos leitores

  1. O presidente (com ‘p’ minúsculo mesmo) desdenhou das vacinas até há pouco tempo. Não tem como ele negar. Tudo registrado. A historia o condenará!

  2. Já Fátima Bezerra e o Consórcio Nordeste brigam pela compra da SputinkV. Na Rússia está acontecendo uma nova onda da covid19, matando muita gente diariamente. Porque essa fixação numa vacina que não tem eficácia e possui uma lista de impedimentos? A população precisa abrir os olhos. Não dá para entender; ou melhor, tudo é po$$ível com esses governos de e$querda. A população que se exploda! Ainda bem que o Governo Federal tem enviado vacinas aos Estados. Se fôssemos depender desses incompetentes governadores de esquerda, a tragédia seria infinitamente maior. 2022 vem aí, lembrem-se dos descaso desses políticos.

  3. Parabéns Presidente Bolsonaro, não compre gato por lebre.
    Pfaizer e AstraZeneca duas potências.

    1. E a Covaxin? Potência também, só que para o bolso do governo federal.

    2. Potiguar, se informe direito! O governo federal não comprou e nem recebeu uma dose sequer da Covaxin. Mas o negócio da esquerda é falar mal do governo federal de qualquer jeito. Como não tem o que denunciar, inventam fake news. Cai nas armadilhas da esquerda quem é burro. Aliás, não é à toa que os seus militantes são conhecidos como comedores de capim.

  4. Governo Federal sério, competente e age com zelo pela saúde e com dinheiro público.
    Parabéns Presidente Bolsonaro e sua equipe Ministerial.

    1. Kkkkkkkkkk
      A vaquinha não cansa de lamber as bolas do Bozo.
      Cadê o seu machão???
      O genocida tá tão caladinho……como todo frouxo, ta acuado.

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Saúde

3ª dose da vacina AstraZeneca produz forte resposta imune, diz estudo de Oxford, sobre eventual necessidade no futuro: “nenhuma exigência de que será”

Foto: © REUTERS/Dado Ruvic/Direitos Reservados

Uma terceira dose da vacina contra covid-19, produzida pela AstraZeneca com a Universidade de Oxford, produz forte resposta imune, disseram pesquisadores nesta segunda-feira (28), acrescentando que ainda não há evidências de que essa dose de reforço é necessária, especialmente devido à falta de vacinas em alguns países.

O estudo, da Universidade de Oxford, mostrou que uma terceira dose da vacina aumenta as respostas imunes de anticorpos e de células T. Ao mesmo tempo, a aplicação da segunda dose pode ser adiada para até 45 semanas após a aplicação da primeira e, ainda assim, levar a um aprimoramento da resposta imune.

O governo do Reino Unido diz que analisa planos para uma campanha de aplicação de doses de reforço no outono do Hemisfério Norte, com três quintos dos adultos já com as duas doses de vacinas contra covid-19 aplicadas.

Andrew Pollard, diretor do Grupo de Vacinas de Oxford, afirmou que as evidências de que a vacina protege contra as variantes existentes por um período sustentável significam que uma dose de reforço pode não ser necessária.

“Temos de estar numa posição em que podemos aplicar a dose de reforço caso isso se mostre necessário. Não temos, no entanto, nenhuma exigência de que será”, disse ele a jornalistas.

“Neste momento, com uma alta taxa de proteção na população do Reino Unido e nenhuma evidência de que isso foi perdido, aplicar terceira dose no Reino Unido, enquanto outros países têm zero dose, não é aceitável.”

Estudos anteriores mostraram que a vacina, criada pela Universidade de Oxford e licenciada pela AstraZeneca, tem eficácia maior quando o intervalo de aplicação entre as doses é ampliado para 12 semanas, em vez de quatro.

A pesquisa anunciada hoje foi divulgada sem a revisão de outros cientistas e analisou 30 participantes que receberam uma segunda dose tardia e 90 que receberam uma terceira dose. Todos os participantes tinham menos de 55 anos.

O estudo ajuda a amenizar preocupações de que vacinas contra covid-19 baseadas em vetores virais, como as da AstraZeneca e da Johnson & Johnson, possam perder sua potência se aplicações anuais forem necessárias, dado o risco de que o corpo produza resposta imune contra os vetores que carregam as informações genéticas da vacina.

“Tem havido algumas preocupações de que não poderíamos usa essa vacina num regime de doses de reforço, e certamente não é isso que os dados estão sugerindo”, disse a autora do estudo Tereza Lambe, do Instituto Jenner, de Oxford, à Reuters.

Agência Brasil, com Reuters

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Saúde

Vacina da AstraZeneca é 92% eficaz contra internação por variante indiana

Foto: DADO RUVIC/ILLUSTRATION/REUTERS – 19.03.2021

Um estudo do PHE (agência de saúde pública da Inglaterra) mostrou que as imunizações completas com as vacinas anticovid da AstraZeneca e da Pfizer, ambas aplicadas no Brasil, são altamente eficazes contra hospitalizações de pessoas infectadas com a variante Delta, anteriormente chamada de indiana.

No caso da proteção produzida pela Fiocruz (Fundação Osvaldo Cruz), a eficácia é de 92%. Já a Pfizer apresentou uma eficiência de 96%. Nos dois casos não foram registradas nenhuma morte pela cepa estudada do SARS-CoV-2.

A pesquisa analisou 14.019 casos da variante que procuraram o pronto-atendimento nos hospitais públicos ingleses, entre 12 de abril e 4 de junho deste ano. Desses, 166 pacientes precisaram ser internados.

Além disso, o PHE comparou os riscos de hospitalizações entre pessoas vacinadas com uma dose e com duas doses.

No caso da AstraZeneca foram registrados 71% de efetividade após a primeira dose e 92% após a segunda contra a internação pela variante Delta. Já Pfizer apresentou média de 94% de efetividade após primeira dose e 96% após segunda.

Na comparação com a eficácia frente a variante britânica, nomeada pela OMS (Organização Mundial da Saúde) de Alpha, as taxas de hospitalizações para imunizados com a AstraZeneca foram semelhantes. No caso da Alpha é de 78% (após uma dose) e 92% (após duas doses); a Delta é de 75% e 94% (respectivamente).

R7

Opinião dos leitores

  1. Eu me vacinei e a atualização no RN+ Vacina foi instantânea, acho que depende da demanda e do profissional que está fazendo os registros.

  2. Reparem que “as vacinas anticovid da AstraZeneca e da Pfizer, ambas aplicadas no Brasil, são altamente eficazes contra hospitalizações de pessoas infectadas com a variante Delta, anteriormente chamada de indiana.”.
    A Manchete só menciona uma.

    1. Pessoal, vocês que estão por dentro das vacinas. Eu me vacinei no Sesi no último sábado (setor industrial), sendo que meu cadastro no RN +Vacinas não foi atualizado, ou seja, oficialmente estou sem me vacinar, embora já tenha tomado a primeira dose.
      É normal esse atraso na atualização das informações?

    2. Brando, conheço pessoas que tomaram a vacina contra covid e só lançaram no sistema quase um mês depois… Já outras lançaram na mesma semana…

    3. Manoel, obrigado por informar. Isso de certa forma é um alívio.

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